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8. Corpo, Coração


Fic: Falling Angels


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Capítulo 8 - Corpo, Coração

Sirius saiu da sala, indo em direção as escadas, quando a viu subindo essas calmamente. Sua primeira reação foi a segurar pelo pulso. Quando a olhou, percebeu que o brilho de vingança havia sumido, e, no lugar, o brilho antigo de garota apaixonada se intensificava a cada segundo. Não conseguiu sorrir, ao saber que, mesmo com a "pequena vingança", ela ainda sentia algo por ele. Queria deixar claro para ela quem comandava a situação.

- Onde pensa que vai? - ele conseguiu dizer, no meio da escadaria, segurando-a pelo pulso e apertando um pouco, indicando que, se ela tentasse se soltar, não teria muito sucesso.

- Vou dormir, Sirius. - ela puxou de leve a mão, sem conseguir se soltar. - O que quer?

- Sabe bem o que quero. - ele a puxou com força, e apertou ainda mais seu pulso, agora sentindo que começava a machucá-la; com certa resistência da parte dela, a prensou no corrimão da escada, a olhando nos olhos. Quem entrasse ali poderia ver a cena que parecia se passar em um palco, um casal parado no meio de uma grande escada, com o homem prensando seu corpo contra o da mulher, que parecia não estar resistindo muito.

- Já disse que isso não posso lhe dar. - ela virou o rosto para o alto da escada, fugindo de um beijo que ele havia tentado lhe dar. Sabia que se esse beijo acontecesse, se entregaria sem ao menos pensar nas conseqüências; estava quente, muito quente. A pele dele ardia contra a dela, e a certa violência que ele exercia sobre seu corpo estava começando a lhe deixar excitada em um nível que nunca achara que conseguiria. Não queria aquele tipo de relação com ele, queria que ele gostasse dela, porém, no momento, parecia que ele só prestava atenção em como ela estava quente e parecia gostar da suave brutalidade que a tratava.

- Me diga. - ele limpou a garganta, e a viu virar o rosto de leve, em sua direção. - Você realmente achou que eu ia ficar no chão e terminar o serviço, que você começou tão bem, e me satisfazer sozinho? - e riu das próprias palavras, se imaginando terminando o serviço sozinho. "Nunca que iria fazer isso com uma tentação dessas por perto!"

A garota não respondeu, apenas puxou o pulso que ele prendia com tanta força, não conseguindo se soltar; sentiu que ele fazia ainda mais força sobre seu pulso, e, soube que, naquela noite, não escaparia dali sem dar vazão ao que estava sentindo, e deixá-lo fazer o mesmo.

Sirius sabia que estava machucando-a, apertando com força no pulso, mas, no momento, não ligava, porque sabia que se afrouxasse o aperto, ela fugiria. Era sua vez de brincar com ela; afastou um pouco seu corpo do dela e, com a mão que já prendia um pulso, o passou para trás do corpo dela e segurou o outro pulso. Ela nem ao menos tentou o impedir; estava entregue.

Os pulsos doíam. Haveria marcas no dia seguinte. Entretanto, não se importou. Parecia que estava hipnotizada por ele, parecia que a voz, o cheiro e a pele dele tinham esse poder. O moreno a prensou no corrimão outra vez, com um empurrão, e passou os pulsos dela por cima do corrimão, os deixando pendendo do outro lado. Ela tremia levemente, e ele queria saber o porquê: se era medo de algo acontecer ou de prazer.

- Não me respondeu, Mione. - ele disse, no ouvido dela, distribuindo leves beijos e mordidas. - Você pode brincar com os garotos da sua vida e eles aceitarem o que você faz, porém, sou um homem. - ele desceu os beijos pelo pescoço dela, mordendo de leve o ombro e a ouvindo gemer. - Não vai brincar comigo e sair impune.

- Sirius, o que te leva a achar que eu vou fazer o que quer? - ela respondeu, buscando alto-controle. Ele, porém, não afastou os lábios do pescoço dela, e, quando percebeu que ela estava tentando resistir, resolveu que teria que virar o jogo outra vez; resolveu fazer o mesmo que havia feito na praia, não deixar espaço para contestações. Teria que usar outra técnica com ela, agora, mas conseguiria o que queria.

- Hermione, Hermione. - ele disse, ainda beijando o pescoço dela, trilhando beijos leves até seu ombro esquerdo e dizendo, entre um beijo e outro: - Você realmente acha que está no controle da situação?

Sem esperar resposta dela, cravou os dentes na pele branca, sabendo que ela gemia tanto de dor quanto de prazer. Com um empurrão ainda mais forte, fez o corpo dela bater outra vez no corrimão, sabendo que aquilo deixaria marcas pelo corpo da garota. Mas não conseguia ser racional; estava possuído, e queria possuí-la também.

- Não vai me responder? - ele a olhou nos olhos. Ela parecia estar gostando e odiando aquele tratamento que ele dava. A respiração dela estava descontrolada, e ele via que ela tremia um pouco mais intensamente.

