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19. Tom Riddle


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O local era tranquilo. Perfeito para casais de namorados que avançavam em seu relacionamento amoroso. E o restaurante estava repleto desses: casais de todas as etnias, sorrisos e alegrias eram partilhados entre muitos naquela noite.


Sentado em uma cadeira rente ao balcão, um homem bebia um conhaque 60 anos e movimentava com graciosidade a delicada taça de cristal entre seus dedos. Era de idade mediana. Contava aproximadamente trinta ou quarenta anos. Estatura esguia, alto e de pele clara. Cabelos negros contrastavam com os olhos azuis.


O palito azul marinho em riscas de giz estava aberto sobre a camisa clara, aparentemente num tom nude. Havia dispensado a gravata. Na verdade, nem precisava. Era elegante por natureza e provavelmente pouco importava a formo como se vestia.


Os olhos distraídos não perceberam a entrada de um segundo homem no local. Este, de aparência um pouco mais velha, mas igualmente elegante. Tinha uma bengala, mancava discretamente e caminhou até o mais jovem.


 


- Boa noite Tom.


- Boa noite senhor.


- O que está bebendo?


- Conhaque. Deseja um?


- Ah... Sim. Por favor.


 


O mais jovem virou-se para o balconista. Levantou discretamente um dos braços e chamou a atenção do rapaz. Pediu educadamente mais uma dose, idêntica a sua ao rapaz e agradeceu em seguida, virando-se novamente para o mais velho.


 


- Então Tom. Diga o que tem de tão importante para falar comigo.


- Senhor... Eu... Bem. Eu gostaria de agradecer o voto de confiança que o senhor me deu.


- Porque isso agora?


- O senhor é muito importante para mim e eu devo muito a sua gratidão. Se sou o que sou hoje, é graças a sua generosidade.


- Não é para tanto Tom.


- Sim, é. O senhor me deu um cargo de sua inteira confiança, e mesmo diante de homens mais qualificados e mais dispostos, o senhor escolheu a mim.


- Posso ter muitos homens qualificados Tom, mas apenas confio em você.


- E eu agradeço senhor.


- Não precisa agradecer - o homem mais velho parou para degustar um gole da bebida recebida - Você tem o que você colheu durante esses anos de comprometimento.


 


 


O garoto caminhava pelos arredores do orfanato. Odiava aquele lugar com todas as forças, e acima de tudo, amava o homem cujo designaram seu pai. Herdara o nome dele. Na verdade, sabia pouquíssimo sobre o seu passado, apenas que a mãe apaixonara-se por um ricaço das redondezas de onde morava, e iludida por ele, engravidou.


Foi renegada pelo homem que lhe prometera amor como futuro e enxotada pela família duramente conservadora e vagou assim, grávida, sozinha e sem ninguém por ela durante alguns meses na antiga e vaga cidade de Londres.


Mérope Gaunt foi aceita em uma casa de freiras e por elas foi ajudada durante os quatro meses seguintes de gestação. Triste e constantemente preocupada, não sabia o que poderia fazer por seu filho, nem ao menos imaginava o futuro que poderia garantir a criança.


O parto foi difícil, assim como toda a vida de Mérope sempre fora. Conseguiu ainda ver a criança e pode segurá-la em seus braços por alguns instantes. Foi feliz em ver seu pequeno garoto, e autorizou seu nome: Tom Marvolo Riddle, em homenagem ao seu grande amor.


Tom foi mandado após o falecimento de sua mãe para uma casa de adoção. A beleza aparente não lhe foi uma bem aventurança e o garoto cresceu triste e solitário entre as paredes fechadas do orfanato onde foi seu maior pesadelo.


Sofreu barbaridades naquele lugar, desde ser inferiorizado, como ter seu corpo violado pelos colegas mais velhos. Era um antro de trombadinhas, e não um local de acolhimento. Não tivera sorte assim como sua mãe, essa era a verdade.


Aos treze anos tomou sua primeira grande decisão. Em uma noite escura e banhada por uma tempestade dura e fria, o garoto franzino decidiu fugir. Não fora difícil sair daquele lugar, aparentemente, eles realmente facilitavam a fuga dos internos, os mais velhos nunca seriam adotados, e era melhor que fugissem que lhes garantir uma despesa a mais.


Vagou pelas ruelas de Londres por algum tempo. Aprendeu com outros garotos as regras de sobrevivência das ruas. Aprendeu a fumar, a beber, a se prostituir quando era conveniente. Se drogou por um bom tempo e cresceu marginalizado tendo como exemplo os colegas de bandidagem.


