-Onde você pensa que vais, sua sangue-ruim? – questionou o Comensal encarapuçado que havia entrado na sela que a aprisionava. – Está com fome? – sorrira maldosamente, com o rosto iluminado pela tocha que ardia lentamente a um canto.
Hermione encolhera-se a um canto assustada, concluindo tristemente que se ele não se preocupara em tapar o rosto era porque, provavelmente, ela não iria continuar viva para espalhar por ai quem ele era.
Reconheceu-o de imediato. Era loiro e bonito, com dois grandes olhos cinzentos mirando-a com uma fome que apenas obstruía a verdadeira maldade que lhe brilhava, bem lá no fundo, como única essência do seu ser.
Ele aproximou-se rapidamente, agarrando-a pelo braço e puxando-a para a claridade da tocha e olhou-a nos olhos sem apagar o sorriso.
Atirou-a de novo contra o chão e, de pé, voltou a perguntar:
- Está com fome?!
- Não! – gritou mentindo enquanto sentia duas lágrimas escorrerem por seu rosto sujo.
- Não?! – encolheu os ombros cinicamente enquanto abria a capa negra. – Mas eu estou.
Puxou-a de encontro a si, enquanto agarrava tudo quanto conseguia. Hermione gritou esmurrando-o, enquanto via, cada vez mais assustada que nenhum dos seus ataques surtia qualquer efeito.
- Monstro – gritou sentindo logo depois toda a sua boca ser preenchida por um caloroso beijo molhado.
- Cala a boca, garota. – afirmou ele recuperando o folgo e atirando-a para o monte de palha onde ela dormira nos últimos três dias de cativeiro – Vai dizer que não gosta disto? – baixou as calças mostrando um orgulhoso membro erecto.
Ele fechou os olhos assustada… aquilo ia acontecer, ia mesmo acontecer!
Quando ela fora capturada num ataque surpresa a Hogwarts sempre soubera que não saía viva para contar como fora a estadia nas húmidas catacumbas de Lord Voldemort, a única chama de esperança que lhe restava, era que talvez os comensais não reparassem nela, em como se tornara uma bela mulher, antes de mata-la… mas tal não veio a suceder.
Do lado de fora da cela havia pelo menos mais dois comensais que iriam querer os “restos” dela, segundo ouvira quando Draco Malfoy entrara… estava à sua mercê, desarmada e indefesa, como poderia impedi-los?!
Não podia!
Draco aproximara-se dela, sorrindo cinicamente, diante do olhar assustado e apreensivo que a sua prisioneira mostrava.
- Vai dizer que aquele idiota do seu namorado pobretão não soube te possuir antes que um qualquer comensal decidisse faze-lo?!
- Cala sua boca! – atirou – Você não é metade do Ron! – cuspiu na direcção do loiro que a agrediu de imediato com um estalo na cara.
- Chega de conversa fiada. Eu vou-lhe ensinar o que é ser usada, sua sangue-ruim… não é você que é metida a sabichona?!
Subiu para cima dela segurando-lhe os braços com força ao lado da cabeça, enquanto que com a varinha fazia surgir duas grandes correntes que deslizaram em volta dos pulsos da garota prendendo-os firmemente.
- Nojento!
Ele olhava-a vitorioso, enquanto, de uma vez só, rasgou a camisa de Hermione, revelando dois peitinhos cobertos de um soutien rendado. Arrancou igualmente essa peça, enquanto a moça gritava ofensas sem ter como se defender. Mirou-os… perfeitos e redondinhos em forma de lágrima, com dois biquinhos escuros implorando por ser chupados…
Lançou-lhes a boca, ignorando por completo todos gritos de Hermione, que mesmo não querendo admitir, começava já a sentir-se excitada… sendo estuprada pelo playboy de Hogwarts… conhecia pelo menos dez garotas que não iriam ser violadas se estivessem na sua posição. Mas ela não era uma delas! Não consentia aquilo nem queria o que iria acontecer depois!
