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45. Desespero


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Antes de qualquer coisa, quero realmente pedir desculpas pelo vácuo enorme que eu dei em cada um de vocês. Me comprometi a terminar antes do fim de 2013 e não consegui.
A verdade é que tenho enfrentado inúmeros problemas, entre eles, separação, mudança, falta de internet, etc, e por isso tem estado difícil me concentrar, mas hoje acordei com a ideia do capítulo e ei-lo ai.

Espero que gostem e possam me perdoar. Tentarei manter uma frequência. Falta pouco para terminar.
Beijos e eis o capítulo.

~~~~~~~~~~ 
 


Cap 45 - Desespero


 


Quando Gina abriu os olhos naquela manhã, achou por um breve momento que estava em um pesadelo terrível e que finalmente se livrara de tudo aquilo, afinal, despertou. Mas não era bem como ela esperava que fosse, tudo aquilo estava acontecendo. Desde a ida idiota de seu irmão para a “cidade grande” com aquela promessa idiota de fama e dinheiro fácil a sua acusação de uso de drogas, a tentativa de estupro da Mione, o espancamento do Harry, as ameaças a Luna, a perda do bebê da Cho... E essas coisas todas que o Harry havia descoberto sobre seu pai.


Ela não entendia como tanta coisa ruim poderia acontecer em tão pouco tempo, muito menos como tanta coisa ruim poderia acontecer sempre com as mesmas pessoas, ou de alguma forma, envolver a todos. E ela gostava tanto de todos eles que o que mais queria era que eles a ouvissem, que a Luna e a Cho parassem de se meter com os Malfoy e toda essa gangue, que o irmão desistisse de uma vez de esse mundo de fama e voltasse para casa, de onde nunca havia de ter saído. Que ela e o Harry pudessem se acertar... Mas ela não sabia o que fazer em relação ao Harry. A perda do bebê era tão recente e ela tinha a sensação de que a Cho precisava dele, nem que fosse para simplesmente estar ao seu lado. Ela tinha medo de se envolver demais e se magoar novamente, afinal ficara triste por ele não lhe ter contado desde o início que a ex-namorada estava grávida.


O fato é que agora, neste momento tão crítico, ela não podia ser tão egoísta e abrir mão de ajuda-lo, ou de pelo menos estar ao seu lado quando ele precisasse sabia que não era nada fácil para ele, que o sonho e todas as ideias que criou de seu pai haviam sido atingidas com todas as revelações do professor. Sabia que Harry era impulsivo demais, e acima de tudo, sabia que ele poderia estar em ponto de cometer alguma loucura qualquer.


 


- Alô! - ela atendeu. O celular tocou mal ela havia aberto os olhos.


- Oi Gina, desculpa te ligar a essa hora da manhã, mas você está com o Harry? - era a voz de Hermione, um pouco aflita, do outro lado da linha.


- Não, Mione. O que está acontecendo?


- Não faço ideia, Gina. Eu acordei agora e não o encontrei. É fim de semana, eu não sei onde ele está. Liguei para o celular, mas está fora de área e eu pensei que estivesse com você, mas não sei mais. Já liguei para os amigos mais chegados dele, mas ninguém sabe.


- Calma, Mione, vamos pensar com a cabeça, tudo bem? Sem ficar nervosas porque isso não vai ajudar em nada.


- Eu sei, mas eu não sei onde procurar, eu não sei onde ele está... Você sabe que ele já foi espancado, eu tenho medo de ele ter feito alguma besteira de novo...


- Mione, calma. Eu vou acordar o Rony e vamos pra ai, ok. Fica calma.


- Obrigada, Gina, eu...


- Mione, calma - a amiga ouviu a outra chorar - Já chegamos ai.


 


 


[...]


 


 


- Como está se sentindo, meu filho?


- Melhor, impossível.


 


O sorriso no rosto de Draco fez com que sua mãe sorrisse animadamente também. Ela estava totalmente satisfeita em ver o filho mais animado, mais vivo, mais disposto e isto lhe dava ainda mais força e firmeza para continuar com seu plano. Não permitiria que seu marido fizesse mais mal a nenhum dos dois, nem que para isto tivesse que tomar atitudes mais drásticas.


Nunca esperou que seu filho fosse se apaixonar, mas agradecia que agora ele tivesse Astoria em sua vida, o ajudando e contribuindo tão proveitosamente para a sua melhora. Estava sentida pelo fato de ele ter tentado se matar, mas o sentimento balanceava com a certeza de que ele estava bem e vivendo como um garoto normal de sua idade. Estava feliz por ele.


