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8. Apenas Um Beijo


Fic: Amor X Paixão


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Pessoas... Perdoem-me pelo grandessíssimo atraso na atualização!!! Eu nem vou tentar me desculpar porque isso agora já não faz diferença, não é? Pois é, mas cá estou para finalmente postar o oitavo capítulo (Aleluia!).
(Ah, sim! “Kelen Potter” deu lugar a este meu querido apelido /o/)

Leiam, deliciem-se e me mandem reviews... hehe... u.u

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Disclaimer: Harry Potter pertence a Hermione Granger.
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AMOR X PAIXÃO


Capítulo VIII – Apenas Um Beijo

Hermione conteve-se para não chorar. Aquela cena vinha se repetindo muitas vezes, mas mesmo assim não havia se acostumado a ela. Era algo que dilacerava seu coração. Pareciam repetições da traição de Krum, e ela sentia que isso se prolongaria por muito mais tempo se não desse um basta nessa situação. E era isso que iria fazer.
- Hermione? – Draco a chamava. Estava parado atrás dela, somente observando-a tremer por causa de algo que acabara de ver.
Ele nem precisou procurar muito, pois viu logo a sua frente Harry e Cho beijando-se.
- Draco... – ela murmurou, sem virar-se para ele.
- O que foi? – esperava que em questão de segundos ela se debulhasse em lágrimas e se atirasse em seus braços. “É agora que ela vai pedir colo... hehe...”.
Hermione virou-se para ele. Seu rosto não expressava emoção alguma.
- Mion...
Ele não conseguiu terminar a frase, pois ela enlaçou-o pelo pescoço e beijou-lhe. Não era exatamente assim que imaginara, mas fora ótimo de qualquer jeito.

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“Mas que droga! Será sempre assim? Eu submisso a essa tentação, comendo nas mãos dessa vadia, somente desejando seu corpo...? Não! Eu não quero isso pra mim... Quero a Mione! Só ela, e ninguém mais!”.
Harry empurrou-a, exagerando na força, pois Cho caiu sentada no chão, assustada.
- O que... – ela murmurou, não crendo no que ele acabara de fazer.
- Cala a boca! – ele gritou, decepcionado consigo mesmo, pois novamente cedia aos encantos de Chang. – Eu já disse que tudo entre nós acabou! TUDO! Vê se me deixa em paz, Cho!
Ele correu somente alguns metros, pois logo se deparou com uma cena nada agradável: Hermione beijava Draco bem ali na sua frente.
- Mas que diabos é isso? – perguntou, transtornado, pela raiva e pelos ciúmes, vendo que os dois não paravam de beijar-se. – Hermione? HERMIONE!!!
A morena soltou Draco, olhando para Harry desdenhosamente.
- O que foi, Harry? Nunca viu um casal beijar-se? Ou por acaso acha que só você pode fazer isso?
Ele levou um choque. A Hermione que conhecia jamais falaria assim com ele, arrogantemente. Só podia ser coisa daquele sonserino idiota.
- Vamos, Draco! – ela disse, puxando-o pelo braço em direção ao castelo. – Vamos entrar que de repente o ar aqui ficou muito pesado.
O loiro seguiu-a, sorrindo maliciosamente para Harry, que parecia não entender nada.
Era óbvio que ele gostava de Hermione, senão não teria ficado daquele jeito, olhando para os dois como se eles fossem ET’s. Mas de qualquer jeito, Draco se dera bem, e era só isso que lhe importava.
“Mais um ponto a meu favor, Potter! Logo, logo, você vai ficar de fora da jogada e eu terei a minha vingança!”.

