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17. Draco


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco estava aturdido com o que estava presenciando. Realmente não estava acostumado com aquele tipo de lugar. Não fazia ideia de onde estava, mas sabia que o barulho era ensurdecedor, mesmo que ela ainda não tivesse entrado no local.


Deixou que Cormaco fosse à frente, e o rapaz entendeu a deixa. Aproximou-se do segurança que barrava a entrada de desavisados ou não pagantes e em questão de segundos, Draco adentrava aquele lugar.


Se o volume alto estava incomodando na entrada do lugar, lá dentro então estava insuportável. As luzes piscavam em globos de luz, os homens sorriam alto e era possível ver uma grande quantidade de bebidas sendo servidas no lugar.


Adiantou-se um pouco ainda no encalço do companheiro e vislumbrou mulheres seminuas dançando provocativas em palcos mais elevados. A maioria delas tinha os seios à mostra. Uma parte parecia ser ainda crianças. Havia desespero no olhar de grande parte delas.


Percebeu que algumas delas desciam e continuavam as performances na parte mais baixa do salão. Esfregavam-se despreocupadamente nos homens a beira do palco. Homens velhos, a maioria exibia alianças em seus dedos anelares. Pegou-se pensando quantas vezes seu pai estivera em lugares como aquele.


 


- Draco - Cormaco chamou a atenção do rapaz para si. Ele falava alto devido ao som exagerado do local - Quer beber alguma coisa?


- Não.


- Ah Draco, não seja antiquado. Estamos aqui para nos divertir cara. Sorria, beba, alegre-se.


 


A verdade é que Draco não via motivos para se alegrar. Não tinha verdadeiros motivos de ser feliz em sua casa. Vivia de fachada e a mãe sofria de forma apavorante. Não tinha muitos motivos para alegrar-se por estar ali também. Sentia-se sujo. Não fora esse tipo de criação que sua mãe lhe dera. Não era isso que gostava, muito menos isso o que pretendia.


 


- Pega - Cormaco lhe entregou um copo com algo que aparentava ser whisky. Ele recebeu e tomou de um único gole, observando de forma mais que repugnante um homem de aproximados sessenta anos beijando uma das moças. Ela mostrava estar enojada com aquilo, não menos que ele.


- Obrigado - ele agradeceu colocando o copo de volta no balcão.


- Que tal se divertir um pouco cara?


- Não to muito afim.


- Meu... Olha só isso... - Cormaco estendeu os braços mostrando o local - Bebida e mulher de graça pra você. Aproveite.


 


Draco olhou novamente para o rapaz. Estava a cada momento ainda mais enjoado com aquele local. Uma das moças que há pouco rebolava sobre o palco aproximava-se dele. Não sabia como agir, ao menos o que fazer. Dispensaria a garota e sairia em seguida.


 


- Boa noite - ela chegou provocativa.


- Boa noite - ele respondeu sem muita segurança.


- Não havia visto você por aqui antes.


- É a primeira vez que venho.


- Gostaria de dançar um pouco?


- Não, obrigado.


- Ah... Não negue essa oportunidade. Você não parece como eles - ela olhou os velhotes as suas costas - Não me negue essa satisfação.


 


Draco olhou a moça. Era realmente bonita. Olhos negros e cabelos claros. A pele era avermelhada. Vestia um pequeno top que lhe cobria uma mínima parte dos seios e uma tanga que para ele parecia ser micro.


A acompanhou até uma parte do salão onde outras duplas já dançavam. Ele, na verdade, não sabia dançar, e balançou o corpo desengonçadamente acompanhando a batida da música e a garota que se esfregava nele de forma extremamente ousada.


Ela empinava o quadril provocativa. Roçava os glúteos arredondados nas partes mais intimas do rapaz e olhava como se fosse uma fera selvagem a ponto de dar o bote. Draco tentou recuar, mas não conseguiu.


Em questão de poucos minutos os dois já se beijavam em meio aquela multidão de gente que mal se dava conta do que estava acontecendo: em partes, por estarem ocupados fazendo o mesmo, ou por apenas observarem as moças nuas sobre o palco.


Uma moça vestida com uma lingerie branca estava dançando em uma taça tamanho gigante. Ela usava saltos enormes e fazia uma coreografia provocativa dentro do objeto que de longe parecia vidro.


