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15. As Garotas na Cidade


Fic: P.S., Eu te amo... - Capítulo 30


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Gina chegou no Hogan’s e se espremeu entre os homens velhos no pub para subir para o Club Diva. A banda tradicional estava fazendo todos cantar com músicas irlandesas. Eram apenas sete e meia, então o Club Diva não estava oficialmente aberto ainda. Olhando em volta por toda a extensão do lugar vazio, Gina viu algo completamente diferente do que vira quando estivera tão aterrorizada algumas semanas antes. Foi a primeira a chegar e se acomodou numa mesa bem em frente à telona para que tivesse uma visão perfeita do filme do irmão; não que o salão fosse ficar tão lotado que alguém pudesse ficar na sua frente.

O barulho de um copo quebrando no bar a assustou e ela olhou naquela direção para ver quem havia se juntado a ela ali. Daniel apareceu detrás do balcão com uma pá e uma escova nas mãos. “Ah, e aí, Gina, não percebi que alguém tivesse entrado.” Ele olhou surpreso para ela.

“Sou só eu, cheguei cedo para variar.” Ela caminhou até o bar para cumprimentá-lo. Ele estava diferente esta noite, ela pensou enquanto o inspecionava.

“Deus, está realmente adiantada,” ele disse, olhando para o relógio, “os outros não chegaram daqui a uma hora mais ou menos.”
Gina ficou confusa e olhou para o próprio relógio. “Mas são sete e meia e o programa começa às oito, não é?”
Foi a vez de Daniel de ficar confuso. “Não, me disseram que seria às nove horas, mas posso estar errado...” Ele olhou o papel com a programação da noite. “É, nove horas, Canal 4.”

Gina revirou os olhos. “Ah não, me desculpe, vou dar uma voltinha por aí e volto pelas nove,” ela disse descendo do banco.
“Ei, não seja boba.” Ele pôs a mostra os dentes muito brancos. “As lojas estão todas fechadas a essa hora e pode me fazer companhia, se não se importar...”
“Bem, não me importo se você não se importar...”
“Não me importo,” ele disse firmemente.

“Bem, então eu fico,” ela disse, pulando alegre no banco novamente. Daniel se inclinou para a frente apoiado no balcão pelos braços numa pose típica de barman. “Então agora que estamos acomodados, o que posso lhe oferecer?” ele disse, ainda sorrindo.
“Isso é ótimo, sem filas ou gritos de pedidos do fundo do bar,” ela brincou. “Gostaria de uma água sem gás, por favor.”
“Nada mais forte?” Ele ergueu as sobrancelhas. Aquele sorriso era contagioso e parecia ir de orelha a orelha.
“Não, é melhor não ou vou estar bêbada quando todos chegarem.”

“Bem pensado,” ele concordou e abriu a geladeira para pegar uma garrafa de água. Gina percebeu o que o estava deixando tão diferente esta noite; ele não estava vestindo o preto de sempre. Estava usando uma calça jeans clara e uma camisa branca sob uma azul aberta que fazia com que seus olhos brilhassem ainda mais que o normal. As mangas da camisa azul estavam enroladas até a altura dos cotovelos. Gina podia ver os músculos dele sob o tecido fino. Ela rapidamente moveu os olhos quando ele lhe estendeu o copo de água.

“E você? O que vai querer?” ela perguntou.
“Não, obrigada, eu cuido disso.”
“Não, por favor,” Gina insistiu. “Já me pagou muitas bebidas, é a minha vez.”
“Certo, vou querer uma Budweiser então, obrigado.” Ele se inclinou para se apoiar no balcão e continuou a olhá-la.
“O quê? Quer que eu pegue?” Gina riu enquanto pulava do banco e ia para o outro lado do balcão. Daniel lhe deu passagem e observou-a com um ar de diversão.

“Sempre quis trabalhar num bar quando era criança,” ela disse, pegando uma caneca de vidro e enchendo-a de cerveja da máquina. Ela estava se divertindo.
“Bem, temos uma vaga aqui se quiser um emprego,” Daniel disse, avaliando de perto o que ela fazia.
“Não, obrigada, acho que faço um trabalho melhor do outro lado do balcão,” ela riu, terminando de encher a caneca.
“Mmm... bem, se algum dia estiver procurando por um emprego, sabe onde vir,” Daniel disse depois de dar um gole na cerveja. “Fez um bom trabalho.”
“Bem, não é exatamente uma cirurgia cerebral,” ela sorriu e voltou para o banco, sem perceber a ironia da sua frase. Então retirou da bolsa um nota de dinheiro. “Fique com o troco,” ela riu.
“Obrigado,” ele sorriu virando-se para abrir o caixa e Gina se deu uma bronca mental por ter espiado a parte de trás do jeans dele. Ele tinha um bumbum bonito, ela decidiu, mas não tanto quanto o de Draco. Nem perto.

