FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

8. Di-Lua Lovegood


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Cap 08 - Di-Lua Lovegood


 


Luna estava realmente apreensiva. Toda a força e ousadia que havia sentido durante a conversa com Draco Malfoy havia caído agora que conversava com seus amigos. Estava realmente em uma posição complicada: Não poderia deixar suas pesquisas e projetos de lado, mesmo assim, seria difícil continuar depois de uma ameaça.


Suspirou profundamente chamando a atenção de todos os que estavam presentes naquela sala. Olhou e os encarou, mas não comentaria mais nada. Não poderia e nem deveria envolver os amigos naquele assunto.


 


- Você tá bem Luna? - Romilda perguntou vendo que a amiga estava distante.


- Estou sim, Milda. Só estou pensando em alguns projetos que tenho que entregar e estão meio que atrasados.


- Ah... Você também está tendo aulas com o seboso chato do Snape não é? - Romilda perguntou irritada - Nunca vi um professor tão chato e encrenqueiro. E ainda por cima, ele é sociólogo. Como uma pessoa tão irritante pode ser sociólogo? E o pior, como pode ser responsável por 70% das turmas dessa faculdade?


- Não acho o prof. Snape tão mal assim - Hermione comentou - Ele é um homem muito sábio e dá pra perceber na forma que ele fala o quanto ele deve ter vivido. Ele me parece bem sábio. Uma pessoa misteriosa também...


- Ah Mione, sem essa - Harry irritou-se - Não existe um único professor que você não admire. Você não conta mesmo. E o Snape é um chato seboso e ranhoso sim, irritante e insuportável, e mentiroso e...


- Harry, você não pode falar assim de um professor - Mione defendeu.


- Posso sim. Apenas o trato como sou tratado. Não lhe devo respeito se ele não faz o mesmo comigo.


- Você não faz um mínimo de esforço para tentar melhorar a convivência de vocês, Harry.


- Isso não é minha obrigação. Ele me odeia desde que eu era criança, então, eu não vejo motivos para tentar melhorar nenhum tipo de convivência.


- Como é? Você e o Snape se conhecem desde que você era criança? Que história é essa? - Romilda assustou-se.


- Sim - Harry respondeu sem muita alegria - Ele é um primo distante do meu pai. O único parente vivo do meu pai que eu tive o desprazer de conhecer. E ele fez questão de me irritar a vida inteira.


"Vive falando mal do meu pai desde que me entendo por gente por motivos que só existem na cabeça dele, e mesmo quando eu fui morar na casa da Mione, ele fez questão de continuar me irritando por lá também.


- Só acho que o professor queria saber de sua saúde, de sua educação. Como único familiar vivo conhecido, acredito que você deveria ter um mínimo de respeito por ele.


- Não, Mione, não dá.


- Cara... Que história fantástica essa de vocês. - Romilda arregalou os olhos - Meu... você é sobrinho do ranhoso.


- É, mas não espalha tá legal - Harry irritou-se - Já basta eu saber. Não iria gostar de saber que toda a faculdade sabe disso.


- Beleza. Nem se preocupe. Claro que não vou falar pra ninguém. Isso é uma coisa de vocês, e valeu ter confiado em mim para contar.


- É Romilda, mas todos sabemos que você tem a língua meio... solta - Cho falou e sorriu.


- Ah, japa, não irrita - Romilda rebateu.


- É sério Milda - Hermione falou - Não queremos que ninguém saiba sobre o que conversamos aqui, tudo bem?


- Tudo sim, Mione. Não vou contar pra ninguém. Eu sei diferenciar fofoca de coisa particular - falou irritada para Cho, que apenas sorriu.


- Valeu Milda - Harry falou - Agora deixa eu ir na frente que não tô nenhum pouco a fim de ter mais alguns pontos reduzidos por aquele chato do Snape.


- É aula dele? - Milda perguntou compadecida.


- Sim.


- Então se apresse Harry - Mione falou - E tente não criar confusões com ele - Hermione falou pesarosa.


- Não sou eu Mione. O problema é simplesmente um: ele me detesta.


- Você também não ajuda Harry. Por favor, tá. Não deixa a cabeça ferver, certo?


- Tá. Tchau então - beijou a face da irmã e com um selinho rápido em Cho deu até logo aos demais e saiu.


- Vou indo também pessoal - Luna finalmente se fez ouvir - Preciso falar com o professor Dumbledore. Vocês sabem onde ele está?


- Tive aula com ele agora Luna - Milda falou - Esse horário dele é livre, mas tem umas pessoas da turma que ele tem orientado.


