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35. Professores


Fic: Novos Tempos --- BREVE CAP 37


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Alexandra Zabini – Ah, Nick e Allan eu adoro eles, eles são meigos quando o Allan não olha outra, não sorri para outra, não recebe metade da ala feminina de Hogwarts ao entrar no salão, fora essas horas sim eles são meigos ^^, mas o allan ama a ruivinha não ia fazer nada de mal a ela.E o beijo da Alicia e do Harry vai levar um tempo, se ocorrer por que bem existe uma ruiva no caminho, e essa ruiva não desiste fácil, além que meu próprios leitores estão divididos entre essa dupla, quem virá a vencer no fim? Alicia ou Gina? Esperemos para saber.
Beijos

*Lari Forrester Black* - Tudo ótimo ^^. Que bom que você adorou o Capitulo, é demorou uns 34 capitulos mas eles estão juntos eles são fofos sim^^.
Alunos novos, quer dizer que vem mais aventuras por ai, deixar vocês cuiriosos, hum é quase um prazer divinal. Hehe
Beijos

Lily Weasley Potter – Já disse se não quiser eu não posto Line =P, só avisar que eu paro =P. Maluquice que isso sou tão normal quanto qualquer pessoa de um sanatório, estou gozando plena saúde físico-mental-carmica, então nada de me internar....ainda. Sim, Twilight eu amei aquele livro, quero uma Alice para mim ^^, e só para mim ^^. Bem tudo vem da cachola veia que é a minha e os Perpetuos eles são seres magníficos que vocês podem conhecer melhor nos contos de Sandman do autor Neil Gaiman, claro que essa é a visão dele de como são os Perpétuos seres místicos de estórias antigas, e na fic é a minha visão de como são eles ^^. Line, Line minha cabeça é um mistério só, cheia de idéias mirabolantes e pensamentos neo-confusos, misturados a muita leitura de livros, musica e coisas que eu invento, =P Viu nem é tento mistério assim.
Bem a troca de corpos eu não tirei do filme “Se eu fosse você” eu tive essa idéia loucamente, só me toquei depois que você veio a comentar, talvez meu inconciente tenha puxado a idéia sem eu ter percebido, sei lá né coisas de Psicólogos. Bem quanto a H/G ou H/A tudo depende do meu humor, ou da vida que meu personagem Harry escolher, sabe ele tem vida própria e até consiência, apesar que eu tenho uma preferência do que seja mas isso vai caber a ele escolher ^^.
Quanto a Eva e ao Alex eles são dois personas que eu quis inserir, por que eles criaram vida em meu cérebro, e eu me apeguei a eles ai pus na historia, mais que disse que vou aprontar Oo, eu não apronto nada, =P mas Eva e Alex tem seu propósito qual será bem isso num futuro não tão próximo você saberá hehehe.
E sim eu estava com saudades de seus coments Kilometricos Power Baby.
Beijos

erickson – POSTEI!!!!!! POSTEI!!!!!! POSTEI!!!!!! POSTEI!!!!!!

Marina Martins – POSTEI!!!! E li a sua fic até onde ela parou eu gostei da sua idéia, muito boa, a Fic também está espero que você poste logo lá para eu ler mais ^^.
Beijos

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-Sou seu novo professor de Defesa Contra a Arte das Trevas. – Ele sorriu para a turma. – A professora Ninfadora teve de se ausentar devido a um problema.

Ele caminhou até o quadro e escreveu seu nome.

-Prazer me, chamo Prof.Sirius Alphonse Black. – Se apresentou galante, algumas meninas suspiraram. – Bem, eu vou continuar com oque a Professora Ninfadora parou no ano passado.

Ele caminhou entre as cadeiras as cabeças se viravam ao que ele passava, parou ao fundo da sala olhando o quadro, seus olhos vasculharam a sala e tiveram um vislumbre, seu sorriso se alargou, apontou para o quadro e perguntou.

-Oque vocês vêem ali? – Perguntou rindo, varias cabeças confusas seguiram o quadro.

