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5. Sensações


Fic: O Mesmo Destino - Vários Ships - UA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ginny estava sentada de costas para a porta de entrada do Longbotton Caffé e conversava seriamente com o namorado. Não percebia o movimento ao lado e estava com o rosto rubro de decepção.


 


- Dean, por favor - ela tentava convencer o namorado - Você não vê tudo o que tem acontecido nessa Indústria? Por que você precisa continuar lá?


- Porque é um bom trabalho Ginny. Eu ganho bem, consigo exercer minha profissão com facilidade e gosto do que faço.


- Dean, você trabalha em uma Indústria onde só tem cobras, e o pior de todos é o dono.


- Eu sei que o senhor Malfoy não é flor que se cheire, mas eu preciso do meu trabalho.


- Dean, entende. Você é um ótimo advogado, conseguiria um bom trabalho em qualquer lugar. Eu sei que o dinheiro não é o principal motivo. Por favor, se afasta desse povo.


- Não posso.


- Como você pode sentir-se bem defendendo pessoas inescrupulosas? Como você pode se sentir em paz sabendo que você defende e libera pessoas más, culpadas?


- Ginny, eu não quero discutir sobre isto com você.


- Porque sabe que eu tenho razão. Todos sabemos que a Indústria Malfoy é de fachada.


- Ginny...


- Me ouve. Você sabe que lá existe extorsão, exploração, maldade, falta de escrúpulos... Como você se passa a algo assim?


- Ginny...


- Não Dean, não quero mais conversar a respeito, vou embora.


- Como assim? Você mal comeu.


- Dean, preciso de um tempo tá? Eu realmente não concordo com algumas coisas e acho melhor ir para casa agora.


- Ginny, me desculpa. Eu sei que tudo o que você diz é verdade, mas eu não posso te falar mais nada por enquanto.


- Por quê?


- Porque tenho feito coisas que não posso te dizer. Não posso te envolver. Por favor Ginny, confie em mim...


- Eu preciso pensar, Dean. Eu vou para casa, nos falamos depois.


- Ginny, eu te levo, então.


- Não precisa Dean. Eu moro aqui perto e pego um taxi. Até mais.


- Ginny...


- Você está se metendo em encrencas, mas não posso fazer nada. Até mais Dean.


 




[...]


 


As risadas de Luna e Hermione contagiavam a pequena loja de perfumes onde trabalhavam. Hermione tinha os olhos banhados em lágrimas, não por tristeza, mas de sorrir das loucuras da amiga Romilda.


Se indignava em como uma pessoa poderia ser tão viciada e fissurada em algo ou alguém que nunca viu ou não conhecia. Assim era Romilda, e mesmo que ela não fosse a favor da situação da amiga, tinha que admitir que era a graça do trabalho vê-la falar do tal Ronald Weasley como se fossem extremamente achegados.




- Romilda, você vai ficar louca - Hermione falava com a colega de trabalho enquanto enxugava uma nova lágrima.


- Hermione, louca é você. Como pode não conhecer Ronald Weasley?


- Não conheço. Nunca nem ao menos ouvi falar. Por que tenho que conhecê-lo e ser apaixonada por ele para ser considerada normal por você?


- Por que ele é lindo? Perfeito? Tem os olhos mais lindos do universo? Seriam motivos suficientes ou quer mais?


- Pra mim não são suficientes...


- Então... Porque ele é simplesmente único. Porque ele é galante, companheiro, compreensivo, atencioso, romântico e tudo o que há de qualidades que um homem possa ter. Ele tem todas Hermione.


- E você o conhece para ter esta certeza?


- Não. Mas dá pra ver nos olhos dele o quanto ele é carinhoso. E um dia, ah eu vou conquistar ele. Não sei como vou fazer, mas vou conquistá-lo, e quando ele estiver comigo, nunca mais vai me deixar. Nos amaremos pra sempre e eu não vou mais precisar trabalhar aqui. E quem sabe até consigo um trabalho de atriz ao lado dele...


- Milda, por que você ainda insiste nessa história?


- É o meu sonho Luna. E eu sinceramente não vou descansar enquanto não conseguir.


