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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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10. Conflitos


Fic: Era para ter sido apenas um jogo. Aviso on.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A : Oieee... to de volta!! Muito envergonhada por todo esse tempo sem atualizar. Peço desculpas a todos vcs... mas eu andei tendo alguns probleminhas!!
O principal deles... inspiração!! Sem ela, não consegui escrever nd... e isso só me ajudou a me colocar cada vez mais pra baixo!

Mas estou de volta... espero!! Hehehe ^^
Comentem,,, plix... prometo história de verdade daqui em diante

Bjux e boa leitura!

♥ -- ♥


Hermione e Rony retornaram ao castelo em passos largos, já podiam ouvir seus estômagos gritando por comida e ainda teriam uma longa manhã de aulas pela frente.

- Você agradeceu aquele idiota do Malfoy, Hermione. Não acredito que possa ter feito aquilo. – estava indignado.
- Pare com isso, Rony... Será que dá pra esquecer o que nos aconteceu hoje?
- Não, não dá. Aquele O’Dowd me paga por ter feito aquilo comigo.

Hermione e Rony caminhavam apressados de volta para o castelo, ansiosos para conseguirem chegar a tempo de ainda saborearem o banquete de café-da-manhã. Rony estava indignado com o que havia acontecido a eles, e principalmente por não ter consegui se defender como deveria. Discutiam durante todo o percurso pelos corredores, desertos e frios.

- Hermione!!!

Rony pára abruptamente, fazendo com que Hermione também interrompa sua caminhada, muito estressada e impaciente com todo aquele drama que o ruivo fazia. Virou seu rosto de vagar, fitando a face furiosa de Rony.

- Isso não pode continuar assim. Chega de tanta humilhação... Malfoy precisa pagar caro por tudo que tem feito conosco.
- Eu sei disso, Rony... acha mesmo que eu me divirto com tudo isso? Mas nós não podemos nos render áquele cretino. Tudo o que o Malfoy quer é que percamos a cabeça e a compostura.
- Como pode querer falar bonito numa hora dessas, Mione?! – Rony frisa as sombrancelhas.
- Você é mesmo patético, Rony. Impossível conversar com você. – Hermione lhe dá as costas

Rony a puxa rapidamente, trazendo-a de volta para o local em que estavam.

- Hermione, me conta, o que aquele imbecil oxigenado fez com você?
- Hãã?? Como?
- Eu sei muito bem que o imbecil do Malfoy deve ter tentado algo com você. Só quero que me diga o que, exatamente, pra mim poder acabar com aquele desgraçado.

Rony estava mesmo muito furioso, seus olhos faiscavam de raiva e sua face corava muito rapidamente. Fitava Hermione com um olhar de indagação, tentando forçá-la a contar-lhe tudo o que havia acontecido entre a amiga e o louro, durante o tempo em que permanaceram a sós no castelo.

- Não aconteceu nada, Rony. Malfoy... ele... – Hermione exita em dar continuidade à mentira. – Malfoy...

Rony percebe a exitação de Hermione e a pressiona a contar-lhe tudo com seus olhares indagativos.

- Não houve nada, Rony, e pronto. Vamos embora... esqueça o que aconteceu.

A castanha dá as costas ao ruivo novamente e segue o caminho apressada, obrigando o amigo a correr para alcançá-la. Hermione havia ficado nervosa diante das desconfianças do ruivo, mas sabia que não poderia confessar-lhe nada, pois conhecia o temperamento esquentado de seu amigo e não queria confusões envolvendo seu nome na escola.

- Rony... quero que preste atenção numa coisa. – Hermione o interrompe na caminhada.
- O quê?
- Não comente nada com o Harry... e nem com a Gina... nem com ninguém.
- Como??? – Rony não entende e mostra-se indignado novamente.
- Por favor, Rony... vamos esquecer esse incidente. Malfoy prometeu nos deixar em paz...
- E você acredita no que aquele cretino diz? Desde quando, Hermione...??
- Desde nunca, Rony... eu simplesmente sei reconhecer quando alguém está falando sério ou não. Malfoy me pareceu decido a nos deixar em paz...
- Não se iluda, Mione... aquele oxigenado só quer se aproveitar ainda mais de nós. Não podemos permitir isso...
- Rony... Preste atenção. Discussões não vão nos levar a lugar algum... e isso é o que eu menos quero. Vamos esquecer, por favor.. E se ele voltar a nos importunar, pensamos em algo para fazê-lo pagar por tudo.

