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25. Melhoras


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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25 - Melhoras


A noite estava insuportavelmente escura. Não havia Lua cheia para clarear a escuridão e muito menos a luz dos postes lá fora era o suficiente para clarear o quarto fechado por paredes grossas e igualmente escuras.


O frio também estava castigando aquela noite. Nem ao menos era inverno, mas a sensação térmica maltratava o corpo e fazia com que a pele se ouriçasse com calafrios que chegavam a ser cortantes e desestimulantes.


Virou-se na cama pelo que poderia ser a décima sexta ou décima sétima vez, caso estivesse contando. Havia deitado há um tempo, mas os olhos insistiam em permanecerem abertos e o sono lutava com o seu cansaço.


Virou-se novamente perdido em seus pensamentos. Pensamentos profundos e angustiantes. Pensamentos que estavam rodeando sua mente e lhe impediam de relaxar e entregar-se ao sono tão merecido depois de um dia exaustivo.


Moveu-se para o outro lado. Como era possível? - pensou irritado. Como seria possível um homem usar de sua força física para tratar uma mulher daquela forma? Como um homem poderia se sentir realizado por ter relações a força com uma mulher?


Virou novamente e fitou o teto do quarto. Como um homem poderia se afundar em tão baixo nível e bater daquela forma em uma moça tão delicada e indefesa como ela? Virou-se para o lado suspirando pelo nariz.


Havia sido muito imprudente. Poderia estar em um hospital agora. Poderia ter sido morto. Ou pior, poderiam estar os dois mortos agora naquela ruela perto da quadra onde morava. Gina estaria ainda dormindo tranquila e a família só saberia do ocorrido amanhã de manhã.


Suspirou pesadamente virando-se novamente para o teto. Gina tinha razão. Se aquele paspalho estivesse armado, ele estaria agora em maus lençóis. Mas o que poderia ter feito de diferente diante daquela situação? Tinha certeza que qualquer do Weasley teria feito o mesmo. Até mesmo Gina seria capaz de enfrentar aquele homem para tentar ajudar a moça.


Será que estava bem? Virou-se pensando na possibilidade. Será que estava tranquila e conseguira dormir? Esperava sinceramente que sim. Ela é tão bonita, mesmo tão brutalmente agredida, era simplesmente encantadora.


Levantou-se afastando o edredom de cima de seu corpo e sentando-se em seguida em sua cama. Ponderou a ideia de observá-la e ver se dormia bem, se estava confortável ou se estava precisando de algo.


Deitou-se novamente de forma pesada sentindo-se estúpido. Olhou o relógio despertador que estava sobre o criado mudo e a luz discreta dos números lhe informou que eram 2:51 da manhã. Respirou fundo novamente e sentou-se mais uma vez. Pensou em tomar um copo de leite morno, assim teria a oportunidade de observar a moça.


Caminhou delicadamente sobre o chão frio. Pés descalços para não incomodar o sono da hóspede, que ele não sabia que tinha um sono pesado como o seu, ou leve como o da irmã. Talvez fosse coisa de mulher ter esse sono tão leve. Talvez.


Abriu a porta do quarto da forma mais leve que conseguiu. Os quartos ficavam no corredor que dava para a sala, e de onde ele estava já conseguia observar a garota deitada sobre o sofá cama que foi graciosamente organizado por Gina.


Dali ele podia contemplar o contorno da moça. Não seria possível dizer se ela dormia ou não. Sua cabeça estava virada de contra o corredor em que ele estava. Os cabelos castanhos soltavam-se delicadamente sobre o travesseiro cedido por Gina.


Era naturalmente bela. Realmente, muito bela. Deitada ali, a respiração tranquila. Uma das mãos estendida sobre o comprimento do corpo. A luz dos postes na rua que entravam pela janela lateral de vidro a iluminavam de forma angelical e ele se perdeu novamente nos pensamentos de como alguém poderia fazer mal a uma criatura tão delicada.


Avançou calmamente pelo corredor, passando pela porta do quarto de Gina e percebeu que estava fechada. Parou com um movimento súbito da garota que passou uma das mãos sobre o ombro.


Ele percebeu que ela retesou um pouco o corpo. A mente fervilhou imaginando se seria racional se aproximar mais dela. Sentiu-se estúpido por isso, mas avançou mais leve que uma pluma parando em seguida assim que ela arqueou o corpo e sentou-se sobre o sofá estendido.


