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6. Capítulo 06


Fic: Aquilo que você não vê DM-HG


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 06


 


Draco havia escutado o barulho de algo quebrando e correu para cozinha. Encontrou sua Hermione no maior amasso com Simmons. O bruxo tocando partes que ele nunca conhecera. Seu coração parecia que pararia de funcionar naquele momento. Apontou a varinha e nem percebeu as palavras saindo da sua boca. Apenas olhava para Hermione. Machucado. A boca dela vermelha e a roupa bagunçada. Estava ferido. Sem pensar em mais nada, estuporou Sean Simmons.


 


Hermione pulou do balcão e correu de encontro a Sean, que estava no chão, desacordado.


 


- Draco?! Você ficou louco? – ela disse encarando o loiro.


 


- Eu? Ouço barulhos e quando chego encontro esse... esse... idiota te agarrando!


 


- Ele não é idiota! Nós estamos juntos! – ela falou irritada, ajoelhada ao lado do corpo de Sean. Ela o acordou e o homem ficou em pé rapidamente, logo sua varinha estava em sua mão.


 


- O que houve? – ele olhou para Hermione e depois para Malfoy – Você me estuporou! Tem merda na cabeça seu loiro filho da puta?! – Draco não recuou. Sua varinha também em punho. Vários feitiços passando por sua cabeça. E todos eles o mandariam para Azkaban.


 


- Parem os dois – Hermione falou colocando-se entre eles – Draco, volte para seu quarto. Sean, venha... melhor você ir embora. Amanhã nos falamos – eles ainda se encararam uns segundos, antes de abaixarem suas varinhas.


 


Draco respirou fundo, ele estava muito nervoso e Hermione sabia. Ele virou-se e saiu. Instantes depois, foi possível ouvir a porta bater violentamente.


 


- Você está bem? – Hermione perguntou.


 


- Sim. – ele disse nervoso. Hermione ainda não tinha visto Sean irritado, mas sabia que ele estava se segurando naquele momento.


 


- Desculpe-me por Draco...


 


- Não sei como consegue dividir uma casa com esse imbecil. Qual o motivo dele me estuporar desse jeito?!


 


- Ele apenas achou que alguém tinha invadido a casa...


 


- Foi por sua causa – Sean disse, saindo da cozinha enquanto arrumava sua roupa.


- Draco e eu somos apenas amigos.


 


- Não sei quem quer enganar com isso, Hermione – Sean falou. Hermione olhou para o chão. Magoada.


 


- Desculpe-me, Hermione – Sean puxou-a para um abraço – Sei que não sente nada por ele, mas ele me atacou por um motivo... E eu sei que foi por você... Desculpe...


 


- Tudo bem, Sean... Não há porque desculpar-se – ela sentiu o peso em seu coração, pois queria que as palavras dele fossem verdade. Sentia-se culpada. Queria que Draco gostasse e sentisse ciúmes dela.


 


- Amanhã nos falamos com calma, ok? A noite foi meio tumultuada... – ela assentiu. Despediram-se com um beijo e ele foi embora. Hermione estava muito, muito brava. Até quando Draco brincaria com os sentimentos dela? Subiu os degraus e abriu a porta do quarto de maneira estrondosa. Ele estava em pé, andava de um lado para o outro.


 


- Que merda foi aquela lá embaixo? – ela falou apontando um dedo de forma acusadora para ele.


 


- Você estava praticamente transando com o cara na bancada onde eu como e você vem falar da merda que eu fiz? – ele respondeu encarando a amiga.


 


- Ohhh, falou o senhor castidade! – Hermione respondeu sem disfarçar a ironia – Eu já flagrei você e a Greengrass em vários lugares dessa casa – as palavras doendo tanto quanto a memória. Draco ficou alguns instantes sem saber o que dizer.


 


- Eu pelo menos sei ser discreto! Você nunca precisou azarar a Astoria!


 


- Porque eu sei que casais fazem isso e, além do mais, eu não  teria o direito! Assim como você também não tem! – ela falou irritada. Ambos vermelhos de raiva. Eles se aproximavam conforme trocavam acusações.


