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Pov. Ana
Estava na aula de Herbologia com a Lucy. A professora Sprout nos mandou sentar em duplas escolhidas por ela. Droga! Ela nunca me vai por com a Lucy. Ela pega um pedaço de pergaminho encardido e começa a chamar as duplas e apontar os lugares que eles deveriam se sentar nas mesas. Quando ele aponta para a mesa ao lado dela e murmura com a voz estranha dela – Lucy Galaxi e Richard Colt. – a Lu automaticamente fecha a cara e vai para a mesa for o Richard com um biquinho fofo, ela não consegue deixar de ser fofa. Espera se ela vai com o Richard, com quem eu vou? A professora aponta para a mesa do fundo e fala – Ana Colossos e Cedrico Diggory.
Ah não! Vou dar uma de Clara e começar a reclamar que nem ela. Se esse garoto me irritar de novo eu vou surtar e virar a loca (o que a Clara sempre vira todo o dia). Sento ao lado dele na mesa de mal grado. Porque eu? Porque não podia ser a putinha? Por que eu? Meu Merlin!
A professora vai até a frente de todas as mesas fala que nós temos em cima da nossa mesa uma planta diferente das outras mesas, e que é para nós procurarmos no livro qual era a nossa planta. Isso vai demorar já que o livro tem 500 paginas e em cada pagina tem 2 plantas.
– Aninha já acabou meu trabalho do Snape? – Cedrico me pergunta com um sorriso falso
– Eu não vou fazer trabalho nenhum. – eu falo sínica
Eu já havia feito o trabalho dele na biblioteca, mas eu não vou dar esse gostinho para ele. Eu adoro a cara de zangado que ele faz! É imperdível! E é tão gratificante ser o motivo de ira dele.
– Você vai fazer o meu trabalho. Se não eu garanto que você irá sofrer as consequências. – ele fala entre dentes
– E qual seria a consequência? – eu pergunto provocando – Pense em algo relmente bom enquanto eu pego o seu trabalho. – digo como se nada houvesse acontecido
Eu pego o pergaminho dele de dentro do meu caderno enquanto Cedrico estava congelado feito bobo. Foi maldade essa, mas ele merece!
– Por que você não falou isso antes? – ele pergunta se controlando para não gritar, pelo menos um de nós tem que se controlar.
– Porque eu não quis. – falo colocando o pergaminho em cima do livro dele – Afinal você não pediu Por Favor, e nem falou Obrigado.
– Eu não vou falar Por favor, Ana. – ele fala sínico
– Imagina se falasse. –provoco revirando os olhos
– Não me provoca. – ele fala bravo
– Imagina se eu provocasse. – rebato
– Vocês já começaram? – ouvimos a voz da professora a nossa frente
Eu e Cedrico levamos um susto capital. Eu penso em uma desculpa e falo:
– Sim, professora. Estávamos falando que talvez a nossa planta possa ser a “Provocar”, ou em latim “Causa”. – falo
– Nossa! Como vocês descobriram tão rápido?- ela pergunta para mim
– Na verdade foi o Cedrico que pensou que poderia ser. – eu falo sem pensar
– Foi? – a professora arregala os olhos
– Pois é. – Cedrico fala com uma cara de surpresa – Fui eu.
– Vocês podem fazer um relatório sobre a planta de vocês e depois estão liberados – ela fala – Meu filho, você pode ter um futuro promissor em herbologia. – ela fala e eu seguro a risada
Nós dois concordamos e a professoa saí da frente de nossa mesa. Eu abro o livro procurando “Causa” enquanto o Cedrico pegava a pena e o pergaminho. Depois de uns 3 minutos acho a nossa planta e leio por cima sobre ela.
– Coloca o meu nome e o seu e depois resume tudo. – ele fala espreguiçando folgadamente
– Foi você que achou a planta, escreve você. – falo de cara fechada
– E alias que história é essa de eu ter achado a planta? – ele pergunta confuso
– Eu já passei em Herbologia, já você precisa de nota. Então eu achei melhor você ganhar um pontinho, já que para mim não faria diferença. – digo o deixando muito bravo com a verdade
Eu sei que eu provoquei.
– Você não passa de uma vadiazinha desgraçada, que deu para todo mundo da casa e finge ser nerd, mas na verdade é uma sangue-ruim que ninguém que por perto. – ele explode gritando e se levantando da cadeira.
Quem ele pensa que é para falar assim comigo? Quer saber? Chega! Desisto! Acabou minha paciência! Eu aguentei de mais! Dois anos é muito!
– Chega! – grito me levantando da carteira – Não aguento mais! – grito de novo
Parece que a Lucy entendeu porque ela pulou da carteira e veio na minha direção. Eu e o Cedrico estávamos em pé e o resto da sala também estava.
– Não, Ana calma. – Lucy tenta me acalmar, mas é impossível.
– Não Lucy, Chega! Eu não aguento mais fingir quem eu não sou uma veela. Nem eu e nem a Clara gostamos de nos desarrumar e você sabe. – eu grito para a Lucy e ela concorda – Eu cansei de desonrar a minha família. – falo mais baixo – A Grazzi também não gosta e você também.
