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12. Capítulo 12


Fic: We Are Young - The Marauders Aviso Onn. Cap 13 em breve!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 12
Don't speak I know just what you're saying so please stop explaining... 
Don't tell me 'cause it hurts!
Parte 2





Ele tremia, enquanto pressionava o pano em cima do machucado de Sirius. Seus olhinhos escuros estavam esbugalhados e tudo que ele conseguia ouvir era o amigo gritando. James tinha conseguido segurar Remus, mas tinha demorado muito pra voltar.


Sirius tinha sido ferido no meio tempo em que James havia saído para levar as meninas de volta ao castelo.


Peter se transformou em humano na hora e correu para ajudar Sirius, escondendo os dois debaixo de vários móveis. Sirius ainda estava na forma de cão quando ele o arrastava. 


- Não desmaie, Sirius... Por favor! – Ele sussurrava, enquanto rasgava um pedaço da blusa que vestia e usava pra pressionar em cima dos arranhões. – James já vai voltar... Por favor, não desmaie!


Sirius ganiu e abriu os olhos azuis. Peter agradeceu mentalmente à Merlin pela maior parte dos machucados serem arranhões e não mordidas e pelo amigo não ter voltado a ser humano. Ele não sabia se Sirius poderia ser infectado se voltasse a ser humano tão rápido...


Remus uivou. Ele estava bem mais perto do que Peter esperava. Peter gritou quando a mesa que usava pra se esconder foi arremessada longe. Ele ficou cara a cara com Remus... Isso nunca tinha acontecido quando ele estava na forma humana.


Sentia vontade de chorar. Onde estava James?


Ele fechou os olhos, tentando voltar à forma de rato e esperou pelo pior... Quando escutou o barulho de dois corpos se chocando e Remus rosnando. Ele voltou a abrir os olhos e... Lá estava James!
Imponente como sempre! Como ele queria ser como James... James se transformava em um cervo, até Sirius era um enorme cão negro. Já ele? Ah... Peter era um inútil rato! Ele guardou aqueles sentimentos dentro dele, como sempre fazia. Não podia ser tão mal agradecido, afinal James tinha salvado sua vida. E, bem, ele era bem útil como rato também! Quem mais iria tocar na madeira para paralisar o Salgueiro Lutador? Não é?


Ele voltou a olhar para Sirius. Com um suspiro, voltou a pressionar as feridas. Teriam uma longa noite pela frente. 


 __________________________________________________________________
 


Sirius não mais gritava, muito pelo contrário. Ele estava extremamente calado enquanto eles faziam o caminho de volta ao Salão Comunal. James e Peter serviam de apoio para Sirius, que estava com o braço direito todo estraçalhado. Remus não tinha coragem de olhar para eles.


Quando passaram pelo buraco da mulher gorda, dois olhos verdes se dirigiram a eles.


Lily...


Seu coração deu um pulo. Ela era extremamente bonita e muito caridosa... Peter gostava dela, mas claro que não comentava sobre a ruiva com frequência. James o mataria se fizesse.


- Ah... Finalmente! Eu estava preocupad... – Seus olhos voaram para Sirius. Como sempre, ela não o notou. Ninguém nunca notava Peter. Ele podia estar morrendo, que ninguém nunca ligava. Às vezes ele tinha raiva disso... Porque Peter nunca era o centro das atenções? Hey, ele estava sangrando também! Alow! – MERLIN! Sirius... O que? Ah não... É nossa culpa! – Ela disse correndo para o Maroto.


Remus se encolheu e olhou para as escadas. Seus olhos estavam inchados e muito vermelhos... Ele se lembrava do que tinha acontecido na noite passada, já que tinha acontecido minutos antes da transformação.


Isso era uma grande porcaria. Todos sabiam no que isso iria dar. Provavelmente Remus viria com uma frase triste e...


- Vou arrumar minhas malas. – Ele disse simplesmente. Remus subiu as escadas mais rápido do que Peter uma vez tinha visto.


Peter estava certo, como sempre. Porque não dividia sua sabedoria com os outros? Talvez assim ele fosse mais notado...


Lily o observou subir as escadas.


- Malas? – Ela perguntou. Uma ruga de preocupação aparecia em sua testa.


James suspirou e se jogou em uma poltrona. Sirius já estava acomodado no sofá.


- Ele vai embora. – James disse.


- Como assim “embora”? – A ruiva perguntou, preocupada.


- Não quer mais estudar em Hogwarts. Ele disse que é perigoso demais. – Peter respondeu no lugar de James, também sentando em uma poltrona.


- O que? Ele não pode simplesmente... Não... Isso não... James, eu sinto muito! – Lily disse, começando a soluçar. – Foi tudo nossa culpa... Se não tivéssemos ido até lá Sirius estaria bem e Remus... Oh céus! Pobre Dorcas...


Todos ficaram em silêncio.


Realmente a culpa era delas. E eles todos sabiam disso. Porém, Peter tinha certeza de que James viria com algo heroico e cavaleiro e tiraria toda a culpa dela. Ele sempre fazia isso. Por isso era amado por todos. No entanto, se não fosse por elas, noite passada teria sido uma transformação comum. Agora todos estariam indo dormir e nada disso teria acontecido. Peter estaria limpo, James estaria rindo com Sirius que, não, não teria seu braço estraçalhado nesse momento, obrigado. E Remus? Estaria passando mal, mas não sendo um completo babaca e fugindo de tudo.


Mas, como sempre, Peter estava certo. James vinha com seu cavalheirismo.


James fechou os olhos e suspirou. Depois se aproximou de Lily e a abraçou.


- Hey... Não é culpa de ninguém. – James disse a abraçando. – Remus devia ter confiado em vocês três a muitos anos. Se ele tivesse contado tudo nada disso teria acontecido. – James suspirou. – Nós fomos tolos em achar que poderíamos guardar esse segredo por tanto tempo.


Lily ficou muito tempo calada, apenas soluçando. Depois ela se levantou e secou as lágrimas.


- Eu... Tenho que avisar as meninas que vocês voltaram.   


Lily rumou para as escadas que davam no dormitório feminino. Sirius soltou um suspiro e depois reclamou de dor. Peter olhou em sua direção... Seu braço estava todo cortado e uma grande mordida – já um pouco cicatrizada o que significava que ele estava completamente seguro em voltar a ser humano – estava em seu ombro esquerdo.


Dorcas e Marlene desceram as escadas correndo.


- Remus? Remus...? – Dorcas gritou. Ela olhou para os lados e percebeu que ele não estava ali. Nossa, ela estava bem destruída... Muito diferente da Dorcas bem arrumada de sempre. – Onde ele está?


- Subiu as escadas, mas... – Peter começou a falar, mas Dorcas não deu ouvidos. Ela subiu para o dormitório masculino. Ninguém nunca o escutava!


- ISSO NÃO È UMA BOA IDEIA! – James gritou. – REMUS ESTÁ IRRITADO E CHATEADO... NÃO! DORCAS!