Ficou um tempo assim. Sentada de costas para ele. Os cabelos de comprimento médio caindo pelas costas. A cabeça pendeu pesadamente para a lateral direita do corpo, e novamente a mão direita pousou sobre o ombro oposto, numa tentativa, ao que lhe parecia, de auto massagem.


Viu quando ela inspirou profunda e lentamente, parando um pouco, retraindo o ar inspirado e o soltando pesadamente em seguida. Ela virou-se e sentou encostada no encosto do sofá e assustou-se alarmada notando a presença de uma segunda pessoa junto dela naquela sala.


 


- Desculpe, eu não quis te assustar. Só ia pegar um copo de leite quente.


- Tudo bem. Acho que estou um pouco nervosa pelo que aconteceu.


- Sim. Claro que está. É tudo muito recente. Faz apenas algumas horas.


- É sim - ela olhou as mãos. As pernas estavam cruzadas uma sobre a outra o olhar era distante.


- Como se sente?


- Estou bem. Muito obrigada. Na verdade, obrigada por salvar minha vida, Ronald.


- Não precisa agradecer, Hermione. Como disse antes, faria isso por qualquer pessoa.


- Mesmo assim. Nunca poderei agradecer realmente o que fez por mim essa noite. Nem sei se já havia passado outras pessoas por ali que tenham simplesmente ignorado a situação. Você se arriscou. Arriscou sua vida por uma desconhecida.


- Uma desconhecida não tão desconhecida - ele sorriu tentando quebrar o clima pesado.


- Como assim? - ele sorriu mais. Um sorriso muito bonito para uma Hermione debilitada fisicamente contemplar.


- Minha irmã estuda com você, não é?


- É - ela sorriu distante - Mas não a conhecia até hoje.


- Isso porque você tem uma agenda bem cheia.


- Como sabe? - ela perguntou surpresa.


- Não conte para a Gina, ou ela me mataria - ele sussurrou - Mas minha irmã é sua fã.


- Como assim? - ela olhou incrédula.


- A forma como ela fala de você aqui em casa chega a ser insuportável às vezes. Que fique bem claro que eu não a considero insuportável, apenas o modo como minha irmã age. E ela vive reclamando de você ser uma pessoa tão atarefada de nunca ter podido ao menos ir conhecê-la no jornal.


- Nossa - Hermione sorriu de verdade e parou em seguida sentindo uma dor fina no lábio.


- Está doendo? - ele apostou o machucado nos lábios desenhados da moça.


- Um pouco, mas não é nada demais.


- E o pescoço? - ele perguntou e ela não entendeu - Eu a vi massageando o pescoço agora a pouco.


- Estava me espiando? - ela perguntou conturbada.


- Ele respondeu nervoso. Claro que não - mentiu - Como falei, estava indo tomar um leite e a vi levantar. Pensei em voltar para o quarto e não incomodá-la até que massageou o pescoço e me viu.


- Sim. Tudo bem. Ela sorriu tímida. É sua casa, pode fazer o que quiser nela.


- Não é bem assim Hermione. Mas me diga o que há com o pescoço?


- Acho que devo ter machucado essa noite. Esta doendo. Não consigo virar o pescoço para a esquerda.


- Deve ter tensionado.


- Pode ser.


- Vou preparar uma compressa morna para você - falou levantando-se e Hermione o parou segurando em seu braço e soltando imediatamente, após sentir o toque e ser observada por ele.


- Não precisa se incomodar - ficou envergonhada e agradeceu o fato da sala estar apagada.


- Não é incomodo. É bolsa de gel. Basta colocar no micro-ondas e em alguns minutos está pronta.


- Não precisa mesmo.


- Precisa sim Hermione. Não seja birrenta.


- A última coisa que quero é incomodar você ou sua irmã. Já estão me ajudando muito. Não precisa mesmo se preocupar com isso. Amanhã já deve estar melhor.


- Olha só - ele falou paciente - Eu vou à cozinha colocar água em uma vasilha ponho a bolsa de gel dentro e ponho no micro-ondas. Não vai me dar trabalho algum. Você fica aqui sentadinha tentando relaxar um pouco que enquanto a bolsa esquenta eu preparo um leite quente pra nos ajudar a dormir, tudo bem?