- Vou tentar mesmo assim. Obrigada.


- Boa sorte Luna. Espero que consiga falar com ele.


- Valeu.


- Boa sorte Luna - Hermione falou mais comovida.




Luna percorreu os corredores da Faculdade em busca do professor de Antropologia mais conhecido e requisitado daquele lugar, e como já era de se esperar, havia uma pequena multidão de alunos esperando para serem monitorados por ele.


Sentou-se no banco do corredor em frente a sala do professor e esperou que os demais alunos fossem atendidos pelo mestre, e assim, pouco a pouco, os alunos foram se dissipando até que finalmente sobrou apenas ela.


 


- Bom dia professor Dumbledore.


- Bom dia senhorita... Lovegood, não é isso? - o senhor sorriu.


- Sim senhor, sou eu. - a moça sorriu e entrou.


- No que este velho pode ajudar uma das moças mais espertas dessa faculdade? E pelo que ouvi falar, atualmente famosa - o homem sorriu carinhoso.


- Obrigada pelo elogio professor Dembledore, mas não sou tão famosa assim.


- Ah... Não foi o que eu ouvi, mas vamos ao ponto. Como posso ser útil?


- Bem professor... Não se trata na verdade de uma ajuda acadêmica. Eu gostaria de pedir um conselho ao senhor, se não for muito incomodo.


- Incomodo algum minha jovem. O que houve?


- Bem... Estou passando por um problema um pouco grave de se resolver. Como o senhor já comentou, acabei fazendo um pouco de sucesso devido a uma matéria que publiquei no jornal aqui da faculdade...


- Uma matéria maravilhosa, diga-se de passagem.


- Sim. O problema é que, como sempre, a verdade está sendo abafada.


- Como assim senhorita?


- Eu recebi uma visita inesperada na edição do jornal daqui.


- Quem foi?


- Um dos Malfoy - o velho balançou a cabeça ponderando a informação.


- E o que ele queria com a senhorita?


- Me ameaçar.


- Ameaçar?


- Sim senhor. Disse que seria melhor que eu me afastasse desse meio, que deveria publicar uma nova matéria me desculpando e afirmando meu equivoco e que eu parasse de investigar a respeito.


- E eu suponho que a senhorita não tenha aceitado a proposta.


- Não. Eu neguei de prontidão, mas depois de conversar com uns amigos eu... Não sei. Acho que não fiz o certo. Eles são poderosos afinal e podem fazer o que quiserem.


- Está desistindo, senhorita Lovegood?


- Na verdade, eu não sei ao certo o que fazer professor, por isto vim procurar o senhor. Não é do meu feitio desisti de algo no qual acredito, muito menos aceitar chantagens, mas não posso negar que seria um tanto que imprudente de minha parte me meter com pessoas de índole tão duvidosa como os Malfoy.


- Realmente, a senhorita tem razão. E embora agradeça por sua confiança, sinto não poder ajudá-la. Somos os únicos responsáveis por nossas escolhas senhorita Lovegood e são essas escolhas que nos asseguram do certo ou do errado.


“Sei que é uma situação complicada a sua, mas apenas você será capaz de ponderar os prós e contras e dizer se realmente vale a pena continuar desmascarando os Malfoy, ou se simplesmente se esquivar e proteger-se é o mais sensato a fazer.”


- Meus amigos acham que o melhor que tenho a fazer é deixar as coisas como estão. Não me meter mais, mas sinceramente, eu não acho que deveria parar.


- Então acredito que a senhorita já tomou sua decisão - o velho sorriu satisfeito.


- É... Acho que sim professor. Obrigada pela ajuda.


- Mas eu não ajudei em nada minha filha, apenas fiz com que visse o que realmente desejava.


- Ajudou sim professor. E eu agradeço muito.





Luna voltou a caminhar pelo corredor. Como havia demorado, não havia quase ninguém na faculdade e certamente deveria ser quase hora do almoço. Seguiu para a sala onde editava o jornal, afinal tinha uma matéria a terminar.


Abriu a porta e estranhou encontrar Hermione e Harry na sala. Provavelmente, estavam esperando por ela, mas o semblante dos amigos não era o dos melhores e a olhavam de forma assustada, nervosa talvez. Viraram-se rapidamente, ficando de frente ao computador assim que a viram chegar.


 


- O que houve? - Luna perguntou assim que fechou a porta - Que cara de espanto é essa de vocês?


- Como foi com o Professor Dumbledore? - Mione perguntou, ainda com a expressão contraída.


- Como deveria ser. Ele falou e falou um monte de coisas não compreensíveis, e no fim, me esclareceu tudo o que eu queria. Me fez entender o que eu realmente queria.


