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13. O Clube de Duelos


Fic: Harry Potter e o Príncipe Mestiço 2.0


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Capítulo 13 –O Clube de Duelos


 


Era uma das raras manhãs de horário livre, no entanto ao invés de se reunirem e mergulharem nas extensas tarefas dadas pelos professores, Harry fora levado pelos amigos a dar uma "volta" no jardim. Como era raro ver Hermione dando uma folga a eles, não os contrariou, porém ficara intrigado e quase certo de que algo bom não viria de ambos.


-Harry, a que conclusão chegou sobre a AD? -Hermione pergunta cautelosa, não por outros, já que estavam em um lugar ermo, e sim pelo amigo que parecia bastante sensível quanto àquele assunto.


-Que vamos ter problemas. - Praticamente esbraveja infeliz por ter que falar sobre um assunto que já havia lhe tirado boas horas de sono.


-Por que? Duvido que Dumbledore seja um pé-no-saco como Umbridge! -Ron diz parecendo empolgado com a volta do grupo.


-De certa forma Ron tem razão, afinal grupos de estudo não são proibidos. -Hermione diz sem querer olhar o amigo ruivo, que parecia bastante satisfeito com a concordância.


-Não é um simples grupo de estudo e vocês sabem! -Diz muito sério, sentando-se na grama e pondo a cabeça entre as mãos. -Começou assim, mas já no ano passado ganhou ares de grupo de guerrilha.


-Esse ano não há nenhuma megera a quem infernizarmos! -Ron diz como se fosse óbvio. -Até porque se mexermos com Snape, tenho a sensação de que os exames práticos de DCAT irão superlotar a enfermaria.


-Snape? Ron onde você estava quando falaram de guerra e Voldemort?! -Harry diz como se desse uma sacudida do amigo. -É óbvio que eles querem lutar na guerra e ver Neville, Luna e Ginny correrem pra lá e pra cá perdidos, sangrando, não foi das melhores experiências... Vocês nem estavam lá quando Bellatrix atingiu Neville com a maldição cruciatos.


-Entendemos o que quer dizer, mas eles lutarão você querendo ou não, é algo de que só poderá fugir quem estiver longe do país! -Hermione justifica calmamente. -Melhor que eles treinem e estejam minimamente preparados ao menos para ganhar tempo para fugir, do que virar presa fácil nas mãos dos comensais. Afinal Snape pega pesado e sem os treinos a prática acabará se esvaindo.


- Além disso, você pode dar um sacode neles, podemos falar de como foi estar cara a cara com o perigo tantas vezes, só pra meter um pouco de medo, situar os caras de que é melhor fugir do que ficar e pagar pra ver! -Ron diz mostrando confiar em Harry como líder.


-Se vocês estão insistindo imagino como eles farão! -O resmungo era quase uma rendição, por isso não estranharam ao vê-lo respirar fundo, os olhos fechados. -Vamos marcar a primeira reunião para a outra semana, agora fica mais fácil de conciliar horários. Talvez na quarta à noite, se você tem hora livre os outros também devem ter. -Diz olhando para Hermione, que era uma recordista de matérias no sexto ano.


-Ok, vou conferir através dos outros monitores e confirmo se quarta é viável. -Hermione diz parecendo animada, fazendo Harry dar um meio sorriso, era difícil de imaginar que ela de fato achasse que ele ainda poderia ensinar algo, quando ela era a melhor em feitiços não-verbais e conhecia mais azarações que qualquer outro.


-Será que depois de termos sido dedurados pela Marieta Filch não ficou de olho na sala precisa? Digo, é bem a cara dele ficar marcando o lugar ideal e secreto que vários alunos usavam para fazer coisas "subversivas". -Ron pergunta pensativo, ao fim imitando a voz irritante de Umbridge ao acusá-los.


-Vou manter o olho no Mapa do Maroto durante esses dias, mas acho que com tanta coisa pra fiscalizar e confiscar Filch não deve estar com tanto tempo para pegar no pé dos alunos. -Harry diz dando de ombros. Não estava animado com a volta da AD, apesar de algo dentro de si ter se inflado diante da insistência de todos para retomarem suas lições.


-De fato, seria uma "perda de tempo" para Filch, já que é bem mais fácil pegar um aluno por estar com algo das Gemialidades Weasley! Você ficaria impressionado com o número de objetos apreendidos e detenções, fora a perda de pontos das casas. -Hermione diz balançando a cabeça negativamente.


-Nem fale, nunca vi um início de ano com os marcadores de pontos tão baixos! Acho que a Grifinória não foi a única a começar o ano negativa. -Ron diz pensativo, deixando Harry inquieto e irritado ao lembrar da dura de Snape após a humilhação proporcionada por Draco.


-Se os alunos parassem de contrabandear artigos proibidos da loja dos gêmeos, certamente não teríamos tantos problemas! -Hermione diz em sua postura séria de monitora, ao que Ron faz uma careta.