Algumas exclamações foram soltas, olhos arregalavam e alguns sussurros começavam, no quadro haviam três animais correndo e brincando, enquanto a palavra animagia brilhava, ouviu-se um ‘Exibido’ que fez apenas Sirius rir mais ainda.

-Desculpe, senhor Black. – Falou andando e colocando as mãos sobre o ombro do filho.- Prometo me controlar e não fazer mais coisas assim.

A turma riu junto ao menino, e uma mão se levantou ligeira, Sirius logo a deu atenção.

-Mas Animagia não é matéria de transfiguração? – Perguntou Mione curiosa.

Ele apenas deu um sorriso enigmatico, e caminhou até sua mesa e abriu a pasta de onde puxou um grosso livro e o atirou na mesa fazendo levantar muita poeira, ele olhou a turma e começou.

-Esse livro foi oquê eu usei na minha ilustre tentativa. – Começou sorrindo. – Bem sucedida devo acrescentar. – Ouviu-se um “tinha que ser pai do Allan” e risadas da turma. – Como eu dizia, foi que eu usei, pena que não fabricam mais deles. – A turma pareceu triste. – Porém para sua sorte eu conheço um colecionador que adora livros e tinha uns quine desse estocados em sua biblioteca. – Ele mexeu a varinha e quinze exemplares apareceram na mesa dele ao lado da versão esfarrapada dele. – Essas duplas que vocês estão agora, serão mantidas até o fim do ano. – Alguns gritos de alegria e resmungos foram pronunciados. – Para começar, uma pessoa da dupla pegue um exemplar.

As cadeiras se movimentaram e passos seguiram até a mesa do professor, barulhos de capas pesada sendo raspadas uma a outra seguidos de mais passos, e por fim o silêncio, Sirius caminhou até o quadro e disse:

-Hoje eu não irei ensinar nada de útil. – Falou sério. – Porém quero que vocês leiam para a próxima aula o capitulo um inteiro. – Ele olhou o aborrecimento de muitos. – E não adianta só um ler. – Ele passou o olho pelo seus filhos e sobrinhos. – Ambos da dupla deveram estar com as respostas na ponta da língua, por isso aproveitem essa aula para ler, em vez de criar confusão por ai. – Ele sorriu e se sentou na cadeira. – Qualquer duvida , aqui estou para sana-las.

A aula passou rápida e sem problemas não que eles tivessem muito o que fazer, mais tinham muito oquê ler poucos alunos gostaram de ter que ler algo em uma aula que para eles tinha que ter ação a sala logo esvaziou e ficaram apenas um grupo de pessoas, que logo Sirius enxotou da sala dizendo que eles tinham aulas ainda, mas tinha algo estranho no sorriso quando ele se referiu a aula.

-Eu hein, meu pai ta maluco. – Resmungava Allan. – Onde já e viu um pai enxotar assim o filho, pior se é para manda-lo a uma aula de Historia da Magia.

-Eu gosto de Historia. – Falou a voz tranqüila de Alexander.

-Pronto, mais um maluco. – Respondeu Harry rindo.

-Você não sabe que inferno é a aula do Binns. – Intervia na conversa Alicia.

-Ele fala tão devagar e monótono que você dorme enfeitiçado. – Rony fazia caretas enquanto falava.

-Gente, dá para ficar acordado. – Mione falava com cara de responsável.

-Deixa de ser CDF, e admite que a aula é um porre. – Exclamava Alicia.

-Mione, tenho que concordar com ela. – Completou Angela. – O Binns é um porre fantasma.

-Nossa, professor fantasma! – Exclamou Evangeline excitada. – Quero ver isso!

-Problematica. – Resmungou Allan. – Pior que o Harry.

-Olha quem fala o Sr.Ex-Mulher. – Retrucou Harry por entre os dentes.

