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64. Grifinória vs Lufa-Lufa


Fic: Thank You For Looking At Me, em português.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Na manhã seguinte, Alicia era o centro dos comentários entre os alunos da Grifinória e os jogadores das outras casas. Não poderia dizer que era ruim, tampouco concordava que era algo magnífico ter pessoas falando de você por todo lugar.
Ignorava o burburinho na hora do almoço quando fora chamada por Edward. Ele apenas dissera que o time estava reunido e precisava dela. Alicia seguiu-o. Chegaram até uma sala de aula vazia onde estava o time todo sentado.
- O Tom pediu para que viéssemos... – Explicou Stephanie.
Alicia sentou-se. Cerca de cinco silenciosos minutos depois, Thomas entrou na sala. Foi andando até a mesa do professor, onde sentou-se ignorando a cadeira.
- Primeiro, obrigada por terem vindo. – Sorriu. – Segundo, gostaria de me desculpar com vocês por ontem... Eu realmente perdi a hora e nem sei o que dizer.
Um silêncio seguiu-se às palavras de Thomas. Ele parecia realmente arrependido. O time manteve o silêncio por mais alguns minutos.
- Olha cara... – Johnson começou. – Eu sei exatamente como é essa coisa toda de princípio de namoro e fico contente que você esteja descobrindo também. Mas, querendo ou não, você é o capitão do time e precisa conciliar as duas coisas.
- Eu acho que o John falou tudo, Tom. Tenho certeza que falo por todo mundo quando digo que você tá desculpado. A única exigência que fazemos é que isso não se repita. – Chad falou.
- Vocês não imaginam o quanto fico feliz em ouvir isso. Têm a minha palavra de que isso não se repetirá nunca mais. Agora, exercendo meu dever de capitão... Considerações sobre o treino de ontem.
Os jogadores se arrumaram nas cadeiras.
- Então... Edward e Mitchel, bons desvios de balaços, só peço para que, por favor, evitem mirar para o mesmo lugar, ou os balaços se chocarão e voltarão contra vocês.
- Sim senhor. – Disseram os gêmeos juntos, rindo.
- Johnson, ótimas defesas. Só cuidado com o canto inferior do aro esquerdo.
- Pode deixar!
- Steph e Chad, ótimos passes e belas jogadas. Só temos que treinar mais um pouco as deixadas de bola de longa distância.
- Você também mandou bem no treino. – Chad analisou.
- E por fim, mas não menos importante, Alicia. – A menina corou levemente. – Primeira constatação... Você é louca! – Todos riram. – Brincadeiras a parte, posso afirmar que fiquei levemente surpreso com sua atuação, mesmo não duvidando nunca do seu potencial. Acho que se for sempre assim, não tem pra mais ninguém. Mas, por favor, não queira ser a heroína sempre. Ninguém aqui quer ver você acidentada.
- Vou me esforçar... – Sorriu ainda corada e arrancando risos de todos.
- Então, acho que é só. Devemos ter tempo apenas para mais um treino contra a Lufa-Lufa. Mas eu confio plenamente em vocês e sei que somos muito capaz de ganhar.
Todos concordaram e começaram a se levantar para deixar a sala. Alicia, a mais quieta de todos, levantou-se e foi saindo silenciosa.
- Ei, Alicia... – Tom apressou o passo para alcança-la. Ela limitou-se a olha-lo. – Será que o empréstimo da vassoura ainda tá de pé? Não que a minha vassoura não seja boa, é uma Runner 600, afinal. Mas não deve se compara a sensação de estar numa 800... – Ele falou sonhador.
- Claro que sim. Quando você quiser eu empresto. – Um leve sorriso.
- Perfeito! – Ele exclamou. – Tá tudo bem com você?
Alicia desconcertou-se com a pergunta.
- Tá, claro que sim! Por que não estaria?
- Não sei... Só estou achando você um tanto quanto... quieta.
- Só cansada mesmo. Juro. – Acrescentou sob o olhar desconfiado do rapaz. – Agora preciso ir, tenho aula em dez minutos. – Acenou para Thomas e saiu quase correndo, antes mesmo que ele pudesse responder.


A Grifinória teve, sim, tempo para mais um treino. Na sexta à noite os jogadores reuniram-se para ajustes técnicos. Gastaram três horas inteiras treinando. Estavam exaustos quando terminaram. Eram quase onze horas e não deveriam dormir tarde, o jogo aconteceria na manhã seguinte. Voltavam, arrastando-se, para dentro do castelo.
- TOM! – Ouviram Christine gritas no meio do saguão de entrada.
- Christie... – Ele sorriu. – Ia te procurar nesse minuto, acabamos o treino agora.
- Eu leio seus pensamentos, Tomzinho... – Ela aproximou-se e o beijou.
Os outros limitaram-se a olhar e continuar subindo em silêncio. Evitavam falar pelo cansaço. Alicia evitava pelo nojo que a cena lhe proporcionava.
Chegou ao salão comunal e encontrou as amigas conversando perto da lareira, acenou e subiu. Precisava de um bom banho e de descanso. O peso da estréia começava a se alojar, desconfortavelmente, em seu estômago.