- Ainda dizem que a louca sou eu - Luna sorriu.


- Olha só que absurdo... - Romilda continuou.


- O que foi agora Milda? - Luna perguntou.


- Ele tá namorando com a nojentinha da Lavander Brown.


- Romilda - Hermione indignou-se - Como você chama uma pessoa de nojenta sem ao menos conhecer?


- Porque ela é. Ela é linda, modelo, famosa, rica e namorada do Ronald. A única que poderia ter todas essas qualidades seria eu.


- Ai Romilda - Luna suspirou.


- Gente - Romilda começou afobada - Vocês não sabem o que perdem. Mas é melhor, assim sobra mais daquele deus ruivo pra mim...


- Boa tarde - as três foram interrompidas por um homem que entrou na perfumaria. Romilda suspirou em secreto e adiantou-se até o rapaz após guardar a revista.




Era um rapaz absurdamente bonito aos olhos das três. Altura elevada, aproximados 1,85 m, tipo físico atlético. O braço chamava atenção coberto pelas mangas da camisa cor de creme que ele usava e a gravata dourada atenuava ainda mais o olhar cor de mel profundo e cativante, emoldurado por um sorriso encantador e cabelos loiros.




- Boa tarde, senhor. Posso ajuda-lo? - Romilda adiantou-se e ele sorriu em resposta.


- Ah, pode sim - ele respondeu com a voz altamente sensual aos ouvidos da garota - Mas eu gostaria de saber se poderia ser atendido pela moça de cabelos castanhos.


 


Hermione arregalou os olhos e corou ao fitar três pares de olhos voltados para ela. Sentiu o rosto quente e sorriu um pouco sem graça, adiantando-se para o rapaz.


 


- Pois não senhor. No que posso ajudar? - Hermione adiantou-se.


- É... Eu gostaria de comprar um perfume feminino.


- Claro - Hermione continuou caminhando até a prateleira de perfumes - Seria para sua mãe, irmã, namorada?


- Será para uma moça muito especial - ele respondeu galante.


- Claro. Posso sugerir o Chance, da Chanel - Hermione começou a vender - Ele é feito das melhores matérias-primas como almíscar branco, jacinto, citron, rosa baie, jasmim, vetiver fresco, absolu d'íris, patchouli e âmbar. Ele é doce e uma ótima pedida para um presente.


- E você usaria este perfume?


- Eu?


- Sim, só quero saber sua opinião sincera para não errar.


- Eu não usaria porque prefiro os cítricos. Mas isto vai depender da pessoa que você vai presentear.


- E qual você preferiria?


- Eu, em particular. Euphoria Blossom, da Calvin Klein. Ele tem a fragrância floral cítrica composto pela orquídea branca, pétalas de peônia rosa, flor de lótus, madeira dourada, âmbar branco e almíscar. Embora seja um pouco antigo, ainda não vi nenhum que me fizesse esquecer a fragrância dele.


- Então é este que vou levar.


- Tem certeza?


- Sim. Quero ele embrulhado para presente.


- Claro. É o de 50ml, ou o de 100ml?


- O de 100.


- Deixa que eu faça o embrulho, Mione? - Luna piscou um dos olhos enquanto se adiantava para os embrulhos.


- Você acha que ela vai gostar desse perfume - o rapaz perguntou.


- Acredito que sim. Eu adoraria, mas meu salário não permite ostentar.


- Eu entendo. Mas é só se esforçar. Um dia você poderá ser a dona daqui.


- É... Quem sabe.


- Seu perfume senhor. - Luna interrompeu.


- Obrigado. E muito obrigado a você. E nem nos apresentamos. Chamo-me comarco Maclagem.


- Muito prazer. Hermione Granger.


- O nome perfeito...


- Como assim?


- Único e exclusivo, assim como você - Hermione ouviu as risadinhas das amigas e sentiu o rosto corar.


- Obrigada.


- Eu que agradeço. Até mais meninas - ele acenou e saiu.


- Her.Mi.O.NE - Romilda pontuou cada silaba com as mãos na boca - O que foi isto?


