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9. Lavander


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAP 09 - Lavander




Rony caminhava pelas ruelas do bairro onde morava. Adorava aquele local. Era calmo e tranquilo. Todos se conheciam e logo cedo as famílias estavam recolhidas no sossego de suas casas. Não havia bares nem muito movimento, e a facilidade que ele tinha para se locomover era estimulante.


Estava voltando da academia. Gostava de malhar a noite após os ensaios e trabalhos na agência. Adorava descontar toda a tensão e o estresse do dia naquele maravilhoso saco de areia pendurado na sala de boxe da academia, e além de aliviar a tensão, estava ganhando braços ainda mais fortes e definidos. Isso era bom para a carreira.


Viu-se então pensando nela. Precisava encontrar-se com ela e conversarem mais tranquilamente. Ela não era a nora que sua mãe pedira a Deus, muito menos a cunhada que Gina queria para si, mas era uma pessoa interessante... Gostava de sua companhia e estava sentindo falta dos momentos tipicamente quentes com a loira.


É... Precisava conversar com Lavander o quanto antes. Precisava antes de tudo desculpar-se por ter acusado a moça sem prova alguma. Era óbvio que aquela noticia era falsa. O Krum há muito que estava decaindo, e criar esse tipo de fofoca com uma modelo tão cogitada como ela era, de fato, bom para a imagem dele.


Se maldisse por um breve momento. Às vezes, ou melhor, sempre concordava que sua mãe tinha toda a razão. Ela estava certa. Esse mundo de fama era muito incerto, muito improvável, cheio de picuinhas e disse-que-me-disse. Achava engraçado como os irmãos o tratavam agora que tinha mais dinheiro e comprara seu próprio carro e apartamento, mas mesmo assim, faltava algo.
 


É... Fred e Jorge não deram nada por mim quando resolvi me arriscar. 

Pensou e sorriu consigo mesmo, e vejam só onde ele já estava em pouco menos de um ano. Estava financeiramente bem. Tinha, ao menos até agora, uma bela namorada, bons trabalhos para frente, um bom agente e dinheiro sobrando.


Sim, estava bem. Mas não feliz.
Algumas vezes, como nesse momento, se pegava imaginando se sua irmã não estaria realmente certa e que o seu lugar era na chácara dos pais os ajudando como sempre fizera. Se tivesse continuado por lá, certamente agora estaria na mesma situação de pindaíba que os gêmeos, Gui, Percy e Carlos, mas provavelmente estaria feliz, casado e com sorte, com um filho a caminho, assim como Fred.


Sentia falta disso. Sentia falta desse aconchego familiar. Quem sabe não teria continuado o seu namoro com a Suzana. Provavelmente estariam casados... Estariam felizes, de fato! Suzana sempre foi uma ótima namorada e tinha sido criada para a casa e a família, assim como sua mãe. Será que poderia ser feliz com a Lavander, afinal?
 


- Não - respondeu para si mesmo contraindo o rosto um tanto que desgostoso pensando na péssima possibilidade de casar-se com a loira.

Lavander não era do tipo que se deixava levar por esses sentimentalismos que ele insistia em nutrir. Não era nenhum pouco motivada a construir uma família, muito menos com ele.


Sabia que o que ela queria com ele era apenas passar o tempo, assim como ele. Para ela era bom ter um relacionamento com um modelo em ascensão como ele, da mesma forma que era positivamente benéfico para ele aquele envolvimento com a moça.
 


Mas que tipo de relacionamento é esse?

Perguntou-se em pensamento negando-se por estar metido nesse tipo de coisa. Não entendia como se deixou envolver por esse sentimento tão mesquinho e se sentia um crápula por imaginar essas coisas. Lavander é uma mulher bonita, tem um corpo escultural, diferente da maioria das modelos com as quais trabalhara até hoje. Havia curvas... Curvas sinuosas e provocativas e ela sabia usar essas curvas a seu favor quando queria.


Balançou a cabeça ao abrir o portão de entrada do prédio onde morava reconhecendo o carro da namorada na garagem de visitantes. Ficou pensativo, e após cumprimentar o vigia que estava na guarita da madrugada, subiu as escadas para seu apartamento.


