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Visualizando o capítulo:

8. Ao seu lado


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NT/A:
bem gente desculpme a demora ^^ é que eu estava esperando beta a fic = / e mesmo assim n betaram i.i e como estava demorando demais eu resolvi colocar assim mesmo, desculpe então os erros e tudo mais (quem é ser minha beta? i.i)


Aproveitando xDD

Obrigada pelo comentário Anna XDD fico feliz por saber que você esta gostando da fic, eu não sou fã da tia Bella, mas ate que ela é legalzinha XDD.

obrigada pelos comentarios gente ^^

E pessoal que lê a fic mais não comenta u.u
Obriga por esta lendo XDDDDDDD valeu gente
Mas comenta vai i.i

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8° capitulo: Ao seu lado.

O meu ar faltou quando eu ouvi o que ele disse, eu terminei de colocar a minha camiseta e o fitei demoradamente, como se não tivesse ouvido ele muito bem, mesmo sabendo exatamente o que ele tinha falado.
-não é possível, não é?digo, ele não pode saber onde você esta, ou pode?
Draco desviou o seu olhar do meu e se levantou, indo em direção a porta.
-E melhor você sair daqui Hermione, antes que algo aconteça.
-Não.-Disse fervorosamente.- Eu disse que não iria, e não vou.Ficarei aqui com você, e pronto! Não me importo com o que você diga ou deixa de dizer, e muito menos me importo com o perigo, eu quero ficar aqui!- A minha voz saiu mais firme que eu pensara que sairia.
Ele me observou por um tempo e deu um dos seus velhos sorrisos desdenhoso.
-Você realmente é teimosa Granger. Caso ele encontre você, ele não terá piedade...
-Ele não fará nada comigo, principalmente se ele acreditar que estando comigo ele poderá chegar, por fim, ate o Harry. Que sem duvida esse é o tão sonhado momento dele, não é?
-Sim, isso ninguém discorda Granger, mas ate você provar que é uma peça essencial na busca pelo testa rachada, você será passado.
Eu o fitei com firmeza e me levantei da cama e fui ate ele.
-Não me importo com suas opiniões, eu ficarei aqui!
O sorriso dele de lado me fez sorrir bobamente, era tão lindo vê-lo sorrir daquela forma. Inconscientemente a minha mão foi ate o rosto dele, o cariciando com ternura.
-Hermione melhor deixar as coisas como estão.
Quando o vi saindo do meu quarto, as suas palavras me feriram, mais do que nunca. Ate mais do que as ditas por ele quando éramos apenas alunos de casas inimigas.
Depois de um tempo fitando a porta fechada, voltei para minha cama, onde momentos atrás vivenciava os carinhos mais delirantes e prazerosos que uma garota poderia sentir.
Aquela noite fora a primeira, desde que eu e Malfoy começamos a nos dar bem, que não consegui dormi.
Eu fiquei só pensando no que tinha acontecido, na marca dele lhe avisando que aquele qual eu temo desde que estava no primeiro ano em Hogwarts, estava pedindo pela sua presença. Para lhe pedir, sem duvida algo horrível, qual mancharia ainda mais a sua alma.
E era isso que me perturbava. Mas uma sombra de duvida percorreu a minha mente. Estaria Voldemort sabendo de tudo que estava acontecendo na mansão dos Balcks, sabendo que eu e Malfoy estamos nela?Sabendo que uma amiga de Harry esta junto de um comensal?
Depois de duas horas me debatendo daquela forma, resolvi que me levanta, andei na escuridão e fui ate o quarto de Draco. Ouvi antes de adentrar o mesmo os resmungo dele, parecia que a marca ainda queimava, dei um suspiro a fim de me encorajar a entrar ali.
Logo que abri a porta, deparei com Malfoy em pé com sua varinha apontada para mim.
-Calma, sou eu.-Disse as presas.
-Não faça mais isso Granger.-Disse ele esfregando a marca.
-Esta doendo muito não é?
Ele me olhou com os olhos frios e respondeu que sim.
