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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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8. 2ª Detenção


Fic: Era para ter sido apenas um jogo. Aviso on.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aewww.... nem acredito... consegui terminar o cap e jah tow postando!
^^

hehehe...

depois de um século, neh??? Mas deixa eu pedir desculpas intaum!
^^
juro que naum foi minha intenção! Sabe como eh... eh complida quando a inspiração naum bate... ou quando se tem uma vida de estudante beeeem infernal!

=P

mas tah aew... quero coments viu!
^^
hehehe

OoOoO

Eram apenas 5h da manhã e Hermione já caminhava atenta pelo Salão Comunal da Grifinória, perdida em seus pensamentos. Despertara cedo naquela manhã, e desejava profundamente que isso não tivesse acontedido, pois já podia prever o quanto seu dia seria cansativo.
Era a única grifinória que havia acordado, e aproveitava aquele momento de silêncio e tranqüilidade do salão comunal. Cansara de dar voltas pela sala e se jogou sobre um sofá ao lado de uma grande vidraça, de onde podia ver os primeiros sinais do nascer do sol.
Deu um longo bocejo e espriguiçou-se confortavelmente, mas não deixou o sono repentino dominá-la.

**

- Draco? Cara, o que faz ai uma hora dessas?

Alan surgira, descendo as escadas do dormitório masculino, muito sonolento e assustado por ver Draco já de pé. O sonserino fazia muito barulho pela escada de mármore, por vezes tropeçando no lençol que trazia sobre seus ombros, tremendo de certa forma pelo frio que fazia naquela manhã.
Draco descançava em uma poltrona próxima à lareira e se aquecia preguiçosamente na mesma.

- Acordado, não está vendo? – Draco respondera de aparente mal humor
- É! Percebi!

Draco não virara o rosto para encarar o amigo em nenhum momento, fitava as chamas crispando na lareira bastante perdido em seus pensamentos. Vestia uma confortável calça típica de pijama, uma camisa branca simples e os cabelos louros caídos sobre a testa, por vezes retirando alguns fios que insistiam em atrapalhar sua visão com um simples assopro.

- Brigou com a Pansy?

Alan se jogara sobre uma poltrona à frente de Draco, desajeitado e deixando a ponta do lençol que trazia sobre o corpo prender-se nos pés do sofá. Aquela era uma manhã bastante fria, não admirava nada que Alan tivesse se agasalhando de todas as formas possíveis.

- Quê? – Draco se virara pra ele.
- É. Tá triste. Brigou com a Pansy, por acaso?
- Acha que eu ficaria triste por ter brigado com a Pansy? – Draco respondera, seco.

Alan o encarara por alguns segundos, assustado pela grosseria do amigo e pensativo no que ele dissera.

- Não, realmente, não!! – e respondera ao final, se aconchegando na poltrona. – Mas o que houve? Nunca acordou tão cedo.
- Como se eu fosse o único acordado aqui.

Alan permanecera em silêncio novamente, mas não por muito tempo.

- Insônia.
- Não parecia. Você roncou a noite toda. – Draco dissera, ajeitando-se no sofá.

Alan ficara sem resposta, notando que Draco estava repleto de razão.

- E a nossa aposta, como vai?
- Ainda não a coloquei em prática. – Draco o fitava ao longe, pensativo. – Talvez hoje.
- É, Draco... vai ter um trabalho duro daqui pra frente, não é mesmo?!
- Isso não é nada... esqueceu? Malfoy...
- Ah... e você acha mesmo que por ser um Malfoy vai conseguir conquistá-la? – Alan trazia um sorriso sarcástico nos lábios...
- Se tratando de uma Granger... aposto que não. – Draco fizera uma cara de preocupação, parecendo cair na verdadeira real de toda aquela história – Mas eu posso dar um jeito nisso... eu sempre dou.
- É... tomara que não consiga... porque vai ser realmente hilário ver um “Malfoy” desfilar despido diante de toda Hogwarts...
- Ah, não Alan, você não vai ter esse gostinho. – e sorrira, sarcástico, fitando o amigo.

Draco sorrira diante da cena que havia montado em sua cabeça, em que um sonserino dos cabelos negros desfilava despido diante de todos os alunos em meio a um agitado baile, atraindo aos poucos a atenção de todos os presentes. Não que fosse agradável deleitar-se com cenas tão enojantes como essas, mas se permitiu divertir por um bom tempo, até que pareceu realmente despertar de tal sonho.
Pensava, consigo, se não fora burrice ter apostado daquela forma, porque não precisava provar a ninguém que era capaz de conquistar quem quisesse e de ficar com quem bem entedesse. Havia se sentido inferior quando Alan mencionara o fato de que Draco possivelmente não seria capaz de conquistar Hermione, e para provar que o amigo estava realemente errado em suas idéias, aceitara a aposta. E agora não tinha a menor certeza se havia feito o certo, porque lhe parecia estúpido apostar os sentimentos de outra pessoa, ou mesmo sua capacidade de conquista.

