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3. Uma verdade Insuportavel.


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NT/A: como nos caps anteriores esse cap tbm sera em primeira e terceira pessoa, e para quem não gostou da violencia toda esse o draco fica mais "bonzinho" e tera a explicação da explosão dele no segundo cap.

bjos e comentem ^^

apreciem esse cap =***
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3° CAPITULO: Uma verdade insuportável.

O vento que passou na janela semi-aberta apagou a vela depositada sobre a mesa, defronte a poltrona onde o loiro se encontrava.Mas o que realmente o incomodou foi o barulho no vidro da janela.Ele se levantou bruscamente e seguiu em direção a janela, vendo que uma coruja de penugem marrom se encontrava ali.
Sem pensar duas vezes ele abriu ainda mais a janela e depois a ave adentrar, qual pousou aos pés dele.Draco se agachou e pegou a carta que estava na pata da coruja, e sem rodeios a abriu e começou a ler.

Temos que nos encontrar a sua suspeita me intrigou, não sei a verdadeira razão de você querer ajudar, mas se quer fazer tal coisa é melhor aproveitar, mas se você fazer algo de errado todos voltaram contra a você. E pode saber que não terão piedade.

Seu adorável amigo “rei da sonserina”

Draco deu um sorriso ao ver a assinatura imaginando o quando o mesmo odiara em escrever aquilo, mas não era aquilo que importava no momento, ele tinha que se encontrar com ele, mas na onde?
Ele olhou a coruja e deu um leve suspiro se dirigiu ate a mesa onde minutos atrás a vela se encontrava acessa e pegou um pedaço de pergaminho, mergulhou a pena que pegara no tinteiro que jazia ali.

Não vejo lugar melhor para realizar tal coisa se não no caldeirão, espero por você lá no horário de recolher, como se ainda estivéssemos em nossas casas. Dois dias antes de o expresso sair da sua estação.

Seu adorável amigo doninha.

Malfoy não achara um apelido melhor se não aquele. Sabia que Potter e seus amigos o chamavam assim , portando os mesmos saberiam que fora ele mesmo que mandara a carta.Após dobrar o pergaminho em três partes o amarrou na pata da coruja e a soltou em seguida.
Entre as coisas que ele fizera durante aquele ano, achara que esse fora a mais nobre. Estava marcando um encontra a fim de ajudar aqueles que um dia fora seus inimigos.
Draco deu mais uma olhada na coruja, e depois voltou para a poltrona ponderando as escolhas que tinha. Entrega um bando de comensais, ou ficar ali e esperar a morte vim.E mesmo que parecesse que o mesmo tivesse outras saídas, ele no fundo sabia que não, e para se manter vivo o único jeito era entregar os comensais.
Ele deu um suspiro profundo, olhou o local sentindo um aberto no coração, ele queria muito que seus pais estivessem ali.Porem os mesmo recebera o castigo que era para ser dele. E isso era o que mais feria em seu peito, sabia que a morte de seus pais tinha sido a culpa dele, e desde que chegara naquela mansão essa sua culpa o perseguia ainda mais.
Ele passou sua mão em seus cabelos, e fitou a vela apagada, analisando o rumo que a sua vida estava levantando. Um ano atrás ele se capava por causa da sua riqueza, e buscava meios de realizar o que mandara ele fazer, matar o grande bruxo e diretor de Hogwarts.
Mas não dera certo, ele não conseguiu realizar isso, o que fez a sua vida dá uma reviravolta que nem ele mesmo acreditara, mas ele estava preste de mudar o azar que o envolveu...