Mas de nada adiantou, a loira já tinha subido as escadas.


- Sirius? Por Merlin! – A voz de Marlene surgiu, muito assustada. – O que aconteceu? Isso é uma... Mordida? – Seus olhos azuis se esbugalharam.


- É... Mas eu não vou pegar doença alguma... Eu estava como cachorro na hora que isso... – Sirius dizia, mas foi interrompido por Marlene, que se jogou em seus braços. Ele soltou um gemido de dor, mas ela não ligou.


Foi quando o mais estranho de tudo aconteceu: Marlene beijou Sirius.


Os outros três – incluindo um muito invejoso Peter – desviaram o olhar. James e Lily se olhavam como quem tinha vontade de fazer o mesmo. Peter se sentiu extremamente sozinho naquele momento.


Porque ele sempre estava sozinho? Porque nunca tinha uma namorada? Ele iria falar com Mary no dia seguinte! É! Ele iria chama-la pra sair.


- Eu sinto tanto... Se não fosse por mim, nada disso teria acontecido. – Marlene disse chorando. – Eu convenci as meninas! Por minha causa você está assim e Remus vai embora!


Ah, fala sério! Sirius seria tão estupido quanto James e iria desculp...


- Shh... – Sirius disse, meio abobado ainda. – Não é culpa de ninguém, ok? Erramos em esconder isso de vocês e vocês em não nos perguntar antes de agir. Passou... Vamos nos preocupar em arrumar um jeito de manter Remus aqui!


- Não... Vamos nos preocupar em curar suas feridas primeiro! – Lily disse. – Você não pode ir a Ala Hospitalar porque ficaria muito obvio!


Peter voltou a olhar para a escada se perguntando em quantas devia estar a discussão de Remus e Dorcas.


 


 


Dorcas deu três batidas na porta antes de entrar. Remus não respondeu as batidas. Ela nem se preocupou em saber se ele estaria descente e entrou mesmo assim. Se ele iria ignora-la, ela que não iria ficar sendo educada a toa.


Ela encontrou Remus sentado na cama. Não vestia camisa alguma e agora Dorcas entendia o porque de ele nunca deixar que o vissem sem camisa. Marcas de arranhões e machucados novos e velhos estavam em boa parte de seu corpo. Costas, peito, braços, pescoço... Tudo coberto por arranhões que ele mesmo tinha feito. Ela engoliu em seco. A vida dele era tão mais difícil do que ela imaginava.


Os cotovelos de Remus estavam apoiados em sua coxa e sua cabeça em suas mãos. Ele tremia, o que era um sinal de que ele estava chorando. Ele nem ao menos levantou a cabeça para ver quem era.


- Vai embora daqui. – Foi o que ele disse, simplesmente.


- Não... – Dorcas respondeu com a voz tremendo.


- Por favor, saia do meu quarto. – Sua voz tremia também e ele pareceu se controlar muito dessa vez.


- Remus eu quero...


- SAI... DAQUI... AGORA! – Ele gritou, com raiva levantando o rosto.


Seus olhos estavam muito vermelhos, ele estava mais pálido do que o normal – parecia que iria vomitar -, marcas de lagrimas se estendiam por todo seu rosto, misturadas com as marcas de arranhões novos. O cabelo estava desgrenhado e algumas novas cicatrizes estavam presentes desde a mandíbula até o pescoço.


Dorcas se aproximou dele, tentando parecer o mais calma possível.


- Amor, eu...


- NÃO ME CHAME ASSIM! – Remus disse, se afastando nela e se encolhendo na cama, perto da parede. – NÃO SE APROXIME DE MIM!


Dorcas sentiu que seus olhos estavam enchendo de lágrimas. Seu rosto começava a ficar muito vermelho, uma mescla de raiva, vergonha e força para segurar o choro.


Ele não tinha o direito de esconder aquilo dela! O que ele pensava que Dorcas iria fazer? Fugir correndo? Chama-lo de monstro e dizer que nunca mais queria vê-lo?


Ele estava muito enganado então.


- Eu não vou sair, Remus... Não até que eu diga tudo o que tenho pra dizer e que você diga tudo o que nunca me disse.


- E o que você quer então? – Ele disse, enrugando o nariz e se encolhendo mais. – Dizer que nunca mais quer me ver? Que eu não tinha o direito de te tratar desse jeito? Que eu sou um Lobisomem e isso é asqueroso e quanto nojo você tem de mim? Eu não preciso disso, Dorcas... Eu já me sinto mal o suficiente sem suas palavras.  


Os olhos castanhos de Dorcas se arregalaram.


- É isso o que você pensa de mim? Que sou fútil, não ligo pros seus sentimentos e que eu sou tão mesquinha a ponto de ter nojo de você? – Dorcas agora estava ficando muito irritada. – Por isso escondeu que era um... Lobisomem... Todos esses anos? – Sua voz subia um oitava a cada palavra. Dorcas sentia que as veias do rosto ameaçavam saltar de raiva. - Você me conhece Remus? Alguma vez me viu como eu realmente sou e não com os seus preconceitos com a sociedade?


Remus olhou para baixo. Ele se mantinha calado, mas Dorcas sabia que ele não estava acreditando nela.


- Olha pra mim quando eu falo com você. – Ela disse, puxando o rosto dele. Ela tentava se controlar. Ele não tinha culpa de pensar sempre o pior das pessoas. – Eu não tenho nojo de você, Remus. Você é a mesma pessoa que sempre foi. Gentil, carinhoso, verdadeiro, humilde... Você sempre foi e vai continuar sendo tudo...


- Cala a boca. – Ele disse, desviando o olhar.


- O que? – Ela perguntou, sussurrando.


- Cala a boca. – Remus disse, colocando as mãos nos ouvidos. – Eu não quero ouvir nada disso! São palavras vazias! Você diz isso porque se sente na obrigação de que como boa pessoa tenha piedade de mim... Eu não quero sua piedade! Eu quero ficar sozinho e arrumar minhas malas...


- Então você vai fugir? – Ela disse, ainda em voz baixa.


Remus se levantou da cama e voltou a arrumar o malão que já estava pela metade.


- Eu não vou fugir. Eu vou me juntar aos meus... De onde eu nunca devia ter saído. Você viu o que eu fiz com Sirius? Ele podia estar morto agora! Eu ia matar meu melhor amigo sem nem ao menos perceber! Não... Eu vou pra casa. Vou deixar todos em segurança.


Dorcas ficou em silêncio enquanto ele arrumava as malas. Ela apenas o observava e sentia a raiva fluindo por todo seu corpo. Seu rosto esquentava e ela não conseguia fazer nada pra impedir isso. Nunca tinha sentido tanta raiva de Remus, nem quando ele tinha terminado com ela. Não... Ele era um estúpido, um...