-É isso! -Harry exclama antes que Hermione continuasse a repreender Ron. -Se os alunos podem contrabandear coisas para Hogwarts, talvez Draco também possa! Seria por isso que deixou algo reservado na loja? -Especula pensativo.


-Está ficando obcecado pelo Malfoy, cara! -Ron diz com uma careta indecifrável.


-De fato, Harry. Invenções bobas dos gêmeos não são artigos negros e por isso conseguem passar, qualquer objeto transbordando magia negra seria prontamente detectado e confiscado. -Hermione diz de modo simples, jogando um balde de água fria em Harry.


O garoto já havia aberto a boca para retrucar, mas Ron foi mais rápido e disse que já estava quase na hora da aula de Trato das Criaturas Mágicas, encerrando a discussão entre os amigos.


O trio seguiu o caminho até a casa de Hagrid conversando sobre o que o meio gigante teria levado para analisarem daquela vez, já que nos últimos dias tudo o que eles faziam naquela aula era estudar feitiços avançados usados em doma, atitude muito atípica para Hagrid. O professor os aguardava com uma grande surpresa naquele dia, segundo suas próprias palavras.


- Qual será o monstro da vez? Quero dizer, para ter demorado todo esse tempo para mostrar algum "material" de verdade, o Hagrid deve ter se superado. - Ron contorceu suas feições em uma mistura de curiosidade e horror.


- Não seja exagerado Ron, se fosse algo realmente perigoso Dumbledore jamais permitiria. - Hermione retrucou, embora parecesse um tanto receosa.


Harry seguia calado, refletindo sobre as palavras anteriores da amiga dirigidas a ele, pensando em um modo de responder a altura.


-Dumbledore não anda muito por aqui e sabe bem como Hagrid sabe ser "criativo". -Ron diz sem conter o sarcasmo do comentário.


-For o que for, duvido que seja mais mortal que Snape em DCAT. -Harry finaliza a discussão, já vendo o pequeno grupo reunido perto da cabana do meio gigante.


Crabble e Goyle estavam distantes, sendo os únicos sonserinos e, provavelmente, sendo aquela uma das poucas matérias em que conseguiram N.O.M.s. Neville conversava entretido com Megan Jones, que assim como Susana Bones era da lufa-lufa e conversava timidamente com Kevin Entwhistle. Aquela era, somando com o trio, a turma de Trato das Criaturas Mágicas daquele ano.


-Bom dia, turma! -Hagrid diz animado, se aproximando dos alunos pelo lado de dentro da cerca, onde no terceiro ano ficavam os hipogrifos. –Animados para a aula de hoje? –Murmúrios que se assemelhavam a um zumbido partiram dos alunos, mas Hagrid pareceu encarar como uma grande vibração, assoviando uma melodia enquanto passava para o lado de fora da cerca uma caixa grande, que deveria ser mais pesada do que os alunos poderiam carregar.


-Isso fede. –Megan murmurou para Susana e os outros pareciam concordar, tendo se afastado e colocado lenços a frente de nariz e bocas.


- Hãã... O que exatamente tem dentro dessas caixas, Hagrid? - Hermione resolveu perguntar e acabar com as dúvidas gerais.


- Ah, não é nada de mais. São apenas alguns lagartos mortos que servirão de alimento ao nosso principal objeto de estudo. - Deu uma pausa dramática - Os arpéus!


            Aquele simples nome foi dito num tom de tamanha importância que o grupo de alunos ficou imediatamente nervoso. Vindo de Hagrid, coisa boa não podia ser.


            - Professor... - Neville chamou hesitante, prosseguindo após Hagrid ter balançado a cabeça, encorajando-o - Um arpéu não seria um animal de tom púrpura-acinzentado, de grande porte e que possui um par de chifres capaz de fazer com que as pessoas, ao chegarem muito perto deles, façam tudo de trás para frente?


            Passou num flash pela cabeça de Harry a imagem de um monte de pessoas andando e falando de trás para a frente, como em uma fita rebobinando. O garoto soltou uma risadinha abafada e passou a prestar atenção em seu amigo Ron, que falava estupefato:


            - Como você sabe dessas coisas? Você sabia disso Mione? Não? Então como o Neville pode saber? Meu Merlin é o fim do mundo!


            O rapaz parecia estar realmente falando sério, o que apenas fazia com que as pessoas rissem cada vez mais.


            Hermione fica vermelha, como se não responder uma pergunta fosse a pior vergonha de todas. - Ora Ronald, é óbvio que eu sei a resposta, apenas não acho que essa história toda de pessoas falando de trás para frente seja verdade! Os dois livros que eu li sobre esse assunto nesse semestre não fazem qualquer menção a essa estranha propriedade dos chifres!


            - É mesmo Neville, onde você leu isso? - perguntou o único corvinal que fazia aquela aula.