-Você faz idéia o que ele quer?-Perguntei fechando a porta atrás de mim.
-Não, mas tenho certeza que não é para me parabenizar em relação ao acordo com o Potter, e muito menos para autorizar o seu comensal de quinta a namorar uma sangue ruim.- Disse ele sarcasticamente, deixando-me terrivelmente aborrecida.
-Será que tem como você falar seriamente comigo, sem usar esse seu tom?
Ele deu um suspiro profundo e caminhou ate a cômoda que havia ali repousando a sua varinha na mesma.
-O que você esta esperando que eu faça Granger?
A pergunta dele me deixou sem ação, o que eu estava esperando que ele fizesse, será que não era claro? Eu queria que ele ficasse. Mas será que isso era a coisa certa para se fazer?
Mas uma vez me vi sem resposta, e sabia que tal pergunta não seria respondida atrás de livros. Sentei na cama como se estivesse derrotada, e o encarei.
-Não sei Draco, eu só espero que fique tudo bem.- Disse enfim.
-Eu também quero isso, mas a marca não para de queimar.Acho que ele sabe de algo.
Eu também suspeitava daquilo, afinal Voldemort não o chamaria para nada, e muito menos perderia seu tempo para chamar-lo e mata-lo. Pelo menos era nisso que eu queria acreditar.
Quando meus olhos se encontraram novamente com os deles, vi algo mudado no mesmo, senti um arrepio percorrer todo o meu corpo.
-O que você esta pensando em fazer?
-Ignora-lo.-Disse ele com um leve sorriso.
Senti um grande alivio, e me levantei. Estava feliz porque Draco Malfoy não iria ir para um lugar que poderia ser a seu tumulo? Realmente tudo mudara naqueles dias, e para mim mudara definitivamente para melhor.
O abracei fortemente, e ele retribuiu o abraço. Senti-lo perto de mim daquela forma, fez todo aquele momento maravilhoso que passamos junto voltar a tona. Fechei os olhos, como se assim pudesse sentir tudo que sentira naquele momento, toda aquela magia, sem mágica. E parecia que ele também estava pensando o mesmo, pois vagarosamente ele foi me levanto em direção a cama, não me atrevi a impedi-lo, já que aquele também era o meu desejo.
Ele me deu um selinho, e deitou-me sobre a sua cama deitando ao meu lado, abri meus olhos e fitei os deles.
Ele me olhava com intensidade, estava novamente me deixando levar pelo momento. Passei a mão no rosto dele, ele a pegou e deu um beijo carinhoso. Eu acho que nunca conheceria aquele Malfoy se não tivesse entrado na aquela casa...Dias atrás me arrependia por ter feito essa escolha, mas agora me arrependeria se caso saísse dali.
Ele repousou sua mão na minha barriga, e com uma voz carinhosa sussurrou ao meu ouvido.
-Dorme comigo essa noite?
Sorri para ele, e com um sorriso suave respondi-lhe que sim. Ele me envolveu em seus braços, fazendo a minha cabeça repousar em seus ombros.
-E desta forma que eu gostaria de morrer.-Disse ele melancolicamente.
Olhei para cima e vi que ele estava de olhos fechados, aquela frase dele deixou-me triste e também pensativa. Mil perguntas passaram pela minha mente naquele instante, mas não fiz nenhuma delas a ele.
-Não fale assim Draco, não fale de morte...temos que pensar na vida...
-Eu penso Hermione, por isso que penso na morte também. Pois ela é conseqüência da vida.- Disse ele sinistramente.
Um arrepio percorreu o meu corpo, mas nada disse, somente o apertei com aquele abraço carinhoso.
- Hermione para onde você iria, caso eu vá ao encontro do Lorde?
Levantei um pouco, me apoiando com meu braço esquerdo, afim de encara-lo melhor.
-Não Draco, você não pode ir...
-Hermione, eu disse se caso...Não esta nada decidido.-Disse ele me olhando ternamente.
-Iria junto com você...
-Não mesmo Hermione, não deixaria você ir...Caso eu ir, você voltara para o Potter.
