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16. Antigas Brigas e Novas Disputa


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Anna Fletcher, ah... eles voltaram pq a Mione se senti culpada por não conseguir gostar do Harry da mesma maneira que ele gosta dela...
A loira ainda vai dar oq falar... garanto!! Que bom que gostou do final do cap... era pra sentir isso msm, será que o Harry ia chegar??? Imagina a cena, coitado!!!
Mtooo obrigada!
BjauM!!!!

Bella Malfoy #), mto obrigada! Q bom q gostou, espero q goste dos próximos...


eduarda pirini pedro, seja bem vinda!!!!
Que bom que gostou....
BjS!!!

Nina.Potter, q bom q gostou... espero que volte msm.. rs...
BjS! E obrigada!

Christine Martins, viajei total na resposta da semana passada... sorry!!! rs
Mas imagina bem a situação, o Draco entrando no seu quarto... Haja força de vontade para mandá-lo embora... rsrsrs
BjauM!

Tanne, salve, salve com certeza... o Draco bonzinho já era!!! rs
BjS!!

Danny Evans, é realmente deve ser mtoooo difícil resistir a uma tentação dessas... Draco Malfoy entrando no seu quarto decidido a te conquistar!!! Uma loucura! Eu sou honesta qnto ao Harry, ele cresceu mtooooooo mais do que eu esperava... eu sempre tive a intenção de retratar bem os dois, mas nem sonhava que as coisas tomariam essas proporções... ADOREI! Afinal, isso pode (ou não) mudar o rumo das coisas... :P
A reação do Philip vem nesse cap. agora... e ele vai ter mtos motivos a mais para se revoltar... hehehe....
Obrigada!
BjS!

·´¯`·­» k A k A «­·´¯`·, e quem não quer???? rs.
Espero que goste do novo cap.!
BjauM!!

Anna Fletcher, nem flo nada dessas escritoras que não respondem os comentários de todo mundo!!! Principalmente quando acontece duas vezes!! Me desculpe Anna... mas é que passei correndo aqui naquele dia, no meu horário de almoço e não prestei a devida atenção!!!! Desculpa msm!!!!!!
Agora respondendo por essa semana... fico feliz que tenha gostado do trailer... eu tbm gostei!! Qnto a sua fic eu já passei lá e AMEI!!! A idéia é fantástica... parabéns!!! E vê se não demora muito para atualizar!!! :D (olha quem fala!!!) rs...
BjauM!
Obrigada! E desculpas de novo!!!!!

Christiane Martins, essa disputa vai dar mtaaaaaaaaa encrenca... rsrsrs
Espero que goste!!!!!
BjauM!!!!!!!

eduarda pirini pedro, ok, ok... eu estou atualizando... rs
Espero que goste...
BjauM!

Bella Malfoy #), sem mais demoras... já demorei demais até... rs

N/A:Galera, antes de tudo, quero pedir minhas sinceras desculpas pela demora... eu tive alguns problemas pessoais que me complicaram um pouco e que me deixaram sem criatividade!!! Mas agora voltei a tona, (espero!) e quero agradecer a vocês, que não pararam de comentar... fico imensamente feliz!!! Isso realmente me ajudou muito, eu não fazia a menor idéia que tinham tido tantos comentários... principalmente pela minha demora... e agradecer a minha beta, Belle Lestrange, pq além dela me incentivar muito... quando eu terminei esse cap. ficou horrível e eu falei para ela que não tinha gostado e tudo mais... ela leu e me deu umas idéias fantásticas, que me fizeram retomar o fio da meada... Muitooo obrigaada a todos!!!

E agora sem mais demoras... lá vai o novo cap.!
BJAUM!! E OBRIGADA PELA FORÇA!!!!!!




Surgiu como um clarão
Um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão
Por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem, como ninguém
E eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair
Sonhando às cegas, sem dormir
Não sei quem é você

O amor em seu carvão
Foi me queimando em brasa num colchão
E me partiu em tantas pelo chão
Me colocou diante de um leão
O amor me consumiu, depois sumiu
E eu até perguntei, mas ninguém viu
E fui fechando o rosto sem sentir
E mesmo atenta, sem me distrair
Não sei quem é você

No espelho da ilusão
Se retocou pra outra traição
Tentou abrir as flores do perdão
Mas bati minha raiva no portão
E não mais me procure sem razão
Me deixa aqui e solta a minha mão
Eu fui fechando o tempo, sem chover
Fui fechando os meus olhos, pra esquecer
Quem é você?
Você...

