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12. Desde sempre


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá pessoal, pra quem é fã de Dramione, tem uma comunidade no Facebook chamada FANDOM. Lá tem spoilers, ideias, encontros... Espero vocês lá.
Boa leitura! :)
* * *

Cap 12 - Desde sempre.


Kika tinha uma expressão maléfica na face e se dirigiu ao senhor que chegou com ela.

-Está liberado. - e ela o seguiu para a porta do ministério.

O ministro não estava feliz por ter prendido Malfoy. Harry e Gina saíram da sala a pedido de Hermione.

-Askaban? - Hermione olha fixamente para ele.
-Não. Por enquanto vai ficar numa cela aqui até ser julgado. Não o quero lá, acredite-me.
-Eu acredito. Quero pedir um favor, senhor Klaus. Um enorme favor...

Enquanto isso, Gina e Harry estavam em uma séria discussão fora da sala.

-Gina, qual o problema?
-Você está me sufocando, Harry. Dá um tempo.
-Um tempo? Não Gina, eu estou cansado dessa sua indecisão. É agora ou nunca, vai ou não casar comigo?
-Você não está sendo nada gentil.
-Vai ou não?
-Harry, não começa...
-Não é um começo... Vai ou não? Fale!
-É... Eu respondo depois.
-Nada de depois. Se não disser um sim, entendo como um não.
-Não posso dizer sim agora.
-Ótimo. Um não, então. Estou indo para casa, quer que eu lhe leve para sua?
-Acho que precisamos conversar.
-Então fique aqui. Não precisamos de mais nada. Adeus.

Harry saiu rapidamente de perto de Gina e ela começava a se desesperar, parecia que o ar não entrava em seus pulmões. Harry tinha ido embora e ela ainda estava parada, pensando. Ela o amava e o tinha perdido mais uma vez.

-Agradeço, senhor. - Hermione se despedia do ministro.
-Tudo por você, senhorita. - Hermione sorriu e saiu da sala dando de cara com Gina vermelha de chorar.
-O que aconteceu?
-Harry, foi Harry. Ele acabou... - Hermione a abraçou.
-Minha nossa! Mas por quê?
-Tudo porque eu não disse sim ao casamento.
-Gina, não se preocupe, quer ir pra minha casa?
-Não quero te encher com isso, Mione, temos que pensar em como ajudar Malfoy.
-Eu já estou dando um jeito nisso.

Hermione saiu pela rede de flu para sua casa acompanhada de Gina e serviu um bom suco, com calmante dentro, para Gina tomar.
Conversaram por alguns minutos até que o remédio fizesse efeito. Hermione sacudiu e girou sua varinha: - Wingardium Leviosa. - e colocou Gina em sua cama.
Olhou-se no espelho, seu vestido um tanto molhado e machucado. A festa não tinha sido nada interessante, tudo culpa de Kika Kelvin, mas ela mexeu com a pessoa errada, muito errada.
Hermione correu para tirar seu vestido de festa e colocou uma calça e camiseta com um casaco por cima. Calçou seus tênis e mandou uma coruja a Molly avisando de Gina e pedindo que ela fosse para lá, através da lareira. Pegou sua varinha mais que decididamente e entrou na lareira sumindo nas chamas verdes.

-O que está fazendo aqui? - o guarda do ministério interrogou.
-Tenho permissão para ver o prisioneiro. - Hermione mostra um papel assinado pelo ministro e o guarda saiu de sua frente.

Ela bateu na porta e entrou consciente que veria Draco mais que abatido.

-Hermione! - gritou e abraçou. Mas ela continuava imóvel.
-Você aceitou? - perguntou baixo.

Draco hesitou.

-Respondi que nunca. Mas...
-Mas...?
-Ela me ameaçou, mas você sabe que isso não faz mais efeito em mim, porém ela ameaçou a minha mãe...
-Você aceitou? - perguntou aumentando a voz.
-Eu me calei... - baixou a vista. - Mas uma vez eu olhei seus papéis.
-Você o quê? - apertou a varinha em sua mão.
-Entenda, Hermione, não fiz isso por mal, não foi pra te espiar, eu só queria saber o que estava acontecendo.
-Quantas vezes?
-Uma, só uma, Hermione. - responde ansioso. - Desculpa. Eu não pretendia. Lembra que perguntei do que se tratava em relação as crianças? Foi por isso. Então eu não mexi em mais nada. Juro!