Pensou que jamais teria uma oportunidade na vida, até que em meados de seus dezesseis anos, foi encontrado por um senhor aparentemente educado e rico. Seus caminhos se cruzaram de forma esquisita, mas foi o suficiente para que o mais velho visse a promissão daquele garoto.


 


- Não deveria ter tentado me roubar, garoto - o homem segurava em seu braço com forma. Tom temeu.


- Preciso comer - a voz estava pastosa. Voz de drogado.


- Mas escolheu a pessoa errada para roubar.


- O senhor vai fazer o que? Me matar por acaso?


- Como é insolente moleque.


- Se quiser me matar seria muito melhor. Estou realmente cansado desse lugar, dessa vida... Disso tudo, quer saber. Me mata logo assim não terei mais fome, não precisarei mais vender meu corpo para ter comida e drogas. Odeio roubar. Não nasci pra viver dessa forma... Mendigando como um verme. Sou muito melhor que isso, e se é pra ser morto, que seja de uma vez e por uma pessoa com classe assim como o senhor.


- Então está desesperado?


- Desespero? O senhor não sabe o que é viver nesse lugar.


- Gostaria de sair daqui?


- Ah... E quem vai me tirar daqui? A polícia? O senhor?


- Sim... Eu. Se você quiser.


- Não sei. O que o senhor pretende, afinal.


- Estou precisando de um pupilo. Não tenho filhos e tenho uma grande quantidade de dinheiro. Não precisaria mais vender-se ou roubar para ter algo seu. Precisa apenas aceitar.


- Por que o senhor está me propondo isto?


- Porque quero dar uma oportunidade a você. Veja, não tem nada a perder. Façamos um trato; você vem comigo, ficamos um tempo juntos, eu lhe educo da forma que desejo. Depois de um tempo, caso queira, posso trazê-lo e deixa-lo novamente aqui, onde o encontrei. Ou, caso contrário, você pode ser o meu assistente.


 


- O senhor foi minha salvação. Devo minha vida ao senhor e farei sempre o que puder para ajuda-lo.


- Isso é muito bom, Tom. Realmente, não me arrependo de nada que fiz para você, muito menos de ter tirado você daquele lugar. Soube assim que o vi que teria um futuro brilhante pela frente, mas antes precisava ser muito bem lapidado.


- Obrigado senhor.


- Não agradeça. Apenas continue trabalhando perfeitamente como tem feito.


- Pode ter certeza senhor. Eu não o decepcionarei.


- Agora me diga, o que mais você quer conversar?


- Bem senhor. Estamos tendo alguns problemas com pessoas não tão significantes.


- Como assim Tom?


- Lembra-se do problema do Lucio Malfoy?


- Qual deles?


- A respeito da aluna que fez uma matéria a respeito da poluição e foi parar em um jornal de circulação estadual?


- Sim. Lembro-me. Inclusive, eu li a matéria e poderia dizer que a garota tem futuro.


- Pois bem senhor, tivemos mais dois problemas. Aparentemente os alunos daquela faculdade estão se reunindo para descobrir algo sobre nós ou estão imaginando o que realmente existe.


- Qual o problema dessa vez?


- Mais duas matérias.


- Mais uma vez a garota?


- Na verdade, não. Mas estão no mesmo grupo - Tom mexeu-se retirando de seu palito um pedaço de papel com algumas informações - Uma jovem chamada Cho Chang escreveu sobre Bellatrix Lestrange e toda a sua capacidade persuasiva. Indicou ainda direitos aos consumidores que se sentiram lesados de alguma forma com as empresas Malfoy, com os Cassinos do Karkaroff e do Rosier.


- Que garota esperta - o homem sorriu.


- Muito senhor.


- Podemos tentar persuadi-la mais para a frente.


- Pode ser.


- E o outro problema?


- Mais uma aluna daquela faculdade.


- Quem dessa vez?


- Ginevra Weasley.


- Weasley? Esse nome é familiar.


- Sério senhor?


- Sim. Não me lembro de onde, mas é familiar. Lembre-me de procurar saber sobre a família.


- Claro senhor.


- O que houve com a senhorita?


- Especulando igualmente a outra. Escreveu a respeito de uma suposta entrada de garotas menores de idade vindas do Sul.


- Garotas espertas. O que fazem que ainda não trabalham para mim?


- O problema senhor, é que Lucio realmente tinha razão. As matérias estão espalhando-se na mídia e isso pode nos acarretar problemas futuros.


- O que sugere?


- Dar um fim nas três.