            - Estava na última edição d'O Pasquim, logo após a matéria falando sobre os duendes prometendo aliar-se a Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear se eles pudessem ter todas as riquezas trouxas para eles.


            - No Pasquim?! - Hermione diz como se aquilo resumisse tudo. Harry questionava-se sobre o quão saudável seria essa aproximação de Luna e Neville.


            - Sem querer ofender, mas posso garantir que os Arpéus não fazem ninguém agir de trás para frente. - Kevin diz pomposo e então aponta os feiosos animais a frente e se aproximando. - Hagrid não parece estar agindo de trás para frente e tão pouco nós.


            - De fato, sua explicação foi bastante correta com exceção dessa coisa. -Hagrid diz fazendo sinal para os bichos. - Mas agora se separem em três grupos e vamos alimentar os animais, é o meio mais fácil de fazer amizade! - Diz com um largo sorriso. Parecia que iria "espantá-los" para que os três arpéus se separassem.


            - Alimentar? - Susana gagueja olhando para o baú fedorento. Hermione e Megan também se afastam um passo.


            Querendo terminar aquilo de vez, Harry vai até a caixa, pega a luva de couro de dragão que havia posto no bolso, então, com um profundo respirar, abre a tampa e se depara com um bando de lagartos mortos e sem vísceras. Acostumado a alimentar Runner, pega um dos répteis pelo rabo e lança para o arpéu mais próximo.


            - Ok, pessoal, todos fazendo como Harry! -Hagrid orienta e vê os alunos em fila para pegar suas iscas. - Quando eles se aproximarem, segurem pela ponta do rabo e esperem os arpéus pegarem, não lancem.


            - Não lançar? Ele vai engolir minha mão! - Ron diz em tom de obviedade.


            - Eu também não gosto da ideia, mas se lançarmos eles podem querer pular sobre a cerca, o que seria bem pior. - Hermione pondera sentindo-se entre o fogo e a frigideira.


            - Professor... É verdade que os Arpéus estão sendo usados por Você-Sabe-Quem? Um primo repórter d’O Profeta me disse que haviam prendido alguns na semana passada. - Megan pergunta receosa. Havia se mantido em TCM justamente para estar pronta para criaturas que fossem usadas por comensais.


            - Hum, na verdade estes são os Arpéus apreendidos... Ainda não sabem quantos poderiam estar ao lado de Vocês-Sabem-Quem, mas tomei a iniciativa de trazê-los para que saibam como combatê-los se houver um ataque. - Hagrid diz corajoso, o tom grave da voz mostrando que estava colocando a segurança dos alunos em primeiro plano.


            - Então vai nos ensinar a matar essas coisas? - Ron pergunta surpreso. Era difícil imaginar o maior amante dos animais ensinando tal coisa a qualquer um que fosse.


            - Não! - Hagrid diz quase horrorizado. - Tanto os Arpéus quanto os Trasgos são apenas animais, não tem consciência do que fazem. Ensinarei vocês a retardá-los e imobilizá-los. Será mais que o suficiente. - O tom firme e o olhar para Crabbe e Goyle pareciam deixar claro que não aprovaria que nenhum aluno machucasse "por engano" os animais.


            - Vai nos ensinar feitiços de extinção? - A pergunta empolgada de Susana surpreendeu, porém espalhou certo ânimo na turma.


            - Um par deles, mas tem que começar devagar. Primeiro, fiquem amigos dos arpéus, depois usaremos alguns daqueles feitiços de acalmar que aprenderam nas últimas aulas.


            A aula transcorreu normalmente, com todos praticando os feitiços e alimentando os animais. Assim também passou a terça-feira, em nada se diferenciando das outras, com exceção de Hermione ter agendado a próxima reunião da AD para o dia seguinte.


            Na noite de quarta-feira, logo após o jantar, os membros da AD encontravam-se sentados nas muitas almofadas da sala precisa, discutindo uns com os outros sobre o que iriam aprender nesse ano.


            Com a chegada de Harry, Ron e Hermione todos silenciaram, ansiosos para o que viria a seguir.


            Todos começaram a falar ao mesmo tempo, deixando o trio um pouco tonto. Após alguns segundos pedindo educadamente por silêncio, Harry perde a paciência e produz algumas faíscas e estampidos com sua varinha. O ato pareceu ter o efeito esperado, já que todos se calaram e olharam para o garoto.


            -Bem melhor. Agora... – Harry olhou ao redor e sorriu ao visualizar o mais velho dos Creevey sentado logo na sua frente, tentando chamar sua atenção. – Colin, pode falar.


 


            - Eu e o meu irmão... Somos nascidos trouxas... E eu li no Profeta Diário que os comensais estão atrás de pessoas assim. Que eles os encontram e... - Colin parecia incapaz de continuar, com seus olhos arregalados de medo. Não conseguiu terminar sua fala.


 


            - Bom, Colin, eu não sei o que dizer... - começou Harry, mas foi interrompido por Hermione.