 


- Quando vai ver a Astoria novamente?


- Acho que amanhã. Ela está meio atarefada demais. Um garotinho de uns 15 anos deu entrada essa semana. Estava em um estado lastimável. Ela tem se dedicado muito a ele e tem estado sem tempo.


- Ela é realmente maravilhosa.


- É sim, mamãe e, eu acho que vou me voluntariar na clínica. O que a senhora acha?


- Magnifico! - a mulher exclamou verdadeiramente animada - Mas por que chegou a esta conclusão?


- A Astoria vive me dizendo que tenho que fazer algo pelo mundo, mas que antes, preciso fazer algo por mim, preciso melhorar e eu acho que ajudar pessoas que passaram pelo que passei ou que tiveram um destino tão confuso possa ser a forma de eu encontrar o meu lugar no espaço.


- Sim, eu concordo com vocês dois...


- Mas ainda não tenho certeza, quer dizer... Tenho certeza que quero fazer isso, mas eu não sei como farei.


- Por quê?


- O papai, mãe. A senhora sabe como ele é e eu não sei o que ele faria ou qual seria a sua reação ao saber que eu prefiro ajudar “viciados inúteis” que ficar com ele nessa empresa odiosa.


- O que acha de ajudar a Astoria em segredo?


- E será que daria certo? - ele duvidou.


- Seu pai está mais tranquilo desde que eu passei a ajuda-lo, então acho que podemos tentar...


- Mãe, por que a senhora está se metendo nisso tudo? Eu não gosto de ver a senhora participando de toda essa falcatrua que o papai é metido.


- Nem eu, meu filho, mas por hora, é o melhor para nós dois.


- O que a senhora tem planejado?


- Não posso te contar, por enquanto, mas se eu conseguir convencer o seu pai a parar com toda essa loucura, talvez nem precise fazer o que tenho pensado.


- Mamãe...


- Não se preocupe meu querido. Eu sou capaz de fazer qualquer coisa pelo seu bem.


- Eu sei, e isso não me deixa nenhum pouco feliz. Não gosto de saber que a senhora está mal ou triste, muito menos que aquele... Aquele nojento do papai tocou na senhora novamente e...


- Tudo bem, Draco. Isto não tem acontecido. Faz semanas que seu pai não me bate, que nem ao menos levanta a voz para mim. Vamos continuar, assim, tudo bem? Não precisa se preocupar, certo?


- Como a senhora pode me pedir que não me preocupe depois de tudo o que soube e vi aquele monstro fazer? Mamãe, a senhora está fazendo errado se metendo com ele e compactuando, me escute, por favor...


- Draco, eu sei o que eu estou fazendo, então, por favor, não se meta. Quero que viva a sua vida com a Tory e viva muito bem. Não quero que fique pensando no que faço ou deixo de fazer, tudo bem?


- Mãe...


- Não. Estamos conversados.


 


A mulher levantou e saiu do quarto de seu filho caminhando calmamente, com aquela elegância e tranquilidade que Draco nunca fora capaz de compreender como ela mantinha com toda aquela loucura que os seguia. Sua mãe era seu porto seguro, sua paz, mas ele não podia deixar de se preocupar com o que ela tinha em mente. Não poderia deixar passar o fato de ela estar se envolvendo novamente com seu pai, com aquelas pessoas inescrupulosas e, o pior de tudo, não aceitava o fato de sua mãe está acreditando que seu pai ainda tenha alguma chance de melhorar. Suspirou quando a viu fechar a porta.


 


- Espero que a senhora não se arrependa depois, mamãe.


 


 


[...]


 


 


O homem caminhava de um lado para o outro de seu quarto sem saber realmente porque estava tão nervoso, tenso... Preocupado. Olhou novamente através da janela esperando que algo de anormal acontecesse diante de seus olhos. Ele estava acostumado com aquela sensação de que algo sairia errado, de que não poderia fazer nada para que fosse de outra maneira. Estava arrependido. Não deveria ter falado mais do que deveria. Não sabia agora como voltar atrás.


Caminhou novamente dentro do cômodo. A cabeça doía consideravelmente. Estava cansado. Sentou sobre sua cama e avistou o reflexo embaçado em seu espelho de cabeceira. Estava velho, muito mais velho do que realmente era. Os olhos negros tinham olheiras igualmente escuras e bolsas grandes. Sua pele começava a ficar flácida, não pela idade, mas pela falta de preocupação com sua aparência. Não tinha porque se sentir bonito, não tinha para quem melhorar. Seu único e verdadeiro amor fora roubado de seus braços duas vezes; primeiro, pelo idiota do Potter, depois, pelo acidente que sofrera.