A música que há pouco havia sido alterada e tocava suavemente era o embalo para a jovem que tirava as peças de roupa ousada. Ela sorria enquanto girava dentro da taça, deixando em seguida os seios a mostra.


A atenção de Draco foi retomada novamente pela moça a sua frente. Ela lambia o pescoço do jovem e mordiscava sensualmente a pele a mostra. Draco revirou os olhos. Teve apenas uma namoradinha de adolescência e há muito não tinha contato com uma mulher. Nunca tivera contato com uma mulher daquela.


Em poucos minutos o jovem já estava pronto para a consumação de qualquer ato mais libidinoso que pudesse ser ali realizado. A moça que tinha os seios a mostra os esfregava com desejo e sofreguidão no rapaz que a olhava de forma desejosa, e ao mesmo tempo receosa.


 


- Vamos beber alguma coisa? - Draco falou tentando acabar com aquele momento.


- Claro. O que você prefere?


- Qualquer coisa gelada.


- Vamos então.


 


A moça o acompanhou até o balcão do bar novamente. Cormaco estava um pouco mais distante praticamente tendo relações ali, sob as vistas de todos. Era um local cheio de pecado e prostituição. Belas moças e homens nojentos. E ele estava ali, no meio desses monte de bosta humana.


Serviu-se novamente de um copo de alguma bebida forte que ele não sabia o que era. A garota o acompanhou. Beberam mais algumas doses, e ele já sentia o efeito da bebedeira aflorando em sua mente, em seu cérebro.


 


- E ai Draco? Está se divertindo? - Cormaco perguntou após aproximar-se meio descamisado.


- Sim - a voz já estava pastosa da bebedeira. Não estava acostumado com bebidas fortes em seguida.


- Oi linda - Cormaco galanteou a moça que acompanhava Draco.


- Ei - Draco irritou-se com isso - Vá trepar com a sua ok. Essa aqui é minha.


- Ok Draco - Cormaco ergueu os braços em rendição - Apenas estava olhando.


- Pois então não olhe. Vá buscar uma pra você.


- Calma Draco, não quero sua puta. Vim te oferecer isso.


 


Draco olhou de relance. A vista também falhava um pouco devido a bebedeira. Cormaco tinha um saquinho na mão com algo que parecia ser açúcar. Ele vislumbrou o pacote na mão do rapaz e o olhou em seguida. Olhou para a moça que o acompanhava e finalmente conseguiu pronunciar algumas palavras.


 


- O que é isso? - ele perguntou ainda tonto. Estava cada vez mais embriagado.


- Algo que você certamente vai adorar - a moça falou já interessada na substancia motivo da conversa.


- Acredito que você vai gostar Draco - Cormaco falou animado.


- E isso vai me servir de que? - as palavras saiam difícil.


- Vai te fazer esquecer seus problemas - a moça respondeu - Vai te fazer sonhar, você vai mergulhar numa sensação maravilhosa, como você nunca sentiu antes. É a melhor coisa que existe no mundo cara... Você não vai se arrepender.


 


Draco olhava ansioso para a garota, e da garota para Cormaco. Sentiu-se tentado em experimentar aquilo, na verdade, nem sabia como faria para sentir-se assim tão bem como a garota que o acompanhava.


 


- E ai? - Cormaco apontou o pacote - Vai querer?


- Não sei...


- Se ele não quiser, eu quero - a moça falou e Cormaco sorriu.


- Esse aqui é para o convidado da noite. Se ele quiser te dar, ai é com ele.


- Mas, como faço...


- É fácil. Vem que vou te mostrar - a garota adiantou-se puxando os dois rapazes.


 


Rumaram para uma mesa de centro redonda disposta entre um sofá onde não havia muitas pessoas. Na verdade, havia apenas um casal tendo relações à vista de todos, sem se preocupar com os demais, ou sem que os demais se preocupassem com eles.


A moça então distribuiu o pó do pacote em pequenas fileiras sobre o tampo de vidro e com um canudo partido em três partes começou a sugar com uma das narinas o pó ali colocado. Em seguida ela sorriu. Sorriu de forma prazerosa.


Cormaco a seguiu e foi o próximo a fazer aquela cara de pura e total satisfação. Olhou para Draco com um ar curioso e enquanto a garota preparava mais algumas fileiras, Draco a observou. Olhou de Cormaco para ela e seguiu o exemplo dos dois.