- Um venda Romilda, nada mais - ela respondeu ainda corada.


- Hermione - Romilda continuou - Ele estava dando em cima de você.


- Ai Romilda...


- Não Hermione - Luna interrompeu - Tenho que concordar com a Milda. Ele tava babando.


- Nossa... Vocês são muito exageradas. Ele só fez uma compra.


- De um dos perfumes mais caros que a gente tem - Romilda estava empolgada.


- Sinal que ele pode gastar - Hermione sentou-se.


- E ele só comprou por tua causa, Mione.


- Ah, não Romilda. Agora você exagerou. Ele só pediu minha opinião.


- E que olhos eram aqueles?


- Ué... Romilda Vane interessada em outro que não Ronald Weasley? - Hermione tentou mudar o rumo da conversa.


- Não - ela respondeu - Sempre me interessarei pelo Ronald, mas isto não me impede de observar a beleza. Além do mais, o Ronald está me traindo com a chata da Lavander. Pena que esse bonitão foi fisgado pela Mione.


- Tá bem, Milda. Chega.


- Mione - Luna falou - Romilda tem razão.


- Ah não, Luna. Você também? Ele é só mais um cliente, Aposto que nunca mais aparece aqui.


- Infelizmente - Romilda suspirou.


- Boa tarde! - as três olharam de uma vez. O rapaz que saíra a pouco mais de 10 min voltara à loja.


- Algum problema com o perfume? - Hermione adiantou-se aflita, mas o rapaz apenas sorria galante.


- Não. Nenhum problema. Apenas vim entregar o seu presente! - Hermione arregalou os olhos enquanto Luna e Romilda sentiam as mandíbulas soltarem da face.


- Como assim? - Hermione conseguiu perguntar.


- Eu espero que você goste - ele deu o embrulho para Hermione - Tive a ajuda de uma ótima vendedora.


- Eu... Bem... Eu não posso aceitar.


- Claro que pode Hermione - Romilda falou fazendo Mclagem sorrir - Aceita logo!


- Er... Bem... Obrigada então!


- Quando você sai para jantar? - ele perguntou e Hermione travou.


- As 18h - Luna respondeu pela amiga que não tinha palavras.


- Posso vir te buscar. Trabalho aqui perto. Podemos jantar juntos.


- Er... Bem... Eu...


- Ela vai sim - Romilda falou e Hermione virou-se para a amiga com os olhos arregalados.


- Então, eu te pego às 18h. Até mais - roubou um beijo na bochecha da garota que continuava sem fala e saiu.


- Certo - Romilda começou - vou embora que chegou minha hora. Até amanhã Hermione, e aproveite o jantar.


- Fecha a boca Hermione - Luna falou - Vem sentar.


- A Milda tá a cada dia pior Luna - Hermione concluiu.


 




[...]


 




Ginny chegou cabisbaixa em casa. Ronald, que havia chegado a pouco de uma sessão de fotos e tomava sorvete enquanto via TV teve a atenção roubada pela tristeza da irmã. A acompanhou com os olhos por todo o percurso feito, porem, manteve-se em silêncio.


Ginny, que adentrou a casa e retirou os sapatos, seguiu para a cozinha após desejar um boa noite de forma seca e sem alegria. Tomou então um copo de água e rumou em direção ao seu quarto. Ronald apenas franziu o cenho e arqueou a sobrancelha, permaneceu em silêncio, mas não por muito tempo.


Ronald levantou-se ainda encabulado com a situação. Não era da personalidade da irmã se abater com coisas simples ou sem importância. Deveria realmente estar com problemas. Levantou-se desligando a TV e na cozinha colocou sorte em uma taça. Sabia que ela gostava de sorvete, ainda mais de uva, e usou a desculpa para ir até seu quarto.


 


- Ginny? - ele chamou após bater na porta do quarto da irmã.


- Um minuto Ron. - a voz estava abafada e melosa por trás da porta - Oi!


- Trouxe sorvete. É de uva.


- Obrigada Ron, mas estou sem vontade.


- O que você tem? Por que estava chorando?


- Discreto como sempre eim - ela brincou e um pequeno sorriso se formou.