Abriu a porta e se deparou com Gina sentada na mesa da sala de jantar envolta em papéis e com uma caneta que deslizava rápida e violentamente. Um laptop aberto um pouco para o lado, seus livros assustadoramente enormes espalhados por cima da mesa e os óculos apoiados quase que na ponta do nariz. Ficava linda assim. Totalmente concentrada.


 


- Não acha melhor ir deitar, mana? Já é tarde e você levanta cedo amanhã, não?


- Não Rony. Não tenho os dois primeiros horários amanhã e estou aproveitando a noite para adiantar minha peça. Criminalística não é nada fácil, e sem o Dino pra me ajudar, fica ainda pior.


- Peça? Peça de teatro? - ele perguntou se sentindo estúpido e ela sorriu pelo nariz.


- Não... É uma Petição Inicial. O que inicia um processo jurídico. Digamos que é  o que pretendemos pedir ao juiz.


- Hum... Se acha tão complicado, por que quer seguir essa área então?


- Porque preciso fazer alguma coisa de útil pelos mais necessitados. Já que não tenho tanto dinheiro como você para jogar fora, preciso fazer isso de outra forma.


- Tudo bem, tudo bem... Você que sabe e eu não tenho dinheiro sobrando assim como você pensa, ok? Mas me diz uma coisa... E o Dino? Terminaram mesmo?


- Aparentemente não - Gina falava e continuava sua escrita frenética - Mas estamos vivendo um relacionamento muito mais de fachada que o seu. Não gosto do envolvimento dele com essa Indústria Malfoy.


- Mas é um bom emprego pra ele, não é?


- Sim, mas ele poderia conseguir estágio em um lugar menos corrupto.


- Sei que ele recebe muito bem. Deve ser por isto então.


- Não... Com certeza tem outra coisa - Gina finalmente parou e fitou a tela do notebook pensativa, virando em seguida para o irmão - Tenho certeza que tem mais alguma coisa no meio disso tudo. Não sei no que ele tem se envolvido... Ele não quer me dizer.


- E o que você vai fazer?


- Por enquanto nada - falou virando-se novamente para o papel - Vou continuar como já estamos. Gosto muito dele, mas se descobrir que ele está envolvido com as falcatruas daquele povo, sou capaz de matá-lo.


- Deixe de bobagens, vocês se gostam. Devem estar juntos.


- Sim, eu gosto, mas não o amo. Não sei... - ela o olhou sonhadora - Sabe aquele sentimento verdadeiro? O desejo de estar constantemente ao lado, ajudando... Aquele sentimento que não tem explicação? - ele concordou com a cabeça - Não é o que eu sinto por ele. Tenho me desgostado muito e não sei como vamos ficar daqui pra frente.


- Espero que se resolvam então.


- Valeu Roniquinho... E antes que você tenha um susto, sua barbie está no seu quarto, e pelas roupas que ela está usando, acho que veio fazer as pazes... Mas por favor, não façam muito barulho, estou realmente precisando adiantar essa peça.


- Arh Gina...


- E deixe de ser besta e desfaça essa cara idiota antes que suas orelhas peguem fogo. Sei muito bem o que ela veio procurar aqui hoje essa noite e sei muito bem que você anda precisado desopilar a mente, então sossega, só não façam tanto barulho. Não preciso informar que imaginar você tendo esse tipo de momento é vertiginoso, pra não dizer repugnante.


 


Rony avançou para o quarto sem ao menos responder a irmã. Passou a mão nos cabelos e cheirou discretamente as axilas para ter certeza que não estava fedendo como imaginava estar. Agradeceu aos que inventaram o desodorante antitranspirante.


 


- Oi Ron...


 


A voz da moça saiu gutural. Ela expirava sexo e ele fechou a porta atrás de si. Lavander estava sentada sobre a cômoda que ele tinha em seu quarto. As pernas cruzadas, as mãos apoiadas sobre a madeira, os cachos dourados descendo provocativamente pelos ombros, emoldurando-se ao busto semi exposto.


Usava um vestido preto que Rony acreditou ser impossível que pudesse existir um mais curto. Da forma como havia cruzado as pernas era possível enxergar de leve o tom vermelho da calcinha. Na frente do vestido havia um zíper que ia desde o decote até a barra e estava ousadamente aberto, deixando a mostra o contorno do busto firme e arredondado.


