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14. Senhor X


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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14 - Senhor X


Em um galpão que lembrava algo abandonado há longos anos, via-se nas laterais grandes carro de várias marcas e modelos diferentes. A imponência desses carros contrastava de forma estranha o abandono em que o galpão jazia.


Em cada um dos grandiosos carros podia-se ver seus motoristas, todos igualmente fechados e com um ar assustado, olhando a cada milésimo de segundo para os lados, talvez com medo de ser abordado por um bicho selvagem, ou de serem mortos por seus patrões.


Era, sem dúvidas, um trabalho arriscado. Ouviam e sabiam demais para simples motoristas e isso dava aos pobres homens necessitados de trabalho um misto de terror e desespero. O salário era bom, era bem verdade, mas depois dos boatos de um motorista morto e explodido dentro do carro que dirigia, os pobres homens ficaram ainda mais cismados da vida, ou da morte.


Dentro do galpão reuniam-se vários homens, com fisionomias distintas, muitos deles elegantes e animados, alguns outros carrancudos e sem muita alegria, mas todos com um único propósito e o mesmo interesse: dinheiro e poder.


A conversa abordada na reunião de homens naquela sala era realmente assustadora. A mesa comprida estava disposta em uma grande sala. Os homens sentados envolta dela sorriam agora e carregavam na face um semblante maldoso em comum.


 


- Ah... Foi uma graça - um dos homens falou - Nunca vi homem tão fraco como aquele. Um idiota. Realmente deve ter imaginado que eu o deixaria ir embora depois que me desse o paradeiro do Watson.


- Nunca vou entender porque essas pessoas insistem em tentar nos fazer de idiotas. - um outro respondeu ainda sorridente.


- Parece que não entendem que quando eles tramam, nós já estamos executando.


- E o melhor de tudo foi quando ele começou a pedir piedade. Pobre coitado. Que Deus o tenha em sua santa glória. Foi um dos mais patéticos assassinatos que presenciei, sem dúvidas.


- E como fez? - um outro interessou-se.


- Primeiro eu disse que iria arrancar a língua dele se não me contasse, mas se contasse logo, eu talvez o deixasse ir.


- E ele acreditou?


- Sim - outra gargalhada - Como um patinho idiota. Me contou tudo e foi tão prestativo que por um momento pensei realmente em soltá-lo.


- Deveria ter soltado então.


- E deixar de me divertir? Jamais. Torturei o idiota até não querer mais, depois o amarrei em um bloco de concreto e mandei jogá-lo no rio.


- Interessante.


- Foi sim. Foi divertido.


- Muito bom - uma voz forte foi ouvida e todos calaram-se.


 


Em uma das pontas da grande mesa, um homem maduro que guiava com braço forte a reunião que acontecia e demonstrava em sua voz ser realmente assustador. Na outra ponta, um homem de cabelos curtos e negros observava tudo em silêncio. Era um jovem senhor, com aproximados quarenta anos. Bonito e bem afeiçoado, com grandes e profundos olhos castanhos: Tom Riddle.


Nas demais cadeiras, mais homens conversavam entre si.


Em uma das laterais, um homem de pele muito branca e olhos muito claros tinha a feição constrangida e irritada. Ouvia nervoso os comentários feitos no local e observava constrangido o homem sentado a sua frente relatar como andavam seus negócios.


 


- Posso dizer que as coisas não poderiam estar melhores - um homem alto, com uma barba grossa e espeça continuou animado enquanto bebericava a taça de vinho que havia sido servida a todos - Não fosse ter perdido duas prostitutas essa semana, diria que os negócios estão uma maravilha.


- Muito bom Karkaroff - a voz do homem na ponta se ouviu mais uma vez - É bom que alguns de nós nos saiamos bem nas tarefas que somos incumbidos a realizar.


- Ah sim, senhor - Karkaroff continuou - Tudo está muito bem. Fiz tudo conforme o combinado e devo dizer que tenho conseguido mais do que desejei. O Cassino está de vento em polpa e as novas prostitutas estão rendendo bem.


“Havia uma garota muito bonita no meio daquelas virgens que o senhor mandou, e ela me rendeu nada menos de 76 mil dólares. Foi uma maravilha. E eu pensando que não ia dar muita coisa essas putas novas, mas foi muito bom mesmo pra esse mês.


- Bom... E você, Yaxley?


- Tudo perfeito senhor - O homem aparentava seus trinta e poucos anos e tinha uma expressão um tanto grotesca de se ver - Silenciamos o Rizzon e o Agliardi, conforme o senhor encomendou.