- E pelo seu sorriso, acredito que vai continuar com a ideia das matérias? - foi a vez de Harry perguntar.


- Sim. Não vou me intimidar. Vou fazer o que eu puder pra acabar com essa loucura. Eles estão acabando com o nosso bairro, com a nossa cidade. Está tudo indo por água abaixo... Uma poluição sem fim, e eu vou denunciá-los até onde puder.


- Luna, é melhor você pensar bem sobre o que você está fazendo.


- Já pensei Mione. E o que vocês estão escondendo ai atrás?


- Nada. - Hermione pareceu ainda mais nervosa.


- Certo, saiam da minha frente e me deixem ver o que tem nesse computador.


- Não é nada de importante Luna, de verdade - Harry falou sem muita convicção.


- Tudo bem então. Fechem a página e saiam da minha frente, mas saibam que eu vou restaurar o que vocês fizeram nesse computador durante a minha ausência e vou saber, mais cedo ou mais tarde, o que estavam vendo e estão tentando me esconder, beleza?


 


Harry e Hermione se olharam. Trocaram aquele olhar cumplice que só existe entre irmãos. O olhar que apenas os irmão conseguem entender. Percebeu que Harry respirou fundo antes de lhe voltar o olhar e os dois se afastaram pesadamente pensando se era aquilo o que realmente deveriam fazer.


Na tela do computador, aparentemente havia um blog. Um blog criado a pouco e que levava o nome de Mistérios Tenebrosos da Universidade de Londres. Achou meio bizarro logo de inicio. Havia algumas coisas relacionadas aos professores, textos sobre um caso de um original de prova misteriosamente desaparecido e mais ao canto, com uma foto consideravelmente maior que as demais, Luna se reconheceu.


 


- Mas que bosta é essa? - disse sentando-se na cadeira ocupada a pouco por Hermione, reconhecendo além de sua foto, o seu nome em um post que parecia ser o principal.


 


Loucuras de Di-Lua Lovegood


Todos conhecem, ao menos que de vista, a Luna, ou Di-Lua Lovegood. Garota até bonita, diga-se assim de passagem, e que cursa Biologia, mas que tem demonstrado que é bem mais que apenas um rostinho bonito e idiota.


Responsável pela coluna ambientalista, leia-se natureba, da nossa Universidade, ganhou recentemente certo prestígio ao escrever uma matéria acusando a Indústria Malfoy de poluição.


Até onde se sabe, a Indústria Malfoy é a maior geradora de empregos de nossa cidade, ou de nosso país, e muito me assusta uma garota que vive à custa dessa mesma Indústria se levantar para ofender. Seu pai, o não menos maluco, Xenophilius Lovegood, recebe uma bolsa pomposa da dita empresa, que se solidarizou com o fato de Di-Lua ter ficado órfã de mãe tão cedo, e os ajuda até hoje.


Sim, sim... Sabemos que há pessoas que tem um desejo enorme de aparecer e de estar no centro das atenções, e desta, realmente não se desvia a mocinha de grandes olhos azuis-acinzentados e longos cabelos amarelos, que se diz uma defensora do Meio e de Animais Indefesos.


Prezo muito pela saúde e pelo meio, mas acho que seria de certa forma, injusto de nossa parte, apedrejar uma empresa, a Indústria Malfoy, que tanto tem nos ajudado por causa de uma ou outra complicação. E infelizmente, a senhorita Lovegood não se deu ao trabalho ao menos de pesquisar: achou que seria muito mais gratificante acusar logo de cara, mas a Indústria Malfoy é inteiramente ligada ao verde, participa do sistema de reflorestamento e proteção aos seres vivos.


É... Parece que não foi dessa vez que Di-Lua conseguiu acertar. Só espero que ela tenha um mínimo de bom senso e pense muito bem antes de escrever bobagens sobre pessoas ou Empresas que tem contribuído constantemente com o bem e o crescimento de nossa querida cidade.


Continuem ligados.


Ass. O Editor


 


- Mas que merda é essa? - ela perguntou novamente, mais para o computador que para os dois que estavam com ela.


- Não sabemos Luna. Estávamos usando o PC e essa janela abriu do nada com esse blog. - Hermione respondeu aflita.


- Como assim? Quem é esse tal Editor?


- Não sabemos. Parece que a pessoa tem assistido muito Gossip Girl. - Harry tentou brincar inutilmente.