“Por que estou me preocupando com os sentimentos da idiota da sangue-ruim? Eu nunca me preocupo com os sentimentos dos outros.”

“Ou ela tenta se controlar para não se apaixonar por mim, ou vai sofrer sozinha.”

Soltara um leve sorriso de canto de lábios e sentiu-se mais confiante, agora disposto a levar adiante toda aquela aposta.

- Sabe, Draco, não precisa se preocupar se perder a aposta e precisar arrancar as calças... Talvez a conquiste, se ela puder ver o material antes...

Draco pôde ver um início de gargalhada vinda de Alan e não gostara nem um pouco disso. Não estava em seus dias melhores, e não suportaria as brincadeiras do amigo.

- Isso é o que você pensa... eu sou irresistível, esqueceu disso? Consigo fácil o que eu quero.
- Isso é o que você pensa, Draco, eu sei muito bem que com a Granger ninguém se mete. Você não é capaz.
- Como sabe que não sou capaz? Como pode ter certeza disso? Todas as garotas com quem fiquei, com quem me envolvi. Por acaso, elas já se queicharam de mim alguma vez, Alan?
- Não é disso que eu estou falando. Essas são fáceis. Mas a Granger...
- Eu sou muito capaz, Alan. Mesmo uma sangue-ruim metida a sabe-tudo... repugnante, fedida e...

Alan o fitava muito apreensivo, os olhos vidrados na face de Draco e um meio sorriso nos lábios, parecendo divertido com a cena. Draco se sentira desconfortável com a reação do amigo e se ajeitara na poltrona.

- O que foi? O que eu disse?
- Nada. Só acho melhor você não se empolgar tanto com essa aposta, Draco.

E Alan sorrira, divertido. Só ele podia entender o que essa sua frase queria dizer, pois Draco parecia distraído demais para compreender a insinuação do amigo.

- Não sei do que está falando. É uma aposta, certo? Pois bem, vou vencer a aposta.
- Já disse, Draco, isso é o que você acha!
- Não, isso é o que você...
- Draquinhoooo...

O sonserino fora abruptamente interrompido em seu diálogo por uma voz aguda e irritante que invadio o imenso salão comunal da Sonserina, fazendo com que o som ecoasse por todo o lugar e causasse um arrepio desconfortante em Draco.

- O que faz acordado tão cedo, Draquinho?

Diante de todas as dificuldades que teria para conquistar a grifinória, Draco já não se sentia tão confiante como estivera minutos atrás, mas de uma coisa tinha certeza: uma detenção o esperava ansiosa e uma possível tentativa de conquista frustrada também. Teria de esperar para ver.

OoOo

- Hermione, aqui. – Rony apontava frenético para um espaço no banco ao seu lado, no Salão Principal.

Hermione encarava atenta o ruivo, trazendo na face uma expressão nada amigável, mas tentando ser a menos arrogante diante do amigo. Observou por um instante o assento em que Rony estava lhe indicando e quando notou que junto dele estavam Harry e Gina, sentados um de frente para o outro, decidiu que não suportaria encará-los naquela manhã.
Por sorte havia um assento vazio bem ao lado de Neville, que estava sentado a poucos centímetros de onde estavam seus amigos, mas longe o bastante para que Hermione pudesse suportar a sua repugnância pelo casal Harry e Gina.

- Hermione... eu... por que não... – Rony gaguejava, levemente atordoado pela escolha de Hermione.
- Obrigada, Rony. Estou muito bem aqui.

E antes que pudesse iniciar seu café-da-manhã, desviara seus olhares do ruivo e fitara por alguns breves segundos a face sardenta de Gina, sentada ao lado do irmão, entretida com seu suco de abóbora, enquanto Harry, a sua frente, parecia distraído demais lendo seu Profeta Diário. Hermione sabia que os amigos escondiam de Rony e de muitos outros colegas de casa a relação que tinham juntos e que não era nada surpreendente vê-los separados.
Hermione sentia seu estômago afundar toda vez que encarava Harry, sentia uma onda imensa invadir seu peito, uma onde de um misto indecifrável de sentimentos, que ela imaginava que fossem ódio e ao mesmo tempo amor. Ainda nutria um sentimento verdadeiro por Harry, embora a dor do sofrimento insistisse em dominá-la.

**

- Draquinho... precisa se alimentar. Ou vai ficar fraco. – Pansy acariciava-lhe os cabelos, empurrando para perto do louro um prato de frutas frescas.
- Eu já disse, Pansy. Não quero. Tire essas coisas daqui, agora...

Era uma ordem, e Pansy não crumprira. Continuava a acariciar seus fios louros, fitando-o muito carinhosamente.

