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23. Minerva McGonagall


Fic: A VIDA DE UM MAGO H-G -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 23 Prof.ª Minerva McGonaggall



- Cara, ainda bem que está atrasada a Prof.ª McGona... - O sorriso que estava na cara de Harry ia diminuindo conforme a gata que estava em cima da mesa saltava e se transformava lentamente na Prof.ª McGonagall, para, no fim, ficar com a boca aberta em choque. Se ela queria matar Harry do coração quase conseguira.


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- Senhor Potter...- disse McGonaggall - o Senhor poderia me responder o motivo de sua demora ou está proibido de falar também? - disse sarcástica, ainda com raiva do episódio do retrato.

- Professora... me desculpe, mas não foi culpa minha o atraso, eu fiquei após a aula de poções porque assim mandou o Prof. Snape.

- E qual seria o motivo? - perguntou ríspida.

- Sinceramente... - colocou a cabeça fingindo estar confuso - o motivo da detenção só Merlin sabe, mas era para me disser qual seria.

- Detenção no segundo dia, Senhor Potter, isso não combina com o cargo de monitor-chefe. - disse severa.

- Menos 5 pontos serão descontados de sua casa pelo atraso, espero que faça de tudo para que isso não se repita! - disse se virando e andando ao encontro de sua mesa.

- O que eu posso fazer professora? Minerva parou de andar e se vira para ele com uma sobrancelha levantada.

- Sabe, eu, como todo mundo, tenho que respirar... - começou ele o mais sarcástico possível, estava puto da vida - ele tirou 80 pontos de mim em duas aulas, sendo dez porque eu respirei alto demais, e ainda por cima me dá uma detenção?

Minerva abaixou a sobrancelha por uma fração de segundo, e quem a conhecia melhor veria que estava arrependida, mas logo colocou sua máscara e disse:

- O professor Snape com certeza teve os seus motivos, mas se está em dúvida sobre estes, eu o aconselho a perguntar diretamente a ele, para que isto não se repita - e se virou claramente tentando encerrar o assunto, mas Harry estava tão puto da vida que não viu e logo respondeu resmungando:

- Se eu tivesse dúvidas sobre o por quê uma quimera querer me devorar a senhora me mandaria ir lá perguntar o por quê também?

Minerva se virou calmamente e disse:

- Detenção, senhor Potter, e fique após a aula para combinarmos a detenção. E claro, eu te falarei sobre o motivo da mesma - disse sarcástica. No início achara que Snape estava pegando no pé de Harry por uma rixa antiga com os marotos, mas depois que o próprio tirou ela do sério duas vezes em dois dias, começou a pensar que a culpa era dele.

A aula foi um desastre, ele estava com tanta raiva que não conseguiu se concentrar em nada perdendo mais 10 pontos para sua casa. Toda vez que tentava se concentra escutava a voz de McGonaggall “sabe, senhor Potter, eu não gosto nada de tirar pontos da minha casa, mas se não se esforçar serei obrigada. Ah, e isso não seria nada bom para o senhor”. Aí a raiva vinha toda novamente e não saía nada que prestaste. Tinha que fazer um copo comum virar uma xícara de chá. A única da sala que conseguiu na quinta tentativa fora Hermione, e só no final da aula alguns alunos da Corvinal também conseguiram. Todos fizeram progressos, em várias xícaras faltava apenas a alça e muitos estavam menores. O pior, sem dúvidas, era o seu, que em vez de diminuir, no fim da aula estava parecendo um balde.


O sino tocou anunciando a hora do almoço. Ninguém se levantou até a Prof.ª Minerva assim autorizar. Era impressionante como ela tinha o poder sobre sua turma , ele viu todos saindo e ele novamente ficando pra encarar a fera; Rony deu uma olhar solidário ao amigo e pela segunda vez no dia Harry achou graça e pensou em apelidá-lo como o olhar do si-fu. Quando todos saíram ordenadamente, Harry pensou: ”se não usasse varinha nessa aula seria pior que a aula do Binns, pelo menos lá você pode dormir”.

Diferente de Snape, assim que terminou a aula Minerva começou:

- Sabe, senhor Potter, sei eu que você será um bruxo muito poderoso e temo por isso, pois as atitudes que vem tomando não são as melhores.

