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21. Epílogo


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Epílogo

“And it’s driving your mamma crazy,
’cause daddy’s little girl is now my baby”
Isso está deixando sua mãe louca,
porque a garotinha do papai agora é minha mulher.

Daddy’s Little Girl – Jesse McCartney


Gina soltou um gemido de puro prazer – Não havia nada no mundo que fosse melhor do que estar nos braços de Draco Malfoy. E ela podia dizer que ele era todo seu, um privilégio que ela valorizava imensamente.

Naquele exato momento, ele estava com a cabeça enterrada no pescoço da ruiva, trabalhando sua poderosa e experiente língua por toda a sua extensão. Gina soltou mais um pequeno gemido; seu calor estava começando a aumentar. Ambas as mãos de Draco seguravam firmemente sua cintura, garantindo assim que ela não fugisse e também aumentando a pressão de seu corpo contra a porta atrás dela.

- Draco...

Ele traçou beijos até encontrar a boca dela e cobri-la, impedindo que a ruiva pronunciasse outra palavra.

- Você tem que aprender a ser menos vocal, meu amor – ele disse, quando o beijo acabou. Em seguida, ele voltou a beijar e lamber o pescoço pálido. – Você não quer que alguém nos ouça, quer? – ele questionou, em um tom sugestivo.

- Merlin, não – ela suspirou, sentindo um arrepio pela espinha quando ele mordiscou sua orelha e a molhou com a própria saliva. – Mas você não está ajudando, Draco. Eu não posso me controlar quando você faz assim...

- Encare isso como um desafio – ele murmurou, na voz rouca que a fazia delirar.

As mãos dele apertaram-na mais forte no osso do quadril, e a pressão da cintura dele sobre a dela aumentou. Gina podia sentir que ele estava tão excitado quanto ela, ainda mais na calça social fina que ele trajava.

- Quão brava você ficaria se eu destruísse esse seu lindo vestido, minha querida? – ele perguntou, descendo uma das palmas até as coxas dela e apertando a área. Gina fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, prevenindo um próximo gemido.

- Eu não ficaria brava, Draco – ela respondeu, colocando ambas as mãos no ombro dele para se sustentar; a excitação quase fazia suas pernas cederem por completo. – Entretanto, as pessoas vão ficar me olhando torto no instante em que a gente sair desse banheiro, caso meu vestido esteja rasgado. Isso sem mencionar meus pais.

- Bem pensado. Tenho que causar boa impressão, certo? – ele murmurou, sem abandonar o tom irônico, inclinando-se para beijá-la intensamente – Vê? Você arruína até a linha do meu raciocínio com esse corpo...

Gina deu um sorriso maldoso, descendo as mãos do ombro dele diretamente para o seu tronco. Num piscar de olhos, o terno caríssimo de Draco estava no chão do banheiro e os dedos de Gina desabotoavam a camisa de seda, que teve o mesmo destino. O sorriso sonserino de Gina só aumentou quando ela finalmente passou os dedos e unhas sobre a pele macia e branca do peito de seu noivo.

- Hoje não temos tempo para que você apreciar meu corpo, Gina. – Draco afastou as mãos dela. Agilmente, ele prendeu os pulsos de Gina sobre a cabeça dela, contra a porta, usando apenas uma mão. – Vai ter que ser rápido... E se os noivos sentirem a nossa falta?

Gina quis gargalhar com o humor negro do homem a sua frente, mas o que era para ser uma gargalhada virou um som sem distinção, misturado à luxúria e à necessidade. Ela não respondeu as provocações dele, apenas fechou os olhos para sentir melhor o toque da mão dele em seu seio, mesmo sob o vestido vermelho. Não demorou para que ele erguesse a barra do vestido para acima da cintura dela, em seguida descendo a calcinha de renda, também vermelha. A roupa intima foi parar aos pés de Gina, que ergueu um pé de cada vez para deixá-la no chão e, assim, libertar suas pernas.

Draco soltou os pulsos de Gina, empenhando sua mão em segurar o vestido dela, enquanto a outra foi em direção à intimidade da ruiva. Ela tremeu o corpo todo quando os dedos do loiro a tocaram nos lugares certos, sendo invadida por um deles logo em seguida. Encostando a cabeça contra a porta, ela se livrou do cinto de Draco e abaixou a calça dele.