O grupo gargalhou com exceção Allan, que xingava todos antepassados de Harry enquanto entrava na sala de Historia da Magia, mas ele parou ao ver que a sala estava diferente do habitual ar de morto com mesas, estava sem cadeiras ou mesas, as paredes agora eram como se fossem espelhos opacos assim como o chão e o teto, não havia janelas, apenas a porta que estava aberta e um grupo de alunos que se amontoava no centro da sala.

-Que bom que os senhores deram o ar de sua presença em minha ilustre aula. – A voz que falou com eles não era a voz monótona de sempre, era uma voz mais acalorada e bem mais familiar e aconchegante.

O Grupo arregalou os olhos ao ver aquele professor, apenas dois do grupo permaneceram sem esboçar reação.

-Tio Tiago! – Gritou Allan.

-Que você faz aqui! – Agora era Harry.

-Estou dando aula. - Respondeu rindo. – Poderiam deixar suas coisas ali no canto e se juntar a nós.

O grupo deixou suas coisas no canto junto ao do resto da turma, e caminhou ainda descrente para o centro onde o professor começava a falar.

-Bem, como eu dizia antes de sermos interrompidos. – Ele falou sorrindo. – Eu sou Tiago James Potter, novo professor de Historia da Magia, o Professor Binns foi como posso dizer. – Ele parou e pensou. – Tirar umas férias, ainda bem por que se ele dava aula para vocês como dava na minha época vocês iam morrer de tédio. – A turma riu junto a ele. – Eu irei ensinar essa matéria de um modo um pouco diferente, vocês podem me dizer oque é isso. – Falou apontando para os espelhos.

-Isso é Ancalimë Irimë Saurë. – Respondeu a voz tranqüila de Alexander. – Mais conhecido como O Espelho Fosco, ele tem a capacidade de projetar imagens a desejo de seu usuário, mas eles são raros e pouco se sabe ao certo sobre sua composição, exceto que é produzido através de uma combinação alquímica desenvolvida por Martin Lowrett, em meados de 1780.

Um silêncio pairou no ar por segundos.

-CDF. – Resmungaram Rony, Allan e Harry juntos.

-Muito bem, senhor Dumbledore. – Respondeu Tiago ainda sem graça.

-Me chame de Albireo, por favor professor. – Pediu o rapaz

-Ok, Sr.Albireo. – Ele se recompôs. – 50 pontos para a Grifinoria. – Completou sorrindo. – Então, sim faremos a aula através de imagens projetadas por esses espelhos, alguma duvida?

A turma estava em silencio.

-Nenhuma duvida então. – Mas os olhos dele se desviaram. – Oque foi senhorita McDowell, parece desanimada.

-Ah professor, nada contra o senhor não, mas eles falaram que eu ia ter aula com um fantasma. – Ela falou sorrindo.

Tiago começou a rir com muitos alunos, alguns ficaram olhando aquela menina como se ela fosse louca, após alguns minutos Tiago se recompôs do seu ataque de risos e acalmou a turma, para então mexer a varinha, e fazer toda a sala desaparecer diante dos olhos de todos e leva-los para um lugar que lembrava muito um castelo, eles estavam em uma sala grande com uma mesa ao centro e varios homens e mulheres sentados, parecia ser a reunião de algo importante.

-Senhores, lhes apresento a reunião que iniciou a guerra de Divisão de poderes no mundo bruxo em 1780. – Falou mostrando a mesa. – Ali temos William Sawyer, Diana D’agenlo, o marido dela Paul D’angelo e o mais importante do lado ocidental Maxwell Larson que era o líder. – Ele explicou olhando a todos. – E do lado oriental temos Liu Kim, Okubo Hiro, Anne Anasthasia e líder do oriente o mais forte bruxo desses presente Aritomo Yamata. – Falou apontando para um bruxo na cabeceira da mesa que era muito alto, e parecia muito mal-encarado. – Toda essa guerra começou por culpa de um homem que não se encontra nessa mesa na aula de hoje, Henry Finn foi um bruxo inteligente, muito talentoso. – Tiago fez uma cara de triste e recomeço. – Infelizmente como muitos bruxos com tais talentos ele se tornou presuçoso e egoísta, ele cobiçou algo que não deveria e por sua cobiça ele cometeu crimes horrendos, manipulou pessoas, mas cometeu um erro, matou Joham Anasthasia marido de Anne e representante do Oriente nas ordens bruxas do mundo, foi essa morte que iniciou essa guerra, ele criou esse caos que durou doze anos, apenas para obter. – O olhar de Tiago agora era sombrio. – O Ank da Morte, o símbolo que ela carrega, que daria ao possuidor poderes como os dela.