Ele falara de forma definitiva, ele realmente queria que eu voltasse para o Harry, e o deixasse só? Que eu fosse para toca e me deparasse com aquele que durante anos eu gostei? Senti vontade de chorar, mas me segurei,” chorar não adianta” ouvi ele falar na minha mente.
Joguei-me nos braços dele com urgência, eu não queria que ele fosse, eu queria ele ali, eu queria ficar com ele ali, para sempre...
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Fazia três horas que estávamos ali, abraçados, Draco não conseguia dormi, por essa razão eu também não.
-Hermione eu tenho que ir.
Olhei para os olhos dele, via dor no mesmo, afinal a marca negra não parava nenhum momento de queimar a sua pele, eu me sentia terrível o vendo sofrer daquele jeito. Mas se ele fosse até Voldemort, sem duvida que ele não voltaria mais, e por alguma razão inexplicável dentro de mim, dizia-me que não suportaria se caso isso acontecesse.
-Draco você não precisa ir... -Disse sentando na cama.
-preciso sim Hermione, ele não irá parar de me chamar só porque eu me recuso a ir... Por isso eu preciso ir.
Fiquei um tempo olhando para ele analisando a situação que se desenrolava, dei um suspiro fraco e balancei a cabeça em concordância.
-Você tem razão Draco você precisa ir... Mas eu vou junto com você...
-Não, eu vou sozinho. -disse ele se levantando.
-Não mesmo! Eu vou!
-Hermione! Vê se você entende, eu não vou deixar você ir! Pela simples razão que se você for será um perigo maior ainda tanto para você como para mim!
-Não se você me levar como prisioneira?
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Harry sentou na ultima cadeira vazia da mesa da tão famosa e aconchegante cozinha da toca. O moreno olhou as pessoas ali presentes, estavam todos que ele considerava importante para aquela missão, Rony, Ginny, Hermione, Fred, George, Lupin, Molly, Arthur, Fleur, Gui, Tonks e Olho-tonto Moody.
-Então Harry para que essa reunião?-perguntou Hermione, aparentemente a mais impaciente com toda aquela demora de informação.
Harry olhou para amiga e deu um sorriso, o clima de pós casamento ainda esta no ar, razão essa do garoto não querer falar logo o que tinha para dizer. Mas sabia que quando mais deixasse para depois, mais difíceis ficariam as coisas.
-A razão da reunião é por da minha conversa com Dumbledore, como sabem o mesmo me deixou uma missão...
A fala do moreno fora interrompido com a entrada repentina de um dos membros da ordem, e também membro da família Waesley.
-Carlinhos. - disse Molly o abraçando fortemente. -que bom que você...
Ela olhou bem para seu filho, vendo que o mesmo tinha vários arranhões no rosto.
-por merlim o que aconteceu com você?
-comensais, eles estão atacando em todos os cantos...
-oh meu Deus. -disse Molly o abraçando novamente.
-Esta tudo bem agora, não se preocupe. -disse dele se afastando da mãe. -acho que você pode continuar Harry. -disse fitando o moreno.
O garoto olhou para Carlinhos que se encontrava na parede, e depois fitou a sra Weasley que parecia meio sem jeito com a forma que o filho a tratara, e para não piorar aquela situação constrangedora, ele resolveu explicar as coisas de uma única vez.
-Bem... Como sabem Dumbledore deixou uma missão no qual eu tenho que fazer antes de lutar contra Voldemort... E precisarei de toda ajuda possível para realizar isso.
-você sabe que pode contar conosco Harry. -disse Lupin dando um sorriso amigável.
-eu sei. -disse Harry retribuindo o sorriso. -por essa razão, por confiar em vocês, que separarei a ordem, para missão Fênix...
-o que iremos procurar?-quis saber Ginny que estava segurando a mão de sua melhor amiga nervosamente.
-as horcruxes de Voldemort. -disse simplesmente.
-o que?-perguntou a ruiva sem entender nada.
