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20. Ajustes Finais


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Vinte – Ajustes Finais

“Cause we are finally free tonight
Porque estamos finalmente livres esta noite”
The Great Escape – Boys Like Girls


Duas manhãs seguiram aquela em que Harry pedira sua mão em casamento, e ambas tinha começado exatamente da mesma maneira. Aparentemente, Harry tinha uma carência subconsciente que o fazia abraçar Hermione pela cintura e dormir com a cabeça em seus ombros, como se fosse um enorme bicho de pelúcia.

É claro que Hermione o deixaria permanecer daquele jeito até o momento em que ele acordasse e a pegasse o observando dormir. E então ele iria beija-la, com um sorriso parte carinhoso e parte malicioso, preenchido pelas lembranças da noite anterior.

Harry levantaria, assim como levantara naquela manhã, e prepararia o café da manhã tão rápido que Hermione se espantaria. E eles comeriam juntos, rindo de alguma coisa dita por ele, na maior parte do tempo.

Naquela manhã – a terceira –, entretanto, um assunto um pouco mais sério surgira na conversa deles.

- Harry... – Hermione começou – Você não acha que está na hora de aparecermos? Minha mãe com certeza está morrendo de preocupação, e você não pode faltar mais ao trabalho.

- Você tem razão – ele disse, após ponderar – Mas é tão bom viver isolado do mundo com você.

Hermione sorriu e aproximou-se para beija-lo de leve.

- Provavelmente nós dois constamos na lista de desaparecidos do Ministério. – Hermione riu.

- É, é melhor voltarmos.

- Primeiro ao apartamento? – Hermione sugeriu, insegura. – Devemos uma explicação ao Rony, o pobre deve estar entrando em parafuso.

Harry riu – Sim, primeiro o Rony. Mas você acha que ele agüenta a história toda? E, mais importante... Você consegue contar a história toda?

- Sim. Acho que estou pronta para isso.

Harry sorriu – Então vamos terminar de comer, e podemos ir.

E assim eles fizeram. Harry vestiu roupas diferentes, mas Hermione foi obrigada a colocar a mesma que estava no dia do jantar, sentindo-se um pouco elegante demais perto dele. No entanto, Harry apenas elogiou-a e segurou sua mão antes de aparatarem juntos.

No seu antigo apartamento, as coisas pareciam normais – ou o quão normais poderiam ser com Rony morando lá sozinho. Harry e Hermione olharam ao redor e nos quartos, mas o amigo não estava por lá. Bem quando eles estavam de volta à sala, ouviram um estalo e Rony apareceu em frente a eles.

- WOW! – o ruivo gritou, ao ver os amigos. – Finalmente vocês apareceram, queriam me matar?! Minha mãe ficou louca porque eu não sabia onde vocês tinham se metido!

- Oh, Rony, desculpe-nos. – Hermione disse, dando uns passos à frente, na intenção de abraça-lo.

- Onde é que vocês estavam, cara? – ele perguntou, um pouco mais calmo, saindo do abraço apertado da morena.

- Nós... estávamos acertando algumas coisas – Harry respondeu.

- Então... Ergh... – Rony enrusbeceu. – Vocês estão juntos agora?

- Sim. – Hermione respondeu, com um meio sorriso.

- Hum... Que bom. – Rony disse, evasivo. – Mas acho melhor vocês passarem lá n’A Toca, minha mãe vai me fritar se souber que eu tive noticias e não avisei...

- Tudo bem, nós planejávamos ir lá de qualquer maneira – Harry concordou.

Convenientemente com a falta de assunto deles, um segundo estalo os assustou quando Luna Lovegood se materializou na sala, perto da porta.

- Harry! Hermione! – ela cumprimentou, sorridente.

- Olá, Luna – disse Hermione, lançando um olhar desconfiado para Rony, que corou bastante. – O que faz aqui?

- Oh, Ronald não disse a vocês? – ela continuava a sorrir. – Estamos saindo juntos.

- Que notícia ótima! – comemorou Hermione.

- É, parabéns, Rony. – Harry disse, sorrindo.

- Hum... Obrigado. – Rony respondeu. – Se nos derem licença... Nós vamos almoçar juntos. A não ser que queiram vir...

- Harry e Hermione também são um casal? – Luna perguntou, curiosa.

- Somos – os dois responderam ao mesmo tempo, sorrindo.

- Mas é melhor nós irmos à Toca, então vão vocês – Harry completou.

- Tudo bem... – Luna.

