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4. Amizade


Fic: O Poder do Amor Imortal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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      Quando abri os olhos me senti...sem
esperanças. Aparatara em um parque, onde a casa mais próxima parecia abandonada. “Mas o que esperava afinal? Aparatar em sua frente?” Sim. Por mais ilógico que isso fora, por um segundo tive a esperança de aparatar a seu lado. Resignada, sentei-me num banco. “Não tenho a mínima ideia do que fazer” Olhei o chão, estava a ponto de chorar, quando uma voz firme e acolhedora gritou meu nome:


 - Hermione?! – era ele, mesmo sem virar sabia que era ele. E finalmente consegui sentir-me...acolhida, em paz.


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     Virei lentamente, ele estava há dois metros do banco em que estivera sentada. A distância extinguiu-se em segundos, pois corri em sua direção. 


I run from pain (Eu fujo do ódio)


I run from prejudice (Eu fujo do preconceito)


I run from pessimists (Eu fujo dos pessimistas)


But I run too late (Mas eu fujo tarde demais)


I run my life (Eu controlo minha vida)


Or is it running me? (Ou é ela que me controla?)


Run from my past (Fujo do meu passado)


I run too fast (Eu fujo muito rápido)


Or too slow it seems (Ou devagar demais me parece)


When lies become the truth (Quando as mentiras se tornam verdades)


That's when I run to you (É quando eu corro para você)


 


      Abracei-o fortemente, quase derrubando-o ao colidir com seu corpo, mas ele me sustentou e apertou fortemente contra seu peito. Assim que senti seu cheiro lagrimas vieram a meus olhos, não soube se de tristeza ou alegria, apenas uma certeza tinha: estava abraçando algo real, uma pessoa que amava. Meu choro começou baixinho, mas logo soluçava, agarrada a sua camiseta.


- Calma Mi, estou aqui agora, nada mais vai te fazer mal. – sua voz era preocupada, sabia que apesar da calma que tentava me transmitir Harry estava nervoso, com medo do que tivesse me acontecido. Meu choro piorou, já que agora me sentia culpada por fazer meu melhor amigo sofrer também. Senti que seus braços envolveram ainda mais fortemente minha cintura, como se ele quisesse nos fundir em uma única pessoa. Seu abraço acolhedor surtiu efeito, parei de chorar tão desesperadamente. Sentia-me uma lixo, nunca fora de chorar, e agora era o que mais fazia. Harry meio que suspendeu meu corpo, e começou a caminhar. Após dar alguns passos ele se sentou comigo em seu colo e começou a me embalar como um bebê.


      Os soluços ficaram mais espaçados, as lagrimas caiam com menos freqüência, e Harry em nenhum momento parou de me abraçar, de fazer carinho em meus cabelos. Ele não fez o intento de afastar-me, pelo contrario, se fosse humanamente possível ele teria me apertado ainda mais contra seu corpo. Mesmo sem saber lidar com emoções, Harry consolava-me, curava-me, como ninguém mais conseguiria fazer. Soltei um longo suspiro, e acomodei minha cabeça em seu ombro. Como era bom quando alguém acariciava nossos cabelos.


 This world keeps spinning faster ­(Este mundo continua a girar mais rápido)


Into a new disaster so I run to you (Em um novo desastre então eu corro para você)


I run to you baby (Eu corro para você, baby)


And when it all starts coming undone (E quando tudo começa a surgir inacabado)


Baby you're the only one I run to (Baby, você é o único à quem eu corro)


I run to you (Eu corro pra você)


      Demorei uns minutos para ter coragem de encará-lo. Timidamente levantei meus olhos até encontrar os dele. Seu sorriso de menino me fez sentir ainda mais acolhida.


 - Melhor? – uma simples palavra, nada de inúmeras perguntas que me fariam sofrer ainda mais.