- Você nunca leva a sério o que eu digo não é mesmo, Draco? – Pansy tinha uma certa tranqüilidade na voz.
- Não, Pansy, o fato é que... eu... não... estou... com... fome. É capaz de entender isso? – Draco a fitava sério, um ar de arrogância e raiva.
- O que deu em você hoje, Draco? Acordou de pé esquerdo, foi?

Draco estava entediado de mais com todas aquelas provocações de Pansy, revirava os olhos sempre que a garota vinha com suas frescuras irritantes. Permitiu deixar seus olhares caírem desinteressados pelo Salão Principal, e se pôs a observar a manhã fora das grandes vidrças ao longe. Era uma manhã bela, embora fria e levemente nublada. Seus olhares percorriam cada canto daquele imenso salão, e não pôde impedi-los de pousar sobre certos alunos grifinórios, em especial uma sangue-ruim sabe-tudo que misteriosamente chamou a sua atenção.
Hermione estava solitária, parecia indefesa longe de seus amigos, e aparentava uma certa tristeza em sua face rosada. Draco não pôde deixar de notar o quão infeliz a castanha aparentava estar, por vezes parecendo bastante inquieta: retirava os fios encaracolados que caiam sobre sua face, atenta às manchetes do Profeta que trazia estendido a sua frente ou, por vezes, servindo-se de algo que estava próximo.

- É, Draco, não se esqueça da aposta. – Alan sussura perto do rapaz, sentado ao seu lado, certificando-se de que Pansy nem ninguém poderia escutar.
- Eu não esqueci. Não tem como esquecer, não é mesmo? – e Draco voltara a fitar a castanha.
- Inesquecível? A Granger? – Alan sorria malicioso.
- O quê? Eu não disse isso... – Draco se apressava para desmentir tal ironia.
- Eu sei que não disse isso... mas ainda vai dizer. – Alan se divertia com tudo aquilo. – Mas eu já disse... não vá se empolgar com nossa aposta, Draco.
- Como se eu quisesse que ela deixasse de ser uma aposta. Eu vou aproveitá-la... e vencê-la, meu caro... – fitara Alan, divertido.
- É o que veremos.

OoOoOo

Aquele havia sido um café da manhã bastante agradável, pois Hermione não havia precisado estar diante de quem agora parecia mais odiar, nem havia precisado igonorar aqueles que agora não considerava mais seus grandes amigos. Se levantara sorrateira da mesa ao término do banquete e seguira ligeira para a saída do salão, seguindo direto para o seu dormitório, onde pegaria seu material e rumaria para sua primeira aula daquela manhã.
Deixou o salão Comunal da Grifinória apressada, carregando nos ombros a bolsa e todo o seu material, enquanto sua capa com o emblema de sua casa e o broche de monitora da mesma esvoaçava-se pelos corredores.
Em uma curva já próxima da sala de Transfigurações, onde teria sua primeira aula daquela manhã, fora pega de surpresa pelo cotovelo e levada a força até um corredor próximo, deserto e mal iluminado.

- Hey... me solta... o que pensa que está...
- Hermione...

A castanha não conseguia pronunciar uma palavra que fosse, estava desnorteada e bastante aflita, seu coração pulsava forte e seus nervos já estavam à flor da pele. Deixou todo o seu material cair ao chão e permaneceu atenta às expressões de Harry.

- A gente precisa acabar com isso.
- Me solta, Harry... eu não quero discurtir com você novamente. – seus olhos transpareciam o ódio que sentia do rapaz agora.
- Eu não vim para discutir. Só quero que a gente resolta tudo isso de uma vez por todas.
- Me solta, Harry... até quando vai insistir nisso?
- Me desculpa por tudo, Hermione? – Harry a havia soltado, mas ainda a impedia de se mover para longe dele, pois barrava o caminho com seu corpo.

Hermione estava aflita, não queria ter de voltar a discutir aquele assunto com Harry novamente, muito menos nas circunstâncias em que se encontravam.

- Me deixe ir embora, Harry... – tentava empurrá-lo para longe da passagem e já bastante exaltada.
- Não antes que diga que me perdoa por tudo. Por favor, Hermione...
- Como pode chegar até mim depois de tudo o que já conversamos e simplesmente pedir desculpas pelas suas burradas, Harry?
- Perdão, Hermione... é só o que eu quero. Não me faça me sentir mais mal do que já estou...
- Acha que pedidos de desculpa resolvem tudo?

Harry não ousara responder a tal indagação. Hermione estava impaciente, tentando desvencilhar-se daquela armadilha.