Hermione balança a cabeça e pensa um tempo o olhando. Ela se acostumou a tê-lo perto. Ela o amava, não tinha dúvidas disso. E ele tinha correspondido. Não queria perdê-lo novamente. Não queria se afastar de novo.

-Você me ama? - perguntou de surpresa a Draco.
-Desde sempre. - ele afirma a olhando nos olhos.
-Merda! - ela sorri e o deixa confuso. - Vou ter que adimitir que também te amo...demais.
Draco a segura pela cintura e brinca. - Eu não falei “demais”.

Hermione vira os olhos e o beija de leve, mas Draco não a soltou e a apertou ainda mais. Ela sentiu seu coração acelerar e sua língua pedir passagem. Ficou tonta. O beijo foi se intensificando e as mãos soltas pelos corpos quentes de desejo. Nada importava. Roupas sendo jogadas no chão indicavam a sensualidade da ocasião e seus sexos unidos provaram que toda a chama do amor deles continuava forte.
Hermione mordiscou e lambeu o lóbulo da orelha enquanto ele se aprofundava mais e mais.
Terminaram com um beijo singelo e suado. Suas mãos entrelaçaram e quiseram que nunca terminasse aquele momento.

Hermione olhava o teto escuro. Pensava no que ia fazer, e em como ele iria receber a notícia. Ele ficaria deprimido certamente. Mas era assim que ela deveria agir. Era desse jeito que as coisas tinham de ser.

-Draco... - ela falou mais como um gemido. Ele virou-se a abraçando. - Tenho algo pra contar, mas quero que prometa que não vai desistir de você, nunca.
-Prometer? Pelo visto é algo que vai me preocupar.
-Talvez te magoar. - alisou o rosto dele.
-Eu aguento. - ele fala decididamente.
-Tenho que ir para Durmstrang. - ele solta a mão dela. - Escute, por favor. Tenho quer ir pelo ministério.
-Eu estou preso e você vai embora? - era visível a tristeza nele.
-Quero que confie em mim. Eu vou para verificar questões de alguns comensais que foram pegos lá.
-Não posso ficar sem você, Hermione. Peço que não vá.
-CONFIE em mim. - ela pediu mais fortemente. - Não vou desapontá-lo.

Draco confirmou com a cabeça e deixou uma lágrima descer pelo seu rosto livremente. Ela o abraçou e passaram a noite juntos. Ao amanhecer, Hermione o beijou delicadamente seus lábios adormecidos e se despediu com uma dor no peito.

Hermione voltou para sua casa, onde estava Gina e Molly na cozinha preparando algo.

-Onde esteve? - Molly perguntou preocupada.
-No ministério. - ela responde sorrindo. - Como está,Gina?
-Bem melhor. E Malfoy? - a ruiva dispara.
-Está preso ainda. Eu terei que viajar, Gina, espero que tome conta dele pra mim enquanto eu estiver fora. - Molly a encarou.
-Aonde você vai?
-Para Durmstrang, senhora Weasley. - ela responde olhando a cesta de pães em sua mesa. - Preciso resolver algumas coisas por lá.
-Harry e Rony não vão gostar nada disso. - ela retruca.
-Eles não vão?! - Gina questiona.
-Não falei com eles. Vou mandar uma coruja agora para virem... Tudo bem, Gina, se Harry vir pra cá?
-Vou embora mesmo. Prefiro não ver.
-Tudo bem. Tomaremos café primeiramente. - Hermione ponderou.

Após conversar com Harry e Rony, decidiram que ela iria com Harry na sua viagem pois, precisaria de alguém pra ajudar. Rony ficou chateado mas entendeu que precisava cuidar dos assuntos referentes a Malfoy.

Rony acenou para os amigos os vendo aparatarem.

-Que local é esse, Hermione? - Harry perguntou surpreso. - Não estamos em Durmstrang, quer dizer, nem saímos de Londres.
-Não vamos sair de Londres, meu amigo, vamos a caça de Kika Kelvin.

Os dois mudaram algumas coisas na fisionomia e partiram em busca da casa de Kika. Hermione exibiu um papel contendo um endereço. O ministro havia dado esse papel.
Harry leu atentamente e o colocou no bolso.

-Deve ser por ali! - ela aponta a rua.
-Vamos aparecer assim do nada? - Harry pergunta preocupado.
-Vamos sim. E quando pegarmos... - ela sorriu maleficamente.