 - Sim. – minha voz saiu rouca. Suspirei mais uma vez. Era tão bom estar em seu colo, era a  sensação mais reconfortante que já sentira. Sabia que Harry nunca pediria que saísse, ele me daria meu tempo, mas eu era pesada e a posição não era confortável para ele. Escorreguei, ficando sentada a seu lado no banco. Seu braço que afagava meus cabelos agora repousava em minha cintura. Minha cabeça descansava em seu ombro. – Obrigada. – murmurei com a voz um pouco mais firme. Tinha que contar a Harry tudo o que havia acontecido, sentia a necessidade de dividir minha história com alguém, mas não me sentia pronta para falar sem chorar de novo. Sem saber de onde encontrei forças, perguntei. – Lembra que Lupin foi me buscar ontem? – minha voz saiu tremida novamente, mas respirei fundo e controlei minhas emoções. O braço que me rodeava aumentou a pressão que fazia, passando-me segurança.


 - Fiquei preocupado quando o vi lá. – foi a resposta de Harry, mas senti a latente preocupação por baixo de sua voz tranqüila. Ele merecia saber o que tinha acontecido, era errado deixá-lo preocupado, deixá-lo achando que alguém tinha morrido. Ia mostrar as cartas, era a única maneira de fazê-lo entender sem ter que narrar todos os acontecimentos. As cartas estavam em...


 - Minha bolsa. – falei horrorizada, não conseguindo lembrar onde a deixara.


 - Calma Mi, esta aqui do meu lado. – ele me passou a bolsa, que provavelmente largara no banco quando sentara após aparatar.


 - Obrigada. – falei envergonhada, nunca fora de chorar, menos ainda de esquecer onde deixava minhas coisas.


 - Amigos são para todas as horas. – falou, dando um beijo em minha testa. O imenso carinho que ele me dedicava nesse momento ajudou-me a juntar forças para abrir a bolsa e retirar as duas cartas de Gregory Gryffindor. Com mãos tremulas lhe entreguei a carta de Gregory aos Granger. Vi Harry franzir o cenho e pegar a carta com sua mão livre. A medida que ia lendo seu braço apertava-me mais fortemente contra ele. Minha cabeça repousava em seu ombro, estava com os olhos fechados, sem querer ler novamente a carta. Ouvi o barulho de papel sendo dobrado, assim que Harry repousou a carta em seu colo lhe entreguei a carta escrita para mim. Fiquei quieta, aproveitando o calor que o corpo dele me passava. Mesmo quando percebi que já tinha terminado de ler as cartas, não abri os olhos. Senti quando Harry tirou a bolsa de meu colo e segundos depois envolveu-me com seus dois braços. Ele me puxou de maneira delicada para seu colo, e abraçou-me fortemente.


  We run on fumes (Nós corremos sobre fumaças)


Your life and mine (A sua vida e a minha)


Like the sands of time (Tal como as areias do tempo)


Slippin' right on through (Escorrendo através)


And our love's the only truth (E o nosso amor é a única verdade)


That's why I run to you (É por isso que eu corro para você)


 - Sinto muito. – a dor em suas palavras era tanta que por segundos pensei que ele era quem estava passando por tudo aquilo. Algumas lagrimas silenciosas caíram de meus olhos, lagrimas de impotência por não poder mudar a realidade, por saber o que era ter o amor de nossos pais e repentinamente perdê-lo.


 - Por que tem que doer tanto? – perguntei. Era uma pergunta idiota, que não tinha resposta, mas eu tinha que fazê-la.


 - Eu não sei. – falou, acariciando minhas costas.


      Não sei quanto tempo ficamos ali, abraçados, mas foi...inesquecível. Não conversamos, apenas ficamos ali, em silêncio, aproveitando o abraço, a troca de afeto. Lembrei-me de uma frase que dizia que os verdadeiros amigos são aqueles com quem conversamos em silêncio. Agora concordava plenamente com a frase. Esse tempo que ficamos ali foi a melhor “conversa” que já tive em minha vida. Assim que levantei meu rosto encontrei os profundos olhos de Harry, ele sorriu e beijou minha testa mais uma vez.


