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11. Você aceitou?


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Festa no ministério, todos da dita alta sociedade bruxa estavam lá. Todos prontos para observar a vida alheia e começar a destilar seus venenos impiedosos com suas línguas afiadas. Harry estava de braços dado com Gina, na qual se encontrava deslumbrante com seus cabelos pouco presos e seu vestido tomara que caia na cor verde escura. Seus olhos procurando algum sinal da amiga. O ministro estava conversando com três senhores altamente respeitados e era óbvio que o ministro tentava agradá-los ao máximo. Rita Skeeter perambulava por todos os cantos, sua pena sem parar de escrever logo atrás dela. Dentre as famílias ricas estava a família Parkinson, tendo Pansy trocando sorrisos e olhares com todos os rapazes bem aparentados. Era visível que muitos especulavam a aparição de algumas pessoas, pois muitos eram vistos como seguidores de você-sabe-quem.


Não tão longe dali, Draco estava persuadindo Hermione para ir a festa.


 




  • Eu não vou, Draco.




  • Sinto muito. Mas esse vestido fica perfeito em você e seria um desperdício que ninguém o veja.




  • Eu agradeço ter cuidado da minha ressaca, mas eu preciso e quero muito ir para minha casa.




  • Não antes de ir a festa, querida. - Draco sabia que Hermione não gostava de ser chamada de querida.




  • Tentando me agradar? Está errando feio. - Hermione responde com um tom chato.




  • Ah... Que é isso, Hermione? Eu quero muito ir a festa e sozinho eu não vou. - Draco fala com birra.




  • Pra quem tinha dito “eu não fui convidado”. Não tem mais ninguém pra você encher o saco?




  • Você sabe que não. Ninguém quer andar com o senhor Comensal Malfoy.




  • Drama...




  • Por favor...




  • O que eu ganho em troca?




  • Hum... - Draco sorriu safadamente. Hermione percebeu o que tinha passado na mente dele, pegou o travesseiro e jogou. - Que é isso? Vai estragar meu penteado.




  • Certo. Eu vou, senhor arrumadinho não toque no meu cabelo Malfoy.




  • Obrigado, senhorita chatinha aborrecida Granger.


     




Aparataram no ministério.


 


Draco segurou firme a mão de Hermione que deu um sorriso sem ele ver. Pegaram o elevador e desceram para onde ficava o salão de reuniões, lá se passava a festa.


Ao abrir a porta, respiraram fundo, pensavam na mesma coisa, todos veriam os dois juntos.


Abriram a porta e deram de cara com muitas pessoas rindo alto, uma música tocava e a luz estava iluminando fracamente os participantes da festa. Deram um passo e logo foram engolido pela multidão barulhenta, então se deram conta que tinham chegado bem depois da festa ter iniciado. Andaram mais um pouco e logo Hermione foi agarrada por Gina com Harry logo atrás meio desconfiado. Elas se falaram rapidamente, Gina comentando que precisava conversar com ela. Draco a puxou para o meio, mesmo sem dançar e pôs seus braços em volta da cintura dela. De repente, um alvoroço começando de perto deles se formou. Em menos de 2 minutos todos estavam comentando de Malfoy com Granger na festa abraçados. Uma pessoa, ao escutar uma senhora falar junto, tratou de ir ao meio do salão para ver o que se passava.


 




  • Como? Herrrmione, você aqui com...ele? - perguntou Krum batendo no ombro dela.




  • Como vai? - pergunta Malfoy.




  • Não estou falando com você. - responde Krum, arisco.




  • Olá Krum. Estou bem e você? - fala Hermione fingindo que não tinha visto nada.




  • Não tão bem quanto você, aparentemente. - ele fala sarcástico.




  • Não é aparência, ela está ótima. - Draco fala e segura firme a mão de Hermione.


     




Krum dá um meio sorriso e se afasta cerrando os punhos. Draco não parecia nada contente.


 




  • Esse imbecil!




  • Só está surpreso, assim como muitos aqui. - ela olhou ao redor. - Devemos nos misturar.




  • Nada disso. - ele recupera a calma. - Devemos dançar.