Hermione estava séria.. esperançosa que Rony aceitasse seu pedido e esquecesse o ocorrido. Mas Rony não parecia disposto a perdoar Malfoy pelo importuno de minutos atrás, estava irritado de mais com o louro para isso. Mas Hermione parecia ter alguma razão, seria importuno demais para Harry e Gina ter de preocupar-se com os dois.

- Não sei se quero fazer isso!
- Por favor, Rony. – Hermione tinha um olhar de súplica.
- Certo... mas...
- Onbrigada, Rony. Vamos, depressa, estou faminta. – Hermione lhe dera um sorriso de agradecimento e rapidamente retornara ao caminho, puxando-o pelo braço.

Chegaram atrasados ao banquete de café da manhã e ao entrarem no Salão Principal de imediato deram de cara com um ambiente repleto de bruxos e bruxas, muito bem decorado e mesas repletas de coisas deliciosas. Por mais irritado que Rony estivesse com aquela situação, ou mesmo com Hermione por saber que a castanha escondia algo dele, o ruivo parecera esquecer momentaneamente tudo o que havia lhes acontecido e já deliciava com tudo o que via a sua frente na mesa da Grifinória.

- Aonde estiveram o tempo todo?

Gina e Harry estavam sentados um ao lado do outro, na grande mesa da Grifinória e tinham expressões preocupadas em sua face. Hermione podia jurar que havia visto duas mãos entrelaçadas sobre a mesa segundos antes de Rony sentar-se de frente para ambos e começar a devorar uma série de quitutes. Tentou desfazer a imagem do casal de sua mente, pois não suportava a idéia de que o cara que mais amava pudesse traí-la tão cruelmente. Sentou-se ao lado de Rony, muito a contra gosto e começou a servir-se calmamente do banquete.

- Mione, nos diga de uma vez, aonde estiveram? – Gina desviara os olhares de um Rony selvagem sobre o banquete.
- Estávamos preocupados com vocês. – Harry deixara seus olhares caírem sobre Hermione.

Hermione levantou seus olhos e pela primeira vez desde que entrara no salão, fitou Harry nos olhos e dirigiu-lhe a palavra.

- Tivemos um cantra-tempo... podemos explicar depois.
- Malfoy... – Rony pronunciara rapidamente, entre mordidas e engolidas.
- Malfoy? – Harry se exaltara. – O que aquele idiota fez com vocês?
- Não fez nada. – Hermione respondera, em um tom que repreendia Rony por ter contado-lhes o real motivo. Rony não parecia amedrontado por descumprir o acordo.
- Malfoy não fez nada com vocês? Isso não é típico do Malfoy, é? – Gina deixara escapar.
- Pois não fez... não é mesmo Rony?! – Cutucara o ruivo por debaixo da mesa, muito irritada.

Rony não respondeu, apenas dirigiu aos amigos um olhar de afirmação muito bem encenado e a contra gosto. Harry não parecia acreditar no que os grifinórios estavam lhe dizendo e podia ver claramente na face dos dois o quanto estavam escondendo algo dele.

- Rony... isso é verdade? – Harry se dirigira para o ruivo.

Rony olhara para Hermione apreenssivo, esperando que a moça lhe dissesse o que dizer ao amigo. Engoliu em seco e voltou a fitar Harry.

- Na verdade... não foi bem assim.
- Aquele idiota... vai pagar caro por isso.– Harry estava raivoso.
- Estamos bem, não estamos? Por que não esquecemos isso, já disse, ele não irá mais nos importunar. – Hermione diz a ele, com uma expressão bastante autoritária.
- Por que estão mentindo pra gente? Rony... o que aquele imbecil do Malfoy fez com vocês? –
- Bom... – Rony pára alguns segundos e parace estar escolhendo as palavras certas para explicar ao amigo.
- Já disse, Harry... não fez nada!! – Hermione insiste.
- E você acha mesmo que vamos acreditar nisso? Malfoy nunca perde uma chance de nos importunar nesta escola. – Gina novamente se manifesta, muito intrigada com a castanha.
- Não pedi sua opinião, Gina... acreditem no que quiser...
- Não precisa ser tão rude comigo. Se Draco a irritou esta manhã não venha descontar sua raiva em mim, Mione...
- “Draco”? – Rony vira-se repentinamente na direção da irmã, sentada à sua frente. – Desde quando Malfoy é “Draco” pra você, Gina?
- Ah, foda-se, Rony... o que um nome importa quando estamos lidando com uma serpente cretina?
- Hermione... por que não nos diz a verdade. O que o Malfoy fez com vocês? – Harry dirige-se a castanha.
- Que droga, Harry.... já disse que não fez nada.

