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19. Um Novo Mundo


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Dezenove – Um Novo Mundo

“Eu nunca te agradeci por ser sempre assim”
Pela Última Vez – NxZero


Hermione escolheu sua roupa com muito cuidado e capricho. Antes de entrar para o seu banho, despachou uma coruja pedindo para Harry encontrá-la num restaurante bruxo próximo ao Hyde Park.

Ela estava segura de si e esperava fazer as pazes com Harry, mas somente se ele aceitasse seus termos. Nunca mais queria passar por algo parecido com o que os últimos dias haviam sido. No fundo, Hermione sabia que Harry a amava verdadeiramente e que não repetiria o erro.

A morena, com o mesmo sorriso no rosto, desaparatou para o restaurante onde havia marcado o encontro, às quinze para as oito. Para garantir que Harry seria comunicado do encontro, ela enviou seu patrono para confirmar que ela já o esperava no “Caldeirão Dourado”, o nome do restaurante.

Ao chegar, ocupou uma mesa que havia reservado ainda no escritório de seus pais. O garçom veio gentilmente e Hermione pediu uma batida com abóboras e rum enquanto aguardava. Não podia impedir sua boca de formar uma meia lua que insistia em se expandir cada vez mais, conforme os minutos se passavam.

Cinco minutos após oito horas, Hermione começou a achar que ele não viria, afinal Harry não costumava se atrasar. Descobriu, entretanto, que estava enganada quando viu o elegante e sempre chamativo Harry Potter sair da área de aparatação.

Ele foi guiado por uma garçonete até onde Hermione estava, e logo estava pedindo a própria bebida. Ao vê-lo sorrindo, sem saber se o seu sorriso seria maior que o dele, Hermione sentiu pontadas no estômago apenas em pensar sobre a noite que os esperava, pressupondo que Harry concordasse em tê-la de volta.

A garçonete se fora em um segundo, e Harry tornara-se para encarar Hermione.
- Você não poderia ter me deixado mais feliz. – ele disse.

Hermione assentiu – E você não poderia me deixar mais nervosa! Achei que não viria...

- Mas eu só me atrasei meia hora, Mione! – Harry levantou as mãos, na defensiva, mas divertido. – Espero que meu atraso tenha valido a pena.

- O que estava aprontando? – ela perguntou, olhando desconfiada.

- Se você for um pouquinho paciente, verá logo. – ele sorriu, erguendo o copo de alguma bebida que acabara de ser trazida. – Além disso, eu estava no meio de uma tarefa importante quando seu Patrono me alcançou. Não podia deixá-la inacabada.

- Tudo bem, eu fui impulsiva, nem ao menos pensei nisso.

- Não é porque você não está trabalhando que as outras pessoas também não estejam, Srta. Granger! – Harry brincou. Hermione riu junto, mas logo parou, pois o motivo de seu afastamento do trabalho lhe veio à mente. Seria difícil voltar a entrar naquele escritório e rever a cena presente onde Malfoy a tomava à força.

- Eu... Eu pretendo voltar a trabalhar assim que estiver confortável com isso. Não gosto muito da idéia de ficar tanto tempo longe, mas é mais forte do que eu. – ela desabafou.

- Eu entendo perfeitamente. Desculpe por ser um tanto insensível. – ele falou, segurando a mão de Hermione sobre a mesa e acariciando a parte de cima.

Hermione sentiu-se aquecida por dentro, algo que só Harry despertava. – Tudo bem.

Algum tempo depois, eles pediram o jantar. Conversaram trivialidades e relembraram fatos engraçados, alguns embaraçosos, de suas vidas, sobretudo na adolescência. Muitas risadas depois, o garçom veio perguntar se eles gostariam de ver o cardápio de sobremesas.

- Hoje não vamos querer nada, obrigado.

- Mas, senhor, temos a melhor Torta Gelada de Framboesas Selvagens de toda a Grã-Bretanha, ela foi eleita pela terceira vez consecutiva. – o garçom tentou convencê-los diante da recusa de Harry.

