Capítulo XVII – O Resgate
Malfoy saia da sala de Dumbledore quando Gina veio correndo em sua direção.
- Amor, eu soube o que aconteceu! Como você está? – perguntou aflita abraçando-o.
- Estou bem sim. Eu já esperava por isso, só não em Hogwarts. – respondeu ele, abraçando-a de volta.
- Você sabe que pode contar comigo, não é?
- Claro, só não quero que corra perigo por minha causa. – disse dando um beijo na testa dela.
- Iiiiih... Tá aprendendo com o Harry, é?! – perguntou zombeteira.
Draco deu uma risada abafada e puxou Gina para um beijo. E depois foram em direção aos jardins.
Hermione estava deitada no sofá da sala comunal, quando Harry chegou e deu um beijo nela, assustando-a.
- Harry... Ai que susto... – disse o puxando para deitar com ela.
- Estava pensativa... Pensando em que? – perguntou Harry acomodando-se.
- Voldemort! – respondeu direta.
- Voldemort?!
- Sim, Voldemort. Você não acha que ele está muito quieto? Quer dizer, não está havendo ataques, nem ameaças, nem mesmo sonhos você tem tido!
- Verdade, Mi. Não tinha parado pra pensar. Ele deve estar planejando alguma coisa.
- Devemos conversar com Dumbledore sobre isso. Todo esse silêncio, essa falsa calmaria e segurança, são muito suspeitas.
- Vem...
- Pra onde?
- Sala do Dumbledore. – respondeu arrastando-a pela mão.
Chegaram em frente à gárgula e Harry não lembrava a senha, concluiu que devia ser um tipo de doce, uma paixão do diretor.
- Sapos de chocolate? Torrões de Batata? Feijõezinhos de todos os sabores?
- Harry... Dumbledore não gosta de Feijõezinhos...
- Aaaa... É verdade!
- Varinha de Alcaçuz?
A gárgula abriu passagem, revelando uma escada circular, a qual os dois subiram de dois em dois degraus.
Harry bateu à porta e ouviu a voz do diretor: - Entre!
- Harry, Srta. Granger... Há quanto tempo não nos vemos... O que os traz aqui?
- Voldemort! – respondeu Harry objetivamente.
- O que ouve? Teve mais sonhos, Harry?
- Não, e é isso o que nos preocupa...
- Não entendi...
- Voldemort está muito calmo... Não há ataques, não acontece nada anormal.
- O menino Malfoy disse que te contou o que houve...
- Sim, contou. Mas desde então, não há notícias sobre Voldemort... Temo que ele esteja planejando algo. - Já pensei sobre isso, Harry... E assim que tomar uma decisão o informo.
- Espero então... – disse Harry se levantando.
- Diretor, o que o senhor irá fazer com respeito à Narcissa? – perguntou Hermione timidamente.
- Ainda não sei... Estou pensando sobre isso também, mas ainda não sei o que posso fazer. Só temo que os comensais entrem no Cabeça de Javali e peguem-na.
- Eu tenho uma sugestão, professor...
- Sou todo ouvidos, Srta. Granger...
Draco e Gina estavam sentados recostados em uma árvore na margem do lago.
- Gina posso te perguntar uma coisa?
- Claro Draco. – respondeu virando-se para encará-lo.
- O que nós, você e eu, temos?
- Como assim?
- Quer dizer, a gente fica, namora, amigos que se beijam de vez em quando?
A ruiva soltou uma sonora gargalhada.
- Eiii, Virgínia, não ria. – falou sério.
- Desculpa... Mas não sei o que te dizer. Só sei que não somos, definitivamente, amigos que se beijam de vez em quando.
Ele abriu um sorriso largo: - Me fez bem ouvir isso... É que...
- É que? – perguntou vendo a hesitação dele.
- Estou me apaixonando cada vez mais por você! E estou com medo que isso traga te traga perigos, afinal, está tudo indo bem... Há não ser seu irmão que me odeia, mas minha mãe está melhorando, a gente tá bem... E eu temo que isso, acabe te colocando na mira de Voldemort.
- Draco, eu estou na mira dele há muito tempo. Sou amiga de Harry Potter! Já pensou nisso?!
- É verdade, mas mesmo assim eu me sentiria muito culpado se algo acontecesse com você!
- Oh, meu amor... Não pense nisso agora... O que importa é cada vez mais eu me apaixono e me sinto feliz com você!