 


- É bem diferente, Hermione! Astoria é minha namorada. Esse cara quer apenas transar com você!


 


- E se eu apenas quiser transar com ele? – ela respondeu escondendo a raiva e a mágoa que sentia por ouvir aquelas palavras – Eu posso transar com quem eu quiser! Ao contrário de você, não tenho namorado e posso transar com quem quiser, a hora que quiser e ONDE EU QUISER!


 


- Você não se atreveria a fazer isso, Hermione! – ele disse encarando-a furiosamente. Não, ele nem podia pensar em Hermione, sua Mimi, transando com outro homem.


- Ah não? – ela falou engolindo o choro. Apenas a raiva saía dela – Você é meu amigo, um cara com que divido a casa. Nada mais. Não é meu dono, nem meu namorado. Nada disso... Você não pode decidir com quem saio ou não saio. Não pode decidir com quem transo ou não. Você escolheu ser meu amigo muitos anos atrás e, como meu amigo, você não pode palpitar para quem eu dou ou deixo de dar – ela falou irritada. As lágrimas sendo engolidas. Draco sentiu seu coração afundar perante a verdade nas palavras dela. Ele escolheu a amizade tantas e tantas vezes. A amizade... apenas por covardia de aceitar e dizer seu sentimento. Por covardia de assumir... Por covardia ele estava cada vez mais vendo Hermione distanciar-se de si. Via raiva e mágoa nos olhos castanhos. Viu quando ela encarou o chão e depois saiu. A porta batendo. Ele era um covarde. Um maldito covarde.


 


Hermione dançava com Blaise. Era possível ver que ele ainda estava apaixonado por ela, mesmo depois do término. Apesar disso, eles sorriam.


 


- Quando vocês vão deixar de ser tão teimosos e assumir o que sentem? – ele perguntou.


 


- Não sei do que está falando, Blás. – Hermione respondeu não querendo entrar nesse assunto.


 


- Não se faça de idiota. Você não tem nada de idiota, Mione. Draco gosta de você. Eu sei disso. Sou amigo dele há muitos anos e a forma como ele te olha... – ele respirou fundo – E também já percebi como olha para ele. É a forma como eu gostaria de ser olhado. – ele parou de dançar e segurou o queixo dela. Os olhos profundamente negros analisando cada detalhe do rosto dela.


 


- Blaise, ele não me vê dessa forma – ela disse simplesmente.


 


- Não seja cega. Vá falar com ele... é só ver como ele reage quando qualquer um se aproxima de você, Pricipessa. Fale com ele – os dois conversavam tão próximos e atentos que não perceberam a aproximação de Draco. Os punhos fechados e a raiva escondida no rosto pálido.


 


- Já que vai ficar papeando com a moça, será que eu poderia dançar com ela, meu amigo? – os dois olharam para Draco. Blaise acenou com a cabeça e se afastou. Lançando um último olhar para Hermione. – Ele quer voltar a namorar você – foram as primeiras palavras de Draco ao envolver a cintura dela. Hermione percebeu que era uma afirmação. Nada respondeu. As palavras do ex-namorado ainda em sua cabeça. Olhou para o loiro. E viu que ele olhava para ela. Sabia que seu coração acelerava cada vez que os cinzas dele a olhavam dessa maneira.


 


- Draco – ela interrompeu a dança – Será que podemos conversar em particular?


 


O sonserino assentiu, nervoso. Sabia que Blaise ainda gostava dela. Já fazia meses que eles terminaram, mas nem tentou se aproximar de Hermione. Sabia que Blaise terminara por saber seus verdadeiros sentimentos e uma dúvida o atingiu: será que seu amigo tentaria algo ao perceber que Draco nada tentara?


 


Eles andavam em silêncio pelos corredores escuros, cada vez mais se afastando da movimentação da festa. Foram para o quarto dos monitores sem dizer uma palavra e com os dedos entrelaçados. Era comum andarem assim. Ao chegarem no quarto, Hermione caminhou até a janela e ficou observando a noite, a lua e o Salgueiro Lutador. Ao longe, a Floresta Proibida. Draco ficou parado, as mãos no bolso. Ela era linda. Quando ela começou a falar, aproximou-se e parou ao lado dela.