- Mas que loucuras essa criatura escreveu aqui... Meu pai não recebe porcaria de bolsa nenhuma. Ele sempre recusou. E foi por culpa dessa bosta de Empresa que minha mãe morreu. Eles não se preocupam em nada com o meio ambiente, muito menos com reflorestamento. Que loucura é essa? Isso só pode ser brincadeira de vocês, não é?


 


A garota tinha os olhos acinzentados muito mais esbugalhados que o normal. Olhava para os amigos crendo que era uma brincadeira boba dos dois, mas a expressão dura que eles tinham enquanto negavam com a cabeça mostrava que não. Aquilo era real. Existia alguém contra ela, alguém que estava tentando denegri-la e estava conseguindo, considerando o teor e quantidade de comentários.


Não poderia ser gente dos Malfoy. Seria muita idiotice da parte deles fazer isso com ela, e eles não parecem muito do tipo que fazem brincadeiras. Sentiu, por fim, um soco gelado no estômago, virou a cadeira com rodinhas de frente para os amigos, respirou profundamente e falou:


 


- Preciso descobrir quem fez isso.


- Como vai fazer isso Luna? - Hermione ficou nervosa.


- Não sei, mas vou dar um jeito de descobrir.


- Luna, por favor, por nossa amizade... Tenha cuidado. Você está se metendo com pessoas perigosas e que não costumam brincar em serviço - Hermione completou.


- É muito provável que a Indústria Malfoy esteja ligada ao tráfico e ao tal senhor x. - Harry falou pesaroso.


- Esse tal idiota senhor x - Luna falou elevando a voz - Ele é outro. Vocês tem acompanhado o que tem acontecido? Isso tudo é uma máfia. Uma máfia de poderosos que acham que são deuses e tem o direito de brincar com a vida das pessoas.


"Eu não vou me intimidar por uma porra de um blog e de um talzinho editor. Vou continuar fazendo tudo o que estava fazendo, vou investigar e não tô nem ai se eles vão me matar, me sequestrar, me chantagear ou me torturar. Devo isso a minha mãe e eu vou fazer.


- Luna...


- Não Hermione. Não adianta. Eles mataram minha mãe. Ela trabalhava naquela Indústria nojenta e conseguiu um cargo de confiança lá dentro. Era uma ótima funcionária, mas teve o azar de descobrir as falcatruas deles... Aquela Indústria é uma fachada... Ali dentro rola de tudo além de poluição.


“Minha mãe descobriu quando eu tinha uns seis anos o que eles estavam fazendo: Contrabandeando armas e drogas, e se isso já não fosse bastante, eles contrabandeavam mulheres e crianças para prostituição. Sabe o que minha mãe fez? Os enfrentou. Os denunciou e sabe o que aconteceu? Ela foi encontrada morta dentro do carro da maravilhosa Indústria Malfoy. E sabe o que a justiça fez? Se vendeu. Minha mãe foi violentada e estrangulada dentro das dependências daquela porcaria de Indústria, e todos eles se safaram. A justiça não fez absolutamente nada. Deram o caso como acidente automobilístico, mas o que era mais interessante? O carro estava intacto.


 


Luna tinha os olhos cheios de lágrimas, e essas banhavam seu rosto com intensidade. Hermione adiantou-se para a amiga e a abraçou sentindo no fundo de sua alma uma dor lancinante. Talvez tenha se colocado na situação da amiga, sempre tão alegre e cheia de vida, mas que guardava um passado tão dolorido.


Pensou, talvez, em sua mãe, em uma situação tão complicada, em algo tão difícil de superar. Uma mãe morta, cruelmente assassinada. Entendia agora o ódio que a amiga sempre nutriu por essa empresa, e mesmo que não fosse a favor da loucura que a amiga, estava pensando em continuar com essas investigações. Decidiu ajuda-la como pudesse.


 


- Desculpa Mione, Harry... Desculpa - ela soltou-se do abraço enxugando o rosto - Vocês não tem nada a ver com isso, não é mesmo?


- Somos seus amigos Luna - Harry se prontificou - E o que os amigos fazem é partilhar os momentos, sejam eles bons ou maus.


- Não imaginava que esse era o motivo que te mantem sempre tão inspirada a lutar contra essas injustiças... E eu sinto muito. Jamais poderia imaginar que fosse algo tão grave Luna. Me perdoe por ter sido contra você tantas vezes...


- Tudo bem Mione, você não tem culpa mesmo. Aprendi a conviver com isso, com essa dor, com essa mágoa, e acredito que tentando destruir essas pessoas seria uma forma de vingar minha mãe. Sei que você não concorda com meus pensamentos, mas eu não consigo pensar que minha mãe foi barbarizada e eles continuam ai, alegres e sorridentes como se nada houvesse acontecido.