- Já é alguma coisa, não acha? Eu estou arrpendido.
- Então eu preferia que arrependimento matasse. – fora rude e não o fitara.
- Por que gosta de ser tão difícil? As pessoas erram, não é mesmo? Por que não me dá uma segunda chance, Hermione. – e começava a aproximar-se da castanha, dando alguns passos a frente.
- Segunda chance? – Hermione mostrava-se sem entender, tinha as sombrancelhas franzidas e estava imóvel. – Aonde quer chegar com isso?
- Ainda gosto de você, Hermione. Eu já disse isso a você... e sei que ainda gosta muito de mim...
- Como pode ter tanta certeza disso? – e colocara uma das mãos em sua cintura, incrédula com o que estava escutando. – Você não sabe nada sobre os meus sentimentos, Harry.
- Eu sei mais sobre você do que pode imaginar, Hermione. – e Harry continuava a aproximar-se da castanha, bastante sorrateiro para que não a assustasse.
- Ah, Harry... é da Gina que você realmente sabe... não troque os nomes dessa forma. – trazia em sua face um ar sarcástico.
- Você se faz de forte, de sábia, mas não passa de uma garotinha carente e torturada. Igonar os outros não vai ajudar em nada, Hermione... ME ignorar não vai resolver nada.

Hermione cerrara os olhos por alguns segundos, como se tentasse decifrar os pensamentos de Harry, e dominada por um certo ódio interno. Aproximou-se o máximo que pôde do rapaz e apontando-lhe um dedo na direção de sua face despejou sobre o mesmo tudo o que estava sentindo.

- Forte? Sábia? Sim, Harry... forte o bastante para agüentar a dor da traição, do coração partido... e sábia o bastante para saber reagir a tudo isso: ignorando-o... por que é assim que eu me sinto quando estou diante de você: ignorada. Quem você pensa que é para dizer essas coisas sobre mim? “Carente e torturada”... por acaso você esqueceu que só existe um vilão nesta história, Harry? E é você...

Manteve-se estática, ainda com o dedo ereto, apontado para a face de Harry, que agora mastrava-se bastante irritado pela atitude da moça. Permaneceram alguns longos segundos em silêncio, em uma troca de olhares perturbadora, onde Hermione não era capaz de distinguir o que realmente se passava na cabeça de Harry. Na verdade, a moça mal podia saber o que realmente estava se passando em sua cabeça.
Harry fora rápido e a agarrara pelo pulso, conduzindo-a até a parede mais próxima e comprimindo-a contra a mesma com o seu corpo.

- Eii... me solte, Harry... não estou brincando...
- E você acha que eu estou, Hermione? Acha mesmo que eu estou brincando? Durante todo o tempo eu estive falando muito sério... e você parece não querer me ouvir.
- Realmente, Harry... não quero. Agora me solte... – esperneava-se, bastante irritada.
- Pra quê se fazer de difícil Hermione...

A castanha se mostrava aturdida com tudo aquilo, espremia seus olhos de leve e observava a cada movimento e palavra de Harry, sem acreditar no que estaca ouvindo e vendo.

- Me perdoe e eu prometo que nunca mais tento magoá-la. – diminuira o tom de sua voz e já a segurava com menos força.
- Então confessa que realmente quis me magoar? Bastasse dizer que não me queria mais, Harry... eu entenderia...
- Não, Hermione... – se apressara em modificar a situação. – Eu nunca quis magoá-la, e ainda não quero. Por isso peço que me perdoe, e me dê uma segunda chance...
- Em pensar... que eu te amei tanto... e hoje tudo o que tenho de você é essa sua falsidade...
- Uma segunda chance, Mione... – e aproximara-se, sorrateiro, da face da moça, diminuindo cada vez mais o tom de sua voz.
- Nunca, Harry... eu permitiria que alguém ousasse me machucar duas vezes. – seu tom de voz era igualmente baixo, e já podia ver as primeiras gotas de lágrimas escorrerem por sua face rosada.
- Não vou machucá-la... só me deixe provar que ainda mereço seu amor...

Harry era extremamente ousado. Hermione não parecia estar em sua sã consciência, ou então estaria extremamente perdida em seus pensamentos, porque não notara o quanto os lábios de Harry estavam próximos dos seus, seus narizes roçando-se de leve um no outro, e todo o calor que emanava de seus corpos, colados. As lágrimas escorriam descompassadas por seu rosto, e os pulsos ainda presos pelas mãos do rapaz, agora à altura de seus ombros.

- Ainda podemos ser muito felizes, Hermione... – Harry fechara os olhos de leve, sussurrando em seu ouvido e fazendo-a perder-se em meio àquela situação.
- Não me iluda... novamente... Harry!
- Não vou iludi-la... acredite.
- Está esquecendo de alguém... alguém que não merece passar pelo o que eu passei...
- Não precisamos discutir isto agora... – e aproximara seus lábios dos da castanha, parecendo bastante sedento por aquilo.