 


- Quando Dumbledore pediu que eu fosse sua enfermeira no sexto ano achei que seria capaz de lançar uma maldição imperdoável nele. Senti tanta raiva. E seu comportamento não ajudava em nada.


 


- Sei que agi como um idiota.


 


- Mas depois... eu precisava cuidar de você e queria que você melhorasse, claro. Só que gostava quando se apoiava em mim ou quando precisava de ajuda para se vestir. Eu gostava de reparar no que comia, pois gostava de saber seus pratos preferidos. Tolo da minha parte, não? – ela disse sem olhar para ele, que não tinha tirado os olhos dela.


 


- De forma alguma... – não era tolo. Quantas vezes ele fingira fraqueza apenas para sentir o cheiro dela quando se apoiava em seus ombros? Quantas vezes fingira uma dor, para sentir a mão quente dela passando poções em suas feridas já cicatrizadas? Quantas vezes a xingara apenas para ver os olhos castanhos olhando diretamente para si?


 


- Por que me beijou? – ela perguntou de repente – Por que me beijou aquele ano?


 


- Eu quis – ele disse simplesmente – Sentia algo por você – ele falou mudando propositalmente o tempo verbal.


 


- Sentia? – ela perguntou, como ele previra – Quando fui caçar as horcruxes com Harry e Rony não deixei de pensar em você um só instante. Quando voltei... Você estava tão frio e distante e eu ainda era apaixonada por você. Eu ainda sou apaixonada por você, Draco – ela o olhou nos olhos ao dizer a última frase.


 


- Hermione...


 


- Blaise disse que gosta de mim, que também sente por mim o que eu sinto por você... Eu acho que não... Então, por favor, Draco... Por favor, diga que estou errada...


 


E Draco sentiu que seu coração parara de funcionar. Batendo rápido e devagar demais ao mesmo tempo. Ali estava ela, Hermione Granger abrindo seu coração para ele...


 


- Quando você partiu com o Weasley e Potter, me senti traído. Eu realmente precisava de você aqui. Ao meu lado. – ele continuou ao ver que ela abrira a boca para falar – Eu era um idiota mimado. Depois de alguns meses percebi que sua busca era o mais importante naquele momento. Só que tanta coisa aconteceu... – ele segurou a mão dela, já não tinha mais coragem para olha-la nos olhos e por isso analisava cada linha dos delicados dedos que tinha entre os seus. Ele mentiria... suas próximas palavras seriam a maior mentira da sua vida. Mas, afinal, o que poderia oferecer para ela? Seu sobrenome era uma desgraça no mundo bruxo. Resolvera abrir mão da herança dos pais e não teria nada para oferecer a Hermione. Então, mentiu. Sem saber que essa mentira o faria sofrer por anos a fio – Tanta coisa aconteceu e o que eu sinto hoje, por você, é apenas amizade, Hermione. Apenas amizade e nada mais.


 


Draco sentiu que as palavras doíam nele também. Profundamente. Não tentou impedir quando Hermione puxou a mão do seu toque. Olhou-a e viu que ela chorava. Silenciosamente, lágrimas caíam. Teve o impulso de passar o dedo no rosto dela, só que ela foi mais rápida e levantou, afastando-se.


 


- Hermione,... – ele falou. A grifinória estava de costas.


 


- Não, Draco. Preciso ficar sozinha. – ela disse sem se virar e seguiu para seu quarto.


 


O loiro foi para o seu. Queria quebrar alguma coisa. Algumas coisas. E foi o que fez. Odiava a si mesmo. Revirava seu material, livros, mochila, pergaminhos, frascos de poção. Odiava ser covarde. Odiava ser Malfoy. A única coisa que gostava em si, naquele momento, era a capacidade de amá-la. E por amá-la tanto precisava protegê-la do idiota que ele era.