Draco abriu um sorriso largo e beijou Gina de um lado da face, depois do outro, na testa, olhos, queixo e finalmente capturou a boca dela num beijo calmo e apaixonado.
Luna andava pelos corredores, percebeu que estava sendo seguida. Dobrou o corredor, foi quando prendeu seu perseguidor na parede.
- O QUE VOCÊ QUER?
- Calma, Luninha, sou só eu! – disse Simas Finnigan com dificuldade e uma careta, por ela estar pressionando seu pescoço.
- Finnigan, não faça mais isso! Eu poderia ter te machucado! – soltou-o com um suspiro.
- Tudo bem, me desculpe, não faço mais. Finnigan? O que aconteceu com o Simas?
- Tudo bem, Simas. Por que estava atrás de mim?
- Oras, você sabe muito bem o porquê! Não se faça de desentendida!
- Tudo bem sei o porquê, mas eu não disse que ia ser quando EU quisesse?
- Disse, mas você não tem nem olhado pra mim direito! – reclamou colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha!
- Simas... Solta seu cabelo?
- Solto, mas por quê?
- Simplesmente solte ok?!
Simas tirou a chuquinha que prendia seu rabo de cavalo frouxo, e deixou os lindos cabelos cor de areia caírem com uns fios pelo rosto.
Era perfeito, na visão de Luna, os cabelos cor de areia até os ombros, bem lisos e com fios caindo teimosamente no rosto, enquanto ele tentava colocar alguns atrás da orelha.
Luna foi até ele e o beijou. Simas foi pego desprevenido, mas respondeu ao beijo, a abraçou forte aumentando ainda mais o contato entre seus corpos.
Luna foi os guiando para uma sala próxima, pois ali no corredor qualquer um poderia pegá-los, sem deixar de ter contato com os lábios macios e quentes de Simas. Ela o encostou na parede enquanto suas mãos percorriam o tórax, braços e costas do rapaz..
Simas desviou os lábios para o pescoço de Luna, que com o contato suspirou, e o abraçou ainda mais forte. Alguma coisa estava diferente da primeira vez, que foi uma coisa completamente casual, ela também não estava apaixonada nem nada, mas sabia que algo estava diferente.
Simas beijava, mordiscava e cheirava a curva do pescoço de Luna e pensava no quanto tinha sentido falta do corpo dela junto ao seu, será que estava começando a levar a sério uma coisa que tinha apenas começado no casual?
Luna capturou novamente seus lábios num beijo calmo, que logo foi se tornou em um beijo desesperado, com mãos por todos os lados.
Ela correu os lábios pelo pescoço dele chegando à orelha deu uma leve sugada no lóbulo ouvindo um suspiro alto do loiro a sua frente, voltou aos lábios dele. Separaram-se em busca desesperada de ar.
- Vou indo Simas. – informou com os lábios inchados dos beijos.
- Só te peço para que não me prive tanto tempo de você! – falou com um sorriso brincando nos lábios vermelhos.
- Vou pensar no seu caso. – respondeu rindo e saindo da sala.
- Pensa com carinho. – gritou para ela ouvir.
Ela virou e abriu um sorriso e continuou seu caminho.
- Srta. Granger sua sugestão é excelente. Tanto que vamos colocar em prática. – sorriu Dumbledore.
- Antes temos que falar com os outros! – disse ela.
- Harry, por favor, chame o Sr. Malfoy e a Srta. Weasley aqui. Se você achar conveniente chamar o Sr. Weasley, chame-o também.
Harry saiu correndo desembalado procurando todos três, decidiu que pelo menos ia falar com Rony, quando o encontrou saindo de uma sala.
- Ron, ei... Ron espera!
- Nossa, até que enfim apareceu. Você e a Mione estão sumidos há horas.
- Sobre isso que eu vim falar com você. – Harry explicou a situação e o plano que tinham para ajudar Narcissa.
- Nem pensar que eu vou ajudar aquele protótipo de comensal.
- Rony deixar de ser teimoso!
- Agora é assim, todos do lado dele e todos contra Ronald!
- Você que é um cabeça-dura que não quer nem ouvir o porquê de todos estarem falando com ele.
- E nem vou ouvir... Vai lá com o Draquinho, vai!
- Você não tem mesmo jeito. – e saiu em busca dos outros dois.
Depois de correr uma boa parte do castelo, Harry os achou no jardim, sentados em baixo de uma árvore bastante afastada.
- Até que enfim achei vocês. – disse ofegante.
- O que houve? – perguntou Draco.