Hermione abrira os olhos exatamente no momento em que percebera a respiração de Harry tornar-se mais forte e mais próxima de seu rosto, escutando bem ao seu lado uma voz que já conhecia perfeitamente bem...

- Uuuhhuuu... patético... o casal perfeição se pegando pelos corredores de Hogwarts.

Draco trazia na face uma expressão de puro desgosto, segurava sua varinha nas mãos e fitava os jovens de forma bastante desafiadora, observando cada parte daquela cena inesperada e bastante ousada. Harry segurava os pulsos de Hermione contra a parede, na altura de seus ombros, e comprimia fortemente seu corpo contra o da moça, enquanto suas faces estavam extremamente próximas.
Harry fitava o sonserino com um ar de irritação nos olhos, e a primeira reação que tivera fora soltar Hermione e afastar-se da mesma, recompondo-se diante do louro. Hermione, por outro lado, não demonstrava-se nada contrangida por ter sido pega em tal situação, apenas irritada pela provocação do sonserino.

- Ahh, Granger... o que será que McGonagall diria de sua melhor aluna? – Draco insistia em provocá-los, focalizando seus olhares na castanha, que agora limpava discretamente as lágrimas em sua face. – Deprimente, Granger... uma monitora inflingindo regras de Hogwarts.
- Por que não vai procurar algo mais interessante para fazer, Malfoy?! – Harry virara-se para o sonserino.
- Ohhh... acha que existe algo mais interessante para se fazer do que atormentar os pombinhos em meio a uma cena de amassos? – trazia um sorriso malicioso no conto dos lábios.
- Existe... por que não se junta aos seus capagangas aprendizes de comensal e nos deixa em paz?
- Isso não é interessante, Potter. – e sorrira, divertido.

Hermione apanhara ligeira seu material caído ao chão, ajeitando rapidamente as vestes e rumara para longe daquele corredor, mas fora impedida de continuar sua caminhada ao passar por Draco, que segurara forte seu braço.

- Ei... onde pensa que vai? – a fitava bastante sarcástico.
- Pra bem longe de panacas... – jogara-lhe um olhar de desgosto e soltara-se com força do louro.

Draco ficara sem reação, pretendia responder àquele corte, mas ao vê-la já distante parecia ter desistido disto. Não muito distante do corredor em que os rapazes agora se encontravam, Hermione voltou-se para trás e dirigiu-se a Draco.

- Ahh… Malfoy… obrigada, ok? Por ter aparecido...

Não pensara ao certo no que estava fazendo, mas esboçara em seu rosto um leve sorriso, ainda fitando muito apreensiva os olhos acinzentados de Draco. Voltou-se para o corredor e seguiu direto para a aula que teria naquela manhã.
Draco não havia entendido o que se passara diante de seus olhos, mas Hermione havia lhe agradecido por algo que ele esperava que provocasse revolta na castanha, e havia recebido da mesma um sorriso que ele agora constatava: era o mais lindo que já havia visto.
Ricocheteu para bem longe esses pensamentos e voltou-se para Harry, que já o observava como quem também não havia entendido nada, mas não demorou a juntar suas coisas e retirar-se dali o mais rápido que pôde.

**

As aulas daquela manhã haviam sido em toda a sua maioria bastante entediante, mas a tarde compesaria todo aquele sacrifício matinal, em que tinham de aturar as irritantes aulas de Transfiguração e Adivinhação, entre outras igualmente irritantes.
Hermione se sentara junto a Parvati durante todas àquelas aulas e já parecia amigar-se rapidamente com a moça e Lilá, que agora passavam a ser suas fieis companheiras nas aulas em que não ousava juntar-se a Harry, e consequentemente à Rony.
Para sua infelicidade tivera de aturar a turma sonserina durante toda a manhã, e muitas das vezes parecia notar alguns olhares realmente estranhos de Draco, que sempre que percebia a intriga de Hermione tratava de desviar imediantamente os olhares da moça.

OoOoOoO

-Atrasada Granger.

Draco dissera assim que Hermione aproximou-se de onde estava, encostado em uma parede e com uma das pernas apoiada na mesma, bastante relaxado trajando suas vestes sem a tradicional capa. Não fitara a grifinória mas sabia perfeitamente que esta estava lhe observando com olhares bem atentos.

- Não vejo porque se preocupar com isso. – respondera em tom rude, apoiando-se na parede ao lado do sonserino, ajeitando algumas mechas de seu cabelo.
- É... talvez não precise. Onde aquele aborto velho se meteu afinal?

Estava impaciente e ao pronunciar isto se ajeitara ao lado da grifinória, afastando alguns fios louros que caiam sobre seus olhos.

- Um Molfoy pontual... novidade!
- Ah, Granger, que impressão terrível você deve ter de Malfoy’s, - deixara escapar um pequeno sorriso no canto de seus lábios.
- Nem imagina o quanto, Malfoy. Mas vou lhe poupar de tal humilhação.
- Não sabe como estou contente, Granger.