Todos estavam absortos em Tiago que não viam que agora ao fundo ocorria uma discusão entre os participantes da mesa, ele apontou para a mesa.

-Vamos ouvir. – Falou sorrindo e olhando para a mesa.

-Um absurdo! – Exclamava a voz grossa de Maxwell Larson. – Você está dizendo que um de meus homens de confiança é um assassino!

-Larson, Larson quantas vezes já te disse para não confiar em víboras. – Retrucou Aritomo Yamagata em sua imponência. – Ele é um assassino, matou um dos melhores representantes bruxos, sem motivo.

-Aritomo eu estou prestes a esquecer todo o respeito que tenho por vossa pessoa. – Larson esbravejou socando a mesa. – Você veio aqui para discutir sobre um acordo de paz, ou para difamar meus homens.

-Larson, e vim fazer um acordo de paz. – Respondeu sem transparecer sentimentos. – Apenas queremos justiça, por um crime.

-Sim um crime sem propósito. – Falou pela primeira vez a voz melodiosa de Anne. – Meu marido nunca fez mal a ninguém, ele veio a sua terra para se encontrar com Sam Sunders, e resolver o problema dessa divisão de terras, e acabou assassinado.

-Senhora Anasthasia entendo sua dor. – Larson respondeu olhando-a. – Porém não existem provas que foi Henry o culpado, existem apenas suposições.

-Anne todos estamos querendo que essa guerra acabe logo. – Intercedeu Diana. – Você sabe, que eu também sinto a falta do Joham.

-Eu sei, Di. – Respondeu a loira

-Então Aritomo, que vocês tenham outras coisas a pedir. – Começou autoritário Larson. – Mas a morte de Henry eu não irei conceder.

-Larson isso terá conseqüências, o nosso governo não está feliz com a morte. – Retrucou Aritomo.

-Não posso fazer nada, estou irredutível quanto a isso. – Respondeu severo. –Sinto pela morte do Senhor Anasthasia, mas Henry Finn é inocente.

-Vejo que não iremos a lugar algum nessa discução. – Respondeu Aritomo se levantando.

O grupo de bruxos do oriente se levantou e seguiu rumo a uma porta, deixando apenas o outro grupo ali.

-O grupo do ocidente ficou ali, mal sabendo que mais alguém viria a saber dessa conversa. – Começou a voz de Tiago cortado o silencio. – Dois dias depois veio a noticia da morte de Maxwell Larson assassinado em casa, a culpa logo foi jogada no oriente e assim começou a guerra de 1780, foi uma das mais sangrentas posso lhes assegurar.

Aos poucos o cenário foi sumindo até que voltaram pra a sala de aula novamente, ouviu-se o sinal do fim da aula, os alunos estavam indignados que a aula havia terminado, muitos reclamavam que queriam ter mais aula enquanto pegavam suas mochilas no canto e caminhavam para fora da sala e iam para o almoço, Tiago assim como Sirius enxotou os meninos e as meninas da sala para irem almoçar, muito a contra-gosto eles seguiram ao salão principal, eles se sentaram ao lado de Nicole e Gina que estavam ali almoçando.

-Oi amor. – Cumprimentou Nicole beijando Allan. – Como foi a aula?

-Tive aula com os senhores professores Sirius Black e Tiago Potter. – Falou ele pegando uma colherada.

-A que sorte já tiveram aula com eles logo no primeiro dia. – Respondeu Gina.

