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1. Cap 1


Fic: Minha Pequena - Pesadelo Pessoal nova fic ATT


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O último sobrevivente



Levantou-se com lentidão, podia ver através das cortinas de veludo vinho, que o sol brilhava forte lá fora:

-Droga de sol!

Exclamou mal-humorada, colocou os pés no chão de mármore gelado, ela simplesmente odiava o sol, e tinha todos os motivos do mundo pra isso.

Foi até sua penteadeira e pegou um pequeno frasco com uma poção azul dentro, bebeu todo o conteúdo fazendo uma careta, sua garganta ardia como fogo. Pouco depois devolveu o frasco vazio á escrivaninha, estava zonza, sentou-se na cadeira e olhou para o pequeno espelho á sua frente: sua imagem levemente transparente foi tomando cor até se formar solidamente no reflexo, era como se nunca tivesse tomado sol na vida, sua pele era muito pálida, mas sem dúvidas era muito bela.

Levantou-se e andou até o closet, a maioria absoluta de suas roupas eram pretas. Pegou uma calça jeans preta, e vestiu uma camiseta da mesma cor, uma bota de couro, também preta, e ao sair passou em frente á penteadeira e colocou um óculos escuro, quando passou pela porta do quarto, pegou sua capa preta no cabide e a vestiu.

Já havia se acostumado com isso, a nove anos era obrigada a se vestir assim, não que não gostasse, mas algumas vezes era extremamente desconfortável, e em um dia de sol como aquele, o desconforto se acentuava consideravelmente.

Andou pelos corredores de pedra com o teto alto, era sombrio, a única fonte de luz eram as pequenas janelas no alto da parede, alcançou as escadas, desceu-as rapidamente e atravessando mais dois corredores deu de cara com uma porta dupla de carvalho, abriu-a sem cerimônia e encontrou quem esperava.

-Como vai Tom?

Ele revirou os olhos com certa impaciência e disse:

-Você é a única que me chama de Tom.

-E você é o único que me chama de pequena.

-Minha pequena.

Disse ele entortando a boca numa espécie de sorriso.

Sentou-se ao lado da cabeceira da mesa onde o homem estava sentado, olhou a mesa, pegou uma jarra e serviu-se de um suco qualquer, não estava com fome, tomou o conteúdo vermelho com rapidez.

-Pretende sair?

Perguntou o homem.

-Só se quiser morrer – disse ela sorrindo sarcástica em quanto olhava a janela-, não viu o sol?

-Mas e a poção?

-Ela me ajuda Tom, não faz milagres. E não sei trabalhar muito bem de dia, sabe que a noite é meu refúgio.

-Sim – respondeu ele em quanto tomava vinho de uma taça cristalina, uma enorme serpente começou a subir por seu ombro – seu ponto fraco.

Disse novamente entortando a boca num sorriso, ele pousou a taça na mesa com leveza, Hermione não deixou de reparar em seu tom sarcástico.

-O que pretende fazer então?

-Talvez ler, ou treinar, não sei ainda...

-Não se esqueça de comparecer ao jantar.

Disse ele se levantando com a cobra em suas costas, ele saiu, ela fitou sua própria taça pensativa, ela poderia ser forte e inteligente, poderia controlá-lo quando quisesse, mas ele não era idiota, se fosse não teria o mundo bruxo em suas mãos, apesar de tudo, ela precisava tomar cuidado com ele.

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Colocou a espada de volta no suporte, o cabo e a lâmina negros, respirou descompassada, sua blusa estava suada, o cabelo antes preso em um firme rabo de cavalo agora estava com várias mechas soltas, ela seguiu em direção ao banheiro da sala, despiu sua roupa de treino entrou em baixo da ducha fria, deixou a água banhar seu corpo em quanto pensava o que Tom tramava para o jantar, deixou escapar um leve sorriso, talvez um pouco de ação melhorasse seu humor.