Carvão

Ana Carolina





16 – Antigas Brigas e Novas Disputas


Harry e Rony jogavam a última partida quando Draco reapareceu na sala comunal. O loiro parecia muito feliz, estava com o famoso sorriso Malfoy no rosto.
- Foi visitar a Jeanne, Draco? – perguntou Rony o olhando de esguelha, não desviando a atenção do jogo.
- Talvez. – respondeu displicentemente.
- E o que mais te deixaria com esse sorriso bobo na cara? – perguntou Harry desconfiado.
- Muitas coisas, Potter, muitas coisas. Mas quanto está o jogo?
Rony ficou pensativo olhando para o tabuleiro e falou vitorioso:
- Xeque Mate!
- Droga, Rony!
- Agora está 3 a 0, Draco.
Draco soltou uma risada gostosa.
- Sempre perdendo, não é mesmo, Potter?
- Você por um acaso já jogou xadrez contra o Rony? Ele chega a ser desleal! – Harry respondeu emburrado como uma criança.
- Hei, desleal não!
- Desculpe-me, não foi isso que eu quis dizer.
- Ok.
- Eu vou dormir. Ou melhor, vou ver a Mione. – Harry olhou para Draco com a intenção de provocá-lo.
- Nesse caso, boa sorte Potter. Você vai precisar.
- Como?
- Nada não. E então, Weasley, joga uma partida comigo? Quero ver se você é tão bom assim.
- Se você insiste... Será um prazer ganhar de você.
Harry se levantou e cedeu o lugar a Draco.
- Vença ele por mim, Rony!
- Pode deixar, Harry.
- Já que não consegue me vencer pede ao Weasley, Potter. Está entrando em decadência.
- Vá à merda Malfoy. – mas Harry não tinha por que se mostrar irritado, afinal ele estava com Hermione e não Malfoy. – Boa noite para vocês!
Nem Rony nem Draco responderam, já estavam concentrados no jogo que estava para começar.


... O que a trouxe de volta ao mundo real foram as batidas à sua porta, ela ficou sobressaltada, afinal, já sabia quem era.

Ela não estava com vontade de responder, mas Harry bateu novamente na porta e ela ficou sem opções.
- Entre, Harry.
- Uau, você sabe que sou eu pelas batidas na porta. – brincou animado, mas não demorou a ver que Hermione não estava tão no mesmo pique.
Harry se aproximou e a viu sentada na cama, ela parecia um tanto quanto atordoada.
- Está tudo bem, Mione? – perguntou ficando de frente para ela.
Hermione não respondeu. Ficou de pé e o beijou de uma maneira avassaladora. Harry a puxou pela cintura e ela o pressionou pela nuca para que ficassem mais próximos.

Ela não deixaria Malfoy influenciá-la. Poderia ser feliz com Harry e provaria isso a Draco. Ela o beijava com sede, mas no fundo, não era Harry quem ela estava beijando. Em seus lábios ainda sentia o gosto dos beijos de Draco e sua pele ainda estava sensível pelos toques do outro.
Aquele cretino estava gravado dentro dela de uma maneira tão intensa que ela não conseguia tirá-lo de seu corpo, seu coração e sua cabeça.

Sentir a pele dele, seu toque, sua boca, há tanto tempo que ela queria estar com Draco novamente. Hermione começou a abrir a camisa de Harry sem parar de beijá-lo.

Harry se afastou para facilitar o trabalho dela e brincou:
- Se eu soubesse que voltar a Hogwarts te faria tão bem, teríamos voltado antes.
Harry voltou a beijá-la.

Ele tinha que abrir a boca? Estragou tudo, que droga! Hermione parou imediatamente o que estava fazendo.
Era Harry quem ela beijava com tanta paixão e desejo, e não Draco. Sentia-se culpada, estava enganando Harry. Mas que droga!