 


            - Esse era um dos tópicos que eu havia preparado para a nossa primeira reunião. Eu ia deixar um pouco mais para frente, mas já que o Colin tocou no assunto, acho melhor continuarmos nele. - Hermione dizia de maneira extremamente confiante - Bom, o Profeta está noticiando muitos ataques a famílias trouxas, porém a maioria delas não tem nenhuma ligação com o mundo mágico. Mas acho que é uma questão de tempo para famílias trouxas com algum bruxo na família se tornarem um grande alvo. Penso que os ataques a essas pessoas apenas não começaram por não haver muitas informações sobre as famílias delas espalhadas por aí. Sendo assim, seria bem interessante pesquisarmos sobre algo capaz de proteger, por exemplo, a minha família ou a dos Creevey, enquanto ainda temos tempo para protegê-las.


 


            - É, mas não se esqueça que não são apenas as famílias trouxas que estão sendo atacadas! Não se esqueça da minha tia ou da mãe de Ana! - retrucou Susana, recebendo o apoio imediato de alguns puro-sangue - Foram assassinadas por serem bruxas com um status de importância no mundo bruxo, além de serem veemente contra os ideais pregados pelos comensais!


 


            - Eu certamente ficaria bem mais tranquilo se minha família estivesse bem protegida - comentou Justino, receoso - Tive medo de voltar a Hogwarts, mas minha mãe me convenceu a voltar, me garantindo que ficaria alerta, e fugiria ao menor sinal de perigo. Não queria tê-los deixado em casa, sozinhos. Às vezes tenho pesadelos com comensais invadindo minha casa, assassinando toda minha família, até mesmo minha irmãzinha.


 


            - Eu garanto a você, Justino, que isso não acontecerá! - exclamou Harry, com os punhos fechados, horrorizado apenas em imaginar tal cena; ele sabia muito bem o que era ter pesadelos envolvendo pessoas queridas morrendo - Nós encontraremos um jeito de proteger a todas as nossas famílias, bruxas ou trouxas, mas devemos ter em mente que para podermos proteger as nossas famílias, devemos primeiro aprender a nos defendermos. Afinal, se cairmos numa batalha, será menos um protegendo. Não devemos confiar todas as nossas esperanças em feitiços de proteção e ocultamento - Harry disse esta última parte pensando em seus pais; o Fidelius certamente fora uma ótima defesa, porém não infalível; se ao menos tivessem tido tempo para se defenderem...


 


            - Por isso, tenho a certeza de que temos que nos concentrar nos duelos. Temos que ganhar agilidade para duelar, resistência, para suportarmos duelos longos, conhecimento, para identificarmos feitiços e suas respectivas defesas, e principalmente, termos um grande bom senso. Duelar é importante, mas temos que saber a hora certa para fugir. No Ministério tivemos que correr dos comensais, e não me envergonho nem um pouco disso. O importante é sobreviver! - continuou Harry, tentando passar suas idéias para os amigos e companheiros da AD.


 


            A fala de Harry, unida com a experiência anterior em suas batalhas, causou uma onda de ânimo entre os estudantes que começaram a conversar entre si sobre feitiços que seriam importantes aprender. Ele olhou sorrindo para Hermione, que o encorajou com o olhar a continuar.


 


            Harry retomou a fala e imediatamente a sala fez silêncio.


 


            - Faremos nossos encontros como no ano passado. Será importante treinarmos o Feitiço do Patrono, já que os dementadores são aliados declarados de Voldemort. Vou montar um planejamento de aula, onde aprenderemos feitiços defensivos e de ataque. Acho importante mantermos em sigilo, apesar da saída de Umbridge.


 


            - Eu terei que refazer o feitiço do Prometeu nos galeões falsos - comentou Hermione, acrescentando a fala de Harry - Afinal, precisamos retirar os galeões de Cho, Marieta e Miguel do feitiço como um todo. E já vou logo avisando, espero que ninguém deixe nada escapar esse ano, pois aquilo que aconteceu com Marieta será pouco comparado com o que acontecerá da próxima vez. Aquele pergaminho que assinamos tem azarações gradativamente piores com os traidores. Não quero que nada de pior aconteça com ninguém. – Hermione completa, não em um tom de ameaça, mas de alerta.


 


            Os integrantes da AD ficaram em alerta com o aviso de Hermione, afinal sabiam que ela nunca brincaria com uma coisa dessas e que a azaração no fim se revelava como algo necessário. Apenas Zacarias não gostou do que a garota disse, e fechou a cara.


 


            - Bom pessoal, vamos começar. Dividam-se em duplas, como sempre fizemos. Acho melhor dar uma revisão dos feitiços que aprendemos no último ano, para nos desenferrujarmos. - Todos saíram à procura de uma dupla. Muitos já haviam se formado, e alguns outros haviam decidido sair da Armada. Esse ano eram 20 integrantes e, como sempre, Neville acabou sozinho, tendo que fazer par com Harry.


