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4. Capitulo 4


Fic: Amor de rival. [ HP.DM ] CAPITULO 4 O pensamento e atitude de Harry ...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Essa é uma fic SLASH. Sim, sim. Homem com homem e pronto acabou. E não me responsabilizo por nada que lerem e não gostarem. Se você está procurando romance lindinho, papai e mamãe, não vai ser aqui que você vai achar, certo?

Os personagens NÃO me pertencem, e sim à titia Jô, e todo aquele blá, blá, blá que todos colocam.

Título: Amor de rival.
Autora: eu, ou seja. Laly’s
Shipper: Harry e Draco (casal perfect)
Beta: Bella Potter Malfoy
Classificação: Slash – (para maiores de 18 anos)
Gênero: Romance/Slash
Spoilers: sem spoilers

Capítulo 04: ''


Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor, que conhece o que é verdade


Sim, ele queria mais, e mais.

Boca, língua, corpo. Mas ele afastou-me outra vez. Abaixou a cabeça. O que tinha acontecido? Sim, eu estava gostando, e creio que ele também, mas ele me empurrou. Ahhh! Eu o queria bem perto de mim... Em mim.

O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece
É um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer


Boca, língua, corpo. Eu implorava em silêncio por outro beijo, mas não entendi a minha reação e a dele. Como ele queria que EU agisse? Como eu queria que ELE agisse? Nenhum de nós sabia o que aconteceria. Ele parecia estar com medo de eu não o entender. Eu o olhei dentro dos olhos, e balancei a cabeça positivamente, respirando fundo e calmamente. E foi então que ele, desesperado, começou a dar passos para trás, em direção à porta. Em direção a saída.

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria


Boca, língua, corpo. O que mais podia ser para fazer-lhe ter essa reação? Saí quase correndo de dentro da sala, e então fui para o salão grifinório. Estava deserto. Postei-me em frente à lareira. Louco, sim, estava louco.

Pelo que?

É um não querer mais que bem querer, é solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente, é cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor

Boca, língua, corpo. Essa era a resposta para tudo.

Boca – avermelhada, doce e fina.
Língua – macia, delicada e saborosa.
Corpo – lindo. Pele branquinha e linda.

Olhando para as faíscas que o fogo estava soltando para fora da lareira, relembrei.

É um ter com quem nos mata lealdade
Tão contrário a si é mesmo o amor


Boca, língua, corpo. Enfeitiçaram-me.
Boca, língua, corpo. Deixaram-me mais seguro de mim. Mais seguro com ele nos meus braços. Só nos meus braços.

Estou acordado e todos dormem, todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte, mas então veremos face a face


Sentido-me melancólico, vejo o fogo queimar a madeira. Lasca por lasca. Galhinho por galhinho. Vendo voar cinzas por cinzas. Sendo hipnotizado, por entre “nuvens de algodão”, formas de escapar, fugir, gritar, correr, voar. Liberdade.

Eu deveria achá-lo um covarde, largando-me lá depois dos beijos quentes que trocamos. Fazer-me pensar em fantasias “eróticas”. Se eram eróticas ou não, o que importava? Eu tinha gostado.

É só o amor, é só o amor, que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria


PAIXÃO.

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