- Nos vemos mais tarde – Hermione adicionou para Rony antes que ele aparatasse junto com Luna.

Harry e Hermione se encararam.

- Mal tivemos tempo de contar. – Hermione resmungou. – Mas estou feliz por ele. Rony já tinha dito que estava de olha na Luna...

- Tinha, é? – Harry se surpreendeu.

- Tinha, sim. – Hermione riu – Você estava ocupado demais dormindo com Cho Chang.

Harry suspirou, derrotado. – Evite lembrar desses tempos, por favor.

- Eu sou quem deveria dizer isso... – Hermione provocou – Enfim, vamos para a Toca?

Harry se aproximou de Hermione, deu-lhe um beijo longo e a abraçou, aparatando pela segunda vez.

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Quando Draco e Gina entraram na sala circular de reuniões da Mansão Malfoy, estavam de mãos dadas – uma atitude inusitada aos olhos dos outros presentes. Entretanto, Isabel, Miguel, Cho e Kris nada comentaram, e esperaram Draco e Gina sentarem-se em silêncio.

Draco foi o primeiro a se pronunciar. – Boa tarde.

Todos murmuraram em retorno, sem muito entusiasmo. Afinal, todos estavam incertos sobre o que esperar.

- Reunião de emergência, Draco? – Miguel perguntou, em nome dele e das garotas. – O que é tão importante assim?

- Não temos uma reunião de emergência há no mínimo dois anos... – Isabel comentou, enquanto aguardavam a resposta do líder.

- Nós tomamos, eu e Gina, uma decisão importante. – Draco anunciou, olhando um breve olhar para a ruiva, que imediatamente sorriu para ele.

- E...? – pressionou Kris.

- Nós dois estamos nos retirando do grupo. – a fala de Draco chocou a expressão de todos.

- Como assim? – Cho perguntou.

- Estamos saindo, Cho. Não é tão difícil assim de entender – Gina disse, um tanto quanto áspera.

- Acho que o que a Cho quis dizer é, - interveio Isabel – por que vocês decidiram isso?

- Bom... – Gina começou, e sorriu outra vez – Nós vamos viver juntos, e vamos sair em lua-de-mel por algumas semanas. Após esse período, acho que não teremos a necessidade de participar desse grupo.

- Oh – a resposta compreensiva de Kris traduziu o sentimento de todos.

- Mas... quem presidirá a partir de agora? – Cho perguntou. – Você terá de nomear alguém, Draco.

- Não será necessário – Miguel disse, algo se formando em sua mente. – Na verdade, eu também quero aproveitar o momento para anunciar a minha retirada. Isto é... Se você concordar, Isabel.

A morena pareceu um pouco surpresa, mas deu um sorriso e assentiu com a cabeça.

- Nós estávamos pensando em fazer isso há algum tempo – Miguel explicou, buscando a mão de Isabel sobre a mesa.

- Isso quer dizer que o grupo acabou? – Cho perguntou, tristonha.

- Não... – Gina disse, rindo – Você ainda tem a Kris, Cho.

Todos riram, exceto pela japonesa.

- Sinceramente, meninas... – Isabel disse, sorrindo para Kris e Cho – Não será um desafio para vocês encontrar um namorado. Aliás, só estavam solteiras até agora por causa das regras do grupo.

- É verdade... – Kris concordou, pensativa.

- Então este é o fim – Miguel enfatizou.

- Foi bom enquanto durou – Gina disse, sorrindo para Draco, que quebrou a face inexpressiva e sorriu de volta.

- Nos trouxe coisas boas – Draco disse, tão baixo que os outros mal puderam ouvir.

- Certo... É melhor nós quebrarmos os votos mágicos que fizemos, e seguir com nossas vidas. – Isabel sugeriu.

Draco levantou, tirando a varinha do bolso das vestes negras.

- Eu, Draco Malfoy, na qualidade de presidente, dissolvo agora os votos realizados por todos nós, e decreto o fim desta sociedade.

Pequenas faíscas verdes saíram da varinha dele, encontrando o peito de cada participante. Saíram de cada um deles com novas cores e explodiram no ar, em frente a seus rostos.

Gina suspirou, aliviada. – É, gente. Nos vemos por aí.

Miguel sorriu e estendeu a mão para Draco, dando inicio aos cumprimentos que sucederam este. As garotas abraçaram os dois rapazes e logo Draco e Gina ficaram sozinhos na sala de reuniões.