-eu explico. -começou a falar Hermione, na verdade a mesma tinha ensaiado aquilo desde que soube do caso das horcruxes, sempre achara que precisaria explicar sobre as mesmas. -Voldemort dividiu a alma dele em sete partes, guardando as mesmas em lugares que ele julgara ser importantes e seguras. Para assim ele se “tornar” imortal. Por essa razão que Harry precisa encontrar e destruir as Horcruxes... E depois enfrentar Voldemort.
Ao termino da explicação, todos olhavam Hermione boquiaberto, ninguém ali, nunca pensara que Voldemort fosse capaz de realizar um ato como aquele sombrio e terrível ate mesmo para voldemort.
-então ele superou as nossas expectativas. -disse Moody de forma sarcástica, porem preocupante. -tenho que admitir que ‘ele’ sabe realmente se preparar para um combate... Isso só atrapalha tudo.
-realmente, mas iremos mostrar para ele que estamos tão preparados quando ele. -disse Harry de forma firme, como qualquer líder diria.
Hermione deu um sorriso para o amigo, e depois fitou Rony, quem parecia longe naquele momento.
-tudo bem?-sussurrou ela para ele, Rony só balançou a cabeça em concordância e depois encarou Harry.
-Hermione realmente ira para Bulgária?-perguntou de forma direta.
-é... Sim, foi esse o combinado...
-como assim?-falou Tonks olhando surpresa para Harry. -que combinado foi esse?
-é que Vitor sabe o búlgaro que Fleur convidou para o casamento, então ele me disse que algumas pessoas estão a fim de ajudar lá na Bulgária, e como não sabemos como destruí uma horcrux...
-essa era uma pergunta que iria fazer. -interrompeu Lupin.-pois pelo que eu sei esse assunto não se encontra em qualquer livro, mesmo sendo sobre Artes das trevas. Pois esse assunto é muito delicado e perigoso para se tratado desta forma. Mas eu sei que tem um livro que fala sobre o mesmo, e pessoas que já tentaram fazer o mesmo que ‘ele’ fez... Mas uma coisa eu sei, Voldemort é o primeiro a realizar esse feito.
- Eu sei de tudo isso Lupin, Hermione mesmo estudou todos os tipos de livros e não encontrou nada, mas quando eu estava conversando com Krum, e ele disse-me sobre o assunto de querer ajudar. Pois os comensais, por incrível que pareça também esta agindo na Bulgária. Eu mencionei sobre as horcruxes, perguntei o que ele entendia disso. Já que na escola onde ele estudava ensinava artes das trevas, pensei que ele soubesse algo... E para minha surpresa, ele estava bem informado neste assunto, e me garantiu que seu ex-professor de artes das trevas e perito em horcruxes... Por essa razão decidimos que um de nos tínhamos que ir para Bulgária, a fim de descobrir tudo sobre Horcruxes, uma pessoa confiável, afinal não disse tudo para krum, só disse que achava o assunto interessante. -finalizou ele com meio sorriso nos lábios.
-então você achou melhor escolher a Hermione, por que ela já foi namorada do Krum. -disse em tom brincadeira Fred.
-bem... Eu a escolhi, por que era a mais inteligente entre mim e rony, não que não confio em vocês, mas todos aqui têm outras coisas para se preocupar, são adultos, tem famílias, empregos e tudo mais, e como eu, Rony e Hermione deixamos tudo de lado...
Hermione encostou-se na cadeira, enquanto o discurso de Harry continuava ele dizia a verdade, ela, Ron e Harry não tinham uma vida própria, somente tinham aquela busca e a guerra, e depois?E a vida que ela queria? Onde ficaria tudo isso?
Harry nem sabia, na verdade nem saberia. Mas a verdadeira razão de Hermione falar que tudo ok para viagem para Bulgária, era para fugir de tudo aquilo, quem sabe assim consegui viver um pouco enquanto ajudava seu melhor amigo.
-... Certo Hermione?-perguntou Harry a olhando. Esta só percebeu que ele estava falando com ela, quando todos a fitavam com curiosidade.
-estava falando comigo?-perguntou perdida.
-Sim. -disse seriamente. - você esta bem Hermione?
