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18. Makin' Love


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Dezoito – Makin’ Love

“This heart, it beats, beats for only you – Este coração, ele bate, bate só por você”
My Heart – Paramore


De modo silencioso, ela abriu a porta do quarto, que apenas rangeu levemente. O escuro foi a primeira coisa à qual ela tomou consciência ao entrar, pé ante pé. O único feixe de luz provinha da fresta que a porta do banheiro formava com o chão e Gina teve certeza de que era lá que Draco estaria.

Com um sorriso só dela, a ruiva caminhou até o banheiro e tornou a abrir a porta sem fazer barulho. Logo ouviu o ruído da água caindo e pôde ver o corpo perfeitamente desenhado de Draco sendo envolvido pelo vapor enquanto ele lavava os cabelos loiros. Gina sorriu ainda mais e foi se aproximando do box.

Draco só se deu conta de que ela estava ali quando Gina abriu a porta de vidro e teve a chance de matar as saudades do corpo dele, tão magnífico. Sem conseguir pensar em mais nada que não fosse ter Draco dispensando-lhe beijos por todo lugar, Gina deslizou ambas as alças finas da camisola vermelha e deixou a peça de roupa escorregar até o chão. Em sua frente, estava um Draco surpreso.

A ruiva deu um passo à frente. Não entendia o porquê de ele estar sem reação alguma, pois não sabia que Draco travava uma enorme batalha interna para não a tocar, para não se deixar seduzir.

- O que faz aqui, Gina? – ele perguntou, retirando de si toda sua determinação; uma determinação que passava aos Malfoy através do sangue.

O sorriso dela murchou. – Pensei que ficaria feliz em me ver, Draco.

Ela deu mais um passo em direção a ele e fez com que seus corpos ficassem a milímetros de distância. Com uma das mãos, Gina tateou todo o peito de Draco e desceu perigosamente até seu umbigo, causando-lhe arrepios. A verdade era que ele não resistiria. Não se ela continuasse com aquele joguinho.

- Ficarei feliz, Ginny, apenas se você estiver trazendo boas noticias consigo. Sobre a sua tão falada decisão. – ele retomou o controle de si mesmo.

Gina ergueu-se na ponta dos pés, agora molhados, para depositar um beijo ‘livre de segundas intenções’ no pescoço pálido de Draco – e ela teria se dado por satisfeita se pudesse ter visto o loiro fechando os olhos enquanto ela o fazia.

- Estou bem inclinada a tomar a decisão mais sensata. – ela disse, num sussurro. – Só falta uma última coisa, uma última certeza.

- Posso saber o que é? – ele disse, entrando no jogo da ruiva sem saber.

- Preciso ter certeza da intensidade do seu amor, Draco. – ela disse para depois mordiscar a orelha de Malfoy. Foi quando ele se viu totalmente entregue, e vulnerável. Sua ‘excitação’ com a situação toda já era visível agora e Gina podia sentir o leve roçar de seu membro no baixo-ventre dela, e este crescia cada vez mais.

Sem mais palavras, Gina voltou a ficar nas pontas dos pés, desta vez para captar os lábios de Draco. Primeiro, num beijo seco e, em seguida, num beijo urgente, com dentes e línguas. Envolveu o pescoço dele com os braços e ele abraçou-a pela cintura o mais forte que pôde.

Draco quebrou o beijo e sorriu de modo sincero para Gina – ela teve certeza disso – antes de descer os lábios até o pescoço dela, ao que a ruiva curvou a cabeça para o outro lado para dar a ele mais espaço. Cada beijo, cada mordida ou sugada de ar deixava uma marca na sua pele alva, a marca que a faria dele e de mais ninguém.

Ela começou a soltar gemidos baixos do jeito que sabia que ele gostava, que o excitava ainda mais; e foi o que aconteceu. Enquanto ele praticamente devorava o pescoço de Gina, ela foi ganhando a certeza de que precisava, principalmente quando ele tocou seus seios com uma das mãos da forma mais carinhosa que ela já havia sido tocada.

Ela fechou os olhos, deixando toda a intensidade dos movimentos invadi-la. – Dra...co.

Mas ele a interrompeu - Eu... amo você, Gina Weasley.

Simples assim.

E ela não teve tempo de dizer o que recém-descobrira (que o amava também), pois ele a beijou profundamente os lábios. As mãos grandes de Draco viajavam desde seus ombros até seus quadris, apertando-a e trazendo Gina para mais perto, mesmo isso sendo fisicamente impossível.

- E se não sentiu isso até hoje, Ginny, – ele anunciou, desgrudando seus lábios por um segundo – Vai sentir agora.

