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1. Sobre Pútridos e Fétidos


Fic: Contos Desconhecidos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eu me aproximava calmamente da cela, nunca tive pressa, fazer tudo com a maior calma possível é o melhor jeito de se aproveitar as coisas. E aquele dia era para ser apreciado do começo ao fim, era o dia de atender uma das minhas presas prediletas. Ao chegar próximo do meu destino pude escutá-la falando:


- Sabe Alice, eu gostaria que você ainda estivesse aqui comigo, você saberia lidar com toda essa situação, você encontraria uma maneira de me impedir de fazer o que fiz, você encontraria uma maneira de me tirar daqui. Você sempre soube lidar com as pessoas, não é atoa que era uma excelente lufa, mas eu infelizmente nunca consegui absorver nem um mínimo do que você era, você se foi rápido demais. - Ela se calou assim que eu cheguei próximo o suficiente do seu campo de visão. A mulher falava baixinho, em um sussurro que teoricamente somente ela ouviria, mas nós temos a audição apurada, já que não temos o sentido da visão muito bem desenvolvido.


Ela se encontrava sentada no canto de sua cela, acuada como uma criança assustada, apesar de ser uma mulher com uma idade um pouco avançada. Abri o portão de ferro, igual em todas as celas daquela prisão, quando cheguei mais perto pude perceber que ela estava segurando uma fotografia, não somente segurando, mas como se toda a sua sanidade, como se toda sua esperança estivesse naquele pequeno pedaço de papel animado.


Puxei-a pela mão, o que fez com que ela guardasse rapidamente a foto dentro de suas vestimentas, tentando manter seu pequeno santuário longe das minhas mãos pútridas, tentando mantê-lo intacto a todo aquele ambiente fétido, talvez fosse em vão, mas eu não podia julgá-la nesse nível.


O ato de tirar um preso de sua cela é um dos mais entediantes que podemos enfrentar. Normalmente eles se rebelam, berram atrocidades, cospem palavras desonrosas como se isso de alguma maneira fosse nos atingir. Além de ter toda uma luta física contra nós, apesar deles saberem que somos mais fortes e temos uma vantagem de tamanho grande, eles nos ignoram e só fazem com que o trabalho fique pior, pois é apenas perda de tempo para mim e gasto de energia deles. Porém, aquela presa já havia desistido, ela não lutava mais, apenas me seguia sem falar nada, nem vomitar palavras sem sentido, sem tentar me atingir, ela apenas seguia minhas instruções mudas.


Eu andei na frente, ela apenas me seguia, deveria guiá-la até uma sala que foi me informada naquele dia.  Hoje era o seu dia de punição, algo que ela não poderia escapar, já que sua sentença já havia sido dada, ela podia apenas seguir as ordens.


Nosso caminho era curto e feito em silêncio. Os corredores eram feitos de pedra, fazendo com que o ambiente ficasse mais frio do que realmente estava, também dava um ar mais mórbido ao local. Para ser sincero eu particularmente gostava daquela decoração, me lembrava a época medieval dos humanos não-bruxos, uma era que eu sempre fui extremamente apaixonado. Sejamos sinceros, aquela época era extremamente mais divertida, os combates eram mais divertidos de se assistir, as mortes, os sofrimentos, os meios de se obter a felicidade matando o seu oponente em um duelo era o ápice para mim.


Enfim, não posso me prender a lembranças da minha vida, pois eu sou um Dementador, e nós somos milenares. Caso eu parasse para lhe contar das minhas lembranças, mesmo que sejam somente as que eu goste você provavelmente morreria antes que eu terminasse, logo não posso me deter nesses míseros detalhes.


Assim que terminei de subir uma das escadarias deparei-me com uma porta feita de madeira de carvalho, com alguns detalhes próximo à maçaneta, que chamaram a minha atenção, afinal nós estávamos em uma prisão, detalhes como aquele eram simplesmente raríssimos de se encontrar.  Aproximei minha mão e a porta abriu-se instantaneamente, demonstrando uma sala praticamente vazia, contendo apenas uma cadeira grande de madeira, essa cadeira me recordava as que os humanos não-bruxos utilizavam para eletrocutar seus semelhantes. Finalmente eu tinha chegado ao meu destino.


Ao adentrar a sala senti uma leve tensão vindo da minha prisioneira, o que era puramente normal já que a visão daquela cadeira somente a remetia lembranças extremamente desagradáveis. Ignorando o acontecimento, levei-a até a cadeira, forçando-a a sentar-se e amarrei seus pulsos com as tiras de couro de dragão que estavam presas à cadeira.