Estava sentado mais ou menos duas horas naquela velha cadeira de balanço, o barulho da mesma era irritante, porem não conseguia parar de balançar com a mesma. Meus olhos tinham apenas um ponto, Hermione Granger. Que ainda estava desacordada fazia um dia, a encontrara no piso inferior, caída de uma forma diferente do que deixara. Por isso a amarrei e vendo que estava mais seguro, verifiquei se a mesma estava desmaiada. Vendo que sim me agachei ao lado dela, e a peguei no colo, sentindo o perfume dela.
E mesmo que lutasse contra isso, eu queria sentir mais e mais o seu aroma. Era como se aquilo fosse necessário para mim, por essa razão que uma raiva de mim mesmo me dominou, logo que adentrei na sala do térreo a joguei perto de uma das paredes e sai do cômodo. Voltei horas depois. A observei por um tempo, e depois fui ate a cozinha.
Dentro de mim travava uma batalha terrível.
Sabia de uma certa forma que a culpa dela esta ali era minha, sem duvida a ordem falara tudo para ela. Mas eu não queria piedade e nem ajuda. E mesmo que tivesse ansioso por companhia e querendo alguém para me abraçar e falar que tudo ficaria bem, eu não suportaria ter-la ali.
Adentrei a cozinha e me encostei-se a uma das paredes, não fazia idéia do que iria fazer, pensara em soltar ela e coloca-la do lado de fora. Mas de uma forma inconsciente a queria ali. Eu necessitava dela ali, era como se a tendo ao meu lado eu estava me castigando pelas merdas que fizera ao decorrer daquele ano.
Após um longo tempo na cozinha, apenas olhando o nada, voltei para sala.
E sentei-me, quando percebi que ela estava se mexendo parei de balançar. A fitei por um tempo, aquele desejo tê-la ao meu lado foi aos poucos me embrulhando o estomago. Era terrível pensar que poderia querer aquilo, o que meus pais iriam pensar...Mas percebi que meus pais não estavam mais ali, para dizer o que eu tinha que fazer, onde tinha que ir, e em quem confiar. Senti-me horrível, sufocado, as lagrimas queria sair, mas eu a segurava.Afinal tinha segurado ate ali.
Passei uma mão nervosamente na outra, ficar trancado naquele lugar, lembrar a cada minuto que a morte daqueles que sempre me salvava e me ajudava, era minha feria-me constantemente. E aquilo se tornava uma verdadeira bomba dentro de mim, qual estava pronta para explodir, e tinha medo de não conseguir me segurar se isso acontecesse.
-malfoy?Malfoy?
Olhei em direção a Granger, a bomba tinha que explodir em alguém...

O loiro batia freneticamente seus dedos finos sobre a mesa. Já estava ali há meia hora e nada da pessoa que estava esperando. A paciência dele estava passando a cada minuto, e o medo aumentando, via que algumas pessoas o observava com certa curiosidade. E aquilo para ele não estava cheirando bem, ele mesmo estava vendo o momento de ser atingido por algum feitiço, ou se agarrado por aurores e levado para Azkaban. Por essa razão que ele soltou um suspiro de alivio ao vê um ruivo e um moreno que tinham acabado de adentrar o estabelecimento.
-pensei que vocês tinham mudado de idéia.-disse malfoy com mau humor.
-sua carta não tinha sido muito clara.-resmungou Ronald ao se sentar.
-ah é, esqueci que a sangue ruim não estava com vocês.-ironizou o loiro.
-olha como você fala da Mione.-disse Rony se levantando.
-calma Rony.-disse Harry o segurando.-diga logo o que você quer malfoy, não acho que aqui é o melhor lugar para ficar.-o moreno deu um olhar em volta sentindo que todos o observava.
-relaxa Harry a minha cabeça vai rolar antes da sua.-debochou draco com amargura.
-assim espero.-retrucou o moreno se sentando, puxando Rony para fazer o mesmo.-então qual é a novidade, claro alem de querer nos ajudar.
-eles estão sabendo da missão de vocês.-disse ele sem rodeio, enquanto passava seu dedo na borda do copo a sua frente.
-o que?-perguntou Rony e Harry ao mesmo tempo.
-o plano ridículo de vocês, como é o mesmo o nome?-falou Malfoy fingindo pensar.-ah sim! Missão “fênix”.-ele deu uma risada e balançou a cabeça negativamente.-vocês realmente são ridículos.
-ok Malfoy, você já se divertiu, agora diga como ele ficaram sabendo?-perguntou Harry extremamente preocupado.
-sabe Potter o mal de vocês é confiar em todo mundo...-disse ele indiferente.- e pode saber que esse foi o erro neste plano, confiaram nas pessoas erradas, e isso custara à vida de muitos.
Harry e rony se entreolharam, era claro que a mesma pergunta passava na mente deles “quem era o traidor?”
-quem...
-potter acorda, no lugar de você querer como e quem fez, você tem que se preocupar na conseqüência desse ato.-disse Malfoy calmamente.
-quem diga?-explodiu Rony.
Draco deu um sorriso de lado e cruzou o braço, parecia se divertir com tudo aquilo.
-sabe Harry eu acho que esse cara de fuinha esta mentindo, é melhor irmos.
-e como ele saberia o nome da missão rony?-questionou o moreno, fazendo o ruivo ficar sem ação.
Malfoy deu outro sorriso, e encarou os dois.
-então, estou esperando que perguntem o que está marcado para acontecer.
Harry o encarou por um tempo, e por fim lhe fez a pergunta, Draco alargou o seu sorriso e deu um suspiro de alivio.
-apareçam na minha casa hoje à noite, lá poderei dizer tudo com mais calma...