No dia seguinte, à hora do café, Alicia estava sentada – com os cabelos recém-lavados presos em um rabo de cavalo bem feito – olhando o prato vazio. Era cedo e o salão se enchia aos poucos. O time da Lufa-Lufa entrou no salão principal junto de alguns alunos animados. Alicia olhou de relance o apanhador - Edgard Drake. Ele parecia confiante e animado. O estômago de Alicia deu outro tranco.
Os alunos da Grifinória que chegavam, davam um tapinha no ombro de Alicia e diziam palavras de motivação, o que só servia para deixar a garota mais nervosa.
Stephanie, Johnson, Edward e Mitchel apareceram alguns minutos depois. Todos sorridentes e confiantes.
- E aí? Preparada? – Stephanie perguntou, servindo-se de cereal.
Alicia limitou-se a olhar a companheira de time e sorrir amarelo. Os outros não precisavam saber – ainda – que ela estava prestes a ter um treco.
- Bom dia, apanhadora! – Susan, Katerine e Rafaela chegavam para o café. Todas usando cachecóis com as cores da casa e carregando flâmulas vermelhas com um leão dourado.
- Acho que estou começando a me arrepender... – Alicia murmurou pras amigas.
- Tá louca? Esse sempre foi seu sonho! Agora que está tão perto vai desistir? Nunca! – Susan respondeu.
- Sério, Aly. Esse nervoso é normal. Você treinou, é boa... Vai conseguir fácil! – Rafa sorriu.
- E come alguma coisa; não queremos você caindo da vassoura, certo? – Kate riu. – Essas torradas estão maravilhosas!
- Eu não estou com fome... – Respondeu dando uma mordida desanimada na torrada que Kate lhe passou.
Susan não prestava mais atenção à conversa. Olhava ao redor com a sobrancelha erguida.
- O que houve, Suse? – Aly perguntou dando mais uma mordida na torrada.
- Estranho... – Susan continuava a olhar em volta. – Muito estranho...
- O que é estranho? – Rafa indagou.
- Não estou vendo o Tom... – Encarou as amigas.
- Ele deve estar no campo, não? – Kate encolheu o ombro.
- Meu irmão nunca vai jogar sem comer. – Respondeu, sombriamente.
Alicia percebeu que, a poucos lugares de distância, o time se perguntava a mesma coisa. Era incrível como o sexto sentido de Susan funcionava. Pediu licença as amigas – que desejaram sorte – e, pegando a vassoura, foi se encaminhando pro vestiário. Pretendia ficar um pouco sozinha antes da hora H.
Enquanto caminhava na direção do campo, antes mesmo de descer as escadas que a levariam para a parte externa, pôde ouvir vozes conhecidas bem perto.
- Thomas, sério. Não posso cobrar nada de você porque, bem ou mal, você tá aqui. Mas dizer que não foi irresponsabilidade passar a noite com a Christine eu não posso. Foi, sim. Se, por acaso, você não conseguisse acordar para o jogo? Como você acha que o time ia reagir? E a casa? E a McGonagall? – Chad bufou. – Você sabe que é meu melhor amigo, cara... Sempre foi o exemplo da galera toda...
- Eu sei Chad... – Thomas respirou fundo. – Eu sei. Mas eu estou aqui, não estou? Bem ou mal eu cheguei.
- Só espera que tenha valido a pena... – Chad riu.
Alicia, boquiaberta, não quis ouvir o fim da conversa. Saiu, quase correndo, na direção do campo. O terreno ainda estava vazio. O jogo só começaria em uma hora.
- Jack, eu tenho que ir, ok? – Christine arrumava o cabelo, ofegante.
- E vai mesmo sem me contar o que você e o paspalho do seu namorado andaram fazendo? – Ele riu, irônico.
- Nada. E é sério. – Acrescentou sob o olhar incrédulo de Jack. – Como você mesmo disse ele é um paspalho, né? Além disso... Não é da sua conta.
- Você gosta mesmo dele, Christine?
- Ele me trata bem, gosta de mim... Por que não? Claro que gosto dele.
- Eu tenho minhas dúvidas. – Jack riu e beijou-a outra vez.