 - Tenho uma confissão a fazer. – falou solenemente, encarando-me.

 - O que? – perguntei curiosa, meus olhos presos aos seus.

 - Estou morrendo de fome. – a frase, completamente fora de hora, fez com que o encarasse incrédula, aos poucos um sorriso foi formando-se em meus lábios, e repentinamente comecei a rir, a gargalhar. Harry não demorou para começar a rir também. Abraçados nos entregamos a terapia do riso. Rir estava curando nossas feridas, nossos corações. Assim que consegui me acalmar, segurei o rosto de Harry entre minhas mãos e dei-lhe um beijo em cada bochecha.


 - Obrigada por ser tão maravilhoso. – falei, sorrindo verdadeiramente para ele. Ficara no escuro por um dia, e agora Harry tinha conseguido fazer o Sol renascer em minha vida.


 - Nunca vou te abandonar, nunca. – ele beijou minhas bochechas também. Ajudou-me a levantar e depois se levantou. – Tem uma lanchonete aqui perto, quer ir? – perguntou enquanto me ajudava a colocar a bolsa no braço.


 - Estou com tanta fome que qualquer lugar serve. – falei...animada. Era como se voltasse a sentir tudo, alegria, dor, fome.


 This world keeps spinning faster (Este mundo continua a girar mais rápido)


Into a new disaster so I run to you (Em um novo desastre então eu corro para você)


I run to you baby (Eu corro para você, baby)


And when it all starts coming undone (E quando tudo começa a surgir inacabado)


Baby you're the only one I run to (Baby, você é o único à quem eu corro)


I run to you (Eu corro pra você)


Ohooooh (Ohooooh)


Ooooh I run to you (Ooooh eu corro para você)


      Caminhamos de mãos dadas até a lanchonete. O local era pequeno, não havia muitas pessoas e Harry escolheu a mesa mais afastada, onde não havia ninguém por perto. A garçonete veio e Harry já tinha seu pedido na ponta da língua.


 - Um hambúrguer com fritas e um milk shake de morango. – olhei de relance o cardápio, que era grudado na mesa, e decidi pedir o mesmo. Assim que a garçonete se afastou Harry me olhou maliciosamente e perguntou. – Quebrando a alimentação saudável?


 - Não parece haver nada saudável aqui. – assinalei.


 - Realmente, não há. – falou tranqüilamente. Observei que o local era tranqüilo, apesar de simples. Então me lembrei...


 - O que fazia no parque? – era incrível que ele tivesse aparecido justamente quando aparatei, se acreditasse em intuição, diria que isso fora o que guiara Harry até mim.


 - Estava inquieto desde ontem, fiquei preocupado com a aparição de Lupin na estação, então resolvi sair depois de arrumar meu malão. Comecei a caminhar sem rumo...e fui parar no parque.


 - Destino? – falei ceticamente. Ele era tão...crédulo.


 - Hei, cada um com suas opiniões. Além do mais, não acredito em destino, acredito em pressentimentos, intuição. – defendeu-se.


 - Entendo. Acho que também posso acreditar nisso. Afinal, tive o pressentimento que o melhor lugar que podia aparatar era ao lado de um moreno de olhos verdes. – ele riu de minha ironia.


 - Isso não é pressentimento, e escolher. – respondeu, mesmo sabendo que não falara serio.


 - Chega. Não gosto dessa historia de pressentimento. Não há nada provado. – falei fazendo birra. Nunca entendera “destino”, “intuição”. Era, acima de tudo, uma pessoa racional. Harry esticou sua mão sobre a mesa e apertou a minha, encerrando a “discussão”. 


