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32. Bônus de Natal - Draco POV


Fic: Money Honey - Astoria e Draco - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Money Honey – Especial de Natal (Draco POV)


 


 


25 de dezembro.


Eu sabia que Astoria não gostava dessa data, por motivos familiares. Ela não gostava da forma como se comemoravam o Natal. Ela disse uma vez para mim que quando foi pequena, os Natais em sua casa eram baseados em abrir presentes e decidir se gostava ou não deles. Apenas isso. Astoria não sabia o significado do Natal. Nós dois já passamos muitos Natais juntos, com ela tendo esse pensamento. Em um ano, minha mãe desmaiou no banheiro de uma festa onde Astoria estava e em outro ano Scorpius teve um chilique porque não ganhou a vassoura que queria... Astoria não tinha muitas lembranças legais dessa data.


Então naquela madrugada, eu tinha decidido mudar isso. Minha mãe não tinha mais paciência para ficar erguendo árvores e as enfeitando. Ela só enfeitava a mansão quando eu era criança. Depois da guerra, aquele hábito se perdeu. Tivemos a ceia de Natal da meia-noite apenas nós cinco, sem muitos detalhes para se contar. Scorpius estava com cinco anos naquela época e não tinha se divertido. Eu notei que qualquer família sem teto passaria um Natal mais animado que o nosso, e tínhamos uma mansão bilionária. Foi o suficiente para que uma vontade de mudar isso se estabelecesse dentro de mim.


Eram duas horas da manhã quando eu levantei da cama sem Astoria perceber e fui até o quarto de Scorpius, para acordá-lo. Perguntei se ele estava a fim de fazer uma bagunça e ele pulou da cama. Começamos a montar a grande árvore e distribuir todos os outros enfeites pela sala e acabamos tudo às três horas. Scorpius colocou os enfeites na árvore sem magia, claro, por isso estavam completamente tortos. Eu não ousei arrumá-los.


– Quer saber? – olhei para os presentes embaixo da árvore. – Por que a gente não esconde eles?


– Mas são presentes! – Scorpius olhou com desaprovação.


– Não. Sem presentes.


– Natal sem presentes?


– Pela sua mãe. Vamos presenteá-la com um Natal sem presentes. Confie em mim.


Scorpius ainda olhava para mim como se eu tivesse enlouquecido.


– Mas eu gosto dos presentes...


– Eu te dou o seu depois, mas estamos fazendo isso pela sua mãe.


– Por quê?


– Ela não gosta muito do Natal, acha que as pessoas só se importam com os presentes.


– Mas eu quero dar a ela um presente, pai.


– Dê a ela um que você tem certeza que ela vai gostar.


– Mamãe gosta de pinturas.


– Você tem lápis.


Ele saiu correndo e voltou, trazendo um monte de pergaminho e lápis de cores. Ele os jogou no chão e sentou. Scorpius fez um desenho para ela. Eu não o entendi muito bem, mas estava rabiscado de um jeito que só Astoria gostava. Eu sorri depois que ele me mostrou. Ele já estava conseguindo formular palavras nos papeis. Escreveu algo como “Felz Ntol, MAE”. Eu sugeri que colocássemos o desenho dobrado embaixo da árvore, mas ele não gostou da idéia. Preferiu ficar com o “presente” porque ele mesmo queria entregá-lo a Astoria de manhã. Levei-o para o quarto depois que acabamos e voltei para o meu, deitando-me ao lado da minha mulher.


 


 


 


Ser o primeiro a acordar não era normal, mas então me lembrei que época de feriado fazia Astoria esquecer o significado de levantar da cama cedo. Fiquei satisfeito por vê-la ao meu lado quando abri os olhos. Ela estava de costas para mim, com um antebraço embaixo da cabeça e o outro pousado na curva do seu quadril. Daquele quadril. Sorri, olhando para as costas dela e tirando meu rosto perto do cabelo solto, que me fazia cócegas toda vez. O cobertor estava dividido perfeitamente entre nós dois, o que me surpreendeu muito. Astoria costumava roubá-lo toda noite só para ela. Ela também costumava ficar se movendo sem parar, mas desde que nos casamos, eu me acostumei a não me incomodar tanto com isso.