Hermione se afastou, sem olhar diretamente para ele, não conseguiria encará-lo.
- É melhor você ir, Harry, eu estou cansada.
Harry a fitou sem entender nada.
- Como?
- Estou cansada, Harry, preciso dormir.
- Você não me parecia cansada há alguns segundos atrás. – respondeu, puxando-a novamente para ele, tentando beijá-la. Ela se afastou.
- É sério, Harry. Melhor você ir.
O moreno a encarou, como se quisesse desvendar o que se passava dentro dela.
- Não tem problema se você está cansada, eu posso ficar com você aqui, quietinho. Apenas para ficarmos juntos. – completou carinhoso.
Ela ficou de costas para ele.
Harry não discutiu, sabia que havia algo de errado. Foi só então que se deu conta, Draco! Ele estava contente demais e desejou até boa sorte. Maldito Malfoy, ele pagaria.
Ele fechou a camisa e se fez com que ela se virasse para ele.
- Boa noite para você Hermione! – deu um beijo na testa dela.
- Boa noite, Harry.
Ela sentiu os olhos se encherem de lágrimas.

Harry não quis demonstrar o quão furioso estava, saiu sem falar mais nada e foi direto para a sala comunal, louco para matar um certo loiro.

- O que você fez, Malfoy? O que você fez a ela?
Harry puxou Draco pelo colarinho, estava vermelho de raiva.
- Sua noite não me parece estar sendo muito boa, Potter, mas mantenha a calma. – respondeu debochado.
Harry socou Draco, que continuou rindo, o que deixou Harry ainda mais enfurecido.
- Você me paga, Malfoy.
Harry voltou socá-lo. Rony o segurou.
- Calma Harry!
- Esse cretino!
Draco limpou a boca e o nariz, que sangravam.
- Você tem sorte de eu estar muito bem humorado hoje.
- Filho da...
- Não perca a sua compostura, Potter. Não fica bem em você. Melhor eu ir dormir, antes que o “Santo Potter” tenha outro acesso de raiva. Outro dia continuamos, Weasley.
- Eu não vou perdê-la para você! Está me ouvindo Malfoy? NÃO VOU! – bradou
Draco parou no caminho e encarou Harry sério, pela primeira vez na noite.
- Lamento dizer, Potter, mas isso não tem jeito, já que não podemos perder o que nunca tivemos, e você sabe muito bem disso.
- Desgraçado!
- VÁ EMBORA MALFOY! – bradou Rony, ao que Draco prontamente acatou.

Harry estava possesso, sabia que conviver com Draco não seria fácil, mas não imaginou que os problemas começariam tão cedo.
Rony acalmou o amigo.




Hermione não dormiu naquela noite, as imagens passavam por sua cabeça como um filme, se sentia suja por permitir que Draco a tocasse daquele modo, e também porque, pela primeira vez, beijou Harry pensando em Draco.
A noite foi longa.

No dia seguinte ela chegou bem cedo à sala dos professores. Minerva convocou uma reunião de última hora e ela foi a primeira a aparecer. Sequer a diretora se encontrava na sala.

- Bom dia, Hermione!
Draco chegou de mansinho e falou próximo ao ouvido dela, com aquela voz arrastada. Como ela o odiava...
- Se você tem amor a essa sua vida medíocre, não chegue mais perto de mim.
- Você não estava tão arisca ontem.
Hermione sentiu de novo um nó no estômago. Era culpa. Encarou-o impaciente.
- O que diabos você quer?
- Pedir a você que controle mais os nervos do seu marido, ele anda muito irritadinho.
- O que você está dizendo? O que falou a Harry? – perguntou, o pânico tomando conta de si.
Ele soltou uma gargalhada gostosa, o que a deixou ainda mais furiosa.
- Eu não fiz nada, minha querida, você quem fez ou melhor, não fez.
- Seu cretino! O que aconteceu? – perguntou de uma maneira ameaçadora.
- Se você quer mesmo saber. – ele deu de ombros de maneira displicente. – Eu estava jogando xadrez bruxo com o Weasley e o Potter saiu fulo do seu quarto, veio me dizendo um bando de bobagens e me bateu.
Hermione ficou boquiaberta. Ele riu de novo.
- Acho que ele ficou mais irritado quando eu ri depois dele me bater. – Draco gargalhou.
Hermione ficou sem reação por algum momento. Como ela era burra! Com certeza Draco havia provocado Harry e, para completar, ela o desprezou... Harry deve ter ligado tudo.
Ela se sentiu ainda pior, se é que isso era possível.
- Você é desprezível!
- Pode até ser, mas que foi muito prazeroso vê-lo sair do seu quarto possesso, isso foi. Sabe, você não devia iludi-lo, ele me disse que não vai perder você e nós dois sabemos que você nunca foi dele.
Hermione se virou, pronta para dar um tapa na cara dele, mas ele a segurou pelo pulso.
- Nem pensar! O Potter já fez o serviço dessa vez.
Eles estavam próximos e Draco sentiu necessidade de puxá-la e beijá-la intensamente. Hermione estava vermelha de raiva.
Nesse momento, Jeanne entrou na sala e o casal se afastou.

