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Visualizando o capítulo:

4. Agradecimento.


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NT/A: o fato ser meio confuso os caps, e não nomear os pessoas que a mione conversou no segundo capitulo, tenho uma explicação. essa minha fan fic é estilo quebra cabeça que so tem como monta-la ao decorrer da historia, aos poucos voces saberão quem era a pessoa no bar, a cena do quarto, que plano é esse que a hermione estava esperando e etc... sem falar que as narrações em 3° pessoa é um tempo diferente, tanto pode ser antes como pode ser depois que Draco e Mione foram para a casa dos blacks. por essa razão que é meio confuso, mas no capitulo 4° eu já mostro mais uma peça deste quebra cabeça...

espero que aprecie o mesmo

e comenta ai gente ^^
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4° capitulo: Agradecimento.

Enquanto pegava num antigo armário algumas coisas que dava para se fazer uma sopa, afinal essa era a única coisa que eu conseguia fazer numa cozinha. Pensava na mudança de comportamento de Malfoy, logicamente que não achara certo o que ele fizera, mas via nos olhos dele enquanto me ajudava com ferimento, o sentimento de arrependimento. E achei que o mesmo merecia uma chance, pela menos uma. Afinal Harry e a ordem haviam dado uma para ele, caso ao contrario o mesmo não estaria escondido ali. Quando terminei de fazer a sopa, tomei um pouco da mesma, talvez fosse pela forme, mas a achei a melhor sopa do mundo. E enquanto colocava o prato dentro da pia suja, analisava aquela situação, e fiz a coisa mais coerente a se fazer, levei também um pouco da sopa para Malfoy.
Qual tomou com certa urgência, talvez por que não estava comendo direito, afinal uma pessoa que estava acostumada com seus elfos domésticos lhe trazendo tudo, não sabia utilizar sua própria magia para fazer dos alimentos existentes na casa um meio de alimentação.
Eu o observei por alguns minutos, pensando se ele não poderia me soltar, afinal a ordem sabia dele ali.
Mas a resposta dele me deixou intrigada, para que ele precisava de mim ali, o que passava pela cabeça dele, estaria ele mesmo debaixo da proteção da ordem?
O fitei por um tempo, para enfim lhe fazer a próxima pergunta.
-e para que afinal você precisa de mim ? Já que a ordem sabe que você esta aqui.
O olhar dele pareceu confuso quando me mirou, e depois de um longo tempo de silencio, ele se sentou numa cadeira de balanço que havia ali, e balançando me respondeu.
-preciso de você aqui.
-para que?-perguntei já cansada daquele jogo todo. Afinal o que ele queria comigo? Mal chegara ali e ele me recebeu com extrema violência. Parecia que toda culpa dele esta numa vida horrível fosse minha.
-preciso de alguém para cuidar dessa maldita casa.-resmungou ele sem olhar para mim.
-como é? Você pensa que sou um elfo domestico.
-no estado que você esta, ate parece um.-retrucou ele indiferente.
-estou assim para que você fez isso comigo!-revidei com azedume, dando um passo na direção dele.
Ele parou de se balançar, e me olhou, não sabia ao certo o que ele estava sentindo naquele instante, mas me parecia algo parecido com um possível pedido de desculpas. Porem ele não disse nada, apenas continuou me olhando. Aquele olhar dele estava me incomodando, mas também me fazendo extremamente mais viva, coisa que não sentia a mais de seis meses.
Desviei o meu olhar do dele, e segui em direção a janela.
-não acho que você me queira aqui para isso.-comentei depois de um tempo olhando a rua que se encontrava na total escuridão lá fora.
-para que então? Você pensa que iria me satisfazer com você, se ao mesmo fosse uma sangue puro.-debochou ele, rindo abertamente.
-para de ser ridículo Malfoy.-disse virando para ele.-você precisa de mim aqui para algo a mais.
Ele deu um sorriso de lado, mas não dissera nada, ate parecia que estava cansado de ser ríspido comigo.
-sabe Granger.-falou ele quando estava voltando a olhar a rua, sentindo ainda minha cabeça a latejar”se ao mesmo estivesse com a minha varinha, fazeria essa dor passar”, pensei o encarando.-eu preciso de você tanto para cuidar da casa, como de mim...
Não consegui me segurar comecei a rir, aquilo soara tão patético, tão anti-Malfoy.
-conta outra Malfoy!-falava enquanto ria com vontade, ate esquecendo a dor que se alastrava pelo meu corpo.- o que é isso? Primeiro uma sessão de chutes e depois de piadas sem graça, é isso que Voldmort ensina para seus comensais da morte, é essa a forma...