- Não mesmo Tom.


- Mas senhor. O que faremos então?


- Essas garotas tem futuro, e quero ver até onde vão. Ninguém toca nessas garotas. Podem inclusive ameaçar, mas com escritores desse jornal, não quero que mexam. Pretendo observar.


- E como faremos para abafar a situação.


- Compre as emissoras. Não há nada que o dinheiro não compre. São pouquíssimas as pessoas que vi na minha vida que não tinham um preço. Entre em contato com os jornais para que o comentário seja abafado.


- Algum interesse em especial com essas jovens, senhor?


- Nenhum. Apenas estou curioso com a sagacidade e o desejo em desvendar mistérios. É sempre bom nos divertir um pouco.


- Avisarei aos demais suas ordens.


- Sim. Não quero que elas desapareçam. Ao menos, não agora.


- Como quiser senhor.


- Mais alguma coisa Tom?


- Não senhor.


- Então até mais. Estou indo agora.


- Obrigado por ter vindo, senhor.


- Sua companhia é sempre bem vinda Tom.


 


 


[...]


 


Draco estava em transe. O coração pulsava rapidamente e a mente trabalhava compulsivamente. Sentia um desejo maior que o normal de voltar a provar a sensação de dias atrás. Não fazia ideia de como poderia fazê-lo. Precisava daquela euforia.


Olhou para a mãe adormecida em uma das poltronas da sala e levantou-se seguindo para o escritório do pai. Vasculhou na agenda e demais papeladas ao que pudesse leva-lo a Cormaco Mclaggen. Precisava daquilo.


Viu em meio aos papeis, processos contra o pai. Acusações de tráfico e contrabando, prostituição e problemas relacionados aos Cassinos. Ficou inicialmente pensativo sobre tudo e se poderia de alguma forma usar aquilo contra o pai, mas novamente o desejo de euforia preencheu sua cabeça. Precisava daquilo antes que pudesse ter um ataque de nervos.


Encontrou em meio a papeis em uma agenda o cartão do advogado. Olhou o papel e segurando- o na mão correu no modo mais silencioso possível ate o seu quarto. Fechou a porta e tomou o celular para si. Discou e após um único toque, foi atendido.


 


- Ah... Olá Draco.


- Como sabia que era eu? - o rapaz perguntou assustado.


- Trocamos telefone quando te deixei em casa. Esqueceu? Pro caso de você precisar de mim.


- Sim. Estou precisando.


- No que posso ajudar.


- Cocaína. Preciso de cocaína - o outro gargalhou do outro lado da linha.


- Sim... Posso te dar isso se você quiser.


- Eu quero. Quanto custa?


- Pra você é de graça Draco. Esqueceu-se que somos amigos? Você não é aquelas vadias dos clubes. Você é meu camarada.


- E como faço? Onde vou buscar?


- Se quiser eu peço para meu motorista deixar ai na sua casa. Ou eu mesmo posso levar.


- Sim. Pode ser.


- E quanto você quer?


- O máximo que você puder trazer.


- Ah, parceiro - Cormaco sorriu novamente - Precisa se controlar ou então vai viciar.


- Não. Não vou viciar em nada. Apenas preciso passar o tempo. Preciso me distrair um pouco. Aquelas sensação novamente... Preciso sentir.


- E vamos sair novamente? Quero te levar a um puteiro que conheço que sei que você vai adorar.


- Pode ser, contato que você me dê a droga. Eu pago por ela se você preferir vender. Tenho muito dinheiro, você sabe.


- Deveria falar com seu pai a respeito. Do nosso meio, ele é um dos que mais tem desses produtos.


- Não posso falar com ele...


- Claro. Ele não aceitaria.


- Não sei. Como faremos então. Preciso que você envie o mais rápido possível.


- Certo. Farei o seguinte: Tenho uns projetos de defesa para entregar ao seu pai. Vou ai e de quebra, aproveito para batermos um papinho em particular... O que acha?


- Perfeito. Ficarei aguardando.


- Certo. Apareço por ai ainda hoje.


- Valeu.


- Até mais amigo.


 


Draco desligou o celular e permaneceu ansioso. Estava assustadoramente ansioso. Caminhou apreensivo de um lado para o outro em seu quarto olhando de tempos em tempos para o relógio na escrivaninha.


Precisava controla-se, mas como fazia isso? Estava tentado a usar aquilo novamente. Sentia como se fosse uma paixão forte. O peito batia mais acelerado agora que sabia que a teria novamente. Estava ansioso, aflito, angustiado. O desejo era único e exclusivo: sentir.