Olhei com curiosidade para ela, saber que ninguém tinha o conhecimento de sua “visita” deixara-me ate que contente, poderia a manter ali. Mas para que era o que eu não entendia, só sabia que seria melhor dela ali comigo.
Eu expliquei sobre a “boa ação” de Potter, que o mesmo mandara uma carta para mim dizendo que iria me arrumar um abrigo, pois tinha a certeza se ficasse na minha mansão iria acabar morrendo, e tenho que admitir que a testa rachada não estava nem um minuto errado. Porem o que me intrigava era o por que dela me ajudar, afinal traiu a confiança dele. Fato esse que não compartilhei com o sangue ruim. Mas ela ficara igualmente intrigada.
-Harry, mas... Você fez o que para ele querer lhe ajudar?
Não disse nada apenas dei de ombro, voltando a olhar a rua pela pequena fresta na janela fechada.
- Não precisa deixar ela fechada, ninguém consegui ver a casa.-ouvi Granger falar depois de um tempo.
Virei o meu rosto, e a observei, o corte na testa dela estava feio, sem falar das marcas roxas que aparecera em certos pontos do seu corpo. Tinha que admitir que exagerara, senti vergonha de mim mesmo. Não conseguindo olha-la sem vê a monstruosidade que fizera, foi me sentar numa poltrona.
Questionando-me se estava sentindo dó da Granger, daquela sangue ruim. Mas foi pensando assim, que aos poucos percebi que não tinha uma verdadeira razão de fazer o que fizera, suspirei dolorosamente. Poderia esta com raiva de mim, poderia esta com raiva dos meus pais por sempre quererem me proteger, poderia esta psicologicamente cansado. Mas nada daquilo dava o direito de fazer o que eu fiz.
Eu virei o meu rosto e a vi de pé, estava rascando um pedaço da sua camisa, talvez para limpar o corte na sua testa.
Eu fiz a única coisa que poderia fazer. Levantei e com a varinha na mão me aproximei dela.
Quando estava se aproximando eu vi medo nos olhos de Granger, ela ate deu alguns passos para trás.
-calma, eu irei ajudar.-sussurrei.
Ela parou onde estava e então deixou eu usar a varinha no corte dela, fazendo o mesmo se fechar.
-pronto.
A encarei, nunca tinha visto Granger daquele jeito, era parecia tão triste, sozinha, insegura. Definitivamente não era a granger que conhecera em Hogwarts,e aquilo de uma certa forma mexera comigo.
-o que foi Granger? Cadê aquela força toda que você demonstrava ter?
Ela desviou o seu olhar do meu e murmurou um muito obrigado por causa do feitiço que fizera e depois se afastou. Naquele momento senti que tinha algo errado, ate pensei se ela sabia do que eu fiz.
-não seja bobo.-sussurrei para mim, guardando a minha varinha.
-será que eu posso comer algo, estou com fome.-disse ela me encarando.-claro a não ser que você tenha em mente em me matar de fome.
-você sabe onde fica a cozinha.-respondi para ela voltando para janela.-e você tem certeza que ninguém pode vê a casa.
Ela me olhou por um tempo e depois balançou a cabeça positivamente, saindo em seguida.
-Granger nem tente sair, eu utilizei um feitiço na porta e janelas.-a avisei quando ouvi um barulho.
-droga.-resmungou ela logo em seguida.
Eu dei uma risada fraca e olhei para janela, suspirei e abri a parte de madeira da mesma, deixando só à de vidro a aberta deixando a luz fraca do sol do fim daquela tarde adentrar a sala.
Observei a rua, sentindo saudades da mesma queria sair daquele lugar, mas sabia que antes daquilo tudo acabar não poderia sair.

