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37. Ceder


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Estava a cada dia mais difícil para Narcisa manter o nome da clinica onde Draco se tratava em segredo. Lucio, que há muito a importunava por isso queria a qualquer custo que o filho voltasse para casa. Alegava que permanecer internado em nada o ajudaria e que ele precisava mesmo era de trabalho para se recuperar.


Ela continuava alegando que ele ainda estava debilitado, e estava suportando heroicamente as surras levadas pelo seu silêncio. Precisava e iria proteger o filho da maneira que pudesse, nem que para isso precisasse matar aquele homem.


Sim, essas ideias passavam constantemente pela cabeça de Narcisa, mas ela não se via no direito de tirar a vida de alguém, mesmo que este alguém fosse Lucio Malfoy. Lembrava-se nesses momentos de como fora feliz nos primeiros momentos de quando casou e se perguntava com amargura o porquê de ter sido tão fraca no início.


As discursões estavam cada vez mais rotineiras e toda a criadagem da casa se preocupava com o destino que aquilo poderia ter.


 


- Deveríamos chamar a polícia - uma das copeiras falou.


- Você está louca ou o que? Quer se meter nisso? Acaba sobrando para você e para cada um de nós.


- Mas se ele continuar a bater nela desse jeito, ela vai morrer... E ai, faremos o que?


- Eu sinto muito por dona Narcisa, mas eu não vou me meter não.


- Nem eu.


- Vocês são muito fracos. Dona Narcisa é uma boa pessoa, ela e o seu Draco. Não merecem isso não.


- E você vai fazer o que? Vai lã salvar ela? Sinto muito, mas eu não me meto.


- Só sei que ela não merece passar por isso. É uma boa pessoa. Seu Draco está doente por culpa dele - elas sussurravam entre si - Como um pai é capaz de agir dessa forma com o próprio filho?


- Não sei... Você acha que eu não me sinto mal por isso também? Mas entenda... Não podemos fazer nada...


- Mas eu não vou ficar aqui ouvindo isso. Vou comprar pão.


 


...


 


- Será que eu vou precisar matar você, Narcisa?
 


Lucio tinha os olhos avermelhados de ódio. A mulher sempre fora uma pessoa forte, não poderia negar, mas nesses últimos dias estava realmente superando todos os limites.


Ele mantinha as duas mãos contra o pescoço dela, que agora estava mais vermelho que antes, enquanto ela se debatia sobre a cama de casal na qual ele a pressionava com o peso de seu próprio corpo.


Ela buscava freneticamente por uma mísera possibilidade de respirar. Buscava o ar que lhe faltava cada vez com mais desespero. Estava desesperada, mas não entregaria seu filho para sofrer novamente maus tratos... Ele iria morrer... Se ela morresse ele não teria mais chance.


 


- Eu digo... - falou sem, se quer, ouvir a própria voz.


- Finalmente, Narcisa - falou soltando o pescoço - Pensei realmente que teria que te matar.


- Lucio... - a voz ainda faltava buscando mais ar.


-Vamos... Diga onde o Draco está. Eu preciso dele.


- Lucio... Por favor. O Draco não está bem. Ele está doente...


- Boiolice. Preciso dele o quanto antes.


- Por favor, Lucio. Eu digo onde ele esta, mas deixe o tratamento terminar. Ele ainda está fraco, ele ainda não pode ser submetido a tanta pressão... Por favor, Lucio, pelo amor que tivemos no passado, pela vida do nosso filho...


- É fácil para você falar do amor do passado - ele virou-se de costas para ela - Gostaria de entender porque não me ama mais, Narcisa.


- Eu o amo ainda Lucio, mas você já não é o homem pelo qual me apaixonei. O Lucio com quem me casei jamais me bateria ou tentaria me matar...


- Mas você me provoca, Narcisa. - ele a encarou.


- Não, eu nunca te provoquei Lucio. Eu sempre defendi a minha vida a do meu filho. Isso é o suficiente para te irritar. Você se tornou uma pessoa sem escrúpulos, uma pessoa capaz de matar e de fazer as piores coisas que eu poderia imaginar...


- Eu precisei - virou-se novamente - para conseguirmos o padrão que temos hoje.