Ela respirou fundo e viu a si mesma sendo carregada por Draco para fora do banheiro. Ele, com toda a certeza, não estava se importando com os litros de água que estavam espalhando pelo carpete de madeira de seu quarto, já que só tinha forças para se concentrar nos olhos azuis da mulher no seu colo. Colocou-a na cama gentilmente, deitando-se por cima dela.

Draco passou os dedos pelos cabelos molhados dela e se inclinou para beijá-la outra vez. O toque entre suas línguas nunca fora tão macio e tão calmo. O beijo foi desenvolvido ao mesmo tempo em que seus corpos ganhavam vontade própria e uma leve fricção começava a se formar, o que fez Gina soltar um gemido na boca do loiro.

E a mulher provocante que entrara naquele quarto, vestindo uma camisola vermelha e pronta para ser o sonho de qualquer homem viril, tinha ido embora. No lugar dela estava uma garotinha que nunca realmente soubera o que a expressão ‘fazer amor’ queria dizer. Mas Gina sentia-se segura nos braços de Draco naquele momento.

Ele ergueu-se para encará-la e ficaram daquele modo por longos segundos, até que Draco decidiu baixar os olhos para o par de seios macios bem abaixo dele. Lançou outro olhar intenso para a mulher e conduziu os próprios lábios para o vale entre eles.

Assim que a boca quente de Draco encostou-se a sua pele, Gina tremeu e manteve os olhos fechados. Ele repetiu o movimento, agora trilhando um caminho circular sobre o seio direito da ruiva, sugando o ar com a boca de vez em quando, para deixar pequenas marcas vermelhas no local.

Ser tocada daquela forma era algo que nunca tinha ocorrido à ruiva. Ela gostava do jeito possessivo de Draco, mas estava com a respiração falha por causa daquele tratamento especial. Ele agora usava a língua quente para prová-la e arrancar de Gina gemidos tímidos, e Draco não havia mordido seus seios uma só vez, sequer.

As carícias da boca habilidosa de Draco quase fizeram com que Gina não percebesse quando a mão dele deslizou pela lateral de seu corpo e parou em sua coxa. A perna dela foi levantada, de modo a envolver a cintura dele e aumentar o contato entre a barriga de Draco e a parte mais íntima de Gina.

Logo após soltar a perna dela, Gina abriu os olhos e viu Draco envolver o próprio membro com a mão, dando uma estocada forte, seguida por outra. A expressão de prazer dele, ali, com os olhos fechados enquanto ele tocava a si mesmo e ainda brincava com os seios dela, fez com que ela aumentasse o volume de seu gemido, o qual ela sabia que não seria o ultimo, e muito menos o mais alto.

Por mais que aquilo fosse excitante para Gina, Draco forçou-se a tirar a mão de seu órgão para levá-la ao de Gina. Seus dedos mal a tocaram e a ruiva arqueou as costas, expondo ainda mais seu pescoço. Draco não perdeu tempo e tomou-o para si, beijando a área próxima ao ouvido de sua amante. Naquela posição, os gemidos de Gina tornaram-se muito mais excitantes...

Dois dedos de Draco circularam o clitóris da caçula Weasley. Gina empurrou os quadris para frente, querendo mais que tudo ser tocada mais a fundo. Como punição, Draco mordiscou levemente o pescoço dela antes de sussurrar:

- Deixe de ser apressada. A espera terá uma recompensa, Gina... Ela estende o prazer.

- Eu não agüento, Draco... – ela suspirou, arfando. – Não posso agüentar, não sabendo como é bom ter você dentro de mim...

- É isso que você quer? – ele perguntou, erguendo os olhos para encontrar os dela.

- Por favor. – ela pediu.

- Pois eu só estou aqui para te satisfazer – ele disse, sorrindo maliciosamente.

Gina não soube se o calor em seu corpo vinha da visão daquele sorriso ou do dedo que ele acabara de introduzir nela. Ela já estava tão úmida que o segundo dedo postado por ele entrou com tanto facilidade quanto o primeiro. Os movimentos circulares dos dedos dele a levavam ao paraíso em um piscar de olhos. Gina chegou bem perto do primeiro orgasmo da noite quando um terceiro dedo foi forçado para dentro.

Ela gemeu o nome dele pouco antes de seu corpo tremer com a força de seu êxtase. Draco sorriu satisfeito, mantendo os dedos firmemente dentro de sua ruiva; ouví-la gemendo para ele, e só para ele, era a melhor parte.

- Gina, Gina... Eu mal comecei e você já está assim. – ele falou, malicioso, com seu famoso sorriso: um misto de desdém e divertimento. A reação de Gina para essas palavras foi morder o lábio inferior em antecipação.

A jovem apenas observou o corpo de Draco baixando-se sobre o seu. A boca dele encontrou o umbigo delicado de Gina e fez daquele ponto seu parque de diversões, sugando e lambendo. A língua do loiro deslizou para a lateral da cintura dela, onde traçou um caminho e deixou sua marca.

