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24. the first stress.


Fic: Essência - HG


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- Quer escutar o coração do bebê?


Gina levantou a cabeça para o marido.


- Querida... – sussurrou ele, pedindo permissão para ela.


Ela sorriu para ele, paciente.


Harry suspirou. Ele estava muito nervoso.


Observou a imagem na tela. Não entendia nada, mas achava lindo.


- Claro – a excitação e ansiedade estavam visíveis na voz dele.


Ela ligou um aparelho na televisão. Esse aparelho tinha caixas de som tão pequenas mas com uma potencia estonteante. Dentro da sala começou a projetar batimentos cardíacos. Acelerados e um pouco frágeis. Harry sentiu o corpo ser invadido por um sentimento forte e único.


O corpo estava quente e confortável. Ele tinha um amor dentro dele que crescia muito. As lágrimas quentes desceram sobre o rosto morno de Harry, fazendo Gina apertar sua mão.


Gina sorriu para o marido.


A médica limpou o gel da barriga de Gina e disse:


- Podem esperar aqui alguns instantes, vou buscar uma ficha para começarmos a discutir como será o pré-natal do bebê.


Depois dela desaparecer no corredor Gina abraçou o marido.Harry abraçou a mulher com cuidado e sem a apertar muito.


 


 


 


- Alice! – protestou Gina, abrindo a porta do banheiro.


A amiga não conseguia falar.


- Alice o que está acontecendo com você?


Gina segurou os cabelos de Alice para trás do rosto. A amiga terminou de vomitar e foi em direção a pia.


Alice começou a lavar o rosto.


- Alice, se abre comigo.


Alice chorava.


- Me desculpe Gina.


Alice se sentou no chão com o rosto pingando ainda. Gina apanho a toalha e secou o rosto da amiga agachada.


- Eu não estou comendo direito. – confessou.


- Porque? Está reagindo mal a algum alimento?


- Não, eu estou tentando ficar magra.


Gina parou de secar o rosto da amiga.


- Não se emagrece parando de comer e nem vomitando. Eu achava que você era mais esperta Alice.


- Eu estou apelando para tudo Gina.


- Porque isso?


- Eu acho que Cedrico não me quer!


Gina suspirou.


- Eu vi ele com uma oriental ontem na frente da casa da Lily.


- Ele esta na cidade?


- Sim, ele chegou ontem e está na casa da Lily.


Gina pensou por alguns instantes.


- Eu vou perguntar a Harry  sobre isso, mas não pare de comer Alice. Diminuir a comida é mais conveniente, e tente não comer muito depois das oito.


- Para você parece fácil.


Gina passou a mão no rosto da amiga.


- Quando você tem que nutrir outra pessoa com o que você come, você olha tudo com outros olhos. E você também nutre algo quando come.


- Não estou grávida – ela encostou a cabeça na parede.


- Mas você tem um corpo para nutrir e fazer funcionar! Alice, você é linda, engraça e inteligente.


Gina sorriu para a amiga, que relutou alguns instantes e depois sorriu também.


- Quer comer uma salada de ricota e folhas verdes?


Gina continuou a sorrir depois da proposta da amiga.


- Claro!


Gina e Alice prepararam uma salada para as duas e jantaram na cozinha do restaurante junto com os cozinheiros, que optaram por carnes com massa.


- Então você vai ter que comer carne novamente? – perguntou Minerva, a cozinheira chefe.


- Sim, a obstetra me indicou um nutricionista, mas já me adiantou isso. Estou me acostumando ainda.


- E não adianta ficar só nesse pratinho de salada não em! – comentou Nick, o homem que cuidava da televisão de cachorro e churrasqueira do bar. – Tem que nutrir muito bem o nosso amiguinho aí.


Todos riram.


- Pode deixar. Tenho certeza que Harry preparou um bife acebolado para mim – ela fez um careta. – Ele estava comigo hoje mais cedo quando a obstetra me disse isso.


Eles voltaram a rir.


 


 


 


Gina e Harry haviam recém saído do trabalho de Gina.


- Estou preocupada com a Alice.


- Porque querida?


- Hoje ela estava vomitando. Me disse que queria ficar magra.


- Bulimia?


- Não – ela suspirou – É por causa do Cedrico.


Harry olhou rapidamente para a mulher, enquanto dirigia.


- O que ele fez?


- Ontem ela viu ele com uma oriental na frente da casa da sua mãe.


- Uma oriental?


- É.


Harry afrouxou a gravata.


- Quem é ela Harry?


- Eu acho que é a Chang.


- Quem é Chang? Uma ex-namorada do Cedrico?