     




Antes que ela pudesse discordar já estava rodopiando em direção ao meio do salão. Ele sorrindo galante a posicionou escostou em seu joelho numa dramatização de uma dança trouxa que havia visto. Tango.


Magicamente a música começou a tocar, era como se sentisse o desejo das pessoas ali situadas e assim começou a soar um som quente e ritmado. Eles dançavam com muita precisão e sensualidade. Draco girava e levantava a perna de Hermione apertando forte na parte detrás da coxa, e num sussurro ela chamou seu nome. Estava sendo seduzida.


 




  • Onde aprendeu? - ela se afastou mas ainda agarrada na mão dele.




  • Tenho minhas surpresas. - ele a encarou com o rosto a milímetros do seu.




 


Ela se perdeu nos seu olhar. Os dois parados com os corpos encostados. Parecia que só havia eles ali. A música mudou completamente e algo parecido como a música trouxa Still Loving You foi ouvida por todo o local.


Burburinhos. Flashs. A pena de Rita Skeeter a toda escrevendo. Nada os tiraram dali. Aproximaram mais um pouco. Olhos nos olhos. Mãos na cintura. Krum rangendo os dentes. Gina e Harry de olhos arregalados.


Mais um pouco, eles encostam os lábios, os olhos se fecham e...


 




  • Que lindo! - exclamou Kika sarcástica.


     




Todos os rostos se viraram pra ela. Como ela ousa atrapalhar a cena do ano?!!


 




  • Mais uma que quer a herança do meu marido. - ela olha as unhas.




  • Como é? - Hermione apoia as mãos em sua cintura visivelmente contrariada.




  • Estou dizendo que esse aí, - aponta para Malfoy. - não entrega a minha parte que é de direito, sendo meu marido também um Malfoy.




  • Tecnicamente seu marido é que deveria receber, não você. - Malfoy retruca. - E como não temos prova alguma disso...




  • Não estou entendendo nada. - Hermione o olha.




  • Simples. O avô dele teve um caso com uma mulher na qual resultou em um filho, o meu marido, e eles nunca deram nada a ele. O avô tão respeitado no mundo bruxo, não poderia aparecer com essa mancha, não é? Claro que eu ia ficar calada mas quando soube que você estava enfeitiçando crianças e prestes a colocar a culpa em quem você achava ser seu tio, Malfoy, não imaginei em que você é melhor que meu marido. O problema é que o homem que foi preso e morreu, não era seu tio... Eu já levei os papéis que provam a identidade do meu marido. E agora você, - apontou para Hermione. - está querendo se dar bem na vida, ficando de casinho com ele.




 


Hermione e Draco olharam confusos para ela.


 




  • Eu querendo me dar bem? Sua...




  • Eu não sabia dessa coisa de tio até pouco tempo atrás. - Draco percebe que todos olham atentamente para eles como velhas fofoqueiras na porta prontas para a próxima fofoca do dia.




  • Sua mãe lhe contou... - Kika não perde a pose. - O problema é quando ela lhe contou. Duvido muito de que tenha sido a pouco tempo.


     




Kika mostra uma carta que recebera de Narcisa com os dizeres de que ela não se daria bem pois o filho já sabia de tudo.


 




  • Se você soube disso a pouco tempo, como essa carta parece tão antiga? - ela pergunta.


     




Draco reconheceu a caligrafia da sua mãe. Porém não entendia como podia ser antiga, ela lhe contara havia dias.


O ministro o olhou com cautela.


 




  • Malfoy, você fez os feitiços?




  • Claro que não foi ele. - Hermione o corta. - Isso só pode ser coisa dela.


     




Kika sorri para Hermione.


 




  • Só acho injusto ver alguém com a reputação tão duvidosa se divertir com crianças dessa forma tão...repugnante e ficar na boa, enquanto eu e meu marido ficarmos nas sombras, escondendo quem somos realmente. - Kika fala teatralmente.




  • Isso é mentira! - Draco grita. - Eu nunca fiz nada àquelas crianças.




 


Kika faz aparecer uns papéis em sua mão. - Ainda bem que mantive umas cópias comigo, você mesmo pode ver, ministro.


O ministro leu e com um olhar triste mandou:


 




  • Acompanhe-me Malfoy...