- Faz do jeito que eu gosto – Gina sibilou, colocando a mão no membro ereto dele.

Sem hesitar, Draco deu alguns passos para trás, sentando-se no vaso um pouco sujo. O banheiro feminino não era exatamente o lugar apropriado para fazer sexo, afinal. Gina caiu em cima dele, ainda sem deixar Draco penetrá-la. Lambendo os próprios lábios, ela mordeu os de Draco e finalmente abaixou seu corpo.

- AAH – ela não conseguiu engolir o gemido intenso. Draco também estava tendo problemas, pois ele mantinha os olhos fechados com uma força imensurável. Devagar, ele recolocou as mãos na cintura de Gina, guiando-a para o inicio dos movimentos.

Rápido, sem nenhum cuidado. Era assim que ela gostava. Gina impulsionava o corpo para frente e para trás, para cima e para baixo, acabando por fazer uma movimentação circular ao redor do membro de Draco, que a preenchia toda, e depois a deixava vazia. Ela jogou a cabeça para trás e Draco tomou seu pescoço outra vez, beijando por todo lado. O vaso embaixo deles começou a ranger, mas os ruídos não impediram o casal de concluir sua aventura e atingir o ápice. Com um gemido incontrolável, Gina foi dominada pelo forte orgasmo, que se intensificou quando Draco gozou dentro dela.

De olhos fechados, ela percorreu a face do amante com ambas as mãos e o puxou para um beijo quente. Quando os abriu, os olhos azuis vivos de Gina encontraram os azuis acinzentados de Draco, ainda embebidos em prazer. Ela sorriu para ele e afastou alguns fios de cabelo que estavam colados em sua testa com suor.

- Vai ser difícil enganar os convidados se nós aparecermos assim – Gina riu, ainda encaixada com Draco.

- Por sorte, eu conheço alguns feitiços que vão nos fazer ficar como antes da nossa escapadela – ele piscou um olho, capturando os lábios de Gina outra vez. – Você é incrível, Ginny.

- Também te amo, Draco – ela disse, meio brincando, meio se declarando. Finalmente, Gina levantou e pegou as peças de roupas espalhadas no chão do pequeno banheiro.

Após se vestirem e após Draco lançar os feitiços – que, por milagre, realmente os deixaram impecáveis –, os dois saíram do cubículo, para encontrar um banheiro vazio. Discretamente, os dois saíram do ambiente, voltando ao salão de festas quase lotado de convidados.

- Ah, Ginny, aí está você! – uma garota morena gritou, se aproximando do casal.

- Oi, Angelina! – Gina cumprimentou, segurando a mão de Draco entre ambas as suas. – Como vai?

Os olhos de Angelina passearam por Draco e voltaram a Gina – Tudo ótimo! Sua mãe me disse que você está noiva! Mal pude acreditar!

- Pois é... – Gina sorriu, um tanto quanto falsa. Não tinha o menos interesse em discutir sua vida com ninguém. – Foi realmente bom te ver, Angie! – Gina disse, saindo de perto da mulher e carregando Draco consigo.

- Ainda bem que você está selecionando suas companhias – Draco murmurou no ouvido dela assim que estavam a uma distância segura de Angelina. Gina soltou uma risada.

Eles logo encontraram a mesa que os pertencia antes de saírem. Estavam sentados com Isabel e Miguel, que no momento estavam ocupados demais um com o outro para notar a volta deles.

- Que tal bebermos alguma coisa? – Draco sugeriu, enquanto eles sentavam em seus respectivos lugares. Ao ouvirem a voz dele, Isabel e Miguel pararam o beijo que trocavam.

- Pra mim uma água, antes de qualquer coisa – Gina pediu, e observou Draco chamar um garçom. Garçom, sim, pois os noivos naquele casamento não permitiriam elfos domésticos, como era de costume.

- Olha só, se não é o casal ‘não-podemos-esperar-chegar-em-casa’. – zombou Miguel, pegando seu copo de whisky sobre a mesa.

- Vocês dois são inacreditáveis – Isabel comentou, rindo cúmplice com Gina. – Se eu não soubesse como o Draco é, diria que é fisicamente impossível ter tanto fogo.

Gina riu, maliciosa. – Acho bom parar de falar assim do meu noivo, Bel, querida.

Isabel fingiu se intimidar – Desculpe, futura senhora Malfoy.