 


Sentindo que seria inútil contestar, Hermione acenou afirmativamente, com um discreto sorriso no rosto e acompanhou o jovem tão alto e aparentemente familiar levantar-se e se dirigir até a cozinha do apartamento.


Era uma cozinha estilo americana. Um balcão separava a sala do local onde ele estava, e ele sorria para ela cada vez que se virava e a encontrava o observando. Ele era tão alto. Agora que estava mais tranquila conseguiu reparar. Tinha cabelos realmente encarnados, bem mais que os da irmã e os olhos eram azuis, diferentes dos da outra. Braços grossos, fortes e bem mais que definidos. Piscou algumas vezes perdendo-se nesse pensamento leviano depois do que passou e o olhou novamente.


Ele tinha um sorriso sincero e parecia gentil. Mas Cormaco também parecia. Abaixou os olhos tristonhos e Rony percebeu uma lágrima solitária percorrer o rosto delicado e tão covardemente espancado. Sentiu um soco gelado no estômago ao observar esta cena. Estava mais que compadecido por esta garota e sentiu-se na obrigação de lhe tirar ao menos um sorriso sincero. Precisava ajudá-la a esquecer daquela dor. Ao menos por uns instantes.


Adiantou-se para ela enquanto o leite da chaleira esquentava. Sentou-se novamente no sofá de frente a ela e a olhou em silêncio. Ela estava com o semblante distante, olhos vidrados em um ponto qualquer, traspassando os olhos do outro.


 


- Posso te ajudar?


- Mais? - ela o olhou ainda distante.


- Olha... Nem imagino como você está se sentindo, não faço ideia do que se passa em sua cabeça muito menos de como está o seu coração depois de tudo isso que você passou essa noite, mas se posso te dizer uma coisa sobre isso, é que Deus te deu uma segunda chance. Uma oportunidade de prosseguir em frente sem nada de mais grave ter acontecido. Acredito que deve estar chateada, triste e um pouco desorientada, mas não pode deixar que isso seja mais forte que você.


- Eu sei Ronald... Obrigada, mas é um pouco difícil pra mim – ela não sabia o porquê de se sentir tão à vontade naquela casa, com aquelas pessoas.


- É – ele visualizou o chão – Se ao menos soubéssemos que era aquele cara... – as palavras se perderam ao vento e Hermione sentiu-se em falta.


- Eu sei quem ele é – ela falou baixo e envergonhada. Ela a fitou.


- Então vamos denunciá-lo. Não pode ficar impune.


- Ele me ameaçou.


- Mesmo assim Hermione, não pode deixar que uma cara qualquer...


- Ele era meu namorado – ela falou o observado e ele arregalou os olhos.


- Mas... Por quê? – a expressão dele era um pouco espantada.


- Bem – ela começou corando, mas estava à vontade e tinha vontade de desabafar – Eu pensei que ele me amasse de verdade. Namoramos por quase dez meses e eu achei que estávamos na hora de darmos um passo mais adiante, entende?


- Entendo – ele ouvia atento.


- Preparei tudo pra nossa primeira vez, mas estava aflita, angustiada... Não estava à vontade e não faço ideia do porque está falando essas coisas pra você? – ela falou rápida de um fôlego só – É meio particular.


- Acho que eu te passo confiança – ele sorriu, mas era um sorriso amigo.


- Pode ser. Bem. Eu desisti e ele se irritou de uma forma que me assustou. Eu decidi terminar depois de uns dias, na verdade, seria hoje...


- E ele fez isso com você.


- Foi – ela suspirou – Tem ideia de como eu me senti Ronald? Tem ideia de tudo o que se passou por minha cabeça naquele momento, e até agora?


- Não, eu nem imagino, mas está tudo bem agora.


- Eu tive tanto medo – os olhos brilharam novamente e as lágrimas ameaçaram cair – Eu temi... Todos os meus sonhos, tudo o que achava certo... Todo o romantismo de uma garota apaixonada se acabando de uma hora para a outra por alguém que eu acreditava ser especial.


- Nos confundimos muito com as pessoas Hermione. Eu entendo você. Mas que bom que cheguei a tempo, não é?


- Sim. Se não fosse sua coragem, não faço ideia do que seria de mim há essa hora. Eu nunca poderei agradecer. Você salvou minha vida, minha honra... Minha dignidade – ele distraiu-se ouvindo o leite derramar sobre o fogão e sorriu correndo em seguida para apagar o fogo. Momentos depois ele voltou com dois copos de leite e uma bolsa térmica envolta em uma toalha de rosto.