Com as estrelas finalmente tomando conta do céu, Hermione pôde se sentir livre, com uma calça e uma bota de couro, uma camiseta preta e o cabelo preso em uma longa trança, a mulher desceu as escadas do castelo e entrou na mesma sala que entrara de manhã, só que agora preparada para o jantar, alguns homens vestidos de longas vestes negras ocupavam algumas cadeiras da mesa, ao lado esquerdo da cabeceira estava sentada uma mulher de olhos e cabelos negros, uma expressão altiva, que se contorceu em desgosto quando Hermione entrou. Sem dar atenção á isso, a garota se sentou ao lado direito de Voldemort, lhe dispensando um olhar, os comensais cochichavam baixinho, alguns minutos depois quando todas as cadeiras da mesa haviam sido ocupadas, as conversas cessaram e Voldemort se levantou.

-Dolohov – um homem á duas cadeiras de Hermione se levantou, Voldemort voltou a sentar-se – coloquei-o como responsável pela guarda de Azkaban, estou errado?

Voldemort perguntou, sua voz soava de forma perigosamente baixa.

-Não Lorde.

Dolohov respondeu, sua voz estava rouca, e seu corpo dava sinais de fraqueza.

-E o que você estava fazendo quando os três principais prisioneiros fugiram?

Dolohov tremia visivelmente, Hermione se divertiu com a cena. Incompetente, isso que ele era, um incompetente.

-Mestre, os Rebeldes armaram tudo, atacaram a área leste da prisão, os comensais responsáveis pela segurança e grande parte dos Dementadores se deslocaram para lá, sozinho não tive chance de detê-los. Isso não irá se repetir mestre...

-Realmente não irá Dolohov – disse Voldemort com o mesmo tom de voz - levem-no daqui.

Dois homens com vestes negras apareceram ao lado de Dolohov, cada um segurou um braço do apavorado comensal, e desapareceram, o que aconteceu ninguém pôde saber, mas segundos depois, um grito ecoou por todos os corredores do castelo, Dolohov pagaria caro por sua falha.

-Lucius, quero que comande as buscas dos fugitivos, os Rebeldes estão dando mais trabalho do que imaginava que poderiam dar.

Disse Voldemort pensativo, Lucius pigarreou e disse:

-Mestre, creio que se nos concedesse o uso da arma secreta que guarda, conseguiria executar o trabalho com mais rapidez e eficiência.

A sala ficou em silêncio, a resposta não veio, ao invés disso, uma risada se fez ecoar pela sala, e toda a atenção foi direcionada á Hermione.

-Não seja tolo Lucius, á cinco anos todos tentam descobrir qual é a arma secreta do Lorde. Você realmente acha que se ele não revelou esse segredo até hoje ele vai revelar agora? Você é mais ingênuo do que pensava.

-Quero os três prisioneiros em Azkaban até o fim do mês Lucius – disse Voldemort bebendo um cálice de vinho – e não quero ter que castigá-lo como estou sendo obrigado a castigar Dolohov.

Disse por fim pousando o cálice na mesa.

A reunião se seguiu, cada um dos comensais dava o relatório do serviço que executava, eram relatórios de todos os cantos do mundo, tanto no mundo bruxo quanto no trouxa.

-Bella.

Voldemort chamou, a mulher sentada á esquerda de Voldemort, de olhos e cabelos negros virou-se para ele.

-Sim Lorde.

-No relatório da semana passada, me disse que havia encontrado um rebelde-trouxa chamado John Granger, certo?

-Sim mestre – confirmou a mulher – me disse para deixá-lo onde estava, como se não fizéssemos idéia de sua localização.

-E também lhe pedi para investigar sobre sua origem, você o fez?

-Certamente.

Respondeu a mulher, com um toque de varinha fez surgir um pequeno rolo de pergaminho em cima da mesa, Voldemort o pegou e o leu, entortou a boca num sorriso e por fim disse:

-Muito bem Bella. Quero que todos comecem a agir agora, e quero resultados.

Todos os comensais se levantaram das cadeiras, fizeram uma meia reverência e saíram rapidamente da sala em completo silêncio, Hermione continuou onde estava, sorria em deleite, a arma secreta... Como aquilo era ridículo! Não estavam em um filme de ficção científica! Sem contar a notícia de que seu querido priminho John, fora encontrado, teria diversão por essa noite...

