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23. Aprofundando-se no amor


Fic: Brincar de viver (R/Hr - H/G - Atenção - cenas NC18)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Gente, eu AMEI escrever esse capítulo, espero que vocês gostem!!!
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Depois do lindo casamento de Gui e Fleur, os noivos não puderam partir para uma lua-de-mel muito longe. Eles foram para a França, acompanhados de Olho-Tonto Moody (isso, sim, foi hilário: que pessoa mais romântica poderia acompanhar o casal?). Ficariam na casa dos pais de Fleur na Côte D’Azur por uma semana.

Terminados os festejos, os convidados se retiraram. Apenas Tonks ficara de guarda, já que o risco na casa dos Potter era muito pequeno, e ela ficaria ali por uma semana, pois todos tinham muito o que fazer fora dali, trabalhavam, inclusive para a Ordem, o que definitivamente significava menos vigília aos casais. Tonks era realmente sossegada, todos adoravam a companhia dela.

Aquela semana foi realmente incansável, árdua.

O casamento fora na sexta, já era terça. Era cedo, e todos estavam sem sono, trabalhando sem cessar. Muitas coisas tinham acontecido naquelas últimas semanas, e ainda tinham tantas outras coisas mais a acontecer...

Preferiram voltar às pesquisas na casa. Os casais se separaram novamente, e cada um foi para seu aposento naqueles dias. Apesar da felicidade, dos namoros, inclusive o inusitado namoro de Luna e Neville, acompanhando o ritmo dos amigos, todos sabiam o porque de apressar tudo. Agora era mais importante do que eles mesmos, a felicidade futura dependia daquele trabalho presente.

Harry, particularmente feliz e bem-humorado, sentia-se muito bem naquela manhã de terça. Encontrara alguns objetos de valor sentimental, de quando era apenas um bebê: uma chupeta, fotografias, roupinhas, mas o mais importante achado foi uma correntinha de ouro, uma medalhinha que tinha um santo católico de um lado (São Judas Tadeu), e um mago de outro (Merlin, obviamente). Que artefato interessante...

Ginny não conhecia um santo, ficou curiosa. Harry explicou que servia para a mesma coisa que Merlin: proteção. Sua mãe jamais deixara de lado os costumes trouxas, o que, dali há alguns dias, provaria ser de enorme utilidade para Harry. (Mas esse detalhe só será comentado na hora apropriada...)

O trabalho de Harry e Ginny estava praticamente esgotado. Harry não sabia de onde vinha tanta certeza sobre as coisas importantes, mas na verdade quem de nós sabe senão nós mesmos? Não havia necessidade de explicações plausíveis, mas apenas de confiança. Harry a possuía assustadoramente naquele seu território. E todos confiavam nele, como sempre. Ponto final.

Harry sabia que agora precisava começar a analisar os discos lá embaixo. Mas ainda queria ficar um pouco mais à sós com Ginny... e ela sabia disso perfeitamente.

- Aqui estamos praticamente no fim, Ginny. É só colocar tudo de volta no lugar.

Os olhos dela brilharam de uma forma muito singular... e Harry conhecia aquele olhar enigmático, cheio de intenções, desejo...

- Ginny, no que você está pensando? A casa tá cheia de gente...

Ela não falava. Depois daquele momento na casa dos Weasley há poucos dias, e tendo estado extremamente ocupados ultimamente, a saudade bateu forte. Ela foi chegando mais perto dele, os olhos vidrados nos lindos olhos verdes de Harry, o coração acelerado...

- Harry, precisamos de alguns minutinhos pra nós também. Mal tivemos tempo de nos falar nesses dias, estou sentindo tanta falta dos seus beijos...

Ela estava muito próxima dele agora. As mãos dela já estavam no cós das jeans de Harry, ela o puxava para junto de si com carinho e urgência...