– Vamos chamar as meninas e pedir transferência. – Lucy fala
E0u pego minhas coisas rapidamente e a Lucy também. Todos estavam nos olhando, mas nem ligamos. Quando estávamos saindo pela porta eu ouço Cedrico falar:
– Além de vadia, é veela, está ficando cada vez melhor.
Mexeu com fogo vai se queimar. Nossa essa é velha, mas deixa para lá.
– “Despective”. – murmuro apontando a varinha para ele
– Ahh! – ele começa a gritar como uma criança e a gritar horrorizado – O que você fez? – ele pergunta e eu não respondo
O feitiço que eu lancei nele fez o “instrumento de prazer” (para não falar merda) desaparecer! O “negócio” só vai reaparecer com um feitiço reverso e um remédio. Fui maldosa agora! Mais é só para deixar minha marca.
Eu e a Lucy saímos da sala e ninguém impede. E a professora? Estava com uns tampões estranhos no ouvido e cuidando de uma planta amarela estranha e nem viu o que ocorreu.
Vamos para a sala de DCAT buscar a Grazzi e a Clarinha e sem perguntar entramos na sala. Ao entrar na sala meu olhar vai direto para a Clara. Ela tinha acabado de desarmar o Potter e com certeza ia fazer um estrago no próximo feitiço.
A Lucy foi tentar fazer o Grazzi parar de estapear o Malfoy, que estava rindo escandalosamente. Eu vou até a Clara e a puxo para trás tirando a varinha da mão dela um segundo antes dela acabar com ele.
– Hey! Me devolve! – Clara grita comigo tentando pegar a varinha da minha mão
– Calma nós vamos pedir transferência. – falo e Clara para
– Não vou mais precisar usar essas roupas e nem prender meu cabelo? – ela pergunta com inocência
Eu citei que todos estão olhando para agente confusos? Acho que não.
– Nunca mais. – falo e entrego a varinha para ela que já estava mais calma
– Oba. – Clara comemora como uma criança – Posso fazer as honras? – ela pergunta
– E você tem dúvida? – respondo meio que perguntando
Que bom que o professor não está na sala. Alias onde ele está?
– “Bealyw”.* – Clara murmura com a varinha apontado para a Grazzi
Grazzi é atingida por um brilho verde, o cabelo se soltou e caiu em ondas nos ombros, os olhos estavam com uma sombra vende brilhante e a boca neutra. A saia que ela estava usando ficou a um palmo e meio acima do joelho com uma meia rendada de serpentes, a blusa estava com dois botões abertos e a o cachecol estava em volta do pescoço, o casaco completava tudo. Ela também usava brincos pequenos e pulseiras da cor verde e sapatos de salto verdes escuros.
– “Bealyw”. – Clara murmura apontando novamente para a Lucy
Um brilho azul atingiu-a e um segundo depois o cabelão dela estava solto e mais enrolado do que nunca, os olhos estavam com um gliter azul brilhante e a boca um tom cor da pele. A roupa dela mudou completamente, agora ela estava com uma calça colada preta com detalhes azuis, a blusa estava por dentro da calça com dois botões abertos, a gravata estava perfeitamente colocada em volta do pescoço dela e o casaco da Corvinal estava passado perfeitamente. Ela usava uma bota (com salto por dentro) azul escuro e pulseiras azuis e brancas, estava com brincos de argola grandes.
– "Bealyw". – Clara aponta a varinha para mim
Eu sinto um formigamento e vejo um brilho amarelo me envolver. Meu cabelo estava solto e o liso caia no meio das minhas costas. Eu vi pelo reflexo de um espelho de uma das paredes que o meu olho estava com uma sombra brilhante amarela e minha boca vermelha. Meu uniforme estava totalmente diferente. Eu estava com um short preto e uma meia 3\4 preta com detalhe amarelo, minha blusa estava com dois botões abertos e a minha gravata estava amarrada com um nó, meu casaco estava com um sinto dourado em volto prendendo na minha cintura. Eu estava com um sapato de salto Anabela e varias pulseiras douradas. Nossa a Clara caprichou!
– "Bealyw". – Clara aponta a varinha para si mesma
Os cabelos lisos com as pontas enrolados caiam acima do meio das costas, os olhos estavam apenas com um rímel preto, e a boca estava num tom vermelho. A roupa também mudou! A saia a um palmo e meio acima do joelho e era de cintura alta, a meia calça era arrastão, a blusa estava por dentro da saia e com dois botões abertos, a gravata estava amarrada em um nó mal feito. O sapato era uma bota de salto fino preta.
– Meu Merlin! Que gostosas! – ouso alguém falar mais especificamente o Potter
Saímos da sala e só ouvimos o barulho dos saltos. Assim que pomos o pé para fora da sala o maldito sinal toca. Nós vamos sem pressa para a sala do diretor e quando chegamos à águia murmuramos “Sorvete de Limão”. Senha estranha néh? Mas e daí? Depois de 30 minutos saímos sorridentes da sala e com tudo o que queríamos ficando realidade.
Nox.