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0. Prólogo


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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As crianças corriam pelo pátio, ansiosas, enquanto uma mulher mais velha tentava controlá-las.


Estavam todos de branco e olhavam constantemente para o céu.


A mulher, cansada, desistiu e sentou em um banco ao lado de outra mulher.


- Adoram o ano-novo, essas crianças! – limpou o suor da testa e sorriu. – Mais por causa dos fogos do que por qualquer outro motivo.


A outra concordou.


- Só não gostam mais do que o Natal.


Riram e mudaram seu assunto para amenidades.


Faltavam ainda duas horas e meia para o fim do ano de 1926, quando alguém bateu à porta de entrada do orfanato.


A jovem que antes corria atrás das crianças, levantou-se para atender.


Era estranho alguém ir visitá-los àquela hora. Sem falar que todos que esperavam aparecer já se mostravam presentes.


Começou a chover torrencialmente fazendo vir do pátio um coral de “ohhhhhhhhhh”. Aquilo estragaria a felicidade dos pobrezinhos, pensou.


Abriu depressa a porta para que seu misterioso convidado não ficasse muito molhado, e viu diante de si uma mulher de longos cabelos negros e olhar vago.


Ela se apoiava no muro e segurava um volume junto ao corpo. Quando olhou melhor, viu que era sua barriga. A maltratada moça estava grávida.


- O que aconteceu com você?! – levou as mãos à boca, surpresa.


- Por favor...por favor, me ajude. – estendeu um dos braços para a frente e perdeu o equilíbrio. Antes, porém, que tocasse o chão, a mulher a acudiu.


- Socorro!!! Alguém venha aqui me ajudar! – o peso dela era muito grande para poder levá-la para dentro.


Uma criança, trazida por seus gritos, se aproximou.


- Tia Melissa, o que houve...?


- Nanda! Graças a Deus! Chame a Dona Cole, por favor!


- Sim senhora! – a menina saiu correndo e menos de dois minutos depois, uma senhora apareceu esbaforida.


- Santo Deus! O que houve?


- Essa moça apareceu aqui na porta. Parece muito mal...me ajude a trazê-la para dentro.


Juntas conseguiram arrastá-la para o cômodo mais próximo.


- Quem é ela?


- Eu não sei..só disse “me ajude” e desmaiou. Parece estar no último mês de gravidez. Veja como a barriga está grande e dura. – tocou na mulher que acordou e segurou sua mão, tomando Melissa de sobressalto.


- Por favor...me ajuda! Cuida do meu filho.


- Calma, querida. – Eleanor Cole pediu com meiguice. – Qual seu nome?


- Mérope... – virou a cabeça para o lado e começou a chorar.


Eleanor colocou a mão em sua testa e notou que ardia em febre.


- Melissa, pegue cobertores!


Enquanto a mais jovem corria para um armário, Eleanor foi ajeitar a tal Mérope na cama, quando notou algo úmido.


- Melissa...? – sua voz era baixa, mas ainda assim a garota ouviu.


- Senhora?


- Temo que isso não seja água da chuva. – Melissa foi até onde Eleanor apontava e as duas se entreolhavam.


Mérope estava em trabalho de parto.


 


***


 


O parto estava sendo complicado. A mulher ardia em febre e Melissa entrava e saía do quarto coberta de panos e bacias há duas horas.


Haviam chamado o médico da vila, mas ele não respondeu. O máximo que podiam esperar, era que Deus ajudasse aquelas duas pobres almas e que Rose ainda lembrasse de seus dons de parteira.


Rose era a dona do orfanato e a antiga parteira da vila, antes que o doutor Robert tivesse se instalado lá. Havia mais de 10 anos que não exercia sua profissão e suas mãos já não eram mais tão firmes. Entretanto, sua habilidade não havia diminuído em nada.


- Preciso de mais pano!! – ela gritava, suada, para Melissa que não parava um só momento. – Vamos, minha querida. Faça força. Eu sei que consegue.


Mérope chorava e gritava. Com suas pernas abertas fazia o máximo de força que conseguia. Sentia que a perderia e em breve desmaiaria pela segunda vez.


- Você não pode desmaiar de novo, querida. Seu filho está em perigo. Temos que tirá-lo, agora, daí.


- Eu não consigo. – ela gemia.


- Consegue sim. Vamos!


Depois de dez minutos finalmente o berro do recém-nascido trouxe alívio para as quatro mulheres.


- Parabéns! Você teve um menino!


A parteira limpou a criança e a entregou para Eleanor. Antes que voltasse para onde Mérope estava, a diretora Eleanor sussurrou:


- E a menina? Vai ficar bem?


- Infelizmente, temo que não. Perdeu sangue demais. – Rose balançou a cabeça. – Só poderemos garantir que não sofra mais.


- Senhora... – Mérope gemeu. Rose correu até ela. – Eu não consigo mais...cuidem bem dele.


Rose segurou sua mão e tentava não se sentir emocionada com a cena.


- Por favor...dêem o nome dele de Tom. Como o pai. Tom Riddle. – sorriu fracamente como se velhas lembranças retornassem nesse último desejo. Suspirou profundamente e sua cabeça pendeu.


Melissa, chorando copiosamente, aproximou-se do bebê e acariciou o topo de sua delicada cabeça.


Tom Riddle estava órfão e fez parte daquele lugar no mesmo dia em que chegou ao mundo.


Os fogos de artifícios começaram a soar nos céus e as crianças riam e brincavam lá fora, sem importarem-se com a chuva que caía.


***


N/A: Nossa. Sou nova aqui e estou totalmente perdida. Então, se virem algo estranho, é porque fiz besteira rs.

Hum...estou meio ansiosa, então não sei muito o que escrever na nota (nem sei se aqui se inclui nota também rs. Quem quiser, pode ajudar essa pobre alma.)


Beijos.

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Comentários: 1

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Enviado por Alexander L. Lacour em 05/04/2011

Essa história está ótima... Bem fiel a história. Ancioso pra ler o resto.

Nota: 5

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