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Acertou quando aceitou a sociedade com Malfoy. Ele sabia muito bem como jogar, parecia ter cada passo calculado. E isso a fascinava, pois adorava ter poder nas mãos. Era melhor estar com ele do que contra ele.
Viu-o entrar no castelo com Hermione. Enquanto o pobre Harry ficava perguntando-se o que tinha acontecido, ela aproveitaria a chance para aproximar-se outra vez.
- Harry? – cutucou-o no ombro, sorrindo internamente. – Você está bem?
Ele tremeu. Crispou as mãos, apertando-as até os nós dos dedos ficarem brancos.
- Cho... – cada sílaba fora pronunciada com ódio. – Vê se me erra, p#$%@!
Ele correu para o castelo, deixando uma Cho muito satisfeita para trás.
“Mais um item riscado da minha lista. Harry está indignado com a nerd, e seu amor não vai suportar o desprezo dela. Conheço uma mulher ferida, e sei como ela age. Não vai ser nada fácil para ele a fase seguinte...”.
Caminhou lentamente, rindo, gargalhando, feliz por aquele dia estar sendo tão favorável a ela.

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Encolhida na janela de seu dormitório, fitava ao longe a Floresta Proibida. Era incrível como parecia tão normal de dia, e a noite amedrontasse qualquer um que a observasse. Mas Gina adorava a floresta de qualquer jeito. Imaginava as milhares de espécies desconhecidas para ela que viviam ali, escondidas de qualquer pessoa que pudesse incomodá-las.
Como o pai de Rick era o Ministro, sabia que quando casasse com ele não teriam paz por muito tempo, já que a imprensa bruxa era bastante infatigável se tratando da família Hoosevelt. Por isso desejou que pudessem viver num lugar assim... Não assustador como a Floresta Proibida, mas que os deixassem longe de tudo e de todos.
“Nossa! Já estou pensando em casamento... Quem diria! Eu, que adoro minha liberdade imaginando isso... Se Rick descobre, ele me larga, com certeza...”
Riu, sabendo que ainda era muito cedo para pensar num possível casório.
Esperava que neste momento Hermione estivesse se entendendo com Harry, pois não os vira mais desde o café da manhã.
“Coitada dela! Só acontece desgraça, sempre se decepcionando... Mas ultimamente Mione tem agido de uma forma estranha: sempre com o olhar perdido em algum lugar, mudando de humor a toda hora... Eu juro que a peguei encarando o Malfoy! Além, é claro, dela ir com ele no baile... E isso já basta para eu achar que tem algo errado com ela...”
Tremeu. Imaginar que Hermione estivesse se envolvendo com Draco Malfoy era terrível. Não se pode confiar num sonserino, nunca! Mas do jeito que a amiga estava, isso poderia muito bem acontecer.
- GINA! – escutou a voz fina de Lígia Hackman chamá-la. – Teu irmão está aqui!
Estranhou que Rony viesse procurá-la. Raramente conversavam sem terem os amigos por perto. Levantou e saiu do quarto, encontrando-o sentado numa poltrona da sala comunal.
- O que foi, Ron? – perguntou, sentando na frente dele.
O ruivo a olhava, com uma expressão preocupada.
- Gina... Você sabe alguma coisa sobre... Harry e Hermione? – hesitou.
- Como assim?
- Bom, suspeito que esteja rolando algum lance com eles... Como comigo e a Luna, sabe...
- Mas... Da onde você tirou isso? – não sabia com agir, e não podia contar para o irmão que sua melhor amiga amava Harry, o melhor amigo dele.
- Ué, aquela cena toda no baile já não basta? – Rony estava, nitidamente, perturbado.
- Ai, Rony! – Gina escondeu o rosto nas mãos. – Me promete uma coisa?
- Claro... O quê? – olhou-a, curioso.
- Que você não vai falar pra ninguém o que eu vou te contar? Promete?
- Sim, eu prometo! – ele beijou os dedos, num sinal que não contaria o segredo.
- Bom... – respirou fundo. – Hermione, realmente, está sentindo algo mais forte do que simples amizade pelo Harry...
- A-HÁ! – gritou Rony, apontando pra ela. – EU SABIA!
- Fala baixo! – sussurrou, olhando para as poucas pessoas que estavam na sala.
- Ah, desculpa! – ele baixou o tom de voz, sorrindo sem-graça.
- Bem, continuando... Hermione está muito confusa com seus sentimentos, acho que nem ela mesma sabe o que sente pelo Harry. E desconfio que ele também se sinta assim...
- E você está certa! Está na cara que ele gosta dela... Ou ama, sei lá! Só sei que não há apenas uma amizade entre os dois...
- Pois é, Rony, mas mesmo assim eles não se acertam! – Gina suspirou, desanimada. – Estão sempre brigando!
- Mas você tem que admitir que Hermione está causando uma má impressão ao andar com o Malfoy para cima e para baixo, né?
- Sim, mas o Harry também não fica atrás... Está sempre com aquela Changalinha! – fez careta. Odiava Cho Chang, pois todos os garotos de Hogwarts que ela já quis, foram conquistados pela lambisgóia.
- É verdade! – Rony concordou.
- E é por isso que eles não se acertam! Ficam fazendo ciúmes um para o outro...
- E você sabe alguma solução para esta situação, Gina?
- Ainda não, mas temos que fazer o possível para os dois não brigarem mais, tudo bem?
- Ok! Vou tentar...
Agora que Gina tinha certeza que Hermione amava e era correspondida, faria o possível (e o impossível) para uni-la com Harry, pois além de fazê-los feliz, veria Cho perder, pela primeira vez, um garoto que estivesse a fim. Riu, imaginando a cara dela quando ver que perdeu Harry para Hermione Granger, a “cdf” que ela mesma disse ser no Baile de Inverno.
“Vai se preparando, Chang! Logo, logo, Harry será da Mione, e você vai ser chutada para escanteio!”.