- Covarde... – Ela sussurrou, mas depois aumentou o tom de voz. - COVARDE! – Dorcas gritou se levantando. – VAI FUGIR? IR EMBORA NÃO VAI MUDAR NADA REMUS! VOCÊ MENTIU PRA MIM! MENTIU PARA LILY E MARLENE! VOCÊ NUNCA DEVIA TER DESCONFIADO DOS MEUS SENTIMENTOS POR VOCÊ.


- VOCÊ NÃO SABE O QUE É ISSO... MERDA! – Remus disse, chutando o malão com raiva. Ele estava de costas para Dorcas. – VOCÊ NÃO SABE O QUE É TER UMA DOENÇA QUE AFASTA TODOS DE VOCÊ! EU NÃO QUERIA PERDER VOCÊS TRÊS!


- VOCÊ CONFIOU NOS MAROTOS!


- ELES SÃO MEUS AMIGOS!


- E EU SOU O QUE PRA VOCÊ, REMUS? – Dorcas disse. Ela sentia as lágrimas quentes descendo por seu rosto. – Nada? Eu sou sua namorada... Você devia dividir tudo comigo! Eu sempre fui sincera com você, nunca escondi nada...


- E o que você esconderia? Que não fez o dever de poções e teve que copiar de Lily? – Suas palavras eram secas. Ele nem ao menos se virou pra ela. – Você não sabe o que é isso... Você não tem o que esconder de ninguém. Você é perfeita, Dorcas.


- DROGA, REMUS! NINGUÉM É PERFEITO! – Dorcas gritou. Suas mãos voaram para um livro de capa dura e ela jogou nas costas do Maroto que bateu com um som surdo em seu corpo. Ele nem ao menos desviou. – Pelo amor de Merlin, olha pra mim Remus! Ninguém é perfeito... Todos tem erros e é por pensar o contrário que você se tortura. Eu nunca me importaria com o fato de você ser um Lobisomem...


- Ah sim, claro. Você vai ter muito orgulho em me apresentar aos seus pais... Não, ninguém tem orgulho disso, Dorcas.


- Eu NÃO ligo! – Ela gritou. – Eu te amo, Remus! – As costas do Maroto ficaram rígidas quando ela disse que o amava. - Eu não ligo pro fato de você ser um Lobisomem. Eu... Eu não te apresentaria para meus pais por outros motivos.


- Que motivos então? – Ele disse com tom amargo.


- O fato de você ser um covarde e mentiroso.


Remus virou para ela. Ele estava chorando outra vez. Seu rosto tinha uma expressão que era uma mistura de incredulidade e tristeza.


- O... Que?


- E com o fato de você não ser mais meu namorado. – Dorcas disse, juntando toda a sua força de vontade.


Remus ficou em silencio. Seu rosto assumiu uma expressão de raiva.


- Desculpas! É isso que você arrumou! Não aguentaria o fardo de eu ser um Lobisomem...


- CALA A BOCA! – Ela gritou e deu um tapa na cara dele. Remus se calou, surpreso. – Eu não ligo pra você ser um lobisomem! Meu amor por você não mudou com isso. Não... Ele mudou sim! Na verdade eu te amo mais ainda porque agora sei o porque de você se torturar. Mas eu não quero mais namorar com você... Você mentiu, me fez sofrer quando terminou comigo da primeira vez e nunca me disse o motivo... Agora você esta fugindo! Como um covarde! Você tem um amigo ali embaixo que precisa de você. – Ela disse apontando para a porta. – Sirius precisa de você... EU preciso de você, Remus. Tanto quanto você precisa da gente.


- Dorcas, eu... – Remus começou a falar.


- Não! Chega... Eu desisto de você. Desisto disso tudo. – Dorcas disse, se afastando dele. – Eu não posso ficar com você. Como alguém pode amá-lo quando você mesmo não se ama? – Dorcas pegou um casaco que estava em cima da cama e entregou pra ele. – Se o que você quer é fugir, continue a fazer suas malas. Fuja pra longe onde ninguém possa te achar. Faça com que todos nós soframos de uma vez só. Só que nunca... Ouviu bem? Nunca mais apareça na minha frente ou na frente de qualquer um dos meus amigos. Isso inclui os Marotos. Eles não merecem um covarde como amigo.


Dizendo isso, Dorcas virou de costas e andou na direção da porta.


- Mas se o que quer é ficar e lutar... Saiba que vamos recebê-lo de braços abertos. Só não espere que eu continue com você depois disso tudo.  Você me fez sofrer muito Remus, por suas mentiras e não por quem você é.


Dorcas saiu do dormitório. Remus não a seguiu. Isso significava que ele também não a queria? As lágrimas voltaram a sair de seus olhos, dessa vez ela não queria conte-las. Dorcas sabia que precisava deixar com que elas caíssem ou nunca superaria nada daquilo. Ela caminhou e já estava no meio da escada quando uma voz a chamou.


- Espere... DORCAS!


Remus correu até ela e parou no início da escada.


- O que você quer, Remus?


- Eu... – Ele ficou apreensivo. – Eu fui um idiota. Estúpido e covarde... Eu nunca devia ter pensado que você me rejeitaria por ser o que eu sou. Me perdoe... Por favor, me perdoe. Eu devia ter confiado em você... Em todas vocês! Eu não devia fugir de quem eu sou... Eu nunca devia ter deixado que isso me fizesse fugir das pessoas.


Ele desceu os degraus até ficar cara a cara com Dorcas. Ela não sabia o que responder pra ele. Sentia que as palavras eram verdadeiras, ele finalmente tinha entendido o que ela sentia sobre ele. No entanto, ela tinha um rombo no coração. Tinha sido enganada e não gostou disso.


Seu coração doía em pensar que poderia ficar sem ele, mas doía mais ainda em pensar que com ele... Isso poderia voltar a acontecer.


A verdade era clara... Remus não confiava nela.


- Eu te perdoo... Mas isso não quer dizer que eu vou voltar pra você. Não assim, não agora... Eu estou triste, Remus. Magoada e cansada. Eu não consigo ficar com alguém que não confie em mim!


- Eu confio... Mil vezes... Eu confio em você! – Ele disse, tocando-a no rosto.


- Atitudes são maiores que palavras, Remus... Você não confiou em mim... – Ela voltou a andar, mas ele a puxou pela mão.


- Eu... Eu vou mudar, vou me redimir! Por favor, me perdoe por ser tão estupido. – Ele disse, puxando-a pelo queixo. – Eu preciso de você, Dorcas.


- Remus... – Ela balançou a cabeça para os lados.


- Não, por favor... Não fala... – Ele disse, fechando os olhos. – Por favor... Não...


- Acabou. Eu sinto muito, mas acabou. – Ela disse.


 


 


 


Ela tinha passado a noite toda com medo de que fosse perder Sirius. Por essa razão tinha o beijado tão desesperadamente quando percebeu que ele estava bem. Ferido, mas bem!


Só que ela não pensou nas pessoas que estavam a sua volta a observando enquanto isso.


Quando se separaram, Sirius parecia um pouco zonzo e ela mesma estava um pouco tonta com aquilo tudo. Merlin... O que ela tinha feito?