- Estou tão feliz, Draco. – Gina declarou, envolvendo o pescoço do loiro com os braços. – Eu sei que tomei a decisão certa.

- Eu também sei disso, Gina. – ele disse, fazendo-a rir.

- Prometo te ouvir mais vezes.

- É o que eu espero.

- Tem uma coisa que eu quero fazer antes de nós viajarmos, Draco – ela disse, após um curto silêncio.

- Claro. – ele assentiu.

- Não quer saber o que é?

Draco a encarou, pensativo. – Desde que não seja encontrar o Potter, não faz diferença.

- Não é nada disso... – ela garantiu, balançando a cabeça – Eu só quero dizer adeus para a minha família. E eu nem sei como eles vão receber a notícia... Afinal, você é um Malfoy.

Draco ficou em silêncio.

- Eu vou estar de volta logo, meu amor. – Gina disse, depositando um selinho nos lábios de Draco.

E no instante seguinte, tinha aparatado.

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Gina estava com medo, era verdade. Até aquele momento, sua mãe pensava nela como um anjo, que nunca desobedecera, que jamais faria nada de ruim à família. E Gina não estava preparada para desapontá-la, e ver a tristeza em seus olhos, ao descobrir que Gina fugiria com Draco Malfoy para a Grécia, e que depois viveria com ele até enquanto durasse – o que a ruiva esperava ser para sempre, agora que finalmente tinha se decidido.

A visão de sua casa, ao mesmo tempo em que reconfortante, fez Gina suspirar, sabendo que provavelmente não poderia mais participar de reuniões com os milhares de familiares, ou um almoço simples alegrado por Fred e Jorge.

O vento daquela manhã não parecia ajudar a ruiva conforme ela entrava pelo portão, os cabelos machucando os olhos. O caminho até a porta de entrada nunca fora tão longo antes. Porém, ao chegar lá, Gina já pôde sentir o calor de seu lar, que ela tinha certeza de que provinha de algo que sua mãe cozinhava para o almoço.

Abrindo a porta lentamente, sua voz saiu mais fraca do que o esperado quando chamou por alguém.

- Mãe? Pai? – repetiu, um pouco mais alto.

Não demorou quase nada para sua mãe aparecer pela porta que dava na sala de estar, abrindo os braços para ela. Em pensar que aquela podia ser a última vez...

- Ginny, minha pequena! – a Sra. Weasley disse, genuinamente feliz por ver a filha.

- Olá, mamãe. – Gina sorriu, andando rápido em direção a Molly para entrar em seu abraço.

- Por onde andou? Ficamos preocupados, até pedi para o Percy colocar um memorando no Ministério para que alguém que soubesse de você pudesse nos informar...

Gina riu – Não precisava de nada disso, mãe. Eu estou bem.

- Seu irmão Ronald me contou que não vai ao apartamento há alguns dias, querida. – sua mãe a puxou através do aposento, guiando-a para uma das cadeiras à mesa. – Eu sei que tem alguma coisa que quer me contar.

As duas acomodaram-se bem nas cadeiras rústicas de madeira. Gina olhou fundo nos olhos da mãe, e não segurou por muito tempo. Desviando o olhar, tentou fingir um sorriso e respirou profundamente sem fazer alarde.

- Eu tenho uma novidade, mãe. – começou Gina, cautelosa.

- Sim, isso eu posso dizer. – Molly impacientou-se.

- Na verdade... Não é novidade para mim, mas para você e o papai vai ser um choque que eu não tenho certeza de que vocês podem suportar.

A Weasley mais velha colocou a mão nos ombros da filha, forçando-a a encará-la como antes.

- Você pode confiar em nós, Gina. Você sabe disso. – a mulher tentou transmitir segurança – E se for demais para o seu pai, você sabe como eu posso convencê-lo a mudar de idéia num piscar de olhos.

- Mãe... Nem a senhora vai me ajudar nisso. – Gina desviou o olhar, teimosa. Estava lutando para não chorar ao pensar que se despedia de sua mãe neste momento.

- Está me preocupando, senhorita... Como se eu já não fosse preocupada o suficiente.

- Até demais, mãe – Gina riu.

- Então trate de se explicar, mocinha. Você está grávida? Virou um aborto? Vamos, Gina, não me deixe esperando!

- Não é nada disso, mamãe – Gina garantiu, rindo das idéias da outra. – Eu não poderia ter aparatado aqui se fosse um aborto... E eu não estou grávida.

- Graças ao bom Merlin!

