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13. O abismo


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Chegando o finalzinho dessa fic que por um momento cogitei em excluir. Trabalho deu em fazer esse final. kkkkk
Não liguem para erros, por favooor, pois não betei nadinha dessa fic. kkkk
Espero que agrade.
Boa leitura!
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Os dois levantaram a cabeça bem devagar e viram Kika Kelvin, com uma bolsa em suas costas, segurar a mão do senhor dopado, ela olhou fixamente para os dois e sentindo a mão do homem em seu braço, aparatou.

- Perdemos!

Hermione virou-se para Harry, que mantinha a atenção para dentro da casa, e deu uma olhada em suas própiras mãos.

Estamos como nós mesmos.
O quê? - Harry viu a perfeita feição de Hermione ao seu lado. - MERDA!
Ela agora sabe de nós... O que você está fazendo? - perguntou ao ver Harry caminhando para dentro da casa.
Vou vasculhar. Tem que ter alguma pista aqui. - Hermione pareceu se convencer e entrando na casa começou a olhar todos os papéis e objetos em volta.

Após revirarem e recolherem todos as possíveis pistas de onde Kika poderia estar, Harry e Hermione aparataram para Londres trouxa novamente onde ficariam no mesmo hotel analisando onde seria a próxima busca.

Draco estava completamente atordoado e revoltado por ter se deixado ficar naquela condição. Sua mãe o visitava todos os dias, e todos os dias perguntava ao ministro o que havia de novidade, tendo uma negativa como resposta. Draco, quando o ministro ia a sua sala/prisão, queria saber sempre do paradeiro de Hermione, mas também obtia uma resposta negativa.

Droga! - Draco gritou ao ver o ministro bater a porta da sala com uma expressão vazia.
Nada ainda? - Narcisa perguntou.
Nada. - respondeu o ministro tirando os óculos do rosto e limpando na barra da sua camisa.
E quanto a Hermione? - Draco perguntou ansioso.
Não tivemos notícias dela, Malfoy. Infelizmente.
Isso é um absurdo!

Narcisa se assustou com a expressão do filho.

Eu entendo que seja difícil para você. - o ministro falou em tom calmo.
Entende? Estou preso aqui injustamente e não tenho nada que possa provar minha inocência. E Hermione pode estar numa armadilha daquela vagabunda da Kika neste momento e você está tranquilo aí sem ter notícias dela...
Calma, Draco. - a mãe pediu.
Calma é a última coisa que posso ter.

O ministro nada pode falar. Colocou seus óculos no rosto novamente e saiu da sala deixando Draco e sua mãe sozinhos.

Harry comia um pedaço de sanduiche enquanto espalhava sobre a cama todos os papeis e fotos encontrados na casa de Kika Kelvin.

Hermione olhava umas caixas de remédios, deixadas para trás por Kika, e viu um endereço escrito na parte posterior da caixa.

Aqui Harry!

Harry pegou a caixa.

Tem um endereço. Vamos olhar pela manhã. - Harry concordou com a cabeça.

Passaram-se meses e Draco não havia tido notícias de Hermione. Sua esperança estava por um fio e seu julgamento já tinha sido adiado o máximo possível.

Não há mais nada pra mim.
Não seja tolo, meu filho. - Narcisa tentava consolar. - Tudo vai dar certo.
Não, mãe. O ministro já fez tudo ao seu alcance pra me livrar de askaban e agora estou prestes a ser julgado e, claro, condenado. Tudo culpa daquela... Mas o que mais me maltrata é que Hermione fora embora e até agora estou sem saber nada dela, não sei se está bem, não sei se ela sabe de mim, não sei se ela já voltou. Nada. Então me fale, mãe, o que eu tenho a ganhar? Ou a perder?
Meu filho... - Narcisa estava com olheiras, seus cabelos antes bem cuidados, eram sempre presos em um coque. Ela estava muito magra, igualmente a Draco.
Rápido! - gritou o ministro invadindo a sala, não tenho muito tempo. Aproveite a primeira lareira. Senhora Malfoy, venha comigo até a sala de auditoria. A senhora não pode servir de testemunha de nada. Como de costume, venha ter sua conversa sobre seu filho comigo, que tudo vai dar certo. - ele olhou ansioso para Draco que estava absorvendo o que tinha escutado. - Depressa! - repreendeu. - Sua varinha está bem guardada.