- Espere.


Ele apanhou o celular, mesmo dirigindo. Gina nunca havia visto Harry ser imprudente no transito, e nem ligar para alguém enquanto dirigia.


- Alô, Cedrico? É o Harry sim. – um pausa – Olha, veio só você para cá?


Harry freou o carro.


- Como é que é? Ok, ok. Você não deveria ter deixado Cedrico! Ta ok. – Harry desligou o celular.


Ele voltou a tomar velocidade.


Gina não se atreveu falar nada até chegar em casa.


- Pode me explicar o que está acontecendo? – ela se atreveu a perguntar quando Harry já estava sentando no sofá.


Ele permaneceu em silencio, com a mão pousada na testa.


- Gina... – ele tirou a mão da testa – A Cho Chang não era namorada do Cedrico. Ela ficou com o Cedrico um tempo, e nesse tempo eu conheci ela. – Gina apertou os dedos nos braços do sofá – E depois que eles terminaram, nós namoramos.


Gina levantou as sobrancelhas.


- Só? – perguntou ela olhando para o chão.


- Ela e as amigas dela vieram para a cidade.


Gina teve vontade de explodir. Se levantar e gritar. Era ciúmes, raiva e agonia misturados.


- Foi por isso que eu disse para Cedrico que ele não deveria ter deixado.


- O que elas vieram fazer aqui? – perguntou Gina, controlando as lágrimas.


- Não sei Gina! Eu não falo com ela desde os meus dezessete anos!


- Esta bem – ela respondeu se levantando de forma brusca.


- Gina, se acalme! – ele se levantou também.


- Calma? Eu não estou nervosa! – respondeu ela com o tom de voz alto.


- Não fique nervosa, olha o bebê! – pediu ele, o mais paciente que pode.


- Ah, agora tudo é o bebê! – ela saiu na direção da cozinha.


Gina apanhou um copo e depois abriu a porta da geladeira com força, deixando a porta da geladeira bater no armário que ficava ao lado.


- Gina por favor...


- Harry! – ela cortou ele. – Você não tem culpa! A final, o que ela iria querer na cidade mais distante de tudo dentro dos Estados Unidos?


O copo de vidro com água caiu e se espatifou no chão perto das pernas de Gina.


- GINA! – gritou Harry, correndo até ela e a tirando pelo colo de perto dos cacos.


- Harry, me solta! – ela gritou.


Harry a soltou, realmente ela estava muito nervosa.


- Gina... meu amor.


Ele a abraçou. Ela tinha lágrimas nos olhos.


- Me desculpe Harry. Desculpa. – ela pediu, agarrando a gola da camisa dele.


Eles ficaram em silencio algum tempo.


- São os hormônios amor.- ele apertou ela um pouco contra o corpo. – Não quero saber porque e nem como a Cho chegou aqui. Eu tenho a minha família agora, e é você que eu amo, jamais esqueça isso!


Gina aliviou o corpo.


- Eu também te amo. Você é tudo para mim Harry. – ela alisou o rosto dele, enquanto o mesmo tirava os fios de cabelo do rosto dela.


- Vai tomar um banho e se deita! Eu levo sua janta na cama.


Gina suspirou.


- Obrigada Harry


 


 


Harry abriu a porta do quarto. Gina estava com o mesmo livro daquele dia, sobre bebês. Ela estava com o abajur ligado e tinha os olhos muito vermelhos, sinal que ela havia chorado muito.


- Querida... – disse ele, chamando atenção.


Ela levantou os olhos do livro.


- Nem notei você chegando – confessou ela jogando o livro na mesinha de cabeceira e arrumando o edredom para eles jantarem. – Estava lendo sobre a mudança de animo da grávida. Os hormônios alteram bastante – ela tentava se explicar, mesmo Harry entendendo.


Harry depositou a bandeja com seus dois pratos feitos em cima da cama. Neles haviam um arroz com pimentões coloridos, um bife de frango em cada prato (Gina logo reconheceu que o seu prato havia o bife menor), e uma salada verde.


- Peguei o bife menor para você, sei que voltar a comer carne deve ser complicado.


Gino deu uma risada.


- Não como carne desde os quatorze anos.


- Você nunca me disse isso – comentou Harry, apanhando seu prato e começando a comer.


- Você nunca perguntou – ela sorriu.


- Então, o que tens a me contar senhora Potter?


- O que quer saber? - ela riu


- Me conta da sua infância.


Gina sorriu enquanto terminava de mastigar a primeira garfada da comida que o marido fez. Aquela noite iria render muitas risadas.

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