Malfoy lambia um dos bicos incessantemente, enquanto que usava uma das suas mãos para acariciar o outro… Depois cansou de mamar, sem olhar a sua vítima, levantou a saia dela, enquanto usava as mãos para afastar as pernas.
- Me solta, Malfoy, por favor! – gritou suplicante depois de ver sua calcinha voando até ao outro lado da divisão. – Não faça isso… por favor….
Mas era tarde demais, o loirinho já tinha tocado aquela vagina linda e rapadinha, enfiando nela dois dedos fortes que fizeram Hermione gritar de dor.
- Você é virgem? – perguntou ele tranquilamente.
- Me solta!!!
- Isso quer dizer que é? – soltou uma gargalhada maquiavélica, tão gelada que ela se sentiu arrepiar – Perfeito… - e terminou de falar enterrando a sua língua no clitóris da garota que gemeu baixinho.
- Chegou a hora. – afirmou ele – E eu não ser gentil não… tivesse praticado com o seu namoradinho!! – riu novamente – Crabbe! – gritou – Goyle!
Logo depois apareceram os dois capangas de Draco, com ar aparvalhado como sempre, mas por outro lado, mostrando-se superiores.
- Meus amigos… temos uma virgem! – gozou ele.
Pouco depois, os três rapazes a seguravam, já solta das correntes. Ela desistira de gritar, até mais porque não tinha mais voz, e também por que sabia que dissesse o que dissesse eles não iriam solta-la…
Malfoy foi o primeiro, encaixou-se entre suas pernas, enfiando fundo todo o seu membro, tão rápido e violentamente quanto conseguiu. Ele gemeu, tendo prazer ao vê-la sofrer assim.
Tirou seu pénis, e voltou a enfiar… uma, duas, três vezes, até por fim não tirar ele mais, fazendo apenas movimentos oscilatórios dentro dela. Gemia, suava… e ela ficava ali, olhando nos olhos ele, enquanto Draco a possuía brutalmente.
- Tá’ olhando sua puta?! – disse Goyle revelando subitamente que sabia dizer mais do que “Sim, Draco.” – Draco, goza na boca dela, para ela sentir o que é bom!
- Se você diz que é bom! – gemeu ela lançando-lhe o ultimo sarcasmo que restava.
Malfoy não respondeu, apenas, quando sentiu vontade de gozar, sacou seu pénis de dentro dela e lho enfiou na boca, sem que ela pudesse refustar.
Gozou na boca dela, enchendo-lhe a boca de um líquido viscoso e quente, que ela tentou cuspir, mas que ele não deixou, obrigando-a a engolir tudo e de uma só vez.
Ele ria cinicamente, enquanto se levantava e puxava as calças que nem despira.
- Próximo… - limitou-se a dizer.
E Goyle subiu para cima da garota, comendo ela, enfiando nela, fazendo-a engolir e abusando dela tanto quanto podia.
Por fim foi Crabbe que quis tentar algo diferente, fazendo a garota virar de quatro, sendo segurada naquela posição, pelos outros dois.
Seu ânus estava ali, exposto e virgem… e Crabbe atrás de si, excitado e possuidor de um pénis grosso como quatro dedos. Fechou os olhos assustada… aquilo iria doer bastante…
Não se enganara. Crabbe enfiou devagar, mas depois de tomar ritmo ficou louco que nem leão, possuindo ela com força e vontade, roubando dela gritos e gemidos, enquanto ele próprio também gemia. Gozou pouco depois, dentro do cuzinho dela, lambuzando-o e enchendo-o de esperma viscoso e quente.
Malfoy baixou e lambeu-a toda, possuindo-a novamente por trás, enquanto dava tapinhas na bunda da garota, vermelha e dominada.
Cansados e saciados os três comensais se levantaram e olharam a garota, nua… uma bela pega, haviam comido naquele dia… e não havia sinais de Harry o Herói para salva-la… por aquela hora ele deveria ter definhado nas mãos de Lord Voldemort… e ela, havia sido estrupada e violada em todos os sentidos.
Foi Malfoy que o fez, levantou sua varinha e proferiu as palavras finais:
- Avada Kedavra.
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