Draco acordou procurando Hermione na sala, mas ela já não estava mais ali. Sorriu tristemente e se assustou com batidas na porta.

-Aqui está seu café. - o guarda apoiou a bandeja em uma mesa no canto da sala.
-Espera... - Draco se levanta do sofá. - Uma garota esteve aqui... Gostaria de saber se...
-Faz pouco tempo que ela saiu. - o guarda respondeu o fitando. - O guarda da noite falou que ela passou a noite toda.
-Foi...
-Com licença. - o ministro entra na sala. - Preciso falar com você, Malfoy.

O guarda assentiu e saiu da sala.

-Como passou a noite? - ele pergunta divertido.
-Acho que o senhor já sabe. - Draco responde sem graça.
-É... Eu dei a permissão pra isso. Bom, mas venho lhe falar outra coisa. - e de repente a expressão do ministro ficou séria.
-Mais algum problema pra mim? - Draco pergunta com deboche.
-Não seja tolo. Outro já teria lhe jogado em Askaban, mas eu vou mantê-lo aqui até o julgamento e acredite-me, vou adiar o tanto que puder. Corta-me o coração ter que prendê-lo aqui, mas não posso fazer exceção, entende?
-O que posso fazer para me livrar dessa?
-Não pode. Só aguarde.
-E quanto a Gr-Hermione? - Draco resolveu que não era mais hora pra ser formal.
-Foi para Durmstrang. Você já deve saber disso. - o ministro o olhou com compaixão e voltou-se para a saída da sala. - Espero que tudo dê certo, Malfoy. Ao contrário, penso que sua varinha vai ficar na minha gaveta, última gaveta especificamente. - saindo com uma piscadela o ministro bateu a porta.

Draco ficou olhando a porta definitivamente duvidoso.

Hermione caminhava com Harry ao lado, varinhas apertadas nos bolsos, chegaram em uma casa cheia e galhos e folhas espalhadas na área.

-Não é possível que alguém more aqui, Hermione.
-Também acho. Parte trouxa da cidade... Aquele homem não parece o tipo de bruxo que more na parte trouxa.
-Também acho. - Harry concorda e entra no jardim sem fazer ruído.
-As pessoas estão começando a sair de suas casas, Harry, deveríamos entrar logo.

Harry destrancou a porta usando um “Alorromora” e olhou em sua volta.

-Entra logo. - Hermione mandou.
-Claro, claro. - Harry olhava os móveis empoeirados e desgastados.
-Não. Ele não mora aqui. - Hermione constata. - Temos que fazer outro plano.
-Que tal esperarmos por Kika no trabalho dela? - sugere Harry.
-Certo. - concorda fechando a porta. - Ficaremos na hora da saída por perto.

Mas os dois ficaram por horas esperando e ela não apareceu.

-Ela não veio trabalhar?
-Está se confiando no dinheiro, Hermione, eu via esse tipo de gente o tempo todo perto da casa dos meus tios.
-Ela terá que vir aqui.
Eles passaram a noite em um hotel trouxa no centro de Londres e no outro dia de manhã se posicionaram perto da Superintendência. Nada. Ela não apareceu.
Outro dia e a mesma coisa. Nada.
Mais um dia. Nada.

-Estamos perdendo tempo. - Hermione fala esperando pela quinta vez por Kika. Hermione mal fechara a boca e a figura de Kika Kelvin aparecera na esquina.
-É ela. - Harry grita. - Vou para o meu lugar.
-Corre!

Harry com sua barba enfeitando seu rosto e seus olhos castanhos mudados por Hermione, tocou no ombro de Kika assim que ela pisou na calçada da Superintendência.

-O que você quer? Quem é você? - ela pergunta grosseiramente.
-Eu faço parte da divisão de bens do mundo bruxo. A senhora não é Kika Kelvin? - sala Harry com um sotaque fajuto.
-Sim, sou.
-Ótimo. Aguardo a senhora na sala 304 do ministério às 14:00 horas.
-Espere! Qual o seu nome?

Harry não havia planejado nome algum.

-Finnigan. Simas Finnigan. - respondeu Harry torcendo para que ela não conhecesse ninguém.
-Humm. Certo então. Estarei lá.

Harry não pode se conter e correu em direção a Hermione assim que Kika passou pela porta da Superintendência.

-Tudo certo. - Harry fala ofegante.
-Vamos para lá então.

14 horas e Hermione entrava na sala 304.