- Restaram testemunhas?


- Sim. Uma das esposas fugiu, mas a alcançamos facilmente e depois de nos divertirmos um pouco, eh - o homem sorriu enquanto coçava o cavanhaque - ela também não trará problemas.


- Perfeito. Malfoy?


- Eh - o homem gagejou - Bem, senhor... Tenho tido alguns problemas com minha empresa.


- Ah, Malfoy, corta essa e vai direto ao ponto - Riddle insistiu e Malfoy o encarou.


- Bem - o loiro continuou enraivecido - Como o senhor sabe, tive alguns desfalques. O estoque de armamentos que havia solicitado da Colômbia foi interceptado e não consegui reaver.


- Uhmm - o senhor exclamou - Isto é realmente um problema. Sinto que nem todos sejam tão competentes como deveriam.


- Estou com problemas senhor. Perdi quatro prostitutas e tive que parar com o repasse de cocaína para duas fontes. Além disso, tive problemas com a imprensa devido a uma universitária idiota que colocou umas coisas ao meu respeito em um jornal, e para completar, meu filho está sendo cabeça dura e não está querendo me ajudar.


- Uma garota de faculdade? Dá um cabo de uma vez na putinha - foi a vez de Tiberius Mclaggen falar.


- Não posso. Seria arriscado a garota sumir depois de uma matéria tão falada. Seria imprudente de minha parte.


- Temos bons advogados pra te safar.


- Eu sei. Mas mesmo assim prefiro deixar a poeira baixar primeiro. E também já mandei meu filho dar um jeito nela.


- Seu filho? O maricas?


- Respeite o meu filho...


- Ah... Lembro que tive um filho idiota assim... Foi difícil convencê-lo a me ajudar - Karkarof interrompeu.


- E como fez? - Lucio interessou-se.


- Não fiz... Ou melhor, eu o estrangulei. Se não sabe dar valor ao dinheiro que enche a barriga, não merece continuar desfrutando dele.


- E como faremos para resolver o problema do Malfoy, senhor? - Amico perguntou já impaciente - Afinal, ele não conseguiu cumprir o acordado.


- Eu não disse em nenhum momento que não consegui cumprir o que o senhor mandou - Lucio falou olhando de Amico para o homem na ponta da mesa - Embora não queira ser repetitivo, estou com problemas na empresa e isto tem me tirado alguns momentos.


- Tudo bem Lucio. Amico, por favor, faça o que pedi ao Lucio e você - disse virando-se para Lucio - resolva seus problemas antes de assumir algum outro acordo, tudo bem?


- Sim senhor. Eu farei isto. - o homem loiro respondeu com a face avermelhada.


- Lucio é um contribuinte de grande importância em nosso meio e vocês sabem o quanto eu o admiro - o homem continuou - Todos nós temos momentos de dificuldade, e este não é o primeiro, muito menos será o último, ou acaso esqueceram que todos vocês já tiveram problemas relacionados a muitas outras coisas?


- Não senhor... - Claro que não, senhor... - os homens falaram em resposta.


- Então não apontem, porque quando apontam um dedo - o homem gesticulou - Lembrem-se que há três dedos voltados para cada um de vocês, e ainda pior, existe um dedo indo direto para a sua cabeça, e isso pode ser muito perigoso. Estamos entendidos?


- Sim senhor...


- Para ajudá-lo, Lucio, vou indicar um rapaz de minha confiança e que acredito, não levantará maiores suspeitas - senhor x continuou.


- Quem, senhor? - Lucio perguntou ansioso.


- Comarco, acha que é capaz de auxiliar o Lucio em suas dificuldades?


- Claro que sim, senhor - o jovem rapaz falou animado - Será uma honra colaborar com o senhor Malfoy em seus problemas e demonstrar minha fidelidade ao senhor - disse fitando o homem a ponta da mesa, recebendo um tapinha camarada de seu pai em seguida.


- Somos gratos em ajudar o senhor, sempre - Tiberius falou fitando o homem a ponta da mesa.


- Ótimo. Acredito que com isto podemos iniciar as soluções de seus problemas, não é mesmo Lucio?


- Sim senhor - Lucio falou sem muita certeza - Tudo se resolverá da melhora maneira possível.


- Quanto a você, Macnair - o homem continuou adiantando-se para Walden Macnair - Como foi o julgamento?


