FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

29. O que fazer?


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Cho e Luna estavam muito mais que compenetradas naquela manhã. Investigavam algo que pudesse ajudar, mesmo que “por debaixo dos panos”, os dois amigos tão machucados. Não haviam contado para ninguém, mas Cho, Luna e Neville - amigos sempre presentes - sabiam do que havia acontecido, tanto com Hermione, quanto com Harry.


Procuravam em artigos, jornais, entrevistas ou qualquer coisa que julgassem ser um pouco relevante, mas até agora, depois de cinco dias do incidente, não haviam encontrado nada que pudesse ajudar.


 


- Acho que eu vou dar uma procurada nos artigos criminais no Centro.


- Mas você não pode fazer isso Cho - Luna falou preocupada - É arriscado.


- É a única forma de encontrarmos alguma coisa realmente relevante Luna.


- Cho, eu sei que você quer ajudar os dois, eu também quero. Mas não dá pra colocar a cabeça a prêmio. Se você for procurar nos artigos do Estado, além de correr risco com essa máfia, ainda pode ser julgada por divulgar fatos de caráter privado.


- Eu sei - ela sentou-se vencida sobre a cadeira, em frente ao seu computador - Você acha que eu não sei? Mas eu queria, de verdade, fazer alguma coisa. Me sinto totalmente impotente com tudo isto e...


- E...?


- Nada demais. Vamos continuar procurando.


- Certo. O que você acha de escrever sobre o envolvimento dos Mclaggen com a entrada de armamento pesado no país?


- É uma boa. Mas eu quero escrever, se não se importa. É uma forma de lavar a alma.


- Claro. Eu entendo. Não tem problema algum. E ainda mais, eu tenho investigado um assassinato.


- Assassinato?


- Sim. Uma família foi encontrada há três dias em um galpão velho a alguns quilômetros daqui. Aparentemente, queima de arquivo, mas não é o que eu acho.


- Por quê?


- O homem encontrado era Miguel Galvão. Ele era porto-riquenho e havia se casado aqui com Joyce Mempret Galvão. Ele foi naturalizado e atuava como promotor do Estado.


- Já entendi tudo - Cho falou sem muita emoção.


- Sim. Ele foi o responsável pela acusação em um julgamento contra o Malfoy no mês passado e se não fosse o fato do homem ser cheio do dinheiro e ter comprado todo o júri, hoje, provavelmente ele estaria preso graças a este homem.


- Você acha que foi ele?


- Sim. Todas as características apontam para isto. A esposa e a filha mais velha, que tinha 12 anos, foram encontradas brutalmente violentadas. Provavelmente, foram violadas na presença do pai. A mais nova, de 6 anos, foi a única que não sofreu violações. O homem foi encontrado muito espancado, com a clavícula, um braço e o tornozelo fraturados. Todos foram mortos por uma pistola Desert Eagle calibre 44. É o estilo dele. Tenho certeza que foi ele.


- É... Certamente é mais um crime Malfoy. Mais um que vai ficar impune.


- Não se eu tiver como provar.


- Como você vai fazer isso Luna? Somos estudantes, nada mais que isto. Eles são magnatas poderosos que nadam em grana. Estalam os dedos e todos os órgãos públicos e privados se voltam para eles e os apoiam. A gente não é capaz nem de fazer uma bolha de ar nessa imensidão de corrupção que se tornou esse lugar.


- Eu sei, mas não custa nada tentar.


- Lembre-se que você já foi ameaçada.


- Eu sei, mas não vou parar assim tão fácil.


- O que pretende?


- Fotografar. Uma hora ele desliza.


- Tenha cuidado.


- Você também.


- Eu terei, mas às vezes eu acho que tudo isso de Senhor X, Malfoy, Mclaggen e companhia nunca vai acabar. Uns substituem os outros nesse mundo de corrupção e amor pelo dinheiro. E nós, que apenas procuramos um pouco de justiça, acabamos como essa família ai.


- É verdade.