 


---


 


Quando acordou, no dia seguinte, foi para o quarto dela. E não a encontrou. Imaginava mesmo que ela teria ido para casa do Potter. Sua vida estava uma bagunça. Ultimamente estava cada vez mais difícil guardar para si seus sentimentos. E o aparecimento de Simmons não ajudava em nada.


 


Queria apagar de sua memória a imagem e sons que ouvira. Hermione, sua Mimi, nos braços de outro. Agira como um adolescente impulsivo ao estupora-lo e não estava nem um pouco arrependido. Quem sabe assim o talzinho aprenderia seu lugar. E o lugar dele era bem longe de Hermione.


 


---


- Não poderia ficar lá hoje. Não mesmo! Draco me deixa maluca! É um completo idiota! – disse servindo-se de uma torrada. Harry olhou para amiga e falou:


 


- E só agora percebeu isso? Você precisa continuar morando com o Malfoy?


 


- Não sei por que insiste nessa loucura, Hermione – Pavarti falou – Tudo bem que ele está um gato nos últimos anos – ela disse ignorando o olhar de raiva de Harry – Só que estão sempre brigando. Não sei por que insiste nisso.


 


- Eu sei por que – Harry falou encarando a amiga – Esqueça isso. Ele não sente o mesmo por você. Nunca sentiu. Nem vai sentir, Hermione.


 


- Você não tem como saber disso, Harry!!! – ela falou irritada. Seu amigo tinha razão, mas não precisava ouvir isso de mais ninguém. Ouvir de si mesma era mais que suficiente – Ele... ele...


 


- Ele o que, Hermione? Deixe de ser burra! Ele quer apenas controlar sua vida, por ser um filho da puta manipulador. Fica todo ofendidinho por você estar com outra pessoa, mas aposto que não pensa duas vezes antes de transar com Greengrass na casa onde moram!


 


- Harry! – a indiana falou segurando a mão do marido. – Acalme-se!


 


- Tudo bem, Pavarti... Nem sei por que vim aqui... – Hermione falou levantando-se abruptamente. A cadeira arranhando o piso sonoramente – Vou conversar com Gina.


 


- Sim, vá atrás de Gina! Ela vai passar a mão na sua cabeça e dizer que precisa mesmo ficar esperando o dia em que Malfoy vai perceber que ama uma nascida trouxa como você!


 


- Gina não é nada assim! Ela não me aconselha a ficar esperando por Draco! Ela me ajuda a seguir a minha vida, da mesma maneira que ela fez! Você é um idiota, às vezes, sabia?!


 


Pavarti ficou calada. As brigas de Rony e Hermione eram comuns. Todos sabiam. Agora quando Hermione e Harry se desentendiam... a situação ficava complicada.


 


- Eu sou às vezes, mas quando se trata do Malfoy você age como uma idiota sempre! Acorda, Hermione! Ele é um Malfoy. Pode ter mudado de lado na guerra, mas vai se casar com uma sangue puro. E você fica aí toda preocupada com o imbecil e vai perder um cara como o Sean, que realmente gosta de você!


 


- Você não sabe do que está falando! – Hermione disse nervosa – eu vim aqui apenas para desabafar.


 


- E quanto tempo mais você vai chorar por causa dele? Correr atrás dele? Sofrer por ele? ELE NÃO SE IMPORTA, HERMIONE!


 


- Cale a boca, Harry! As pessoas mudam!


 


- Nem sempre, afinal... você continua idiota o suficiente para chorar e defender o babaca, não é?! Ele não ficaria com você! VOCÊ É UMA NASCIDA TROUXA E ELE A VÊ COMO A SANGUE-RUIM QUE ELE SEMPRE FEZ QUESTÃO DE AFIRMAR!


 


- Harry... – Pavarti falou o nome dele em tom de censura.


 


- Nossa conversa está encerrada, Harry James! – com um floreio desaparatou.


 


- Você exagerou, Harry...


 


- Eu exagerei? É horrível para mim vê-la assim por causa do Malfoy! Quanto tempo eu terei que aturar isso?