- Vamos deixar para a próxima. Mas eu agradeço. – Harry prosseguiu – Se pudesse nos trazer a conta...

- Sim, senhor.

Hermione observou o garçom partir.

- Você nem mesmo perguntou se eu queria sobremesa. – ela comentou, fingindo-se chateada.

- Eu não disse que você não ganharia sua sobremesa. Eu apenas recusei a sobremesa do restaurante. – ele sorriu, malicioso. Cada fibra do corpo de Hermione tremeu e arrepiou-se com a proposta cheia de segundas, terceiras e quartas intenções.

- Harry...

- Seja paciente, minha linda – ele disse, levando os dedos à face dela e acariciando-a. – Você confia em mim, certo?

- Eu... Acho que sim. Harry, eu...

- Escute... Eu não espero que você esqueça o que eu te fiz tão rápido assim. Eu entendo, de verdade. A única coisa que eu quero é esta noite, para te provar o quanto eu mereço o seu perdão.

Hermione sorriu de modo nervoso, elevando acentuadamente o lado direito da boca. Seu coração faltava sair pela boca quando o garçom chegou com a conta, a qual Harry insistiu em pagar sozinho. Logo, eles estavam de mãos dadas, aparatando para algum lugar desconhecido à morena.

Tudo estava escuro, onde quer que eles estivessem agora. Hermione apenas guiava-se pela mão de Harry quando eles começaram a caminhar lentamente pelo que parecia ser um corredor. O silêncio predominava de tal maneira que só ouviam a madeira do chão rangendo e as próprias respirações.

- Harry? – ela chamou, em voz baixa, mas que ele pudesse ouvir. – Onde estamos?

- Não reconhece o lugar? – ele devolveu a pergunta.

- Não consigo ver nada! – ela disse, ao mesmo tempo em que passavam por uma janela e o lugar ficou exposto à luz da lua. Observando a vizinhança lá fora, e o estilo da casa, ela lembrou-se de onde conhecia aquele lugar. Estavam na casa onde Harry a levara na primeira vez em que estiveram juntos. – Oh, Harry... – murmurou.

A claridade estava diminuindo conforme eles avançavam, mas ela ainda podia ver o fino sorriso nos lábios do moreno. Ele abriu uma porta à direita deles, puxando Hermione para dentro. A visão que encheu os olhos dela trouxe uma sensação de frio na barriga.

Da última vez em que estivera ali com Harry, a casa parecera-lhe levemente abandonada; nada comparado ao que estava hoje. Aquele quarto era uma amostra de como o lugar ficaria lindo se bem cuidado.

Havia uma cama de casal encostada à parede à sua esquerda, com lençóis vermelhos de seda e muitas almofadas brancas. Uma trilha de velas flutuava no ar, levando até o outro lado do quarto, onde uma mesa tinha sido caprichosamente preparada com sorvetes, caldas e outros doces.

O frio na barriga ficava mais intenso a cada segundo. Harry olhou para ela como se pedisse aprovação, e Hermione sorriu para ele. Tomando a outra mão de Hermione, ele guiou-a até a mesa e puxou uma cadeira, onde ela se sentou.

- Esse é o motivo de ter me atrasado para o jantar. – ele disse, enquanto ele mesmo sentava-se no lado aposto ao dela. – Eu posso ter arrumado o quarto rápido usando magia, mas quis fazer a sobremesa de forma Trouxa. Espero que tenha ficado bom.

- Você sabe que eu adoro quando você vai para a cozinha, Harry – ela admitiu, rindo em seguida. – Tenho certeza de que está maravilhoso.

- O que quer primeiro? – Harry sorriu, pegando um pratinho de sobremesa para servi-la.

Ela escolheu sorvete de morango com framboesas e calda de chocolate, enquanto Harry preferiu um pedaço de torta de maçã. Eles comeram em silêncio por um longo tempo, tanto que ambos começaram a ficar desconcertados. Entretanto, o contato visual dos dois era constante, o que fazia Hermione ruborizar.