- E se procurássemos alguma coisa na Biblioteca Central?


- Na biblioteca?


- Sim Luna. Tudo vai pra lá de alguma forma. Deve ter alguma matéria. Deve haver algum crime que ainda não tenha sido prescrito pra gente trabalhar em cima. Eu acho que poderia dar certo. O que acha?


- Acho uma ótima ideia.


- Vai comigo?


- Com certeza. Só preciso ir trabalhar a noite, então, tenho até as 5 livre.


- Então vamos logo.


 


As duas se apressaram e guardaram todo o material que estavam utilizando até agora. Luna jogou tudo de qualquer jeito dentro de sua mochila, enquanto Cho desligava o computador que estava usando e guardava também o seu material.


As duas rumaram com destino ao centro de Londres e agradeceram intimamente estarem no carro da japonesa, pois o clima esfriava de forma sofrida e não era nada animador andar sob o vento gélido do Outono de Londres.


Estacionaram o carro em uma das vagas existentes em frente à Biblioteca do Museu Britânico. Ali, deveriam, com sorte, encontrar alguma coisa.


A Biblioteca era de uma estrutura magnífica. A entrada toda cilíndrica em cores claras, com rampas circundando todas as possíveis entradas e um magnifico teto espelhado que possibilitava ver o céu através dele.


Entraram no lugar e agradeceram, intimamente, a pouquíssima quantidade de pessoas. O horário era propicio para estarem mais solitárias e aproveitariam ao máximo aquele momento.


Rumaram então, apressadamente, para a bibliotecária local. Uma senhora que aparentava seus cento e todos os anos olhou desanimada para as duas garotas que se aproximavam extasiadas de tanto entusiasmo.


 


- Boa tarde - Luna deixou que Cho se adiantasse. Saberia solicitar uma informação bem melhor que ela.


- Boa tarde - a senhora não parecia nenhum pouco animada com a visita.


- Somos estudantes da Universidade do Estado e precisamos fazer um trabalho crimes prescritos.


- Qual o curso?


- Direito.


- Que tipo de material vocês precisam? - a mulher parecia esforçar-se para livrar-se das duas mais que rapidamente.


- Periódicos - Luna falou então.


- Revistas, jornais, processos... - Cho continuou - Qualquer coisa que seja real.


- Tudo bem. Já tem cadastro?


- Sim.


- Nome?


- Cho Chang.


- Ok. - a velha entregou-lhe um crachá após verificar no computador.


- Luna Lovegood - a loira respondeu assim que a velha lhe fitou.


- Certo. - Luna recebeu um crachá também - Os periódicos recentes estão indisponíveis - a velha continuou e as duas se olharam com amargura - A sala está em reforma e os arquivos foram guardados. Talvez, daqui uns três ou quatro meses estejam disponíveis.


- O que tem pra gente então? - Cho perguntou entristecida.


- Os periódicos da década de 90 para baixo.


- Então... Podemos ver entre 70 e 90?


- Sim. Estão no mesmo local. Subam as escadas - a velha fez um maneio com a cabeça - Vocês vão encontrar várias portas com o nome periódicos separadas por anos. Não podem levar, nem ao menos retirar os documentos da sala. Podem copiar à mão. Não podem usar aparelhos de celular no ambiente e não é permitido xérox desses documentos. Deixem as bolsas aqui e subam apenas com o que for necessário.


 


As duas obedeceram rapidamente. A mulher não parecia estar para brincadeiras, muito menos aparentava ter sido simpática em algum momento de sua vida. Livraram-se de bolsas e pesos, avançando para a escadaria com os fichários e algumas canetas.


Foram diretamente para a sala que apresentava em sua porta a data dos anos 80. Não sabiam o porquê, mas era ali onde queriam começar. Separaram-se agradecendo mais uma vez não haver ninguém no local e ambas procuraram pela imensidão de estantes com jornais, revistas e documentos amarelados, algo que fosse realmente relevante.