Não terminei a frase, pois ele levantara de supetão e já vinha para cima de mim.
-não fala o nome dele!-ordenou com a varinha apontada para mim.
Ele estava a centímetros de mim, conseguia sentir a respiração dele, como também conseguia sentir a vibração que o corpo dele passava para o meu. Eu via nos olhos azuis acinzentados dele rancor, raiva e ódio.
-desculpa.-sussurrei.
Ele abaixou a varinha, mas não se moveu continuou ali me olhando com aquele olhar tão intenso. Que aos poucos se tornavam mais calmo, porem tristonhos. Percebi pela primeira vez desde que chegara ali, que Malfoy estava entregue a uma grande tristeza, e eu ate poderia imaginar qual era a razão da mesma. Afinal perder seus pais não deveria ser fácil, principalmente para uma pessoa que depois que fizera teve apenas como companhia seus “queridos pais”. Senti uma vontade de abraça-lo, mas a visão dele me maltratando de momentos atrás me fez se afastar dele e ir para direção de uma poltrona, onde me joguei percebendo o quão cansada eu estava.
-com certeza você sabe que há quartos nos pisos superiores, e banheiro também. Caso você quiser, eu deixo você utilizar ambos, afinal preciso de você inteira para o seu serviço.-disse ele com um sorriso de canto, me fazendo senti nojo de mim.
“Como posso querer abraçar um ser assim?” Pensei me levantando.
-caso o senhor necessitar dos meus serviços estarei no segundo quarto do primeiro andar.-ironizei, era a única coisa que sobrara para mim, as palavras frias, sarcásticas e irônicas.
-pode deixar Granger.-disse ele piscando para mim.-eu saberei onde encontra-la quando achar que o chão tem que ser varrido.
A risada dele me seguiu ate eu adentrar o quarto, onde fechei a porta com violência.
-nojento.-gritei, jogando-me em seguida na cama que havia ali.
As lagrimas escorregaram automaticamente, sentia agora, mais que nunca, toda as dores, cansaço e desespero que estava sentido em parcelas quando estava diante de Malfoy.
Não demorou muito para então cair no sono, só acordando no dia seguinte, me sentindo um pouco melhor. Notei que estava coberta, e que também estava sem sapatos. E sabia que não tinha sido eu que fizera aquilo, a não ser que o cansaço me fez esquecer o que fiz antes de cair no sono. Mas antes mesmo de formular qualquer idéia do que realmente ocorrera, Malfoy escancarou a porta do quarto, fazendo eu me sentar na cama tão rápido que a dor de cabeça voltou imediatamente.
-não sabe bater na porta?-gritei com ele, nem me portanto com o instinto assassino que ele adquirira.
-cala boca Granger, e levanta logo daí.
-o que você quer Malfoy?-perguntei rispidamente, sem me mover da cama.
-oras nenhum elfo é assim Granger, você não esta fazendo um bom trabalho!-falou em tom de gozação.
-vai a merda Malfoy!-disse voltando a me deitar.
Ele se aproximou de mim, e retirou a coberta de cima de mim, ajoelhou sobre a cama inclinado-se sobre o meu corpo, fazendo o seu rosto ficar bem próximo ao meu.
-eu disse para você se levantar, não me lembro em dizer que era para voltar a se deitar.-falou ele vagarosamente, como se estivesse explicando a uma criança as regras de algo muito importante.
Dei um suspiro leve e comecei a sair de baixo do corpo dele, mas fui impedida de fazer isso. Pois ele me segurou fortemente e me puxou fazendo eu voltar para onde eu estava.
Meu corpo todo estremeceu, enquanto ele olhava para meu corpo com malicia.
-nem pense nisso.-disse tremula.
Ele deu um sorriso de lado e me puxou ainda mais para perto dele, subiu sobre mim, prendendo minhas perna com as dele. Repousou o seu corpo no meu, e me encarou, e depois desviou o seu olhar para meus lábios.
Senti todo meu corpo tremer.Sentia a respiração dele bem perto do meu nariz, fechei meus olhos e senti uma lagrima escorrer pelo meu rosto.
-fica sossegada Granger, pois sentir seus lábios e o mesmo que beber do seu sangue sujo, e isso eu nunca irei fazer.
Após ele falar essas palavras, saiu de cima de mim.Só abri os olhos quando ouvia a barulho da porta ao se fechar.
Senti-me violentada, não pelas atitudes dele, mas pelas palavras pronunciada. As mesmas foram tão odiosas, tão suja. Sabia que não deveria me sentir daquele jeito, mas me sentia, desde que saiu da Bulgária, eu me sentia daquele jeito. Fora esse meu sangue sujo que fizera tudo lá dá errado, a culpa era toda minha...