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Hermione caminhava pelos corredores de Hogwarts absorta em seus pensamentos. Não sabia para onde estava indo, nem via o que acontecia ao seu redor, apenas queria afastar-se de Harry.
- Hermione? – ouviu a voz de Draco chamando-a. – Aonde você pretende nos levar?
- Eu... Não sei... – murmurou, sem parar de caminhar.
- Pera aí, Granger! – Malfoy puxou-a pelo braço, fazendo-a encostar seu corpo ao dele. – O que está acontecendo com você?
Hermione tinha o olhar perdido, parecia uma morta-viva.
- Fala, droga! – ele gritou, sacudindo-a.
Ela saiu dos devaneios e olhou-o, com uma expressão de nojo.
- Me solta, Malfoy! – disse, debatendo-se nos braços dele.
- Não antes de você me explicar aquela ceninha lá atrás.
A morena estacou, com a cabeça baixa. Nem mesmo ela sabia o porquê de ter feito aquilo, mas tinha consciência que precisava afastar Harry de qualquer jeito. Os sentimentos que vinha nutrindo por ele só estavam fazendo mal para si. E suportar tantos perrengues de uma só vez era demais até pra ela.
- É muito simples, Malfoy... – ela encarou-o, séria. – Foi apenas um beijo, tão insignificante quanto o do início do ano.
Ele ficou sem ação. Aquela garota que se encontrava a sua frente era totalmente diferente daquela que havia conhecido há seis anos atrás. Fria, parecia até não ter sentimentos. Soltou os braços dela e sorriu. Sim, era só isso que sabia fazer. Sorrir maliciosamente para demonstrar indiferença.
- Você tem razão, Granger – passou os dedos pela boca dela. – Foi apenas um beijo... De tantos que ainda estão por vir, não é mesmo minha querida?
- Há, faça-me o favor! – Hermione tirou a mão dele de si, falando com raiva. – Não vai mais ter beijos entre nós! Acabou!
- Ah, é? – ele caminhou na direção dela. A cada passo para frente, ela dava um para trás, até encostarem-se à parede. – E o que significa aquele beijo apaixonado que acabamos de dar, hein? Foi apenas um beijo, ou foi algo mais?
Ela engoliu em seco. Draco conseguiu pegá-la. Encurralara-a contra a parede, não tinha para onde fugir, e ainda por cima falava tão próximo a sua boca que podia sentir seu hálito quente. Oh, tentação!
- Vamos, Granger! – ele a provocava, quase encostando sua boca a dela. – Se foi apenas um beijo você não vai se importar se eu te beijar outra vez, né?
Hermione nem teve tempo de protestar, pois Draco colou seus lábios rapidamente, segurando as mãos dela para que não fugisse. Não queria beijá-lo, mas também não poderia fugir. Admitia que adorava o beijo quente do sonserino, mas sentia-se uma verdadeira galinha beijando-o sem amá-lo. Isso era contra seus princípios, uma monitora-chefe que possuía o sonho de formar-se professora não poderia agir assim, com tanta irresponsabilidade. Estava decidido. De agora em diante, não beijaria mais ninguém, já que a única pessoa que ela realmente amava não sentia nada por ela.
“Bom, mas primeiro tenho que me livrar do Malfoy... Como se isso fosse algo fácil...”.
Já estava ficando sem ar, quando sentiu Draco soltá-la brutamente. Abriu os olhos e viu-o brigando com Harry.
“Oh, meu Merlin! O que aconteceu com Harry? Parece que lutar com o Malfoy virou seu hobby agora!”.
Era uma briga selvagem. Socavam-se e chutavam-se com ódio, parecendo terem sede por sangue. Hermione já estava cansada disso, puxou a varinha e os estuporou. Pronto.