E depois de algumas horas, Luna achou algo que aparentava ser relevante. Mais uma informação, mesmo que este não fosse o objetivo, do acidente dos Potter. Sentaram-se em seguida, após Cho contar sobre a possibilidade de Lucio ter matado a família da esposa em busca da herança, leram, compenetradas, as informações já gastas do jornal local, datando 07 de abril de 1987.


 


É notório o quanto o caso Potter tem repercutido em nosso Estado. A polícia local ainda não tem certeza sobre a veracidade dos fatos, levando-se em consideração o estado em que o automóvel que era guiado pelo jovem James Potter encontrava-se.


O estado totalmente carbonizado do veículo e toda a dificuldade encontrada em nos comunicarmos com a família dos acidentados tem deixado a investigação e a imprensa sem muitas informações.


Porem, um fato inusitado tem instigado aos que acompanham o Acidente Potter.


Uma fonte, que não quis se identificar para preservar sua integridade física, relatou para nossa edição por telefone, a possível causa do acidente. Segundo esta pessoa, não houve crime, mas sim o próprio Potter haveria causado o acidente, tentando matar a família que acreditava ser sua.


Confira na integra toda entrevista concedida por nosso amigo que identificaremos como anônimo:


 


Skeeter: Por que você acredita que o Acidente Potter tenha sido ocasionado pelo próprio James?


Anônimo: Porque o James não era o mais confiável dos homens.


Skeeter: Como você afirma isto?


Anônimo: Estive presente aos Potter por um bom tempo, até observar o comportamento estranho daquela família. Aos olhos da sociedade, eram vistos como uma família perfeita e feliz, mas dentro das quatro paredes daquela casa, a realidade era outra.


Skeeter: O que você presenciou que te faz pensar desta forma?


Anônimo: James Potter não era o santo que todos pintavam. Sempre foi um jovem ambicioso e que queria, a todo o custo, ter o seu lugar ao sol. Ele não media esforços para isto e não pensou duas vezes até se misturar com gente da pesada.


Skeeter: Gente da pesada? Quem seriam?


Anônimo: A tal organização que conhecem como Senhor X. Esse senhor x ou um capanga seu, não sei bem, procurou o James, e ele foi facilmente persuadido devido a sua ganância e fome por dinheiro rápido e fácil.


Skeeter: Esta acusação é muito forte. Você teria como provar o que diz?


Anônimo: Não. Não tenho. Apenas sei o que vi. E o que eu via era um casal desestruturado e uma jovem senhora desesperada.


Skeeter: Como assim desesperada?


Anônimo: O que a senhora acha? Como se sentiria sabendo que seu marido está envolvido com a máfia do país?


Skeeter: O que mais poderia falar sobre Lily Potter?


Anônimo: Que era triste. Sempre estava sozinha em sua casa. Eu sempre a via chorando quando encontrava com ela. Ela sempre estava abatida e distante. Seu marido, aparentemente, não lhe dava a atenção necessária, e a moça era bonita, muito bonita. Se não fosse o primo dos Potter, ela passaria ainda mais tempo sozinha.


Skeeter: Primo? Acaso se refere ao senhor Severus Snape?


Anônimo: Ele mesmo. Ele sempre aparecia na casa quando o Potter não estava. Ficava por alguns minutos e depois ia embora. Logo de inicio, eu achei que ele ia a mando do próprio Potter, apenas pra observar a mulher, mas depois de algum tempo, ele permanecia mais tempo. Não faço ideia do que acontecia naquela casa, mas acho que não era só uma observação.


Skeeter: Está insinuando que a senhora Potter mantinha um caso com o senhor Snape?


Anônimo: Não insinuei nada. Apenas contei o que eu sempre via.


Skeeter: Por que acha então que o acidente foi provocado pelo próprio James?