- Nunca te pedi riquezas Lucio, nunca te pedi mansão, carros ou dinheiro. A única coisa que queria de você era afeto, companheirismo. Amizade e paz. Não conquistei nada disso, mas você me deu algo que realmente eu amo, o Draco, nosso filho, seu filho Lucio, que está doente e precisa se recuperar.


“Por favor, eu sei que você não tem o mínimo de afeto por mim, sei que não sou nada para você além de uma mulher que você mantem apenas para que as aparências diante da sociedade sejam mantidas, mas o Draco é seu filho também, sei que você o ama tanto quanto eu. Por favor, permita que ele melhore...”


- Você está enganada, Narcisa - ele a fitou como há muito ela não reconhecia - Eu ainda a amo muito. Posso realmente ter feito escolhas erradas como você diz, mas naquele momento, me pareciam as certas e hoje não há muito o que fazer.


- Claro que há - ela se aproximou segurando suas mãos - Não quero mais lutar contra você Lucio, não quero mais lutar contra o que sentimos, o que ainda sentimos. Vamos nos dar uma nova chance, o que acha? Vamos recomeçar...


- Você seria capaz? - duvidou.


- Claro que sim - Narcisa foi altruísta - Tentamos esquecer o que se passou até agora. Vamos passar por cima de tudo Lucio, vamos ficar juntos novamente como uma família...


- Mas eu não posso deixar meus trabalhos e...


- Não me interessa. Não me conte nada. Não me importa em como você consegue seu dinheiro, muito menos de onde ele vem, não me importa o que você tem que fazer durante seus dias... Nada disso importa...


- Por que está agindo assim?


- Cansei de lutar contra isso tudo. Quero meu marido de volta. Quero ser amada novamente. Quero ter uma família de verdade...


- O Draco jamais aceitará isto.


- Eu o convenço. Eu tenho certeza que o que o Draco mais quer é que estejamos juntos, todos juntos, como éramos no passado.


 


...


 


- Você, realmente, é muito estranho Draco - Astoria sorria enquanto conversavam no jardim do hospital onde ele estava. Na verdade, Draco ainda tinha dúvidas se aquele local era realmente um hospital, às vezes era o que lhe parecia devido a grande quantidade de remédios que tomava durante o dia, mas na maioria do tempo, lhe parecia um pedaço do céu, um paraíso do qual ele não gostaria de sair nunca mais.


- Por quê? - ele sorriu também.


- Você é um dos pacientes mais engraçados que tenho. Essas suas piadas são sem noção de absurdo... E o pior, eu não faço ideia de onde você as aprendeu.


- Ah... Aprendemos muitas coisas na internet.


- Imagino - ela ainda sorria - Ser extremamente rico tem suas regalias...


- Preferia ser pobre e ser feliz.


- Desculpe Draco - ela sentiu-se - Eu não queria te magoar...


- Não me magoou - falou sorrindo novamente, mas não a convenceu.


- Desculpe. Sei que não passa por situações muito agradáveis na sua casa e eu, como médica, deveria me portar como tal, mas...


- Mas...?


- Mas você é diferente. Você me faz esquecer que está doente e precisa dos meus cuidados, me faz esquecer que é um de meus pacientes... É estranho estar perto de você... Parece que as coisas são diferentes quando estou com você.


- Estranho como?


- Parece que te conheço há muito tempo... A sensação que tenho é que sempre fomos amigos...


- Sinto algo bem parecido - ele tinha as mãos geladas e tremulas.


- Gostaria de falar sobre sua família?


- Não sei...


- Você sabe que faz parte do seu tratamento, não sabe...? Sei que não fui a mais discreta agora, mas estou aqui para te ajudar.


- Minha vida não é tão fácil como a maioria das pessoas pensa... Não é muito fácil ver a única pessoa que te ama de verdade sofrendo para te defender de seu próprio pai. Não é fácil se sentir de mãos amarradas e não poder fazer nada... É realmente difícil.


- Te entendo...


- Sei que cada um de nós tem seus próprios problemas, seus anseios, suas dificuldades, mas eu não sei mais como superá-los... Eu nunca soube, na verdade. Fui criado trancafiado dentro de um palacete, nunca tive amigos, contato com o exterior... Quando finalmente conheci alguém que poderia ser meu amigo, ele me apresentou as drogas...