Estranho, no entanto, perceber que naquela manhã ela estava tão quieta e parada, os ombros onde a camisola não cobria estavam subindo e descendo de uma forma serena e tranqüila, um reflexo de sua respiração. Ela tirou o braço apoiado na cintura e o juntou com o rosto, como se quisesse se proteger de alguma coisa. Curioso, inclinei-me para ver o perfil do seu rosto. Eu não sabia que jeito Astoria dormia quando era criança, mas acreditei que não tivesse mudado muita coisa vinte e poucos anos depois. Eu sempre perdia na tentativa de me incomodar com algum defeito dela.


Ergui as sobrancelhas, roçando os dedos pela lateral de seu corpo. As pálpebras se moveram. Ela não abriu os olhos completamente. Eu nem perceberia que ela estava acordada, se ela não tivesse feito um muxoxo e a mão dela não tivesse empurrado meu peito. Ela estava sem força por causa do sono, mas eu tive a impressão que ela queria que realmente tivesse sido forte. A voz era arrastada quando disse emburrada:


– Draco... odeio que me observa enquanto estou dormindo.


Bem, Feliz Natal para você também, querida.


– É por isso que está sempre acordando antes de mim?


– É – ela afundou a cabeça no travesseiro, claramente sem querer ficar papeando, ou só querendo se esconder. Eu apenas abri um sorriso. Ela sempre acordava de mau humor, mas eu já sabia como a coisa toda funcionava.


Mesmo com os olhos fechados e mesmo emburrada, ela me deixou distribuir beijos pelo pescoço dela, sem me afastar dessa vez. Cheguei com os lábios perto do seu ouvido. Mordisquei levemente sua orelha. Finalmente ela se virou para mim e me deixou ficar entre suas pernas. Levantei sua camisola e arrastei a calcinha das suas pernas, sabendo que ela preferia isso de manhã a qualquer olhar romântico ou gesto de amor.


O nosso gesto de amor era o que acontecia embaixo daquele cobertor. Eram os dedos dela apertando meus cabelos, a minha língua saboreando aquele gosto que me acostumei, a língua dela acariciando minha excitação, chupando e deslizando os lábios de um jeito que me enlouquecia. Era o corpo dela em cima do meu, eram os olhos dela fechados em uma expressão única, sonolenta, excitada pela manhã. Eram nossos sexos encaixados como se fosse uma atividade física que precisássemos para continuarmos saudáveis.


No começo, quando a trouxe para meu colo, conhecendo que esta era a posição favorita dela, Astoria ainda parecia estar dormindo ao mesmo tempo em que se movia lentamente sobre mim. Ela tinha os olhos fechados e parecia que ela nunca prestava atenção nas minhas tentativas de dar prazer, mas só parecia. Em meu colo, ela subia e descia sem pressa, tirando o cabelo do rosto e jogando-os para o lado, de uma forma natural, com um movimento leve e único. Ela apoiou os braços para trás no colchão. Arrastei minhas duas mãos para os seus seios, os bicos duros que eu estimulei com a língua logo depois.


– Vai ficar aí parado até quando, Draco? – ela perguntou, soando entediada para me fazer agir.


Ela deve ter acordado de vez quando movi meu quadril para cima várias vezes, de um jeito rápido e forte fazendo-a gemer alto. Agora rindo, voltou a se grudar em mim, com os braços ao redor do meu pescoço. Ela sorriu para mim, aquele sorriso que mostrava seus dentes, e finalmente consegui encarar aqueles olhos azuis, quando se abriram completamente.


– Bom dia – sussurrou de um jeito sutil, nada zangado, e inclinou-se para beijar meus lábios de uma forma apaixonada.


Ficamos naquele beijo por um tempo, a língua dela acariciando a minha de um jeito lento e gostoso. De repente os movimentos de nossos corpos eram só detalhes. Ela mordeu meu lábio inferior. Ela gemeu contra a minha boca. Dei uma última estocada, num arquejo. Ela desceu e subiu contra o meu sexo uma última vez, apertando as unhas em meu peito.