Hermione estava irritada com todo aquele assunto. Sua experiência com Malfoy há algum tempo atrás não havia sido muito interessante. Ainda podia ter nos lábios o gosto fresco do hálito do sonserino, e ainda podia sentir a maciez dos lábios do louro, como se eles ainda estivessem colados aos seus. Estava confusa... não podia entender por qual razão Malfoy fizera aquilo... um beijo... Hermione simplesmente não aceitava tal realidade, ainda mais sendo ela a “sangue-ruim sabe-tudo” que Draco odiara por todos aqueles anos. Onde estaria toda a repulsa de Malfoy por ela?

“Não, Mione... ele ainda sente nojo de você. Aonde eu quero chegar? Malfoy jamais sentiria interesse por mim...”

- Hermione... Hermione... – Harry a chamava, inutilmente.

Finalmente a moça desperta de seu transe.

- Malfoy prometeu nunca mais nos importunar...
- Malfoy? – Gina novamente se intrometia...
- Malfoy, Mione? – Rony fitara Hermione.
- Malfoy nunca se dá por satisfeito. Devíamos tomar alguma atitide, ou não vamos nos livrar dele nunca. – Rony estava decidido em suas idéias
- Façam o que quiserem... mas me deixem bem longe disso. – a castanha parecia série e decidida, abaixou a cabeça e voltou ao seu banquete.
- Chega de tanta humilhação, Harry... Malfoy tem que pagar caro por todos esses anos de chatiação. – Rony estava mesmo muito irritado com o louro.
- Tem razão, Rony, aquele sonserino idiota já passou dos limites.
- Não perca seu tempo, Harry. Não valeria a pena.
- Mione tem razão, Harry, Malfoy não merece nossas atenções, não valeria a pena perder nosso tempo com aquele imbecil. – Gina evitava os olhares de Hermione, pois sabia que a qualquer momento a castanha poderia revoltar-se com ela novamente.
- Não. Não valeria a pena para o Harry perder o tempo dele conosco. – Hermione fita Harry profundamente, com uma expressão um tanto séria.
- Como? – Harry não compreende o rumo que toda aquela conversa parecia estar tomando. – Do que está falando? Vocês são meus amigos, eu os defenderia até a morte.
- Falsas promessas, Harry. Quando vai se arrepender delas?

Hermione baixara os olhos para o Profeta que acabara de abrir sobre suas pernas, com um ar irônico em sua voz.

-Eu nunca me arrependeria de ter defendido meus dois melhores amigos.
- Talvez apenas um deles. Eu não o culpo. – ainda mantinha os olhos sobre o Profeta matinal, e ainda muito irônica.
- Por que está dizendo isso?
- Agora você tem alguém que pode substituir um deles perfeitamente bem, por quem você certamente não se arrependeria em nada.
- Eu me preocupo com vocês.
- Se preocupa, Harry? – Hermione ergue sua face e volta a fitar Harry, com os seus olhos trasparecendo toda a raiva que sentia do rapaz. – Mais mentiras. Por que não tenta ser sincero ao menos uma vez na vida?!
- Eu estou sendo sincero. Sinto muito se não é capaz de perceber isso e se não sabe dar valor aos meus sentimentos por você.

Rony fitara Gina rapidamente, com uma enorme torrada nas mãos e muito confuso com aquela repentina discussão. Gina não compreendia o por que de tanta grosseria por parte de ambos, mas sabia que havia um motivo forte em meio àquela discussão. Precisava descobri-lo.

- Sentimentos, Harry? Então vamos falar de sentimentos, por que vejo que você não entende nada sobre eles e talvez precise de alguém que lhe ensine.

Hermione se exaltara de verdade,deixando o Profeta que estava em seu colo cair de suas pernas e parecia pronta para avançar sobre Harry a qualquer momento.