 


            Iniciaram com os treinos do Expelliarmus, em que os integrantes da dupla se revezavam entre atacante e desarmado. Um tempo depois, Harry deixou Neville com Ron e Hermione, e deu algumas voltas pela sala, analisando as técnicas dos integrantes da AD. Todos estavam executando muito bem. Faltava um pouco de agilidade, mas nada que o reinício dos treinos não pudesse consertar. Ele fez o apito - que como da primeira vez aparecera magicamente no meio da sala, bem a sua frente - em seu pescoço soar, e pediu para que todos passassem a treinar outros feitiços e azarações já aprendidos. Voltou à companhia de Neville, e pouco depois repetiu todo o processo feito com o feitiço para desarmar, na hora de checar os colegas.


 


            - Bom, fiquei muito feliz em ver que todos se lembram das nossas aulas do ano passado, mas agora gostaria de propor uma coisa a vocês. Snape começou a ensinar feitiços não-verbais aos alunos do sexto ano e percebi que essa é uma ótima vantagem em duelos. Eu sei que seria exigir muito de vocês que passássemos a treinar as nossas azarações apenas de maneira não-verbal, mas acho que não custaria tentar. - começou Harry de maneira cautelosa. - É um esforço que vale a pena.


 


            Denis Creevey, aluno ainda do terceiro ano ficou assustado com a cobrança - Mas Harry, eu não vejo qual seria a vantagem. E isso não é algo muito difícil de fazer? - indagou com os olhos arregalados.


 


            - O feitiço não-verbal pode nos garantir uma vantagem de alguns segundos sobre a pessoa com quem duelamos. Ela precisará de mais tempo apara identificar o feitiço e a defesa apropriada para tal. - explicou Hermione, tomando a iniciativa - É também muito útil em ataques furtivos, para quando a pessoa não sabe que você está tentando atingi-la. Ao usar o feitiço não-verbal ela não tem a chance de se defender. E, o principal, é um meio de usar feitiços mesmo quando silenciado. No Ministério, eu silenciei o Dolohov, mas ainda sim ele conseguiu lançar um feitiço em mim e me deixar desacorda.


 


            - E o que vocês foram fazer no Ministério? - perguntou Simas, curioso - O profeta apenas mencionou que vocês estavam lá, mas não disseram o que faziam. - os outros colegas da AD ficaram ansiosos com a iniciativa de Simas de perguntar isso. Era algo que todos queriam fazer, mas ainda não haviam tido coragem.


 


            - Errr... Não podemos falar muito sobre isso. Estamos proibidos de comentar sobre o caso. - despistou Harry, que olhou à sua volta procurando ajuda, recebendo os olhares espantados de Hermione e Ron. No entanto era perceptível a aprovação da garota por sua resposta.


 


            - Verdade? Eu não me lembro de terem me dito que não era para comentarmos que estivemos no Departamento de Mistérios... - começou Luna, com seu incrível talento para falar a verdade.


 


            Todos ficaram entusiasmados com a revelação da corvinal, e começaram a falar uns com os outros sobre os boatos que haviam surgido após a invasão do Ministério. Isso irritou Harry, que já não aguentava mais esse tipo de comentários que faziam à sua volta. Lembrar do caso Ministério era também lembrar que fora sua culpa a morte de Sirius e os riscos que seus amigos correram. Mas se eles insistiam, qual mal seria em comentar por alto sobre o episódio amplamente divulgado e mistificado?


 


            - Bom gente, a verdade é que ainda não me sinto muito a vontade de falar sobre isso. - Harry começou a se explicar.


 


            - Mas por que Harry? Você deveria ter orgulho disso! Afinal, você é o Menino-Que-Sobreviveu! - exclamou Colin, exaltando sua admiração pelo colega mais velho.


 


            Harry ficou ainda mais irritado. Odiava quando as pessoas o idolatravam e idealizavam por algo que ele não tinha nem consciência de ter feito, ainda mais sabendo a verdade: de que fora sua mãe a responsável por ainda estar vivo. Depois que soube disso por Dumbledore, passara a odiar ainda mais esse rótulo imposto a si.


 


            - Vai Harry, conta para a gente! Afinal, você já enfrentou Você-Sabe-Quem duas vezes e saiu vivo! - argumentou Dino.


 


            - Três vezes, contando o primeiro ano. - murmurou Ron baixinho ao ouvido de Harry, impossibilitando que alguma outra pessoa ouvisse.


 


            - Você derrotou e ajudou a prender vários comensais.  O Ministério não pode ter sido tão ruim assim. - completou Simas.