Alicia entrou quase correndo no vestiário. Colocou a vassoura encostada e largou-se no banco. Algumas lágrimas escorriam. Respirou fundo algumas vezes. Hora ou outra aquilo aconteceria. Só não esperava que tão cedo. Lavou o rosto uma ou duas vezes. A água fria a fizera ter certeza de que estava acordada e de que precisava se acalmar. Tinha um jogo pra vencer. Abriu o armário da Grifinória e tirou de lá o uniforme: A. Brooke, número 7. Sorriu e entrou na cabine. Saiu poucos minutos depois já vestida. Joelheira e luvas no lugar. Tremia ligeiramente. Sentou-se outra vez e sentiu o estômago afundar mais um pouco. Aproveitou para varrer de vez da mente a conversa que ouvira e concentrar-se na grande estréia.


Chad e Thomas entraram no grande salão ainda rindo e foram sentar junto dos amigos.
- Como é bom ver o capitão animado... – Edward começou.
- ...é um bom sinal. – Mitchel encerrou.
- Acreditem, é um ótimo sinal. O time nunca esteve tão bem armado. Jogamos juntos há anos, sabemos exatamente o que fazer. E a única preocupação que poderíamos ter, que seria a Alicia, já mostrou que está disposta a tudo pelo time. Agora digam... Tenho motivo pra estar desanimado?
Todos riram com o discurso de Thomas.
- Comam logo... – Stephanie disse aos dois que chegaram. – Sua irmã disse que a Alicia já foi pro vestiário.
- Aposto como ela deve estar nervosa... – Chad comentou.
- Acho que é meu dever conversar com ela, né? – Thomas perguntou com um pedaço de pão na boca.
- Na verdade, é. – Stephanie olhou-o. - Mas sem o pão, por favor.


Alicia olhava-se, agora, no espelho. Tentava prender os fios soltos que lhe caíam nos olhos. Agradecia por o tempo não estar completamente ensolarado e nem com chuva. O céu nublado e a brisa que batiam eram perfeitos pro jogo. Nem quente nem frio demais. Enfim, conseguira colocar uma presilha na franja. Continuava a se olhar.
- É, realmente, um uniforme muito bonito. – Thomas comentou, sorrindo, apoiado na porta de entrada.
Alicia sobressaltou-se. Sabia exatamente quem era e, pela primeira vez, não ficou feliz em ter certeza.
- Oi, Thomas. Espero que não tenha problemas eu estar aqui... Não queria ficar mais tempo no meio dos outros alunos...
- Sem problemas; é exatamente por isso que eu vim aqui. Posso imaginar exatamente como você está se sentindo. É normal, acredite. Todos nós, do time, já passamos por isso. Você só tem que fazer o seu melhor.
- Obrigada. Vou me lembrar disso.
- Alicia... – Ele aproximou-se. – Tá tudo bem com você?
- Só estou um pouco nervosa. Mas vou me acalmar até o jogo. – Respondeu sem olhá-lo.
- Você tem certeza? Quero dizer... É só isso mesmo?
- Só. Mesmo.
- Vocês garotas são tão complicadas, às vezes.
Ela ouviu-o suspirar e o olhou, interrogativa.
- Nada importante, deixa pra lá. – Ele sorriu e olhou o relógio. – Acho melhor eu me trocar. Temos apenas meia hora.
Ele pegou o uniforme e entrou na cabine. Alicia sentia raiva de si mesma. Não conseguia odiá-lo. Não podia. Amava-o. E isso era maior do que qualquer outro sentimento.


- Dentro de poucos minutos estaremos em campo. Vocês sabem que somos capazes de ganhar. Temos de aproveitar que o time não está cem por cento integrado. Vou fazer o possível para atrapalhar a nova apanhadora. – Edgard Drake, apanhador e capitão dos lufanos, discursava no vestiário.
- Gabriela, Rafaela e Chuck, já sabem o que fazer. Quero que executem tudo o que ensaiamos. A goles é o tesouro de vocês, não a deixe nas mãos adversárias! – Os três artilheiros confirmaram com a cabeça. – Godric, Charles... Usem os balaços para confundir os artilheiros da Grifinória e fazê-los perder a goles de vista. – Os outros dois jogadores confirmaram. – Harold, confio em você pra agarrar todas! – O capitão olhou demoradamente o time. – Já sabemos exatamente como eles jogam. Só nos resta pegar a goles e vencer.