- Eu entendo perfeitamente de sentimentos, se quer mesmo saber, e eu sei quando são verdadeiros. Se você entendesse tão bem de sentimentos ficaria calada, por que acho que não está muito no direito de falar disso.
- É muita ousadia sua, Harry, falar dessa forma comigo.
- Realmente, tem razão. Por que acho que mais ninguém teria coragem de jogar tantas verdades na sua cara.
- Você vai se arrepender amargamente por cada palavra. – seus olhos começavam a ficar marejados e já não podia mais suportar toda aquela humilhação. – Ainda vai perceber o quanto está errado.
- Não vamos discutir quem está certo ou errado, Mione, por que você sabe que ninguém está em condição pra isso.
- Você é um cretino, idiota, repugnante, insensível, canalha. Vai pagar caro por tanto sofrimento. Eu o odeio Harry.

Hermione erguera-se de seu assento e já estava face a face com Harry, pois este também havia se levantado de supetão. Gina e Rony assustaram-se com as atitutes repentinas dos amigos e temerosos de que eles perdessem a cabeça diante da discussão, levantaram-se também.

- Não quero que me odeie, Hermione, só quero que pare de me culpar pelos passos errados. Você também teve culpa nisso.
- Pense o que quiser a respeito, eu não me importo. Só não me inclua nos seus erros e burradas.

Havia sido bastante clara com o rapaz, e após dizer suas palavras deu-lhe uma última fitada e retirou-se do salão a passos largos.

- Espere, Hermione... – Harry faz mensão de seguir atrás da castanha, mas é interropido.
- Deixe-a, Harry. É melhor deixá-la sozinha. – Gina o segura pelo braço.
- Não, eu não quero que ela entenda tudo mal.
- Entender o que, Harry? O que você fez pra ela te odiar tanto? – Gina indagava-lhe sobre o ocorrido.
- É, Harry, Gina tem razão, acho que é hora da gente entender de uma vez por todas o que está acontecendo entre vocês. – Rony diz...
- Vocês vão entender, em algum momento, mas não agora.
- Por que não agora? Por acaso não confia em nós, não acha que sejamos capazes de ajudá-lo?
- Vocês não entenderiam Gina. Eu não quero perdê-los também.
- Então por que não tenta nos contar, Harry? Ou vai nos perder simplesmente pelo fato de não confiar em nós. Nunca escondemos nada um do outro, Harry.
- A gente promete que tenta entender. Pode contar pra gente. – Rony parecia curioso.
- Eu não quero contar. Já disse que vocês não entenderiam. E eu confio em vocês, só não estou pronto para contar, ok?!
- Pois então Hermione deve estar.
- Não, Gina!!!

Gina se afasta da mesa, já seguindo em direção à saída, quando Harry grita-lhe para que volte. Naquele instante, Harry pareceu mesmo temer que Gina pudesse descobrir tudo. Harry não sabia ao certo quais eram seus sentimentos pela ruiva, mas sabia que não suportaria a idéia de perdê-la, não depois de ter passado tanto tempo sem tê-la da forma como hoje a tinha.

- Não faça isso, Gina.
- Isso o que, Harry? Eu vou consolar uma amiga que deve ter motivos realmente fortes para te odiar tanto.
- Ela não precisa de consolo. Peecisa de silêncio, pra perceber que está errada em relação a mim.
- Você é mesmo um cretino, Harry. Aposto que essa sua arrogância deve mesmo ter magoado de algum modo bem forte a Mione. – Gina parecia sentir repulsa por Harry naquele momento.
- Você não sabe de nada, Gina. Deixe as coisas como estão.

Harry agarra Gina pelo braço, parecia fora de si, tinha um ar de ódio em seus olhos. Por alguns instantes Gina pareceu temer a atitude do namorado...

- Vai machucá-la assim, Harry. – Rony assistia a tudo.
- Deixe, Rony. Ele é mesmo um bruto. Me solte, Harry. Você não manda em mim.
- Não mando, mas pensei que me respeitasse.
- Do que adianta respeitá-lo se você não respeita nem sua melhor amiga? Hermione não merece sofrer por nada nem ninguém.