 


- Não se trata do seu sofrimento, Harry – ela disse colocando uma mão no rosto do marido – E sim do dela. – dizendo isso, Pavarti começou a arrumar a mesa praticamente intocada do café da manhã.


 


---


 


Draco ouviu a campainha tocar uma, duas, três vezes. Será que o infeliz que tocava a campainha não percebia que ninguém queria atender a maldita porta? Irritado, jogou o jornal para o lado e levantou-se. Abriu a porta sem esconder seu descontentamento, que só piorou ao ver quem estava na porta.


 


- Simmons.


 


- Eu quero falar com a Hermione.


 


- Ela não está – Draco tentou fechar a porta, mas foi impedido por Sean.


 


- Por que me estuporou?


 


- Achei que você poderia estar machucando Hermione.


 


- Você gosta dela – Sean disse simplesmente ignorando a resposta que o loiro deu.


 


- Claro que gosto, ela é minha amiga – Draco respondeu. A raiva tomando conta de si. Sean riu dessa resposta.


- Você engana muita gente com esse discurso furado, mas não a mim. Fique longe dela. Hermione não merece um covarde como você – Sean falou irritado.


 


- Fique você longe dela, Simmons – Draco rebateu. O outro apenas riu com ironia e completou:


 


- Acontece que ela não me quer longe e, além do mais, ela estava gostando bastante da nossa proximidade ontem a noite. – Draco sentiu o rosto queimar de raiva. A varinha tremendo em seus dedos. Só que o outro também já tinha sua varinha preparada.


 


- Não, você não vai me pegar mais desprevenido, Malfoy.


 


Ambos foram interrompidos, pelo som de aparatação e a voz de Hermione em seguida:


 


- O que está havendo aqui? Será que poderiam, por favor, parar com isso?


 


- Hermione, eu gostaria de conversar com você – Sean disse empurrando Draco para entrar na casa.


 


- Quem você pensa que é para entrar aqui dessa forma? – Draco falou colocando-se na frente dele.


 


- Talvez se você não o impedisse de entrar seria mais fácil, não acha? – Hermione falou cruzando os braços e encarando Draco. Aquilo doeu nele, que olhou para Hermione com tristeza. Porém, logo substituiu o olhar, mascarando o que realmente sentia.


 


- É... o problema sou eu, não é, Hermione? – ele falou sem se importar com Sean.


 


- Você é meu amigo. Acho que já deixamos isso claro ontem, Draco – cinza e castanho. Tantas coisas não ditas e muitas sentidas, engolidas. Ele não aguentou sustentar o olhar dela por muito tempo. Raiva de si mesmo. Hermione não merece um covarde como você. – Será que podemos ir para algum lugar? Só passei aqui para pegar algumas coisas. – ela disse olhando para Sean.


 


- Claro, Hermione. Eu espero – Sean disse. Hermione subiu para seu quarto e foi seguida por Draco.


 


- Como assim: Só passei aqui para pegar algumas coisas? O que quer dizer com isso? Responda, Hermione! – ele a virou para si, segurando-a pelo braço.


 


- Apenas isso. Vou ficar uns dias fora. Acho que precisamos desse tempo, não acha?


 


- Não. Você não pode sair daqui. Eu, eu...


 


- Você o quê? Está arrependido por ter estuporado Sean? Conheço você muito bem para saber que não. Estou com Sean agora e não preciso de um guarda-costas! Já basta Ron!


 


- Não me compare com esse Weasley de merda! – Draco disse enfurecido, ainda segurando-a.


 


- Não vou começar com você mais uma discussão sobre meus amigos. Agora, solte-me!


 


- Para você ir com aquele idiota do Simmons? Não percebe que ele está apenas te usando?


 


- E por que você acha isso? É impossível alguém gostar realmente de mim? Não sou bonita o suficiente? Não tenho sangue puro suficiente?


 


- Não diga isso – a voz dele era um murmúrio.