- Bom dia, Drraco! E bom dia professora Potterr.
- Professora Granger, por favor. – Hermione pediu, escondendo a irritação.
- Como? Pensei que fosse casada com o Potterr.
- E sou, mas seria estranho para os alunos, professor e professora Potter, não acha?
- Se você diz... – Jeanne se virou para Draco e passou os braços pelo pescoço dele. – Fiquei esperrando porr você ontem. – deu um selinho nele.
- Estava cansado, sabe como é... – Draco respondeu, sorrindo para Hermione ao ver o quão incomodada ela estava.
- Hum, entendo, mas non se esqueça que estou com saudades.
Draco passou a costa da mão sobre o rosto da loira.
- Claro que não.
Hermione não agüentou.
- Hem, hem... não creio que esse seja o lugar mais adequado para isso...
- Orra Herrmione, non seja tão antiquada. Tenho cerrteza que você sabe o que é isso. Um homem e uma mulherr... desejo, paixão... afinal, é casada, non?
Hermione arqueou as sobrancelhas, incrédula. Como aquela mulherzinha podia ser tão desfrutável?
Draco estava adorando aquela situação, Hermione estava louca de ciúmes e ele estava disposto a deixá-la mais ainda. Ele colocou a mão pela cintura da francesa e disse sorrindo.
- É claro que ela sabe. Afinal, é apaixonada pelo marido, não é mesmo Granger?
Ela não estava acreditando no que ele estava fazendo, mas decidiu se recompor, ele não alcançaria o objetivo dele mais uma vez.
- Evidente que sim, mas tenho bom senso. Não é apropriado ficar se agarrando em qualquer lugar, principalmente em um colégio cheio de alunos.
Draco e Jeanne sorriram e Hermione se sentiu idiota.
- Non seja boba, Herrmione, qualquerr lugarr é lugarr para demonstrarr o que sentimos. Além do mais, non tem alunos aqui.
Hermione virou os olhos e fez sinal negativo com a cabeça, apenas sentou e começou a ver quais seriam suas aulas no dia. Viu que a primeira aula seria na sala de Tiago e a última era na sala de Philip. Ficou feliz ao saber que logo encontraria os filhos. Ela não voltou a olhar o “casal” que estava na sala, mas percebeu que Draco evitou beijar Jeanne.
Pouco depois todos os professores chegaram e Hermione se sentiu péssima ao ver a cara de Harry.

Minerva chamou a atenção de todos e começou a falar.

- Ontem eu me esqueci de dar uma informação importantíssima a vocês. O professor Malfoy e eu definimos que será importante mantermos a comunicação sempre que necessário. – Minerva pegou algumas moedas que estavam sobre a mesa. – E essas moedas farão isso por nós, sempre que precisarmos nos comunicar, basta enfeitiçá-la com o que queremos dizer e todos que a carregam sentirão a moeda esquentar. (N/A:Acho que era assim que funcionava!!) Por isso, teremos que estar com a moeda em qualquer lugar que formos.
- Roubando as idéias da Hermione de novo, Malfoy? Ainda anda incompetente demais para ter as suas? – Harry comentou sarcástico, e concluiu. – Pelo menos dessa vez é para algo bom, não é mesmo?
Draco ficou calado, assim como a sala inteira.
Harry havia tocado em sua ferida, se havia algo do qual Draco não se perdoava era de ter possibilitado a entrada dos comensais em Hogwarts.
Foi Gina quem cortou o silêncio.
- Isso não vem ao caso, de qualquer maneira, é uma boa idéia.
- Era apenas isso, creio que já esteja na hora do café da manhã, e gostaria que todos os professores estivessem à mesa.
A sala permaneceu calada e todos seguiram a diretora.
Hermione segurou Harry.
- Harry, eu preciso falar com você.
Ele a olhou com carinho, mas respondeu ainda triste.
- Agora não é uma boa hora, Mione, temos que ir.
- Sim, mas podemos conversar no almoço?
- Claro, como você quiser.
- Está bem, obrigada!
E seguiram para o café da manhã.
Draco ficou atento ao ver que nem Hermione nem Harry estavam juntos ao grupo e isso o incomodou, principalmente porque, com Jeanne em seu enlaço, não pôde ficar para trás para saber o porquê da demora do “ilustre” casal.