O rapaz olhou Hermione de esgueira, estava pronto para morrer ali mesmo. Afinal duelar com seis comensais não seria nada fácil, ainda mais quando os mesmo não pensam duas vezes antes de utilizar um Avada Kevadra.
Os comensais após darem sinais um para o outro começaram a conjurar feitiços em direção aos membros da ordem.
Hermione viu o exato momento que seu Protego fora corrompido por um dos feitiços, fazendo ela então utilizar logo um feitiço de deseja.
-expelliarmus!- conjurou ela em direção ao bruxo a sua frente.
Qual fora pega de surpresa, fazendo a sua varinha voar longe.
-estupefaça.-gritou o rapaz ao lado dela, fazendo um comensal cair desacordado.
Hermione agradecia profundamente por esta naquela missão ao lado de Vitor Krum, pois sabia o quão bom o mesmo era em duelos.
Um jato verde passara pela morena de raspão, ela apontou para o comensal que conjurara o Avada e gritou a pleno pulmão.
-Petrificus Totalus
Fazendo o comensal cair duro no chão, no mesmo momento que ela foi atingida por um crucius, pelo comensal que ela havia desarmado anteriormente. Enquanto Krum era atingido por um sectusempra.Porem o búlgaro, não se entregou tão fácil ele conseguiu atingir seu atacante também com um sectusempra, e um outro comensal que já vinha para cima dele com um perfeito Confundus, fazendo o mesmo atingir um avada no comensal que atingia Hermione com o crucius. Esta por sua vez, mesmo abalada com o feitiço, atingiu com um impedimenta o sexto comensal, o que parecia mais medroso, pois já estava indo a direção a porta.
Hermione se levantou e conjurou corda em volta de cada comensal, menos no que olhava vidrado para o teto, qual possivelmente estava morto após ser atingido pelo um Avada. Vendo que tudo estava mais seguro, a morena se dirigiu ate Krum e caiu após ajudar Hermione.
-temos que sair daqui Vitor, você agüenta?-perguntou ela apavorada.
-sim.-sussurrou ele.
Ela ajudou o amigo se levantar, deu uma breve olhada no estado do bar, o barman que fugira no momento que os comensais apareceram, voltava ainda apreensivo, olhando os bruxos amarrados no chão do seu estabelecimento.
-manda uma coruja para o ministério búlgaro e avise sobre a vinda dos comensais.-ordenou Hermione se dirigindo para porta de saída.
Quando eles saíram do bar, Hermione aparatou para o seu quarto no velho albergue para bruxos, junto com Vitor...