 


            - O Ministério foi bem ruim sim. - iniciou Harry, titubeante - Estivemos sempre em menor número, duelando contra bruxos adultos, que não tinham receio em nos matar. Lá lutamos por nossas vidas! Enfrentamos feitiços poderosos e desconhecidos, nos deparamos com objetos e seres desconhecidos e perigosos.  A verdade é que mais fugimos que lutamos e se não fosse a chegada de Dumbledore e de alguns amigos, tenho a consciência de que não estaríamos aqui hoje. Foram eles que capturaram os comensais e foi Dumbledore quem fez com que Voldemort – nesse momento, muitos dos integrantes da AD fizeram caretas ao ouvir o nome do bruxo das trevas - fugisse. Vários de nós ficamos feridos durante a fuga. Hermione desacordada, Rony ficou biruta, Ginny quase quebrou uma perna, Neville quebrou o nariz e Luna foi arremessada longe. Se Dumbledore não tivesse chegado naquele exato momento, a história seria outra.


 


            - Mas o que vocês foram fazer lá? - indagou Susana Bones.


            - Voldemort me atraiu para uma armadilha, pois apenas eu poderia pegar o objeto que ele pretendia roubar do Ministério. Uma profecia. - revelou Harry, para a surpresa de muitos, que esperavam algo mais cruel e "grandioso" - Mas ela foi perdida. Quebrou-se no meio da batalha - adiantou-se o garoto, que não queria revelar o conteúdo da mesma a mais ninguém. Neville confirmou esta última informação com um aceno de cabeça.


 


            Vários dos integrantes da AD se agitaram com a revelação. Começaram a conversar entre si, comentando sobre o fato de o plano do Lorde das Trevas ter falhado, e que isso era um bom sinal. Significava que ele podia errar. Outros olhavam boquiabertos para o sexteto que havia invadido o Ministério, admirados com a coragem e ousadias deles.


 


            - E que tipo de armadilha foi essa? Como ele conseguiu te levar até lá? - perguntou, curioso, Terêncio.


 


            - Bom, isso é algo que eu realmente não gostaria de comentar muito. Digo apenas que foi algo relacionado à legiminência e oclumência, as artes de invadir e defender as mentes.


 


            - O que você quer dizer com isso? É possível ler mentes? - apavorou-se Ernesto


 


            - Não é esse o termo apropriado, mas é por ai. - desconversou Harry, era um assunto muito complicado para se entrar em detalhes no momento.


 


            - E como vocês foram até Londres? Por acaso criaram asas e saíram voando? - perguntou sarcasticamente Zacarias. Rony e Gina dirigiram um olhar nada agradável ao garoto, que acabou se sentindo desconfortável.


 


            - Fomos voando nos testrálios de Hagrid. Nunca dissemos que éramos anormalmente poderosos e invencíveis. - respondeu simplesmente Hermione que, prevendo que os ânimos poderiam ficar exaltados com a pergunta feita pelo desagradável garoto, deu, então, uma resposta curta e humilde. Zacarias fechou novamente a cara ao ouvir os risinhos de deboche de Dino e Simas, que curtiram o corte dado pela colega de casa.


 


            - Bom, gente, vamos logo voltar aos treinos. Perdemos muito tempo nessa conversa e queria começar os feitiços não-verbais hoje. Temos ainda meia-hora e acho que é o suficiente para o começo. - Harry chamou a atenção de todos, já farto de toda aquela atenção pelo motivo errado. - Alguém aqui já consegue lançar algum não-verbal? - apenas Cátia Bell, a única setimanista da AD, levantou a mão, além de Hermione. A pergunta atraíra o olhar de todos, e agora se interessavam apenas na fala de Harry.


 


            - Err... Eu consegui apenas algumas vezes, e quase todas elas durantes os exames do fim do período passado. Umbridge não ajudou muito no aprendizado. - comentou Cátia, que teve os olhares dirigidos a si.


 


            - Eu mesmo ainda não tenho muito jeito nisso também. - admitiu Harry - Poderia, junto de Hermione, nos demonstrar? - pediu o líder da AD.


 


            A artilheira da Grifinória fez um rápido aceno com a cabeça e levantou-se, indo para a frente de todos. Hermione lançara um olhar a Harry que o garoto não foi capaz de adivinhar, e se dirigiu para o lado de Bell. - Apenas feitiços para desarmar e para defender - lembrou Harry. As garotas se postaram frente a frente, realizaram os cumprimentos e imediatamente se colocaram em posição de combate.


 


            As garotas ficaram se encarando por um tempo que pareceu uma verdadeira eternidade. Todos estavam apreensivos, já que alguma coisa poderia acontecer a qualquer hora. Era perceptível o esforço feito pelas duas, principalmente Cátia, cujo rosto ficava cada vez mais vermelho, enquanto Hermione apenas franzia as sobrancelhas, num ato de concentração. Até que inesperadamente um raio de cor vermelha intensa saltou da varinha de Hermione indo rapidamente em direção a outra garota. Porém quase não teve o efeito desejado. Foi claramente audível o grito de Cátia, que pronunciou "Prote...", mas que parou no meio de seu enunciado. Ela provavelmente lembrou que devia lançar a proteção mágica de maneira não-verbal. Sua varinha foi perfeitamente expelida de sua mão.