Os dois tinham brigado, isso nunca mais devia acontecer... Mas então, porque ela tinha gostado tanto?


- Desculpe Lily, mas eu acho que Remus é a prioridade... AI! – Sirius disse enquanto Lily se aproximava com um pano limpo.


- Fica quieto... Temos que limpar isso antes que infeccione. – A ruiva respondeu, segurando o riso. – Dorcas vai dar um jeito em Remus, vocês vão ver.


- Não sei não, Lily... – James disse, fechando os olhos e deitando no encosto da poltrona. – Quando Remus coloca uma coisa na cabeça não tem o que o faça mudar de ideia...


- É... Da primeira vez que ele decidiu ir embora a gente só conseguiu fazer com que ele ficasse porque provamos que iríamos ajudá-lo na lua cheia. – Sirius disse, entre gemidos de dor.


- Foi ai que começamos a estudar pra nos tornamos Animagos. – Peter completou.


- Demorou quatro anos para a gente conseguir isso. – James disse, com um sorriso. – Descobrimos no primeiro ano. Só no quinto nós conseguimos nos transformar. Foi um trabalho enorme.


- Se tornar um Animago não é fácil. – Marlene sussurrou. – Por isso o Ministério controla os Animagos... Os riscos são enormes, vocês podiam acabar se machucando seriamente.


- É... Peter se feriu uma ou duas vezes... – Sirius disse, rindo. – Ele foi o que demorou mais para aprender.


- Hey, não aja como se isso fizesse de mim um burro. – Peter respondeu, cruzando os braços. – Vocês dois que são inteligentes demais.


- Ele tem razão... – Lily disse, parando de passar o pano nas feridas de Sirius. – Como vocês conseguiram isso em quatro anos? As pessoas levam dezenas de anos para aprender!


- Não tínhamos dezenas de anos! – James respondeu, dando de ombros. – Precisávamos ajudar o Moony.


Ah, então era dai que vinha os apelidos? Marlene riu se lembrando das vezes em que eles tinham tropeçado nas palavras e dito “Padfoot” para se referir a Sirius, “Prongs” para se referir a James, “Wormtail” para Peter e...


- Moony? – Lily disse sorrindo. – É por causa da Lua Cheia que vocês chamam Remus dessa forma?


- É... Algum problema? – James respondeu, fingindo-se de ofendido.


- Não... – Marlene respondeu por ela. – Eu achei até bonitinho.


O som de vozes exaltadas surgiu na direção do dormitório masculino. Marlene deu um salto ao escutar as palavras de Dorcas.


- ... me fez sofrer muito Remus, por suas mentiras e não por quem você é.


Dizendo isso, a garota tinha batido a porta. Os cinco no Salão Comunal ficaram estáticos, esperando pelo que viria a seguir. Dorcas já estava na metade da escada e com voz de choro quando Remus apareceu.


- Espere... DORCAS!


Os dois começaram a discutir seriamente, mas não tão exaltados quanto Marlene imaginava que a conversa seria. Estavam completamente alheios ao fato de que os outros amigos estavam ouvindo e vendo tudo o que se passava ali. Além do mais, Marlene se perguntou se isso não acordaria alguém mais cedo do que esperado.


Aquilo a incomodou... Se alguém descesse e visse Sirius daquela forma e Remus – todo arranhado - sem camisa... As coisas iriam ficar complicadas.


- Acabou. Eu sinto muito, mas acabou. – Dorcas disse, virando de costas e voltando a descer a escada.


Os cinco no andar de baixo prenderam a respiração. Remus ficou paralisado por alguns segundos, olhando pro nada.


- O que...? – Remus disse, desesperado. – Não! Você não pode... Não depois de tudo... Não! Por favor, vamos conversar! – Ele disse, correndo atrás dela.


- Conversar mais o que, Remus? – Dorcas disse. – Nesse tempo em que conversamos você me chamou de fútil, hipócrita, mentirosa e deixou bem claro que não confia em mim. O que mais nós temos pra conversar...


COMO É QUE É? ELE A CHAMOU DE QUE? Marlene fez menção de levantar, mas Sirius a manteve sentada com um gesto de mão.


- Eu me expressei errado! – Remus disse, puxando-a pela mão. – Eu não penso nada disso de você. Eu só tinha medo de ser rejeitado por você, Lily e Marlene. – Ele suspirou. – Eu nunca devia ter desconfiado de vocês três, claro... Mas principalmente de você. Dorcas... Eu devia ter lembrado de todas as provas que você me deu de que isso aqui... – Ele disse apontando para os dois. – ... era realmente tão importante para você quanto é pra mim.


- Falou bem... Era! – Ela tentou puxar o braço, mas Remus a segurou.


- Eu te amo, droga. – Remus disse. Dorcas parou de lutar. – Por isso eu não podia suportar ser rejeitado. Por isso eu nunca poderia partir... Por isso pedi para você ir embora do meu quarto porque eu sabia que no momento em que eu olhasse para você eu iria desistir de ir embora.


Dorcas ainda estava extremamente calada. Marlene se perguntou o que passava na cabeça dela. Raiva? Frustração? Não... Ela estava cedendo com certeza. Marlene sabia que ela também amava Remus, apesar de nunca ter dito a ele.


- Por isso eu quero continuar com você. – Remus disse, colando a testa na dela. – Eu não quero que isso acabe por um erro meu. Não mais um erro meu! Eu já errei muito com você, Dorcas. – Ele disse. – Vamos lá pra cima conversar, por favor?


- Eu não... – Ela disse, mas sem lutar mais.


- Eu realmente acho isso uma boa ideia. – Sirius disse bem alto para que eles escutassem.


Marlene deu um tapa no braço bom dele. Ele soltou um “ai” bem falso, que ela respondeu cruzando os braços e olhando pra ele.


- O que? – Sirius respondeu. – Eles realmente precisam resolver isso e eu não quero ficar dando uma de fofoqueiro!


Marlene revirou os olhos e voltou a olhar para o casal. Dorcas e Remus ficaram muito vermelhos e de olhos esbugalhados. Estava na cara que eles tinham esquecido onde estavam.  Lily e James seguravam o riso e Peter parecia um tanto aéreo a aquilo tudo. Ele sempre estava aéreo quando as coisas ficavam complicadas.


- Vocês...? – Remus começou a falar.


- O tempo todo. – James disse confirmando com a cabeça.


- Oh... – Dorcas falou.


Silêncio incomodo mais uma vez. Marlene tossiu, tentando pensar em alguma coisa.


- Que tal se vocês... Er... Subirem? – Marlene ofereceu.


- É... Isso. – Remus disse, puxando Dorcas pela mão.


Os dois voltaram a subir as escadas. Marlene olhou para os amigos que seguravam o riso.


- Tudo bem... Acho que não precisam mais se preocupar com Remus indo embora. – Ela disse, sorrindo.


Sirius começou a rir outra vez, mas parou. Aparentemente ele tinha sentido alguma dor nova, porque seu rosto se contorceu de dor.