E se retitra, muito irritada e em passos ligeiros, para fora do salão principal. Deixando para trás um Harry bastante confuso, atordoado e psicologicamente derrotado, além de um Rony bastante confuso.

- Gina, volte aqui... – Harry ainda tenta impedi-la.
- Deixe-a, Harry. Elas são amigas, sabem se entender.
- Eu tenho medo.
- Medo de quê?
- Nada, Rony. Vamos pra aula.

Harry levanta-se novamente e também se retira do salão, junto de Rony. Seguem tranqüilos até o dormitório, onde pegam seu material e rumam para sua primeira aula do dia, Poções.

- O que tá havendo com você, cara. Ás vezes fico preocupado. – Rony deixa escapar um sorrisinho.

“Eu também gostaria de saber.” – Harry pensa, consigo mesmo.

Antes que eles pudessem passar à frente da mesa sonserina, Draco se levanta de sua mesa e também segue para fora do salão, desacompanhado de qualquer um daqueles seus amigos irritantes. Rony e Harry seguem caminhos opostos ao de Draco.
Hermione não sabia ao certo o que estava sentindo por dentro, após toda aquela discussão e troca de ousadias. Sentia-se profundamente magoada pelas coisas que Harry havia sido capaz de dizer-lhe, nunca imaginara que algum dia o veria tratá-la de forta tão bruta e grosseira. Hermione precisava rearranjar suas idéias, estava muito confusa com todos os acontecimentos recentes, nada parecia se encaixar direito em sua mente. O desprezo de seus amigos durante todas as suas férias; a volta à Hogwarts juntamente com a notícia do namoro secreto de Gina e Harry; toda a interminável falsidade de Harry em relação aos sentimentos que este dizia ainda possuir por ela, mesmo que este ainda mantivesse sua relação com a ruiva; e agora, mais do que nunca estava realemente confusa: Malfoy. Nunca pensou que Malfoy poderia ser capaz de tirá-la do sério como estava tirando. Draco realmente havia conseguido irritá-la bastante naquele ano, e também deixá-la mais confusa do que já poderia estar, quando a beijara naquela manhã. Hermione não sabia dizer ao certo o que sentia a respeito disso. Não havia gostado, mas também não parecia ter odiado. Malfoy nunca poderia ter sido tão ousado, isso era uma grande verdade, e a castanha havia deixado isso bem claro, mas aquele beijo havia lhe causado sensações que ela não era capaz de explicar. Dúvidas que lhe atormentavam a mente. Não sabia se iria conseguir olhar na cara de Draco novamente, não depois de tê-lo beijado... na verdade... “Eu não beijei o idiota do Malfoy... ele quem me beijo. Ora... “

- Por que eu não consigo simplesmente esquecer isso??!
- Falando sozinha, Granger?!

Nesse exato instante, próximos ao lago, nos imensos jardins de Hogwarts, Hermione é surpreendida por Alan, que surge repentinamente atrás da moça.

- O que faz aqui? – Hermione se assusta com a chegada inesperada do sonserino, afastando-se dele. – Não toque em mim, ou grito...
- Não se preocupe... eu não sujaria minhas mãos em um monte de...
- Nem pense em terminar... e por favor, suma daqui.
- Ow... com quem pensa que está falando? Com um daqueles seus amiguinhos idiotas?? Não, Granger...
- O que você quer... diga de uma vez por todas! Não se cansa de perder seu tempo com tanta futilidade?
- Na verdade, não. Gosto de vê-la irritada... inferior. – e deixara escapar um leve sorrisinho irônico.
- Me deixe em paz...

Hermione fizera mensão de retirar-se dali, mas Alan se pusera a sua frente, tentando impedi-la de ir embora sem que antes ele dissesse o que realmente pretendia dizer-lhe.

- Bom, Granger... talvez não fique muito claro pra você agora, mas eu sei que mais tarde irá me agradecer por eu estar fazendo isso. – Alan tinha um ar sério, autoritário.
- Do que está falando?
- Se eu fosse você, Granger... ficaria de olhos bem abertos.. principalmente em relação às pessoas que tentam se aproximar de você.
- De quem está falando? – Hermione já parecia assustada com aquela conversa.
- Você sabe bem de quem estou falando... tome cuidado, Granger... tem certos monstros que nascem para serem monstros sempre. Não se iluda fácil com nenhum rostinho bonitinho.
- Não sei do que está falando, nem de quem está falando. Me deixe ir embora, por favor. – Hermione desvia do sonserino, mas este se põe a sua frente novamente.
- Sabe sim... Granger. Ele tem estado sempre muito próximo de você. E espero que não o deixe se aproximar demais. Depois não diga que o titio Alan não avisou!