- Seu leite – ele sorriu e entregou o copo para a garota, sentando-se ao seu lado em seguida. Ela se afastou, talvez pelo medo sentido há pouco ou o receio de estar a sós com um homem – Eu não vou te fazer nada Hermione. Se eu quisesse, já teria feito, naquele beco mesmo. Sou seu amigo, nunca vou me aproveitar de você. Veja-me como um amigo.


- Obrigada – ela abaixou o olhar novamente.


- Agora posso dar uma olhada nesse pescoço?


- Sim – ela sorriu um pouco encabulada. Colocou o copo de leite sobre a mesa de centro na sala e puxou o cabelo para a lateral oposta a dor.


- Uau – ele exclamou um tanto assustado – Isso aqui tá meio feio – advertiu em seguida. Ela o olhou assustada com a informação.


- Como assim? – preocupou-se também.


- Está bem roxo aqui – ele falava enquanto observava – Vou te fazer a compressa quente e te dar um analgésico. Espera-me aqui – Ele falou se levantando e ela sorriu em seguida imaginando onde ela poderia ir a essa hora.


 


Ele caminhou pelo corredor e ela tomou um gole do leite. Sentiu o repuxar do pescoço assim que se moveu. Não dava para imaginar o estrago, mas sabia que provavelmente não estava bem. Sentiu-se mal, mas não pelo acontecido passado, mas por estar demasiado feia e desarrumada diante de um rapaz tão bonito...


 


- Mas que porcaria está pensado Hermione? – se puniu em seguida.


- Aqui – ele voltou com uma caixa de comprimidos na mão – Trouxe a bula também caso queira dar uma olhada e ter a certeza que não estou tentando te envenenar – ela sorriu.


- Obrigada – em seguida tomou o remédio utilizando-se do leite que estava a sua frente e ele levantou-se indo novamente sentar-se ao seu lado.


- É aqui não é? - ele perguntou colocando a bolsa térmica sobre uma mancha roxa que ela era incapaz de visualizar, mas conseguia sentir. Ele percebeu os olhos dela lacrimejarem e a resposta positiva foi deixada de lado – Dói muito? – ele estava realmente preocupado.


- Mais do que deveria, eu acho – ela respondeu ainda de olhos fechados. A cabeça pendendo para o lado oposto ao que ele estava.


- Eu vou cuidar de você – ele falou naturalmente, mas ela gelou.


- Não precisa se incomodar – falou ainda naquela posição.


- Já disse que não é incômodo.


- Tudo bem – ela sorriu de olhos fechados relaxando com a temperatura agradável em seu pescoço.


 


Rony estava sentado ao seu lado em seu sofá-cama. Ela tinha as pernas cruzadas uma sobre a outra. Uma das mãos segurava os cabelos na lateral de seu corpo e a outra apoiava seu corpo ao sofá, para que não despencasse.


Ele, próximo dela, o braço direito o apoiava, mas as pernas estavam esticadas ao comprimento do sofá. A mão esquerda sustentava a bolsa de gel amornada que servia para relaxar os músculos tensos da pobre garota e aliviar o roxeado tão forte de seu pescoço.


Depois de alguns longos minutos em silêncio, Hermione abriu os olhos e se deparou em uma casa estranha, em um sofá estranho, sento tocada por uma pessoa igualmente estranha. Olhou de lado e machucou novamente o pescoço. Por alguns breves instantes ela cochilou. Cochilou ali, sentada bobamente sobre aquele sofá e despertou ao sentir o formigar das pernas reclamando a forma como estava sentada há tanto tempo.


 


- Obrigada, mas acho que já está bom – Hermione retesou o corpo em seguida, afastando-se do rapaz e lhe intrigando.


- Tudo bem – ele respondeu levantando-se e colocando a bolsa sobre a mesa de centro – Sente-se melhor?


- Sim – ela sorriu timidamente – Cheguei a cochilar até – sorriu ainda mais e ele olhou o relógio da estante: 3:27 da manhã.


- Eu acho que está na hora de dormirmos realmente – ele sorriu e ela o acompanhou.


- Acredito que sim.