- Não poderia ter sido melhor senhor - os dois homens sorriram - A equipe que o Riddle dispôs para mim foi uma das melhores do país, e não seria difícil me inocentar, afinal, eu sou inocente - ouviu-se uma gargalhada estridente e geral no local.


- Isso é verdade, Comarco? - o homem perguntou ao mais jovem.


- Bem senhor - Comarco respondeu pomposo - Posso dizer que os crimes de latrocínio, extorsão, sequestro, tortura, adulteração de documentos e tráfico ilícito de entorpecentes são os mais complicados de se conseguir inocência, porém, posso falar que a dra. Lestrange, o dr. Prewett e eu fomos suficientes para isto.


- Ah, Bellatrix. Uma mulher formidável, se me permite o comentário Rodolfo. Seria uma ótima assistente, caso fosse homem, mas ainda bem que é uma das melhores advogadas deste país.


- Agradeço senhor - Rodolfo adiantou-se - E agradeço por ela.


- E você Evan, como se saiu com o caso das moças?


- Tive que silenciar três delas - Evan Rosier começou - Ficaram indignadas quando as cinco que o senhor conseguiu chegaram e ameaçaram denunciar.


- Fez bem em silenciar essas putas - Augusto Rookwood concordou - O que elas pensam que são? Não imaginam como é difícil conseguir contrabandear essas meninas menores de idade. E essas são as melhores - o homem sorriu - Você pegou alguma delas?


- Não - Evan continuou - Apenas vistoriei se não tinham nenhum defeito. Teve uma que estava me irritando. Não parava de chorar, a infeliz, querendo voltar para casa. Pobre dela - mais gargalhadas foram ouvidas.


- E você Rodolfo, conseguiu trazer a mercadoria?


- Sim senhor - Rodolfo Lestrange falou mais uma vez - Graças a Bella. Quase fomos pegos, mas como ela conhece toda a burocracia desse país, foi fácil passar. Toda a mercadoria foi encaminhada para as zonas de tráfico da cidade. Uma parte eu mandei para os clubes dos companheiros aqui.


- Viram como todos enfrentamos problemas? Quanto você conseguiu trazer?


- Quase uma tonelada senhor - todos se assustaram - Toda a mercadoria veio por navio do Chile, da Venezuela, da Colômbia e do Peru.


- O que você trouxe? - Evan interessou-se.


- Ah... Várias. Cocaína, ecstasy, crack, heroína... Várias.


- Tem uma piranha que está me devendo quase 1000 dólares em droga. Ela não vai ter como me pagar, eu sei. Vou ter que dar um fim nela. Não gosto de prejuízo - Dolohov comentou enojado.


- E o que faremos com o Robinson, senhor? - Karkarof quis saber - Ele está no galpão ao lado.


- Ele falou onde está o armamento?


- Não senhor. Acho que ele realmente não sabe.


- Tudo bem - o senhor x continuou - Mandem ele beber óleo fervente. Se mesmo assim ele sobreviver, cortem a cabeça e queimem.


- Tudo bem senhor - o homem animou-se com a novidade.


- Bem - o senhor x continuou - Estamos aqui não só para falar de trabalhos ou para resolvermos situações que sejam complicadas. Quero agradecer a todos os senhores por estarem cooperando e ajudando da melhor forma possível.


“Hoje é um dia muito especial porque vou gratificar com minha confiança um dos meus mais fieis colaboradores, independente das dificuldades passadas ou enfrentadas.”


 


Os homens a mesa se olharam curiosos. É bem verdade que poderia ser qualquer um deles, e alcançar a confiança do senhor X era algo realmente gratificante. Aquele homem era o chefe das maiores organizações de tráfico, prostituição e crimes que se poderia imaginar em toda Europa, e gozar de sua confiança era algo para poucos, e Lucio, como os demais, sabia disso e estava certo que este seria seu cargo a partir de agora.


O Senhor X não se importava com dificuldades no trabalho, ele apenas se preocupava se seu trabalho foi realmente cumprido ou não. Ele sempre o ajudara quando ele precisava, e em nenhum momento sequer, mencionou sua insatisfação com ele.


A cada nova palavra, Lucio se enchia ainda mais de orgulho por estar sendo tão bem elogiado por aquele homem que era o ícone de todos os presentes ali, e agora ele seria bem mais que um simples colaborador, seria enfim, seu braço direito.