O ministro saiu da sala puxando a senhora Malfoy que só teve tempo de lançar um olhar de “tome cuidado” ao seu filho e começou a conversar com o ministro normalmente como todos os outros dias anteriores.
Draco, em primeiro momento, não soube o que fazer e colocou a cabeça do lado de fora da sala, não viu ninguém. Pensou em sua varinha “gavetas na sala do ministro.”
Ele correu passando por dois corredores, mas não era muito longe. Entrou angustiado e sacudiu todas as gavetas da mesa do ministro até encontrar um saco com a varinha dele e um papel dobrado, olhou para a frase escrita em letras graúdas: LEVE COM VOCÊ. Ele não pensou duas vezes, jogou o papel em seu bolso da calça e empunhou sua varinha. Saindo furtivamente da sala, viu um guarda passar de um corredor a outro. Era um tanto esquisito, o guarda agiu como se nem existisse o corredor que Draco se encontrava, e ele aproveitou para caminhar até o elevador mais próximo que já estava com as portas abertas e torceu para que ninguém entrasse nele até chegar a área das lareiras. Abriram as portas do elevador e ele olhou atentamente para duas pessoas sentadas num banco perto de uma sala e para um guarda que estava olhando a estátua no meio do saguão. Não pareciam interessados em sua pessoa e, o mais estranho, não havia mais ninguém. “Deve ser obra do ministro”, Draco deduziu e correu até a primeira lareira sumindo para um destino desconhecido de qualquer um.

Hermione sentava-se em uma cadeira tomando chá e comendo biscoitos. Harry, a sua frente, estava arrumado e esperava Hermione terminar de comer.

É a terceira vez que como esta manhã. - Hermione balançou a cabeça. - Olha pra mim!

Harry sorriu da amiga e deu uns tapinhas de leve em seu ombro.

Normal isso. Mas está bom de parar de ficar ansiosa, isso não faz bem.
Eu sei, eu sei. - respondeu impaciente. - Será que o ministro já fez?
Harry olhou o relógio. - Acredito que sim. Temos que ir.

Hermione e Harry andaram muito atrás de pistas de onde estava Kika e o comparsa, começando pelo endereço encontrado na caixa de remédio. Sempre mandavam notícias e pedia informações ao ministro e em uma dessas trocas de informações, descobriram que o senhor sedado era o marido de Kika. Eles voltaram ainda na antiga casa dela algumas vezes, mas nada encontraram que pudesse servir. Por vezes, sentiram estar perto deles, porém, sempre deixavam escapar por entre os dedos, como costumava dizer Hermione. Contudo, nesse momento, eles conseguiram encontrar um farmacêutico que sabia mais e falava tudo em troca de um bom dinheiro oferecido, muito mais do que Kika oferecia. Descobriram um dos distribuidores onde ela costumava comprar sem receita, remédio trouxa usado pra sedar pessoas. E ao embolsar a quantia pedida, o senhor de meia idade contou tudo que havia acontecido.

Dia anterior.

Ela vinha sempre aqui. Às vezes passava um tempo sem vir mas, sempre aparecia para comprar sedativo. Cheguei a perguntar para quem ela estava dando e ela rangeu os dentes como se eu a tivesse insultado. - ele deu um risinho.
E ela vinha acompanhada? - Harry perguntou.
Poucas vezes. - o senhor parou para pensar. - Só quando ela não pegava o trem aí na frente, e seguia para uma parada de ônibus a direita.
E dava para saber se era o marido dela? - Hermione insistiu.
Ah... Ela usava aliança sim. Eu perguntei a ele, ao homem que a acompanhava, se era o marido, porque eles mostravam uma certa intimidade, se é que me entende? - o senhor deu uma piscadinha para Hermione que revirou os olhos. - Mas ele afirmou que não. Disse que eu era louco. - deu gargalhadas.
Humm. Obrigado, senhor. - Harry agradeceu – Tem algo mais que se lembre?
Na verdade, tenho. - estreitou os olhos. - Ela não parecia rica e no entanto, pagou bem. Vocês não parecem mais do que ela, contudo, pagaram bem mais. Se me derem um agrado, talvez eu possa ceder isso. - ele mostrou uma foto. - Estranho, não? Essa foto se mexe. Nunca tinha visto nada assim. Deve valer muito dinheiro.
Como conseguiu isso? - Hermione estendeu a mão para pegar, mas o senhor levou a foto para junto do seu corpo.
Eles jogaram uma caixa fora bem aqui na lixeira da minha porta. Eu fui curioso e olhei tudo, só havia algumas caixas vazias de remédios e essa belezinha aqui.
Quanto o senhor quer? - Harry perguntou colocando a mão no bolso e pagando a quantia desejada por ele.