-Como? – Perguntou Harry. – Você sabia?

-Na verdade a Nick sabia, e me contou. – Respondeu Gina

Os olhares de Alicia, Allan, Harry, Rony, Angela, Edward e Neville, se viraram com interesse para a ruiva, que fingiu não perceber e continuou comendo, ela suspirou e respondeu “Mamãe me disse”, Harry resmungou “Que mãe que eu tenho”, Allan resmungou “Podiam ter me dito”, Alicia e Edward concordaram com Allan, Rony emburrou e começou a comer, Neville e Angela deram de ombros.

-Mas como foi a aula deles? – Perguntou Nicole.

-A aula do tio Sirius, foi normal nada demais. – Começou Harry. – Apenas tivemos que ler um livro em duplas. – Harry pegava outra colherada. – Já a do papai foi interessante ele dá aula usando um tipo de espelho que projeta imagens.

-Verdade foi uma aula interessante, bem melhor que a aula do Binns. – Completou Edward.

-Mas eu queria ter tido aula com o fantasma. – Evangeline falava fazendo beiçinho.
-Ah, Eva para com isso você não perdeu nada. – Respondeu Angela. – Nada mesmo.

-Então Eva como foi seu primeiro dia? – Perguntou Nicole. – Oque achou?

-Sabe Nick eu gostei daqui. – Respondeu rindo. - Foi um começo de ano interessante.

-Mas oque me surpreendeu foi o Alex. – Começou Edward. – Como você sabia aquilo?

-Eu li em um livro uma vez. – Respondeu abraçado a Evangeline. – Foi só uma questão de lembrar.

-Nem a minha corujinha sabia aquilo. – Falou Rony impressionado. – São poucas coisas que ela não sabe.

-Verdade a senhorita Granger é uma sabe-tudo. – Concordou Gina

- Que isso gente não sou não. – Ela se defendeu. – Se não eu saberia aquilo.

-Mas ainda assim você é minha corujinha preferida. – Rony a beijou.

-Arrumem um quarto. – Reclamou Allan.

Sem parar de beijar, Rony levantou seu dedo do meio para Allan, todos na mesa riram, o dia passou rápido e sem poblemas, os meninos e as meninas estavam no salão comunal aquela hora, Alexander e Evangeline tinham saído para um passeio noturno, e falaram que só mais tarde, Harry estava jogado no chão frente a lareira, Gina estava sentada ao lado de Rony que segurava Mione pela cintura, Allan e Nicole estavam abraçados um ao lado do outro, Edward sentado no braço de uma poltrona em que Angela se sentava, Neville lia um livro sentado no chão e Alicia olhava o fogo de seu lugar na poltrona.

-Pessoal. – Harry chamou. – Quando vamos marcar os horários.

Um ar mais solene apoderou-se do ambiente.

-Achou que deveríamos começar nessa sexta. – Opinou Allan.

-Prefiro na quinta-feira. – Falou Neville por de trás do livro.

-Sexta para mim. – Falou Rony.

-Idem. – Concordou Alicia.

-Quinta. – Foi a vez de Edward

-Também na quinta. – Opinou Angela

-Quinta, quanto mais cedo melhor. – Disse Gina

-Concordo com a Gi. – Concordou Nicole.
-Para mim tanto faz. – Exclareceu Mione.

-Será quinta após o jantar. – Afirmou Harry. – Temos que despistar Eva e o Alex.

-Vamos esperar eles dormirem e a gente sai. – Retrucou Alicia.

- Prefiria chama-los. – Falou Gina

-Ainda é cedo. – Cortou Edward. – Demasiado cedo.

- Verdade. – Concordou Rony.

Mas antes que alguém pudesse, comentar algo novamente um estalo se fez ao lado deles, Evangeline e Alexander haviam chego e se postaram em uma poltrona próxima, Evangeline sorriu.

-O lago daqui é lindo a luz do luar. – Falou sorridente.