 


- E este homem - o senhor x continuou - é aquele que será meu porta-voz de agora em diante, e quem sabe um dia, meu substituto nos negócios. Como sabem, não tenho tempo para estar sempre presente em nossas reuniões, afinal, tenho assuntos paralelos a nossa organização e por isto preciso de um representante a altura.


“Um homem que não tema o perigo, tão pouco tenha medo de lutar. Alguém em quem eu possa realmente confiar e me fazer ouvir através dele. Este homem deverá ser igualmente respeitado por cada um de vocês, pois ele será como eu quando não estiver aqui.”


“Então, peço, por favor, que recebam meu braço direito esta noite. Por favor, aproxime-se, Tom.”


 


Tom? Como assim Tom?

O murmúrio era geral, mas o ódio era sentido por apenas um daqueles homens. A inveja assolou o coração de Lucio Malfoy e o desejo de matar os dois, que agora se abraçaram , subiu a sua cabeça como um vulcão em erupção.


E assim se deu após um brinde. Duas lindas jovens a mando do senhor x adentraram no salão com taças e uma grande quantidade de vinho e champanhe. Estavam comemorando uma verdadeira promoção de trabalho, a menos era assim que eles viam aquele momento.



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Então, segue mais um capítulo na minha maratona.
Sua impressão sobre essa fic registrada em comentários é de grande importância pra mim, tanto para a continuidade da fic como para saber o que você prefere.

Fico aguardando anciosa seus comentários e sexta-feira tem outro, nem se preocupe, postarei segunda, quarta e sexta e em um dia do fim de semana.


Pra quem quiser saber de primeira quando eu posto, divulgo em dois grupos:

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Abraços a todos. Sexta tem outro, então, vocês têm dois dias pra comentar.... ^^ 

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Comentários: 7

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:: Página [1] ::

Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Olha ai! Olhai aiiiii! Eu falei que o Cormaco não prestavaaaa! Tire Hermione de perto desse cidadão u.u
E esses caras ai... Medo deles! Não sentem o menor peso em tudo de ruim que fazem...
Seguindo>>>> 

Nota: 5

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Enviado por Van Vet em 04/11/2013

Eita, que gente da pesada!!! Eles falam de morte, de tortura, de prostituição e tudo mais como se estivessem discutindo a cotação do dólar. Córmaco não é nunca um cara legal nas fics, de praxe né?! Bonitão, mas maçã podre. Coitada da Mione, tô sentindo problemas pra ela no ar...
E esse Tom Riddle levando o crédito? Lúcio caiu feio do cavalo. Bem feito!! 

Acompanhando, amiga! RISES!! 

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 18/10/2012

E pela autora *-*

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 18/10/2012

Fiz isso meio como algo pelo carinho que sinto pela fic : 

https://lh6.googleusercontent.com/-IrfugTM1e5c/UIAMMtDH3SI/AAAAAAAAC1k/MvmXgqfhYTY/s1000/O%2520mesmo%2520destino.png

bjoos!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 17/10/2012

Serio, com esse capitulo eu senti que estava ali dentro de todo aquele tráfico e daquela reunião macabra, só você pra escrever algo tão real. Fiquei perplexa aqui com toda a bandidagem - se é que posso dizer assim - eu sabia que o Comarco participatava disso tudo, ele era perfeito demais e eu não conseguia confiar nele. Espero que a Mione saia logo de perto dele, ainda bem o que o Harry cisma com ele...Se bem que ele é um dos bandidos. Menina tô besta aqui, e louca pra saber quem é esse Senhor X ele é muito malvado. Todos eles são, eu sei que é um pouco de ingenuidade da minha parte, mas as vezes eu não consigo entender/acreditar na maldade das pessoas, serio, eu não teria coragem de fazer mal a ninguém por isso fico besta como algumas pessoas podem ser malvadas :/ 
Amei o capitulo flr, foi maravillhoso!
bjoos *-* 

Nota: 5

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Enviado por Violettaa em 17/10/2012

Caraca...eu sabia que Comaco não prestava, coitada da Mione...Nossa Lucio se deu mau hein... Espero que ele não desconte a frustração na coitada da Narcisa...Adorei o capitulo
*-*

Nota: 5

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Enviado por Eliana de Albuquerque Lima em 17/10/2012

Então é isso, o Cormago faz parte dos caras maus. Olha que eu esperava que ele fosse tudo de bom de verdade. Esperou que o Cormago não faça nada de mal com a Mione. Ótimo capitulo minha linda, apesar de me sente um pouco enojada com as atitudes desses homem, foi mais um momento revelador da história. Bjos.   

Nota: 5

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