FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

19. Sem você


Fic: Um Novo Erro SS PO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

.


Por Severo Snape
.
Foi um tempo bom. Estávamos no inicio do nosso casamento e sempre haveria muitos planos dentro do nosso convívio. Eu não sei bem em que momento deixei de vê-la como a garota que eu amava para passar a enxergá-la como o real motivo da minha existência. Eu apenas sabia, tinha total convicção, de que sem ela eu não poderia mais.
Era um fim de semana, vésperas do inicio da aplicação dos NIEMS. Mona debruçava-se sobre suas ultimas anotações de Feitiços. Por diversas vezes eu a auxiliava durante as noites em que pude ir para casa, e me surpreendia sempre que pedia que ela realizasse algum feitiço complicado. Era exata em seus movimentos e ações. O resultado era sempre perfeito. Em Poções seus talentos não diminuíam, apesar de eu perceber no seu semblante entediado que aquele não era bem o seu assunto favorito.
.
-Meu amor, eu acho que você deveria parar de estudar. Sabemos que você será esplendida.
-Falta pouco pra que eu termine aqui, só um segundo...
-Mona...
-Quê? –e finalmente ergueu os olhos daquela papelada infinita para pousá-los sobre mim.
.
Eu segurava duas taças de vinho, esperava sinceramente que tivéssemos uma longa e proveitosa madrugada de sábado como haviam sido as outras. Ela sorriu com aquele jeito sonserino e delicado.
.
-Venha. –chamei indicando o sofá.
.
Ela ficou de pé, usando apenas um vestido de algodão bege e veio em minha direção. A cada passo eu esquadrinhava seu corpinho magro, cada vez mais alarmantemente magro. Sentou-se no meu colo e me abraçou forte, recebendo o vinho em seguida.
.
-Mona, eu posso sentir suas costelas. –comentei alarmado passando a mão no seu tronco, por baixo do vestido.
-Eu sei, eu também posso.


-Devemos ir ao St. Mungus. Eles podem ter algumas vitaminas, algumas poções que possam ajudá-la.
-Eu não me sinto fraca. Eu estou bem.
-Não, eu temo que você não esteja bem.
-Severo... –ela murmurou arrastando a ultima sílaba do meu nome de maneira sexy- Não quero que você se preocupe comigo, não assim.
-Então como eu devo me preocupar? –perguntei chateado
-Assim... –e num gesto hábil, tirou o vestido- Hoje eu só quero essa preocupação da sua parte. Relaxe, deixe-me cuidar de você...
.
Ela sabia que eu jamais poderia resistir ao seu corpo nu e com uma voracidade incomum, mergulhei no seu âmago. Foi então que a Marca Negra queimou absurdamente e eu tive que parar, curvando-me sobre o braço. Mona, ainda ofegante, removida drasticamente de uma situação de prazer para uma de medo, segurou meu rosto contorcido pela dor. Seus olhinhos eram pura preocupação.
.
-Você tem que ir? –ela perguntou tremula.
-Sim. –admiti ficando de pé, sentindo intimamente que a abandonava- Não posso me negar a ir.
-Eu entendo. –ela murmurou pegando sua roupa do chão e a vestindo rapidamente, vindo me ajudar com as minhas vestes.
-Ouça, tentarei estar de volta o mais rápido possível, meu amor. –assegurei beijando suas mãos- Me espere na cama. Está mais do que na hora de você descansar.
-Eu não conseguirei dormir enquanto você não chegar.
-Eu sei. Mas tente. –beijei-a nos lábios- Eu a amo.
-Eu também. Estarei aqui.
.
E com essa afirmação tão tranqüilizadora quanto emocionante, saí para a rua chuvosa, aparatando em seguida.


 


Por Monique Le Grant
.
Fiquei parada diante da porta imaginando se eu sempre ficaria naquela situação de nervos quando Severo saísse para suas missões. Hoje, especialmente, eu estava mais do que aflita. Estava no limiar que antecede o desespero, havia algo ruim acontecendo, eu sabia. Havia uma força movendo-se, algo se acercando cada vez mais, mais rápido, mais ruidosamente, como um vento irritado que tenta arrancar do solo árvores milenares.

Foi quando eu senti a sensação de golpe bem no meu estomago, e uma onda quente, borbulhante, subir pelo meu esôfago e derramar-se numa chuva de sangue sobre o tapete.

-Severo… - gemi, afogando-me em meu próprio sangue, as chagas produzidas pela Acromantula meses atrás, abrindo-se novamente em meu corpo, deixando que veneno escorresse pelo ventre, cauterizando a pele como se fosse ácido puro.

Minhas forças se esvaiam, indo embora junto com meu sangue, e eu temia o motivo daquilo. Severo havia feito a troca de energias, havia compartilhado comigo sua força vital, tinha me dado aquilo que tinha de mais valioso, e isso me mantinha viva, isso me sustentava. Se eu estava morrendo, algo teria acontecido com ele, ele estava ferido ou morto…

-Não… -implorei- Não, Severo… não.


