(N\A;O Harry nessa história era só o menino que sobreviveu e o Voldemort já havia desaparecido, ou seja, o Harry é normal. Não houve o troneio Tri bruxo e o Cedrico é da mesma idade que o Harry. As personagens são inventadas por mim.)
Alguns Anos Atrás
Pov. Clara
–Clarinha, não se esqueça de fazer meu trabalho. - Harry dizia assim que saí da aula do Snepe
Ele não era apenas Harry, era O Harry Potter, o lindo mais idiota da Grifinória, meu colega mais chato da escola e o tormento dos meus dias. Só por que eu sou esforçada e a melhor aluna da Grifinória, ele me manda fazer os trabalhos dele. E por que eu faço? Porque ele me ameaça. Simples! Um dia eu ainda vou me vingar e faze-lo implorar para eu não tortura-lo, no bom sentido. Eu não sei quando, mas vai ser o mais rápido possível. Mas o que uma aluna do 2 ano podia fazer contra o mais foda do gueto? Eu não sei.
Bom meu nome é Clara Lúcia. Sou uma menina da Grifinória. Estudo em Hogwarts. Sou uma menina diferente, mas só vou fazer o porquê depois.
Estava indo para a biblioteca e encontrei a Graziely no meio do caminho. Ela me abraça assim que me vê, mas sem deixar cair os livros que estavam na sua mão. Ela é da Sonserina, mas nós somos amigas, mesmo sendo rivais. É muito divertido ter ela como amiga!
– Olá Clarinha. – ela fala sem sorrir
– Olá Grazzi. – falo – Vai fazer de novo os trabalhos do Malfoy? – pergunto como se fosse óbvio
– Do jeito que ele me ameaçou, é claro que eu vou. E você vai fazer do Potter, certo? – pergunta e eu concordo
– Vamos para a biblioteca? – pergunto
– Claro. – ela fala sorrindo milimetramente
Pode parecer estranho, mas eu tenho uma amiga de cada uma das casas e não tenho nenhuma amiga da minha própria casa.
Nós já estávamos perto da biblioteca quando esbarramos em duas pessoas que também estavam entrando.
– Hey! – gritamos junto com as duas pessoas e quando vemos quem eram rimos.
– Oi Lu, oi Aninha. – falamos para nossas amigas da outra casa
A Lucy é da Corvinal e a Ana é da Lufa-lufa. Nós somos o quarteto mais inteligente de todas as casas. Legal néh? Não! Todos nos zoam por isso!
– Oi Grazzi, Oi Clarinha. – elas falam em uníssimo
– Vão fazer os trabalhos do Diggory e do Colt?- pergunta Grazzi
(N\A: O par da menina da Grifinória é o Harry mesmo, o da Sonserina é o Draco, da Lufa-Lufa é o Cedrico e o da Corvinal é um personagem inventado por mim (que se chama Richard Cold) e eu imaginei ele sendo o Logan Lerman.)
– Pois é. – Ana responde – Eu ainda me vingo do Diggory.
– E eu do Colt. – Lucy completa
– Nem preciso dizer nada sobre o Malfoy e a Clara do Potter. – Grazzi diz
Nós vamos para a biblioteca juntas e fazemos os nossos trabalhos e o dos garotos. Eu e a Gazzi temos aula de Defesa Contra as Artes das Trevas (DCAT). Eu já estou no meu limite com o Potter e se ele me irritasse eu iria desistir de ser a menina certinha e ia lançar um feitiço horrível nele.
Eu e a Grazzi entramos na sala atrasadas, mas somente depois de nós o professor chegou. Mas quando ele chegou começou a dividir a turma em duplas para fazermos os duelos. Ele misturou meninos e meninas, mas separou as casas. Isso quer dizer que eu não vou ficar com a Grazzi. Merda! O professor termina de dividir as duplas da Sonserina e vem dividir a da Grifinória. Puts a Grazzi ficou o Malfoy. Ele está ferrado! Assim como o Harry estaria se eu fizesse dupla com ele. Falando no dito cujo, o professor chamou o nome dele. Tomara que não seja eu!
– Harry e... – o professor olha na prancheta com o pergaminho – Clara.
Ah não! Você só pode estar brincando! Tem muitos alunos aqui e tinha que ser eu. Por que Merlin? Por que eu? Não podia ser o Neville? Tá, ok, chega de reclamar! Vou carrancuda com o Harry até um dos lugares para praticar feitiços, mas ele vai sorrindo irônico. Espera! Eu vou ter que praticar feitiços com o Harry! Um dos melhores alunos em DCAT. Mas eu também sou boa nisso. Quero ver no que vai dar. Nós ficamos em frente um para o outro com as varinhas em mãos.
– Pronta docinho? – ele pergunta para mim
– Sempre. – respondo firme
– Expelliarmus. – ele tenta lançar em mim
–Protego. – eu defendo – Expelliarmus. – lanço logo em seguida e ele não tem tempo de se defender
Ele é jogado para trás e a varinha escapa da sua mão, mas ele nunca vai deixar de me provocar.
– É só isso que você sabe fazer, docinho?
Ele me deixou no limite e eu sei que não vou conseguir me controlar, mas essa vez ele vai se arrepender de ter mexido com Clara Lúcia! A raiva era tanta que estava com o feitiço na ponta da língua e esse feitiço com certeza iria o machucar, mas quando eu estava deixando as palavras saírem da minha boca alguém me puxa para trás e pega a varinha da minha mão. Merda!
Nox.