Levantei depois de alguns minutos, abri a porta e vi uma vassoura varrendo o hall. Achei aquilo extremamente estranho. Dei um passo cuidadoso para fora do quarto, e me dirigi ao banheiro que antes do meu quinto ano em Hogwarts usara varias vezes. E aquela lembrança me deixou ainda mais triste. Lembrar que o meu sétimo ano havia passado e não tinha voltado para Hogwarts, por causa daquela busca daquelas malditas Hocruxes. Sem falar que Hogwarts fora fechada, pois a guerra foi definitivamente declarada após a morte do professor Dumbledore. Deixava-me ainda mais devastada. Tudo que eu amava, e todos que amo, tinha sido tirado de mim de forma bruta. Meus pais tiveram que ir para outro país, os dois protegidos por membros da ordem de tal país. Enquanto eu fui para Bulgária e lá somente conheci desespero, medo, morte, ódio e lamentos. Em particular, os meus lamentos. Pois no fundo eu lamentava em estar longe de meus pais, de Harry, Rony, que sempre foram meus amigos, que sempre esteve ao meu lado. Mas naquele ano mudara tudo. Eu fiquei longe deles, sempre mentindo, sempre dizendo que tudo estava ótimo, que nada de errado estava acontecendo. Quando na verdade perdi os novos amigos que conquistara lá, tudo por causa de mim, tudo por causa do que eu representava.
Dei um soco no espelho a minha frente ao relembrar daquelas coisas, fazendo o mesmo se quebrar e o meu sangue sujo cair sobre a pia do banheiro.Ouvi passos do lado de fora do banheiro.
-o que foi Granger?- a voz de malfoy surpreendentemente soara preocupada.
-não foi nada.-menti abrindo a torneira da pia, para lavar a minha mão.
-caso queira se matar, por favor faço em silencio não estou a fim de ouvir seu ultimo suspiro.-disse ele friamente.
Ouvi ele se afastando da porta, dei um suspiro e olhei o espelho quebrado, vendo varias Hermione na minha frente. Fechei os olhos e me afastei do mesmo, meu sangue não parava de sair do ferimento da mão, fazendo o mesmo pingar no chão.
Retirei a minha roupa dando pouca importância para aquilo, vi as marcas roxas sobre o meu corpo. Outra coisa que também não me importei, apenas abri o chuveiro e entrei de baixo dele, ansiava daquilo. Sentia-me maravilhosamente bem, enquanto a água quente escorria sobre o meu corpo.
Após um longo banho, fechei o chuveiro e voltei para frente do espelho. Vi os vidros do mesmo caído em voltada pia, e dentro da mesma. Mas pouco me importei de pegá-los. Queria apenas me secar e sair daquele lugar, ou melhor sair de dentro daquela maldita casa...Ou será que era melhor ficar ali mesmo, dando a mim o castigo de ter de baixo do mesmo teto, aquele que sempre me lembrou quem eu era.
Segurei as lagrimas que queriam cair. E peguei uma toalha rosada que estava pendurada atrás da porta, me sequei devagar, e enquanto eu pressionava o machucado da minha mão o sangue escorria atrás do mesmo.
Enrole-me com a toalha manchada de sangue, peguei a minha roupa, lembrando que a porcaria das minhas coisas ficara na estação de trem onde a segunda chave de portal que utilizei me deixara.
Dei um suspiro e abri a porta, vendo que o chão estava limpo, e um aroma agradável estava no ar.
Sai do banheiro e segui em direção ao quarto onde eu estava, vendo uma criatura pequena, de pele marrom e orelhas grandes e pontudas, qual lembrava muito bem.
-monstro.-disse o olhando.-o que você esta fazendo aqui?
-a sangue ruim falou com o monstro, monstro não responder a sangue ruim, que suja a casa nobre dos Blacks.
Eu revirei os olhos e dei de ombro. Segui em direção a cama, mas o elfo parou na minha frente.
-senhor malfoy falou para sangue ruim não deitar, sangue ruim não é bem vinda na cama do senhor Malfoy.
-aquele nojento!-joguei a minha roupa sobre a cama, e sai do quarto, enrolada na toalha.
Desci a escada e fui ate a sala onde no dia anterior ele me pendera, e o vi sentado na porcaria da cadeira de balanço.
-esta ficando louco, ou coisa parecida?-perguntei parando na frente dele.-por que você disse para o monstro que eu não posso utilizar a cama.
Ele me olhou de cima a baixo.
-sua roupa nova é bonita, mas tem algumas manchas nela.-disse ele fazendo pouco caso com o que eu tinha acabado de falar.
-por merlim, para de ser desse jeito, tem como você me falar por que você disse isso para o monstro, e afinal o que ele esta fazendo aqui?-disse de uma única vez.
Malfoy deu um dos seus típicos sorrisos, e parou de balançar.
-ele apareceu aqui e disse que o Potter o mandou vim cuidar das coisas, ele parecia muito feliz, acho que não gosta muito do Potter.-disse ele indiferente.-e para que você quer a cama?Afinal já é de manha, pensa dormir o dia todo é?
-eu não ia dormi...
-então para que esta reclamando? E outra eu só disse que era para afastar você de lá enquanto ele limpava o quarto.
Eu dei um suspiro profundo, e segui em direção a saída.
-me deixa vê esse corte.
Eu olhei para ele surpresa.
-para de olhar assim, e deixa-me vê logo antes que eu mude de idéia.-disse ele grosseiramente.Estiquei o braço na direção dele e ele pegou a sua varinha e murmurou um Episkey apontando a mesma em direção ao meu machucado, fazendo o mesmo se fechar.
-o barulho que eu ouvi foi por causa disso?-perguntou ele guardando a varinha.
-sim.-respondi saindo em seguida da sala.
Subi as escadas e quando entrei no quarto o monstro já não estava mais lá, e nem minha roupas.
Bati minha mão na testa, me xingando mentalmente de idiota, afinal se monstro não me queria sobre a cama, também não iria querer as minhas roupas.
Dei uma olhada pelo quarto, mas não as encontrei, poderia então conclui que o elfo pegara as mesmas, e só merlim poderia saber o que o mesmo iria fazer com elas.
Eu me sentei na cama, e suspirei, definitivamente aquilo tudo estava ficando cansativo demais...