Snape estava triste. Sabia que não deveria ter revelado tantas coisas àquele garoto cabeça dura e impulsivo como o pai. Detestava a semelhança que eles tinham. Era arrogante e esquentado como o outro, mas detinha os belhos olhos esverdeados que a amada possuía, e isso era a única coisa que ainda o fazia suportar aquele filhote de explosivo.


Não sabia o que o idiota do garoto faria com as informações que havia recebido, mas tinha certeza que nada de bom estava acontecendo. Tinha a mesma sensação que tivera quando Lilian lhe disse que iria fugir com o Potter. Aquela mesma sensação de que nada daria certo e que ele nada poderia fazer para mudar.


 


- Senhor Snape! - ouviu uma voz grave e forte gritando na porta de frente de seu apartamento. - Senhor Snape! - agora o grito vinha acompanhado de pancadas fortes contra a sua porta.


- O que pensam que estão fazendo? - ele abriu um pouco a porta, a deixando presa pela corrente - Senhorita Weasley, posso saber o que quer na minha casa? E quem é esse troglodita que tentou derrubar minha porta?


- Professor Snape, me desculpe, este é o meu irmão Rony e eu preciso muito da ajuda do Senhor.


- Da minha ajuda? - ele perguntou curioso - E posso saber em que precisa de minha ajuda?


- Professor, por favor, nem precisa abrir a porta, mas, por favor, me diga onde fica a antiga casa dos Potter, por favor, professor, o Harry sumiu e eu acho que ele está lá.


- Não seria de estranhar que o jovem Potter tivesse a mesma predisposição para loucuras, assim como o pai...


- Por favor, senhor Snape - Rony ajudou a irmã que tremia - Precisamos apenas do endereço e nada mais...


- E posso saber como os senhores encontraram a minha casa? - perguntou arrogante.


- Professor, por favor, sem arrogância. O Harry pode estar correndo risco. Pouco importa como encontramos seu endereço, mas se isso ajuda, eu liguei para o professor Dumbledore, agora, por favor, me de a porcaria do endereço.


- Senhorita, não grite na minha porta...


- Senhor, quanto mais demorar a nos dar o endereço, mais faremos barulho no corredor, então seja esperto, se livre de nós nos dando o que precisamos.


- Eu estou reconhecendo o senhor... - falou estreitando os olhos.


- Ahhhh - Gina gritou impaciente - Me de a droga do endereço, professor Snape. Faça alguma coisa boa pela humanidade e deixe de ser tão ressentido pelo que lhe aconteceu no passado - Snape arregalou os olhos com a arrogância da garota, mas nada falou - O Harry não tem culpa de a senhora Potter o ter trocado pelo pai dele. O Harry não tem culpa de nada do que o senhor Potter fez, e muito menos de seus pais terem morrido. Por favor, professor, por favor, se amou tanto a Lilian como acho que foi, ajude a salvar o filho dela... Mais uma vez.


- Senhorita... - ele respirou fundo ao ver a garota fechar os olhos e abaixar a cabeça em negativa, vencida - Espere um momento.


 


 


[...]


 


 


Quando Rony e Gina entraram na casa cujo endereço Snape havia passado, não encontraram nada além de bagunça. Alguém havia passado por ali há muito tempo, mas havia traços de uma presença de pouco tempo. Havia papeis recentemente espalhados pelo chão. Uma caixa violada.


Gina abaixou e não pode deixar de pegar e ler uma delas. Era uma carta endereçada a sua mãe. Na assinatura, Severo Snape. Parecia uma carta de amor, e isso deve ter feito o coração de Harry doer.


 


Querida Lili, como gostaria que tivesse se arrependido antes. Eu sei o quanto tem sim difícil para você viver nesta casa, com este homem. Sei o quanto deve ser arriscado e como você deve se sentir indefesa, mas o pior de tudo é esse filho que você espera.


Não entenda que digo que seu filho é algo de ruim, apenas acredito que ele não veio no melhor momento, e eu concordo com você de que deveria sim ir passar uns tempos na casa de sua irmã no Brasil. Lá você estará com sua família, com pessoas que você ama e que vão cuidar de você da melhor maneira possível.