 


            - Ai, me desculpa. Acabei ficando nervosa e entrei em pânico quando vi o feitiço vindo até mim! - Cátia estava visivelmente decepcionada.


 


            - Sem problema Cátia, isso é compreensível. - minimizou Hermione, numa tentativa de tranquilizar a garota.


 


            - Agora que já vimos, Hermione, poderia nos dizer o que você fez, como se sentiu quando lançou o expelliarmus não verbal? - pediu Harry.


 


            - A definição de feitiço verbal é: Feitiço lançado após invocação verbal da magia através da palavra de poder. Ou seja, o que fazemos é usar uma palavra de poder que estimule a nossa magia dando a forma daquele feitiço. Porém, podemos provocar o mesmo estímulo se nos concentrarmos no que nossa magia deve fazer, deixando o poder da varinha puxá-la de dentro de nós. Ao menos, essa foi a teoria que encontrei para criar um procedimento lógico e funcional.


 


            Muitos olharam boquiabertos para Hermione, entendendo pouco do que a garota havia explicado, pois não consideravam que fosse uma resposta satisfatória, e que fosse ajudar muito na hora de lançarem os feitiços não verbais. Continuava não havendo um procedimento prático para conseguir o êxito.


 


            - Bom, agora que tivemos a... Errr... Ajuda de Hermione - nesse exato momentos foram vários os olhares incrédulos dirigidos a Harry -, dividam-se em pares, e comecem a tentar. Temos quinze minutos, e então iremos para nossos salões comunais.


 


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Harry cansara das lições, aproveitando a hora que Rony subira para dar-lhe seus materiais para que deixasse sobre sua cama, duvidava que Hermione fosse aprovar um paragrafo sequer das lições. Sua mente estava trabalhando incansavelmente desde a hora em que no Mapa do Maroto vira Draco e seus gorilas indo até a sala precisa, permanecendo lá por uma hora exata.


Concentrado em suas teorias não percebera o salão esvaziar, nem o retrato da Mulher Gorda abrir, somente despertando ao sentir o sofá ceder ao seu lado. Hermione sentara-se com o semblante cansado, deixando-o intrigado principalmente ao ver a hora.


-Flagrei um lufa-lufa e um corvinal contrabandeando artigos proibidos dos gêmeos. –Diz entendendo o olhar surpreso e, ao ver a careta de Harry, completa. –Receberam detenção com Hagrid, vão caçar pequenos roedores para alimentar os Arpéus.


-Me lembra da primeira detenção, quando vi o espectro de Voldemort pela primeira vez. –Diz com um semblante sério.


-Está mais preocupado depois da reunião de hoje? Não que você deva pensar que algum deles irá atrás de comensais ou vingança. –A fala tinha o tom tranquilizador, ao passo que o olhar era confiante. Harry apenas retribui o apoio com um pequeno sorriso, largando-se no sofá com os pés sobre a mesa.


-Eles sem dúvida morreriam, não têm nível para enfrentar comensais. –O tom duro demonstrava que ainda não o agradava retomar a AD.


-Está sendo muito duro e protetor. –Diz em tom suave, porém tentando entender os motivos do amigo.


-Duro? Você estava no Departamento de Mistérios! Corríamos sob uma chuva de feitiços… Tem ideia de como me senti quando a vi cair parecendo morta? Por instantes meu mundo parou, eu estava imóvel, era como se tudo estivesse em câmera superlenta e quando Neville disse que você só estava desmaiada, tudo fosse para fast foward! Quando estávamos na sala do véu, simplesmente não havia nada que pudéssemos fazer, tentávamos enrolar e ganhar tempo para sabe-se lá o que. Tem ideia de como me senti ao ver meus amigos a mercê de vários comensais sem que eu pudesse fazer nada que não tentar ganhar tempo?


-Estamos em uma guerra, uma situação como esta pode acontecer e é bom que eles ao menos saibam ganhar tempo. –O tom, ainda calmo, desta vez pareceu irritá-lo.


-Eles vão morrer! Não quero que jovens com tanta vida se arrisquem… -Harry para abruptamente, colocando a cabeça entre as mãos e bagunçando o cabelo com força, tentando lançar a irritação para fora. –Estou praticamente repetindo as palavras de Dumbledore… Desde a reunião que eu estou agindo da mesma forma que ele… -Admite incrédulo.


-O que mostra que você está crescendo e assumindo seu papel de líder. Entretanto, tem o exemplo de Dumbledore para não cometer os mesmos erros. Afinal, de fato Dumbledore não o preparou para o que podia acontecer. –Hermione o incentiva, uma das mãos esfregava suas costas como se quisesse acamá-lo.


-Como posso prepará-los, se eu mesmo não saberia me defender? –Pergunta, desapontado consigo mesmo.