Ao chegarem no café da manhã, Hermione se sentou entre Harry e Meg. A amiga estava realmente bem humorada, ainda não havia parado de falar. O bom nisso tudo e que Harry parecia se divertir com as baboseiras que a outra falava.

No final do café da manhã Harry parecia mais animado, o que aliviou Hermione.

As primeiras aulas foram ótimas, ela ficou muito feliz ao constatar que, por mais parecido que Tiago fosse com Harry, havia herdado seu gosto pelos estudos.
Ele levantou a mão em quase todas as perguntas. Ela sabia que não poderia deixá-lo responder tudo, ou então os outros falariam que ela o estava protegendo, o que acabou, de fato, acontecendo. Um sonserino, Willians Cols, insinuou que Hermione estava dando prioridade ao filho.
- Perfeito Potter, dez pontos para a Grifinória.
- Assim vai ser realmente fácil para Grifinória ficar com a taça das casas este ano.
- Se todos os alunos forem tão empenhados quando estão parecendo, creio que será sim, senhor Cols, mas vamos lá, estou disposta a dar uma “forcinha” à Sonserina, basta responder à minha pergunta. Para que serve o feitiço Feraverto, também chamado de Veraverto?
O garoto ficou desesperado, mas quando percebeu que a sala inteira estava olhando para ele, tomou um ar arrogante e respondeu.
- Não é justa essa pergunta, estamos no primeiro dia de aula, não temos como saber.
Hermione não deu importância ao que o sonserino respondeu e perguntou:
- Alguém sabe a resposta?
Por sorte não foi apenas Tiago quem levantou a mão. Rebecca, a filha de Gina, também o havia feito, e Hermione pediu a ela que respondesse.
- Esse feitiço é usado para transformar animais em cálices com água.
- Muito bom, senhorita Thomas, mais dez pontos para a Grifinória.
Rebecca ficou rubra.
- Bem, senhor Cols, como lhe disse, se os alunos da Grifinória continuarem empenhados como estão, ficará difícil para as outras casas. Portanto, eu recomendo que o senhor estude mais. – concluiu com um sorriso.
O sonserino bufou.
A aula já estava no fim.
- Eu quero em dois metros de pergaminho uma resenha sobre a aula de hoje para a próxima aula.

Na hora do almoço Harry e Hermione comeram rápido e não ficaram na mesa por muito tempo. Foram para perto do lago.
- O que você quer me falar, Mione?
- Sobre ontem...
Harry a fitou sério.
- Tem certeza?
- Sim.
- Então eu estou esperando.
Hermione respirou fundo.
- Eu estava conferindo o conteúdo das aulas de hoje quando o Malfoy entrou no meu quarto.
Harry olhou para o lado, sentiu novamente uma raiva imensa invadi-lo. Ela se calou.
Harry quebrou o silêncio depois de algum tempo.
- E o que aconteceu?
Ela olhou para o chão, achou que conseguiria contar a verdade a ele, mas toda a sua coragem foi embora naquele momento.
- Sabe, fiquei com muita raiva ontem. Eu entendi muito rápido que o Malfoy tinha ido até o seu quarto. Passei a noite imaginando o que poderia ter acontecido.
- Eu sinto muito.
- Não sinta, a culpa é minha. Sabia que ele não daria paz.
- Eu não aceito que diga isso. Você não tem culpa de nada, a culpa é toda minha.
- Não adianta ficarmos procurando culpados agora. O que passou, passou.
- Harry, não aconteceu o que você está pensado. – falou desolada.
- Eu não estou pensando em nada.
Hermione mordeu o lábio inferior, nervosa. Sabia o quanto Harry estava magoado.
- Harry, eu não sei o que dizer.
- Então não diga nada.
- Não, as coisas não podem ser assim. Eu estou te magoando.
Harry não olhou diretamente nos olhos de Hermione, pareceu mais interessado em olhar a grama.
- Escuta, Mione, eu sei o que você está pensando em fazer, mas eu digo desde agora que não aceito.
- Como?
- Ontem eu avisei o Malfoy que não te perderia para ele, e falei sério.
- Deve ter sido uma conversa interessante a de vocês. – retrucou irônica, estava cansada dos dois controlando sua vida.
- Você é a minha mulher e mãe dos meus filhos. Eu não vou aceitar te perder para o babaca que te abandonou quando você mais precisou.
Hermione começou a chorar silenciosamente. Harry fez com que ela o encarasse e segurou suas mãos
- Escuta Hermione, eu não sei e nem quero saber o que aconteceu ontem, até porque se você disse que não aconteceu nada e eu acredito. Mas eu simplesmente não vou desistir de você!
Ela chorou com mais intensidade. Harry havia sem saber, feito com que ela se sentisse ainda pior. Afinal, ela só não havia se entregado a Draco porque ele parou.
- Não chore, venha cá.
Harry encostou a cabeça dela em seu peito.
- Harry, isso não é certo com você.
- Deixa que eu decido o que é certo para mim, ok? – falou carinhoso, tentando esconder a raiva que estava de toda aquela situação.
- Mas eu não sei se...
- Já chega Hermione! Mas que droga! Eu estou falando que está tudo bem.
Ele a chacoalhou pelos braços de maneira bruta. Não queria mais falar sobre o assunto, era tão difícil para ela entender isso?