- Eu ajudo... – Marlene disse, pegando a toalha da mão de Lily. Ela se lembrou de uma coisa que seria muito útil para o machucado. – Lily, você não tem Essência de Ditamno lá em cima?


- Tenho! Acabo de me lembrar que peguei um pouco da enfermaria a uns meses. – Todos a encararam. – Hey! Eu não roubei... Madame Pomfrey que me deu. Eu perguntei se podia pesquisar sobre a poção pra aprender a fazê-la... Ah, vocês me entenderam! – Lily disse, ficando vermelha. – Vou lá em cima, fique de olho nele.


- Sim, senhora. – Marlene respondeu, rindo.


James e Peter pareceram começar alguma conversa paralela o que deixou Sirius livre pra falar a seguinte frase:


- Então... Eu tenho a enfermeira mais sexy que eu poderia querer.


Marlene se segurou muito para não dar um tapa nele.


- Como se atreve...? – Ela disse, apertando a toalha no machucado dele.


- AI! Isso machuca! – Sirius disse, fazendo careta. – Eu só estou falando a verdade, oras.


- Obrigada pelo elogio. – Marlene respondeu depois de um longo tempo em silencio. – De qualquer forma, ouvir suas piadas hoje é melhor do que imaginar o que poderia ter acontecido com você ontem, por nossa causa. – Marlene olhou para baixo. – Você podia não estar fazendo piada alguma agora... E isso seria bem pior.


- Não vai voltar a se culpar, não é? – Sirius respondeu, segurando a mão dela. – Nós já dissemos que tudo deu certo. Ninguém se feriu... Bem, não gravemente. – Sirius sorriu. – Um pouco de Essência de Ditamno e eu vou voltar ao normal rapidinho.


Marlene sentiu seus olhos ardendo.


- Hey, o que ouve? – Sirius disse, tentando se sentar direito para olhá-la. Ele soltou uma exclamação e Marlene voltou a empurrá-lo no sofá. – Porque está chorando?


- Eu... – Marlene disse. – Não consegui parar de pensar a noite toda. – Ela desviou o olhar do dele. – Se alguma coisa tivesse acontecido com vocês três... Não, com você por minha causa... Eu acho que eu iria...


Ela sentiu as lágrimas descendo pela sua bochecha.


- Eu... Não consegui parar de pensar que se algo tivesse acontecido com você... – Marlene olhou para ele. – A ultima conversa que a gente teve foi quando eu disse que você era um canalha e a gente terminou tudo. – Ela enxugou as lágrimas com as costas da mão. – Eu nem sei o que a gente tinha, mas não queria perder você estando brigados.


Sirius pegou na mão dela e apertou. Os olhos dele também estavam brilhando, mas ele não chorava. Marlene raramente tinha visto ele chorar e nenhuma das vezes tinha sido por sua causa.


- Então vamos parar com isso tudo. – Ele disse, sorrindo. – Vamos voltar de onde a gente parou. Você me perdoa, eu te perdoo também e ai assim nós podemos parar de fingir as coisas. – Sirius riu. – Eu estou cansado de ficar com as garotas para te fazer ciúmes.


- Então você faz de proposito? – Ela riu.


- Claro! Ouvir sua voz brigando comigo é melhor do que nunca ouvir. – Sirius riu. – Você sempre foi a garota mais especial na minha vida e você sabe disso. Você é minha amiga e... Eu preferia que nós pudéssemos voltar a adicionar a palavra “amante” nessa frase.


Marlene abriu a boca para retrucar quando Lily voltou a aparecer nas escadas.


- Nossa, estava tão escondido dentro do malão. – A ruiva sorriu. – Mas está aqui.


Lily entregou a Essência na mão de Marlene. A morena simplesmente pingou nos machucados de Sirius sem voltar a conversar. Ela teria muito o que pensar sobre esse assunto mais tarde. Por hora, preferia garantir a segurança de Sirius.


 
 


 


Remus ainda estava nervoso com essa história toda de ter sido descoberto. Ele ainda não sabia como agir perto das pessoas... Principalmente de Dorcas. Eles tinham brigado e ele nunca pensou que fosse se sentir tão mal com ela gritando que não o queria mais.


Remus a amava, não podia suportar que ela o chamasse de covarde e muito menos que eles terminassem brigando.


Agora ele sabia o quanto Dorcas era especial pra ele. Ele nunca mais a deixaria escapar.


Remus a puxou pela mão de volta ao dormitório. Fechou a porta atrás de si e a trancou com a chave. Não queria nenhum curioso engraçadinho os incomodando. Dorcas vinha logo atrás dele, meio desconfiada e ainda um tanto rígida, mas ele sabia o que fazer. Era uma coisa que ele queria muito tempo e ele sabia que Dorcas queria também. Como isso eles teriam certeza do que sentiam um pelo outro e a união seria real.


Ele a levou até a cama onde ambos se sentaram, um de frente pro outro.


- Perdoe-me, por favor. – Ele disse mais uma vez, aproximando seu rosto do dela. Encostou as duas testas. – Eu não quero que isso volte a acontecer. Nunca mais quero brigar com você. Eu te amo, Dorcas. De verdade...


Ela piscou e Remus sentiu que as lágrimas dela desciam por seu rosto.


- Eu esperei tanto pra ouvir você dizer isso... Droga, isso é trapaça, Remus. – Ela disse, mas sua voz tinha um tom de piada.


Ele a abraçou bem forte e sussurrou no ouvido dela.


- Eu prometo que nunca mais vou ser tão estúpido. Nunca mais vou te fazer sofrer.


Dorcas assentiu, sem falar mais nada. Ela fez com que o abraço terminasse e o beijou. Remus retribuiu ao beijo sentindo a textura dos lábios macios dela nos seus. Sentiu que ela o empurrava de costas na cama e não a impediu, muito pelo contrário, a puxou pra cima de seu corpo.


- Remus... – Ela sussurrou em seu ouvido. – Eu quero ser sua hoje... E pra sempre.


Ele sentiu uma sensação de imensa felicidade tomar conta de seu corpo. Ele a queria também. Nossa, por Merlin, como ele a queria. Há tanto tempo que Remus desejava seguir em frente com a relação dos dois, mas ele tinha tanto medo do que ela iria achar dele quando descobrisse que tinha dormido com um lobisomem. No entanto, agora ela já sabia de tudo. Não tinha mais segredos ou mentiras entre eles.


E Dorcas seria dele, finalmente. Assim como ele seria dela. Não é como se Remus nunca tivesse dormido com uma garota, mas nenhuma tinha sido tão especial para ele quanto seria com Dorcas. Ele tinha a certeza absoluta de que se sentiria tão inocente fazendo isso com ela como se fosse sua primeira vez.


Na verdade, era a primeira vez que ele fazia amor.


Remus sorriu e fez com que os dois girassem na cama. Ele ficou por cima de Dorcas, que tinha um olhar desejoso e nervoso ao mesmo tempo.