-Sim, estou. Eu estava pensando quais livros devo levar nesta viagem.
-então quer dizer que você realmente concorda com isso?-perguntou Harry com um sorriso no rosto.
--claro que sim Harry, eu disse que iria ajudar, não foi?
-sim... Agora...
Hermione se levantou pedindo licença para todos, dando a desculpa que iria começar arrumar suas coisas. já que pelo acordo que ela, Ron e Harry fizeram no dia anterior, ela partiria o quando antes para descobrir sobre as horcruxes. Ela subiu as escadas e foi para o quarto onde estava dividindo com Ginny, sentou-se na cama correspondente a ela e ficou olhando uma das paredes, não estava com a verdadeira intenção de arrumar as coisas, apenas queria ficar longe de tudo aquilo... Ficar se preocupando a todo o momento, não ter paz, estava deixando a morena cansada daquela vida... Não se arrependia em ter conhecido Harry, em ter feito amizade com o mesmo, ou ate mesmo em ter prometido a ele que o ajudaria com as buscas, mas viver daquela forma 24 horas era cansativo. e alem do mais não dava a ela a chance de buscar por uma vida diferente, de pensar num após a guerra. Ela tinha a chance apenas de pensar como sobreviver de um ataque, e como atacar. Era realmente frustrante tudo aquilo.
Ela se jogou para trás, e fechou os olhos. Sua cabeça, como sempre, começava a doer. Ela levou suas mãos ate a cabeça massageando a testa. Neste instante a porta do quarto foi escancarada, fazendo à morena dá um pula da cama.
-Rony? Precisa mesmo disso tudo?-perguntou ela levanto sua mão novamente ate a cabeça e voltando a se deitar na cama.
-desculpa Mione. -disse ele carinhosamente se aproximando dela.
-fugiu da reunião também?-perguntou ela com um sorrisinho no rosto.
-sim... Preciso falar com você... -disse ele sentando na beirada da cama.
Hermione sentiu a voz dele seria por essa razão se sentou na cama apoiando suas costas na cabeceira.
-o que foi Rony?
-sobre nos dois Hermione, não acho que seja uma boa seguimos com aquele nosso plano...
““ Plano?”Pensou ela contrariada”.
-você acha que dá uma chance para nos dois, é um tipo de “plano”? Definitivamente não é boa hora para isso Rony... Por merlin... Por que isso agora?-disse ela se mostrando irritada com tudo aquilo. -isso era a única coisa que me faria sentir viva...
-Mas Mione olha a sua volta, estamos em meio a uma guerra, não podemos seguir nossas vidas como se nada estivesse acontecendo, alem do mais Harry precisa da nossa ajuda... Não sei se o ajudaria se nos dois começasse a namorar ou algo assim... Sem falar que a distancia que ficaríamos iria só atrapalhar, e sabemos perfeitamente que um de nos precisa ficar ao lado de Harry.
-eu sei disso tudo, mas Rony...
-Mione, não... -ele se levantou, mas foi acertado por um estupefaça antes mesmo de chegar perto da porta, fazendo o seu corpo desacordado cair no chão causando um grande barulho.
Hermione ainda estava de pé com sua varinha em mãos, quando Harry e Ginny adentraram o quarto também com suas varinhas em punhos.
-o que aconteceu aqui?-disse Harry indo em direção a Rony que ainda estava caído no chão.
-fiz o que achei certo. -respondeu ela olhando firmemente para Harry.
-você esta bem Mione?-perguntou Ginny se aproximando da amiga.
-nunca me senti melhor.
A morena passou por eles e saiu do quarto, saindo depois da toca.
A noite que aos poucos ganhava espaço do lado de fora, envolveu Hermione por completo, escondendo as lagrimas que caiam.
-você escolheu o seu caminho para percorrer Ronald, e pode ter certeza que o caminho que vou seguir será diferente do seu... E quando finalmente essa maldita guerra acabar, não será do seu lado que ficarei... -falou ela com voz firme e determinada.