Gina percebeu, através da respiração descompassada de Draco, que ele não podia mais agüentar; Nenhum dos dois podia.

- Draco... Eu quero você. Eu amo você. – ela suspirou e sentiu Draco parar sua língua – Por favor, me faça mais sua do que nunca.

Ele ergueu a cabeça e subiu até a boca de Gina, beijando-a tão intensamente que ele pensou machucá-la. Sem quebrar o beijo, Draco enterrou seu membro de uma só vez na entrada estreita de Gina e fez a ruiva prender a respiração. Ela só voltou a buscar o ar quando o corpo forte dele movimentou-se dentro dela, adquirindo um ritmo rapidamente.

- Você é perfeita, Ginny. – ele murmurou ao pé do ouvido de Gina.

Os quadris de ambos moviam-se juntos e cada vez mais rápido. Ele estava perto, muito perto de gozar. Aquilo era tão intoxicante, tão anestesiante. Mas não podia terminar tão rápido... Draco queria fazer durar para sempre. Por esse motivo, ao invés de se forçar para dentro dela outra vez, ele tirou seu membro completamente, se afastando um pouco da ruiva.

Ela gemeu, frustrada. – Draco...

- Vire-se – ele pediu, de olhos fechados.

Sem hesitar, Gina obedeceu. De bruços na cama, e já sabendo o que ele queria, Gina apoiou-se nos cotovelos e joelhos, esperando que ele continuasse.

A alegria foi devolvida à ambos no momento em que Draco penetrou-a de novo, segurando firme em seus quadris. Desta vez, ele entrou até onde era possível, para logo depois quase sair completamente e repetir o movimento.

Os gemidos de Gina aumentaram. Era assim que ela gostava, que os dois gostavam. Rápido e forte. O nome de Draco saiu de sua boca dúzias de vezes, cada vez mais alto, conforme ele dava as estocadas.

Puxando a ruiva pelo braço, Draco colou as costas dela ao seu peito, tendo acesso ao pescoço cheio de marcas e chupões. Beijou toda a área, inalando o cheio dela, uma mistura de flores silvestres e suor.

- Diga outra vez – ele pediu, com os lábios em seu ouvido.

- Ah... O quê? – ela conseguiu perguntar, em meio à respiração instável e aos sons de prazer.

- Que me ama. Que é minha. – ele explicou, penetrando-a mais forte, com mais vigor, enquanto sua mão ainda segurava o braço dela possessivamente.

- Eu sou... SUA! Oh... Draco...

Ele desceu a mão até a barriga de Gina, depois atingindo o clitóris da ruiva e massageando a parte sensível do corpo dela. Quando Gina pensou que fosse impossível sentir mais prazer, ele deu um jeito de penetrá-la ainda mais fundo e ainda mais forte.

Tendo o orgasmo mais forte de sua vida, Gina soltou: - AH! EU TE AMO!

O sêmen de Draco a preencheu logo depois, e esta foi a última coisa que Gina sentiu antes de adormecer, sem se importar em deitar-se ou tirar Draco de dentro dela.

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Dois dias haviam se passado desde que Hermione vira Harry pela última vez. Entretanto, a morena já sentia falta de estar com ele, ela devia admitir. Seu coração estava partido, era fato, mas de algum jeito Hermione ainda amava Harry. Muito mais do que ela gostaria de amar alguém que a machucara tanto.

Seus pais haviam sido muito gentis em deixá-la retomar seu antigo quarto na casa deles, sem perguntar o motivo da volta da filha. Mas Hermione sabia que, eventualmente, teria de contar a verdade a eles. Por enquanto, ela apenas aproveitava a companhia deles.

Naquela tarde, Hermione estava acompanhando sua mãe ao consultório. Aparentemente, a secretária teria uma consulta médica naquele dia, então Hermione ofereceu-se para substituí-la. Tinha certeza de que seria ótimo para espairecer, distrair a mente da única coisa a qual andava presa: Harry.

A primeira hora foi tranqüila, Hermione apenas ficou jogando algo tedioso no computador da sala de espera enquanto sua mãe atendia um senhor que trocava algumas próteses. Pouco antes do próximo horário, entrou no consultório uma mulher, acompanhada de um garotinho. O garoto tinha cabelos loiros e covinhas nas bochechas fofas, enquanto a mulher que Hermione presumiu ser a mãe tinha o cabelo ligeiramente mais escuro e era muito alta.

- Boa tarde – a mulher cumprimentou-a, com um sorriso.

- Boa tarde – disse Hermione, checando a agenda no computador – Você é Thomas? – perguntou, olhando na direção do garotinho de olhos castanhos.