-Vejo que sorri, Pequena, fico satisfeito que tenha gostado da surpresa.

-Sim, mas me pergunto como os comensais conseguem ser tão tolos... Arma secreta! – ela soltou uma gargalhada alta e exagerada, pousou o cálice de vinho sobre a mesa, era extremamente prazeroso para ela assistir á ingenuidade alheia – uma bela arma secreta.

Disse numa voz leve encarando a taça com um sorriso no rosto.

-Minha pequena e letal arma.

Voldemort disse frisando o minha, Hermione apenas sorriu.

-Diversão por uma noite...

Disse Hermione se levantando da cadeira, Voldemort lhe entregou o papel com o endereço do primo de Hermione, a mulher pegou o papel e sorriu.

-Isso é uma bonificação pelo massacre na vila Irlandesa...

-Foi um prazer.

Respondeu Hermione, ela olhou o papel, seu primo morava em uma cidade chamada Strasbourg na fronteira da França com a Alemanha.

-Ele é o último.

Disse encarando o papel, agora com uma expressão dura no rosto, era difícil imaginar que dali a poucas horas ela iria reviver em pensamentos os piores momentos de sua vida, momentos que á levaram aonde ela se encontrava agora, e destruiria a última pessoa ainda viva que participara de tais momentos...

-Tenho que ir, não pretendo demorar, e quero voltar antes do nascer do sol.

Disse ainda fitando o papel, inspirou profundamente, e fez o papel pegar fogo, ela se virou e seguiu em direção á porta do local.

-Fique atenta, deve haver rebeldes fazendo guarda na casa dele.

Hermione não se virou, apenas acenou com a cabeça ainda de costas, saiu da sala e voltou pelo mesmo caminho de antes, adentrou á seu quarto, pegou sua capa, jogando-a nas costas, vestiu duas luvas de dedo pretas e saiu do quarto...

Ela aparatou diretamente nas floresta da vila, andando um pouco mais começou a ver as luzes acesas na cidade deserta, eram 2 h da manhã, ela caminhava calmamente pelas ruas, não encontrara ninguém até ali, entrou em uma outra rua, no fundo desta estava uma pequena casa com uma chaminé e janelas de madeira, um estilo antigo, lá estava John, queria sorrir, mas não pôde, o nervosismo tomou conta de seu corpo, sensação que á muito tempo não sentia, continuou a caminhar mecanicamente, parou em frente á casa, estava silenciosa, ela ultrapassou o pequeno portão na entrada da casa, andou pelo canteiro, e destrancou a porta com um simples movimento de mão, entrou na casa, o fogo na lareira estava baixo, a sala estava quente, ela tirou a capa e largou-a sobre o sofá, subiu os degraus da escada sorrateira e silenciosamente, haviam três portas no corredor, duas abertas, uma dava para um banheiro, e a outra para um pequeno quarto, a última estava fechada, ela escutou no silêncio da casa o ressonar leve do primo, novamente tentou sorrir mas sem sucesso, se limitou a andar até a última porta do corredor e abri-la, lá estava ele, os cabelos castanhos, uma expressão tranqüila no rosto, devia ter uns 25 anos, seu peito subia e descia em quanto respirava, Hermione estava inerte na porta, o observando, apenas observando...

Aos poucos recobrou os sentidos, e o controle do corpo, adentrou de forma leve no quarto, sem emitir barulho, espalmou a mão direita em direção ao primo...

Algo pontudo tocou sua nuca, sentiu uma leve respiração atrás de si. Ele não estava sozinho...

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N/A: Ta ae o cap um!!! espero que tenham gostado, ainda deve ter muita coisa confusa eu sei... mas eu vou esclarecer tudo gradualmente, não vou revelar todo o mistério de uma vez! senão perde a graça!!!
Agradeço á ***Pah Potter***, Poly Figueiredo, Gabih! Potter Black e Laninha Potter!! Meninassss valeu pelos coments!!! adorei!!! valeu pela força!!! próximo cap naum deve demorar mais que uma semana! então... comentem muitoooo q eu posto rapidin!!! bjos!!

Poly_Malfoy.

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