A Sra. Weasley não precisou dizer mais nada, o olhar bastou para que Gina dissesse de uma vez:

- Tudo bem, mãe! É o seguinte... Eu estou saindo com um cara, há bastante tempo, e estou indo morar com ele.

- É isso? – Molly Weasley pareceu incrédula. – Porque, se for isso, Gina Weasley, eu juro que te mato por me deixar tão preocupada, garotinha! Namorar faz parte da vida e você já tem idade para isso, eu e seu pai temos que-

- Tem mais, mãe. – Gina interrompeu-a e olhou para os próprios pés. – O homem com quem eu vou morar, quem sabe casar, é Draco Malfoy. – Gina despejou, erguendo o olhar a fim de observar a reação da mãe. Porém, a Sra. Weasley estava estática. – Mãe?

- Draco Malfoy? – foi a primeira coisa que ela disse, após sair do transe. – Eu ouvi direito?

Gina engoliu em seco. Sabia que não seria fácil; nada fácil. – Sim, mãe. Draco Malfoy. Filho de Lucius e Narcisa Malfoy, agora dono da Mansão Malfoy e de tudo que seu pai possuía. Esse Draco Malfoy.

- Eu sei quem é Draco Malfoy, Ginevra. Só não sei porque o nome dele está sendo mencionado aqui. Isso não é hora para brincadeira.

Gina tornou-se séria - Eu não estou brincando. Eu estou me mudando para a Mansão Malfoy hoje mesmo.

- Fred e Jorge não sentiriam orgulho de você. Com tantas mentiras para inventar, foi brincar logo com essa...

- NÃO É BRINCADEIRA! – Gina levantou-se da cadeira. – Eu amo Draco, estou indo morar com ele e quis passar aqui para me despedir, porque eu sabia que a sua reação seria esta!

A Sra. Weasley pareceu absorver as palavras. Ficou com o olhar fixo na madeira envelhecida da mesa por um longo tempo antes de erguer o rosto para a filha. Gina notou que sua mãe não estava nos seus melhores dias.

- Se é verdade... Você ama? Ama mesmo esse rapaz?

- Amo, mãe. Eu tenho plena certeza, agora – Gina respondeu, muito decidida. Tentou deixar a expressão o mais séria possível.

- Mesmo depois de tudo que ele e a família dele fizeram conosco?

Gina assentiu – Draco me ama de verdade, e eu sei que ele se arrepende do que já fez comigo... E com todos nós.

Gina preferiu não revelar a mãe sua incerteza quanto à última parte. Afinal, para ela bastava que o loiro se arrependesse das besteiras que fizera com ela, que eram ao seu ver as piores.

- Há quanto tempo esconde isso de nós, Ginevra? – o olhar especulativo de sua mãe tinha um quê de incredulidade, ainda.

- Desde Hogwarts. – Gina foi sincera. Molly engasgou.

- Meu Merlin. Oh, meu Merlin. – balbuciou a Sra. Weasley, segurando a cabeça nas mãos.

- Eu não vou dizer que sinto muito, porque eu não sinto, mãe. Eu sei que fiz a escolha certa ficando com o Draco. Espero que vocês respeitem isso, porque esta é a minha felicidade.

Gina pôde ver que a mãe estava prestes a dizer alguma coisa, mais um sonoro “pop” as distraiu da conversa; alguém acabara de chegar.

A Sra. Weasley levantou da cadeira ao mesmo tempo em que a porta da cozinha estava se abrindo. Uma fração de tempo depois, Harry Potter e Hermione Granger entraram. Os sorrisos enormes em suas faces se desmancharam por completo ao ver que Gina estava presente.

- Harry! Hermione, querida! – a Sra. Weasley os recepcionou, seu tom de voz ainda um tanto melancólico pela conversa com a filha. Ela não parecia ter percebido a tensão no ar.

- Olá, Sra. Weasley. – cumprimentou Hermione, desviando o olhar de Gina.

- Parece que essa semana todos resolveram desaparecer... Gina só deu as caras há alguns minutos! E vocês dois, por onde andaram?

- Nós estivemos... viajando. – Harry respondeu – Estamos noivos.

Gina prendeu a respiração ao ouvir a noticia. Não conseguir afastar os pensamentos, convencendo-se de que fizera a decisão certa, de uma vez por todas. Observou a morena mostrando o anel de noivado, simples e lindo. Hermione havia, de fato, perdoado Harry. E eles iam se casar, justamente como Gina sonhou que se casaria com ele.