Hermione e Harry seguiram olhando a foto e pararam em frente a estação sem entrar.

Quem você acha que é? - ela perguntou olhando a foto mais uma vez. - Parece que está vestido como um paciente, algo assim.
Estou em dúvida, Hermione. Vamos descobrir...

Hermione olhou para a parada a sua direita.

Acho que seria bom ver por onde esse ônibus passa. Ela só o pegava quando estava acompanhada.
Boa ideia, Hermione.

O ônibus percorreu o bairro trouxa todo, passou por escolas, bares, mercados, praças e hospitais, um deles chamou a atenção de Harry quando o motorista anunciou que estavam chegando ao terminal.

Hospital psiquiátrico. - falou em tom baixo. - Só pode ser isso.
Pode ser. - Hermione passava a mão no estômago. - Preciso comer.
Vamos descer e passar naquela padaria ali. - Harry falou sorrindo.

Depois de comprarem sanduiches e sucos, andaram até a parada anterior perto do hospital psiquiátrico.

Boa tarde. - Harry cumprimentou uma mocinha de cabelos ruivos na recepção. Ela o olhou sorridente.
Em que posso ajudá-lo? - Hermione revirou os olhos por ver a moça falar em tom meloso para Harry e nem dirigir um olhar a ela.
Estamos querendo saber se essa foto foi tirada aqui. - respondeu devolvendo o tom meloso.
Hum... - ela olhava a foto de um senhor sentado em um banco e comendo um pedaço de bolo. - Tenho certeza que essa foto foi tirada aqui, sempre tiramos em dia de festa.
Não lembra o nome?
São muitos pacientes, é difícil lembrar.
Gostaria de conversar com o médico daqui então, se não for incomodar. - pediu Harry a encarando.
Não é nada. Você poderia pedir muito mais que não seria incômodo algum. - a ruiva sorriu maliciosamente e voltou a olhar a tela do computador, enquanto que Hermione arregalava os olhos e pisava no pé de Harry.
Em dias de festas, geralmente, quem cuida é o médico Smith.
Posso falar com ele? - Harry pediu menos delicadamente que da última vez.
Claro. - ela saiu por uma portinha e o chamou com a mão. - Vamos!
Podemos saber se alguém se registrou aqui como senhor Kelvin? - Hermione perguntou de repente e a moça parecia ter se dado conta da presença dela naquele momento. Fez uma cara de poucos amigos e voltou ao computador.
Sim. Temos registro de um senhor Kelvin, falem com o médico. - ela saiu novamente pela portinha e abriu uma outra a segurando para a gente passar.

Harry olhou Hermione pensativo, mas nada falou. Viram o médico, com a bata aberta, colocar uma pouco de remédio em um copo de suco e sair atrás de um paciente que gritava como se estivesse narrando um jogo de futebol. Ele virou as costas ao paciente e suspirou ao terminar de dar o suco.

Olá. - Hermione falou sorrindo. O médico tinha uma expressão simpática.
Opa, oi, quer dizer, olá. - respondeu atrapalhado. - Desculpe, estou um pouco cansado, estou trabalhando há um pouco mais de 30 horas.
Isso tudo? - Hermione se abismou.
Sim. O médico que era pra estar aqui adoeceu. - falou ele sentando numa cadeira. - Mas, quem são vocês?
É... - Harry começou. - Estamos procurando este senhor. - mostrou a foto.
Ah! - o médico sorriu. - Esse sim, lembro muito bem. Ele desapareceu? - perguntou preocupado.
É que talvez tenha sumido sim. Faz tempo que não o vemos e perdemos o endereço dele. - Hermione deu uma desculpa.
E vocês são o quê dele?
Somos, quer dizer, nossos pais são amigos dele. - Hermione mentiu.
Hum... Sentem-se. - o médico pediu. - Ele era um paciente interessante. Lembro que ele veio transferido de um tal de Mungus, não conheço. Ele teve um surto, pelo que sei, e a esposa dele decidiu tratá-lo aqui.
Esposa? - Hermione perguntou surpresa demais.
Deve mesmo fazer muito tempo que o viram. Ele era casado, sim. - de repente o médico estreitou os olhos lembrando de algo. - Essa foto, como conseguiram? Porque só entregamos isso aos parentes e no caso dele, deve ter sido entregue a ela, ou ao irmão dele.