Assim que a prendi na cadeira pude reparar em sua aparência. Agora havia percebido a decadência que esta mulher teve nessa prisão. Seus cabelos eram tão negros quanto meu próprio manto, porém haviam perdido o brilho que possuíam assim que ela chegara aos meus cuidados, também estavam bagunçados e extremamente emaranhados, o que demonstrava a sua falta cuidado para com a sua aparência. Ela era magra, com um belo corpo esguio, mas agora ela beirava desnutrição humana, exibindo apenas pele e osso, sem uma camada de gordura intermediária. Sua pele perdera a brancura digna de uma peça de porcelana, agora exibia apenas um branco sujo, demonstrando a falta da limpeza diária do seu corpo, além de algumas cicatrizes que ela ganhara.


Eu a vi respirar fundo, segurando o ar por um curto tempo e soltando-o fracamente logo a seguir, ela sabia que ia começar, deduzi que estava preparando-se para o que vinha logo a seguir. De certa forma era por isso que eu a admirava, nunca fugia, peitava-me como se eu fosse um reles mortal, como se eu fosse igual a ela. Apesar de toda dor, apesar de todo o sofrimento que a sua punição lhe causava, isso não parecia abatê-la de forma esmagadora como fazia com todos os presos, isso era fascinante aos meus olhos.


Aproximei minha boca de seu rosto. Para os leigos, aquele seria o temido “Beijo do Dementador”, mas nem sempre nós fazemos isso, a melhor maneira de extrair as lembranças de felicidade de alguém é se aproximando de seu rosto, somente assim eu sugaria tudo de maneira mais eficiente, deixando um rastro de lembranças tristes e desagradáveis.


Não quero que me entendas de maneira erronia, mas eu fui criado assim. Nós Dementadores precisamos sobreviver, o melhor meio de lhe explicar é comparando a necessidade que o corpo humano tem pelos alimentos, nós somos a mesma coisa, precisamos nos alimentar para que fiquemos em plena forma. Ao contrário de vocês, humanos, nós não somos capazes de nos alimentar de algo físico, também não somos vegetais, capazes de produzir nosso próprio alimento, logo dependemos dos humanos para nos mantermos capacitados.


Pouco a pouco fui conduzindo-a a reviver alguns momentos que lhe trouxeram alguma felicidade, pois era justamente esse o meu objetivo. Minha conexão com ela começou a fortificar-se, pois para ter acesso a essas lembranças eu preciso ter algum tipo de conexão com a minha presa, pelo menos o mínimo para que eu possa sentir a emoção. Tão pouco minha mente era inundada pelos seus sentimentos, pelas suas lembranças e emoções.


Ela se encontrava num belo jardim, tenho que concordar que a beleza dos jardins de Horgwarts era de um nível pouco passível de comparação, sentada em baixo de uma árvore com grandes ramos e folhas, produzindo uma bela sombra, ótima para se descansar em um dia como aquele.  Eu podia sentir a sua ansiedade, ela era uma mulher que pouco deixava transparecer seus sentimentos, gostava de mantê-los sobre controle absoluto, mas quando se tratava de uma outra pessoa, a história tomava um rumo diferente.


O vento trazia uma brisa leve, refrescante, ela apreciava a vista do jardim, tentando manter a mente ocupada com qualquer outra coisa que não fosse pensar naquela espera angustiante. Mas não demorou muito para que um vulto aparecesse no horizonte. Uma mulher de estatura baixa, com um vestido digno daquele dia de verão, vinha em sua direção e conforme ela foi se aproximando fui capaz de perceber os detalhes. Ela tinha um corpo muito bonito para as mulheres daquela idade, porém tinha um rosto considerado comum, cabelos castanhos extremamente ondulados com um par de olhos cor de mel. Aquela mulher não era bela aos meus olhos, mas era o suficiente para fazer o coração de minha vítima bater mais rápido e encher-se de alegria.


Não perdi muito tempo e fui para outra lembrança, depois para outra, pulando de uma em uma, mas todas tinham um ponto em comum: a mulher de cabelos cacheados. Era sempre ela que fazia seu coração palpitar, mesmo estando do lado de seu namorado, ela não reagia da mesma maneira como reagia na presença da outra mulher. A ligação entre elas superava qualquer uma que eu havia visto em outro ser humano, era realmente algo muito belo de se ver, algo extremamente interessante.


Você deve estar pensando: Como que um Dementador é capaz de ver a beleza em qualquer coisa que seja? A verdade é que nós temos uma bela fama de sermos criaturas demoníacas, seres do mais profundo abismo, feitos das mais fétidas e malignas matérias. Porém nem todos são assim, cada um possui a sua peculiaridade, o nosso modo de alimentação não significa que somos incapazes de identificar beleza, muito menos que somos incapazes de achar algo belo. Não nos tenha como meros carrascos somente por não sermos capaz de termos sentimentos.  Enfim, olha eu me perdendo em pensamentos novamente, perdoem a minha falta atenção, voltarei a minha narrativa.