- Eu nunca fiz isso com ninguém. – Dorcas disse, apreensiva. – Você sabe que o que Chang falou era mentira, certo? Eu nunca...


- Shh... – Remus disse, perto da orelha dela. – Eu sei disso. Você está segura comigo, tudo bem.


 


NC 18 AQUI. Quem não tiver maturidade suficiente (ou não quiser ver seu amado Remus ter uma cena caliente com outra que não seja você hahahaha), por favor, não leia. Desde já, agradecida... Última chance, se não estiver preparado(a)  pare de ler IMEDIATAMENTE.


 


Remus começou a enchê-la por todo o rosto com pequenos beijinhos. Seus lábios foram descendo até o pescoço de Dorcas, depois pelos ombros. Dorcas vestia uma camisa de botões, o que fez com que Remus sorrisse involuntariamente. Assim que ele chegou perto do colo, ele desabotoou a camisa de Dorcas, apenas nos primeiros dois botões. Continuou a beijando e abrindo o resto da camisa aos poucos, até que teve a visão completa do sutiã rosa claro da namorada.


Ele a beijou nos seios, sem tirar seu sutiã inicialmente. Um pouco apreensivo, ele olhou para Dorcas perguntando com os olhos se poderia tirá-lo ou se ela iria desistir de tudo. Dorcas assentiu, entendendo a pergunta muda e Remus a puxou um pouco – o suficiente para que ela sentasse em seu colo – enquanto abria rapidamente o sutiã. Dorcas voltou a deitar na cama, segurando o sutiã com um olhar um tanto envergonhado. Depois, parecendo juntar a coragem grifana dentro dela, ela o jogou no chão. Remus finalmente pode ver os seios de Dorcas.


Eram ainda mais bonitos do que ele se lembrava. Com um sorriso malicioso ele começou a passar os dedos pelos mamilos dela. Abaixou o rosto e beijou o seio direito, ainda passando os dedos pelo esquerdo. Deu pequenos chupões no seio e com isso escutou Dorcas arfar. Ele sorriu e continuou o que fazia, alternando entre beijos e pequenos chupões. Depois, mudou para o outro seio, onde fez a mesma coisa que fazia no primeiro. Dorcas arfava em pequenos intervalos o que fazia com que ele se sentisse excitado aos poucos.


Remus parou de brincar com os seios dela e desceu pelo corpo da namorada, depositando beijos na sua barriga e descendo até onde começava a calça jeans dela. Ele abriu o botão e o zíper e puxou a calça, com delicadeza. Agora ela estava só calcinha e Remus nunca a tinha visto desse jeito... Sem nada mais.


Voltou a beija-la, dessa vez perto do inicio da calcinha, depois no meio das pernas, bem perto das partes íntimas, mas ainda assim mantendo distância. Dorcas suspirou e o puxou até seu rosto pra um beijo. O beijo era quente e muito mais urgente do que eles já tinham chegado alguma vez. Dorcas o virou na cama e ficou por cima de Remus.


Ele levantou uma sobrancelha, confuso. Dorcas apenas passou os dedos pelas cicatrizes dele e pareceu realmente triste por vê-lo daquele jeito. Não enojada, não constrangida... Apenas triste por ele. Merlin, como Remus a amava! Ela era perfeita pra ele. Dorcas o beijou em algumas cicatrizes e desceu até onde as calças dele estavam. Ela também as tirou, deixando Remus apenas de cueca samba-canção cinza.


Remus arfou quando sentiu os dedos de Dorcas acariciando seu membro, ainda por cima da cueca. Ela deu um sorriso malicioso em sua direção e colocou a mão dentro, puxando o membro para fora. Remus a encarou, extasiado pela visão dela seminua o acariciando. Dorcas puxou a cueca de Remus e o deixou completamente nu, deitado na cama. Os movimentos de Dorcas eram calmos, mas se intensificavam aos poucos, deixando o membro de Remus extremamente rígido e ele estava cada vez mais excitado. No entanto, ele não podia permitir que chegasse ao máximo de prazer ainda, senão a brincadeira chegava ao fim.


- Para... – Ele disse, puxando a mão de Dorcas. – Eu... Não posso... Não agora. – Sua voz falhava em alguns momentos, consequência da excitação e do seu batimento cardíaco tão rápido.


Dorcas parou e deixou que Remus deitasse por cima dela outra vez. Ele encaixou o quadril na cintura dela, permitindo que Dorcas sentisse sua excitação por entre as pernas, ainda de calcinha. Ele puxou a calcinha da namorada, podendo enfim vê-la completamente. Remus a observou de longe e... Nossa... Como ela era linda! Sentia seu membro pulsando com a vontade de realizar o ato, mas sabia que Dorcas também precisava ser mais excitada antes de continuar.


Ele passou os dedos de leve no ponto onde saberia que ela estava sensível. Dorcas fechou os olhos no mesmo instante. Começou a acaricia-la, se permitindo olhar para ela por uns instantes. Dorcas parecia excitada, já que soltava uns suspiros as vezes, mas ele queria que ela sentisse muito mais.  Remus abaixou a cabeça entre as pernas dela e tocou o clitóris com a língua.


Dorcas gemeu com o simples toque, o que fez com que ele se sentisse animado para continuar. Com um sorriso malicioso, ele passou a língua no clitóris, várias vezes, sentindo-o pulsar um pouco também. Dorcas gemeu quando ele chupou o clitóris e gemeu mais alto ainda quando ele acelerou as caricias.


- Remmie... Eu... – Ela tentou dizer alguma coisa, mas não terminou, pois Remus não parou o que fazia. Ela gemeu mais alto ainda e Remus percebeu que era a hora certa de continuar com o que estavam fazendo. Parou de chupa-la, ainda que o ato de dar prazer a ela desse prazer a ele também.


Com um sorriso ele a encarou nos olhos.


- Está pronta? – Perguntou, voltando a posição em que poderia encaixar seu quadril entre as pernas dela.


- Sim... Sempre. – Ela disse, sorrindo também.


Remus empurrou o quadril até que pudesse sentir seu membro envolvido pela garota. Dorcas gemeu e segurou um grito, mordendo o lábio inferior. Como ela nunca tinha feito isso, ainda iria custar uma dor até que o hímen se rompesse. Remus sentia o local apertado e se sentiu mal por causar dor à Dorcas, mas era necessário. Ele mandou um olhar questionador, como quem pergunta se quer que ele pare.


- Não! Continua... – Dorcas disse, colocando as pernas em suas costas.


Remus empurrou mais, até sentir seu membro todo preenchido pela garota. Dorcas parou de reclamar da dor e ele se sentiu apto a começar os movimentos de vem e vai.  No inicio ela demonstrou uma expressão de dor, mas depois Remus percebeu que ela voltava a sentir o prazer.


Ele se sentia por completo desse jeito com ela. Finalmente estavam se unindo de verdade. Finalmente eles pertenciam um ao outro de verdade. Ele nunca mais deixaria isso ir embora, nunca mais deixaria Dorcas fugir por entre seus dedos. Ele era dela, assim como ela era dele.