E Alan dirige-lhe uma piscadela rápida, fazendo Hermione detestá-lo ainda mais naquele momento. Agora sim, podia dizer que estava mesmo confusa. Tinha uma vasta idéia de quem Alan estava se referindo... mas não era capaz de entender os motivos por trás de todos aqueles conselhos. Deveria levá-los em consideração?

- Saia da minha frente, O’Dowd... não seria agradável me verem com você. – e Hermione consegue desviar-se do sonserino, seguindo a passos apressados de volta para o castelo.

“É, ‘Draquinho’, quero ver se vai mesmo ganhar essa maldita aposta.” – Alan sorria irônico, enquanto Hermione retornava à escola.

*--*

- Ei, Weasley, andando sozinha pela escola?
- Não mais, não é mesmo?

Gina havia sido interrompida em sua caminhada por um dos corredores próximos ao Salão Principal, de onde havia saído não fazia muito tempo, e de onde Draco também havia se retirado logo em seguida.
Encararam-se por alguns poucos segundos, parados no corredor, que por sorte era deserto e pouco iluminado, assim não poderiam ser vistos juntos e certamente não despertariam curiosidade em outras pessoas.

- É verdade, Weasley. Não mais sozinha. – deixara escapar um sorriso de canto de lábio, enquanto se aproximava da ruiva.
- Quanta infelicidade. – Gina revirara os olhos, em protesto.
- Tem certeza disso? Não é o que dizem por ai...
- Pois estão te enganando, Malfoy. – erguera uma sobrancelha.
- Ei... O que há com você, ruivinha? Por que toda essa raiva, toda essa ignorância? Não vê que estamos a sós?!
- Mesmo que não estivéssemos, continuaria tratando-lhe da mesma forma.
- Então temos que mudar isso, e depressa. Por que está tudo errado.

Draco não havia pensado duas vezes, aproximou-se ligeiro da moça e a puxou para um beijo ali mesmo, naquele corredor deserto e malmente iluminado. A segurava pela cintura e também pela nuca, pressionando seu corpo ao dela e beijando-lhe com uma certa agrecividade, mas nada de que a grifinória não estivesse acostumada, afinal, seu caso com o “repugnante” Malfoy não era nada muito novo em sua vida.

- Tire suas mãos de mim, Malfoy. – Gina interrompe o beijo, muito corada.
- Assim? – Draco não perde uma chance de irritá-la, e acaricia uma de suas coxas, por baixa da saia escolar que a moça usava sem a tradicional capa com o brasão de sua casa.
- Não. Assim!

Gina ergue uma de suas mãos à altura de sua cabeça e ameaça dá-lhe um tapa na cara, mas Draco fora ligeiro e dotado de bons reflexos consegue segurar seu pulso e impedi-la de cometer o ato agressivo.

- Então é assim, Weasley? Vou ter que domá-la novamente?

Draco agarra sua cintura com voracidade, ainda segurando seu pulso e tenta beijá-la, mas Gina esquiva-se do beijo, jogando com o louro. Draco sorri de canto de lábio, parecendo se divertir com a cena, e tenta novamente beijá-la, mas Gina novamente se esquiva do louro.

- AH, ruivinha, isso não combina com você!!
- Pois vai ter que me aceitar do jeito que sou... – tinha um tom de raiva na voz, estava levemente corada.
- Não mesmo, Virgínia... quero a minha Weasley fedelha de volta!!