Draco mergulhou num torpor inexplicável. Sentiu o corpo relaxar. Seus pensamentos se esvaíram de sua mente, não havia problemas nem preocupações. Estava tranquilo e percebeu de forma longínqua quando Cormaco falou com a moça e saiu.


Ela continuou com os movimentos feitos por ele. Os olhos rodaram e a cabeça balançou. Sentiu-se bem. Uma sensação de alegria e satisfação. Precisava de mais. Olhou novamente para a moça que lhe acompanhava. Ela sorria e lhe ofereceu novamente o canudo, fazendo novos filetes em seguida.


A euforia que Draco sentiu pelos minutos seguintes foram suficientes para lhe fazer o mais sortudo de todos os homens aquela noite. Sentia-se poderoso, tranquilo e totalmente relaxado. Não sentia mais aquele medo que lhe acompanhava desde a infância, muito menos o medo de fazer o que desejava.


A moça que aspirava mais um dos filetes foi surpreendida pelo rapaz que a segurou com firmeza, deitando-a em seguida sobre o sofá que estava sentado. Cormaco saiu e foi de encontro a uma ruiva que o esperava seminua logo mais adiante.


Os seios quase a mostra foram totalmente expostos pelo rapaz que sorria e vivenciava sensações inexplicáveis. O coração batia acelerado e o único desejo que ele tinha no momento era se aprofundar naquela garota, que parecia tão atônita quanto ele.


O barulho que há pouco o incomodava já não fazia diferença. O pudor e vergonha que sentia das duplas que faziam sexo a vista de todos perdeu-se também, e ele agora, fazia o mesmo que minutos atrás estava repudiando.


Sentiu-se realizado, mas não totalmente completo. A garota se recompôs e o levou em direção a um dos quartos do grande clube. Ele reparou durante o caminho que as strippers estavam totalmente nuas agora, e a fornicação era completa agora.


Subiu a escadaria que levava ao segundo andar de forma desordenada. A cabeça rodava, mas sentia-se o rei daquele lugar. A moça entrou em um dos quartos e ele a acompanhou em seguida. O quarto estava semiapagado e a escuridão machucou os olhos do loiro.


 


- O que você vai querer? - a garota perguntou muito animada.


- Como assim?


- Aqui é onde você vai realizar os seus maiores desejos.  Pode pedir, estou ao seu dispor - ela retirava as poucas peças de roupa enquanto falava.


- O que você quer então?


- Cara, não seja maricas. O que você quer? Tradicional, ou quem sabe um oral, se quiser, pode ser anal também... Não mando no meu corpo mesmo, você escolhe.


- Claro que manda em seu corpo.


- Claro que não. Desde que entrei aqui que não tenho mais controle da minha vida. Vivo devendo até os rins e nunca vou consegui pagar essa quantia.


- O que quer dizer?


- Drogas, meu caro, drogas... Ou acredita que todos os caras que chegam por aqui querendo transar são assim bonitos e cheirosos como você? Como acha que conseguimos encarar os caras nojentos que aparecem por aqui? Não dá pra enfrentar esse tipo de coisa em sã consciência, e estar em estado de transe e torpor enquanto isso é o melhor modo.


 


A garota falava com a voz embolada, tão ou mais embolada quanto Draco. Ele observou no quaro que havia muitas bolsas pequenas, idênticas a que o Cormaco lhe havia entregado. A garota rumou até uma delas e após preparar e acender um cigarro, ela o encarou.


 


- Hoje a noite está paga. Seu amigo pagou tudo. Não precisa me dar nada, apenas me usar. Sabe que sou um objeto de uso aqui, tal qual ou pior que uma boneca. Pensando bem - ela aparentou pensar - Estou mesmo para pior. Afinal, as bonecas custam caro e tem uma dona legal, eu por outro lado, recebo pouco, tenho dívidas e um dono exigente.


- Dono?


- Sim. O dono do clube.


- Sabe quem é?


- Apenas conheço de nome. Um tal Lucio Malfoy.


 


Draco sentiu as entranhas se corroerem. Não poderia imaginar... Ou melhor, imaginara sim, mas fora idiota o suficiente para cair naquele jogo. O clube era do pai, estava acompanhado de um dos capangas do pai e aquela garota era a prostituta do pai.


 


- Como chegou aqui? - ele interessou-se, sentindo que finalmente o efeito da droga começara a passar, embora a cabeça estivesse latejando agora.


- Fui comprada - ela falou com naturalidade.


- Como assim? - ele surpreendeu-se.