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- Ai minha cabeça... – Harry gemeu, sentindo-a latejar.
Abriu os olhos e logo reconheceu o lugar em que se encontrava: enfermaria.
- É isso o que acontece com garotos brigões feito você! – Hermione vociferou, em pé ao lado de sua cama. – Vê se agora sossega o facho!
Ele sentou-se na cama, olhando em volta. Esperava ver Draco bem pior que ele. E o que viu foi um sonserino muito alegre, sentado numa cadeira atrás de Mione.
- Esse... Esse canalha! – gritou, quase caindo da cama, o que não aconteceu graças a Hermione que o segurou.
- Fica quietinho, Potter – disse Malfoy, numa voz arrastada. – Senão você pode se machucar...
- CALA A BOCA, IDIOTA! – Harry tinha os olhos vermelhos de raiva. Cada célula de seu corpo desejava acabar com aquele garoto.
- Calminha aí, Harry! – Hermione olhou-o em desaprovação. – Foi você quem começou aquela briga sem sentido...
- Sem sentido? Ele te agarrar no meio do corredor não é motivo suficiente?
Ela olhou-o, boquiaberta. Harry queria defendê-la? Será que sentira ciúmes por vê-los se beijando? Será?
- Mas é um recalcado, mesmo! – Draco levantou-se, passando o braço direito pela cintura de Mione. – Não suporta ver um casal feliz que já sai querendo brigar.
- Grrr... – ele crispou o punho, não pelo que Draco disse, mas sim por ele ter abraçado sua amiga... Sua AMIGA. – Eu vou te quebrar, imbecil!
- Mas o que está acontecendo aqui? – Madame Pomfrey olhava-os, indignada. – Vocês não têm respeito pelos enfermos, não? Será que vou ter de chamar Dumbledore?
- Perdão, Sra. Pomfrey! O Sr. Malfoy já estava se retirando, não vai ser preciso chamar o diretor.
Ela retirou o braço de Draco de si, e olhou-o ir embora, contrariado.
- Espero que isso não se repita – Madame Pomfrey caminhou até outro paciente, que gritava de dor num canto mais afastado.
- Ufa! Achei que teria de estuporá-los de novo! – Hermione suspirou, apoiando-se na cama de Harry.
- Ah, então foi você, né? – ele a fuzilou com o olhar.
- Desculpe, Harry, mas se eu não fizesse nada vocês iriam acabar se matando.
- Mas era isso mesmo que eu queria – ele esfregou as mãos, olhando maldosamente para ela.
- Que vergonha, hein? Um garoto como você dizendo isso...
- O que foi? – ele a puxou para perto, fazendo-a deitar-se sobre ele, sem equilíbrio. – Você preferia que fosse o loiro seboso que dissesse isso? Afinal, você vem estando muito próxima dele ultimamente... Vai ver está gostando do jeito sonserino de ser...
Ela não sabia o que fazer. Harry segurava seus pulsos fortemente, não a deixando sair de cima dele. Seu corpo tremia inteiro em contato com o dele. Seus rostos estavam a centímetros um do outro, e isso estava atordoando-a.
- E então, Mione – ele a olhava nos olhos, mantendo a expressão séria. – Me diga, está tão apaixonada assim pelo Malfoy que já está agindo como ele, é? Estuporando pessoas por aí, beijando qualquer um que passe...
- Hei, calminha lá... – ela disse, tentando ficar o mais longe possível dele. – Eu não saí por aí beijando ninguém... Só o Draco... E... Você.
Harry suavizou sua expressão, indo de sério a apaixonado em questão de segundos. Soltou um pulso de Hermione e passou a mão pelo rosto dela, sentindo sua pele macia. Ela ruborizou, fechando os olhos para sentir melhor aquele toque suave. Ele puxou-a para mais perto, lentamente, sentindo o doce perfume dela invadir-lhe às narinas. Já podia sentir os lábios de Hermione nos seus...
- O que significa isso? – eles afastaram-se rapidamente, vermelhos, olhando para Madame Pomfrey. – Eu viro as costas um minuto e vocês já se agarram aqui? Na enfermaria, gente?
- Ahn... – Hermione estava envergonhada, não tanto quanto decepcionada por não conseguir concluir seu beijo com Harry. – Perdoe-nos! Eu... Eu já estava de saída...
Ela abaixou a cabeça e saiu da enfermaria, vermelha como um pimentão.
- Espero que você se comporte melhor, Sr. Potter – a enfermeira olhou-o de canto. – Logo você terá alta, não se preocupe, seus ferimentos são leves.
Harry nem prestara atenção na velhota, apenas olhava para a porta em que Hermione acabara de sair.
Quase a beijara novamente. Quase. E isso estava enlouquecendo-o, pois tudo o que mais desejava era tê-la em seus braços outra vez. E pensar que Draco a beijara novamente embrulhava seu estômago, pois sabia que Hermione estava apaixonada por ele, mesmo não querendo acreditar nisso.
“Eu não a entendo. Ela me disse que gosta do Malfoy, mas quando está com ele não vejo nada desse tipo entre os dois... Além do mais, eu senti que ela desejava esse beijo tanto quanto eu... Ah, mulheres! Quem as entende?”.