 


- Sim, digo. Por que um cara como Sean não pode gostar de mim pelo o que sou? Não é porque você não se interessa por mim que os outros não podem se interessar – ela puxou o braço com força e passou por ele. Desceu os degraus correndo, Draco em seu encalço.


 


- Não foi isso que eu quis dizer! Não saia assim! Hermione!


 


 Antes que ele desse mais uma passo a varinha dela estava em seu peito. Sean também tinha a dele preparada.


 


- Eu preciso ficar longe de você – ela disse pausadamente. As palavras doíam, mas era verdade. Ela precisava ficar longe dele. Draco respirou fundo. Seu coração quebrado machucou-se mais ainda ao ver Sean passar a mão na cintura dela e puxa-la para fora da casa. Para fora de sua vida.


 


---


 


- Onde estamos? – Hermione perguntou ao ver um prédio alto todo avarandado. Ele havia conduzido a aparatação assim que saíram da casa dela.


 


- Eu moro aqui. Achei que seria bom conversarmos em um local calmo. Tudo bem pra você?


 


- Claro... – eles entraram e cumprimentaram o porteiro. Ele apertou o botão do elevador que conduzia até o último andar. A porta se abriu e Hermione viu-se diante de um pequeno hall com uma porta de madeira do outro lado. Ele a conduziu para dentro do apartamento. O local era enorme e muito bem decorado.


 


- Minha irmã é decoradora. Ela que fez esse favor... eu não entendo nada disso! – ele falou ao ver a expressão dela – Quer comer alguma coisa? - De repente seus olhos se dirigiram para o braço dela que estava levemente vermelho – Hermione, o que houv- Espera! Foi Malfoy quem fez isso?


 


- Ele apenas me segurava, eu que puxei o braço com força. Não é nada... Vamos, por favor, parar de falar nele, ok?


 


- Hermione... eu... Venha aqui – ele segurou a mão dela entre a sua delicadamente, puxando-a para a sala de estar. Sentaram-se lado a lado, a mão dela ainda entre a dele – Antes de continuar – ele pegou a varinha e fez um rápido feitiço, a vermelhidão do braço dela sumiu imediatamente. Hermione sussurrou um obrigada – Bom, então... Desculpe por ontem... Eu... bem.. acabei me empolgando...


 


- Você não fez nada que eu não quisesse, Sean. Não se preocupe com isso.


 


- Estamos saindo há pouco tempo, eu sei... só que não sou desses de ficar por ficar. Quero algo sério com você e... estamos nos conhecendo,... – ele estava nervoso e Hermione achou que ele estava bem bonitinho, apesar de não entender muito bem aonde ele queria chegar – mas, não queria que nos conhecêssemos assim... ficando e saindo ocasionalmente... Eu... o que estou tentando dizer é... – ele passou uma de suas mãos pelos longos cabelos – Nossa... estou parecendo um adolescente... – ele riu nervoso e ela deu um sorriso para que ele continuasse – Hermione, quer ser minha namorada?


 


Ela abriu a boca espantada. O sorriso indo embora. E pensou em Draco. Fugiu dos olhos azuis de Sean, encarando o chão. Até quando negligenciaria a própria felicidade em nome de uma ilusão? Ela se divertia com Sean, ele era gentil, inteligente, bonito, sexy, atencioso e gostava dela. Não seria como foi com Blaise. Agora ela estava mais madura e não tinha o sonho juvenil de conquistar alguém que a via apenas como amiga.


 


- Sim, Sean... – ela respondeu ao subir seus olhos e ver a ansiedade no rosto dele. – Seria maravilhoso! – ele a beijou. Com toda a confusão causada por Draco ele ainda não tivera tempo de beijá-la. Hermione retribuiu ao beijo que foi se aprofundando. Aos poucos, ele inclinou-se mais sobre ela, que deitou no sofá. Sean murmurava o nome dela entre beijos e pequenas mordidas.


 


Hermione gemeu ao sentir a mão dele percorrendo seu corpo. A boca dele em sua pele. Bagunçou os cabelos negros. Passou a unha sobre a pele, puxando a camisa dele arrumada tão elegantemente dentro da calça jeans. Ousadamente, Sean também puxou a blusa dela, tocando os seios sobre o sutiã. O polegar passando maliciosamente sobre o seio esquerdo.