- Morava no Chile com meus pais, mas eles se envolveram com um tal senhor x e ficaram muito endividados. Um tal Riddle foi lá e os ameaçou. Tinham que pagar de qualquer forma. Mas como meus pais poderiam pagar alguma coisa se mal tínhamos o que comer? Não lembro muito bem como aconteceu, era muito pequena, mas esses nomes eu nunca esqueci: Tom Riddle e senhor x.


- Quantos anos tinha?


- Nove. Ainda era muito nova pra o serviço, mas eles me levaram como moeda de troca. Fui o preço pago pela dívida dos meus pais. Quando cheguei aqui havia mais algumas garotas, umas mais novas que eu, com cerca de sete ou oito anos, e algumas mais velhas, que foram logo inseridas no trabalho.


“Eu ainda dei sorte por cerca de um ano. Quando completei os dez, fui mandada para uma das boates do tal senhor x para servir bebidas. Você deve ter reparado que as garotas que servem as bebidas quase não tem peito e são um tanto pequenas para estarem num lugar como esse, mas é assim mesmo que eles fazem.”


“Comecei servindo as bebidas e depois de algumas semanas o tal do Lucio Malfoy foi vistoriar o clube. É... - ela falou pensativa - Era o clube dele. Ele me achou bonitinha e perguntou qual era a minha idade. Respondi que tinha dez. ele sorriu. Nunca me esqueci daquele sorriso. Foi a minha iniciação - ela voltou-se novamente para ele - Mas você realmente não tem nada a ver com essa história chata não é mesmo? Diga, o que vai querer?”


- Quantos anos tem?


- Dezesseis.


- É menor de idade.


- Ah... - ela sorriu - Isso eu sei. A maioria aqui é. Somos lucrativas, principalmente as virgens. Há uns meses houve um leilão aqui. Conseguiram mais de setenta mil dólares. Ah - ela vislumbrou-se - Tem ideia de como mudaríamos nossas vidas com uma quantia dessas?


“Mas somos apenas as vacas de abate. Ou melhor, as galinhas da granja. Estamos aqui apenas para dar lucro, e o que ganhamos mal dá para nos alimentarmos. Tenho que fazer bicos por fora, sabe? E esses, sem dúvidas, são os piores. Esses homens que procuram mulher nas esquinas... pagam mal, e fedem, não são assim bonitos e educados como você.”


 


Ela se aproximou após a última tragada de cigarro. Beijou o pescoço de Draco, mas ele não se sentia mais a vontade depois de todos aqueles relatos. Era uma pobre coitada que tivera o azar dos pais confiarem na pessoa errada... Gente com a qual seu pai tinha laços estreitos.


Ele estava em estado de transe. Não conseguia raciocinar muito bem. A cabeça doía também, não sabia se da droga ou se das revelações que acabara de ouvir.


Nojo e asco eram palavras mínimas e sem significado para exemplificarem o que ele sentia agora. Se já detestava todo esse mundo de barbaridades que a vida lhe concedeu nascer envolto, sentia-se repugnante ao saber ou ouvir esse tipo de situação.


A garota abriu os poucos botões que ainda estavam fechados de sua camisa e segui beijando cada parte desnuda do peito do rapaz que permanecia imóvel como há momentos atrás.


Sentiu o zíper da calça ser aberto novamente, mas dessa vez não era ele que desejava aquilo. Fechou os olhos com o choque que sentiu ao contato da língua gelada da garota em seu membro agora exposto.


Ele virou-se para ela, que lhe olhava com seu jeito mais sensual enquanto lambia e beijava o membro do rapaz. Ele agachou-se um pouco e segurando-a pelos ombros, a levantou com calma e delicadeza.


 


- O que foi? Não gostou? Posso fazer de outra forma. - ela pareceu claramente amedrontada.


- Vou embora apenas. Não é nada com você.


- Por favor, não vá embora - ela quase implorou.


- Não estou mais a fim, só isso. Não é nada com você. Fique tranquila.


- Não tenho como ficar tranquila. Se você sair, eles vão descontar ainda mais meu dinheiro pelo cliente não satisfeito e... E eu vou ter que... Fazer com aqueles caras insuportáveis.


- Como? - Draco estava a cada descoberta, mais enojado.