This world keeps spinning faster (Este mundo continua a girar mais rápido)


Into a new disaster so I run to you (Em um novo desastre então eu corro para você)


I run to you baby (Eu corro para você, baby)


And when it all starts coming undone (E quando tudo começa a surgir inacabado)


Baby you're the only one I run to (Baby, você é o único à quem eu corro)


I run to you (Eu corro pra você)


I run to you, eeeeh (Eu corro pra você, eeeeh)


     Vi que ele estava inquieto, com que querendo pedir algo, então dei um aperto em sua mão e perguntei:


 - O que foi Harry? – ouvi seu longo suspiro, e apenas após uns segundo inspecionando meu rosto falou:


 - Hermione, será que posso ver o medalhão? – a pergunta inesperada deixou-me um pouco desconfortável, mas não senti a tristeza que imaginei sentiria ao retomar o assunto. Peguei minha bolsa e busquei o medalhão, não demorei muito para achar. Assim que Harry o pegou o ouvi arfar. – Esse é o símbolo... – nunca imaginei que ele conhecesse esse símbolo, na realidade, agora perguntava-me como Harry havia entendido o que acontecera comigo já que não estava escrito exatamente.


- Conhece o Esquecimento? O símbolo? – meu tom incrédulo fez Harry sorrir superiormente.


 - Não sou tão inculto como acha. – gabou-se.


 - Estudou nesse dia que não nos vimos? – perguntei só para incomodá-lo.


 - Claro. – respondeu irônico. Sua atenção voltou ao medalhão, ele olhava fascinado o símbolo. – Sempre acreditei que eles tinham se casado. – murmurou.


 - Pelo visto sou a prova viva de que eles realmente viveram um romance. – falei. Harry encarou-me por uns segundos e sorriu.


 - Para mim é e sempre será a mesma Mione, minha melhor amiga. – sorri agradecida. A garçonete se aproximou com nossos pedidos.


      Assim que comecei a comer vi que realmente estava faminta. Praticamente engoli a comida. Harry me encarava risonho e fazia piadas de meu grande apetite, que preferi ignorar.


 - Sempre reclamando que Rony come muito rápido, mas... – levantei a vista e lhe dirigi um olhar cortante, sem parar de comer.


 - Sabe, estava pensando, lembra no primeiro ano, quando me salvaram do... 


Ohooooh (Ohooooh)


Ooooh I run to you (Ooooh eu corro para você)


I run to you (Eu corro para você)


Ohooooh (Ohooooh)_


      Ficamos conversando por horas, lembrando de nossas aventuras em Hogwarts. Não olhei nenhuma vez para o relógio para ver que horas eram, em nenhum momento lembrei-me do triste estado em que se encontrava minha vida. Harry conseguiu monopolizar meus pensamentos, meus sorrisos. Sentada nessa lanchonete fui, novamente, Hermione, simplesmente Hermione, a melhor amiga de Harry Potter e Ron Weasley, a cdf de Hogwarts, a garota que tinha sonhos e metas, principalmente, a garota que tinha uma vida. Essa tarde serviu para me mostrar que estava viva, que tinha todo uma futuro pela frente, que nenhuma parte minha morrera com a separação, pelo contrario, uma nova parte nascera da dor, das armadilhas que a vida nos prepara.


      Já estava anoitecendo, e tínhamos tomado três milk shake cada, quando Harry falou:


 - Tenho uma proposta indecente para fazer. – o sorriso brincalhão fez com que risse em lugar de corar.


 - Sou uma moça de família, cuidado com o que vai falar. – brinquei. Ele riu, mas depois adquiriu uma posição mais seria, profunda.


 - Quer dormir essa noite na casa de meus tios? – encarei-o espantada. Não pela proposta, mas pela preocupação, pelo carinho que Harry demonstrava ao propor isso. Ele nunca iria me deixar, agora entendia o significado de suas palavras. Não tinha a menor vontade de ficar mais uma noite sozinha, mas era impossível que fosse para a casa dos tios dele, jamais permitiriam.