- Você é minha irmã. Eu te conheço e sei que está triste e me escondendo fatos.


- Você é ótimo Ron, mas não é nada demais.


- Você pode enganar a quem quiser Gin, mas não a mim - a frase fez Ginny suspirar vencida.


- Tudo bem, entra. Vou aceitar o sorvete.


 


Ronald entrou no quarto, entregou o sorvete a irmã e sentou-se na cadeira da escrivaninha, virando-se para a cama, onde Ginny sentou. Ela tomou algumas colheradas do sorvete enquanto era observada em silêncio pelo irmão, e ela mesma interrompeu o momento sem palavras fitando o ruivo sentado a sua frente.


 


- Você não vai desistir, não é?


- Você sabe que não.


- Tudo bem. Discuti com o Dean.


- De novo? Vocês parecem cão e gato.


- Ah Ron. Não venha me falar de namorados intragáveis. Sei que você não gosta muito do Dean, mas ele é mil vezes melhor que a chata da Lavander.


- Você nunca me ouviu reclamar de ter discutido com ela.


- E ela tem algum assunto pra conversar além de maquiagem, cabelo e dieta?


- Ginny...


- Ah não Rony. Vamos combinar que ela é insuportável. E eu tenho certeza que você namora com ela por falta de opção.


- Você está mudando de assunto...


- Não estou. Se vamos falar mal do meu namorado, eu tenho todo o direito de falar mal da sua também...


- Boba - ele sorriu.


- Me chama de boba porque não tem argumentos. Acho que vou te apresentar para algumas colegas da Faculdade. Deixa ver... Tem a Mandy Jones, da minha turma, inteligente, loira como a chata da Lavander e um pouco submissa...


- Ginny...


- Calma Rony. Poderia te apresentar a Chrissie Collins. Ela também faz direito. Mas ela é muito grande... Grande mesmo... Parece lutadora de boxe... Não, ela não. Poderia ser... Abbie Miller ou Penny Brown. Não, nada de Brown.


- Gin, não seja tão má - Rony sorria agora da brincadeira da irmã.


- Se você gosta de garotas fúteis, poderia conhecer a Beryl Thompson, ao menos ela estuda. Tem assunto embora seja muito fresca. Ainda tem a Grace Turner e a Samantha Williams.


Ah... A Samantha faz jornalismo, seria bom pra ela namorar com você. E você sabe que todas as minhas colegas aceitariam namorar Ronald Weasley num estalar de dedos. Só não me invente de querer namorar a Romilda Vane ou a Cho Chang.


- E por que não?


- Porque a Romilda é uma fanática que vive me irritando depois que descobriu que você é meu irmão. Quer porque quer que eu a apresente a você, mas ela é louca demais e a Chang, por ser uma idiota metida a sabe tudo.


- Você não gosta mesmo dessa Chang... - ele riu novamente.


- Não. Não gosto dela. Mas, pensei na pessoa ideal para você...


- É mesmo Madame Ginny? E quem seria esta pessoa ideal?


- Hermione Granger.


- Quem?


- Ela faz Relações Internacionais. É extremamente inteligente e conhecida na Faculdade inteira por ter feito um monte de projetos, inclusive alguns beneficiaram o Curso de Direito. Ela parece ser uma pessoa ótima e não te conhece... - ela sorriu.


- Sério?


- Humrum. Pelo que conversei com a Romilda, ela nunca nem ouviu falar de você. Não gosta de TV e nem é muito ligada em moda e fama. Gosta mesmo é de ajudar as pessoas e tentar melhorar o mundo do jeito dela.


- E é perfeita?


- Qualquer garota perto da Lavander é perfeita, Ron. Mas ela é sim, claro que deve ter seus defeitos, mas é muito boa no que faz. Adoraria ser amiga dela.


- Interesseira...


- Não Rony. Ela tem objetivos parecidos com os meus, mas ainda não consegui encontra-la por lá. Estudamos em horários diferentes e só a vi algumas vezes.


- Tá. Para de falar dessa garota perfeita e fala do idiota do teu namorado.


- Ah... - ela suspirou - O mesmo de sempre.