Draco soltou seu pulso rapidamente e com muita agressividade a empurrou contra a parede e imprensando-lhe com seu próprio corpo a tomou por um caloroso beijo, que Gina retribuiu sem muita relutância. Parecia ter se rendido ao sonserino e, na verdade, tê-lo daquela forma era o que a ruiva mais queria.
Gina não sabia como podia ter deixado a coisa atingir tal ponto, mas estava ciente de que todo aquele circo teria de acabar em breve, pois nada mais seria o mesmo depois que oficializasse seu namoro com o garoto que sempre amou e sempre sonhou poder estar junto, Harry. Não sabia como iria fazer para afastar Draco de sua vida, mas sabia que seria complicado, afinal, Malfoy era mesmo um bruto e tinha medo do que ele seria capaz.
Draco não poupava carícias nem ousadias com a moça, beijava-a intensamente, acariando-lhe por debaixo de seu uniforme e provocando-lhe arrepios. Gina retribuía ao beijo muito excitada, Draco realmente sabia dominá-la, e Gina podia até mesmo confessar isso a si mesma. Sempre se rendia ao louro, por mais que o odiasse.

- Malfoy... pare...!!

Era inútil tentar impedi-lo de tentar possuí-la daquela forma, Draco beijava-lhe ardentemente, enquanto suas mãos percorriam atrevidas todos os cantos possíveis do corpo de Gina.

- Você não quer que eu pare... – Malfoy ainda mantinha-a sobre seu domínio.
- Sim... eu quero... Malfoy... ME SOLTE!!

Havia conseguido separá-lo de seu corpo, empurrando-o para longe de si e certificando-se que ele não tentaria agarrá-la novamente. Estava totalmente descomposturada, tinha as vestes amassadas e a pele corada. Draco também não parecia diferente, podia ver o fogo arder na face pálida do louro, tão atraente com todos aqueles fios louros caindo sobre seus olhos.

- Não faça mais isso, ok?!
- Não fazer? Acha mesmo que eu não faria novamente? – Draco ajeita alguns fios insistentes caídos sobre seus olhos. – Você ainda viu nada, ruivinha.

Draco tenta aproximar-se da moça novamente, mas Gina o interrompe, muito temerosa do que o rapaz seria capaz.

- Afaste-se de mim, Draco!!
- Oww... por que todo esse medo, Weasley? – Draco se divertia, vendo-a assustada. – Nunca temeu nada, Virginia. Por acaso esqueceu como as coisas funcionam aqui?
- Eu falo sério, Draco... Essa não é uma boa hora.
- Ah, naum... poderia saber por quê? – Draco aproxima-se da ruiva, entrelaçando-a pela cintura.
- Vai saber... não agora! Tenho que ir.
- Não... não tem que ir não, Virginia! – Draco a segura, impedindo-a de ir embora.
- Você não pode me impedir... – Gina estava corada de raiva por vê-lo manter autoridade sobre ela...
- Já estou lhe impedindo, ruivinha!! – e tenta beijá-la, mas Gina esquiva-se a cada tentativa. – O que está havendo com você, Weasley?

Draco se irrita com a relutância da garota, e a solta, muito irritado. Gina ajeita suas vestes e se reestrutura, fitando-o muito séria, pouco abalada com toda a irritação do sonserino.

- As coisas mudaram, Draco... você vai entender como e porque... mas antes...

Gina move-se na direção do rapaz, lentamente e mantendo-se sempre concentrada nos olhares calorosos do sonserino. Beija-lhe os lábios de leve por alguns segundos, mordendo-lhe o lábio inferior muito rápidamente e afastando-se logo em seguida, para poder fitá-lo novamente.

- Só espero que não esqueça de mim, Malfoy!!

E dizendo isso, Gina retira-se do corredor, seguindo em passos ligeiros para bem longe dali, deixando para trás um Draco bastante errado e com uma ponta de sorriso nos lábios.

“Essa ruiva ainda não viu nado do que sou capaz para tê-la só pra mim.” – pensava consigo mesmo enquanto se arrumava antes de ir para sua primeira aula do dia, junto dos alunos da Corvinal, Transfiguração.