“Talvez nem fosse sua intensão me fazer mal... Talvez ele nem soubesse o quão fraco eu sou e que me viciaria assim, tão rápido... Talvez realmente ele sé tenha tentado me ajudar, da forma errada, é verdade, mas eu não o culpo...”


“Eu acho que matei uma pessoa - Astoria não pode controlar o espanto, mas ele não a fitava - Meu pai me levou em um de seus negócios macabros e... Ele violentou uma criança... E disse que só pararia se eu a matasse. Ele entregou a arma na minha mão, mas eu não sei ao certo o que aconteceu... Eu me desesperei e quando recobrei minha consciência, eu estava aqui...”


- Draco... Eu...


- Tudo bem, Astoria - ele parecia triste - Provavelmente eu mantei uma pessoa, uma criança e isso não dá para perdoar mesmo... Eu entendo que me despreze e...


- Ei... Eu não falei nada disso... Entendo suas razões e todos os seus motivos... Teria feito o mesmo que você sem pestanejar, além do mais, você não tem certeza de que realmente foi você. Sei que não tem condições de lutar contra seu pai ou tentar fazer com que ele pague, mas você tem a opção de ser diferente, Draco, e você prova que é diferente com suas atitudes...


- Não me acho muito melhor que ele...


- Mas você é, entenda isso. As suas escolhas, as suas atitudes provam apenas que você é diferente dele, que não quer ser como ele. O que sua mãe faz por você é a prova disso... Ela confia em você, confia que você é melhor... E você é Draco, realmente, você é...


- Obrigado...


- Não agradeça. Não estou falando isto para que se sinta melhor, mas porque você é melhor. Tenho te observado Draco, você tem valores... Princípios belíssimos... Orgulhe-se de quem você é... Orgulhe-se de sua mãe... Não tenha medo de enfrentar seus medos e suas dificuldades, porque você é forte o suficiente para superar cada uma delas...


- Você acredita mesmo?


- Muito...


- Quer sair comigo quando eu receber alta? - ele foi rápido, falando de um único fôlego. Astoria corou.


- Como?


- Por favor... - ele sorriu envergonhado - Não me obrigue a perguntar novamente...


- Será um prazer Draco. 

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Ahhhhhhhhhhhh Sim!

O Krum conheceu a Mione muahahahahahahaah
Tudo se fechando... Vamos para 60 capítulos e eu tô com o gás para escrever... Finalmente, depois de 37 capítulos, estou gostando dos resultados...

Essa semana provavelmente tem mais... Bj

Andye GW 

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Comentários: 3

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Enviado por Tati Hufflepuff em 14/11/2013

Por que será que não acredito na bondade repentina do Lucius? Bom, espero que seja verdadeiro porque o que a Narcisa e o Draco sofrem é sinistro!
E que lindo Draco chamando Astoria pra sair!!!
Seguindo >>> 

Nota: 5

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Enviado por Violettaa em 08/02/2013

desconfiada q lucio fez isso com segundas intençoes, meio estranho ele aceitar isso logo de cara... astoria e draco sao uns lindos super perfeitos juntos mas nao vejo a hora q a estoria se cruze com hernione, ron, harry e etc... ansiosa 

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 28/01/2013

Ele a convidou pra sair *-------------------* Bem, esse capitulo foi totalmente a Familia Malfoy, será que o Lucio vai cumprir o que combinou com a Narcisa ? Tipo, sem mais loucuras em casa e tal ? Nossa, acho que se eu fosse uma dessas empregadas já estaria morta ou não trabalharia ai porque não aguentaria isso não. Achei fofo a amizade - que vai evoluir para um romance - entra a Ast e o Draco, ele confia nela e acho que ela vai ajudar ele a sair disso tudo. Tadinho ter sido criado trancafiado em casa, não merecia isso, agora de uma coisa eu tenho quase certeza, Draco não vai querer aceitar isso assim não, ainda mais que ele teve essa conversa com a Astoria, espero que ele a Astoria e a Narcisa fiquem bem. Poxa, não sei porque, mas pensei em Algo tipo Lucio se rendendo, se entregando pelos crimes, mas virando um homem de honra. Senti pena dele nesse capitulo, mesmo sabendo que ele é ruim :/

bjoos! 

Nota: 5

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