- Hermione... – ela ouviu ser chamada e ergueu os olhos de seu sorvete quase terminado para ver que Harry estava de pé. A respiração dele estava descompassada, ela podia ver pelo movimento dos músculos do abdômen, assim como a dela logo ficou. Harry deu dois passos em sua direção, contornando a mesa, e abaixou-se até encostar os lábios na testa de Hermione.

Harry aspirou o ar tão forte que tinha certeza de que não iria esquecer o cheiro dos cabelos de Hermione nunca mais. Os dois fecharam os olhos e Hermione postou as mãos nos ombros de Harry, puxando-o para baixo de modo a fazer seus lábios finalmente se encontrarem; Era inegável que eles ansiaram por esse momento a noite toda.

A boca úmida e com gosto doce de Harry a fez ficar aquecida por dentro. Durante o tempo de abstinência, o que mais sentira falta em Harry fora o beijo sempre carinhoso que eles trocavam, justamente como este. Pena que eles não podiam durar para sempre.

- Harry... – ela suspirou, de olhos fechados. Sentia a respiração morna do moreno esquentando suas bochechas, boca e nariz. – Antes de fazermos isso... Eu quero você me prometa uma coisa.

- Qualquer coisa para ter você de volta, ou ao menos te ver feliz – ele passou os dedos delicadamente pelos cachos bem definidos da morena.

- Você vai me ter de volta. – ela disse, seus lábios formando o início de um sorriso. – Não seria possível que eu ficasse longe de você. Mas eu preciso estar segura, Harry. Você me deixou sem defesas, virou tudo o que eu acreditava de ponta cabeça quando me apunhalou pelas costas daquele jeito.

- Se é disso que você precisa, eu prometo. – ele disse. – Prometo o que você quiser, mesmo não precisando prometer nada, porque eu jamais te machucarei de novo.

- Estou contando com isso, meu amor. – ela murmurou antes de captar os lábios finos, mas cheios de vida de Harry.

As mãos firmes de Harry a puxaram para cima, seu corpo levantou da cadeira e colou ao dele. Sem perder tempo, Hermione puxou as costas de Harry para si e explorou ainda mais a sua boca, usando dentes e língua.

- Eu te amo, Hermione. Tanto...

A morena perdeu o último fio de controle com a declaração. Só soube que, momentos depois, os dois caíram na cama demasiadamente confortável, Harry por cima dela. Ele continuou o beijo, com intenção de mostrar a ela o quanto ele realmente queria dizer com “Eu te amo”.

Ela fechou os olhos e se deixou levar. Seus outros sentidos estavam mais aguçados do que nunca; Ela podia ouvir a respiração de Harry ofegando em seu ouvido, podia sentir o gosto e o cheiro dele por aquele beijo e a proximidade entre eles. E. é claro, podia tatear à vontade, o que fez com prazer.

Harry demonstrava estar seguro, mas quando as mãos de Hermione percorreram suas costas ele estremeceu. Finalmente teria o que queria ter com ela. O que antes aconteceria pelos motivos errados, agora parecia tão certo quanto a morte. O rapaz sorriu durante o beijo, preparando-se para tirar sua camisa.

Hermione gemeu, frustrada, quando Harry deixou seus lábios para se livrar das roupas. Ele ficou de pé por alguns instantes, tirou os sapatos, ajudou-a a tirar os dela, arrancou a camisa e logo pulou outra vez nos lençóis, capturando sem demora o beijo de Hermione, quente e vital.

Harry já estava mais do que excitado com o que a noite prometia, e sua luxúria só fez aumentar no momento em que Hermione envolveu a cintura dele com suas pernas. Ele podia sentir a parte mais intima do corpo da mulher colada à sua própria, porém a barreira de roupas os mantinha separados. Faltava tão pouco para poder completá-la, torná-la só sua...