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Brigar com Hermione era a pior coisa que poderia se fazer, e isso eu já tinha aprendido quando ainda tinha treze anos, quando sentir o toque da mão dela pela primeira vez, logicamente não o mesmo toque que sinto neste momento. Fora um toque curto, forte e doloroso. E este é vagaroso, delicado e prazeroso. Que fazem os meus olhos, conforme o toque dela, fecharem. Demonstrando o cansaço que sinto. Mas a marca que queima fervorosamente não me deixar cair no sono. Fazendo vim a minha mente a discussão e a idéia que Hermione colocou para seguirmos. Naquele instante eu encerrei a conversa e disse que iria tentar dormi, mas aquilo ficou martelando na minha cabeça. Eu sabia que tentar deixa-la ali e seguir sozinho seria a pior coisa que poderia fazer, ela arrumaria um jeito de me seguir...
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Draco desceu as escadas de pedras que ficava defronte a sua casa, e parou diante de Snape.
-O que você quer agora, não venha me dizer que tem novas missões?-perguntou o loiro com Azedume.
-Não Malfoy, na verdade gostaria de saber se o senhor não esta pensando em fazer algo de bom para limpar o que fez, ou você acha mesmo que o Lorde deixara por isso mesmo?
Draco desviou o seu olhar, snape notara o quão menino ficará mais velho naquele curto espaço de tempo, talvez as noites não dormidas e a preocupação de uma provável fim da linhagem Malfoy, estava fazendo o garoto ficar velho demais em pouco tempo.
-o que o senhor acha que eu devo fazer?-o tom de comando sumira como um passe de mágica da voz dele, a deixando mais suave.
-não sei, eu pensei que você já tinha pensando em alguma coisa... Acha mesmo que tudo ainda continuara caindo em suas mãos?
O garoto fitou o sue ex-mestre como se procurasse no mesmo algum resto de humanidade, ou ate mesmo de amizade. Porem nada, não havia nada naqueles velhos e frios olhos.
-eu pensarei em algo. -disse amargurado.
-duvido muito, aquele velho não estaria morto se não fosse por mim, Draco você é a decepção total de todos os comensais. Todos estavam contando com você...
-eu não pedi para ser escolhido...
-mas foi por essa razão tinha que ter feito o melhor trabalho, E NÃO O PIOR!!!
Draco se surpreendeu com a forma que Severus falara, mas nada disse em relação a isso, somente virou as costas e subiu vagarosamente a escadaria.
-eu vim aqui para tentar lhe ajudar... -disse Snape.
-desculpa professor, mas esses tipos de ajuda já estão me deixando cheio. -disse o Loiro sem virar as coisas continuando a subir.
-você não viverá muito desta forma Draco.
-pouco me importo se pelo menos eu morrer fazendo algo com as minhas próprias mãos, já será satisfatório para mim...
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A mui nobre casa dos Riddle, mais uma vez no terreno escuro e morto desta maldita casa. Fugi e fugi para chegar no mesmo lugar. A minha angustia não poderia ser maior, nos meus braços estava Hermione que me fizera acerta-la com um feitiço a fim de parecer real o plano dela. Queria muito que ela entrasse do meu lado e dissesse ao Lorde que estava do lado dele, e que lutaria por ele. Seria sem duvida a morte dela, mas pelo menos não a levaria para dentro daquela casa desta forma, parecia ate que estava morta. Um arrepio percorreu o meu corpo ao pensar nisto. Vê-la morta, mesmo por um instante, fez o meu ser se revirar no meu estomago.
Dei um suspiro e continuei a andar, nem precisei me aproximar da porta, para aqueles que me aguardava aparecer diante de mim.
-oras, oras o draquinho trouxe um presentinho. -a voz irônica de minha tia, deixou-me irritado, mas nada disse ou fiz.
-bom dia Malfoy, é bom vê que há um sobrevivente da fabulosa família Malfoy, pensei que todos tinham morrido. E que o ultimo, que no caso aqui é você, tivesse morrido no meu serviço. Foi uma pena vê a sua casinha daquela forma, mas você entende trabalho e trabalho. -a voz arrastada e perversa de Scrimgeour, mostrava para mim que minha recepção estava só começando.