- Dumbledore... – parou pra respirar.
- Ai meu Deus, o que aconteceu com Dumbledore, Harry? – perguntou Gina preocupada.
- Nada, Dumbledore está chamando na sala dele.
- Aaaahnnn... – responderam em uníssono e seguiram Harry até a sala do diretor.
- Desculpa por ter demorado tanto, eu tentei falar com o Ron, mas como prevíamos, ele não quis vir.
- Cabeça-dura. – disse Hermione.
- Mas então, por que estamos aqui? – quis saber Gina.
- É sobre sua mãe, Sr. Malfoy.
- O que houve com ela?
- Nada por hora, mas devíamos tirá-la de lá.
- E levá-la pra onde?
- É sobre isso que conversaremos agora. A Srta. Granger deu-nos uma sugestão e tanto.
- Sou todo ouvidos.
- Hermione sugeriu que a trouxéssemos para o castelo. Onde poderíamos tê-la sob constante vigilância. E aqui ela tem tudo o que possa precisar.
- Como vamos fazer isso e onde ela vai ficar aqui?
- Vamos trazê-la ao anoitecer e ela ficará numa sala que poucos sabem onde fica, terá o que precisar e estará segura. Contudo, precisamos da sua permissão pra isso.
- Claro que tem... Que horas nós vamos?
- Ao anoitecer... Você e Harry devem ir embaixo da capa de invisibilidade, não quero colocá-los em risco e nem sua mãe.
- Ok.
- Eu, Srta. Weasley e Srta. Granger vamos à frente, vocês nos seguirão bem de perto. Então todos aqui às 18:30h!
- Ok – responderam em uníssono e saíram.
Precisavam se preparar, ainda era 16:30h, mas não tinha só preparo físico, mas também psicológico.
Hermione e Gina se trancaram no dormitório até às 18h, os meninos andavam de uma lado para o outro, repassando em suas mentes.
às 18:30h em ponto estavam em frente à sala de Dumbledore.
- Bom, já que todos estão aqui podemos partir. Harry trouxe a capa?
- Sim, está aqui. – mostrou tirando de dentro das vestes.
- Ótimo, então vamos.
Seguiram castelo afora, foram para os jardins. Dumbledore ia se dirigindo para os portões, quando Hermione o parou e sugeriu:
- Não acha melhor irmos por aqui, diretor? – referindo-se ao Salgueiro Lutador.
Depois que Dumbledore concordou, Hermione pegou um galho seco e comprido no chão e pressionou o nó da árvore, o salgueiro ficou imóvel e abriu sua passagem.
- Não tinha pensado nisso! Brilhante idéia senhorita, brilhante!
Hermione corou e agradeceu. Esgueiraram-se pelos corredores escuros, iluminados somente pela varinha de Hermione que ia a frente, logo chegaram à Casa dos Gritos.
- Bom, – começou ela – daqui até ao Cabeça de Javali não é tão longe. Professor coloque isto, por favor. – e entregou-lhe o que parecia um cobertor. – Coloque sobre sua cabeça, não devemos levantar suspeitas de forma alguma.
- Muito bem pensado, Srta. Granger. – respondeu jogando o cobertor sobre sua cabeça e encurvando-se um pouco.
- Vocês – apontou Draco e Harry – Vistam a capa e vamos logo! Gina vem comigo, vocês dois entram com Dumbledore.
Hermione e Gina saíram à frente em direção ao bar, viram um senhor sentado próximo a porta, Gina jogou uns nucles pra ele e continuaram o caminho.
Entraram e Hermione fez um sinal com a cabeça para Aberforth, que foi avisado que buscariam Narcissa, ele fez um movimento com a cabeça indicando os fundos do bar. Sentaram e pediram uma cerveja amanteigada, a tomaram rapidamente e escutaram a porta do pub abrir, uma figura encurvada com um cobertor sobre a cabeça estava entrando, Hermione pediu para ir ao banheiro, ele indicou novamente os fundos, ela e Gina seguiram na direção indicada e se sentaram para esperar Dumbledore e os meninos.
- Por favor, me dê um pouco do que comer... – disse a figura encurvada, com a voz aparentando estar fraca e rouca.
Duas pessoas ainda se encontravam no local, levantaram e acertaram as contas e foram embora.
- Por aqui, por favor.
E seguiram pelo mesmo caminho que as meninas tinham ido há pouco.
- Ela está no andar de cima, terceiro corredor à direita, segundo corredor à esquerda, terceira porta depois da janela.