Ela levantou-se sensualmente e aproximou-se dele como uma gata que acabara de entrar no cio. O salto alto a deixava ainda mais provocativa e os olhos brilhavam como se houvesse fogo dentro deles.


 


- Me desculpa ta? - ele conseguiu falar enquanto sentia os lábios da moça roçarem seu pescoço.


- Eu que preciso te pedir desculpas - ela falou ainda mais provocante - Você estava no seu direito de se sentir intimidado, e ao invés de tentar te explicar os fatos, eu apenas me enfureci e te deixei lá... Sozinho... Não deveria ter feito isto.


- Não... A culpa foi minha - ele falou em meio aos beijos.


- Eu senti sua falta - ela beijou o pescoço do ruivo, que arfou.


- Posso imaginar - a voz do ruivo saiu difícil.


- Olha só - ela colocou a mão dele sobre seu peito por dentro do decote - Sente meu coração, como bate rápido só de estar perto de você...


 


E assim os dois caíram sobre a grande cama de casal que o ruivo tinha em seu quarto. Mais que imediatamente o pequeno vestido usado por Lavander encontrou o chão, graças as facilidades do único zíper que tinha, e os seios a mostra foram rapidamente abocanhados por um Rony cheio de desejo.


As roupas dele também foram rapidamente retiradas, e em questão de segundos, o short e a camiseta que usava estavam igualmente espalhados pelo chão. Os dois sentiam um desejo incontrolado e queriam saciar essa vontade o quanto antes.


E eles se saciaram o quanto puderam, ou enquanto seus corpos suportaram. Essa era a forma que Lavander tinha para se desculpar, e Rony realmente não reclamava nenhum pouco dela.


 


~~~


 


O quarto estava em uma penumbra envolvente. As luzes estavam semi apagadas e uma espécie de luminosidade azul era a única que clareava o cômodo. A cama era enorme, quadrada com uma base de couro estofado na parede. Lençóis e travesseiros incrivelmente brancos estavam dispostos sobre ela, emaranhados dos momentos de sexo vividos há alguns momentos.


O homem estava deitado quase que na lateral da cama. O corpo nu era um verdadeiro monumento a ser vislumbrado. Peito forte com músculos saltando, abdome bem desenhado e braços e pernas bem torneadas, graças às muitas horas dedicadas à academia.


A mulher estava deitada sobre ele. A pele era incrivelmente alva e contrastava os olhos negros. O corpo, diferente do companheiro, era magro e esguio, muito bem desenhado e delicadamente torneado.


Ela foi a primeira a levantar-se. Caminhou pelo quarto até o barzinho e pegou uma garrafa de whisky. Serviu-se e preparou outra para o homem ainda deitado. Voltou para o aconchego da cama e sentou-se ao lado dele, lhe entregando o copo com a bebida enquanto bebericava o seu.


 


- O que faremos então? - a voz rouca do homem preencheu o quarto.


- Precisamos de um bom plano. Algo que não nos envolva de forma alguma.


- Disso eu já sei, Pansy. Quero saber o que vamos fazer.


- A primeira coisa que você tem que fazer é deixar de ser tão burro, Victor. - a mulher tomou mais um gole de sua bebida.


- E você deveria me respeitar mais.


- As pessoas precisam merecer meu respeito. Não o concedo a qualquer um.


- Preciso dar um jeito naquele ruivo idiota. Tem pegado todos os meus trabalhos e ainda por cima não acreditou na matéria da revista.


- Você também... Vai publicar isso numa revista de fofoca. Deveria ter buscado uma revista mais conceituada, ou um jornal. E se ele tem levado seus trabalhos, é porque você é um drogado incompetente que não serve pra nada.


- Olha aqui sua vadia - ele segurou a mulher pelo pescoço - É melhor você ter cuidado como fala comigo. Não gosto de ser ofendido.


- Acaso estou mentindo - ela falou quase sem ar, enquanto segurava a mão do homem.


- É melhor se concentrar no que devemos fazer - ele falou e a jogou sobre a cama.


- Eu vou dar um fim na Lanvaderzinha idiota - a morena falou alisando o pescoço - E você se vira com o estúpido do Weasley.


- Por que você tem tanta raiva assim da Lanvander?


- Porque ela é uma idiotazinha metida à modelo e muito sem sal. Não tem metade dos meus atributos e se sai bem melhor que eu. Embora não seja isso o que quero pra minha vida, preciso tirar esse tipinho do meu caminho.


- O que vai fazer?


- Surpresa meu querido búlgaro, mas não se preocupe, rapidinho você saberá.


- Que tipo de cúmplices nós somos afinal? Você precisa me ajudar da mesma forma que eu tenho ajudado você.


- Você não tem me ajudado em nada, Krum. Não seja estúpido. Tenho feito tudo sozinha.


- Como é que é? Como assim tem feito tudo sozinha?


- Sim... Isso mesmo. Sempre sou eu que crio e planejo tudo e...


- Sempre sou eu que executo suas ideias mirabolantes.


- Mesmo assim, se não fosse por mim, nada seria feito. Você não pensa em nada que dê certo.


- Acho que você precisa entender como as coisas funcionam por aqui...


- Não funcionam de jeito nenhum. To nem ai, ok? Agora para de falar tanta besteira e me beija logo. Já estou de saco cheio dessa conversa irritante.


 