- Sim. – ele respondeu, com o sotaque tipicamente londrino.

- O que aconteceu com a Carol? – perguntou a mãe da criança, chamando o filho para sentar-se ao seu lado.

- Oh, ela precisou ir ao médico.

- Nada grave, espero? – perguntou a Hermione, parecendo preocupada.

- Não! – garantiu Hermione. – Acho que era mais um check up.

- Melhor. – a mulher suspirou – A propósito, eu sou Debbie. – apresentou-se.

- Sou Hermione, filha da Dra. Granger.

- Oh, muito prazer!

- Você se trata com a minha mãe há muito tempo, Tom? – Hermione perguntou ao garotinho.

Ao perceber que ele permaneceria mudo, Hermione, deu um sorriso e o tranqüilizou:

- Sabe, você tem sorte em não ser filho de dentistas. Cada bala que eu comia era regulada.

- Deve ser chato – ele disse, finalmente. Em seguida, virou-se para a mãe – Você vai poder entrar comigo mesmo, não vai?

- Claro que sim, Tommy. – garantiu a mãe, com um sorriso. – Mas você tem de perder esse medo, é só uma cárie.

- Mas aquele barulhinho faz parecer que meus dentes vão ser serrados. – ele disse, abraçando a cintura da mãe.

- Já disse que eu vou entrar. Hermione pode te dizer isso, se não acredita em mim.

Hermione viu-se observada outra vez pelos olhinhos castanhos. De repente, sentia uma enorme afeição pelo lindo garotinho.

- Sua mãe pode entrar, Tom. – Hermione lhe sorriu.

Não demorou muito para que a mãe de Hermione acompanhasse o senhor que atendera até a porta e imediatamente colocou Tom e sua mãe para dentro.

A bruxa sorriu para si mesma; O que uma criança não podia fazer? A alegria que traziam, junto à sensação de juventude e esperança, fez Hermione ganhar o dia. Pensou se algum dia teria seu próprio Tom, e logo percebeu que tinha vontade de se casar, ter uma família e ser feliz com alguém que ela amasse. Incrivelmente, a primeira pessoa que passou por sua mente, para ser pai de seus filhos e seu marido para sempre, foi Harry.

Hermione buscou a resposta que procurava. Sua angustia dos últimos dias evaporou num segundo e ela sorriu ainda mais largamente.

Harry Potter era o homem de sua vida, e ela não ia deixa-lo escapar. Era certo que havia ajustes na relação deles a serem feitos, assim como uma longa conversa os esperando, mas Hermione sabia que o amava e que era amada em retorno, então não tinha o que temer, e não tinha mais preocupações.

Sem se dar conta de sua estridente felicidade, Hermione não percebeu que alguns objetos flutuavam ao seu redor, do mesmo jeito que sua alma parecia flutuar. Ela estava com a mente longe dali, longe demais para perceber o garotinho de cabelos louros parado à porta, com um olhar intrigado e maravilhado ao ver papéis, copos e revistas suspensos no ar.

- Eu sempre soube que ET’s existiam – ele disse para si mesmo.

Hermione assustou-se e olhou para ele, o que fez tudo que antes levitava cair no chão e sobre a mesa. Assustada, ela puxou a varinha e reparou tudo. Porém, antes que tivesse tempo de apagar a memória do garotinho, sua mãe saiu da sala, rindo com a mãe de Tom.

- Até a próxima semana, então, Dra. Granger.

- Até mais, Debbie! Tchau, Tom!

Tom nada disse, apenas encarou Hermione até que sua mãe o arrastasse para fora do lugar. No instante seguinte, Hermione sorriu e relaxou. Crianças tinham a imaginação fértil, quem acreditaria se Tom contasse que ela era uma bruxa – ou melhor, uma ET, já que era o que ele pensava?

Ainda com o ar leve, virou-se para sua mãe:

- Mãe... Eu não vou jantar em casa hoje, ok? E talvez durma fora. – Hermione sorriu.

Sua mãe pareceu surpresa, mas concordou com a cabeça, voltando para sua sala.

Hermione mal podia esperar para seu reencontro com Harry.

N/A: Olá. Desculpa a demora e todo o blá blá blá de sempre... Prometo que volto semana que vem com outro capítulo para compensar esse, que foi curto demais! Agora, por favor, me deixem muiiiiitos comentários! Quem sabe se eu ganhar 30 comentários antes de quarta que vem eu não poste mais cedo?

Hehe...
AAAH, alguma menina pegou a dica de quem era o pequeno Tom?

Beeeijo enorme a todos! Comentários, sim??

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Comentários: 1

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Enviado por DI-lua em 30/06/2013

Esse Draco/Gina ficou muito lindo.

Nota: 1

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