Anônimo: Os dois sempre discutiam. Era irritante até. E depois de um tempo, a moça apareceu grávida. O Potter mudou bastante nesta época e embora parecesse sempre estar amedrontado ou como se fugisse de algo, ele permaneceu mais em casa. Nesse tempo o Snape não mais frequentava a casa e quando o menino nasceu, era constante a visita de gente estranha sabe? Pessoas mal encaradas e com carros grandes, capangas e armas. Era terrível mesmo. Lily quis ir embora, mas o marido não permitiu.


Skeeter: Para onde ela queria ir? Você sabe?


Anônimo: Para a casa da irmã que mora no Brasil.


Skeeter: E por que o Potter não permitiu?


Anônimo: Onde já se viu uma mulher casada, mãe de família viajando sozinha com uma criança a tira colo? O Potter havia decidido ir embora com eles. Não sei para onde iriam, mas sei que aconteceu alguma coisa dois dias antes do acidente que mudou tudo.


Skeeter: Como assim?


Anônimo: O Snape apareceu na casa de repente. Eles brigaram muito. O menino tinha pouco mais de um ano, e eu vou falar a verdade, o menino não parecia em nada com o James. Quem olhasse, via claramente os traços da Potter no menino, os olhos, o nariz, o sorriso... Mas o garoto não tinha nada do pai. Nada mesmo.  


Skeeter: O que está tentando dizer?


Anônimo: Não estou dizendo nada. Apenas acho que o Snape, de alguma forma, se sentiu no direito de não permitir que eles fossem embora. Não sei ao certo o que aconteceu naquele dia, mas tinha muito choro, muito grito, muito desespero.


Skeeter: Acredita que o filho dos Potter é, na verdade, filho do Snape? Por isto o acidente? Acredita que o Snape foi contar a verdade e que por raiva em ter sido traído, o Potter provocou o acidente da família?


Anônimo: Apenas estou contando o que sei. Se a senhora chegou a esta conclusão, chegou sozinha.


Skeeter: Obrigada então. Tudo isto foi muito esclarecedor.


 


Como podem perceber o teor da conversa, não restam dúvidas do motivo que levou nosso informante a permanecer no anonimato. São realmente informações importantes de alguém que aparentemente estava bem próximo ao casal e


 


- Droga! - Cho exclamou primeiro.


 


A folha de jornal que liam estava amarelada e nada se poderia ler a partir dali. Ambas se olharam diante daquela informação, obtida mesmo que sem querer. Passaram um bom tempo absorvendo a informação. Luna releu mais algumas vezes até que decidiram quebrar o silêncio.


 


- O que acha Cho?


- Não sei.


- Contamos ao Harry?


- Melhor não.


- Será que procuraram o professor Snape depois dessa matéria?


- Vamos procurar.                


 


E novamente as duas partiram para uma nova busca e desta vez, ambas sentiam um peso estranho no peito. Era uma informação muito valiosa, era algo que poderia mudar de vez a vida do amigo, e elas estavam ali, desvendando os mistérios que o próprio Harry se negou em buscar.


Procuraram no mesmo jornal, com datas próximas e posteriores aquela algo que mencionasse o professor. A dúvida pairando de forma assombrosa sobre suas cabeças. Ficaram, um tanto que, sem chão depois daquilo e não estavam sabendo, ao certo, como se portar diante daquele novo fato.


 


- Aqui tem alguma coisa - Cho falou chamando a atenção da outra que se aproximou dela, do outro lado da estante de jornais.


- É da Skeeter? - Luna perguntou.


- Sim.


- Não sei se devemos acreditar nessas entrevistas. A Skeeter me parece ser bem sensacionalista - Luna tentava encontrar um desculpa para não levar aquilo adiante.


- Também acho. Mas aqui está falando do professor. Vamos ver se tem alguma coisa relacionada ao Harry aqui.


 


Folhearam o jornal com calma e delicadeza. As folhas amarelas e antigas mais pareciam estar podres, e o temor danificar qualquer que fosse a página daquele jornal era maior que a curiosidade das duas.