Fui levado, ainda carregando Mione no braço, para um salão amplo, com janelas de vidros empoeirados, tapete estilo medieval desbotado e sujo no chão, nenhum móvel fora colocado naquele lugar medonho e a lareira que ali estava, funcionava fervorosamente.
-o que ele quer de mim?-disse depois de um tempo, enquanto Bellatrix e Rufus cochichavam.
-nada de importante claro, afinal você é o pior, o nosso mestre não mandaria um ser inferior como você para alguma missão importante. -disse Bella com o seu ar superior.
-isso realmente lhe incomodaria, não é? Ate consigo vê a sua cara de raiva ao ver o Lorde me pedindo para realizar um serviço importante. -disse de forma desdenhosa, não poderia me mostrar fraco diante dos inimigos.
-consegue é? Tem certeza que fez uma boa escolha vindo ate aqui... -falou ela da forma mais cruel e divertida possível.
-ajoelhem-se. -a voz fria adentrou o recinto com força, fazendo eu, Bella e rufus se ajoelharem, e Hermione cair dos meus braços por causa do movimento bruto que realizei por conta do comando do Lorde.
Olhei em direção a uma sombra ao lado de lareira e vi que a mesma tinha olhos, quais eram vermelhos e sombrios.
-Lorde. -sussurrei, pegando na mão de Hermione.
“Feche a mente”
Pensei em seguida, bloqueando todos os momentos felizes e bons que passei com Hermione, e ate mesmo o fato de está escondido na casa dos blacks.
-vejo que o meu pedido foi aceito por você garoto, mesmo depois de muitos chamados.
Os olhos foram saindo na penumbra e ganhando um corpo, qual era alto, coberto com veste preta, mas em meio aquele conjunto aterrorizante, o que sempre me chamara atenção, era seu rosto. Frio, desfigurado, e com os olhos penetrantes e vermelhos.
-perdoa-me milord, estava atrás desta garota. -disse exatamente o que Mione me mandara.
Voldemort passou entre Bella e Rufus e parou diante de Hermione, a chutando. Tive que me concentrar fortemente para não perder o bloqueio da minha mente naquele momento.
-o que essa garota tem de tão interessante?-perguntou ele me olhando firmemente.
Uma coisa que meu pai me ensinara muito bem, e que Snape reforçou, foi a oclumencia, o que provavelmente me salvara naquele momento. Pois se fosse outro, sem muito preparo, sem duvida já estaria morto.
-ela é a melhor amiga do Harry potter, isso se não for à namorada dele. -disse friamente.
Por incrível que parecesse eu vi satisfação no olhar frio de Voldemort.
-Pelo jeito você fez algo que realmente preste Malfoy...
Dei uma olhada em direção de Bellatrix e pude vê o olhar raivoso dela, dando-me uma grande satisfação.
-A coloque naquele lugar especial Scrimgeour. -a voz fria saiu num tom sarcástico, fazendo Rufus dá uma risada.
Eu o olhei pegando Hermione e tirando ela na minha visão. O que ele poderia fazer com ela, preocupava-me mais do que o fato de Bella sair dali logo depois que o Lorde cochichara no seu ouvido. O silencio que se seguiu dali, foi perturbador, eu ainda tinha meus olhos voltados para o local por onde Rufus saiu com Hermione, e fiquei assim por um longo tempo, acho que no mínimo cinco minutos.
-Você tem mais uma missão garoto.
Foi então que a minha atenção se voltou pára o Lorde.
-tudo o que o senhor ordenar Milord. -essa frase meu pai me ensinara muito bem, e tinha que dá os parabéns para ele por isso.
-Harry estima muitos seus amigos, sinto a angustia dele por não saber onde a maioria deles estão... E sei muito bem que a morte de alguém de grande importância poderia deixá-lo ainda mais fraco. -o sorriso dele deixou o seu rosto ainda mais monstruoso. - por isso me diga uma coisa, ele sentiria falta dela?