Hermione e Harry se entreolharam.

Foi meu pai. - Harry disparou. - Ele me entregou antes de...falecer.
Entendo. - o médico se sentiu comovido. - E agora querem resgatar um pouco do passado, é isso?
Claro. O senhor entende, não é? - Harry fez cara de abatido. - E aconteceu mais alguma coisa? Quer dizer, ele estava em estado avançado, usava sedativos?
Não, não. Ele era simpático, divertido. O problema é que vivia falando de magia, que fazia muitas coisas... - ele parou por um momento. - E até acontecia coisas estranhas mesmo, mas ele se sentia diferente dos outros, como se realmente pudesse fazer algo mágico. Falava bastante no pai, embora os registros não mostrem o nome dele, somente o da mãe. E ele dizia que o nome da mãe era diferente também.
Ele dizia que o nome dele era diferente? - Harry perguntou ansioso.
Meu jovem, a maioria se diz ser outra pessoa e com isso mudam os nomes dos pais, filhos, amigos. Isso é normal por aqui.
Ah... - Hermione olhou para um bebedouro perto. - Posso? - ela apontou.
Claro.
Estamos muito agradecidos pela ajuda, senhor. - ela falou pegando um copo e o enchendo de água.
Como é a esposa dele? - Harry perguntou desconfiado.
Ela era alta, imponente. Tinha um ar de presunçosa e parecia muito feliz por ele estar aqui. Lembro que o irmão dele, que a acompanhava sempre, falou o nome dela uma vez, foi... - ele tentou se lembrar. - Foi... Kercia, Kema, Katia...
Kika! - gritaram Hermione e Harry ao mesmo tempo.
Isso! - o médico se levantou e ajudou um outro paciente a encontrar a porta do banheiro. - Vocês conhecem. Que bom, podem encontrar mais rápido. - ele gritou.

Hermione pareceu preocupada e Harry a olhou apreensivo.

Na verdade, queremos o endereço que ela deu.
Não fornecemos essas coisas. - o médico voltou à cadeira.
Mas precisamos. - Hermione pediu aflita.

O médico pensou por um momento.

Se eu ficar encrecado com isso... - ele olhou acusador.
Pode sossegar, senhor. Estamos só querendo o encontrar. Seria muito bom pra ele também, tenho certeza. - Hermione falou voltando a se sentar.

O médico saiu e poucos instantes depois voltou com um papel.

Está aí! Tragam notícias dele, por favor.
Claro. - disseram igualmente.

Agradeceram e saíram agarrados a aquele papel. Finalmente pareciam certos de que iriam encontrar Kika.

Saíram do hospital já era início de noite e embora Hermione estivesse cansada, andaram a um canto deserto para aparatarem na avenida trouxa onde tinha o hotel que estavam hospedados. Assim que chegaram ao quarto, Hermione enviou um patrono ao ministro explicando tudo. Ele era o único contato que tinham.

Dia atual.

Hermione tinha preparado tudo com Harry e o ministro. Aparataram numa rua deserta perto do endereço e seguiram para a rua desejada. Logo ao longe viram Kika entrar na casa, cabelos soltos e roupa diferente da que costumava usar. Mesmo assim, Hermione não deixou de reconhecê-la.

Draco havia desaparatado na Toca. Único lugar que lhe veio em mente. Olhou duvidoso para a porta da cozinha ao longe, mas mesmo assim, pôs-se a andar em direção a ela.

Senhora Weasley? - ele chamou relutante. - Senhora Weasley?
Malfoy? - Gina gritou ao vê-lo. - O que você está fazendo aqui?
Posso entrar? - ele perguntou chateado.
Sim. Mãe? - ela gritou. - Mãe, Malfoy está aqui!

A senhora Weasley desceu as escadas correndo e olhou para Malfoy bondosamente.

O que aconteceu? - ela arrastou uma cadeira pra ele sentar.