~~~


 


Os raios de sol entravam acanhados pelas frestas de vidro da janela semi aberta. A mulher abriu os olhos pesadamente e fechou-os com força, irritando-se com aquele brilho incômodo.


Virou o rosto para o outro lado e encontrou o namorado deitado de bruços com o rosto virado para o outro lado. Não poderia nunca negar: Ele tem um corpo digno de Lavander Brown. Sorriu


É bonito e simpático, além de ter um futuro promissor pela frente. Estavam se dando bem agora e, finalmente, haviam feito às pazes depois de quase duas semanas sem se falar. É... Ele era difícil, mas ela sabia que ele jamais resistiria ao charme dela.


Levantou-se devagar e o olhou novamente. Estava realmente relaxado. Os braços seguiam o caminho do corpo de forma desordenada. Uma das pernas estava por baixo do lençol, e a outra estava totalmente à mostra.


O caminho de seus músculos era realmente provocativo. Os pelos arruivados que ele insistia em conservar davam a ele um ar mais másculo que os demais modelos que ela conhecia. Percorreu o corpo dele com os olhos e suspirou profundamente quando seus olhos fitaram os glúteos tão bem desenhados.


As costas estavam cada vez mais trabalhadas e ele tinha a cada dia mais complementos que a deixavam encantada, para assim não dizer, desejosa. E era esse o desejo que eles sentiam um pelo outro; um desejo de corpo, uma ligação de pele. Buscavam nos corpos um do outro os desejos mais ocultos que maneavam em suas mentes.


Seguiu tranquila para o banheiro e após fazer suas necessidades, ligou o chuveiro deixando a água em uma temperatura agradável. Fazendo um coque nos cabelos e prendendo com uma caneta que ela encontrou no quarto, entrou embaixo do chuveiro, sentindo a água morna relaxar seus músculos.


 


- Devia ter me chamado - ela ouviu a voz do ruivo e virou-se.


- Não quis te acordar. Você estava dormindo tão tranquilo que preferi vir na frente.


- Mas agora estou bem acordado, e com muita vontade de tomar banho...


- É mesmo - ela sorriu provocativa - Só não sei se o espaço do banheiro é o suficiente para nós dois porque eu não pretendo sair daqui tão cedo.


- E quem disse que eu quero que você saia daí? - a voz dele era provocante.


- Se quiser, podemos tentar caber os dois aqui - o tom dela era igual.


- Ótimo! - ele entrou no box apertado e a contraiu contra a parede.


- Só não molhe meu cabelo - ela advertiu e foi rapidamente calada pelos lábios ágeis do homem.


 


E eles brincaram com suas mãos explorando os corpos um do outro. Rapidamente ele já estava completamente excitado e ela o estimulava ainda mais com uma das mãos que estava livre.


Em poucos minutos a caneta que prendia os longos cabelos dourados estava caída e era banhada pela água que escorria dentro do box. Estavam de pé, em uma posição que pareceu confortável aos dois e mais uma vez deixaram o desejo que sentiam ser aflorado e saciado.


