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4. Bilhete


Fic: Deadly Passion


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tudo bem, Hogwarts não parecia ser tão mil maravilhas depois do jantar, no corredor escuro. Na verdade, estava tão habituada em sair do salão principal e ir para a masmorra que desconhecia esse lugar. Goteiras estranhas, barulhos de gritos, gemidos e dor.


Risadas e vultos, eu queria correr, mas não sabia para onde, queria gritar, mas não queria ser percebida. Descobri que estava com medo, por que fui discutir com Snape e sair feito louca? Ele conhecia muito bem Hogwarts, eu não.


 


― Ora, ora, ora. O que uma dama desse tamanho faz no quinto andar uma hora dessas? ― o garoto perguntou.


― Estava com Severo e me perdi... ― admiti contrariada.


― Com quem, Severo Snape? Estão namorando ou algo assim? ― perguntou meio contrariado.


― Obvio que não idiota! Só discutimos e me perdi, quinto andar então ham?


 


Lucius parecia a ponto de sorrir, agora com pouca iluminação podia ver que seus olhos brilhavam, os dentes perfeitos moldavam os lábios. E o cabelo loiríssimo caia pela cabeça.


 


― Idiota? Que palavra feia. Acho bom você me respeitar Narcissa, agora sou monitor da Sonserina! ― disse estufando o peito.


― Boa sorte a você, pêsames a mim!


― Segue o corredor à direita, você vai encontrar as escadas, essa hora, as crianças devem estar na cama.


 


Então ele sorriu pra valer, pensei em mil e uma respostas, da qual mil e três eram palavrões que se minha mãe soubesse que eu dizia deliberadamente, lavaria minha boca com sabonete do inferno. Apenas empinei meu nariz e dei as costas seguindo por onde fui indicada.


 


Não dormi direito, no outro dia de manhã durante o café, ignorei totalmente Snape, não que ele insistisse em falar comigo, mas eu o ignorava mesmo assim. Esse dia foi à primeira manha que recebi uma carta de uma coruja de igreja, que não fosse da minha família.


A carta era pequena, simples e coerente:


 


Narcissa; Filha do Sol, trazida pelo vendo, uma verdadeira bruxa por dentro. Nascida do fogo com sua destruição, mas também meu amor só em ti faz criação. Que o dia de hoje seja melhor que o de ontem, pior que o de amanha, e incomparável com quando estivermos juntos.


 


Terminei de ler tremendo. Abaixei rapidamente a mão olhando para os lados, ninguém alem de Snape olhava para mim, será que era ele? Impossível. Olhei para mesa da Grifinória onde Sirius farreava com seus amigos, com tristeza percebi que ele nunca seria capaz de escrever coisas tão lindas.


De qualquer forma, eu guardei numa grande caixa de madeira debaixo de minha cama. Segui as aulas tratando Snape como desconhecido, era difícil quando se é parceiro de alguém durante as duas aulas seguidas de Historia da Magia, o professor Binns mandou fazer um quarteto, e pela primeira vez eu adorei, pelo menos não precisaria ficar encarando Snape.


 


Remo Lupin e Frank Longbottom faziam dupla na turma da Grifinória e se juntou conosco. Frank era de uma família nobre, descendiam dos Black de qualquer forma, já o Remo eu não conhecia, na verdade ele era pálido, magro e parecia meio doente.


 


― Oh se não é o gordo Longbottom, hein Rabastan? ― uma voz arrastada perguntou atrás de nós.


― Ora, ora o que temos aqui... Magrelo e doente, só pode ser o Remo! ― concordou.


― Idiotas. ― murmurei baixo. Mas sabia que pelo menos os meninos do meu grupo tinham ouvido.


― Como se não bastasse andar para cima e para baixo com esse esquisito, a Cissy ainda tem que fazer grupo com dois perdedores...


 


― Senhor Bartolomeu Crouch e Rabastan Lestrange, queiram arrumar mais uma dupla e fazer silencio! ― disse o professor impaciente.


― Caso queira se livrar dessa prisão venha para meu grupo. ― disse ele agora baixo ao lado da minha cabeça.


― Estou bem aqui Bartô, obrigado viu? ― disse irônica.


― Idiotas! ― Frank repetiu o que eu tinha falado.


― Não sei quem é pior dali... ― disse Remo como se eu e Snape não estivéssemos aqui.


 


Olhei para meu amigo ― que mesmo brigado mantinha essa posição ― e ele parecia pensar o mesmo que eu, acabamos dando um sorriso.


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Comentários: 1

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Enviado por MaryBo em 06/06/2011

Rá, foi o lùcio que mandou o bilhete, só pode! Que lindinhos os dois se ignorando...! hahahah

Nota: 5

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