Harry pensou “agora ela vai querer me mandar pra sonserina que ver... ou será que ela também acredita naquele jornaleco, só falta a Rita escrever que eu sou um comensal mirim ou o novo você-sabe-quem”

- Eu era professora na época que seus pais estudavam aqui, e sabe, seu pai até o sexto ano, junto com seus amigos, foram os maiores causadores de confusões que já passaram por Hogwarts que se teve notícias. Não sei o que eles faziam mais. É fato que raramente eram pegos fazendo algo; conseguiam se safar quase sempre, mas saiba que não me enganavam, eu sabia que era eles.

- E se o senhor estiver mesmo pensando em seguir os passos deles, saiba que estarei com os dois olhos no senhor... Sua detenção será limpar a sala dos troféus sem magia, esteja às 20 horas no sábado na porta do salão comunal. O senhor Filth ira acompanhá-lo.

- Sobre o motivo da detenção, antes que me esqueça, é sobre sua respiração, ou melhor dizendo, sobre como o senhor fez a pergunta. Sabe, não é bom para seu currículo usar sarcasmo com seus professores. - disse Minerva sarcástica - mesmo que esses assim o respondam.


- Sim senhora... vivendo e aprendendo, não? - ate disse se contendo para não dizer umas poucas para ela.


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Harry, para evitar azarar o primeiro que o enchesse pelos pontos perdidos, não fora almoçar no Salão Principal, comera na cozinha e, diga-se de passagem, melhor que lá em cima, pois foi servido como um rei pelos elfos.

Para completar o dia de nosso herói, mais duas aulas entediantes de História da Magia “o que diabos eu tenho que saber que dia os Duendes conseguiram firmar tratado de relação com os bruxos”.

Olhou no relógio. Ao fim das aulas eram 5 da tarde, seguiu em direção ao salão comunal com Rony ao seu encalço:

- Vamos fazer uma reunião dos marotos o mais rápido. Vamos achar Fred e Jorge temos muito o que planejar - disse Harry a Rony, que concordava com a cabeça.

Meia hora depois...

- Harry, os três Weasley estão na porta, posso mandar entrar? Perguntou Jack, que escovava seu cavalo.

- Pode sim, Jack.

O que seguiu foi uma tremenda confusão. Logo que entraram, os gêmeos saltaram fogos de artifício dentro do quarto, o que provou não ser uma boa idéia como pensaram.

Rony, no primeiro estralo, entrou de baixo da cama. Os gêmeos haviam ensaiado uma dancinha, cantando uma canção improvisada à qual deram o título de “Cicatriz...Cicatriz rei das detenções” estavam felizes da vida quando os rojões bateram na parede e no teto e começaram a quicar pelo quarto inteiro. Jorge teve que se jogar no chão para um não lhe arrancar a cabeça, mas Fred não teve a mesma sorte. Um acertou-lhe bem no peito, mas apenas bateu e voltou, parra sorte do maroto, que apenas fora jogado na cadeira onde explodia pegava fogo. A sorte fora que Harry era bom no feitiço de água senão...

Após o ultimo estouro, Harry usou o feitiço aquosa para apagar o pequeno incêndio a tempo de não queimar todo seu quarto, um silêncio se apossou do local.


- Vocês...vocês... -f ora a única coisa que Harry conseguira falar por alguns instantes. Jogou-se no sofá para tentar fazer seu coração voltar para o lugar, pois achava que estava seu céu da boca .

Quando viu que acabaram os estouros, Rony colocou sua cabeça para fora para ver o estrago da brincadeira dos irmãos e ficou aliviado que ninguém tinha se machucado, dizendo:

- Pelo que eu me lembro, a idéia do grupo era aprontar com os outros e não contra os membros seus malucos...

- Cara, eu acho que eu não chego aos 15 desse jeito, meu coração não agüenta. Primeiro o Snape e a McGonagall, depois isso – disse Harry com a mão no coração.

- Galera foi mal...

- Melhor, foi péssimo...

- Com certeza, caro irmão, mas veja, achamos...