Aquela mulher já se encontrava comigo já havia um certo tempo, portanto eu já tinha conhecimentos de certas coisas, como por exemplo, ela conhecera a mulher de cabelos castanhos no seu primeiro ano. Também sabia que elas não andavam juntas pelo grande orgulho da minha vítima, sua casa menosprezava os integrantes das outras e como ambas pertenciam a casas diferentes, a castanha era uma Lufa-Lufa, enquanto a outra era Sonserina, elas basicamente nunca eram vistas em público andando juntas.


 Revirando um pouco mais pude encontrar algo que me chamou a atenção. Nesta lembrança a minha vítima encontrava-se de frente para uma porta, mas eu estava tendo dificuldade para prosseguir, isso significava que ela estava praticando oclumência comigo. Já fazia um tempo que ela desistira de tentar me bloquear, mas algo fez com que ela voltasse a cometer esse erro estúpido e isso só me fez ficar mais curioso. Mas para a infelicidade dela ela não tinha capacidade perante os meus poderes, logo ela cedeu facilmente e a imagem por detrás da porta foi revelada para mim.


Eu fiquei desnorteado, confesso. Eu já havia presenciado muitas lembranças contendo sexo, nascimento de filhos, casamentos ou até a primeira vez que tirastes a vida de alguém, enfim lembranças que normalmente trazem muitas emoções à tona, mas aquela era sem dúvida a mais forte que eu havia visto em toda a minha existência. Fiquei parado, observando toda aquela cena que transbordava sentimento, que transbordava emoções, eu mal fui capaz de me mexer perante aquilo.


Quando nós encontramos uma fonte pura de alimento como aquela, nós simplesmente ficamos hipnotizados, mesmo que seja por pouco tempo, e aquela era a mais linda e perfeita que havia encontrado. Para que você possa me entender é necessário em torno de cinco sessões com humanos diferentes para que eu possa me sentir realizado, mas aquela cena era o suficiente, ela saciara a minha fome de tal forma que eu me senti extasiado. Não vou declarar aqui a cena que presenciei naquele momento, pois tenho um grande respeito por esta mulher, afinal ela foi a única que conseguiu se manter sã apesar de tantas seções comigo.


Não sei se já comentei, mas eu também tenho um apreço significativo para as lembranças tristes. Os Dementadores já deixam o ar ao seu redor mais infeliz, seu modo de alimentar-se tira qualquer felicidade restante ou qualquer esperança, por isso o ministério fez um contrato conosco. Nós teríamos refeições garantidas e eles um meio de controlar os presos, praticamente perfeito. E a minha pessoa em particular adora ver os humanos reviverem momentos tristes, logo o responsável por esta prisão me incumbiu de “cuidar” de alguns presos especiais.


Assim que eu me recuperei da leve distração eu rumei para uma lembrança, só que desta vez uma mais triste. Eu havia sugado sua felicidade, mas agora ela passaria, ela reviveria um dos piores momentos de sua vida. Vou ser sincero, eu já revivi essa cena algumas vezes pela tamanha satisfação que ela me traz. Podem chamar-me de sádico, quaisquer nomes que desejam me rotular, mas eu não tenho capacidade de sentir emoções desse gênero, logo vê-las em outro, fazê-las passar por mim faz com que eu seja capaz de senti-la por aquele curto tempo, mas o suficiente para satisfazer minha curiosidade perante esse desconhecido que se chama emoções.


A minha presa encaminhava-se para uma casa que se encontrava no breu. Esse fato lhe chamou a atenção, pois a dona da casa sempre deixava a iluminação acesa nos dias em que marcavam algo. Naquela noite o marido não dormiria em casa, tinha uma viajem a negócios e só voltaria no dia seguinte, e sua mulher a avisara disso, pedindo para que ela fosse até sua casa. Obviamente aceitara, já havia semanas que não se encontravam, a saudade que apertava o peito da mulher era tão forte que até eu podia sentir.


A mulher se aproximou da casa com certa cautela, estava preocupada imaginando o que poderia ter acontecido. Abriu a porta da casa lentamente, adentrando de modo sutil, digno de um felino, mas ela não precisou ir muito longe para ser capaz de ouvir uma voz masculina. Ela foi capaz de identificar a raiva no tom de voz, estava claro como luz do dia, e logo entrou em posição defensiva, sacando a varinha e indo em direção de onde vinha a voz. E não demorou muito para se encontrar na área de serviço, que era o local onde normalmente se encontravam.