Hermione abriu a mala e jogou tudo que tinha dentro da mesma, estava revoltada com tudo, não agüentaria mais nada dando errado. Não agüentaria mais pessoas apontando o dedo para ela dizendo que a culpa era toda dela, não suportaria mais escrever cartas dizendo “rosas” e na verdade viver “espinhos”. Não desejava mais receber cartas, já que as mesmas nunca vinham ate ela.
Pegou a mala e abriu a porta do seu quarto, não importava o que os outros pensariam dela, ela não queria ficar mais ali, já tinha dado tudo que podia para aquela missão.
Mas antes mesmo de descer o primeiro lance de escadas, dois comensais da morte apareceu em sua frente, a puxando para trás.Hermione sentiu o seu mundo caiu naquele instante.


A vi sair da sala após responder a minha pergunta. Fiquei intrigado o que levara ela fazer aquilo, talvez foi a o modo qual a tratei no dia anterior, talvez as coisas que aconteceu quando ela esteve longe de tudo e todos que ela conhecia.
Mas aquilo pouco me importava, afinal enquanto ela estava em outro país, eu tive que fazer coisa que o Lorde me mandava fazer sem reclamar. A fim de salvar a minha vida. Minha mãe me ajudava no começo, mas quando o lorde soube disso, a prendeu. Tive que seguir sozinho, mas os erros que fui cometendo só somava e somava, colocando a minha vida e da minha mãe em risco.
E quando o meu pai finalmente conseguira fugir de Azkaban só piorou as coisas. Mas o erro maior, foi à maldita carta que mandei, se a mesma não tivesse sido mandada, meus pais ainda estariam vivos. E tudo para que? Para um bando de idiotas no final serem os heróis e eu se mais um vilão que virou a casaca. Que no fim traiu todos, ate mesmo as lembranças de seus pais.
Essas lembranças todas queimavam no meu peito como chamas vivas, que me consumia por inteiro.
Levantei-me da cadeira e chutei a mesinha de centro.
Suspirei fundo para me acalmar. Neste instante monstro aparatou na minha frente, dei um passo para trás de susto.
-senhor Draco Malfoy monstro limpou tudo, monstro fez a comida para o senhor Draco Malfoy.
Agradeci da forma mais gentil que pude para ele.
-pode ir monstro, quando eu precisar eu chamo você, e muito obrigado.
-sim senhor malfoy, e senhor Malfoy eu joguei fora às coisas da sangue ruim.-e o elfo se aparatou logo em seguida.
Tive que rir ao ouvir aquilo, pensando se não era por isso que ela estava enrolada naquela toalha.
Subi as escadas e parei na frente da porta que já estava aberta, do quarto da Granger. Encostei-me na batente da mesma e olhei Granger, com a cabeça baixa, ainda com aquela toalha molhada ao redor de seu corpo.
-saiba que não fui eu que mandei ele jogar fora suas roupas.
-então ele as jogou fora?-perguntou ela com uma voz fraca.
-sim.-respondi a olhando com interesse.
Ela parecia tão abatida, tudo bem que a guerra que se desenrolava lá fora era assustadora e terrível, mas Granger sempre se demonstrou mais forte. Pelo mesmo era o que aparentava enquanto ela estava junto com o testa rachada e o pobretão weasel.
Mas ali diante de mim, da forma a qual ela se encontrava parecia tão frágil, era ate que curioso vê-la daquele jeito.
Tive vontade de me aproximar dela e lhe perguntar o que estava acontecendo, mas me segurei, já tinha me rebaixado demais em meio a tudo aquilo. Eu estava num lugar protegido pela Ordem de merda, tinha um elfo por causa de Potter e não poderia agora me sentar ao lado dela e simplesmente pergunta-lhe sobre seus problemas.
-ficara me olhando ate quando?-perguntou ela depois de um tempo, fazendo desviar meu olhar dela.
-não estava olhando para você.-menti sem saber ao certo o que falar.
Ela me fitou e riu, aquilo me irritou profundamente.
