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1. Batom


Fic: Falling Angels


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Falling Angels

Capítulo 1 - Batom

Ouviu a porta de entrada bater, e, virando-se, estava certa de quem era. Ajeitou-se na poltrona, puxando a pequena coberta para cobrir o corpo. Estava com o cabelo preso e uma camisola de seda cor creme. O fogo na lareira crepitava devagar, mas parecia ser a coisa mais interessante naquele momento. Percebeu que alguém entrava no cômodo, e sabia que era o mesmo alguém que bateu à porta pouco antes.

- Acordada outra vez?

- Sim, sem sono. - Hermione respondeu, olhando para o lado e o olhando, parado perto da poltrona onde ela se encontrava. Ele vestia uma calça social preta, sapatos da mesma cor e uma camisa branca de botões com os dois primeiros abertos. Mas o que realmente chamou a atenção dela foi uma marca vermelha no pescoço do homem; parecia batom.

- Preocupada? - perguntou Sirius, jogando-se pesadamente na poltrona ao lado. Os cabelos dele estavam parcialmente soltos, o que indicava algum exercício físico recente.

- Sim. - ela soltou o cobertor e olhou para o bruxo. Agora que ele estava perto, a jovem podia sentir um perfume, um perfume que não era dele, e ela bem sabia, era de uma mulher com a qual o homem vinha saindo há um mês.

- É amanhã, não? – indagou Sirius.

- Sim. Tenho que estar no Ministério às 8 horas. - Mione puxou a fita que prendia os cabelos, e os deixou caindo pelos ombros.

- Ou seja, daqui a 3 horas. - o moreno comentou, rindo baixo. Ela se limitou a abrir um sorriso fraco, olhando o fogo; ele continuou. - Terei que testemunhar, não?

- Somente se não quiser que eu vá para Azkaban outra vez. - ela respondeu, levantando-se.

Sirius a olhou, sério. Não gostava daquele assunto. Acreditava ser injusto o fato de ela ter passado por tudo aquilo.

- Estarei lá. – respondeu, então.

Ela sorriu.

O maroto a olhou da cabeça aos pés. Achou que Hermione parecia aquela mesma garotinha outra vez, com os cabelos caindo sobre os ombros. Ele sorriu, bobo, e seus olhos brilharam. O corpo? Bem, nisso ela não lembrava em nada uma garota. Fazia jus aos 22 anos; corpo moldado, pernas firmes, coxas torneadas, seios grandes e firmes, a pele era clara e macia; isso sabia porque a abraçava vez ou outra.

- Imagino como foi sua estadia naquele lugar.

Hermione sentou-se no tapete na frente da lareira e cruzou as pernas, encarando Sirius.

- Realmente, você é o único que pode dizer isso. - ela exclamou, sorrindo fracamente.

- Parece que foi ontem que te levaram para lá. - ele falou, deslizando da poltrona para o chão, e sentando ao lado dela. Ambos ficaram em silêncio. O dia da prisão dela voltou às suas mentes.

Flashback

Estavam todos em roda, do lado de fora dos portões de Hogwarts, conversando. Tinham os semblantes alegres pelo fim da guerra há dois dias, porém ali também havia tristeza pela perda de companheiros durante a batalha. Estavam lá Remus, Sirius, Tonks, Minerva, Ron, Luna, Ginny, Neville, Harry e Hermione. Falavam da guerra já findada. O tempo estava quente, e não havia vento para mexer as árvores. O lago brilhava, refletindo o astro rei.

A morena passou os olhos por todos que estavam ali. Sem perceber, cada um dos presentes começou a passar as mãos pelos braços, numa tentativa de espantar o estranho frio repentino. Os olhos dela encontraram os de Remus, que olhava fixamente para o lado da Floresta Negra atrás dela. Virou-se e olhou na direção da Floresta também, e a primeira vista achou que parecia normal: um mar de árvores apontando para o céu azul e limpo, nenhuma nuvem. Porém, seis pontos pretos no céu, logo acima do topo das árvores, lhe chamaram a atenção.

Voltou o rosto para Remus e percebeu que todos já olhavam naquela direção, e já sabiam o que era. Poucos segundos depois ouviram o barulho característico de aparatação e três homens surgiram; um trajando terno e gravata e outros dois que pareciam com guardas trouxas, denunciados pelas varinhas que traziam em punho.

O engravatado se dirigiu à Minerva, entregando um pergaminho. A professora abriu e leu as poucas linhas, imediatamente mostrando-se séria.