“O seu marido te abandonou de novo essa noite?” ele pirraçou enquanto andava para se sentar perto dela. Gina mordeu o lábio e se perguntou como responder àquilo. Agora não era exatamente a hora para falar de algo tão depressivo para alguém que só estava puxando conversa, mas ela não queria que o pobre rapaz ficasse perguntando a ela a mesma pergunta sempre que a visse. Ele logo perceberia a verdade, o que causaria a ambos ainda mais constrangimento.

“Daniel,” ela disse numa voz macia, “não quero te deixar sem-graça, mas o meu marido morreu.”
Daniel parou subitamente de andar e suas bochechas ficaram muito coradas. “Oh, me desculpe, Gina, eu não sabia,” ele disse sinceramente.
“Tudo bem, sei que não.” Ela sorriu para lhe mostrar que estava tudo bem.
“Bem, não o conheci aquela noite, mas se alguém tivesse me falado, teria ido ao velório e dado os pêsames.” Ele se sentou ao lado da ruiva.
“Ah, não, o Draco morreu em Fevereiro, Daniel; ele não estava aqui naquela noite.”

Daniel parecia confuso. “Mas achei que tivesse me dito que ele estava aqui...” Ele deixou a frase incompleta, achando que havia entendido mal.
“Ah, sim.” Gina olhou para os próprios pés com vergonha. “Bem, ele não estava aqui,” ela disse gesticulando para indicar o salão vazio, “mas ele estava aqui,” ela disse timidamente e então colocou a mão sobre o próprio coração.

“Ah, entendi,” ele disse, finalmente entendendo. “Bem, então você foi mais corajosa naquela noite do que pensei, considerando as circunstâncias,” ele disse gentilmente. Gina ficou surpresa ao ver como ele estava tranqüilo. Geralmente as pessoas se debatiam para falar depois daquela notícia ou então mudavam de assunto. Mas na presença dele ela se sentia relaxada, como se pudesse conversar abertamente sem medo de chorar. Gina sorriu, sacudindo a cabeça, e lhe explicou a história brevemente.

“Então foi por isso que eu saí correndo depois que a banda dos amigos dos gêmeos tocou daquela vez,” Gina riu.
“Tem certeza de que não foi por eles serem horríveis?” Daniel brincou e então pareceu estar perdido em pensamentos. “Ah, sim, é isso mesmo; era 30 de abril.”
“É, não podia mais esperar para abrir a carta,” Gina explicou.
“Hmmm... quando é a próxima?”
“Julho,” ela disse animadamente.
“Então não vou te ver no 30 de Junho,” ele disse incerto.
“Você está entendendo o negócio,” ela riu novamente.

“Eu cheguei!” anunciou Luna para o lugar vazio enquanto entrava, vestida com um vestido longo que havia usado no Baile do ano anterior. Tom vinha logo atrás dela, rindo e se recusando a tirar os olhos da namorada.

“Deus, está uma pessoa arrumada,” Gina disse medindo a amiga. No fim das contas, ela mesma havia se decidido apenas por um jeans, botas e uma simples blusa preta. Não estivera no clima de se arrumar toda, especialmente por estarem apenas indo se reunir num bar vazio, mas Luna não havia entendido o conceito.

“Bem, não é todo dia que sou uma estrela, não é?” ela brincou.
Tom e Daniel se cumprimentaram com abraços. “Amor, esse é Daniel, meu melhor amigo,” Tom disse, apresentando Luna a Daniel. Ele e Gina ergueram as sobrancelhas um para o outro e sorriram ao registrar o uso da palavra “amor”.

“Oi, Tom,” Gina lhe deu um aperto de mão depois que Luna a apresentou e a beijou na bochecha. “Sinto muito pela última vez em que nos encontramos, não estava me sentindo muito bem aquela noite.” Gina corou ao pensar no karaokê.
“Ah, sem problemas,” Tom sorriu gentilmente. “Se não tivesse se inscrito, eu não teria conhecido a Luna, então fico feliz que tudo tenha acontecido,” ele completou, virando-se para encarar os olhos muito azuis de Luna. Daniel e Gina permaneceram sentados olhando para o casal.

Depois de algum tempo, Gina descobriu que estava se divertindo; não estava apenas fingindo dar risada ou achando as coisas um pouquinho divertidas, estava genuinamente feliz. Aquele pensamento a deixou ainda mais feliz, assim como quando pensou que sua amiga havia finalmente achado alguém de quem realmente gostasse.