Quando estavam juntos, era sempre assim: a pele falava muito mais alto que o bom senso e a razão. A vontade que tinham de se sentirem era maior que qualquer outra vontade e os corpos exalavam sexo e desejo assim que se encontravam e se tocavam.


Era puro desejo: Era a realização de suas fantasias. Não havia sentimento naquilo, e Rony sentiu-se mal ao pensar naquilo durante uma transa. A olhou nos olhos e ela sorriu ainda mais provocante. Nunca diziam que se amavam ou que tinham, ao menos, carinho um pelo outro. É realmente assim que pretendo viver? Pensou.


E realmente não era aquilo o que havia aprendido com os pais e com os irmãos. Era o amor que movia a todos da pequena, mas sempre acolhedora, casa Weasley, e era o amor que os mantinha sempre unidos, mesmo quando tinham apenas sopa de cogumelos ou mingau de aveia para comer.


Havia passado por muitas coisas na chácara dos pais e de longe havia tido uma infância fácil, mas sempre fora feliz, porque sabia que tinha os seus ao seu lado para apoiá-lo sempre.


Colocou a cabeça sobre o pescoço da namorada fechando os olhos e tentando afastar aqueles pensamentos para concentrar-se no momento. Os movimentos que ela fazia contra seu corpo e o seu membro o ajudou a concluir o que havia começado.
Ela era realmente uma mulher fantástica, mas não era de fantasias que pretendia viver, e muito mais importante que ele, para ela, era sua fama, e ele sabia disso.


Nunca teria um relacionamento verdadeiro com ela e estava achando que o mais sensato agora seria realmente se afastarem um pouco... Mas como poderia suportar o desejo de estar com ela? Como poderia suportar o desejo de sentir o seu corpo contra o dele?


 


- Você está bem? - ela perguntou após alguns segundos parados.


- Sim, estou - ele respondeu automaticamente e ela sorriu quando ele a olhou e a colocou de volta no chão - Estava apenas tentando fixar as sensações na memória...


- Nossa... Quanto romantismo Rony...


- É... Sou assim às vezes - ele falou sem graça.


- Bem... Preciso ir - ela falou um pouco mais afoita - Não sei que horas são e tenho ensaio bem cedo hoje.


- Tudo bem então. Hoje tô de folga.


- Que bom!


- Ehr... Lavander... Acho que vou passar o fim de semana na chácara dos meus pais. Gostaria de ir e conhecê-los?


- Hum... Não leve a mal Rony, mas não sou muito fã de mato e essas coisas. Seus pais não poderiam vir passar um fim de semana por aqui? Ai então poderíamos sair juntos - ela falou enquanto se vestia. Ele estava apoiado no umbral da porta enrolado na toalha.


- É... Pode ser - falou um pouco desgostoso, mas ela não percebeu - Vou perguntar pra eles.


- Vou adorar sair com eles. Vai ser bem divertido.


- Tudo bem então.


- Se desistir do passeio, me avise. Podemos passar o fim de semana juntos ok. - ela falou dando um leve selinho, e em seguida saiu.


 


~~


 


Mais um capítulo. Espero que gostem...




E sim, a história da Luna é bem triste mesmo. Esse senhor x é uma pessoa inescrupulosa e o Lucio Malfoy tem prazer em realizar suas atrocidades.


Comentem e obrigada por seguirem a fic ^^

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Comentários: 5

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Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Um capítulo todinho do ruivo mais querido da galera! aeaeaeaeaeaeae!!
Muito bom ver o que está se passando na cabeça do Ron, mas muito triste ver que por mais que ele tenha tudo que muitas pessoas desejam, ele ainda não o mais importante que é o amor... Mas relaxa Roniquito, Hermione ta ai pra isso! auhauahuahauha
Seguindo >>>> 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Van Vet em 26/01/2013

  Talvez, quem sabe... rsrsr, por esse capítulo ser completamente Ron, eu tenho AMADO. As descrições do corpo desse rapaz me deixaram com aquele risinho abestalhado no rosto (sim, ataque de Romilda), mas, tadinho, ao mesmo tempo foi triste. Como um moço lindo desse pode não ter ninguém que o ame? 
   Ron é muito bom, puro e ingênuo pra se misturar nesse mundo fútil e é natural que ele esteja começando a sofrer e botando a mão na consciência, afinal seus valores são muito fortes.
    Espero que ele se toque logo que todo esse falso glamour não é pra ele...