- Eu entendo, de verdade. 


- Vocês, ao menos, tem ideia de quantas pessoas devem passar pelo mesmo que eu diariamente? Vocês conseguem contabilizar quantas famílias são destruídas por essas pessoas horrendas todos os dias? Quantas crianças tem que passar pelo mesmo que eu passei e passo até hoje? Essas pessoas não tem sentimentos Mione, não tem amor algum dentro deles e disseminam esse desamor por onde passam. Crianças são arrancadas de suas famílias como pagamentos de dívidas. Os meninos são obrigados a trabalhar pesado, são humilhados, torturados... E as meninas, muitas das vezes, crianças de cinco ou seis anos, são levadas para a prostituição. Mulheres são violentadas e mortas das maneiras mais tristes como pagamento de dívidas.
Essas pessoas são o que podemos descrever como monstros. E eu sei que vocês devem estar se perguntando como eu sei dessas coisas, mas meu pai não é louco como as pessoas costumam pintar. Desde a morte de minha mãe, ele tem investigado muito sobre todos e descobriu as coisas mais absurdas que vocês podem imaginar.


- Isso tudo é absurdo - Hermione estava espantada, ou indignada, ou revoltada.


- Que tipo de gente é essa? - Harry estava igualmente chocado.


- Gente do pior tipo, Harry. Gente que se acha superior e nem ao menos tem a coragem de se mostrar. Se escondem por trás de empresas fantasmas ou através de pseudônimos como o perverso senhor x.


- Esse tal senhor x já apareceu bastante na tv e nos jornais.


- Sim, ele é uma incógnita. Ninguém sabe quem seja, se é homem ou mulher. Apenas se sabe que ele é o chefe de tudo isso, e que faz mais de trinta anos que é procurado. Ele pode ser qualquer um na verdade, mas é escorregadio como uma lesma ensaboada.


- Eu vou tentar te ajudar Luna.


- Eu também - Harry concordou com a irmã - Mas evita se expor demais por enquanto.


- Tudo bem - ela sorriu ainda avermelhada do choro - E obrigada por me ouvirem. Acho que isso estava me matando e eu precisava mesmo desabafar. Mas não precisam se envolver em nada. Não quero que se prejudiquem. Eu os amo demais para pensar que poderiam sofrer por minha culpa.


- Vamos te ajudar sim - Hermione a abraçou - Não sei ao certo como, mas vamos te ajudar. Eu prometo.


 


 


~ ~


 


 


Nossa Lana Sodré... Muito obrigada mesmo pelos comentários. Fico feliz que esteja gostando ^^


 


Aos demais, agradeço se puderem deixar suas impressões também.


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tati Hufflepuff em 13/11/2013

Caraca, que capítulo tenso!
Concordo com a Van e acho que Draco não foi ameaçá-la, até pq ele é diferente do pai... A história da Luna é mt triste, fiquei com muita pena e torcendo pra que ela não se machuque na sua missão contra as incústrias Malfoy...
Seguindo e curtindo muito a trama >>>> 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Van Vet em 26/01/2013

  Chocada aqui... :( 
  Eu não estava simpatizando muito com a Luna até agora. Estava achando ela meio chatinha e implicante, até porque nunca curti muito sua personagem. Mas, depois desse capítulo, me deu uma dózinha, da vida dela, do pai, da mãe... e dos ideais pelos quais ela anda lutando. 
   Harry e Mione estão certos em apoiarem-na, pois juntos eles podem ter mais força do que com ela só.
   E o Draco, coitado, sempre tendo que pagar pelo pai... Certamente ele foi alertar a Luna e não ameaça-la como deu a entender.
 
   Seguindo nesse trillher de suspense...  

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 21/09/2012

Eu tô amando, nossa concordo com a Eçiana, historia triste a da Luna :/ coitada da garota. E acho que Draco foi ameaçá-la sendo obrigado, tipo, acho também que ele meio que tem que se libertar desse pai dele, como pode ? O cara é um montro, tão monstro que bate na mulher , no filho, que faz miserias e acha que é uma coisa boa. E o pior que isso acontece de verdade na vida real :/ 
Dumbledore sempre  sábio *-* Eu amei o capitulo flr
beijoos! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Eliana de Albuquerque Lima em 21/09/2012

Querida o que eu posso falar? Simplesmente maravilhoso o capitulo e essa fic é de tirar o fôlego. Nossa que história mais triste essa da Luna, tomara que ela consiga o seu objetivo  e começe a se agarrar logo com o Neville. 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.