E se movera para próximo da porta que dava acesso à sala de Filch, ainda trancada e sem vestígios de que se destrancaria em breve. Pôs-se a observar Hermione mais atentamente, encostada na parede em que estivera segundos atrás, ao seu lado. Trajava o seu uniforme igualmente despida da capa com o emblema de sua casa, e trazia na face sinais de uma profunda tristeza. Seus olhares eram dispersos e caiam continuamente sobre o chão de mármore, enquanto Draco parecia perdido em uma onda imensa de pensamentos a respeito da castanha.

- Onde está a sua “adorável” namorada, Malfoy? – Hermione não lhe dirigira olhares mas parecia perfeitamente bem humorada para puxar assunto com Draco.
- Adorável? – e voltara a apoiar-se na parede ao lado da sonserina, bastante divertido. – Ainda bem que você quis ser irônica.
- Uau... nunca pensei que ouviria você dizer isso da sua amada buldogue, Malfoy. – Hermione ironizara.
- Ela não é minha namorada e não gosto que a ofenda dessa forma. E nem estou sendo grosso me referindo a ela dessa forma. – ficara irritado.
- Certo... mechi no seu ponto fraco, não é? Parkinson... – e fitara o louro, bastante apreensiva, esperando a reação do mesmo.
- Não, Granger... se enganou dessa vez. – e Draco retribuira o olhar.
- Você é mesmo repugnante Malfoy. Com tantas garotas em Hogwarts tinha de escolher justo uma buldogue irritante pra ser sua namorada?! – deixara escapar um leve risinho.
- Já disse, não é minha namorada. – Se exaltara de leve. – Por acaso quer insinuar alguma coisa a seu respeito? Pois saiba que existem realmente garotas melhores que a Pansy em Hogwarts...
- E você tem dúvidas disso, Malfoy?
- E também garotas melhores que você neste castelo. – deixara um sorriso malicioso tomar conta de seus lábios.

Hermione fechara a cara diante de tal provocação e evitou encará-lo nos olhos, como vinha fazendo durante este diálogo.

- Pois saiba que está profundamente enganado, Malfoy. Não te dou o direito de me insultar dessa forma.
- Enganado? – aproximara-se mais da castanha, pondo-se de frente para ela. – Nem queira que eu comente a respeito de você e aquele idiota do Potter-cicatriz.
- Não ouse ofendê-lo. Não lhe dou esse direito, Malfoy. – o fitara muito irritada, a uma distãncia considerável do rapaz.
- Como se você precisasse me conceder esse direito. – e mergulhara as mãos no bolso de sua calça, fitando Hermione de forma bastante dovertida e irônica. – Digo o que bem penso e de quem eu quiser, Granger.
- Pois não implique quando eu me referir de forma ofensiva à sua namoradinha com cara de buldogue e irritante. – despejara
- Não me importo! – erguera os ombros em sinal de que realmente não se importava com isso.
- Não? – Hermione parecera gostar da idéia de provocá-lo. – Ótimo. Porque vai ser muito interessante ofendê-la durante toda a noite.
- Certo. Fique a vontade Granger, mas não se assuate se tiver que falar com as paredes.
- Você deve ter sido cretino o bastante com a Parkinson pra que ela perdesse a oportunidade de estar aqui hoje e me irritar. – observara a reação do louro muito atenciosamente.
- Acha mesmo que tudo gira em torno de você, Granger? – Draco curvara-se para mais perto da moça.
- Não, Malfoy... muito menos em torno de você... ou daquela sonserina idiota.

Draco soltara um riso alto o suficiente para que Hermione escutasse e se sentisse intrigada, curiosa por não entender a razão daquilo. Franzira seu cenho e observara Draco apreensiva.

- Ohh, Granger, tem que aprender a controlar melhor esse seu ciúmes, sabia? – e se dirigira sarcástico à grifinória.
- Ciúmes? Acha mesmo que eu perderia meu tempo com você, Malfoy? Não passa de uma doninha repugnante pra mim.
- Mentir não é bem a sua especialidade não e mesmo, srtª sabe-tudo? – e aproximara-se mais da moça.

Hermione notara a aproximação do louro e sentira-se desconfortável diante daquele momento, prevendo que o sonserino poderia ser capaz de qualquer coisa para irritá-la. Se certificara rapidamente de que sua varinha estava mesmo com ela e se ajeitara de forma mais precavida aonde estava, agora bastante apreensiva com os movimento do rapaz.