Draco não via a hora de se livrar de Jeanne para saber onde estavam Hermione e Harry, depois de dar uma desculpa, conseguiu.
No instante que ele os viu perto do lago, foi para lá. Ele viu Harry chacoalhar Hermione bruscamente.
- O que você pensa que está fazendo, Potter?
Não foi Harry quem respondeu.
- Saia daqui, Malfoy! – suplicou Hermione. Ela sabia que enquanto estivessem apenas Harry e ela as coisas não sairiam de controle, mas com Draco ali, sabia que as coisas não acabariam bem.
Harry a soltou e começou a caminhar na direção de Draco.
- Ora, ora, se não é o maldito Malfoy! Fico feliz em te ver, quero terminar o que comecei ontem.
Harry foi avançar em Draco e Hermione tentou segurá-lo, em vão, puxando-o para trás.
- Harry, por favor!
- Me solta Hermione! – bradou.
Hermione continuou tentando segurá-lo e Harry, cego pela raiva, afastou-a com um empurrão, fazendo com que ela se desequilibrasse e caísse no chão.
- SEU IDIOTA! O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?
Draco não obteve resposta, pelo menos não verbal, tão pouco teve tempo de se defender, Harry o acertou em cheio no rosto.
- Estou cansado de você Malfoy!
E Harry o acertou novamente, dessa vez no estômago.
Draco perdeu o ar e não conseguiu devolver o golpe.
Harry o puxou pela gola da camisa e praticamente cuspiu as palavras.
- Você vai ter o que merece, seu desgraçado.
Hermione, a essa altura, estava de pé pedindo para Harry parar.
- Você enlouqueceu, Potter?
- Talvez, e é você quem vai pagar por isso.
Harry voltou a surrar Draco, que dessa vez retrucou.
Os dois estavam completamente sem controle e Hermione sem saber o que fazer. Logo os alunos foram se agrupando por perto, nunca tinham visto dois professores brigando.
Quem deu um basta foi Minerva. Ela chegou e petrificou os dois.
- Todos para dentro. AGORA! – ordenou.
Os alunos obedeceram prontamente. Ela liberou Harry e Draco.
- Vocês três, na minha sala agora! – sibilou.
Meg se aproximou de Hermione e perguntou baixo:
- Por que você não interferiu?
- E você acha que eu não tentei?
- Você está sem a varinha?
- O quê?
- Você ainda se lembra que é uma bruxa, Hermione?
Hermione colocou a mão sobre a testa inconformada. Meg estava certa, por que não os tinha parado com a maldita varinha?