Remus fazia o movimento de ir e vir e sentia que Dorcas estava cada vez mais entregue, assim como ele ficava cada vez mais excitado. Ele tentava ao máximo não se desconcentrar ou tudo acabaria mais rápido do que ele queria. Dorcas gemeu e Remus percebeu que um som também saia por entre seus lábios. Mais uma vez ela gemeu, dessa vez mais alto.


- Remus, eu... AAAH! – Ela disse, tendo um orgasmo. – Mais... Mais... – Ela sussurrava.


Ele sorriu e continuou acelerando o movimento já queria fazê-la ir até o máximo que conseguia.  Ela gemeu outra vez e ele percebeu que não adiantava mais ter concentração, pois não conseguiria mais segurar.


- Ah, Dorcas, Dorcas... – Ele a chamava no auge, abaixando o tronco até poder abraça-la, por completo. Ele a puxava em direção ao seu quadril, ao mesmo tempo em que se inclinava sobre ela, estocando-a cada vez mais rápido.


Ele sentiu o jato sair de seu membro e o êxtase o atingiu. Remus gemeu ao mesmo tempo em que Dorcas gemia mais uma vez. Ele sentiu seu corpo ficar menos rígido e tirou o membro de dentro da namorada.


 


FIM DA NC (já podem ler, cambada!)


 


Com um suspirou, ele encostou a cabeça um pouco a baixo do seio de Dorcas, deitando sobre ela. Eles ainda estavam abraçados. Dorcas suspirou também e passou os dedos nos cabelos dele, fazendo cafuné.


Remus levantou a cabeça e a olhou nos olhos.


- Eu te amo. – Ele disse, dando um beijo menos feroz nela.


- Eu também te amo. – Dorcas disse, entre beijos.  


Remus deitou ao lado dela e a abraçou, trazendo-a bem pra perto. Ela deitou a cabeça em seu peito e suspirou mais uma vez.


- Ah, a propósito... – Remus disse, se lembrando. – Quero que você vá comigo para a casa de James nas férias de Natal. Eu não te convidei antes porque estava todo nervoso com essa história de Lobisomem.


- Sirius já me convidou. – Ela disse, olhando pra ele.


- Eu sei, mas queria fazer isso por mim mesmo agora. – Remus sorriu e a beijou mais uma vez.


- Eu vou, com certeza! – Dorcas disse, o abraçando.


Ele nunca tinha se sentido tão feliz em toda sua vida. Agora ele não tinha mais motivos pra receio, Dorcas era sua e sabia toda a verdade. Remus fechou os olhos e sentiu que o sono começava a atingi-lo. Só torcia mentalmente para que ninguém quisesse entrar no quarto agora, ou ele teria que correr para se vestir e abrir a porta. Dorcas também parecia relaxar em seus braços, cansada pela noite anterior e pelo que tinham experimentado agora.


 



 



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N/A: Então gente, demorei mais do que devia... Outra vez, vocês devem estar querendo me matar D:


Enfim, espero que gostem desse capítulo e peço desculpas principalmente para luiza potter por essa NC (legal que é NC 18 e eu ainda tenho 17 né, mas só detalhe) do Remus com a Dorcas, porque ela foi uma das poucas que reclamou DESSE tipo de NC porque ama o Remus. Desculpe mesmo, mas era super necessário hahahahaha


Quanto ao Peter... Foi um complexo de criatividade mais uma vez, espero que ele não tenha ficado extremamente odioso... Tentei me distanciar do narrador, mas é meio difícil. De qualquer forma, eu fiz de propósito algumas vezes, admito! :P


Eu fiz com todo amor e carinho pra vocês e tentei ao máximo evitar erros, mas sabem como é né... Não tenho beta, então algum erro gritante falem pelos comentários.


 


Mas voltando ao assunto da NC... Não me denunciem! Hahahah Eu coloco um aviso antes pra ninguém reclamar, mas se estiver incomodando eu paro, juro ): É que eu realmente acho que isso é importante para os personagens.


 


Agora, aos comentários (eu fico tão feliz por eles hihi):


 


Georgia Amaral: Hahahah Desculpe pelo final, mas se não fosse nessa hora o capítulo seria EXTREMAMENTE enorme, né? Mentira, eu queria fazer suspense mesmo :P Não foi dessa vez que teve James e Lily, mas pelo menos eles não estão se matando, certo? Hahaha E Remus e Dorcas, bom, a menos que você seja super fã do Remus você gostou desse episódio. Então, espero que tenha gostado e obrigada por comentar. Continue comentando e indique a fic para outras pessoas *-* Beijinhooos


 


Maria _Fernandes_99: haha Obrigada. Hey, ele tem que ser maduro de vez em quando, né? Onde está o homem que se sacrificou pela mulher e pelo filho nessas fanfics? u_u  Sim, eu adoro um draminha né? Bem, isso faz a fic ficar emocionante. Espero que tenha gostado do desenrolar e não, Remus não vai sair da escola :3 Beijinhos, continue comentando e indique a fic se puder hahaha Curtir no facebook também é legal :D


 


Lala Riddle: hahaha Não mate ): Ninguém morto ou gravemente ferido e Remus ainda ficará em Hogwarts, espero que todos tenham gostando disso hahahaha Ah sim, as duas são orgulhosas e lentas demais pra perceber um amor logo de cara... Mas uma hora elas aprendem! Desculpa, ainda demorei pra atualizar... Sinto muito ): Vou tentar correr com as coisas da próxima vez. Espero que goste desse capítulo e continue comentando :D  Beijinhoos


 


Sah Espósito: Pronto ai está o que você queria e... Desculpa quanto ao “logo”, não sou muito boa com isso, né? ): hahah E sim, tenso, eu amo um drama de vez em quando :P  Oh, que bom que gosta e que bom que sentiu saudades *-* Bom saber que vocês não estão me abandonando apesar da minha demora *-* Não, Lily é orgulhosa e lerda e sempre será... Acho que ela precisa de um empurrazinho, né? Ahahahah Espero que goste e continue comentando. Beijos


 


luiza potter: UHAHUUHAHAUHAAUHAHUAUHA Nossa, morri com você! SIM! MUITA CONFUSÃO, AMO UM DRAMA! Ah, eu teria dado um tapa em cada uma se fosse comigo, mas ele é muito cavalheiro pra isso né –nn CALMA ESSE SEU CORAÇÃOZINHO! Remus ainda está lindo e maravilhoso – e agora muito mais feliz, mais uma vez perdão pela NC – no castelo \õ/ Espero que tenha gostado do capítulo, se quiser ajudar a divulgar a fic eu agradeço muito *-* Beijinhooos


 