Eu também quero que saiba o quanto eu fiquei feliz em saber que você realmente pensou em vir morar comigo. Caso queira, minha querida Lili, eu aceitarei você e a seu filho como meus, farei o que puder para lhes dar sempre o melhor. Espero realmente que esta ida à casa de sua irmã faça com que pense melhor. Quando esta criança nascer, ela terá um lar, uma mãe e um pai, como deveria ser. Um pai honrado, capaz de fazer o que puder pelo bem dos dois. Estou realmente muito feliz que tenha pensado melhor sobre nós, e não me importo, Lilian, eu lutarei por você caso este louco de seu marido tente se impor entre nós. Não me importo. Eu te darei o que ele deveria te dar e não foi capaz.


Não se deixe levar, meu querido Lírio, não se deixe envolver pelas mentiras e falcatruas que ele tem criado. Sabemos o quão arriscado é para você, seu filho e para ele, mas salve-se, salve o seu filho. Estarei esperando por você o tempo que for necessário.


 


Com muito amor, Severo.


 


- Droga. - Gina exclamou entristecida.


- O que foi?


- Essa cartas, Ron. Droga. O Harry deve estar um caco. Vamos, precisamos encontra-lo.


 


E não demorou muito tempo. Voltaram pelo sentido contrário à estrada que dava acesso à casa dos Potter. Quando se aproximaram, Gina não conseguiu controlar um leve grito de susto e percebeu apenas o irmão apertar o pé no acelerador do carro.


Gina avistou um vulto acima do parapeito de uma ponte. Harry estava prestes a se jogar.


 


- Harry, por favor! - ela gritou enquanto saia desesperada do carro. Rony não se aproximou - Por favor, meu amor, não faça isso, por favor, não me deixe, por favor.


- Gina... - os olhos de Harry estavam inchados. Seu rosto deformado mostrava o quanto ele sofria. Seus cabelos bagunçados estavam sem vida, assim como ele parecia estar - Me desculpe, mas eu não posso.


- Harry, por favor, você me pediu para ficar com você. Você disse que me amava, que me queria com você, por favor, Harry, não me abandona. Desce daí, por favor. Vamos conversar.


- Meu pai era um monstro, Gina. Ele não amava a minha mãe.


- Harry...


- Ele a enganou. A abandonou. Nem mesmo saber que teria um filho foi o suficiente para que ele parasse com aquilo tudo.


- Eu sinto muito - ela se aproximou um pouco mais, Rony também se aproximava.


- Ela mantinha contato com o Snape. Ela ia fugir com ele. Ela ia morar com o Snape porque não aguentava meu pai, não suportava viver daquela forma.


- Ela só queria se proteger, Harry, e te proteger...


- Meu pai acabou com a nossa vida. É tudo culpa dele. Agora eu entendo o porquê de o Snape o odiar tanto. O James, ele era um safado...


- Harry, por favor...


- ELE MATOU A MINHA MÃE!


- Não, Harry, não foi o seu pai.


- Sim, Gina, foi ele. Ele queria fugir e convenceu a minha mãe a ir com ele com a esperança de que ficariam bem. Minha mãe não deveria ter voltado da casa da tia, ela não deveria ter acredito. Ela não deveria ter dado o endereço pra ele, não devia. Não devia ter falado que estava grávida, não...


- Harry, eu sinto tanto - ela não conseguia controlar as lágrimas que enchiam seus olhos - Me deixa te abraçar, por favor.


- Não. Eu não quero te fazer mal, eu vou prejudicar a sua vida também...


- Claro que não, Harry. Eu te amo e você me ama também. Quando há amor, tudo se supera. Eu quero estar ao teu lado, Harry, por favor, não me deixe te perder por um passado do qual você não faz parte, e nem ao menos teve culpa.


- Gina, eu te amo tanto...


 


Mas o inesperado aconteceu. Quando Harry tentou virar-se para falar com Gina de frente, escorregou o pé na beirada da ponte e desequilibrou. Ela avançou e Rony também, mas não foi o suficiente. Harry havia caído.

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Comentários: 1

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Enviado por Tati Hufflepuff em 10/02/2014

Jesus amado, que capítulo intenso!
Mostrar os sentimentos de Snape dessa forma ficou tão simples e bonito. Muito emocionante! A carta que ele mandou para Lily, todo o amor que ele colocou ali... Será que as palavras de Gina vão fazer o professor mudar a maneira de tratar o Harry? Quer dizer, isso se o Harry sair dessa né? Porque cair de uma ponte não é mole...
Seguindo pro próximo cheia de curiosidade >>>

Ps: Mais uma vez, amei o capítulo !

Nota: 5

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