Draco, ao lado delas, rolou os olhos. – Será que já podemos ir embora sem parecermos deselegantes, Gin?

- Mas vocês acabaram de voltar do banheiro! – Miguel disse, baixando o copo de whisky e gargalhando. – Tão insaciável assim?

- É melhor ficar na sua, Corner – Draco rangeu entre os dentes. Miguel apenas riu.

- Na verdade, nós também estamos pensando em sair – Miguel admitiu – Há um limite entre ser sociável e começar a dançar com Weasleys. – ele prosseguiu, apontando para a pista de dança, onde vários ruivos e ruivas tomavam conta.

- Com licença, Miguel, mas eles são minha família. Pelo menos espere até eu sair para começar a criticá-los. – Gina disse, em defesa dos Weasleys. Entretanto, ao ver sua tia Muriel arrastar Rony para um tango desengonçado, Gina completou: - Pensando melhor, você tem razão. Eles são uma vergonha. Vamos dar o fora, Draco.

Isabel, Miguel e Draco riram, todos levantando-se junto a Gina. Eles se entreolharam rapidamente, e todos entenderam que a parte mais constrangedora estava por vir: tinham que cumprimentar os noivos antes de irem embora.

- Vamos de uma vez – Isabel se decidiu, pegando a mão de Miguel, sua bolsa, e caminhando pelo salão, sendo seguida por Draco e Gina.

O quarteto encontrou o casal de noivos na maior mesa do salão, situada bem perto da entrada. Gina engoliu em seco antes de colocar um sorriso no rosto e ir em direção a Harry e Hermione Potter.

- Nós estamos de saída – ela anunciou e, imediatamente, Harry e Hermione colocaram-se em pé.

É claro que Hermione sorriria de qualquer jeito – afinal, aquele seria supostamente o dia mais feliz de sua vida, estando Gina ali ou não. Foi com este sorriso que Gina cumprimentou a mulher, antes sua amiga, cunhada, e agora algo que ela não podia definir.

“Obrigada, Gina, por estar aqui, apesar de tudo.” Hermione murmurou em seu ouvido enquanto se abraçavam. Lá no fundo, Gina sentiu um aperto no coração, uma vontade enorme de ter sua amiga de volta. Quem sabe o futuro, não é mesmo?

“Eu fiquei feliz por vocês, Hermione, de verdade” a ruiva respondeu. Se soltaram, vendo que Harry e Draco tinham apenas trocado duas palavras, frios como sempre. Isabel e Miguel já tinha saído. Então, Gina se aproximou de Harry, cautelosa. Harry puxou a ruiva para um abraço, apertando-a mais forte do que ela esperava.

“Espero que seja feliz, Ginny” ele disse, sem soltá-la.

“Eu sei que serei” ela respondeu. “E sei que você também será. Eu te amei por tanto tempo, mas hoje eu sei que nós dois não somos um para o outro.”

“Não, não somos” ele sorriu. “Se cuida, ok?”

“Sim, senhor” ela brincou. Escutou Draco pigarrear por conta do abraço prolongado. Ela largou Harry. Olhando para os noivos, seus olhos se encheram de lágrimas. “A cerimônia foi linda. Vai ser difícil fazer um casamento tão memorável quanto o de vocês.”

Harry segurou a mão de Hermione no mesmo instante em que Draco passou o braço nos ombros de Gina. Eles se encararam por mais alguns instantes e depois Draco e Gina saíram andando. A ruiva, porém, olhou para trás. Tinha mais uma coisa a dizer.

“Desculpem-me, por tudo que eu fiz a vocês. A única coisa boa dessa bagunça toda foi a união de vocês. Pelo menos assim eu não me sinto tão culpada.”

Hermione sorriu para ela. “Não pense mais nisso. Nós não pensamos.”

Gina assentiu e tornou a seguir seu caminho, de mãos dadas com Draco.

Fim.

N/A: Achei melhor fazer o casamento sobre o ponto de vista da Gina, pra não ficar muito cansativo e pra poder rolar uma cena como a do banheiro, muahaha. Enfim, espero que tenham gostado! Agradar a todos eu sei que é impossível, mas não se pode dizer que eu não tentei!

Muito obrigado por lerem! Muito obrigado por comentarem! Amo todos vocês!

Thaís Potter Malfoy.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 24/10/2013

E a lua-de-mel dos dois? Affe! Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais!

Nota: 5

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