Lana Sodré: Oi, linda *-*  UAUHUHAUHA Ai, gente, elas tinham que descobrir, ué! HUAHUAUH Não precisava ser tão triste e com tanto drama, mas né, assim achei digno! Oh, obrigada *-* Eu tento sempre melhorar pra vocês né, quero que tentar deixar a maioria feliz ao máximo, que bom que gostou :D  Não expulso, ele ficou de cu doce e covardia mais uma vez... Opa, acho que Harry não foi o primeiro a gritar que ele era um covarde ;D Remus sempre foge porque quer demais ser aceito e isso é um grande problema. Ninguém pode ser apenas adorado por todo mundo. UHAUHHUAHUAUAH Ai, eu nunca feriria meu amado Sirius gravemente )): Nem meu coração iria aguentar isso! HUAUHAUHAUH Amo o Sirius, ele é meu xodó Prom (é esse o filme do bad boy hahahah)  ): Assisti uns vídeos dele por acaso e lembrei que ele tinha feito um filme com o – divo *-* -  Johnny Depp (que também ainda não assisti, né...) ai quando bati o olho nele achei perfeito :3 Ele é mais novinho do que a maioria sempre escolhe né e tem muito do estilo do Sirius mesmo, então... hahahahaha O único problema é que ele não tem olhos azuis, então temos que imaginá-lo de lente e  tals (Photoshop eu te amo


 


Então gente, espero de coração que vocês tenham gostado... Qualquer reclamação também é bem vinda e tals. Se gostaram, divulguem a fic, curtam no Facebook ou falem no Twitter, sei lá hahahahah Também visitem o Tumblr hahaha E, CLARO, não deixem de comentar porque eu AMO seus comentários :3 Se não gostaram, bem também divulguem (tem gente que gosta u_u) e também deixe seu comentário hahahaha


 


Beijos até a próxima ,
Vanity Black

 

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Comentários: 7

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Enviado por Georgia Amaral em 23/01/2014

Menina, eu li tua fic inteira de novo e to morrendo de saudade dos marotos! Volta a escrever :(

Nota: 5

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Enviado por Duda Weasley Potter em 19/02/2013

aaaaaaa amei demaaais o capitulo !! menina vc escreve muito bem , está de parabéns com essa fic ;p

finalmente Lene e Sirius estão se resolvendo e a Lily esta cedendo aos poucos ao James , pelo menos ja mostrou q se preocupa com ele kk tomara q eles se resolvam logo , amo ver os dois juntos ;p

e Meu Merlim a parte do Remus com a Dorcas  foi lindaaa , amei ver os dois finalmente juntos sem nenhum segredo pra esconder e completos !!!

Bom ja disse tudo o q eu tinha q falar e repito de novo a  SUA FIC É  PERFEITAAAA !!! Por Favor não pare de escrever ela , e estou muuuuito anciosa pro proximo por favoor nao demoreee!!!

Nota: 5

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Enviado por Sah Espósito em 12/02/2013

Ai meu deus... Ai meu deus... ai meu Deus


quente quente quente!!

Marlene e Sirius todo fofos...
Dorcas e Remus safadinhosss

e Lily e James.... empacados como sempre!!


sobre o narrador peter... foi util... deu pra entender o pq da inveja e um pouco de tudo o que ele passou

adoreii mesmo

e sobre o logo... tenta de novo que tal! 

Nota: 5

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Enviado por Neuzimar de Faria em 09/02/2013

Os marotos rendem sempre boas estórias e a sua é bem contagiante também. Agora só falta a Lily desenrolar com o James. Mas ela seria muito sem noção se perdesse a festa na casa do James. Essa festa promete!

Nota: 5

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Enviado por Lala Riddle em 08/02/2013

Eu adorei o capítulo! Quase tive um treco aqui quando a Lene beijou o Sirius ^.^ E eu to sem inspiração nenhuma pra escrever comentários, então só estou aqui pra não deixar de comentar ;) 

Até o próximooo! 

Nota: 5

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Enviado por Georgia Amaral em 06/02/2013

Merlin, mais que capitulo foi esse? Marlene e Sirius finalmente assumindo o quanto gostam um do outro, James e Lily tentando não deixar parecer que se amam COMO SEMPRE! e o Remo e a Dorcas ai meu Deus por um momento eu achei que eles fossem terminar mais ai eu pensei "você não seria tão má assim!" e então... acontece aquilo! Não poderia ter momento melhor HAHAHAH Amei, como sempre!
Sei que é uma chatisse ficar dizendo isso, mas tenta postar mais rápido... Você escreve tão bem que parece que eu estou realmente lendo um livro dos marotos, tipo, oficial! Recomendarei sim, pode deixar. Aliás, estou escrevendo uma fanfic dos marotos também 

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 06/02/2013

Hey Frl \o/
Tipo, que capitulo foi esse ? Beijo de Sirius e Marlene, Lily e James preocupados um com o outro, Peter insuportavel como sempre, mas mostrando para a gente a sua mente maquiavelica... E é claro Remus e Dorcas finalmente completos, serio, foi realmente muito lindo isso. Eles estão juntos, o Reminho disse que ama ela e espero que os dois continuem bem. Tipo uma coisa que não poderia deixar de comentar, amei mesmo o beijo de Sirius e Marlene, tipo ela mega preocupada com ele no impulso acabar com aquela briga, ele dizendo que fica com as garotas pra fazer ciumes nela... *-* Foi perfeito \o/
Eu amei a forma como eles descobriram... Agora nesse capitulo, amei a parte do Peter a primeira vez ali de cara com o Remus Lobisomen...  Acho que é quase impossivel melhorar, porque já esta mega perfeita, a fanfic é maravilhosa, eu sempre amo ver as atualizações dela, serio, megamente apaixonada desde que comecei a ler *-* Isso que vi kkkkkk o Harry não foi o primeiro... O Remus tem uns probleminhas com relacionamentos, eles simplesmente tem medo, certo que sabemos que ninguém que realmente o ama como a Dorcas ou  a Tonks faria isso com ele, mas tem aquilo de ele ter já toda a culpa de milhares de coisas acontecerem com ele, o lance de muitos bruxos acharem Lobisomens repugnantes e ele sentir o preconceito na pele, então nesse lance de sempre tentar fugir eu entendo ele. Porque ele sofreu bastante por isso... Mas é claro que a Dorcas deu aquele alerta nele \o/
Fico mega feliz de você não ter ferido o Six... I love Six também... Nossa, agora senti uma mega vontade de vestir uma camiseta escrita com isso kkkkkkkkkkkk - eu achei ele tão fofo em Prom... Sim, qual filme ele faz com o Deep ? kkkkk curiosa aqui... Quer assistir \o/ kkkkkkkkkkkkk sim, mas ele  tem toda aquela pegada de Sirius, assim como o Ben Barnes... Só que o Ben também não tenhos olhos azuis e eu acho ele tão Sirius, Ian também *-* 

Tipo, eu acho que já disse, mas vou repetir, amei o capitulo flr, sua fic é maravilhosa, sou apaixonada por ela e estou louca esperando pelo próximo e todas as temporadas que estiver kkkk

Bjoos :) 

Nota: 5

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