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Fic: O menino que sobreviveu - Short fic


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Era um dia chuvoso em Godric's Hollows quando James Potter chegou do trabalho. Encharcado, ele entrou pela porta dos fundos da casa. Tirou os sapatos e foi até a sala. Pensava o que sua mulher estaria fazendo naquele momento. Subiu as escadas e entrou no quarto. Lily estava sentada no chão segurando uma câmera. Ela tirava fotos do filho, que voava a centímetros do chão montado em uma vassoura que ganhara de aniversário, fingindo ser um jogador profissional de quadribol. 



-Este é o nosso garoto. -James riu. -Vai ser apanhador como o pai.



-Ele ainda é muito pequeno para pensar nisso querido. -Ela sorriu de leve, olhando para o filho. -Estava tirando algumas fotos, pensei em escrever para Sirius.



-Falei para ele que escreveria em breve. Deixe-me vê-las. -Ele esticou as mãos para que ela passase uma das fotos.



Lily pegou uma foto ao lado e entregou a ele. Na foto, Harry ria e voava em direção à câmera montado em sua vassoura, era um exemplo de fotografia perfeita. James sorriu consigo mesmo. Ele se abaixou e deu um beijo na testa de seu único filho. Harry tinha seus cabelos pretos e rebeldes, mas os olhos eram lindos e esverdeados como os de Lily. Em seguida, ele se levantou e beijou Lily suavemente.



-Eu não sei o que seria sem vocês. -Ele falou, sorrindo para a mulher. Lily retribuiu o sorriso, e Harry pareceu fazer o mesmo.


Ele saiu do quarto, deixando a mulher e o filho sozinhos. Lily pegou uma das penas que estavam em cima da bancada e começou a escrever no verso da foto.



"Muito, muito obrigado pelo presente de aniversário que mandou para Harry! Foi o que ele mais gostou até agora. Um aninho de idade e já dispara pela casa montado em uma vassoura de brinquedo, tão vaidoso que estou enviando uma foto para você ver. Sabe, a vassoura só levanta uns 60 centímetros no chão, mas ele quase matou o gato e quebrou um vaso horrível que a Petúnia mandou no Natal (nada contra). É claro que James achou muito engraçado, diz que ele vai ser um grande jogador de quadribol, mas tivemos que guardar todos os enfeites da casa e dar um jeito de ficar sempre de olho nele quando brinca.



Tivemos um chá de aniversário muito tranquilo, só nós e a velha Batilda que sempre nos tratou com carinho e vive mimando o Harry. Ficamos com pena que você não tenha podido vir, mas a Ordem vem em primeiro lugar e Harry não tem idade para saber que está fazendo anos! James está se sentindo um pouco frustrado trancado em casa, ele procura não demonstrar, mas eu percebo - além disso, Dumbledore ficou com a Capa da Invisibilidade dele, então não há possibilidade de pequenos passeios. Se você pudesse lhe fazer uma visita, isso o animaria muito. Rabicho esteve aqui no fim de semana passado, achei-o meio deprimido, mas provavelmente foram as notícias sobre McKinnin, chorei a noite inteira quando soube.



Batilda passa por aqui quase todo o dia, é uma velhota fascinante que conta as histórias mais surpreendentes sobre Dumbledore, não tenho muito certeza se ele gostaria disso caso soubesse! Fico em dúvida se devo realmente acreditar, por que me parece inacreditável que Dumbledore pudesse ter sido amigo de Geraldo Grindelwald.



Pessoalmete, acho que ele está começando a caducar!



Afetuosamente,



Lily."



Ela colocou a foto em um envelope, foi até a beirada da janela e a entregou para a coruja que estava pousada no beiral. Ela bateu as asas e voou até desaparecer diante do horizonte. Lily olhou pela janela, já estava escurencendo e o sol se punha atrás das montanhas. Era um dia comum como outro qualquer.


Ela pegou Harry no colo e desceu as escadas. Na sala de estar, seu marido lia o profeta diário com as pernas esticadas sobre a pequena mesa que havia em frente ao sofá. Parecia estar tão concentrado na leitura que quando Lily se aproximou, não a percebeu.


-James, você sabe que não deve colocar os pés sobre a mesa. -Lily chamou sua atenção.


Ele tirou os pés com agilidade, como se fosse uma criança fazendo algo de errado. Olhou para a esposa, que agora sorria por causa de sua reação. Ele sorriu de volta.