- Six, perdemos o controle dessa situação faz tempo. - foi a única coisa que disse, antes de sentir a mão dele apertar seus pulsos com mais força. - Está me machucando.

- Sério? - ele perguntou, aliviando um pouco o aperto, para logo depois os apertar com mais força ainda. - Vingança com vingança se paga, Mione. - ela tremeu com essas palavras, e sabia bem o que viria a seguir.

Ele a puxou para si e começou a subir a escada devagar, ele de frente e ela de costas; ao chegarem no topo da escada, ele a conduziu, ainda de costas, até a porta do quarto dela, ainda prendendo os pulsos com força. Antes de entrarem, ele a prensou na porta. Cada mão sua segurava um pulso dela agora, e, sendo assim, ele a virou de costas para si, beijando o ombro a pouco mordido.

Ele abriu a porta, soltando por segundos o pulso dela, mas ela não se mexeu. Estava sem reação. Ele a empurrou para dentro do quarto e fechou a porta com pé. A garota estava livre e se virou para lhe olhar, mas apenas encontrou um homem excitado e que parecia só ver o corpo dela. Sirius a viu examinando seu rosto e se aproximou outra vez, segurando-a pelos ombros e fazendo-a bater as costas na parede.

- Como não percebe? - ele a olhava nos olhos, falando isso em uma voz mais calma. - Será que não percebe que conquista meu coração aos poucos?

Não houve resposta. Ele a beijou com força, segurando seus pulsos outra vez, agora com mais força ainda, os batendo na parede ao lado do guarda-roupas. Mione sabia que agora não tinha mais volta, sabia que agora eles só se separariam quando estivessem saciados, e sabia que ele não se saciaria com pouco.

As mãos presas pareciam que estavam perdendo o sangue conforme a força dele aumentava, mas não se importou; apenas queria continuar aquele beijo que a consumia aos poucos. Sirius a soltou e afastou-se alguns passos, apenas a analisando; respiravam com certa dificuldade, Mione sentindo o gosto de sangue se misturar ao de sua saliva. Ele havia trincado seus lábios.

- Me peça para ir embora, ou serei capaz de fazê-la minha o resto da noite. Você permitindo ou não. - essas últimas palavras saíram baixas, e parecia que ele estava lutando contra si para que não voltasse a prensá-la na parede.

- Não posso te dar essa resposta. - ela parecia que acordava de um sonho, e passou a esfregar os pulsos, que já apresentavam marcas vermelhas. - Se gosta de mim, não vai ficar só por prazer. Se não gosta, é melhor ir embora e esquecer o que aconteceu entre nós hoje.

Não conseguia olhar para ele, porque sabia que ele iria virar e sair do quarto; Mione levantou a cabeça, que nem percebia que tinha abaixado, e o viu parado ao pé da cama, a olhando. O viu abaixar a cabeça, com um sorriso maroto nos lábios, e, segundos depois, ele dava largos passos em sua direção, tirando a camisa que vestia e a jogando do outro lado do quarto. A morena se assustou com a reação dele, e não precisou de resposta para saber que ele sentia; que ele gostava dela.

A pele quente dele encontrou a dela ainda coberta pelas roupas, porém não queria saber de delicadeza ou palavras de amor, queria o corpo dela, queria mostrar que a desejava como nunca desejou ninguém. Desejava mostrar o que sentia através do que sabia fazer melhor, dar prazer. Segurou os pulsos dela outra vez e os bateu na parede com ainda mais força do que da primeira vez, e ela gemeu de dor; Sirius beijou seu pescoço com força, mordendo e deixando marcas vermelhas que se tornariam roxas no dia seguinte. Prensava seu corpo ao dela, fazia com que ela raspasse as costas na parede e sentisse como ela o deixava excitado.

Hermione sentia a pele dele contra sua, a dor começando a ser prazerosa, começando a lhe deixar excitada outra vez, fazendo com que perdesse os sentidos que mais usava, assim como a razão. Tentava soltar os pulsos da parede para poder descobrir o corpo dele, mas ele não a soltava; mordeu com força o colo da garota, deixando uma marca vermelha que no dia seguinte seria um machucado visto por qualquer pessoa. Levantou as mãos dela e as segurou com uma só, enquanto sua outra começava a abaixar a alça da blusa dela.

A blusa não descia o suficiente para que pudesse chegar em seu destino, os seios; com um puxão, rasgou a blusa e a viu arquear de prazer, vendo os seios dela balançarem levemente com o movimento. Ficou alguns momentos apenas admirando o corpo dela, para logo depois começar a beijar os seios, primeiro beijando carinhosamente para depois começar a mordê-los, a deixando mais excitada.

Parou de brincar com os seios dela e a olhou nos olhos, segurando-a pela cintura, colando seu corpo ao dela, sentindo pele com pele. Ela mordeu o lábio bem onde ele o havia trincado, fazendo mais um pouco de sangue sair, e não se importou. Procurou os lábios dele para um beijo selvagem. Sirius a segurava pela cintura com uma das mãos, enquanto sua outra ainda apertava os pulsos dela; a virou na direção da cama e a jogou, deitada, deitando sobre o corpo dela em seguida.