Draco sorriu de lado pensando em como ela poderia ser tão boa com todos.

Eu fugi do ministério. - contou receoso.
Fugiu? - ela perguntou duvidando.
Bem... Deram um vacilo...

Molly sorriu satisfeita.

Não se preocupe. O ministro é uma pessoa muito boa e ele contou a mim e a Arthur o que se passava.

Draco pareceu surpreso.

Sabia que eu viria?
Não que viria. Sabia que ia sair de lá de uma forma ou de outra... - ela sorriu. - E já que está aqui, vou fornecer toda a proteção que se pode dar.

Draco agradeceu verdadeiramente e se deu conta de quanta fome estava. A senhora Weasley pareceu notar e olhou para a panela contendo salsichas.

Quer comer, meu querido?

Ele assentiu e olhou Gina sentar-se em frente a ele dizendo que também iria comer.

Após repetir por três vezes, Draco foi levado a um quarto que parecia não ser usado muito. Deduziu que pertencesse a um dos filhos mais velhos.

Aqui está o lençol, Malfoy. - Gina o colocou na cama. - Se quiser usar o banheiro, fica no andar de baixo, primeira porta. - ela sorriu simpática e abriu a porta para sair. - Você deve descansar um pouco.

Draco deitou-se e se cobriu com o lençol com cheiro de recentemente lavado. Não poderia imaginar se sentir tão confortável naquela cama, naquela casa. Pensou que talvez isso se desse ao fato de ter passado oito meses preso em uma sala e dormido em um sofá.

Draco acordou impaciente e olhou o quarto mais atentamente do que quando chegou. Tudo estava limpo, era tudo simples mas confortável e asseado. Sentou-se passando a mão pelos cabelos e subitamente levou a mão a um dos bolsos da calça. Ele se lembrou do papel que estava junto a sua varinha. O papel continha informações de onde Hermione iria, o endereço que ela tinha passado e que ia averiguar com Harry. O possível endereço de Kika. Draco deu um pulo da cama e desceu apressado.

Aonde vai? - Molly perguntou o vendo abrir a porta.
Vou atrás de Hermione.
Não pode ir. - Draco mostrou o papel e explicou que o ministro é que tinha deixado junto com a varinha.
Chamarei algumas pessoas da Ordem, e iremos com você.
Não há tempo.
Espere só um pouco. Não se arrisque assim.

Molly enviou um patrono ao seu marido e a Lupin, ambos apareceram minutos depois. Junto de Lupin vinha Tonks e seu cabelo rosa.

Você nunca manda patrono. - Arthur falou. - Fiquei preocupado.
O menino Malfoy precisa ir a um determinado endereço e acredito que precise de ajuda. - Lupin olhou Draco mais atrás.
Como ele veio parar aqui? - Lupin perguntou.
Isso não importa, Remo. - Molly falou. - Todos acreditamos na inocência dele e temos que ajudar.
É claro. - Tonks concordou. - Vou ajudá-lo.

Draco contou o endereço e do que se tratava, logo Arthur, Tonks, Molly, Lupin e Draco aparataram próximo ao local.
Parecia tudo normal para eles. Tipicamente um bairro trouxa e quem mais sabia sobre isso era Tonks. Ela agia como se nada fosse estranho para ela. Arthur deu um salto quando um dos garotos que se encontrava na esquina passou de skate por ele. Lupin não olhava muito ao redor, apenas procurava o nome da rua que desejavam.

Mais adiante uns lampejos chamaram atenção de Draco e o mesmo correu ao ver Hermione seguir Kika e ser seguida por um outro homem lançando feitiços em sua direção. Todos correram seguindo Draco.
Era um pouco estranho ver Hermione não mostrar tanta rapidez. Ela parecia desajeitada.
Todos passaram pelo portão aberto da casa e seguiram pelo quintal não murado do terreno. Harry estava tentando passar pelo comparsa de Kika e mais um homem forte com aspecto de desleixado e um ar de assassino só pelo olhar que lançava. Ele duelava com firmeza e rapidez tentando não perder Hermione de vista. Lupin e Tonks pararam para ajudá-lo, enquanto Arthur e Molly seguiram com Draco atrás de Hermione. Por pouco, várias vezes, as luzes não atingiram Hermione, ela de alguma forma conseguia se defender e revidar. Draco pensou que estavam próximos de livrá-la daquela situação quando se depararam em um abismo. Kika, na beira do monte e muito machucada, olhou para baixo e depois para o homem, que a ajudava, ser lançado por Molly que, mesmo de longe, conseguiu acertá-lo, fazendo-o desmaiar. Kika, dando conta do acontecido, lançou um Bombarda após onde Hermione estava atingindo o chão que Arthur e Molly se encontravam e fazendo com que eles desaparecessem no meio da poeira formada. Trouxas estavam se aglomerando por causa das luzes e dos barulhos. Todos ficavam abismados, tendo algumas senhoras desmaiado ao ver varinhas apontadas para todos os lados. Hermione caiu com o estrondo e virou-se aturdida, sendo nessa hora que Kika aproveitou para apontar a varinha para ela.