- Industrias Malfoy?


- Exato!


 


Ginny então narrou a nova discussão que teve com o ainda namorado. Explicou como conversaram e as explicações que ele disse ter, mas não poderia contar. Rony acalentou a irmã e se colocou ao seu lado para ajuda-la no que fosse preciso e deu seu apoio, mostrando que estaria sempre ao seu lado.


 


[...]


 


Hermione chegou em casa sorrindo para o vento. Estava animada. Nunca tinha saído com alguém em quase dois anos que estava em Londres. Sentiu-se feliz por ter se dado uma oportunidade, esta vinda graças a falta de vergonha das amigas que responderam por ela.


Cormaco era o verdadeiro príncipe dos contos de fadas, e se encantara justamente por ela. No meio de tantas garotas bonitas e de boa família, ele escolheu Hermione Granger. Sorriu jogando-se na cama. Estava animada. Sairia novamente com ele no final de semana e estava feliz por isto.


Longe dali, um rapaz de olhos cinzentos chorava enquanto tomava um gole de whisky, tentando esquecer-se das atrocidades que estava sendo obrigado a compactuar. Sentia-se de mãos atadas, não via uma maneira limpa de se livrar dessa situação e temia ainda mais pela vida da mãe, que era constantemente ameaçada caso ele resolvesse desistir de seguir os passos do pai.


Draco enxugou então uma lágrima fria e pesada que escorreu por seu rosto. Tomou mais um gole do whisky e respirou profundamente. Pensou até quando teria que suportar esta situação e martirizou-se por desejar a morte de seu pai.


Bateu o copo com alguns centímetros de bebida sobre a mesa de centro lateral ao bar que tinham em sua casa. A ferocidade do ato fez com que respingos caíssem sobre a mesa. Olhou as gotas de bebida derrubadas sobre a madeira e pensou com pesar quantas gotas de sangue seria obrigado a ver ser derramada. Respirou novamente e foi para seu quarto tentar dormir. O dia que iria amanhecer seria difícil de superar.


 


 


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Desculpem a demora, mas estou meio atarantada com coisas pessoais. Tentarei postar mais rápido! Abraços!

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Comentários: 3

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Enviado por Tati Hufflepuff em 12/11/2013

Gina, sua danadinha!!! Tentando arrumar uma mulher decente para o irmão e olha quem surge, Hermione é claro! Será que o encontro vai acontecer logo??
E esse Cormáco ai? Encantador demais, será que tem boas intenções? Espero que sim, Hermione merece ficar com alguém legal até conhecer o Ron, se apaixonar e viver feliz com ele!
E Cho aumentando sua linta de desafetos... a garota deve ser mala mesmo!
Pena do Draco aumentando mais que os desafetos da Cho :/
Seguindo >>> 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Van Vet em 18/01/2013

Gente, charmoso demais esse Córmaco! Eu adoraria uma surpresas dessas, embora não curta perfumes cítricos..hehhe
 A Mione ficou 2 anos sem dar uns amassos?? Caramba, as teias de aranha devem estar cavernosas O.O. 
  Já imaginei o Córmaco super sedutor, bem perfumado, saradinho, todo cavalheiro...  Veremos se isso vai continuar, e se eles tem futuro. 
   E esse enrosco da Gina, hein?!  Nada que vêm do império Malfoy me parece bom. 
   Ainda bem que ela tem um irmão prestativo e amigo ao seu lado. Estou adorando essa Gin, simplesmente porque adoro esse personagem. 

  Bjos! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 16/09/2012

Amei o capitulo. Nossa senti muita pena do Draco :/ coitado do rapaz! Gina é danada, já tava tentando arranjar namoradas para o Ron, espero que ele aceite a sugestão de ficar com a Mione \O kkkkkkkkkkkkkkk a Gina é ótima mesmo e quando ela conhecer Hermione acho que ela vai gostar muito...Menina amei isso que o Comarco fez *-* muito legal, acho que se os homens começassem a cantar as mulheres assim as mulheres pirariam de vez kkkkkkk capitulo perfeito flr *-*

beijoos! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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