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7. A ida para a Escócia..!


Fic: A conquista de um grande amor..! (RL/NT) ~~* capítulo 07 postado..! *~~


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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--- Artur, graças a Merlin! Estava preocupada, você não dava notícias... Mas me diga logo, o que houve? O que aconteceu? Por que Minerva não compareceu à reunião? – a sra Weasley bombardeava o marido de perguntas enquanto o abraçava e examinava-o para ver se ele não estava ferido.

Era tarde da noite, a Ordem estava em seu mais perfeito silêncio e isso fazia a voz da sra Weasley ecoar e chegar aos ouvidos de uma metamorfomaga angustiada em seu quarto. Ela não podia ouvir nada com clareza, então desceu do parapeito da janela e foi até o corredor fazendo o mínimo de barulho possível, e isso era muito complicado para Tonks.

--- Não acredito! - falava a sra Weasley horrorizada e aparentemente muito nervosa.

--- Molly, mas é de fundamental importância que isso não chegue aos ouvidos de Tonks! Sei que vocês são muito amigas, mas isso é caso de vida ou morte! Minerva e eu fizemos de tudo para obter mais informações, mas não foi possível.

--- Artur, que coisa horrível! É melhor mesmo a Tonks não ficar sabendo. Mas... – nessa hora a sra Weasley parou de falar, acabara de lembrar que a menina estava indo para a Escócia e que mais cedo ou mais tarde descobriria o desaparecimento de Remus Lupin.

--- Molly? Querida, o que houve? Que expressão é essa?

--- Ah Artur, que horrível, que horrível...

--- Eu também acho minha querida, o Remus era uma pessoa tão incrível...

Nessa hora Tonks sentiu uma sensação horrível, suas pernas perderam a força e ela ia cair no chão, mas se equilibrou em uma mesinha fazendo ela cair junto com um jarro de flores e a própia Tonks. Ela rapidamente se levantou e foi correndo até a sala.

--- O que você quis dizer com ERA? Aonde está o Lupin? O que aconteceu com ele? – perguntava Tonks em estado de choque, ela não chorava e nem gritava, ela estava em uma espécie de transe, como se tudo aquilo não passasse de um pesadelo.

--- Oh minha querida... – foi a única coisa que a sra Weasley conseguiu dizer antes de sentar em um sofá, tampar o rosto com as mãos e chorar.

--- Tonks, se acalme, sente-se. – depois que ela se sentou, o sr Weasley continuou: - Moody informou a Minerva que Lupin está desaparecido. Ele não sabe direito o tempo exato, mas ele supõem que seja a muito tempo.

--- O-o o que você está falando? Vo-você disse que o Lupin foi capturado?

--- Não temos certeza Tonks, mas se acalme. – falou o sr Weasley abraçando-a.

Nesse instante os gêmeos chegaram na sala e se depararam com aquela cena estranha, não perguntaram nada, pois o pai fez sinal para os dois ficarem em silêncio, só depois de muito tempo, quando Tonks já tinha se recuperado do choque foi que o pai explicou tudo para eles.

--- Mas, e agora o que a Ordem vai fazer a respeito? – perguntou Jorge.

--- Amanhã bem cedo Minerva virá resolver isso.

--- Mas quem, além de Tonks, vai querer ir em uma missão praticamente suicida para resgatar o Lupin? – perguntou Fred de uma vez só.

--- Fred... Não é uma missão suicida! – falou a srª Weasley com firmesa.

Tonks ouvia tudo aquilo no seu subconsciente, não estava prestando atenção em nada a sua volta, a sua única preocupação era resgatar Remus Lupin, que nesse exato momento poderia estar correndo risco de vida, se ainda estivesse vivo...

Esse pensamento assustava Tonks de uma maneira indescritível, era um pavor enorme e ela não tinha aonde se apoiar, o chão tinha sumido do seus pés, ela sentia a sensação de que seu coração estava sendo esmagado e que nada podia passar pela sua garganta. Ela não sabia o que falar e nem como agir, várias coisas passavam pela sua cabeça com muita rapidez, várias idéias, planos, frases a serem ditas, mas nada permanecia. Era tanta coisa que ela não sabia em qual idéia se apegar então ficava parada, olhando para o nada sem dizer uma palavra sequer.

Ela não sabia dizer quantos segundos, minutos ou até mesmo horas que ficou ali, ouvindo os Weasley conversar sem dizer nada, sem ouvir nada. Até que foi despertada pela sra Weasley.

--- Querida? Querida? TONKS?

Ela não emitiu som algum, apenas olhou para Molly.

--- Acho melhor você deitar, amanhã será um longo dia, aliás, hoje será um longo dia. Vamos, eu te acompanho até seu quarto, vem.

A menina não se levantou, tentou dizer boa noite para o restante dos Weasley que ficaram na sala, mas não conseguiu. Até pensar em como dizer “boa noite” era complicado para ela. Não queria parecer despreocupada e nem preocupada demais. Não sabia se dizia ou não alguma coisa sobre o Lupin. Não sabia nem se devia se levantar.

--- Tonks, vamos, levante-se.

Ela não se moveu. A sra Weasley olhou assustada para o marido. O que estava acontecendo com a metamorfomaga? Os gêmeos então se levantaram e pararam na frente da cadeira de Tonks para observá-la. A menina olhava para o nada e seus olhos estavam cheios d’água.