- Bem, o primeiro quarto a partir daqui é o da Gina, e o outro o meu. Por favor, Hermione, se precisar de alguma coisa, por favor, não pense duas vezes antes de pedir.


- Tudo bem – ela sorriu e ele levantou – Posso te pedir uma coisa então?


- Claro – ele voltou a se sentar.


- Preciso carregar o meu celular. Estou sem contato com o mundo.


- Acho que há essa hora ninguém vai te ligar.


- Pode ser, mas se bem conheço minha mãe, ela deve ter tentado falar comigo.


- Mas é madrugada.


- Eu sei. Mas minha mãe mora no Brasil. E por mais que eu tenha informado pra ela dos horários e mesmo ela sabendo dos horários, acredito que ela já deve ter sentido que não estou bem. Coisa de mãe sabe? – ela falou em voz baixa com os olhos semicerrados e ele se desconcentrou; como é linda.


- Se sei – ele falou no mesmo tom e ela que se encantou dessa vez – Minha mãe é assim também. Mesmo com sete filhos...


- Nossa! – Hermione o interrompeu e ele sorriu.


- Sim, temos uma família enorme, mas mesmo assim ela sabe de cada um de nós. Acho que as mães devem ter alguma espécie de radar que avisa pra elas o que fazemos, se estamos bem ou se passamos fome e frio.


- É mesmo – ela falou sorrindo.


- Então, você tem o carregador de seu celular ai?


- Não – ela ficou triste. Está em casa.


- Ok. Tenho um carregador universal aqui em algum lugar – ele levantou e foi procurar na estante voltando em alguns segundos – Não te falei? – ele perguntou entregando o carregador e ela sorriu.


- Obrigada novamente.


- Hermione, mesmo que não saiba, minha irmã é sua amiga, logo eu sou seu amigo. Até te conheço. Não precisa se preocupar com isso.


- Como assim me conhece? Já falou isso antes.


- Eu estive uma vez comprando um perfume para minha mãe onde você trabalha.


- Ah, claro – ela falou como quem descobre algo – Sabia que te conhecia de algum lugar.


- Pois é – ele sorriu – Agora deixa eu ir embora antes que a gente amanheça sem ao menos cochilar.


- Sim. Isso mesmo.


- Ok – ele levantou – Boa noite Hermione.


- Pode me chamar de Mione. Meus amigos me chamam assim – ela sorriu.


- Então, pode me chamar de Rony. Meus amigos também me chamam assim.


- Tudo bem – ela sorriu.


- Então – ele procurou os bolsos que a calça de pijamas não tinha – Boa noite Hermi... Mione – sorriu.


- Boa noite Rony. Durma bem.


 


A noite seguiu tranquila depois disso. Hermione estava bem mais relaxada agora que seu pescoço não doía mais, e muito mais tranquila por desabafar um pouco, conseguiu recostar a cabeça sobre o travesseiro e relaxar.


A noite foi igualmente tranquila para Ronald. Se sentia relaxado agora. Parecia que a mente lhe puxava para a garota em sua sala. Ela precisava dele e ele a ajudou. Estava satisfeito. Havia ajudado a garota mais uma vez. Estava feliz por isso.  

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Gente, estou com visitas, e por esse motivo, não atualizarei como sempre faço essa semana. Retomo o ritmo semana que vem.

Até lá e não esqueçam os comentários.

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Comentários: 2

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Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Fofos, fofos e fofos infinitamente! Adorei o capítulo com a conversa dos dois... da pra ver que eles se sentem bem um com o outro e pra mim isso significa muita coisa!
Seguindo >>> 

Nota: 5

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Enviado por Spencer Cavanaugh em 04/11/2012

Eu gostei muito do capitulo. Essa conversa da Mione e do Rony na madrugada e tal, foi bom. Ele ajudando ela, qeu fofooooo, agora a Mione talvez demore menos para se recuperar :/ poxa ainda tô tristinha por isso que ele fez com ela, a Mione não merecia, Comarco não presta nem um pouco....Bem, mas a Mione sempre pode contar com o Ron. Quando o Harry descobrir isso tudo, não quero nem saber o que ele vai fazer...Na verdade tem tanra coisa que o Harry vai pirar se descobrir, o negocio do pai dele e do Snap nem me sai da cabeça. Foi muito bom o capitulo flr :)

bjoos *-* 

Nota: 5

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