Livrou-se das roupas dela com uma só mão, que fez a morena ficar surpresa com a agilidade; sentiu o corpo dele livre de roupas também, apenas tirando a pouca razão que conseguira no processo de tirar as roupas. Sentiu a mão livre dele subir por seu ombro até a nuca, e pensou que o próximo passo seria uma caricia bem suave em seus cabelos, mas a surpresa, dor e excitação vieram ao mesmo tempo. Onde deveria vir um afago nos cabelos, veio uma mão forte quase arrancando seus cabelos e fazendo com que ela quisesse ainda mais ser possuída por ele. Sentiu os lábios dele passando pela curva de seu pescoço e gemeu quando sentiu que ele cravou os dentes como se fosse um vampiro, sedento por sangue. As marcas pelo corpo da garota já começavam a aparecer, e isso seria uma preocupação, se eles não estivessem no estado de torpor que estavam.

- Coração. - ele disse, no ouvido dela, enquanto sua mão livre passava pelas curvas dela e a outra levava as mãos presas para cima da cabeça da morena e as apertava contra a cama. Ela sorriu quando sentiu a respiração dele começar a ficar irregular outra vez, sabendo que estava excitado ao máximo.

- Corpo. - ela disse pra ele, com um fio de voz. O maroto não precisou de mais nenhuma palavra dela para saber o que poderia fazer. Olhando-a nos olhos, viu que pareciam pegar fogo; o desejo dela estava transbordando.

- Se eu sentir suas mãos saindo do lugar, terá um severo castigo. - ele disse, encostando seus lábios de leve aos dela. Mione somente assentiu. As palavras foram se perdendo com os segundos de prazer, e ela já não pensava em mais nada. Não conseguia pensar em como a primeira vez deles não deveria ser assim, pois ela estava se entregando muito rápido, aquela brutalidade estava deixando que ficasse cada vez mais excitada a ponto de estar quase pedindo para que ele terminasse com a tortura logo.

Sirius não conseguia mais se segurar, queria senti-la, saber qual seu gosto; soltou devagar as mãos dela e as suas desceram firmes pelos ombros dela, passando pelo vale dos seios, cintura; segurou a garota com força e se postou dentro dela de uma só vez. Gemidos altos foram ouvidos por toda a casa, tanto dela quanto dele.

Mione perdera toda e qualquer reação. Estava em delírio absoluto, sentindo-o se mexer com força contra si. O momento foi longo, parecia que os segundos se tornaram horas e o quarto parecia girar a seu redor, sem saber onde exatamente estava. As mãos dele apertavam sua cintura, fazendo a dor das investidas serem prazerosas; as mãos dela agarravam com força o lençol, na tentativa de obedecer o que ele dissera, porém, estava sendo mais difícil do que imaginara. Esqueceu de tudo e postou suas mãos nas costas dele, para logo depois cravar as unhas na pele dele, perto de sua cintura, e subir arranhando até seus ombros, fazendo vergões vermelhos se destacarem nas costas do maroto e ele soltar um som de sua boca parecendo um uivo de dor.

O clímax chegou para os dois ao mesmo tempo, e os segundos de pleno prazer pareciam se prolongar com os movimentos dos corpos suados, colados, cansados. Sirius deixou o corpo cair ao lado do dela, e sentiu suas costas arderem em contato com o lençol. Ela o havia ferido, assim como ele fizera por todo o corpo dela. Fechou os olhos, aproveitando que os gemidos dela ainda ecoavam em seus ouvidos; tinha imaginado como seria tê-la sem restrições, mas aquilo ultrapassara qualquer desejo.

- Coração. - ela disse, se virando para olhar ele. Sua respiração ainda estava descompassada, porém o prazer parecia que não iria embora tão cedo. Ele se virou para ela, vendo o corpo de mulher que ela tinha fazer curvas incríveis, lhe atiçando a imaginação outra vez. Passou a mão pela cintura dela, a puxando para mais perto de si. Beijou seus lábios de forma carinhosa, aproveitando que poderia mostrar que aquilo que fizera fora porque sabia que estava gostando dela, que estava tendo o coração conquistado pela primeira vez. Trilhou beijos até o ouvido dela.

- Coração, Mione. Coração. - ele puxou o lençol para cobri-los, e deitaram de frente um para o outro, os corpos colados. Mione apoiou a cabeça no peito dele, ouvindo o ritmo do coração voltar ao normal. Sirius a abraçou, afundando a cabeça nos cabelos dela, sentindo o cheiro que eles emanavam. Não sabia bem como agir agora. Sempre que terminava sua diversão, ou virava e ia embora ou virava de lado e dormia, sem prestar atenção a mulher ao seu lado; entretanto, com Mione era diferente. Queria dormir com ela em seus braços, para saber que, no dia seguinte acordaria com ela ao seu lado e confirmaria que nada daquilo fora um sonho.

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