- Uma nova utilidade para estes fogos - disseram os gêmeos, que a princípio estavam assustados, mas no final estava gargalhando. Harry, que estava sentado todo largado em uma das cadeiras, com a mão no coração, não agüentou e começou a rir daqueles dois malucos.

Rony, por debaixo da cama, olhava para os três como se tivessem três cabeças cada, e balançava a cabeça em sinal de reprovação.

Após a confusão inicial os gêmeos ensinaram a Harry e Rony o feitiço “reparo”, e com isso arrumaram todo o quarto de Harry.

- Sabe Harry... como somos peritos em... confusão de todas as formas... esse e o feitiço é nossa especialidade!”


Quando terminaram, Harry começou:

- Hoje a McGonagall me falou que os Marotos foram os maiores causadores de confusões que já passaram por Hogwarts que se teve noticias, e que ela não sabia o que eles faziam, mais era fato que raramente eram pegos, pois conseguiam se safar quase sempre, e pensando nisso cheguei a conclusão. Que apesar de tudo, ainda somos amadores, e para resolver isso tive algumas idéias.

Os gêmeos escutavam como se estivessem em um culto, Rony escutava e pensava ao mesmo tempo “se minha mãe sonhasse que eu to no meio dos rolos dos gêmeos, aiaiai...”

- Primeiro vocês terão que aprender o básico de oclumência, pois mesmo que as informações que os professores consigam a técnica da legilimência não possa ser prova contra nós, ainda pode nos causar muitos problemas. Oclumência e difícil, mas com o livro que eu tenho fica muito fácil, pelo menos o básico, e ninguém vai conseguir usar legilimência em vocês sem usar a varinha. Infelizmente, terão que ler aqui, pois este livro, além de raro é proibido. Pelo que o Aluado me contou, apenas inomináveis podem comprar um desses, e se alguém pegá-los, vocês podem ser expulsos e eu preso.

- Vamos ler e treinar aqui todos os dias, e claro, vamos começar a fazer nossos planos contra nossos alvos - disse Harry, com o que todos concordaram.

- Assim que terminarem com o básico vamos começar as transformações em animagos. Uma técnica ajuda a outra - Disse Harry, e assim começaram.

Já eram dez da noite quando Rony disse:

- Por hoje basta, eu to morto de fome - seguiu-se um ronco de seu estômago assustadoramente alto, o que provocou risada de todos menos de Rony, que ficara da cor dos cabelos.

- Rony com fome? - Disse Harry sério.

- Isso nunca... - disse Fred o olhando preocupado...

- Realmente nunca, meu caro Fred... - disse Jorge, que parecia estar analisando o irmão

- Acontece!!!! - disseram os três rindo de se acabar.

- Rony saiu bufando, deixando os três para trás.

- Hei vocês dois - Harry chamou vendo os gêmeos seguirem para a saída atrás de Rony - Tem como trazerem alguma besteira qualquer pra comer?

- Tem sim, mas por que...

- Não vem com a gente?

- Não quero topar com a Stivens- Harry disse displicente.

- Sem problemas, vamos correr...

- Senão, não chegamos a tempo. Até...

- Cicatriz.

Assim que saíram, Harry entrou na sala secreta e contou sobre o terrível dia aos avós. Godric ficara indignado com a atitude de Snape, e se estivesse vivo, o tinha posto para correr de seu castelo, Rowena, mesmo sendo muito serena, ficara indignada em relação às detenções “onde já se viu um descendente meu limpando banheiro, e sem magia!!!”.

- Harry...- começou Godric - nós esperávamos que você aprendesse mais um pouco de magia antes de receber o resto de sua herança, mas infelizmente nem tudo o que se quer conseguimos, então teremos que acelerar as coisas.

- Infelizmente - começou Rowena, já na moldura do marido – só os artefatos que irá receber não vão adiantar de nada, então você terá que treinar, e em tempo recorde, certas coisas, pois não posso admitir tais abusos contra você, meu neto! - disse Rowena seriamente, sendo apoiada pelo marido.

- Mas eu não tenho tempo para quase nada! As aulas, os treinos de oclumência e meus estudos em animagia com Aluado, que devem estar para começar, além dos deveres... não dá tempo! - disse Harry já preocupado, pensando se teria que marcar tempo para a simples tarefa de respirar.