-Tem melhorado muito e rápido, certamente vai conseguir fazer frente aos comensais em breve. Estamos trabalhando duro para isso e Dumbledore ainda o está ensinando este ano. –Apesar de ainda manter o tom tranquilo, o olhar de Hermione transmitia confiança, como se não houvesse dúvidas no potencial deles.


-Espero não decepcioná-la.


-Não vai. Agora vamos dormir, que você já está começando a pensar demais. –Brinca com o amigo puxando-o, sendo surpreendida por um abraço.


-Obrigado. –Agradece e depois se afasta. –Boa noite.


-Boa noite. –Retribui se afastando, enquanto ele fazia o mesmo, apenas voltando-se no final da escada para confirmar que ele já havia subido.


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N/A:


Hécate: Concordo que foi a partir do 6 que houve essa queda enorme de qualidade, a JK errou feio em várias coisas, como a extinção da AD, coisa que fizemos questão de consertar. Obrigada pelo elogio, que bom que gosta de minhas estórias, espero voltar a atualizá-las com mais frequência novamente. Quem sabe com esse capítulo totalmente novo você não se anima a comentar?!


smamed: Eu ando tão ocupada, que mesmo os capítulos já estando escritos, é complicado de arranjar tempo pra revisar e att. Acho que JK nunca deve ter participado de time nenhum na vida pra fazer uma cena daquelas no livro 6. Vamos tentar fazer uma ou outra coisa de duelos no clube, acho importante para eles poderem ir se preparando. Também achei as horcruxes e as relíquias super mal exploradas. Não sei se vamos mostrar cenas fora do ponto de vista do Harry, tenho que falar sobre isso com o resto do grupo. Aquele ataque de pelanca do Rony certamente não vai acontecer! Suas sugestões serão analisadas e veremos o que faremos, mas certamente não vai ter essa luta com plateia, pode relaxar. E aí, achou mais alguma coisa no livro 6 que deveríamos mudar?


Márcio Black : Pois é, acho que às vezes é necessário sair do domínio do Harry, costumo fazer isso nas minhas fics, mas ainda não falei sobre isso com os outros, de toda forma tentaremos dar maior dimensão da guerra. Vamos tentar explorar os personagens aos poucos, respeitando o ritmo do livro. Mas certamente a AD será algo a mais do que era no livro 5.


Dá-lhe Santos! Apesar do Muricy retranqueiro, Neymar carregou o peixe até a final, agora é todo mundo fazer o seu e carimbar o passaporte pro Mundial!


rosana franco: Olha a AD aí! Harry ficou incerto, mas o pessoal está comprometido e quer encarar o desafio de frente. Também gosto da cena, ainda mais na mexidinha que eu dei rsrsrs. Eu não desistirei das fics e nem das continuações já previstas! Vai demorar um pouco pelo excesso de trabalho, mas vou att tudo.


Angeline G. McFellou: É um elogio sincero e meio sem jeito, também gosto quando eles são pegos nessa situação, como quando o Harry diz que não a acha feia ou quando ela o “consola” depois do primeiro beijo dele. Sem dúvidas a AD vai bombar rsrsrs vejamos no que isso irá levar.

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Comentários: 5

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Enviado por Jéssica J em 05/09/2011

ótimo capítulo, adorei rever a AD! momento HHr muito fofinho

Nota: 5

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Enviado por Jair Jr em 03/09/2011

ameiii...um capitulo lindo, incrivel tudo de bom! sérioooo

finalmente começou a tomar um rumo indepedente, e isso muito me agrada.

o curto momento H/H também fez meu coração sorrir igual um bobo, indo para o proximo!

Nota: 5

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Enviado por PamyPotter em 19/06/2011

Adorei o capítulo, realmente a JK não explorou um dos pontos fortes da saga que é a AD, ainda bem que vocês estão fazendo isso, não vejo a hora da ação entrar de vez na história! Chegou a hora que eu tava esperando, a hora que vocês começariam a mudar mais a história! Espero o próximo capítulo!

Nota: 5

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Enviado por Angeline G. McFellou em 18/06/2011

rssrsrsr Cara Isso vai dar um problemão!

Harry agindo como Dumbledore e encinado um bando de adlecentes loucos, que confiam mais nele para dar aula doque na Hermione?

Não sei como pode ter funcionado na primeira vez.

Se bem que as explicações da Hermione confundem mais do que ajudam.

rsrsrs Adorei o final, foi tão bonitinho...

Amei, curiosa pela continuação, att assim que der, por favor.

Beijos...

Nota: 5

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Enviado por rosana franco em 06/06/2011

Muito bom o cap.a aula do Hagrid foi ótima(adoro os bichinhos dele)a reunião da AD tb foi legal tenho certeza que vão montar um ótimo grupo,o Harry vai explodir a qualquer hora não sei como ele consegue só mesmo a Mione pra controlar o leão enjaulado.Lillian tenho certeza que vc vai voltar com as outras fics,ja que eu não vou parar de pedir.Valeu pelo capitulo.

Nota: 5

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