- Ok, eu, Gina e Draco vamos lá, Harry fique com Dumbledore e Aberfoth montando guarda aqui embaixo. – falou com ele que havia acabador de tirar a capa de cima dele e de Draco.
Seguiram as direções indicadas por Aberfoth e pararam em frente à porta.
- Vá na frente Draco.
Draco abriu a posta do quarto devagar, viu a silhueta da mãe deitada.
- Mãe? A senhora está acordada? – perguntou passando a mão de leve no braço dela.
- Draco, meu filho que saudades!!! – ela pulou da cama num salto e o abraçou. - Há tempos que não o vejo.
- Também estava com saudades mãe... Nós viemos te buscar. Vamos te levar pra escola.
- Pode ser perigoso.
- Não, já está tudo certo. Dumbledore está lá embaixo, a senhora vai ficar bem! Vamos!
Draco passou o braço em volta do corpo da mãe, que ainda estava fraca, e foram para fora do quarto.
- Quem são, meu filho? – perguntou apontando para Hermione e Gina.
- Você já as conhece mãe. Hermione Granger, o cérebro disso tudo aqui, e Virgínia ou Gina Weasley.
- Granger é a que seu pai se refere como sangue-ruim amiga do Potter e a Weasley e filha do Arthur Weasley?
- Sim, são elas. – respondeu meio sem graça.
- Encantadoras. – comentou sorrindo.
As meninas agradeceram sem jeito e apressaram-se em descer, já haviam demorado muito. Poderiam levantar suspeitas pela demora em outros clientes do bar.
Quando chegaram ao pé da escada, ouviram reclamações pela demora.
Hermione com um aceno da varinha fez aparece um pano igual ao de Dumbledore para Narcissa.
- Sra. Malfoy coloque isto, como fez Dumbledore, por favor. Pra evitar que vejam seu rosto.
- Pode me chamar de Narcissa. – colocou o pano sobre a cabeça.
- Aberfoth, obrigado por tudo que fez, e por nos ajudar. Apareça no castelo para conversarmos. – disse Dumbledore.
Saíram quase no mesmo esquema, só que Narcissa estava entre Hermione e Gina.
Elas viram o mendigo levantar e mexer em alguma coisa na roupa, e logo foram rodeadas por quatro figuras pretas encapuzadas, quando o mendigo livrou-se da roupa puderam ver Dolohov.
- Acharam que iria ser tão fácil assim?
Antes que pudessem reagir, Lucius mirou em Narcissa e gritou com fúria:
- SECTUSSEMPRA!
Narcissa desfaleceu e foi amparada por Dumbledore.
-Vocês cuidem deles. – ordenou Dumbledore, apontando os comensais. – Vou levar Narcissa para um lugar seguro e cuidar dela!
- Está bem diretor! – disse Hermione sacando a varinha e estuporando Dolohov com o feitiço não-verbal. – Acho que nem vai ser tão difícil assim! - disse enquanto cordas prendiam o comensal desacordado.
Dumbledore pegou Narcissa e desaparatou para a Dedos de Mel, como o combinado para o Plano B, desceram pelo alçapão e seguiram o túnel em direção ao castelo.
- Olha a sangue-ruim! Dolohov é um idiota mesmo por se deixar estuporar tão fácil! – ouviu uma voz debochada bastante conhecida, Bellatrix Lenstrage.
- Ora, ora... Bellatrix. Pensei que estivesse cheirando seu mestrezinho mestiço! – replicou Hermione debochada.
- Calada, sangue-ruim!
Hermione viu um feitiço verde escuro passando por ela que desviou habilmente, “Cruciatos”.
- Você já foi mais eficiente, Bella! – em tom mais que zombeteiro.
- Ora sua... – e lançou outro feitiço.
Enquanto Hermione e Bellatrix duelavam, Harry ocupava-se com Goyle, Gina com Crabble e Draco duelava com Lucius.
- Se ela morrer, você está perdido! – vociferou Draco.
- Eu sempre desconfiei que aquela mulher estivesse viva e quando fui a Hogwarts tive certeza. Você não se referia a ela no passado. Para descobrir que ela estava aqui foi um pulo, mas não tinha como entrarmos, porém eu sabia que você não ia deixar sua preciosa mamãezinha aqui por muito tempo. Foi só esperar a hora certa!
- Já disse pra lavar a boca com sabão antes de falar da minha mãe – a boca de Lucius se encheu de espuma – É melhor lavar direitinho!