 


 Por Severo Snape
.
Ao sair pela porta algo fez com que meus sentidos se aguçassem. Senti algo rondar por ali, e não podia partir deixando aquilo perto da minha mulher. Andei em volta da casa, varinha em punho, olhos avaliativos, esquadrinhando todo o ambiente escuro… Era uma ameaça, eu já podia ter certeza, como um vendaval, como uma onda de magma… Mas não havia nada, e eu deixei os limites da barreira anti-aparataçao e sai para a rua deserta e úmida, ainda alerta, esperando qualquer coisa vinda de qualquer lugar.

-Relaxe. –disse uma voz conhecida, ainda não identificada- Hoje resolveremos todos os seus problemas.
E então, duas aparatações encheram o ar e minha varinha foi explodida da minha mao, minha única chance de defesa, anulada.
-Lúcio? – Balbuciou, sem entender o que estava acontecendo, minha mente buscando alguma falha que pudesse haver cometido.
-Então, você é um espião de Dumbledore, Severus?
-O que você está dizendo, todos sabem da minha função dentro da Ordem, que besteira é essa?
-Nós já verificamos a denúncia que recebemos de Remus Lupin. Draco foi o responsável por desmascarar você, ele observou cada passo seu dentro de Hogwarts, conseguiu plantar um feitiço espião na sala do diretor e monitorou todas as conversas acontecidas ali. Revisamos os resultados de suas missões, sempre eufemizados... Eu já tinha alguma desconfiança, ainda mais depois de sua flor francesa aparecer na sua vida e você mudar ainda mais, tornar-se mais complacente.


-Isso não tem o menor sentido, Lúcio!
-Você serve a Dumbledore, traidor! –bradou Malfoy em triunfo, seria ele agora o preferido do Lorde, depois de todo o empenho de Draco em me espionar
-Há suficientes provas para matar você vinte vezes! Apaixonado por uma sangue-ruim, traindo o lorde para manter seu fruto podre a salvo... O Lorde vai adorar descobrir tudo isso...

Senti o medo queimar em minhas veias. Não vi escapatória, estava cercado, encurralado, com provas pendendo sobre minha cabeça como o fio cruel de uma guilhotina.

-Agora você não precisara submeter-se mais a dois mestres, meu caro... Ao final da noite de hoje, você será um homem livre... Deixando sua mulherzinha livre para ser consolada pelo lobisomem. A cobiça realmente faz muito mal a humanidade, não é mesmo? Ou se você preferir, Draco talvez possa cuidar dela por você, Severo. Pense em que casal bonito eles formariam, estou seguro que Vallentina aprovaria essa união e o Lorde a traria para si...
-Pare de falar de Monique, pare agora! –berrei enfurecido, e me lancei sobre Lúcio, que estava muito distraído com seu próprio ego inflado e roubei sua varinha, mas antes que pudesse proferir o primeiro feitiço estava no chão, torturado e humilhado.
-Isso, Draco, muito bem... –excitou-se Malfoy, em honra ao ato do filho, que impiedosamente me torturava, e eu me arrependi de haver lhe ensinado este feitiço.
-Ele vai lutar até o fim, talvez ele mereça uma morte rápida, afinal, para poupar-nos alguns machucados. –sugeriu Draco- Você morrerá me devendo uma, mas não se preocupe. Mona poderá me pagar por isso...


-Você não seria suficientemente homem para uma mulher como ela, inseto. –eu disse, rindo internamente ao imaginar Draco tentar algo com Mona. Ela o liquidaria em segundos- Você não teria capacidade. Talvez nem você, Lucio, fosse capaz, visto que Narcisa sempre me implorava por mais nas nossas reuniõezinhas... –já que estavam usando o nome da minha Mona, eu estava no meu direito de atingi-los em seu ponto fraco.
-Seu filho da puta, bastardo!
-Como ousa dizer o nome da minha mãe?! –exasperou-se Draco- Crucio!

E eu gritei, meu corpo retorcendo-se no chão áspero, a agonia me impedindo de respirar, mas ganhei algum tempo. Arrastei-me para perto da varinha de Lucio, agora no chão, a alguns centímetros da minha mao e consegui pegá-la. Quando Draco abaixasse a varinha, eu estaria pronto para reagir. Podia sentir a maldição enfraquecendo, a determinação do garoto fenecia ao observar o sofrimento. Por mais que fosse um rato asqueroso, Draco ainda possuía algo de humanidade. Até que o feitiço se rompeu, e no segundo seguinte, ataquei.

-Sectumssempra! –e o peito de Lucio explodiu em sangue, carne e vísceras, fazendo-o sangrar até a morte em ínfimos segundos.

Draco, desesperado, tentava auxiliar o pai, mas esquecera-se de defender-se. E quando se deu conta que estava em perigo, tivera apenas uma fração de segundo para agir.

-Sectumssempra!
-Protego!


E os feitiços se chocaram com a força de um trovão e os raios voltaram de volta a seus donos, atingindo Draco no peito e rasgando meu flanco esquerdo. O garoto desmaiou, mas eu ainda pude me levantar e arrastando uma perna fui em direção a dupla de atacantes. Quebrei as varinhas deles após recolher a minha e tentei curar meu ferimento, mas estava difícil e a cicatrização não ocorria como o planejado. Percebi que meus sentidos falhavam e meus membros formigavam.

Impelindo-me para frente, consegui entrar nos limites de casa, desmaiando no jardim, a poucos metros da porta. Mal podia imaginar que do outro lado da placa de madeira, Mona também estava em sofrimento.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.