 - Nos dois sabemos que isso é impossível. – falei um pouco triste, pressentindo a solidão da noite. Por segundos pensei que fosse voltar a me sentir perdida, mas empurrei a tristeza para o fundo da mente e me dediquei a aproveitar meus últimos minutos com Harry.


 - Hermione, já deveria saber que não existe a palavra “impossível” em meu vocabulário. – seu tom arrogante me fez revirar os olhos.


 - Harry, e como pretende me escond...haaa, capa da invisibilidade. – finalmente entendera, ia entrar escondida pela capa, não havia maneira de seus tios descobrirem.


 - E mais uns quantos feitiços de isolamento sonoro nas paredes e de sensoriamento na porta, e bingo, pode ficar as férias inteiras comigo sem eles nem imaginarem. – seu sorriso maroto me fez imaginar como seria Harry se tivesse sido criado pelos pais, num ambiente tranquilo, rodeado por amor. Provavelmente seria como agora, alegre, amoroso...maroto. Encarei seus olhos verdes, brilhantes de expectativa, afinal, o que me impedia de ir? Não havia mais regras a serem seguidas, agora apenas tinha uma vida a ser vivida, ao máximo. E o que melhor do que passar os dias de nossa vida ao lado de quem amamos? Ao poucos, um sorriso traquina formou-se em meu rosto, dando a resposta que Harry queria. Vi que abria o casaco, e ri ao ver que tinha a capa da invisibilidade no bolso interno.


 - Prevenido? – estava impressionada por ele carregar a capa, já que Harry adorava fazer o contrario do que os outros recomendavam. Quantas vezes não lhe pedira que andasse com a capa por precaução?


 - Homem prevenido vale por 10. – falou, chamando a garçonete para pedir a conta, ignorando meu olhar irônico.


  I always run to you (Eu sempre vou correr para você)


I run to you (Correr para você)


I run to you (Correr para você)


 


 N/A: Gentee, desculpa pela demora, meu pc estragou e só agora que arrumaram, foi um saco ( e olha que nem sou viciada em internet). Espero que gostem do capítulo, obrigada pelos comentário, bjs Sophi Potter

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Comentários: 3

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Enviado por Laris Black em 29/06/2011

Não vou mentir, eu passei o olho para me lembrar, e vou repetir: Harry safadinho , Harry danadinho , Harry , Harry , Harry. Ele anda preparado né, já com a capa... é muleque eu sei o que se passa nessa sua cabeça cicatriz. Adorei , foi lindo , ain , quero maisç  tipo eles são tão almas gemias que ate doi pensar que realmente ele ficou com a Ginny como a J.K pode fazer isso comigo? :(  , a sua ficts tá realmente mostrando o quanto eles são proximos, que se compreendem totalmente, que são tão almas gemias, que um foi feito para o outro , a tampa da panela , a outra parte da laranja , o amor da vida... blábláblá. e a Mione é o personagem principal e é isso que eu mais amo em ficts de H/Hr. pq eu amo mais a Mione. tá otima, atualiza logo i para com essa palhaçada de ficar enrolado suas leitoras, ou melhor, para de ME  enrolar . folgada voce hem , vou parar de ler sua ficts, sabe, chantagem quase sempre adidanta. kkkkkk. bjs. :**

Nota: 5

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Enviado por rosana franco em 14/06/2011

Nossa o capitulo foi ótimo é incrivel a forma como os dois se entendem sem precisar fazer nada só olhar .Só espero que a fic não fique monopolizada em uma única personagem.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por PamyPotter em 14/06/2011

Sophi, arrasou! Sério, muito fofo o jeito do Harry... O lá em casa XD Não sei o motivo, mas senti que você tá guardando bastante aventura para essa fic. Vou esperar para ver. Só não demora para postar, ok?! Beijos.

Nota: 1

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