Minutos depois, o resto da família Weasley chegou, com Laura e Blaise. Gina correu para falar com os amigos. “E aí, querida,” Laura disse, abraçando-a. “Está aqui há muito tempo?”
Gina começou a rir. “Achei que fosse às oito, então cheguei aqui às sete e meia.”
“Ah, não.” Laura parecia preocupada.
“Ah, não se preocupe, foi tudo bem. Daniel me fez companhia,” ela disse, apontando para ele.
“Ele?” Blaise disse chateado, “Cuidado com ele, Gina, ele é meio esquisito. Devia ter ouvido as coisas que ele falou para a Laura na outra noite.”

Gina riu baixinho e rapidamente pediu licença para se juntar à sua família. “A Penélope não está com você esta noite?” ela perguntou corajosamente a Percy.
“Não, não está,” ele respondeu grosseiramente e se encaminhou para o bar.
“Porque ele se incomoda de vir a essas ocasiões?” ela gemeu para Rony enquanto ele aconchegou a cabeça dela em seu peito e afagou o cabelo ruivo consolando-a divertidamente.

“Muito bem, todo mundo!” quem falava era Jorge; os gêmeos haviam se levantado e estavam parados em frente ao telão, em cima de bancos. Enquanto o irmão falava, Fred brincava de fazer a língua de sinais. “Nossa querida Morgana não conseguia decidir o que vestir hoje à noite e por isso estamos atrasados; o meu documentário, como gosto de chamá-lo, está prestes a começar a qualquer minuto. Então por favor, se pudessem calar essas bocas e se sentar, seria ótimo.”
“Ah, Jorge.” A mãe de Gina ralhou com ele pela grosseria.

Gina procurou pela prima e encontrou-a colada a Daniel no bar. Ela riu para si mesma e se acomodou para assistir ao “documentário”. Assim que o apresentador o anunciou, todos deram vivas, mas foram logos calados por um Fred muito raivoso, que não queria que eles perdessem nada.

As palavras “As Garotas na Cidade” apareceram na parte de cima da tela sobre uma foto linda de Londres e Gina ficou nervosa. “As Garotas” agora aparecia numa tela preta e foi logo seguida por uma foto de Laura, Luna e Hermione espremidas no banco traseiro de um táxi. Laura estava narrando:

“Oi! Eu sou a Laura e essas são a Hermione e a Luna.”

Cada uma das garotas posou para o close-up ao serem apresentadas.

“E estamos indo para a casa da nossa amiga Gina porque hoje é aniversário dela...”

A cena mudou para as garotas surpreendendo Gina com gritos de “feliz aniversário” na porta de casa e então voltou para Laura no táxi.

“Hoje à noite seremos só nós, garotas, e NENHUM homem...”

A cena mudou para Gina abrindo os presentes e segurando o vibrador para a câmera dizendo, “Bem, definitivamente vou precisar disso!” e depois voltou novamente para Laura dizendo:

“Vamos beber muito...”

Agora Gina estava abrindo o champanhe; então as meninas estavam virando doses num bar chamado Boudoir e depois veio uma cena de Gina com uma coroa torta na cabeça, bebendo champanhe de uma garrafa com um canudinho.

“Vamos dançar...”

As garotas apareceram ainda na Boudoir fazendo uns passos bem constrangedores na pista. Laura apareceu depois, falando sinceramente.

“Mas nada muito louco! Seremos boas meninas hoje à noite!”

A próxima cena mostrava as garotas protestando alto loucamente ao serem expulsas da boate por três seguranças.

O queixo de Gina caiu e ela olhou em choque para Laura, igualmente surpresa. Os homens estavam simplesmente se dobrando de tanto rir e dando palmadinhas nas costas de Jorge, parabenizando-o por expor suas mulheres. Gina, Laura, Luna e Hermione se encolheram em seus assentos com vergonha. Aquela era justamente a parte da noite da qual não se lembravam e, pelo jeito, não seria nada confortável assistir àquilo. Gina olhou para Jorge, concentrado no telão, e xingou-o mentalmente com todos os palavrões que conhecia.
Ela murchou ainda mais na cadeira e se agarrou com força aos braços de madeira ao seu lado; estava desesperada. O que será que a câmera de Jorge havia capturado para que ele estivesse com aquele arzinho Weasley de sempre...? Então ela virou um pouco a cabeça e olhou mais uma vez para cada uma das meninas.

O que diabos lhes aguardava agora?

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