- Com isso todos nos arrumamos, querido - disse Rowena calmamente.

- Apenas não se deve fazer isso levianamente, pois alem do corpo a mente também precisa de descanso- disse Godric.

- Não estou entendendo nada - Harry estava jogado no sofá frente à lareira.

- Certo...- disse Godric - Primeiro você trará seus elfos Dobby e Wink para ajudá-lo, eles não podem fazer mágicas fora do seu quarto, pois o diretor seria informado na mesma hora que há criaturas não autorizadas no castelo.

- Confiem em nós meu neto...- disse Rowena - Agora vá e busque os dois, leve uma mala que está em baixo de minha mesa, mande os elfos colocarem tudo o que precisam dentro dela. É só encostar a mala e desejar que tal objeto entre que entrará, independentemente do tamanho. Serve apenas para objetos e não tem limite e nem pesará mais por estar vazia ou não, peça para porem comida e objetos para se montar uma cozinha, além de todos os livros que estão no seu cofre e nas casas, agora vá.

- Certo...- disse Harry desanimado. Além de estar com fome, passaria outra noite fora do castelo. A única coisa que o confortou seria que seu pai onde quer que estivesse, estaria contente com ele como maroto.

Pegou seu mapa, a capa, deixou aviso para os gêmeos que teve que sair com Jack e seguiu rumo à passagem secrete que levava para o jardim, pois os portões há muito tempo estavam fechados.

Chegando nos jardins, seguiu para o salgueiro lutador e nem se deu o trabalho de imobilizá-lo, pois estando invisível o salgueiro não o notaria, tão logo passou pelo buraco na base do salgueiro correu até a casa dos Grito.

- Dobby,Wink e Grampo - disse Harry, colocando os pés na casa sendo escutado de imediato três cracks.

- Mestre Harry Potter, senhor, chamou Dobby, Dobby veio - disse o elfo saltitando de ansiedade e alegria.

- Mestre Potter - disse Grampo em uma reverência.

- Mestre Harry Potter, Wink estar aqui - disse fazendo uma exagerada reverência.

- Como vão, meus amigos? - perguntou sorrindo.

- Dobby sente muita falta do mestre - disse o elfo de orelhas mochas.

- Os negócios estão indo muito bem, senhor. - disse Grampo estufando o peito.

- A casa está tão vazia sem o mestre e o senhor Lupin em casa, Wink quase não tem serviço - disse Wink com um olhar triste.

-Tenho uma notícia que irá agradá-los. Então, o que vocês acham, Wink e Dobby, de morarem em Hogwarts comigo?


Os dois elfos ficaram malucos por uns minutos “Dobby muito feliz, Dobby ir morar com o mestre!!!Dobby ir sim, Dobby ir !!!” Wink era mais contida, mas mesmo assim saltitava, e os olhos que eram esbugalhados estava mais ainda e cheia de lágrimas “Wink vai onde mestre mandar e se mestre estar lá Wink ir mais feliz ainda”.

- Certo, então vamos ser práticos, pois esta já é quase meia noite - disse Harry, e os elfos pararam na mesma hora de saltitar para cumprir as ordens dele.

- Grampo, pegue essa mala e vá a Gringotes pegue todos os livros que lá esteja, bem como todos os das casas. É só encostar na pilha de livros e desejar que entrem e assim será. Por favor, faça isso o mais rápido e volte.

- Wink, traga algo para comer que estou morto de fome. Depois, junte os itens para montar uma cozinha, bem como tudo o que você poça precisar, Não se preocupe com a quantidade ou tamanho, a bolsa agüenta. Empilhe tudo em um canto para ser mais rápido. Quando Grampo voltar com a bolsa, chamo você.

- E, instantaneamente, Wink desaparatava e aparatava de volta com uma enorme bandeja de comida.
- Obrigado, Wink!Agora deixe em cima da mesa e vá providenciar o restante.-disse Harry, e a elfa no mesmo instante desapareceu fazendo uma reverência.

- Dobby, junte tudo o que você precise para continuar as investigações e traga para cá - disse Harry

- Sim senhor - disse o elfo, e em uma reverência sumiu num estalo.


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