- Srta. Granger... - a velha bruxa não conseguiu terminar a frase.

- Srta. Granger, por favor, nos acompanhe. - o engravatado disse para a garota de dezesseis anos, que não se moveu. O homem fez um sinal com as mãos e os guardas se postaram ao lado dela, um de cada lado, e a seguraram com firmeza pelos braços. Hermione tentou inutilmente se soltar; eles eram, é claro, muito mais fortes que a garota.

- O que está acontecendo? - ela falou, tentando se livrar das mãos daqueles homens. Sua voz saiu chorosa.

- Está sendo presa pelo assassinato de Narcissa Malfoy. - falou Harry, lendo o pergaminho.

Todos sentiram o vento gelar e olharam para cima. A pouco mais de dez metros estavam os seis pontos pretos que viram antes; seis dementadores. Eles estavam ali por ela: estavam ali para levá-la a Azkaban.

- Não podem a levar! - disse Sirius, se destacando do grupo e se aproximando dos guardas e da garota.

- Não, Sirius. - ela bradou. - Se esse é o motivo, eu não me importo em ir.

Todos olharam para a morena, que já não tentava se desvencilhar dos guardas. O frio se intensificava a cada segundo.

- Não me arrependo de nada do que fiz. - ela respirou fundo, e olhou para Sirius. - Fiz por Harry, pela guerra... Eu fiz pela paz.

Sirius a olhava nos olhos. Estava ali, tão perto, e sentia a necessidade de dizer a ela que tudo estava bem, mesmo que fosse mentira...

- Hermione - ele se aproximou mais dois passos, ficando rente ao corpo dela, e logo os guardas tentaram lhe afastar. O maroto olhou para o engravatado. Esse, por sua vez, permitiu que ele continuasse e pediu para que os guardas não interferissem.

Olhou novamente nos olhos dela, que pareciam calmos, serenos. Inclinou-se e foi até seu ouvido, falando baixo para que só ela escutasse:

- Vamos te tirar de lá o mais rápido possível. De um jeito ou de outro. - depois de falar, ele pôde ouvi-la respirando fundo. Afastou-se e observou a cena; os guardas a levaram. E, um a um os dementadores também se foram.


Fim do Flashback

- Aquele mês deve ter sido um inferno. - ele comentou, olhando para a lareira.

- Realmente foi. - a resposta saiu apagada. - Espero nunca mais voltar pra lá. - ela olhava para a lareira também, enquanto as mãos se apertavam, demonstrando tanto ansiedade quanto nervosismo.

- Não vai. - Sirius disse, como se estivesse totalmente certo daquilo. Mas é claro que não se podia saber com tanta certeza. A olhou. A garota estava tensa, e isto era visível nos músculos dos ombros. Pensou em oferecer uma massagem, mas achou que seria impróprio.

- Vou tomar um banho, para ver se relaxo. - ela declarou, se levantando e sorrindo para o homem. Hermione adorava o ver sorrir, pois o dele era um sorriso que passava paz, tranqüilidade.

- Nos vemos daqui a pouco. - ele disse, retribuindo o sorriso; aquele sorriso que ela adorava ver e que parecia conseguir apagar todas as suas mágoas e tristezas.

A morena saiu da sala, deixando Sirius sozinho. A noite tinha sido agitada, pois terminara o caso que estava tendo com uma bela bruxa. Bela e incrivelmente ciumenta, e que não gostava nenhum pouco do fato de ele morar sozinho, em uma casa com uma bruxa bem mais nova, que poderia ser filha dele.

Passou a mão pelo pescoço. Ele mesmo estava tenso. E, ao olhar a mão, percebeu que esta estava suja com batom borrado. Riu-se.

Tinha terminado tudo com a bruxa, mas ela insistira em terem um último momento de paixão, talvez na esperança de fazê-lo voltar atrás. Tudo em vão. Sirius dormiu com ela uma última vez e foi embora logo depois, mas nem tinha percebido a marca em seu pescoço.

Parou de sorrir ao pensar que, mesmo ele não tendo visto, Hermione com certeza tinha.

"E daí se ela viu?", sua voz interior perguntou, agressiva.

Balançou a cabeça e fechou os olhos. Por que deveria se importar se ela tinha visto a marca ou não? Deu de ombros e se levantou. Tinha que tomar um banho, se trocar e ficar pronto para comparecer ao julgamento.

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