Pronto. Estávamos extasiados. Ela saiu de cima de mim e foi ao banheiro, enquanto eu acendia um cigarro. Voltou vestindo o roupão. Sentou-se na cama ao meu lado e me provocou passando um creme em sua perna, subindo a palma da mão até as coxas que eu adorava.


– Que horas são? – ela perguntou.


– Onze horas, acho. Natal – refleti. Astoria continuou roçando os dedos na própria perna, sem dizer nada. Levantei-me da cama, jogando o cigarro. Coloquei uma calça e uma blusa. – Te vejo lá embaixo.


– Veja antes se Scorpius está acordado, querido.


Eu não precisei verificar. Ele estava sentado no sofá entre minha mãe e meu pai, quando apareci na sala, do jeito que havíamos combinado. Eles olharam para mim.


– Obrigado – eu limpei minha garganta e olhei para o meu pai. Até ele decidiu... não sair naquela manhã. – É importante para Astoria.


– É importante para todos nós, Draco – disse minha mãe, acariciando os cabelos de Scorpius. – E Scorpius montou uma bela árvore. Eu nunca saberia.


– Eu nunca teria a mesma disposição – meu pai só comentou.


Astoria desceu alguns minutos depois, levantando o cabelo em um coque. Scorpius foi até ela e a abraçou.


– Feliz Natal, filho – sorriu para ele. – Já abriu seus presentes? Agora você pode.


– Papai disse que não tem presentes hoje.


– Ora, como assim?


Ela percebeu a árvore perto do piano. Percebeu todos os enfeites. Mas não viu as caixas de presente.


– Essas coisas não estavam aqui ontem – falou.


– Scorpius e eu montamos – eu disse, aproximando-me dela.


– E eu fiz um desenho pra você – Scorpius tirou da calça o papel que havia desenhado e mostrou para Astoria. Ela o pegou e observou. O sorriso dela era indescritível. – Mãe, por que você não gosta do Natal?


– O quê? Quem disse que eu não gosto...


– Você já me disse uma vez – eu disse. – Eu apenas queria que ficasse um pouco diferente esse ano. Fizemos essa árvore. E colocamos essas coisas na lareira. Sei que está ridículo, mas fizemos isso por você. E não precisamos exatamente dos presentes agora, porque... você sabe, estamos juntos e, de uma forma simbólica, a família reunida é importante. Não somos em muita quantidade e nem em muita animação... mas somos completos.


Astoria agachou-se a altura de Scorpius. Ele parecia um pouco decepcionado pelo fato da mãe não gostar de uma época como aquela. No entanto, Astoria começou a dizer:


– Filho, eu amei o seu presente. Esse desenho... e você está sabendo escrever, e isso é tão incrível. Obrigada.


– Mas a senhora ainda não gosta, não é? Do Natal.


– Escute, Scorpius. Você nasceu nessa época e devo dizer que foi um dos dias mais assustadores e felizes da minha vida. Eu dei a minha vida para ter você e não teria sobrevivido se não fosse por esse milagre. Eu não acreditava em nada disso, antes de ter você. Eu apenas não... eu apenas não cresci em uma família que pudesse me explicar o que significava um milagre de Natal. Você é o meu todos os dias, entendeu? Você, o seu pai e seus avós. Eu não preciso de uma data específica para me fazer enxergar isso, porque eu enxergo todos os dias. E eu adoro receber presentes... mas esse aqui – ela apontou para o cartão de Scorpius – eu nunca vou deixar molhar ou amassar. Nunca vai sumir.


Ela beijou seu rosto e e se levantou, olhando para mim e meus pais.


– Nós gostamos de usar esta data para o perdão – disse minha mãe. – Algumas pessoas precisam de um incentivo. Somos umas dessas pessoas. O Natal é o nosso incentivo. Só esquecemos como se comemora.


– Queremos voltar a comemorar – eu falei depois. – Fazer tradições. Coisas que você nunca teve com a sua família antes.


– E que agora eu posso ter, não é? – sorriu. Tive a impressão que ela estava emocionada. – Quero dizer, vocês são a minha família.


Eu retribuí o sorriso e beijei seus lábios.