 BJOS! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 27/09/2012

Demorei para ler esse capitulo, mas consegui \O/ - bem a demorar é porque estou fazendo um curso e passo boa parte do dia fora de casa, ai só tenho a manhã para ler, e agora que vim tirar um tempinho a noite - e que capitulo. Menina...Você escreve tão bem sobre o Rony que não senti falta de muitos personagens ai não, é claro que estou louca de curiosidade para saber como a Pansy e o Krum vão agir para "detonar" o casal do momento. Agora, se ele já deu uma mancada com a fofoca sobre o suposto relacionamento dele com a Lavander acho que ele vai fazer mais besteiras...-Se bem que uma hora ele pode acertar na mosca né ?  -Sobre a relação do Ron e da Lilá vixeeeeeeeee o Ron é romantico fofo e sonha em ter uma familia - é claro que ele  não é um santo, longe disso - enquanto a Lilá...Nossa dá pra ver que ela não quer algo realmente serio com ele... - maluca essa Lavander kkkkkkk . 
Eu tava rindo aqui, quando o Rony perguntou a Gina "Peça ?" eu pensei a mesma coisa que ele KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK serio, o capitulo foi ótimo, já tô louca por mais e pra saber sobre quem o capitulo vai falar...
Uma coisa que estava reparando aqui é que sempre aparece alguém do mal no capitulo, Senhor x, Malfoy, até mesmo os modelos do mal O.O 
Beijoos *-*  

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Eliana de Albuquerque Lima em 27/09/2012

Adorei o capitulo, embora tenha morrido de ciúmes ao lê-lo, por causa do Rony e da Lilá, mas você soube descrever o relacionamento deles de forma clara e direita, onde podemos perceber que o envolvimento dos dois é baseado simplesmente na luxúria e no interesse. Sem nenhum sentimento mais profundo, somente o desejo, o sexo. Ainda bem que ele começou a perceber que isso não tem futuro (menina eu pensei que o Ronald fosse broxar naquela hora no banheiro, KKKKKKKK). Não gosto desse Viktor mau, assim com você não acha a Lilá vilã, eu considerou o Viktor um completou cavalheiro, companheiro, um amigo pra toda hora. Mas, como sempre você foi brilhante na sua narrativa. Minha linda não demore a postar.

Bjos.  

P.S.: Vamos ter um capitulo como esse descrevendo o relacionamento da Mione e do Cormago?

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Violettaa em 27/09/2012

Wow... Fiquei tão impressionada com a fic que acabei não comentando em todos os capítulos como pretendia, primeiro Lucio Malfoy e uma pessoa (se e que se pode chamar ele de pessoa) horrível e senti muita pena de Draco ter que ser obrigado a fazer atrocidades em nome de senhor X, Adorei a sinceridade de Gina, E todos os momentos fofos de típicos irmãos que se são Super bem entre Harry e Hermione, a historia de Luna e realmente triste e temo que sua vida corra um risco enorme por causa de um certo senhor Malfoy, o trecho que Tom Riddle matou o motorista só para descontrair me deixou estupefata nossa que cara frio, e esse Cormaco e muito cheio de mistérios talvez ele trabalhe para um certo Malfoy também já que Hermione não sabe aonde trabalha, ele é perfeito demais, ele realmente tem que começar a desconfiar...
Vamos agora ao divo, perfect, tudo de bom Ronald Weasley que agora conseguiu tudo que sempre sonhou mas sentiu falta daquele sentimento especial e de formar uma família Super fofo ele adorei o trechinho que ele e Mione se encontraram brevemente, Estou ansiosa para saber como ele e Harry irão se conhecer, e como Astoria entra na estória...

Nossa estou amando sua fic realmente ótima você escreve Super bem, e consegue ligar todos os acontecimentos tão bem que acaba prendendo o leitor de uma forma perfeita...

Esta demais show...Parabéns...

Aguardando ansiosa o próximo capitulo, se estiver tão bom como todos os outros eu sei que vai valer a pena a espera...


Beijo, beijo ^_~            
 

Nota: 5

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