-você precisa de uma roupa, ficar com essa toalha não dará certo.
Ela manteve seu olhar no meu por um tempo, e depois desviou. Mas por alguma razão eu queria que ela continuasse me olhando, eu de certa forma ansiava por aquele olhar.
Ela se levantou e veio ate mim, não sei por que, mas dei um passo para trás.
-decida o que você quer Malfoy. Humilhar-me ou me ajudar?
Novamente ela me fazia se deparar com a verdade, o que eu queria fazer? Ora a rebaixava como se não fosse nada, noutra a ajudava. Que diabos estava acontecendo, onde eu queria ir com aquilo? O que eu queria de verdade?
Ela me olhava de forma intensa, e mesmo que a resposta fosse outra, eu tinha que coloca-la em seu lugar. Não poderia me rebaixa mais, pois eu ainda tinha esperança de sair daquele poço que havia me metido.
A agarrei pelo braço, e levei em direção a cama onde a joguei. Vi desespero nos olhos dela, tal como em muitos outros olhos, quando eu usava aquela horrível marcara.
Subi sobre o corpo dela, colocando uma perna de cada lado sentando sobre a perna dela.Ela começou a dá vários socos em mim, mas usei a minha varinha para que as mãos dela ficassem presas.
Mesmo não me divertindo tanto assim com aquilo, como provavelmente ela pensava que estava.Mas Eu tinha que mostrar a ela que não era para esperar nada de mim, senão só iria se decepcionar, tal como fizera com todos ao meu redor.
Levei a minha mão ate a toalha, exatamente onde ela fizera o nó para manter a toalha presa, e comecei e desamarrar, e com a voz mais fria que pude produzir no momento sussurrei inclinando-me sobre ela.
-sempre humilharei você... Granger!
E desfiz o nó, sentir o corpo dela tremer debaixo do meu, vi desespero nos olhos dela, ao mesmo tempo em que lagrimas começavam a sair.
Sabia que se eu prosseguisse sem duvida a marca daquela violência, seria bem maior daquela que ela sofrera em minhas mãos no dia anterior, mas se não o fizesse ela encontraria em mim piedade, e poderia utilizar a mesma futuramente. E mesmo querendo sair de cima dela e ate mesmo lhe pedir desculpas, eu continuei ali, não queria dá esperança para ela, não queria dá chance de mais uma vez fazer algo de errado.
Levei uma de minhas pernas, ate o meio das pernas dela, e a forcei a abri as mesmas.Fazendo desta forma uma parte da toalha escorregar pelo seu corpo, vi uma pequena parte do corpo dela, um belo corpo por sinal.olhei para os olhos dela com a malicia que consegui demonstrar o mesmo, sabendo que poderia falhar terrivelmente. Eu estava pronto para tocar o seu corpo, quando vi seu olhar pedindo que parasse, transportado em desespero juntando-se com as lagrimas, que morriam uma por uma em seus lábios.levantei-me bruscamente.
A olhei pedindo desculpar pelo olhar, não podia fazer isso com ela, não importava quem ela era, eu não podia seguir com aquilo.
-verei se arrumo uma roupa para você.-dei um passo em direção a porta, verei-me e usei a varinha a soltando e depois fazendo a tolha voltar para seu lugar.- desculpa-me, eu juro que...
O olhar confuso dela me olhando me travou. Queria lhe falar que não deveria te começado com aquilo, nem mesmo de prendido ela ali. Mas se estávamos no mesmo lugar seguiríamos juntos, e arrumaríamos um meio de nos ajudar, era isso que eu queria. Sair daquele inverno vivo, como tinha certeza que ela também.
-obrigada.
Ouvi-a dizer quando virei as costas, aquilo me deu um grande alivio, dando-me coragem de seguir o meu plano...sairemos juntos disso tudo!

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comenta ai gente i.i
sem comentarios e chato continuar i.i
pois eu não sei se voces estão sim ou não gostando da fic =/
posta ai gente, por favor.






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