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Considerava Hermione uma garota linda, inteligente e, o mais incrível: difícil. Uma qualidade e tanto para alguém como ela, e talvez fosse isso mesmo que mais o encantava. Meninas como Cho eram os tipinhos mais comuns na escola, e só faltavam se jogar nos braços dele. Draco estava cansado delas. Queria alguém especial, que fizesse os outros garotos terem inveja dele. E quem mais apropriada do que Hermione Granger, a garota modelo de Hogwarts? Isso mesmo, ninguém.
Entrou em seu quarto, na torre dos monitores-chefe, e qual não foi sua surpresa ao ver Cho sentada em sua cama?
- Olá, Draquinho! – disse ela, abanando a mão.
- Chang... Agora arromba quartos também? – Draco sentou na poltrona em frente à cama, olhando para ela, indiferente.
- Ah, eu já estava cansada de te esperar do lado de fora – ela fez um gesto displicente com as mãos. – E além do mais, poderiam me ver, e aí nosso plano estaria em risco.
- Oh... – ele bateu palmas, como se estivesse impressionado. – Parabéns, Cho! Agora já pode se tornar uma auror...
- Pare com o sarcasmo, Draco – ela levantou-se, caminhando de um jeito sensual e sentando-se no braço da poltrona em que ele estava. – Temos coisas mais importantes para discutir...
- Como o quê, por exemplo? – ele olhava para as pernas cruzadas dela, descobertas pela curta saia.
- Hum... Vejamos... – Cho colocou o dedo indicador na boca, numa expressão pensativa. – Ah, sim! Como foi seu encontro com a Granger? Pegou ela ou não?
- Como você pôde ver com seus próprios olhos, ela mesma me beijou – ele passou os dedos pelos lábios. Parecia que ainda podia senti-la.
- Bom... Mas eu estou me referindo aquela reuniãozinha que vocês tinham marcado, lembra? – enquanto falava, Cho alisava as pernas dele, olhando-o maliciosamente.
- Ahn... Sim... – sentiu arrepios com as carícias dela. – Não deu pra fazer a reunião, estava ocupado brigando com o Potter... AH!
- O que foi, Draquinho? – ela mordeu o lábio inferior, provocante. – Não gostou dos meus carinhos?
- Mas é c-claro que sim – gaguejou, vendo as mãos dela chegarem perto da sua parte íntima. – O que você pretende, Chang?
- O que você acha? – abriu o fecho da calça dele, vendo-o suar frio.
- Cho... – Malfoy murmurou, um aviso para que ela não seguisse em frente caso quisesse apenas se divertir às custas dele.
- O que foi, Draquinho? Ta com medinho, é? – alisou seu membro, já enrijecido. – Não se preocupe, eu não mordo...
- Ah, vá se ferrar!
Draco puxou-a para seu colo, beijando-a loucamente. Carregou-a para a cama, e ali se despiram e continuaram o ato. Ela não fazia seu tipo, mas não podia resistir às suas táticas de sedução, que provaram ser bem eficazes, afinal.
É, uma última noite de prazer antes de ter Hermione só para si faria bem a ele.