 


Mesmo de calça, ela abriu a perna para que Sean se encaixasse melhor sobre ela. Subiu seu quadril levemente, sentindo que ele já estava excitado. Hermione sabia onde aquilo chegaria, mas não sabia se era a hora certa...


 


- Sean... Espere... – ele respirou fundo e se afastou – Eu...


 


- Não... Você está certa... – o rapaz voltou a se inclinar e murmurou – Melhor o sofá que o carro ou uma bancada fria, não? - Hermione riu e respondeu:


 


- Quem sabe da próxima vez chegamos até a cama.


 


- Com você? Que tal experimentarmos todos os lugares? – eles se separaram – Ahn... Quer passar a noite aqui? Tenho um quarto de hóspede. Geralmente minha irmã que dorme lá.


 


- Sim. Não quero voltar hoje para casa – ela falou ajeitando-se e arrumando a roupa.


 


- E você precisa voltar? Não tem como morar com Gina ou outra amiga? Tem mesmo que ser com o Malfoy?


 


- Não tenho amigas mulheres além de Gina e ela está morando com Neville. E, apesar das brigas, eu... Draco é meu amigo.


 


Sean olhou-a chateado, porém apenas deu de ombros. Não começaria um relacionamento implicando com o cara com quem ela dividia uma casa e conhecia há tantos anos. Ele sabia muito bem qual seria a escolha dela. Por isso, mudou de assunto.


 


- Pode ficar no quarto da minha irmã, então... Vou preparar algo para comermos. Quer me dar uma ajuda?


 


- Claro... – ela falou o abraçando – Tem uma bancada fria para eu sentar? – eles voltaram a se beijar e caminharam abraçados até a cozinha.


 


---


 


Draco deitou na cama de Hermione. Ficaria esperando por ela. E esperou. Anoiteceu e nada de Hermione aparecer. Eles discutirem era algo que acontecia eventualmente, mas o que o incomodava é que essas discussões estavam cada vez sendo mais frequentes. E Draco sabia que ele era o culpado. Sua vida estava em completa desordem desde o fim da guerra. Vira como fora ingênuo achar que tudo poderia se acertar de forma simples. E como fora imaturo ao não saber agir quando as coisas não ocorreram do jeito e no tempo que ele planejara.


 


E, mais uma vez, dentre tantas, ele agia como um imbecil ao se tratar de Hermione. Amizade não bastava. Há tantos anos não bastava e, mesmo assim, ele se escondia atrás dessa máscara. Mas como desfazer os erros? Hermione certamente tinha superado o sentimento por ele. Covarde. Você não passa de um covarde.


 


Já era quase meia noite e nada de Hermione. Ela nunca tinha passado a noite fora. Desde o beijo deles no sexto ano, eles apenas brigaram assim quando voltaram para Hogwarts depois do fim da guerra. Ela deveria estar com a caçula Weasley ou Potter. Nem podia procurar um dos dois. Harry a visitava poucas vezes, sempre quando Draco não estava. Gina já aparecia com mais frequência. Eles trocavam algumas farpas, se provocavam, no entanto havia um respeito mudo entre ambos. De qualquer forma, ele não tinha intimidade nenhuma para aparecer na casa que ela morava com Longbottom. Ainda mais a meia noite.


 


Seu devaneio fora quebrado por um barulho vindo da lareira. Desceu as escadas pulando diversos degraus. Ajoelhou-se na frente da lareira, tropeçando na mesa de centro.


- Hermione?


 


- Quer dizer que aprontou novamente? – ele ouviu uma voz grossa perguntar. Apesar de tudo que estava passando... sorriu verdadeiramente.


 


---


 


Hermione acordou no dia seguinte ainda sentindo o peso da briga com Draco. Vestiu-se para o trabalho, tinha uma reunião com Jonah. Escreveriam o documento pedindo que a doença fosse logo comunicada aos meios de comunicação. Também queria ver Alicia. Saber se ela estava sofrendo de perda de apetite. Esperava que a medicação dada logo que os sintomas fossem descobertos, pudesse, pelo menos, retardar sua morte. Doía até pensar nisso.