- Não precisa ter medo, Granger. Afinal, do Potter você nunca teme. – e lhe jogara um olhar bastante provocativo.
- Harry nunca tentaria me matar, não esqueça desses detalhes importantes, Malfoy. – sentira-se profundamente ofendida.
- Eu não tentaria matá-la, Granger. – e se aproximara mais da moça, que agora não reagia mais. – Eu arranjaria alguém que fizesse o serviço por mim.
- Típico de um Malfoy imprestável e patético. – fechara a face e permanecera muito séria.
- Não sujaria minhas mãos com sangue ruim...

Draco havia simplesmente tocado no ponto fraco de Hermione, o ponto em que realmente conseguia tirá-la do sério e provocar uma onda de erupções ininterruptas dentro da mesma. Hermione jamais permitiria que a ofendessem dessa forma, mas na verdade nunca deixaria que Draco ousasse ofendê-la daquela forma. Suportaria ser chamada de sangue-ruim de qualquer um que dirigisse a palavra a ela, mas de um Malfoy jamais permitiria, desde o dia em que Draco ousou ofendê-la ainda em seus primeiros anos na escola, diante de todos os seus amigos.

- Você é um cretino, Malfoy...

Hermione voara em direção à Draco, que ainda se encontrava em sua frente, com um leve sorriso maroto nos lábios vendo que conseguira irritá-la. A grifinória não pensava duas vezes e o enchia de tapas e socos no peito, por vezes acertando seu pescoço e fazendo com que suas unhas deixassem marcas bastante visíveis no mesmo.

- Você ainda vai me pagar muito caro por todas essas ofensas, Malfoy...

Draco tentava se defender dos tapas e socos segurando-a pelos pulsos e braços, mas Hermione sempre conseguia soltar-se do louro e continuava a agredi-lo, embora os tapas não fossem exatamente tão agressivos.

- Se durante todos esses anos não foi capaz disso, acha mesmo que ainda tem chances de conseguir, Granger?

Hermione estava realemente irritada e continuava a golpeá-lo, sem preocupar-se se causaria ruídos muito altos ou se isso iria lhe render mais detenções caso fossem encontrados por alguém naquele corredor. Draco finalmente conseguira deixá-la imóvel, segurando seus pulsos e a enconstando na parede atrás dela, muito divertido com a reação que conseguira provocar na mesma.

- Você também precisa aprender a controlar sua raiva, Granger. – era irônico em suas palavras.
- Pois vou mostrar como posso fazer isso...

E golpeara o estômago de Draco em um chute certeiro com o joelho, fazendo com o sonserino se contorcesse de dor, embora ainda a segurasse fortemente pelos pulsos. Hermione tantava soltar-se do mesmo, mas ao invés de libertar-se do sonserino conseguiu com que ele se desenquilibrasse e caísse de costas no chão de mármore, carregando-a junto dele.
Hermione não havia tido tempo de impedir aquela queda repentina e acabara deixando-se cair sobre o sonserino, ainda presa ao mesmo, enquanto Draco parecia fazer caretas de dor.

- Me solte, seu... seu...
- Sua... como ousa, Granger... acha que pode sair chutando tudo o que vê pela frente? – Draco a segurava com força sobre seu corpo, irritado.
- Você teve sorte que eu evitei chutar outras coisas que eu tenho certeza que provocaria dores maiores, Malfoy.

Hermione tentava manter-se longe o bastante da face do rapaz, embora não fosse tão possível, pois estava presa ao mesmo, tendo de apoiar-se no peito de Draco e encarar muito próximos aqueles olhos acinzentados que ela podia ver agora o quanto eram belos.

- Gostando disso, Granger? – Draco aproveitara para ironizar o momento. – Quantas noites sonhando com isto, não é mesmo?
- Repugnante, Malfoy... como ousa me contaminar dessa forma? – e retribuira ao comentário do rapaz.
- Pode aproveitar, Granger... não é sempre que pode passar por isso.
- Eu detestaria passar por isso novamente, se quer saber. Me solte, seu idiota...
- Não enquanto não me der um beijo...

Hermione franzira o cenho e arregalara os olhos por algum momento, fitando Draco de forma bastante atenta e assustada, parecendo agora bem desesperada para livrar-se das garras do sonserino. Draco se divertia com tudo aquilo, e não escondia o sorriso malicioso que trazia nos lábios.

- Nunca, Malfoy... não sou tão burra a esse ponto.
- Um beijo, Granger. Não vai doer, você sabe que não. – e fitara os olhos castanhos da grifinória. – Ou será que não sabe?

Draco fizera uma insinuação que parecera irritar Hermione profundamente e só facilitara para que ela conseguisse se soltar das garras do sonserino. Com um puxão extremamente grosseiro havia conseguido soltar-se do rapaz e já se preparava para levantar quando fora puxada com rapidez e caíra novamente sobre o corpo dele.

- Vai se arrepender mais tarde, Granger. Pense melhor, talvez não tenha mais uma oportunidade como esta.

Draco a fitava com um sorriso bastante sarcástico nos lábios e isso só fazia com que almentasse a repulsa que Hermione sentia pelo garoto.