Nem sabia quando tempo estava em frente aquela janela, só parei de olhar pela mesma quando ouvi passou atrás de mim, me virei rapidamente vendo Granger alguns passos de mim, ela tinha nas mãos uma bandeja com um prato com sopa.
-você sabe cozinhar?-deixei a pergunta escapar.
-um pouco.-respondeu ela secamente.-digamos que dá para enganar.
-sei...Seria um milagre você não saber não é? Afinal a senhorita Granger é boa em tudo.-debochei.
Ela me encarou com azedume, via uma mistura doentia de sentimento, ódio, tristeza, e para minha surpresa eu consegui reconhecer compaixão.
Fiquei olhando para os olhos dela, como se aquilo que via fosse a coisa mais bela e fantástica de se ver.
-o que foi Malfoy? Cuidado hein, se alguém vê você me olhando assim pensaram outras coisas?-a voz fria dela me fez acordar daquele transe.
-cala boca Granger.-senti-a estremecer.- come logo isso daí.
Eu estava me afastando quando a ouvi.
-eu fiz para você, imagino que você não esteja se alimentando muito bem.
Virei-me para ela, imaginando como uma pessoa poderia ser assim. Eu tinha batido nela, a feito se humilhar, e tinha tratado como um lixo, e mesmo assim ela pensara em mim. Engoli em seco, senti o meu rosto queimar de vergonha.
-ora ora, então o Potter não é o único santo do trio. Cuidado hein, desta forma você roubara o lugar dele.
-ou quem sabe você não rouba primeiro.-ironizou ela colocando a bandeja com a sopa sobre a mesa de centro.-afinal você me ajudou com o meu corte, não foi?
Eu a encarei mas não disse nada, ela não entenderia o que passou em mim naquele instante, como também não entenderia o que ocorrera dentro da minha mente para ataca-la daquela forma tão monstruosa.
-coma antes de esfriar.-disse ela com um sorriso de lado.
Eu a fitei por alguns segundos e depois me sentei na poltrona e olhei a sopa. Eu estava morrendo de fome, isso era um fato, mas a duvida de confiar na pessoa que quase matei de tanto bater me invadiu como uma bela melodia envolve com sua magia.
-mesmo com fome, prefiro não me arriscar a comer algo que você fez.-disse me encostando na poltrona.
-e o que eu poderia ter feito?-retrucou ela noutro lado da sala.
-oras você sempre foi boa em poções, não duvido nada que você não fizera nada, quem sabe não fez ate mesmo um veneno e colocou dentro da sopa.
-eu não sou um monstro como você Malfoy.-retorquiu ela tristemente.
-então mostre.-desafie.-beba um pouco da sopa.
Ela me fitou por alguns momentos, e eu dei um largo sorriso já pensando que tinha pegado ela. Mas para minha surpresa ela se aproximou da mesa de centro e tomou um pouco. A observei engoli, e fiquei a olhando como se esperasse ela cair dura a qualquer momento. Vendo que anda acontecia avancei para o prato, tomando toda a sopa em minutos.
-pensei que uma das suas virtudes fosse a sua educação.-disse ela sem muita emoção encarando a sua varinha.
-vai a merda Granger.- resmunguei após terminar com a sopa.
Após repousar o prato na mesa voltei a me encostar na poltrona, olhando o céu que escurecia aos poucos lá fora.
-será que eu poderia ir?
Balancei a cabeça negativamente na mesma hora.
-o que você quer de mim afinal?-perguntou ela chorosamente.
Virei o rosto na direção dela e vi que ela tinha voltado a chorar, dei um suspiro de impaciência.
-por merlim Granger, pare de chorar!
-então me deixa ir!
-não vou!-levantei indo a direção a ela.- você é minha prisioneira agora.
Ela me olhou com ódio e me deu um tapa no rosto.
Pensei em revidar na mesma hora, mas me segurei, apenas saindo de perto dela, mas tendo o tempo suficiente de ver o olhar confuso dela.
-eu estou cansada disso malfoy, você poderia me soltar, afinal harry lhe ajudou, por que ele acredita em você!Por alguma razão. Então mostre que ele está certo.
-ele não tem razões para acreditar em mim.-retorqui com vivacidade.- ele só tem razão para me odiar, tal como você, como todos...-desabafei de forma melodramática.
-tenho certeza que não.-sussurrou ela
Eu fingi não ouvir, afinal a única pessoa que poderia saber das minhas verdadeiras ações era eu mesmo, eu sabia as que tinha feitos, como sabia que não tinha sido pelas mesmas que me levara para aquele abrigo.
-e para que afinal você precisa de mim ? Já que a ordem sabe que você esta aqui.
A pergunta me fez deparar com a verdade, para que eu queria a Granger ali se a Ordem por alguma razão estava disposta a me ajudar? A olhei por algum tempo, enquanto todas aquelas batalhas que antes estava sendo travada em mim, chegava ao fim. Chegando a conclusão da verdade insuportável que eu queria a Granger ali, simplesmente por que eu precisava dela, por que necessitava de alguém para me olhar e dizer “tudo terminara bem...”









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