Um beijo molhado, mas muito lento, sem pressa, começou ali. Apaixonado e cheio de vigor ao mesmo tempo. Com sabor de saudades.

As mãos dele, que há meses lutavam contra a vontade do dono, depois daquele dia no jardim estavam mais sabidas. Ele, afinal, perdera o medo de se expressar. O dono das mãos estava mais maduro, sabia o que queria... encostando a porta do quarto, ele cercou Ginny, segurando a porta com suas mãos, mantendo-a entre ele e a porta. Ele pressionava seus lábios contra os dela com mais força agora, beijando-lhe com carinho. Quando os lábios deles se separaram, ele olhou para ela profundamente.

- Eu amo você, Ginny. Mais do que qualquer coisa nesse mundo. E esse amor é pra sempre, eu sei disso como sei que preciso do ar que respiro pra viver.

Ela olhava para ele, encantada.

- Então você não tem mais medo de me mostrar que me ama, tem?

- Não. E nunca mais terei. Nunca mais.

As palavras foram muito claras para os dois. E o que veio depois um resultado da confiança que tinham em si mesmos.

As mãos dele procuraram o corpo da namorada, passeando entre as curvas dela de leve... a língua dele alternava-se entre os lábios, o pescoço e as orelhas de Ginny, que mordia o lábio inferior, sufocando um gemido.

- Você não sabe há quanto tempo eu sonho com você assim, Harry... decidido, carinhoso, todo meu... – a voz era um sussurro extremamente sexy no ouvido dele.

Ela passava a mão nas coxas dele ainda por cima da roupa. Ambos estavam ainda vestidos. Ele teve uma idéia genial, enfeitiçando a porta com o feitiço da Imperturbabilidade.

Não havia mais o porque de segurarem a porta. Havia uma cama de solteiro dentro do quarto. Ele a puxou pela mão, os lábios dos dois muito colados. Tateavam para não cair.

- Eu quero te ver, Harry.

Ela passou a mão de leve nos cabelos dele. Afagou o rosto do namorado com carinho, colocando o dedo indicador nos lábios dele, provocando-o. Ele retribuiu lambendo o dedo dela, uma cara de moleque arteiro...

Ginny foi desabotoando a camisa dele, botão por botão. O peito nu de Harry, definido, sensual, agora estava exposto. Ela se aproximou dele, começou a beijar o pescoço de Harry, enquanto suas mãos passeavam pelas costas dele, que respirava de maneira irregular agora. Ela percebeu o quanto ele gostava daquilo, agora beijava a orelha dele. Instintivamente respirou perto demais do ouvido dele, que ficou imediatamente arrepiado da cabeça aos pés, apertando-a junto dele...

Que agora estava realmente, visivelmente excitado. O volume que agora aparecia no ventre dele já não era mais motivo de vergonha ou frustração.

Ela ficou muito feliz de ver a reação dele. Sempre quis que ele se soltasse completamente com ela, não quis? Ele se transformou num homem tão seguro...

Ela apressou-se em libertá-lo daquelas jeans. Daqueles tênis, meias... daquela cueca justíssima...

Ele era lindo nu. O homem mais lindo que ela poderia imaginar que ele fosse não chegava aos pés do homem de verdade que estava ali, nu e lindo, na frente dela. Ela o devorava com os olhos, observando cada milímetro daquele corpo que ela tanto desejava e queria... as pernas grossas, o peito musculoso, as costas largas, os braços também musculosos e definidos... bendito Quadribol... aquele membro que latejava de tesão por ela, somente por ela...

O toque das mãos dela no pênis dele era quente e provocou uma reação quase que instantânea nele. Agora, Harry respirava irregularmente, mordia os lábios para não gritar, tamanho o tesão que sentiu no simples toque dela.

- Espera um pouco, você está toda vestida ainda...

Ele se adiantou, jogando-a na cama. Ela adorou aquela manifestação tão masculina... apressou-se em tirar os próprios tênis e meias, mas ele segurou a mão dela com vontade.