Chegaram à sala de Minerva, que espumava de raiva:
- O QUE VOCÊS PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? CASO NÃO SE LEMBREM, SÃO PROFESSORES DESSA ESCOLA E NÃO MAIS ALUNOS MIMADOS QUE FICAM ARRUMANDO BRIGA PARA CHAMAR ATENÇÃO!
Ninguém respondeu nada e Minerva continuou:
- Vocês não tinham outro lugar para dar show? Tinha que ser na frente de todo mundo?
- Minerva eu...
- Ainda não estou falando com você, professora Granger! – cortou seca.
Hermione olhou para o chão e sentiu os olhos encherem de lágrimas.
- Vocês dois, – falou apontando para Draco e Harry. – o que acham que eu deveria fazer com vocês? Aplicar-lhes uma detenção?
McGonagall ia ficando mais vermelha conforme falava.
- NEM ISSO EU POSSO FAZER, PORQUE VOCÊS SÃO PROFESSORES!
- Minerva eu lamento muito. – Harry tentou falar.
- Não adianta lamentar agora.
- Desculpe Miner...
- Nem comece, Malfoy. Saiam os dois da minha sala e arrumem essas caras, vocês estão horríveis. Quanto a você professora Granger, fique.
Hermione acompanhou com os olhos os dois saírem e depois se voltou para McGonagall.
- Minerva, eu realmente sinto muito.
- Eu também. Sempre soube que não seria fácil para você, mas nunca imaginei que perderia o controle da situação, principalmente no primeiro dia. – tinha menos raiva na voz dela, mas ainda saia cortante e severa.
- Eu... eu fiquei sem saber o que fazer.
- Isso eu vi. Mas vamos deixar uma coisa clara, isso não pode voltar a acontecer. Sei que você é responsável e eu não espero menos de você. Retome o controle da situação, antes que não me restem opções além de demitir os três. E Merlin sabe que eu não quero fazer isso.
Hermione abaixou a cabeça.
- Não se esqueçam que vieram para cá para proteger os meninos, e não para ficarem com joguinhos infantis.
- Isso não vai voltar a se repetir Minerva.
- Ótimo! Agora vá. As aulas já estão para recomeçar.

Hermione saiu da sala dela desconsolada. Para completar ainda teria que encarar os alunos, pior, ainda encontraria Philip, não seria fácil.

Como Hermione previu, Philip decidiu terminar de estragar o resto de seu dia.
Ele ignorou o que ela falava e até respondeu mal educado para ela, o que fez com que ela tirasse quinze pontos da Grifinória.
No final da aula, ela pediu para ele esperar um pouco.
- Não quero me atrasar para a próxima aula. o jantar.
- Essa é a última aula!
- Então, não quero me atrasar para o jantar.
- Isso é uma ordem, Potter!
Todos que acompanhavam Philip saíram e eles ficaram a sós.
- Posso saber o que está acontecendo com você?
- O que você acha? Já é um saco vocês estarem aqui, e ainda ficam fazendo cena na frente da escola inteira. Além do mais, sabe com quem é a minha primeira aula de amanhã? Com o imbecil do Malfoy!
- Eu recomendo que pare de tratá-lo com tantos apelidos carinhosos, afinal, agora ele será seu professor.
- Foda-se! Quero que ele morra.
- Philip, o que disse? – ela estava incrédula com a maneira que o filho estava respondendo para ela.
- Que droga! Para de me tratar como criança!
- Estou te tratando como você merece. Não sei o que está acontecendo com você, mas é melhor controlar o seu temperamento ou vai se encrencar.
- Eu não tenho medo.
Hermione respirou fundo.
- Você tem muita sorte de eu o estar tratando como um aluno, pois se estivesse aqui como sua mãe, você estaria em maus lençóis.
- Me poupe, mãe! Posso ir agora ou você vai me explicar o que aconteceu? – perguntou cínico.
Ela não conseguia acreditar na maneira com que o garoto falava com ela.
- Vou te dizer uma coisa, realmente não posso te castigar como mãe, mas nada me impede de castigá-lo como aluno. Você está de detenção, venha à minha sala depois do jantar. – estava furiosa.
- Ah não! Fala sério!
- Estou falando.
Philip a fitou receoso. Sabia que tinha passado dos limites, e que estava perto de uma linha perigosa.
- Pode ir agora.
Ele saiu sem responder.