Não! - Draco gritou ao se livrar por pouco do buraco formado e parando em frente a Hermione.
Você... - Hermione começou e olhou em sua volta. Os rostos que ela havia visto no sonho estavam ali, todos de trouxas. Draco apontando em sua direção a varinha. Ela se recordou do sonho totalmente.
Draco, o sonho. - ela grita encurralada. - O abismo.
Fique quieta, sujeitinha de sangue ruim. Ou te mato. - Kika grita apavorada. - Vocês vão me deixar sair e vou levá-la comigo.
Nem morta. - Draco responde enfurecido.
Prestou atenção nela, Malfoy? Prestou atenção em mim? - Kika retrucou.

Draco não havia parado para reparar em Hermione. E por um segundo olhou atentamente sentindo um gelo tomar conta de seu coração.

Pois é. Ela parece frágil, não é? No entanto, olha o que ela fez comigo. - Kika virou um pouco o rosto e estendeu o braço desocupado. Seu rosto estava inchado e havia cortes, além de sangue escorrendo da cabeça; seu braço estava roxo por completo.
Se ela fez, - Draco manteve a varinha o mais firme possível. - foi porque você mereceu.
Seu imundo! Ela vai comigo, vai aparatar comigo, e eu vou mostrar a ela que não deve tratar seus superiores dessa forma.

Draco sentiu repulsa de Kika e dele mesmo, por um dia ter agido igualmente a ela.

Caminhe até a mim de costas mesmo. - Kika ordena.
NÃO! - Draco grita.

Hermione se levantou e começou a dar passos lentos e pouco equilibrados na direção de Kika.

Não vá, Hermione. - Draco implorou em vão.
Isso mesmo. - Kika era firme.

Hermione apertava sua varinha e continuava a andar lentamente de costas.

Sabe, Kika, você não é tão inteligente quanto pensa. Descobri seu plano, seu esconderijo e bati em você feito saco de pancada. Deixei você feito uma cachorra implorando por sua vida. Então por que acha que ainda vai se dar bem nessa?
Mais uma palavra e você está morta.
Não estou, não. Se me matar, Draco acaba com você sem nem pensar. E se eu chegar até você, acabo com sua raça, sua desgraçada. Vou arrancar seu rabo e decepar sua cabeça. Não deveria ter mexido com meu loiro.

Hermione não ouviu resposta. Uma luz vinda detrás de si a fez agir rapidamente. Kika tinha lançado Avada Kedavra contra Draco numa tentativa desesperada.

Protego! - Draco gritou rapidamente.
Sectumsempra! - Hermione se virou gritando e viu Kika cair no abismo, seu rosto contorcido de dor e suas roupas se encharcando de sangue.

Vendo o final, estavam Tonks, Lupin e Harry chegando na parte anterior ao buraco com os dois homens amarrados sendo arrastados.
Draco olhou estupefato para Hermione, ela parecia muito bem para o estado dela. Ela sorriu e aparatou para junto dele o abraçando fortemente.

Você vai ficar livre. - ela falou ao seu ouvido.

Draco a olhava ainda abismado, desceu os olhos pelo corpo dela.
Então era isso que você estava fazendo? - perguntou curioso.
Sim.
E... - Draco relutou, mas não conseguiu segurar sua surpresa. - VOCÊ ESTÁ GRÁVIDA?!
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N/A: Calma, sei que vão cobrar a tortura de Hermione e tudo o mais, mas terá epílogo. Rsrsrsrsrs
E então?! Gostaram?
Bjos!!!

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