- Quando um cliente vai embora, é porque não ficou satisfeito. Eles perdem a noite e descontam do dinheiro que recebemos. Depois, nós somos obrigadas a ficar com vários homens de uma única vez... Eles dizem que é para aprendermos a satisfazer um cliente. É horrível moço, por favor, não vá embora. Dói muito o que eles fazem. Não vá.


 


Draco não sabia mais o que fazer. Era impossível que se pudesse existir pessoas daquele tipo ou nível. Como seu pai poderia fazer parte dessa escória e desejar tão ardentemente que ele se envolvesse também? Sentiu pena da moça que chorava incontrolada. Estava bêbada, drogada e amedrontada.


 


- Faremos o seguinte - ele falou - Quanto tempo preciso ficar aqui para que não seja punida?


- Cerca de uma hora.


- Já ficamos um bom tempo conversando, e eu estou com um pouco de dor de cabeça. Que tal ficarmos aqui e sairmos depois?


- Não vai me delatar? Eu te enchi com minha história de vida mais que patética, eu...


- Não, não irei reclamar de nada. Sou eu que não quero e fui eu que te perguntei sobre sua vida. Tudo morre aqui, ok.


- Sim... Obrigada.


- Não há de que. Agora venha deitar-se.


- Preciso fumar antes. Fiquei nervosa. Pensei que me delataria.


- Tudo bem.


- Está com dor de cabeça?


- Sim.


- Isso aqui vai te fazer melhorar rapidinho. Quer? - a garota lhe ofereceu um trago do cigarro que acabara de fazer, mas Draco recusou - Ah como sou idiota. Claro que você não vai querer. Isso é droga de pobre. Você não se mistura com pobres.


- Claro que não é por isso...


- Ah, não? - ela pareceu espantar-se - Como sou má educada. Vou fazer um cigarro só para você.


 


A garota lhe ofereceu um cigarro que ele ao menos perguntou o que era. Nunca havia fumado, mas sabia que aquilo não era fumo convencional. Engasgou-se na primeira tragada e depois de alguns poucos tossi, estava acostumado com o gosto.


A sensação era ainda maior, mais rápida, mais sensacional. Draco jogou-se de costas sobre a cama disposta no quarto e desfrutou mais uma vez daquele prazer. Um prazer que ele jamais sentira antes... Algo que ele jamais poderia descrever.




Mais um cap... Acho que estou conseguindo manter o rítmo.
Espero os comentários. Quarta tem mais ^^ 

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Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Geeeente, que dó do Draco! Tomara que ele não se afunde nas drogas... ele é tão bom, tomara que não aconteça com ele!
E Cormaco seu infeliz... espero que tome um pé na bunda!
Seguindo >>>> 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Van Vet em 10/11/2013

Draco capiau indo pela primeira vez na balada... tadinho, mas então ele entrou e não era uma balada qualquer: Era o buraco do inferno! Herpes, sifílis, gonorréia, ai vamos nós! Todo esse capítulo ficaria bem com a trilha sonora da música dos Titãs: O pulso. Onde eles falam o nome de diversas doenças num único corpo. Esse local seria o corpo e essa galera da pesada, as doenças. E esse Córmaco, hein? Coitada da Mione, daqui a pouco estoura bereba na boca dela :'( 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Spencer Cavanaugh em 22/10/2012

Nossa estou altamente preocupada com o Draco, acho que ele pode ficar viciado e tal, eu pensei que ele  ficaria de primeira, talvez até fiquei, mas gostei de ele não ter transado com a garota e pele que eu entendi ele é virgem então foi até bom ele não ter feito nada com ela mesmo. Eu achei isso tudo tão O.O triste, tudo tão brutal, nossa é bem horrivel, não sei como as pessoas tem estomago para fazer essas coisas , para tráficar garotas e as obrigarem a se prostituir, bater, drogar.São coisas tão desumanas que me faz ter certeza que nós é que somos os seres irracionais :/ você retratando muito bem a verdade das ruas, está de parabéns flr, o capitulo foi maravilhoso e me deixou muito receosa e preocupada com o Draco e além é claro de me dar uma visão horrivel sobre alguns tipos de pessoas.

bjoos *-* 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Violettaa em 22/10/2012

Wow...Draco se envolvendo no mundo das drogas e o destino do Cormaco ali instigando já falei que odeio ele ?
Capitulo sensacional me lembrou um pouco o primeiro capitulo da novela nova da Globo a parte em que leiloaram a garota...

Adorei...

guardo o próximo
Beijo, beijo ^_~    
    

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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