-Com um aceno de varinha Lucius limpou a boca e lançou um jato verde em direção a Draco que desviou.
Harry e Gina duelavam com facilidade, ambos já tinham estuporado e estavam prendendo seus comensais.
- Harry! – gritou Hermione sem desviar os olhos de Bellatrix – Chame a Ordem! Levaremos pelo menos estes três comensais presos!
- Eu te ajudo Hermione!
- Harry, VAI AGORA! – vociferou ela.
- Gina, leve-os para algum lugar onde você também esteja mais segura – quando percebeu que a ruiva ia falar algo, emendou – AGORA, VÁ!
Harry saiu em busca de como se comunicar com a Ordem e Gina tentado encontrar algum lugar e trazendo os corpos flutuando com auxílio da varinha.
- Bella me responde uma coisa: Quando você vai começar a duelar de verdade? Já estou ficando cansada disso! – disse debochada.
- Sangue-ruim dos infernos ! – lançou um feitiço que acertou Hermione em cheio, rolou alguns metros e se levantou.
- Até que enfim, acabou a brincadeira! - respondeu entre dentes.
Lançou dois feitiços estuporantes seguidos, Bellatrix desviou de um, mas do outro não teve tanta sorte, foi jogada por alguns metros e bateu de costas em uma parede.
Bellatrix levantou com um pouco de dificuldade, sua varinha jorrou uma luz verde claro, a qual não pegou Hermione por pouco.
- Já está querendo me matar, Bella? Nós começamos a brincar agora!
- Pare de me chamar de Bella, sua sangue-ruim!
- Uiiiii, a Bella está ficando brava! Então vamos colocá-la pra dormir! – quatro feitiços estuporantes foi muito pra Bellatrix desviar, dois pegaram em cheio no peito.
Foi quando Hermione escutou um baque, olhou: Draco tinha sido arremessado pelo pai, que pegou o braço de Bellatrix e desaparatou.
- Draco você está bem? – perguntou passando a mão pela testa dele – Gina!- chamou.
- Estou sim, só com um pouquinho de dor nas costas!
- Foi um tombo feio.
- Draco!!! – Gina veio correndo na direção deles – O que aconteceu? Você está bem? Está machucado?
- Estou bem sim, meu amor.
- Gina, os comensais que estavam com você, onde estão?
- Naquele beco escuro ali! – apontou um pouco à esquerda deles - Eu te ajudo a trazê-los. Draco sente-se ali. – apontou uma pedra.
Quando Harry chegou com alguns membros da Ordem, os comensais estavam todos amarrados um de costa pro outro na mira das três varinhas.
- Aqui estão Dolohov, Goyle e Crabble! Bellatrix e Lucius conseguiram fugir.
- Mi você está ferida! – disse olhando o supercílio dela que estava aberto e sangrando um pouco.
- Nada demais. Draco precisa ir à enfermaria, o tombo foi grande.
- Você também tem que ir, Hermione. Você foi arremessada por um bocado de metros.
- Então vamos todos. – disse Gina pondo fim à discussão.
Aurores que faziam parte da Ordem levaram os comensais para Azkaban enquanto os quatro iam em direção a Casa dos Gritos para pegarem o atalho pra Hogwarts.
Chegando a Hogwarts foram direto para a sala do diretor.
- Dumbledore, minha mãe está bem? – perguntou Draco aflito.
- Sim, ela está... Está descansando agora. E pelo o que soube vocês duelaram muito bem. Principalmente você, Srta. Granger. Bellatrix Lenstrange não é uma pessoa fácil de duelar.
- Obrigada, professor!- Agora a Srta e o Sr. Malfoy para a enfermaria cuidar desses ferimentos. Harry e Gina, parabéns, prenderam comensais sem nenhum problema, grande iniciativa Harry de buscar membros da Ordem.
- Ordem da Hermione. – disse sorrindo.
- Srta. Weasley, excepcional no feitiço de levitação e da corda-presa, os aurores até tiveram dificuldade para desfazê-lo.
- Obrigada, professor. Agora, vamos pra enfermaria cuidar disso. Você vai Harry?
- Vou claro. Até mais Dumbledore.
E saíram em direção à enfermaria.
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N/A: Dedo dedo da Gaby (minha beta) em muito lugares ae... Vlw Gaby...
O próximo cap. pode nem demorar tanto a vir!!
Bjs
E Façam um autora MUITO feliz!!!
Comentem bastante! |