-Você é mesmo um maroto James Potter. -Ela riu o beijando.


Colocou Harry no sofá ao lado do pai. James o abraçou e beijou o topo de sua cabeça. Harry olhou para o pai e soltou uma breve gargalhada. A gargalhada que James mais gostava de ouvir.


-Este é meu garoto. -Ele falou, olhando admirado para Harry. -Daqui a pouco você já vai crescer, e quando eu menos perceber já vai estar em um trem abanando para mim.


-Não seja tolo James. -Lily sentou-se ao lado de Harry. -Ele ainda tem muito tempo pela frente.


Assim eles ficaram por um longo tempo, abraçados. James contava o que acontecera em seu trabalho, enquanto Lily ouvia atenciosamente. Já Harry brincava com os óculos do pai, que quase se quebrou ao tentar virá-lo ao contrário. Alguns minutos se passaram e Lily se levantou para ir ao quarto arrumar a bagunça que Harry tinha feito.


James ficou sentado, seu filho havia adormecido em seu colo. Era uma noite silenciosa. Quando ele foi se levantar para levar Harry para o berço, ouviu um barulho vindo do lado de fora da casa. Olhou pela janela, mas tudo o que via era a escuridão da noite. 


-James? -Ele ouviu Lily gritar do quarto. -Você ouviu esse barulho?


-Sim, estou olhando pela janela, mas não vejo nada. -Ele gritou. Ia subir as escadas quando ouviu outro barulho, desta vez um rangido, parecido com o de um portão sendo aberto.


Ele olhou pela janela novamente. As luzes do quintal iluminavam algo. Era uma pessoa. Ela usava uma capa que cubria sua face e com os dedos longos e brancos, envolvia uma varinha. Ao perceber o que estava a acontecer, seu coração disparou.


-Lily. -Ele subiu as escadas correndo, abrindo a porta do quarto e entregando Harry a ela. -Lily, é ele. Ele quer a Harry. Cuide de Harry, vou descer lá embaixo e tentar enfrentá-lo, ou o que for possível.


-Não! -Lágrimas começaram a cair sobre sua face. James as limpou com a ponta dos dedos e lhe deu um último beijo. 


-Lembre-se. Por mais que qualquer coisa aconteça, sempre estarei aqui. -Ele colocou dois dedos sobre seu coração, sorrindo no meio de lágrimas. Beijou sua testa e deu um último abraço em Harry. -Sempre amarei vocês.


Falando isso, ele saiu do quarto.


Lily colocou Harry no berço. O pequeno menino, além de não saber o que estava acontecendo, soluçava junto com a mãe. Ela olhou no fundo dos o seus olhos e disse:


-Harry, seja forte. Fique seguro. 


James correu para o andar de baixo. O homem de capas pretas entrava pela porta, apontando a varinha para ele. James tirou a varinha do bolso e apontou para o mesmo.


-Se você quer aqueles que amo, terá que passar por mim.


Apenas em um movimento, o lorde das trevas lançou um feitiço em James, e o mesmo caiu no chão antes mesmo de poder falar Avada Kedavra. Voldemort soltou uma risada fria. Subiu as escadas, a procura de Harry Potter.


Abriu a porta. Uma mulher que chorava descontroladamente se virou assustada, era Lily Evans, a mãe do pequeno garoto que chorava em seu berço. Ela pegou Harry no colo e o abraçou forte.


-Não mate a Harry! -Ela suplicou, colocando-o de volta no berço. -Mate a mim! Mas por favor, não mate Harry!


-Saia daí sangue-ruim. -Sua voz era fria. -Não seja tola, deixe-me o garoto e sairá viva.


-Não! -Ela falou abrindo os braços. -Eu imploro que me mate, mas não mate a Harry!


-Você pediu, trouxa tola. -Ele falou, lançando um feitiço e fazendo-a cair morta no chão. Ele caminhou até o garoto que chorava e apontou a varinha para a sua testa. -Sua vez, Harry Potter.


Ele falou as últimas palavras rindo friamente. Movimentou a varinha para lançar seu último feitiço naquela noite.


-Avada Kedrava! -Sentiu algo muito estranho acontecer.


Começou a perder os sentidos. Todos os seus poderes estavam indo embora e inesperadamente, começou a desintegrar. Olhou para o garoto pela última vez. Na testa, agora havia um corte recém feito em forma de raio, que querendo ou não, um dia afetaria seu destino.




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