– Todos os dias.


Naquela manhã, tomamos café juntos. Scorpius insistiu em ir ao parque. Talvez ele merecesse pelo tempo que ficou comigo fazendo a surpresa para Astoria. Naquele ano, foi a primeira vez que meu pai saiu com a gente em público. Minha mãe ficou sentada em um banco. Meu pai estava ao seu lado, os dois calados, mas não tristes. Scorpius brincava com a neve enquanto eles tomavam conta dele. Resolvi levar Astoria para uma caminhada e ela segurou minha mão, fazendo com que eu a encarasse.


– Não precisava ter feito tudo isso. Você nunca passou um Natal sem presentes. É um sacrifício isso, sabia?


Mesmo que os presentes tivessem sido distribidos logo mais tarde, o significado do Natal mudou Astoria, e não ele que havia mudado para ela. Eu não tinha idéia de que me importava com isso até perceber que eu podia fazer alguém da minha família feliz, sem precisar usar a única coisa que eu julgava ter para aproximar uma pessoa em minha vida. O dinheiro.


– Scorpius está se divertindo mesmo assim – falei, vendo nosso filho jogar bolas de neves nas pessoas que passavam por perto. Ele sorria e tentou comer a neve, mas minha mãe chamou sua atenção antes. Astoria ainda estava sorrindo quando eu percebi: – E dessa vez não é o dinheiro, querida.


 


 


Bônus. E aí, curtiram? Trabalhei nessa durante o Natal, esperando que eu pudesse postar ainda dia 25, mas só terminei agora. Sei que está atrasado, mas... FELIZ NATAL TODOS OS DIAS!


 

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Comentários: 9

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Enviado por Regiane Helena em 21/05/2014

Acabei de ler sua historia e achei maravilhosa.Confesso que com fã Harry Ron e Hermione odiei Draco por muito tempo mas acho que todos já erraram ou vão errar nesta vida mas todos tem o direito de mudar é só querer.Parabéns por me fazer gostar um pouquinho do Draco,mas adorei mesmo as duas mulheres dessa fanfics Astoria e Narcisa magníficas e fortes.Sempre firmes para sustentarem ess família,mas extremamente apaixonadas.Adorei tudo 

Nota: 5

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Enviado por alana_miguxa em 08/01/2012

Aiii que lindo! amei o bonus!

Nota: 5

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Enviado por Marcela Prince Snape em 29/12/2011

Muito lindoooooooooooooo!

Que bônus maravilhoso! Um presente de Natal!

Adoro Draco e Astoria!

Beijos!

Nota: 5

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Enviado por jucelene em 28/12/2011

Muito linda...Amei o bônus...

Deu saudades da fic...

Um Feliz Natal atrasado e um Ótimo Ano Novo *-*

Bjs

Nota: 5

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Enviado por Lívia G. em 27/12/2011

AAAAAAAAh, que lindo! Eu adorei, achei meiga! Estava com saudades de Money Honey! Valeu pelo bônus :) Beijos

Nota: 5

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Enviado por Ana Slytherin em 27/12/2011

Lindoo , nossa perfeito e melhor ainda na visão do Draco 
Feliz Natal atrasado

Nota: 5

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Enviado por MarianaBortoletti em 27/12/2011

Ai que lindo! Equivalente a todos os episódios especiais de natais das nossas séries preferidas. Juro que pensei em Doctor Who quando vi o título, mas claro não tinha nada a ver além da essência do espírito de natal. Eu absolutamente adorei! O Draco é um narrador detalhista, e isso é muito legal. Se um dia tu quiser escrever uma fic com o Draco de narrador, eu vou adorar! rsrs Bem, feliz natal atrasado!

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 27/12/2011

Feliz natal e um próspero ano novo!!!

*0*

ameeeei!

beijão

Nota: 5

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Enviado por Louyse Malfoy em 27/12/2011

AAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE LINDO.

NÃO ACREDITEI QUANDO EU VI

MUITO MUITO MUITO LINDO!

Que saudade da Astoria e do Draco juntos :')

Obrigada por fazer esse Bônus tão lindo!

Nota: 5

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