--**--

Não havia sido uma manhã nada agradável, levando-se em conta o fato de que fazia muito frio dentro da escola e de que também as aulas não haviam sido as melhores. Hermione ainda estava amargamente magoada com Harry por tudo o que o rapaz havia sido capaz de dizer a ela naquele café da manhã. Hermione também estava extremamente confusa com seus sentimentos, e ainda não entendia ao certo o que levara Draco a beijá-la naquela manhã, antes de sua discussão matinal com Harry. Tentava decifrar inutilmente o que Alan quisera dizer-lhe com todos aqueles conselhos aparentemente malucos...
Harry lhe dirigira vários olhares durante todas as aulas daquela manhã fria em Hogwarts, mas Hermione sempre procurava manter-se longe o bastante do rapaz e tentava sempre focalizar seus olhares para bem longe de Harry. Rony havia tentado, sem sucesso, fazê-la sentar-se junto a eles durante uma a aula de Defesa contra as Artes das Trevas, mas Hermione havia recusado no mesmo instante, pedindo desculpas a Rony por fazê-lo pagar por algo que não tinha culpa.
Era uma situação constrangedora e complicada para todos eles, mas mais do que qualquer um deles, Hermione desejava que tudo isso pudesse ter um fim breve. Não sabia exatamente o que teria de fazer para pôr um fim naquela sitiuação e para que as coisas pudessem voltar a ser o que eram antes.
Ao final das aulas matinais, Hermione seguiu apressada para seu dormitório na torre da Grifinória e permaneceu por lá durante todo o almoço, o que só fez aumentar a preocupação de Rony com a castanha e toda a culpa que Harry vinha sentindo em seu peito. Gina almoçara depressa, antes dos dois rapazes e se retirara do salão antes mesmo de Draco, não queria ter de vê-lo novamente.
Após o almoço transcorreu-se mais uma tarde cansativa de aulas e deveres, onde novamente o clima tenso se manteve entre o trio e também em relação à Gina. Mas aquela tarde ainda prometeria muito para todos os jovens... e à noite, uma detenção estava à espera de Draco, Pansy e Hermione.

- Tem faltado muito às suas detenções, Pansy... – Alan comentara, caminhando ao lado da sonserina rumo à aula de Herbologia.
- Isso não é da sua conta, Alan!
- Mas eu me preocupo com você... – fazia uma expressão relês de preocupação.
- Deveria se preocupar com os dias que vai passar desacordado depois que eu resolver lhe estuporar!! – e lançara um olhar fuzilante ao moreno.
- Mas sabe, Pansy... eu até tenho razão...
- Do que está falando, seu idiota? Pare de se intrometer na minha vida...
- Cada detenção que você falta, é uma oportunidade de Draco ficar à sós com a cretina da Granger...

Alan lançara um olhar de canto de olho para Pansy e percebera, nesse exato instante, que Pansy havia parado para pensar no que havia dito, pois aquilo parecia representar “perigo” para a moça...

- O que quer dizer com isso, Alan? – fitara o rapaz, ainda caminhando ao lado dele.
- Nada... ou talvez... tudo!! – Alan sabia mesmo despertar dúvidas na morena.
- Aquela idiota da Granger... pode tentar estuporar o meu Draquinho... não pode? – Pansy parecia uma criança ingênua...
- Ah sim... Pansy... pode sim!!!
- Eu tenho que tomar conta do meu Draquinho... aquela sangue-ruim não é nada confiável...!! – Pansy parecia mesmo bastante preocupa.
- Mas sabe, Pansy... estuporar o Draco é de menos... ele corre perigos maiores... – Alan tentava despertar curiosidade na moça
- De que perigos está falando?
- Quer mesmo saber?
- Se for para protegê-lo, lógico...
- Vou pensar em seu caso... – e apressa seus passos
- Como assim pensar? Alan... não me esconda nada...

Alan sorri para Pansy e apressa cada vez mais seus passos, já se afastando da sonserina. Antes que pudesse se afastar de vez, vira-se para a moça e lembrá-lhe:

- Não esqueça que tem uma detenção hoje à noite...!!

Alan some pelos corredores e deixa para trás uma Pansy bastante confusa mas decidida: protegeria Draco contra qualquer eventual tentativa de eliminação executada por Hermione.

• CONTINUA *


N/A: Bom... esse capítulo demorou pra sair mas esta aqui!! E o próximo eu prometo não tentar demorar pra postar!!
Novamente, peço desculpas para todos que curtem e acompanham minha fic... problemas tds nós temos e espero que possam me entender!!
Ainda continuo bastante empolgada com a fic e espero conseguir dar uma continuidade bacana à história...

Continuem comentando... isso ajuda bastante... de verdade... nos dá cada vez mais vontade de continuar postando!
Podem criticar a vontade, e me dar as broncas que desejarem!! ^^

Adoro tds vocês... e juro que naum esqueci da fic muito menos desses meu leitores tão maravilhosos!!

Bjus e ateh a próxima!!


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