 


- Posso entrar meu filho? - Draco ouviu a voz da mãe após uma batida na porta. Tranquilizou-se, ou ao menos tentou, para mostrar-lhe a tranquilidade que nunca tivera.


- Claro mãe - a porta se abriu e Narcisa entrou. Linda. Um corpo esguio, uma estatura elegante. Um rosto adorável e uma voz encantadora.


- Está bem meu anjo? - a voz era doce como ela. A mãe era sem duvidas um anjo em forma de gente.


- Sim mamãe. Estou bem sim.


- Você subiu e nem ao menos me chamou.


- Eu sei. Mas a senhora estava dormindo. Não quis lhe acordar.


- Acho que a idade está chegando para mim - disse a mulher sorrindo e sentando-se em seguida na cama do filho, ao seu lado.


- Imagina mamãe. A senhora é muito jovem. E muito bonita. Se está triste e cansada, é por culpa desse homem que nos cerca.


- Não fale assim, Draco. Não alimente o ódio.


- Não consigo não odiar mamãe. Ainda mais sabendo o que ele faz com a senhora.


- Teremos nosso descanso, meu bem. Eu sei. Mas por agora, me diga como foi o passeio com o senhor Mclaggen.


- Foi divertido.


- E conheceu alguma garota?


- Sim. Mas prefiro não falar a respeito.


- Por que não?


- Não era uma garota tão legal. Não deu muito certo.


- Hum... E vão sair novamente?


- Ele disse que virá aqui hoje a noite.


- Se quiser, vá meu filho. É bom. Você precisa se distrair.


- Obrigado mamãe.


- Te amo meu amor. Quero o seu bem.


- Também te amo.


- Vou descer e ver como anda o jantar. Se precisar, me chame.


- Certo.


A mulher beijou a cabeça do rapaz e saiu em seguida. Draco sentia-se mal. Enganara a sua mãe. Não lhe contou a verdade. Omitiu fatos importantes e sentia-se mal por isso. Sentia também a ansiedade voltar. Precisava daquilo. Precisava sentir-se bem. 



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Esse capítulo ficou menor, mas eu não quis encher linguiça. Acho que ficou bom assim do jeito que está.
E vocês, o que acharam? Esperando os comentários que tanto adoro!!!

Até o próximo!

HJGW 

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Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Viiiiiiiish... Draco vai se ferrar feio! Por mais que seja esperado q ele se drogue e tudo mais, ainda torço pra que isso não aconteça... 
Adorei a conversa entre X e Tom, foi bom saber da relação que eles tem e ver que é algo antigo... Curiosa pra saber quem é o X!
Seguindo >>> 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Van Vet em 13/11/2013

Era de se esperar que uma alma tão perturbada como Draco se deixasse levar pelas drogas. Espero que ele não chega no fundo do poço até saber o quão isso é furada. Agora essa Narcisa é uma songa! Sério, tô ficando com bronca dela, meu, querer que o filho não tenha desafeto pelo pai, pelo o que ele é. Não tentar pensar numa saída. Na minha opinião, pra eles dá sim. Acho que ela faz jus do porque acabou nessa situação, e não adianta dizer que é por amor por aquele maldito! Não! Não!
  Tá, parei..kkkkkkkkkkk
  Agora o Senhor X e o Tom são muito misteriosos e elegantes. Gostei muito da conversa deles.
  Seguindo >>>> 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Spencer Cavanaugh em 26/10/2012

Minha mente é meio lentinha então me diga, o senhor x vai ser o grande misterio da fic, certo ? Fiquei aqui com minha cabeça martelando, afinal quem será o senhor x? Tive até uma ideia aqui, mas acho que seria estupida demais então por enquanto não vou dizer, quando estivermos mais pra frente arrisco um palpite ok ?! Eu gostei do capitulo e tô mais preocupada ainda com o Draco, vei ele tá andando com o McLaggen, o maior safado da fanfic, ele engana até a namorada com o papinho de 'estou esperando', Draco tem que abrir o olho antes que seja tarde demais! Tô realmente com medo por ele....E esse senhor x quer se divertir com as matérias e a curiosidade das meninas ? Será que ele consegue puxar Cho pro lado dele ? Confesso que acho meio dificil, mas vai saber né ? Gina e Luna que eu sei que não, a não ser é claro que elas entrem infiltradas o que eu acho que seria muita loucura da parte delas. Amei o capitulo e tô louca pelo próximo
bjoos! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Violettaa em 26/10/2012

Adorei o capitulo... Aguardo o proximo

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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