Ele subiu as mãos da cintura de Hermione para as roupas dela, retirando-as de forma calma, diferente do que fez com as suas. Ela pareceu se irritar com tal ato, pois quebrou o beijo para tirar a roupa por si só. Mandou a blusa para o chão, deitando-se outra vez sob ele. Ao admira-la apenas vestindo lingerie, Harry sorriu e guiou as mãos para tocar os seios dela.

Hermione arqueou as costas e sibilou coisas que nenhum dos dois pôde entender, mas que não importavam. Ela investiu os quadris contra os do moreno e colocou suas mãos sobre as dele, para que ele pressionasse mais os seus seios. Harry estava ansiando para terminar aquilo de uma vez, porém queria deixar tudo especial, algo que ele mesmo nunca tivera.

Então, voltou aos modos calmos para despi-la de seu sutiã e poder apreciar a vista. Os mamilos de Hermione estavam muito rígidos e a pele ao redor deles, arrepiada. Com um sorriso repleto de desejo, ele inclinou a cabeça e beijou o pescoço dela, lambendo devagar até atingir o mamilo esquerdo.

Foi inevitável para Hermione apertar as pernas que prendiam o corpo de Harry, ampliando o contato de suas intimidades. Ela soltou gemidos mais altos e periódicos à medida que Harry engolia e apalpava seu colo. Por todo o lugar que a língua dele passava, ela sentia queimar a pele. O paraíso chegou quando Harry sugou com mais intensidade e mordeu levemente um de seus seios.

Nenhum dos dois podia mais agüentar. O calor que rodeava seus corpos os impulsionava a continuar tirando as peças de roupa, uma a uma, até chegarem a ponto da total nudez, exceto pelo fino tecido da calcinha de Hermione, que os impedia de continuar.

As mãos do moreno correram pela lateral do corpo de Hermione. Ele segurou sua cintura, pressionando o quadril no dela e prevendo o que estava por vir, não fosse a calcinha. A fricção entre o membro ereto de Harry e o pedaço de pano o levava à insanidade, tamanha urgência.

O nome dela escorreu pelos lábios de Harry. “Hermione” era tudo que ele via, sentia, tocava, pensava... Nada mais era importante, apenas aquele momento.

- Herm... – ele disse, incapaz de dizer o nome dela por inteiro – Eu não sei se essa é a hora, mas eu quero... Eu quero muito... Que você seja minha, da maneira certa.

- Oh, Harry... – Ela abriu os olhos para encará-lo; o fôlego também escapava à morena – Eu sou sua, você só precisa continuar para ter a confirmação, amor.

- Eu... Você não entende... Eu não te quero só agora. – ele disse, sua voz diminuindo de tom. – Quero você para sempre.

O contato visual permitiu a Harry ver os olhos dela enchendo-se d’água. A morena tornou a fechar os olhos, como se quisesse guardar aquele momento num lugar especial de sua mente. Quando os reabriu, ela estava serena, mas seu peito ainda arfava.

- Por favor, Harry... – ela disse, descendo ambas as mãos até a calcinha. Sem que Harry saísse de cima dela, Hermione tirou a última barreira. – Eu preciso de você, dentro de mim; Te desejo tanto que parece querer explodir.

E Harry a invadiu.

A sensação inconfortável do membro dele projetando-se num espaço relativamente pequeno foi passando conforme ele avançava, pouco a pouco. Nenhum dos dois pôde observar a expressão de prazer do outro, pois estavam de olhos fechados, curtindo o prazer e euforia do ato.

Harry apoio uma das mãos na cintura de Hermione com firmeza e a outra o segurou para não cair sobre ela. Ele investia devagar, podia sentir as partes de Hermione o envolvendo.

Aumentou o ritmo, puxando a cintura dela para cima e para baixo. Além da velocidade de suas estocadas, os quadris dela fazendo movimentos circulares tornou tudo ainda mais incrível.

Hermione nunca pensou que seria assim, a mais pura plenitude. A cada vez que Harry ia mais a fundo, ela gemia mais e mais alto, até o momento em que gritar o nome dele ficou fora de seu controle.

- Oh, Harry... HARRY...