Estavam na sala do ministro Harry, Gina, Hermione e Draco. Todos esperavam o que o ministro decidiria.


Os papéis revelaram que o senhor Kelvin era o tio de Draco, mas além disso, só existia especulações de que fora Draco a enfeitiçar as crianças, até então.


 




  • Não preciso de mais nada, Malfoy. Seus bens serão congelados até ficar decidido o que irá para seu tio.




  • E ainda o quero preso. - Kika invade a sala com um homem ao seu lado, o mesmo que espionava as coisas para ela. - Esse senhor aqui é uma testemunha ocular de Malfoy ter enfeitiçado pelo menos uma criança. - ela sabia que se fosse provado em uma criança, logo ele receberia pena por todos já que os crimes foram completamente iguais, como uma marca registrada.




  • Eu o vi, senhor. - o homem fala tentando parecer solidário. - Eu vi com umas criança e apontar a varinha para ela, eu esperei para ver o que aconteceria mas a menina parecia normal até correr pra casa. Em seguida eu ouvi gritos da mãe dela e eu mesmo a socorri.


    Draco sentiu ânsia por ser acusado de uma coisa daquelas. Ele a olhou odiosamente e avançou em sua direção.




  • Você! Você é uma desgraçada. Como vai provar isso?




  • Ele vai dar a lembrança dele, claro.


     




Draco não podia acreditar. Não sabia ao certo, como o rapaz iria provar com lembrança já que não fora ele a fazer aquilo. Contudo, olhando para Kika completamente confiante, ele sabia que ela tinha dado um jeito nisso.


 




  • Podemos verificar isso tudo. - Harry percebe a aflição em Hermione. - Esclarecer tudo.


     




O homem já havia dado a lembrança e o ministro não se encontrava mais na sala. Tinha se dirigido a penseira e levou consigo dois aurores para verem a lembrança também como testemunhas. Alguns minutos depois eles estavam de volta.


 




  • Sinto muito. - o ministro fala abalado. - Podem levar.




 


Hermione quis brigar com os aurores que foram em direção de Draco para tirarem da sala. Ela acreditava na inocência dele. Kika observou Hermione e decidiu que tinha de abalar essa confiança que a morena exibia, ou ia ter problemas ainda com isso.


 




  • Sabia, senhorita Granger, que eu cheguei a pensar que você estava junto com ele nessa? - Harry e Gina pararam de segurar Hermione. Os aurores tinham fechado as algemas mágicas em volta dos punhos de Draco e o levavam pra fora.


     


    Kika bocejou.


     




  • Eu não ligo se vocês foram heróis ou qualquer coisa parecida. Sempre desconfio de todos. Granger, cheguei até pedir para Malfoy ficar de olho em você...e ele aceitou.




 


Draco virou-se feroz.


 




  • Sua cretina! Você me ameaçou.




  • Você aceitou? - Hermione perguntou em voz trêmula, mas Draco já estava quase totalmente fora da sala.




  • Eu posso explicar. - foram as últimas palavras dele que Hermione conseguiu escutar.


    N/A: Pessoal, desculpe a demora e também por não betar o capítulo, senão tomaria mais tempo. Digo com felicidade e com tristeza que essa fic está chegando ao fim, devo ter mais dois capítulos para postar.
    Espero ideias, xingamentos, pensamentos, qualquer comentário pra me fazer feliz :D
    Ou Então votem. Ou os dois. kkk
    Qualquer coisa que mostre que passaram por aqui e gostaram.
    Boa leitura e até mais!



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Comentários: 1

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Enviado por Prado Soares em 08/01/2012

AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH  EU VOU MATAR ESSA VADIA DESSA KIKA!!!! Q MULHER INSUPORTÁVEL ¬¬ mata ela, Her, porfavooooor... deixa a Mione matar ela?!?! Se quiser, mando tds meus personagens crueis para ajudar... QQ COISA q faça essa vagabunda pedir pra morrer!!! Q odio dessa coisa!!! 

Ok, parei xD

to amando a fic, dramione é foda *--*

fique com dó da gina por causa o pedido de casamento... ela tem q ver q casamento não é tão ruim assim (eu espero kkkk)

demora pra postar não, amore...

to esperando, viu???

beijinhoz ;*

Nota: 5

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