- Uau... – Edward, Mitchel e Chad disseram ao entrar no vestiário.
- Que bela apanhadora, não? – Chad comentou, rindo. – O uniforme ficou perfeito em você, Aly.
- Obrigada... – A menina corara de leve.
- E então? Todos prontos? – Thomas subia no banco. – Como sempre, meu discurso será longo e cansativo... – Todos riram. – Temos o caminho, só precisamos dar os passos certos. Eles estão esperando o mesmo time de sempre. O que eles não sabem é que a Grifinória nunca é a mesma.
Quando entrarmos naquele campo, quero que esqueçam tudo. Torcida, paisagem, nervosismo. – Adicionou olhando pra Alicia. – Somos só nós e nossos objetivos. Vamos alcançá-los. – Thomas pulou do banco estendendo a mão que, em segundos, fora coberta pelas dos demais. – 1, 2...
- GRYFFINDOR! – Todos exclamaram juntos.


Susan, Katerine e Rafaela arrumaram ótimos lugares. Todas estavam ansiosas para ver a amiga em atividade. Percebiam que os demais alunos confiavam no time. A arquibancada fora invadida por um mar vermelho e dourado. Todos aguardavam a entrava do professor Flyte – de vôo – para o início do jogo.


Alicia tomou sua posição ao lado de Thomas. Chad, logo atrás, dera-lhe um tapinha no ombro. A menina não se movia. Quando, por mágica, a entrada para o campo de abriu, montou em sua vassoura e decolou. O ar puro encheu-lhe os pulmões e sentira uma alegria enorme ao avistar os grifinórios torcendo, animados. Ousou olhar Thomas, que lhe sorriu. Limitou-se a um aceno de cabeça e concentrou o olhar no professor, alguns metros abaixo.
- Sei que não preciso lembrar-lhes as regras do jogo. Não esqueçam de colocar os princípios acima das personalidades. Que vença o melhor! – Um apito, junto com as bolas lançadas ao ar, deu início ao jogo. Alicia começou sua busca pelo pomo.


- Irmã Daves está com a goles, passa para o irmão Daves, ele lança para Wamblle; ela olha, agora é ela e o goleiro. Vai lançar e... Um espetacular balaço grifinório impede o lançamento!

- 50 x 30 para a Grifinória; Fletcher com a goles, toca para Muller, devolve para Fletcher que passa para Stone, a menina se prepara, vai lançar e... devolve para Fletcher que pega, gira e MARCA! 60 x 30 para a Grifinória, os lufanos tomam uma bela bronca do capitão Drake!

Alicia voavam em busca do pomo. Edgard Drake voava no sentido contrário. Cruzavam-se às vezes, mas nenhum dos dois erguia os olhos da procura pela bolinha dourada.

- Wamblle recebe a goles do irmão Daves, arranca na frente, toca para a irmã Daves que devolve, Wamblle prepara, lança e... MARCA! No canto esquerdo do goleiro Millano! 70 x 50 para a Grifinória.

Alicia achava, agora, que a idéia de ter uma torcida vermelha e dourada não ajudava muito. A bolinha poderia facilmente se misturar. Foi enquanto pensava nisso que ouvir o narrador...

- Drake entra num mergulho espetacular! Terá ele visto o pomo, minha gente? É bom que a jovem Brooke fique esperta!

Edgard mergulhava à toa, não vira pomo algum, mas precisava desviar a atenção da apanhadora adversária.
Alicia, por sua vez, olhou na direção do mergulho de Drake e não vira nada. Ia fazendo uma curva quando um ponto dourado, na direção oposta da torcida da Grifinória, chamou-lhe a atenção. Sorriu para si mesma. Drake tentara ludibriá-la. Deu um giro com a vassoura e começou a voar rápido sem perder o brilho de vista.

- Drake pra um lado, Brooke pro outro! Quem terá visto o pomo de verdade? O placar está a favor dos grifinórios, 100 x 80, mas se Drake pegar a vitória é lufana!

Alicia voava à toda velocidade. Ouvia Drake se vindo na mesma direção. Mas o pomo era dela. Tinha que ser. Olhou, de relance, Thomas marcando mais um gol e logo voltou a atenção para o ponto dourado. Era agora ou nunca. Drake estava mais perto. Alicia prendeu a respiração e entrou num mergulho na direção do pomo. Voava o mais rápido que a vassoura agüentava. Drake estava para trás, mas não o suficiente. Continuava descendo. Já enxergava o formato perfeito da bolinha. Estava a poucos metros... centímetros...
- ALY, CUIDADO! – A Voz de Thomas berrou.
A menina só teve tempo de desviar de um balaço e lançar um olhar pra Thomas.
- OBRIG... – Ia gritar de volta quando um barulho de madeira se espatifando lhe encheu os ouvidos. Freou bruscamente, chocada. O balaço acertara em cheio a vassoura de Thomas, que caía no ar. A bolinha dourada brincou à sua frente. Agarrou-a sem emoção ao mesmo tempo em que o corpo do capitão da Grifinória batia no gramado.


*****

N/A: Espero que gosteeem!
e comentem, sim? :*

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