Aquilo foi demais para o moreno agüentar. Queria segurar o máximo e fazê-la chegar ao clímax, mas Hermione não ajudava gritando daquele modo; Então, Harry gozou e deixou o interior dela ainda mais quente e cheio de líquido, já que o seu se misturou aos que Hermione liberava.

Sem se dar ao trabalho de sair de dentro dela, Harry levou a mão da cintura dela até seu clitóris, massageando a região. Estava tão molhada que os dedos dele deslizavam na pele macia, arrancando os gemidos mais excitantes que Harry já ouvira. Estava determinado a dar prazer a Hermione, a faze-la sentir como ele estava agora.

Com os dedos de Harry a satisfazendo e ele ainda completamente enterrado nela, Hermione mordeu o lábio inferior para conter os leves espasmos que tomavam conta de seu corpo. Harry era ótimo naquilo, o que garantiu que Hermione também gozasse, alguns segundos depois, seu corpo tremendo de prazer.

Harry deixou seu corpo cair na cama ao lado dela, finalmente deixando-se descansar. Instintivamente, buscou a mão da morena e a segurou com carinho. Deu um olhar breve na direção de Hermione e viu que ela estava quase adormecida. Mas pareceu se enganar quanto a isso, pois ela abriu a boca e disse, em tom baixo:

- Eu quero de novo. E de novo, e de novo, e de novo...

Harry riu. – Faremos quantas vezes você quiser. Ou quantas meu corpo agüentar.

- Comece a entrar em forma, senhor Potter.

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O que despertou Hermione na manhã seguinte foi o forte cheiro de ovos e bacon que, de alguma forma, invadia o quarto, assim como inoportunos raios de sol. A irritação por acordar com a luz já tão forte passou tão logo a morena lembrou da noite anterior; Ela sorriu.

- Bom dia – uma voz, obviamente a de Harry, a puxou por completo para o mundo real.

Quando ela abriu os olhos e o mirou, viu que ele também tinha um sorriso afetado na face. Harry, no entanto, não estava sozinho. Ao lado dele, na cama, estava uma enorme bandeja com o que lhe parecia ser o café da manhã mais reforçado de toda a história.

- Bom dia – ela respondeu, bocejando e rindo em seguida. – O que é tudo isso?

- Ora, Hermione, nós dois precisamos recompor nossas forças. – ele respondeu, com um sorriso malicioso, enquanto servia suco de laranja para os dois.

- Eu te cansei, não foi? – ela perguntou, envergonhada. – É que é simplesmente... a melhor coisa que eu já fiz. Ainda mais sendo com você...

Harry alargou seu sorriso.

- Mione... Eu estive pensando enquanto você não acordava e...

- Sim? – ela pressionou, ao perceber que ele se calara.

- E... Eu... – Harry levantou da cama, pegou suas calças no chão e fuçou os bolsos, retirando uma caixinha azul-escura. Hermione prendeu a respiração. – Eu acho que chegou a hora de fazer o que eu planejei fazer ontem.

Ele abriu a caixa, revelando um anel prateado, cheio de pequenas pedras brilhantes, que se tornavam coloridas vez ou outra, além de formarem os nomes “Harry” e “Hermione”, alternadamente.

- Quer casar comigo?

N/A: Helloooou. Pronto, capítulo semi-final. Acho que mais um capítulo (provavelmente o epílogo) e eu termino essa joça de fic de uma vez por todas.
Só vou terminar porque é bom terminar o que começamos, certo? Já que ninguém parece ligar pro meu esforço de escrever essa fic há tanto tempo... Ninguém comenta! O ultimo capítulo teve 3 comentários! TRÊS!

É por isso que não adianta pedir mais... Essa é minha ultima longfic.

Meu muito obrigado a quem leu, gostou, comentou, e acompanhou. Volto o mais rápido possível com o desfecho pra valer.
Ah, e me desculpem pelos erros, to sem beta há um tempão. Ou seja, a fic não é revisada. ;/

Thaís Potter Malfoy.

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