E novamente eu fiquei desnorteado. Era incrível como exalava dela um turbilhão de sentimentos de maneira tão intensa que era capaz de me manter paralisado de tanta satisfação. A mulher estava em choque observando a cena que encontrara: O marido estava esbravejando coisas que ela não pôde ouvir, apenas conseguiu distinguir a palavra “trair” de todas as que ele berrava descontroladamente, seu rosto estava vermelho e balançava a varinha descontrolado. No meio de tantas palavras obscenas ela pode detectar um “Crucius”, mas não pôde ver o que acertara.


Ao se aproximar um pouco mais ela foi capaz de ver o corpo de uma mulher de cabelos castanhos cor de mel tremer descontroladamente no chão, depois seus músculos se contraíram, fazendo a mulher se contorcer por inteira. Ela não emitia som algum, apenas seu rosto demonstrava a dor que possivelmente estava sentindo naquela hora.  Logo em seguida o corpo parou, ficando inerte.


A mulher se encheu de tamanho ódio que eu fiquei maravilhado com a capacidade que humanos tem de se preencher com tanto de somente um sentimento.  Ela voou para cima do homem, esbravejando tantos “crucius” quanto ela poderia fazer, ela basicamente não pensava, apenas agia por puro instinto, não é atoa que essa parte da lembrança estava um pouco conturbada, com alguns pedaços faltando, o que só fazia minha satisfação aumentar. Era maravilhoso como os humanos conseguiam incorporar tão bem os sentimentos.


Mas isso não durou muito tempo, logo esse estado de fúria deu lugar ao de desespero e ela se deixou cair ao lado do corpo da mulher. Ela tentava inutilmente acordá-la, oras sacudindo-a pelos ombros ora dando leves tapas em seu rosto. A angústia, a tristeza, o desespero e a falta de esperança faziam uma combinação que, se eu fosse capaz de ter sentimentos, eu mesmo ficaria triste com aquela cena. Vê-la chorar como uma criança desesperada não batia com a imagem de mulher forte e independente que ela possuía, isso apenas fazia com que eu a admirasse ainda mais. Ela sentia tantas emoções e não somente em quantidade, mas em intensidade absurdamente mais alta do que eu já vira em outros.


Depois disso tudo voltou a ficar turvo, não dava ao certo para distinguir o que era fato ou o que era delírio. A última coisa que era possível de se extrair era a voz de um homem dizendo “Finalmente fomos capazes de prendê-la” e novamente tudo voltou a ficar turvo.


Eu saí da sua mente, tudo havia acontecido com uma intensidade absurdamente forte que eu não sentia a necessidade de alimentar-me mais. Apesar de tudo, ela possuía um olhar meio perdido, não o mesmo das pessoas que sofrem um beijo-do-dementador, mas apenas distante, como se ela estivesse apenas em estado de espera, e era justamente isso que aumentava a minha admiração aquele ser.


Coloquei-a de volta em sua cela. Ela entrou e voltou a se recuar no seu respectivo canto, pegando a fotografia de volta e encarando-a sem dizer nenhuma palavra, apenas observando aquela fotografia. No final de tudo ela ainda estava de pé, com algumas lágrimas escorrendo pelo rosto, mas ela ainda estava de pé, realmente eu tinha que reconhecer que ela possuía forças que a grande maioria não possuía. Eu tinha que concordar, aquela mulher foi uma das maiores comensais que já passaram por mim e ainda mais, foi o ser humano que mais me instigou. Não é a toa que seu nome era Bellatrix Black Lestrange.


 


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NA: Bom gente, obrigada por lerem. Primeiramente quero pedir que vocês comentem dizendo se gostaram ou não, pois achei interessante esse modo de escrever e pretendo continuar, com outros seres mágicos, portanto gostaria da opnião de vocês. Mais uma vez agradeço por terem lido até aqui!


Beijos, Bea! E COMENTEEEEEM please ;*

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Comentários: 2

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Enviado por MiSyroff em 07/07/2012

Porra Bia, preciso dizer mais alguma coisa? 
CARALHO, CARALHO, CARALHO!!!!!!
Não tenho palavras pra descrever! Admito que adivinhei o shipper no inicio, mas não pensei que poderia mesmo ser, não gostei. Mas fui lendo e me perdendo, me apaixonando.
E cara, como você pode escrever uma fic assim, colocando outro motivo para a loucura dos Longbotton!!!
o.O 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por juhmusso em 05/05/2011

Gostei da sua fic, muito criativa. Parabéns.

Nota: 4

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