- Ou então vou me arrepender muito por não ter quebrado a sua cara. – e se levantara, de forma majestosa.

Draco ainda sentia as pontadas em seu estômago e mal conseguia se erguer do chão, enquanto tratava de fazer certas caretas de dores, apalpando seu estômago e ainda ajeitando alguns fios louros que estavam bagunçados em sua cabeça. Suas vestes estavam amassadas e sujas.

- Eii... Granger… agora me ajude a levantar se não for nenhum incômodo. – fizera uma careta de dor e focara sério diante da castanha. Estava sentado e com os cabelos levemente bagunçados.
- Sim, Malfoy, é muito incômodo para mim. – respondera-lhe a altura, ajeitanda a saia e sua blusa.

Draco não pôde deixar de observa-la por alguns segundos da posição em que estava, sentado ao chão, enquanto a grifinória ajustava o uniforme em seu corpo. Hermione era realmente uma moça muito bonita, e isso ele insistia em não confessar a si mesmo, como se quisesse proteger-se contra pensamentos desnecessários e nada bem vindos. A cintura bem torneada e as pernas lhe chamavam a atenção, além dos seios que não eram fartos mas que lhe pareciam muito atraentes. Hermione era sem dúvida muito bonita longe da tradicional capa que lhe cobria praticamente todo o corpo.

- O que está olhando? - ficara intrigada com o repentino silêncio que se formara e com a expressão perdida de Draco.
- Nada. – fora rápido e rude ao responder-lhe, ainda a fitando. – Estou esperando.
- Esperando? Que eu quebre a sua cara? – franzira as sombrancelhas.
- Não. Que me ajude. – e erguera sua mão direita na direção em que Hermione estava, jogando-lhe um olhar aterrador de cão sem dono.

Draco era realmente um grande aproveitador e tudo aquilo não passava de um teatrinho para que pudesse preparar o terreno para o cumprimento de uma certa aposta que fizera com um certo sonserino. Porém as dores que sentia em seu estômago e a impossibilidade de levantar-se por contra próprio lhe pareciam bem veradeiros naquele momento.

- Você tem sorte, Malfoy, que eu não costumo negar ajuda a imprestáveis e idiotas como você.

E ainda de cara fechada, dera sua mão para o sonserino e o ajudara a levantar-se do chão gelado. Draco não perdera a chance de apoiar-se nos ombros da grifinório assim que já estava de pé, fingindo poder ceder a qualquer momento. Enlaçara uma mão na cintura fina da moça e não conseguira disfarçar sua cara de malicia, o que provocou uma onda de fúria em Hermione naquele exato momento.

- Da próxima vez que aprontar uma dessas Malfoy, eu não vou me contentar com tão pouco, vai sofrer nas minhas mãos.
- Pois eu adoro aventuras, Granger. – e lhe jogara um olhar malicioso.

Naquele mesmo instante a porta da sala de Argo Filch se abrira em um ruído bastante irritante, após cerca de quase meia hora de atraso. Se não fosse o fato de que foram minutos realmente muito bem preenchidos por certos acontecimentos certamente Hermione iniciaria um falatório interminável sobre pontualidade com o zelador ou mesmo Draco pularia no pescoço do pobre homem.
Seguiram um ao lado do outro pelos corredores, logo atrás de Filch e já rumavam para a tarefa daquela noite no 2º dia de detenção de ambos.

- Afinal, Granger... – tratara de pronunciar baixo para que não fosse escutado pelo zelador. - ... por que o “obrigada”?

Hermione não entendera de início o que Draco estava se referindo e o encarando curiosa pareceu relembra-se em um estalo repentino do episodio daquela manhã em que fora pega de surpresa em uma cena bastante confusa com Harry.

- Acho que não preciso dar explicações pra você.
- Não precisa, tem razão. – e voltara a olhar para o caminho. – Mas poderia, se quisesse...
- Não quero, Malfoy. – fora rude.

Draco virara-se novamente para a grifinória, desanimado, mas permanecera seguindo seu caminho.

- Como quiser.

CONTINUA...


N/A ---- ahhh... consegui terminar o cap! E axo que ficou legal... naum sei... quero saber o que vcs axam!

^^

deixa eu agradecer aqui pelos comentários maravilhosos que eu recebi de vcs! noooossa... muito foda... adoro receber comentários!!
^^

eu prometo que vou criar juizo e naum atrasar mais para postar os capitulos!
=P

Pra todo mundo que comentou a minha fic... MUUUUITO OBRIGADAH... naum sabem como me deixam contente!!
^^

ahhh.... a partir de agora vou pôr mais Draco/Hermione... que ateh eu jah tow de saco xeio desse Harry!!

HAUhUA...

bjuuuuu!!

e comente,, ok??

=P




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