-Nossa esse sorriso todo por causa do lago é. – Insinuou Nicole. – Acho que tem mais por trás desse sorriso.

-Na verdade é uma combinação de cenário perfeito com o acompanhante perfeito. – Ela respondeu abraçada a Alex.

-Devo corrigir. – Falou a voz tranqüila de Alex. – A acompanhante perfeita, você, isso não tem haver comigo.

-Nossa Eva, você não fica vermelha não. – Questionou Alicia. – Eu fico com tanta facilidade, mas você nossa.

-Na verdade Alicia, é por que eu tenho um auto-controle bom. – Respondeu a loira rindo.

-Sei. – Alexander resmungou.

-Tenho sim. – Ela esbravejou. – Não tenho não?

Em um movimento rápido Alexander estava de pé olhando Evangeline nos olhos, sua mão acariciava o rosto dela, seu rosto se aproximou ele beijou o pescoço dela.

-Tem? – Perguntou sussurrando na orelha dela.

-Te-e-nho. – Ela respondeu ofegante.

-Será? – Ele perguntou mordiscando o lóbulo da orelha e depositando um beijo.

-S-i-i-i-i-m. – Ela ofegou mais.

-Interessante. – Ele falou agora beijando novamente o pescoço e os lábios dela.

-Então? – Ele perguntou sorrindo torto.

-Então oque? – Ela perguntou ainda sem graça. – Do que a gente tava falando mesmo?

-Sobre seu auto-controle. – Ele respondeu rindo como melodia.

-Eu perdi ele, na sua boca, pode me devolver. – Ela começou rindo travessa.

-Claro. – Ele a beijou, pegando ela no colo e se sentando.

-Obrigado, por devolve-lo. – Ela riu como se fossem sinos de melodia.

- De nada. – Ele respondeu sorrindo torto.

-Nossa, essa foi a coisa mais pervertida que eu já vi. – Começou Harry.

-Vocês poderiam arrumar um quarto. – Reclamou Rony.

-Pareçe que o passeio a luz do luar não foi o suficiente. – Falou Alicia rindo.

-Precisam de mais uns vinte passeios. – Completou Nicole.

-Ou de uma cama – Falou rindo Allan.

-Até parece que vocês nunca namoraram. – Emburrou Eva

-Não desse modo explicito. – Respondeu Nicole.

-Cachorrinho. – Falou Harry numa voz manhosa.

Nicole e Allan olharam assustados, Edward e Rony riram alto, e o resto pareceu ficar sem entender nada do que Harry havia dito.

-Oque Harry? – Perguntou Eva com sorriso sádico.

-NADA! – Gritaram Allan e Nicole jutos. – Olha a hora, temos que ir dormir né.

Rony e Edward riam mais ainda, e um entendimento caiu sobre os presentes.

-Nick, Nick. – Falou Alicia em falso tom de decepção – Não esperava isso de você

- Depois falam de mim. – Comentou Eva rindo.

-Ei, parem com isso. – Ela resmungou. – É pessoal, e você Harry você devia parar de ouvir os outros. – Ela gritou vermelha.

Harry riu mais ainda.

-Agora é minha parte preferida. – Comentou Rony.

-Eu estava na cozinha, quando ouvi. – Ele explicou tentando ficar serio. – Pegando um copo de água.

Se fosse possível Nicole ficou mais vermelha do que estava, Allan não abriu a boca.

-Eu vou domir – Nicole gritou – Vamos embora Allan.

Ambos subiram cada um para seu próprio dormitório, sob a risada dos amigos.

-É pessoal, temos que subir. – Comentou Edward ainda risonho.

-Sim temos. –Concordou Mione.

Cada qual foi para seu dormitório, seguindo para sua cama, logo teriam mais um dia de aula e até lá apenas a noite, quieta, serena, com uma bela lua do lado de fora, e um silencio que não duraria por muito tempo e todos sabiam dos perigos lá fora, porem em Hogwarts eles ainda poderiam sonhar seguros.

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