Draco decidiu pedir desculpas a Hermione pelo que tinha acontecido, a culpa tinha sido dele, mas o que ele podia fazer? O Potter a estava machucando. Depois do jantar ele a viu indo para a sala dela e a seguiu.
Draco viu Hermione sentar em sua cadeira e cobrir o rosto com as mãos.
- Eu preciso falar com você.
- É muita cara de pau mesmo! Saia daqui Malfoy!
- Calma, vim em paz.
Hermione se levantou furiosa. E apontando o dedo na cara dele, ordenou.
- Eu vou falar mais uma vez, saia da minha sala!
Draco ficou estático e perguntou com toda calma do mundo.
- Me desculpa?
- Quantas vezes vou ter que te mandar embora?
- Calma, eu vou sair, só quero saber se você vai ficar bem. – respondeu derrotado, sabia que ela não o perdoaria fácil.
- Eu sempre fico bem longe de você!
- Hermione, eu sei que você está com raiva pelo o que aconteceu hoje, eu não queria que as coisas chegassem aquele ponto, mas ele estava te machucando.
- Presta atenção Malfoy, nem que o Harry passe a vida dele tentando me machucar ele vai conseguir me ferir como você conseguiu.
Aquelas palavras saíram sem querer, mas Hermione não mentiu.
Draco ficou sem reação, aquilo o machucou.
- Vá procurar o que fazer e me deixe em paz. Afinal o que não te falta aqui é diversão, não é mesmo? – perguntou irônica.
- Eu realmente lamento muito. E prometo que vou fazer a Jeanne pegar leve. Nós dois nunca tivemos nada de importante.
Jeanne, Hermione tinha até esquecido do desejo crescente de matá-la.
- Escute bem, pouco me importa o tipo de relação que vocês dois tenham. Quero que você e a Jeanne vão para o inferno!
- Eu não vou considerar o que você está me falando.
- Urgh! - urrou de raiva
Hermione levantou a mão para bater em Draco e ele a segurou.
- Já falei que você tem que parar com essa mania de querer me bater.
Eles estavam próximos, os lábios quase se tocando, e ficaram se encarando por algum tempo.
Mas o silêncio foi interrompido pelo barulho da porta. Philip havia chegado.




Havia um tempo em que eu vivia
Um sentimento quase infantil

- Como você está?
- E como eu deveria ficar? Me comportei como um moleque hoje. – disse arrasado.
- Não diga isso, você se comportou como um homem apaixonado se comportaria. – o confortou.

Havia o medo e a timidez
Todo um lado que você nunca viu

- O Malfoy nunca me venceu e essa não vai ser a primeira vez! – Harry estava fora de controle.
- Você fala como se isso fosse um jogo de quadribol e a Mione fosse o troféu.
- Talvez seja Meg! – respondeu friamente. – E se for, melhor ainda, no quadribol, Draco não é páreo para mim.

Agora eu vejo,
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim

- Me solta! O que diabos está acontecendo com você Harry?
- NÃO VOU PERMITIR QUE VOCÊ SE JOGUE NOS BRAÇOS DO MALFOY!
- Você enlouqueceu!

E agora eu ando correndo tanto
Procurando aquele novo lugar
Aquela festa o que me resta
Encontrar alguém legal pra ficar

- Vocês viram o Philip? - Tiago perguntou desnorteado. - Ele não dormiu no quarto dele essa noite e ninguém o viu ainda.
- Eu o vi. - comentou Rebecca, filha de Gina. - Ontem à noite, ele foi em direção a Floresta Proibida.
- Meu Deus!

Agora eu vejo,
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim

A chuva intensa castigava e Draco e Hermione, estavam procurando por Philip a mais de duas horas.
- Não se desespere Hermione! - Draco a segurou pelo braço, a mulher estava descontrolada.
- MEU FILHO ESTÁ DESAPARECIDO A UM DIA, E VOCÊ ME PEDE PARA MANTER A CALMA?
- Vai ficar tudo bem!
Draco a puxou para um abraço forte, fazendo com que ela se sentisse segura novamente. Se não fosse a situação estressante em que se encontravam, certamente seus corpos molhados e colados teriam causado reações incontroláveis.

E agora é tarde, acordo tarde
Do meu lado alguém que eu não conhecia
Outra criança adulterada
Pelos anos que a pintura escondia

Philip caminhava sem rumo, estava cansado de seus pais, de Draco e todo o resto. Sentia como se seu mundo estivesse desabando, pois tudo no que acreditava estava se desfazendo diante de seus olhos. O garoto estava tão distraído que não viu uma acromantula, uma aranha gigante, se aproximando sorrateiramente, pronta para atacar. Quando se deu conta do animal, Philip entrou em desespero, o que iria fazer?
- INCENDIO! - bradou uma voz.
- Você? - perguntou desconfiado.
- Pode confiar em mim, estou aqui para te ajudar, inclusive na missão de manter seu pai e sua mãe separados.
O garoto fitou aquela pessoa ponderando se seria seguro confiar nela, depois de algum tempo decidiu que sim, já não tinha mais nada a perder!

Não percam o próximo cap. Floresta Proibida


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