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Tentava colocar seus pensamentos em ordem, mas estava difícil. Sabia do mal que estava fazendo, não só a ela, mas também a Harry e Draco, vítimas das mentiras dela. Uma hora beijava um, na outra beijava outro, depois brigava com os dois... Isso era ridículo! Tinha que pôr um ponto final naquilo. Tentou afastar Harry, tratando-o mal e beijando Malfoy na frente dele, mas não dera muito certo, pois depois de tudo que ela fez, ele ainda “defendeu-a” do sonserino.
Tinha que terminar com aquilo. Ou um, ou outro. Amava Harry, claro, mas não poderia tê-lo jamais. Ele não gostava dela do jeito que desejava, e preferia não tentar nada para evitar estragar a amizade deles. Já Draco, isso não importava, pois nem amigos eram. Fez a escolha que achou certo e seguiu para o quarto dele na torre dos monitores-chefe.
“Tomara que ele ainda me queira... Acabei me acostumando a conviver junto dele... Até mesmo aos beijos roubados, e confesso que eram muito bons...”.
Sorriu e bateu na porta a sua frente. Esperou uns segundos. Nada. Bateu de novo. E novamente, nada.
“Será que ele está almoçando? Mas ainda é muito cedo... E além do mais, havíamos combinado de nos reunir para discutirmos o comportamento dos alunos...”.
Forçou a porta e, que surpresa, estava aberta. Abriu-a devagar. O quarto estava na mais completa escuridão. Pegou sua varinha e, segurando-a a frente do corpo murmurou:
- Lumus!
Dando mais alguns passos, conseguiu enxergar os detalhes da cama. Viu que ela não estava vazia, duas pessoas repousavam ali, abraçadas.
“Oh, meu Merlin!”.
Reconheceu o casal: Draco Malfoy e Cho Chang.

Continua...
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Olá pessoas! #Nissin-san vestindo armadura e escondendo-se atrás do escudo#

Ahhhh, eu sei, eu sei! Tempo demais sem atualizar, né? u.u Bom, mas como já disse, agora não importa mais o porquê, somente que eu consegui, finalmente, escrever este capítulo e postá-lo... Graças ao Senhor! Nunca vi capítulo mais difícil de sair, puxa vida, foi um verdadeiro parto... rs.
Bem, bem, já que a Tia Rowling resolveu fazer os casais mais clichês possíveis, eu vou ignorar totalmente as partes que ela considera “românticas” dos dois últimos livros, e continuar acreditando nos meus shippers que, creio eu, são muito mais compatíveis com a história amorosa que ela mesma criou (e não soube desenvolver, por favor) ò.ó
Saliento que não critico as cenas de ação, aventura e suspense, mas sim as cenas de AMOR! Ok?
Um efusivo abraço a todos fãs de H/Hr, D/Hr, R/L (Gina, pra mim, não importa XD) que souberam perceber a essência romântica dos livros de Harry Potter (até o quinto, pelo menos T.T).
Vou me despedindo com um humilde pedido: comentem, pessoas! Deixem suas opiniões sobre esta pobre fic e até mesmo sobre os pensamentos de vocês a respeito do fim da saga de HP! Quero saber se concordam comigo...

Bjos!

Nissin-san

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