- Tá com pressa, é? Eu não... quero fazer isso muito direitinho. Fica bem quietinha, você não vai se arrepender... – falou baixinho no ouvido dela.

Ele segurava as mãos dela, enquanto a beijava, fazendo pressão sobre ela em cima da cama. Ela gemeu quando ele encostou o membro enrijecido sob o sexo dela, ainda vestida. Ela quase teve um orgasmo ali mesmo.

- Desculpa, assim eu não consigo me segurar...

Ele a beijou com ainda mais vontade depois disso. Foi a vez dele desabotoar a blusinha dela, mas ele foi ainda mais ousado, desabotoando-a com a boca... e ela gemia a cada botão!

Desabotoou a jeans dela, descendo-a com cuidado, beijando cada parte da pele muito alva de Ginny que se revelava a cada milímetro. Uma linda mulher, de curvas perfeitas, pele acetinada... A mulher mais linda e perfeita do mundo.

Ele segurou-a pelas costas com uma mão. Com a outra, desabotoou o sutiã dela. Dois seios muito brancos e lindos, os mamilos rosados, saltaram em direção ao rosto dele. Que agora descia a língua pelo pescoço dela... Chegando naqueles lindos seios, tocou-os com cuidado. Passou o dedo indicador num mamilo, ela mordeu o lábio, os olhos fechados, a respiração acelerada como o coração dos dois. Soltou as mãos dela, que agora procuravam o corpo dele, passeando por suas coxas, seu peito. Ela mordiscava o peito dele, fazendo-o ficar ainda mais excitado.

Muito sabida, ela agora passeava a mão na parte de dentro das coxas dele, chegando quase sempre muito próxima do membro dele, mas não tocando-o. Deixando-o, assim, literalmente maluco!

- Pára de me provocar, vou perder a cabeça, Ginny...

Ele lambia e mordiscava os seios dela, os mamilos. Já descia a língua naquela barriguinha linda, descendo cada vez mais chegou aos pêlos púbicos dela, incrivelmente avermelhados. Soltou-se dela, prendendo-a novamente. Ela não achou ruim, estava amando tudo aquilo...

Ele agora lambia a parte interna das coxas dela, deixando o melhor para o fim... lambeu instintivamente um dedo, encontrou o clitóris dela. Agora, ele a masturbava, usando dedos e língua. Ela gemia baixinho...

Ele penetrou um dedo nela. Ela gemeu com vontade, sem pudor. Olhou para ele e disse:

- Você sabe como fazer isso tão bem... como nunca fizemos isso antes?

Antes dele responder, penetrou-a agora com dois dedos. Ela estava realmente muito excitada, molhada... E ele, não aguentando mais de tesão, subiu sobre ela, os dedos dentro da vagina dela... ele pegou a mão dela e colocou em volta do próprio membro, ela entendeu muito bem o que devia fazer agora...

Uma verdadeira luta era o que estava acontecendo! Os dois lutavam muito para chegar ao clímax, movendo-se rapidamente, ele com os dedos dentro dela, ela masturbando-o com a mão, os dois se moviam cada vez mais, e mais depressa, e mais depressa...

Ele implorava no ouvido dela:

- Assim, com vontade, toda minha, só minha, mais depressa... ahn... eu não vou aguentar mais me segurar!

Ela, por sua vez, também gemia muito no ouvido dele:

- Eu nunca me senti assim em toda minha vida, quero gritar de prazer Harry, como você me deixa louca de tesão, não pára, por favor...

Mais uma vez, mas dessa vez muito mais forte, o orgasmo veio, seguido de muitos beijos, suor... ele gozava com vontade sobre a barriga e os seios dela, ela o apertava junto dela, tremendo, arrepiada de prazer...

Os dois estavam tão felizes que se esqueceram que não estavam sozinhos na casa...

Ouviram passos no corredor.

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