-Já falei com o ministro. - ela estava loira, mais cheinha e cabelos curtos. Harry estava com a mesma fisionomia do encontro com Kika mais cedo.
-Como devemos fazer? - Harry andava de um lado a outro.
-Devemos pedir com cautela. Se ela não quiser...
-Vamos ao plano B. - Harry completa.

Kika Kelvin entrou na sala radiante, talvez por pensar que tudo estava resolvido e que sua herança estava por vir.

-Sente-se. - oferece a cadeira gentilmente Harry.
-Espero ter notícias boas, senhor Finnigan. - Harry pigarreou e olhou para Hermione.
-Certamente. Essa é a chefe do departamento.
-Boa tarde, senhora Kelvin. - Hermione falava tipicamente como uma inglesa. - Para que possamos dar continuidade a seu pedido, temos que ter uma entrevista.
Seguiu-se três horas seguidas de entrevista com Hermione e Harry perguntando tudo da vida de Kika.
-Isso não termina hoje? - ela pergunta visivelmente cansada.
-Ainda falta uma coisa. - Harry responde.
-Bom, e o que é?
-O depoimento do seu marido.

Kika pareceu relutar e mordeu a boca pensativa.

-Se não tiver esse depoimento?
-Será impossível liberar o dinheiro. - Harry explica.
-Ele não pode falar. Ele está internado.
-Onde?
-Em um hospital...trouxa. - ela parecia em dúvida.
-Dê-nos o nome. - Hermione insistiu.
-Eu...vou falar com ele. - Kika se levanta. - Entro em contato com vocês depois.

Ela saiu da sala refletindo.

-Ela desconfiou? - Hermione pergunta.
-Não sei. Vamos ao plano B.

Os dois saíram na cola de Kika e perseguiram por todo o caminho que ela fizera até sua casa. Antes de entrar ela enviou um patrono.

-Ela está nervosa. Olhe como ela quase não acerta abrir a porta.
-Vamos espiar da janela. - Harry a chama.

Lá dentro havia um homem obviamente dopado. Remédios estavam dispostos em uma uma mesa. Ele aparentava estar sujo e mal tratado.

-Será que é ele? - Hermione perguntou no mesmo momento que escutaram um pop.
-Alguém desaparatou. - Harry falou abaixando-se e viu o homem que deu depoimento entrar.
-Você mandou o patrono pra eu vir rápido por quê? - ele pergunta assim que enxerga Kika, parecia ser acostumado a ver o homem dopado.
-Eles desconfiam... - ela fala juntando algumas coisas.
-Desconfiam de quê? - ele pergunta nervoso.
-De tudo. Eles averiguarem, tudo bem, mas querer depoimento? Eu entreguei a carta que me dá os direitos de fazer tudo por ele...
-Eles querem depoimento? - o homem perguntou, seus olhos caindo no senhor barbudo deitado no sofá.
-Querem. Temos que nos preparar.
-E se... - ele começou a falar mas deixou morrer, ele olhou subitamente para a janela e pegou alguém se escondendo.
-Merda. Ele nos viu! - Hermione sussurra. - Vamos aparatar.
-Não! Vamos olhar mais uma vez.

O homem estava com a varinha apontada para eles, murmurando. Sentiram uma magia invadir-lhe e olharam para Kika, com uma bolsa em suas costas, segurar a mão do senhor dopado, ela olhou fixamente para os dois e sentindo a mão do homem em seu braço, aparatou.

- Perdemos!
* * *

N/A: Sem betar kkkk
Fiz com todo carinho e acredito que o próximo seja o último.
Muito feliz e espero que tenha agradado!
:*

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Comentários: 3

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Enviado por Miss Perfection em 25/01/2012

quero ler o proximo cap logo ^^

tá linda essa fic lol

Nota: 5

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Enviado por Larii Malfoy em 13/01/2012

OMG! Quanta coisa! Estava relendo a fic para me atualizar ;)

Quantas emoções e coitado do loiro,tá preso :(

 

Quero mais capítulos hein!!

beijos ;*

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Prado Soares em 13/01/2012

Humm... Ficou faltando a parte da tortura xD adorei *-* a mione passar a noite com o malfoy foi ótimo *--* fquei com dó do harry, mas tb pegou a fgina d surpresa... demora pra postar, não por favooooor *--* e eu qro mais capítulos, viu??? muuuito mais xD beijinhos ;*

Nota: 5

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