Ali estava meu dilema, se dissesse não, ele pouparia a vida dela? Mas se poupasse poderia eu então morrer? E se dissesse sim, será que realmente ele pouparia a minha?
-eu acho que fiz uma pergunta Malfoy.
-sim, ele sentiria. Ela é muito importante para ele, ela é sua amiga desde o primeiro ano em Hogwarts... E sem duvida uma das razões dele continuar vivo, por conta da inteligência dela.
Lorde parecia cada vez mais interessado em Hermione, seus olhos eram naquele instante satisfação pura.
-então tiraremos dele a sua fonte de sabedoria. -disse ele ironicamente. -e você ira fazer esse serviço... Quero que a mate.
Senti o mundo girar naquele instante, mas não podia mostrar sentimento, e não poderia deixar o bloqueio se quebrar.
-sim milord, pode deixar que não vou lhe decepcionar. -curve-me quase tocando o rosto no chão.
Ouvi passos e me levantei, vendo Bellatrix entrando com um sorriso satisfatório no rosto.
-ela acordou Milord, e parece totalmente perdida... -olhou-me com um olhar vitorioso. -alguém utilizou obliviate nela, pelo menos é o que aparenta...
-eu usei...
-e porque você apagou a memória dela?-interrompeu Voldemort.
Logicamente que não poderia dizer a ele que fora ela mesma que pedira para fazer isso, pois não era uma ótima oclumente e sem duvida deixaria as coisas fugir dos seus controles sem querer. Tinha que seguir passo a passo o que a Hermione me falara.
-Por que era necessário, errei de demais no ano passado, e senti que tento alguém tão esperto como ela em minhas mãos, era necessária algumas precauções...
-mas não era necessário apagar a memória dela. -disse pela Bellatrix vindo em minha direção.
-eu sabia onde eu estava escondido, não podia deixar ela simplesmente com essa informação, tinha que apaga-la... Mas tenho certeza que ainda há muitas informações na mente dela...
-isso sem duvida. -voltou a falar Bellatrix virando para Voldemort.-dei uma pequena verificada, a garota sabe exatamente Harry esta, ou pelo menos pensa que sabe...
-onde?
-No Largo Grimmauld, numero 12.
Aquilo tudo acontecendo estava aos poucos fazendo perder o ar e o controle da minha oclumencia, era muitas noticias ruins de uma única vez.
-ótimo. -disse ele triunfantemente. -vá junto com ela Malfoy. -disse Voldemort olhando para mim, depois se virou para Bella. -descubra tudo que pode sobre Harry e depois deixe que ele faça o restante do serviço.
-sim Milord. -disse Bellatrix fazendo uma referencia incrivelmente exagerada diante dele. -vamos.
Levantei-me fiz uma pequena referencia e depois segui bella. Descemos para o porão daquela velha casa, e seguimos por um corredor estreito e comprido, ate uma porta de ferro, onde conseguia ouvir a voz de Mione e de Rufus, e o ultimo mais ria do que falava.
-acha mesmo que terei piedade de você?-a risada dele ecoou pelo corredor.
-pelo jeito Rufus esta se divertindo com ela lá dentro. -ouvi Bellatrix falar ao meu lado, mas nem a olhei, queria abrir logo aquela maldita porta.
A mulher com sua varinha magicamente abriram à porta a escancarando.
Rufus estava com sua varinha apontada para Hermione, e a garota estava um corte no rosto, e da boca também sai sangue.
-finalmente cheguei, eu pensei que ficaria sozinho nesta diversão. -disse ele perversamente olhando de mim para Bellatrix.
-pode sair, o Lorde mandou realizarmos um pequeno trabalho aqui.
Rufus bufou e em seguida se retirou do local, visivelmente contrariado.
-pronto loirinho, poderemos trabalhar sossegados, pronto para matar a sangue ruim...
-não vou matá-la!-gritei a pleno pulmões para aquela mulher, que se dizia ser minha tia.
-então enfrente o lorde e diga isso para ele.-o olhar dela de deboche, desarmou-me sem necessitar de feitiços, pois a única arma que tinha em mãos naquele momento era o meu sentimento...

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