--- Será que ela está enfeitiçada? – perguntou Jorge assustado.

--- Não, não é possível. Ela apenas está em estado de choque. Acho que tudo isso foi demais para ela. – respondeu o sr Weasley levantando-se e indo na direção da metamorfomaga.

--- Vamos Tonks, vai ficar tudo bem, eu prometo, venha. – falava ele puxando ela pelo braço.

Ela se levantou então, e foi até seu quarto com a ajuda de Molly, chegando lá Molly a colocou na cama e desceu para fazer uma poção calmante.

--- A Tonks vai ficar bem mamãe? – perguntou Jorge.

--- Não sei meu querido, não sei.

~~~X~~~


McGonagall chegou cedo no dia seguinte, ela estava com uma expressão mais séria do que de costume, apenas deu bom dia para Molly e pediu logo para falar com Tonks. A menina estava em seu quarto ainda, eram apenas 7:00 da manhã, Artur e os gêmeos já haviam saído para o trabalho. Não demorou muito para uma Tonks com olheiras e cabelos despenteados descer, Minerva sentou-se em um sofá perto da lareira e a ascendeu, pois o inverno já havia chegado e os dias estavam cada vez mais escuros e frios, Tonks continuou parada onde estava.

- Sente-se Ninfadora, precisamos ter uma conversa muito séria. – falou MgGonagall sem olhá-la, assim que a menina sentou, ela continuou: - Creio que você já sabe do ocorrido. – Tonks acenou com a cabeça – O sr Shacklebolt me informou que você conseguiu um recesso de quinze dias no Ministério, certo? – Tonks novamente acenou. – Então vou ser direta Ninfadora, pois não temos tempo para rodeios. É o seguinte: Remus está desaparecido e devemos trabalhar com a hipótese de que ele foi capturado, desta forma precisamos de alguém que possa salvá-lo. Mais da metade dos componentes da Ordem tem filhos ou empregos que não podem abandonar e como você sabe, pessoas que tem o que perder não se dão por completo em uma missão perigosa. Esse não é o seu caso. Não que você não tenha nada a perder. Veja bem, isso não foi uma ofensa, com isso creio que você é a pessoa mais indicada para resgatar Remus Lupin.

Tonks nada disse, apenas continuou a olhar para a diretora, com isso Minerva fez uma pausa, ajeitou-se no sofá, suspirou e só então perguntou:

- Ninfadora Tonks, você gostaria de ia para a Escócia e salvar Remus Lupin?

- Diretora, nada me deixaria mais feliz nesse mundo. – respondeu Tonks com lágrimas nos olhos.

- Eu esperava por essa resposta, então rápido vá arrumar suas coisas, leve somente o necessário?

- Mas eu não comprei minha passagem, não reservei um quarto em nenhum hotel, Merlim eu nem sabia que ia viajar!

- Tomei a liberdade de cuidar de tudo, agora eu apenas preciso que você se arrume, seu trem sairá 9h.

- Obrigada Minerva. Por tudo. – disse uma Tonks com lágrimas nos olhos.

Enquanto Tonks arrumava suas coisas Minerva foi conversar com Molly sobre o que aconteceria nos dias seguintes, não demorou muito para Tonks descer com sua mala.

- Estou pronta.

- Acho que podemos conversar um pouco antes de sairmos, sente-se aqui. – falou Minerva apontando uma cadeira na mesa da cozinha e quando a menina sentou ela continuou: - A partir de agora você se chama Amélia Cryn.

- Cryn... Mas esse é o nome do Remus.

- É o seu também, você é a esposa dele. -Tonks ficou feliz com seu disfarce e ao mesmo tempo surpresa e demonstrou isso com um leve pulinho da cadeira, mas tentou disfarçar. – Vocês não tem filhos, ele foi para lá para saber se o local era adequado para vocês dois se mudarem. Ele desapareceu sem mais nem menos porque teve que visitar uma tia doente, você foi para lá para conhecer o local e esperar por ele. Ele estava hospedado em uma pousada de frente para o vilarejo onde os Botheller moravam, não é difícil de encontrar. E a casa dos Botheller fica perto da fazenda Toca dos Gados. Não use o feitiço confundus nas pessoas da pousada a não ser que você já esteja com o Remo, é melhor não deixar vestígios de magia antes dele estar em segurança, os comensais podem perceber sua presença. Moody vai te esperar na estação, mas não poderá te levar até a pousada. Aqui estão alguns pergaminhos importantes, nesse aqui estão alguns feitiços de cura, nesse o nome dos comensais que estão lá segundo Alastor, e o restante são cartas que Remus me enviou contando o que havia descoberto.

Tonks pegou todos e antes de guardar tentou ler uma das cartas de Lupin, mas foi impedida por Minerva.

- Não, não leia as cartas agora, você terá muito tempo durante a viagem. Agora eu só preciso te dizer mais uma coisa. –depois de uma pequena pausa, Minerva continuou. - Você tem a arma mais poderosa de todas Ninfadora, não é a toa que escolhi você, tenho certeza que conseguirá.

Por alguns segundos Tonks pensou em perguntar qual arma seria essa mas logo se deu conta que era o amor e ficou feliz por se lembrar que a mãe de Harry o salvou usando essa arma e que se Lily era capaz, ela também era.

- Bem, Molly, Ninfadora, vamos, já está na hora.

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