Encontraram, por fim, em uma das últimas paginas algo que datava três dias depois da entrevista concedida e lida anteriormente. Suspiraram pesadamente, depositando o jornal sobre o outro, lido a pouco, e quase que unindo as cabeças, reiniciaram a leitura.


 


A polícia achou de grande valia nossa matéria publicada ainda esta semana, onde uma pessoa nos informou, anonimamente, a ligação de Severus Snape no caso Potter. Conforme informamos, nossa fonte descreveu um possível romance existente entre a senhora Potter e o senhor Snape. Até agora, nada foi comprovado, mas o senhor Snape foi chamado novamente para prestar depoimento junto a policia.


Infelizmente não sabemos o que ele falou, mas conseguimos nos comunicar rapidamente com ele assim que saiu da cadeia. Leia a seguir:


 


Skeeter: Senhor Snape, o que tem a dizer sobre o possível caso com a senhora Potter?


S.Snape: Nada!  


Skeeter: Senhor Snape, é verdade que há possibilidades do jovem Potter ser seu filho?


S.Snape: Me recuso a responder qualquer coisa. O que tinha de falar, já falei junto ao delegado. Não devo explicações sobre minha vida pessoal a ninguém.


 


Sabemos que o senhor Snape é um homem realmente rude e firme em suas palavras, e for a o fato de ter demorado demasiadamente em responder nosso questionamento sobre o pequeno Potter, ele não nos deu nenhuma informação realmente relevante.


A dúvida que permanece é se realmente havia um caso entre os dois e se o Potter sabia disto. Será, realmente, que o jovem e órfão Harry James não é órfão realmente?


Continuaremos em busca dos fatos, e espero que eles sejam esclarecidos o mais rapidamente, afinal, trata-se de uma criança órfã e se ele tem um pai, é com ele que deve ficar.


 


- O que acha?


- Acho que não deveríamos ter lindo isto - Luna tinha os olhos enormes ainda mais arregalados.


- E se o professor...


- Cho. Vamos embora. Esquece isto. A gente não tem o direito de se meter desse jeito na vida do Harry.


- Luna. Se o professor Snape for realmente o pai do Harry, ele não está mais sozinho e...


- O Harry não está sozinho, Cho. Ele tem os pais dele...


- Os pais da Hermione.


- Que criaram e cuidaram dele como verdadeiros pais. Não vou mais me meter nisto. To indo embora.


- Não tem mais como ir embora Luna. Não da. Quando você olhar para o Harry ou para o professor, você vai pensar em tudo isto. Você vai se lembrar disto e isto não vai mais te abandonar. Por favor, precisamos saber mais a respeito. O Harry pode ter um pai...


- Que ele odeia desde que se entende por gente. Acha mesmo que vale a pena fazer o Harry sofrer desta forma? Perder tudo o que ele acreditou até agora? Você percebe o quanto isso pode machucá-lo? A mãe dele com o homem que ele mais detesta? Ele como filho desse homem? Você acha que vale a pena fazer o Harry sofrer assim?



----------------------------------------------------------


E ai gente? O que fazer? 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 3

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Cada vez mais o mistério fica maior... Torcendo pra que Snape não seja pais do Harry... Acho que nenhum dos dois curtiria isso hein...
Seguindo >>> 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Spencer Cavanaugh em 17/12/2012

Ahhhhh por Merlim. Eu acho que isso foi uma informação falsa, do jeito que Skeeter é, é bem capaz que seja falsa mesmo. Acho que tem algo estranho nisso, também ainda não consigo acreditar que James fosse tão ruim assim quanto dizem ai, e se Snape fosse pai do Harry com certeza tentaria ficar com o filho,    Harry não parece com o Snape kkkkkkkk vei, isso foi muito onda. Capitulo legal, mas eu meio que não consigo acreditar nisso, bem, não se Snape é o pai do Harry não...

Bjoos! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Violettaa em 16/12/2012

Wow cada vez mais complicado, quanto misterio este capitulo esta fantastico amei *.*
Beijos  

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.