- Noivos! – a surpresa da Sra. Weasley não foi das maiores. – Rony tinha me dito que vocês estavam quase se acertando... Isso é ótimo, ótimo mesmo. Parabéns, meus queridos.

- Obrigado – eles responderam, em uníssono.

- É... – Gina reencontrou sua voz, encarando Harry e Hermione – Parabéns. Estão fazendo a coisa certa.

Ambos pareceram surpresos pela fala da ruiva. Por mais incrível que fosse, Gina queria de verdade que eles acreditassem que ela desejava a sua felicidade. Reforçou seu sorriso e pegou a bolsa que havia deixado em cima da mesa.

- Aonde vai, Gina? – a Sra. Weasley segurou o braço da filha. – Não terminamos. Agora sente-se. E vocês dois também, fiquem à vontade.

Gina gemeu, obedecendo a mãe, mas não sem reclamar. – Por favor, mãe. O que mais quer saber? Eu preciso estar com as malas prontas até as seis da tarde.

- Para onde vai, Gina? – Hermione perguntou, tentando ser cordial. Mas Gina notou que ela não estava tão segura assim, pois segurava forte a mão de Harry enquanto eles dois se sentavam à mesa, ao mesmo tempo em que a Sra. Weasley.

- Grécia – Gina deu um meio sorriso.

- Então é isso? – Molly disse, mordendo os lábios. – Vai mesmo partir, sem se importar com o que eu e seu pai pensamos disso?

Outra vez, a ruiva respirou profundamente. – Já está tudo certo, mãe. Querendo ou não, eu é que mando na minha vida.

- Eu estou um pouco confusa. – a Sra. Weasley segurou a mão de Gina, carinhosa. – Vocês vão morar na Grécia? Pensei que tinha dito “Mansão Malfoy”. – o nome ainda saía com desprezo da boca dela.

- Eu disse – Gina confirmou, vendo Harry e Hermione ficarem apreensivos com o assunto. Eles estavam começando a entender o que acontecia – Eu e Draco vamos passar alguns meses na Grécia, antes de finalmente morarmos juntos.

- Você vai ficar com ele, Gina? – Harry se dirigiu a ela pela primeira vez.

A ruiva olhou longamente para Harry, no fundo dos olhos esmeralda, e sorriu para o homem que amou por tanto tempo, antes de descobrir que na verdade amava Draco.

- Vou, Harry. – ela respondeu, aumentando o sorriso – Você estava mesmo certo, eu amei o Draco o tempo todo.

- Você sabia disso, Harry!? – a Sra. Weasley questionou, aumentando o tom de voz.

- Sabia – ele disse, tímido.

- Não culpe o Harry, mamãe – Gina disse, antes que a mãe pudesse fazer ou dizer qualquer coisa. – Ele não disse nada porque isso é assunto meu. Agora, por Merlin, posso ir embora?

- Seu pai... Ele... Você precisa falar com ele, Gina.

Gina percebeu que sua mãe já começara a inventar desculpas e pretextos para mantê-la na Toca, impedi-la de fazer o que tinha planejado. Por isso, levantou-se de uma vez, sem responder à pergunta.

- Diga ao papai a verdade... E se ele tiver algum objeção, daqui a três meses eu estarei de volta, e então ele pode conversar comigo. – Gina especificou, colocando a bolsa nos ombros. – Adeus.

- Gina? – chamou Hermione, pouco antes da ruiva quase girar e sumir.

- Sim? – ela respondeu.

Hermione trocou um breve olhar com Harry, que a encorajou. – Esperamos, nós dois, que você seja feliz. Mesmo depois de tudo.

Gina sorriu e finalmente aparatou.

- E então? – a Sra. Weasley encarou o casal à mesa. – Para quando é o casamento?

Hermione alegrou-se ao mesmo tempo em que observava o anel em sua mão.

Por fim, começaria a ser plenamente feliz.

N/A:

Eh, pela última vez. Eh, pela última vez eeeeeu quero que promeeeta...

Ok, eu paro. Sou péssima cantora. Assuntos importantes agora...
Sabia que eu já estou com saudade de vocês?! E é por isso que logo tem um epílogo, com NC17 de verdade, pra fechar com chave de ouro.
Enquanto isso, comentem! Me digam o que acharam da minha obra, finalmente terminada, depois de anos.

Até o epílogo (não se preocupem, não tem nada de “19 anos depois”, rsrsrs),
Tha Potter Malfoy.

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