Ouviu uma batida na porta.


- Pode entrar – falou terminando de arrumar seu cabelo.


 


- Bom dia, Mione. Dormiu bem?


 


- Sim – ela mentiu. Não tinha dormido quase nada, apesar do quarto acolhedor e da cama confortável.


 


- Mesmo? – ele falou abrindo totalmente e a porta e entrando no aposento.


 


- Não... Mas as coisas vão se acertar. Sempre se acertam, não é? – ele aproximou-se dela e a beijou.


 


- O café da manhã está pronto. Espero que te agrade... não sei o que costuma comer de manhã...


 


Ela serviu-se de torrada e geleia. Começaram a conversar sobre o trabalho de ambos, querendo esquecer a confusão dos últimos dias.


 


Hermione chegou no Hospital e dirigiu-se para o quarto de Alicia. Viu que Jonah já estava lá, medicando-a com poção revigorante.


 


- Olá, Alicia. Como se sente?


 


- Hermione... Olha, desculpe pela minha reação da última vez... – ela foi cortada pela medibruxa.


 


- Não tem por que desculpar-se. O importante agora é você se sentir melhor.


 


- Estou bem.  Meu pai deu uma saída para pegar algo na cafeteria.


 


- Ela tomou um bom café da manhã – Jonah falou – Bem reforçado e ainda não está reclamando de falta de apetite.


 


- Isso é uma ótima notícia, Alicia.


 


Hermione e Jonah saíram do quarto e foram diretamente para a sala dela.


- Você acha que termos iniciado o tratamento logo no início da descoberta da doença está surtindo alguma diferença?


 


- Ainda é cedo para sabermos. Porém, as poções-creme fazendo uso do tal do permanganato de potássio evitaram que as feridas se espalhassem. Entre hoje e amanhã é que ela deve sentir perda de apetite... Devemos obervar o caso com atenção.


 


Hermione ia anotando tudo que Jonah falava.


 


- Certo, acompanhar o caso de Alicia e ir completando nosso relatório e nossas observações. Acho bem provável que consigamos pelo menos retardar a morte. E, quem sabe, consigamos provar para Firth que precisamos revelar logo essa doença. É insanidade mantermos isso em sigilo por mais tempo.


 


O outro medibruxo apenas concordou com a cabeça. Ela estava certa. Esperar mais tempo para alertar a comunidade bruxa era perigoso. Ele sabia que aquelas mortes seriam apenas o começo. E, pior, ninguém estava preparado para mais uma guerra.


 


---


Draco simplesmente não aparecera no seu trabalho. Ficou em casa esperando por Hermione. Ignorou completamente a coruja que Astoria havia enviado. Milhões de pensamentos passando por sua cabeça. Agora teria ajuda, sabia disso, mas algumas coisas precisava resolver sozinho. E, seu maior medo no momento, era que Hermione não voltasse aquele dia para casa. Aquele ou qualquer dia. Sabia que tinha exagerado, mas nem em cem anos estaria arrependido ou pediria desculpas a Simmons.


 


Chegou a aparatar em frente ao Hospital, só que ele sabia que Hermione detestava conversar assuntos pessoais no seu local trabalho. Ainda mais na situação em que estavam. Como explicar para ela, como corrigir o erro de tantos anos? Certamente, levaria uma boa azaração no meio da testa. Ainda mais agora que era ela quem não sentia nada... Sentia apenas amizade.


 


- Merda! Merda! – ele andava de um lado para o outro. Um copo de uísque de fogo na mão. Sua atenção indo do relógio para porta, da porta para lareira e de volta para o relógio. Não queria ter que aparecer na casa da Weasley. As brigas entre ele e Hermione apenas deixavam seus amigos ainda mais satisfeitos, provavam o quão inadequado Draco era na vida de Hermione.


 


As chamas da lareira mudaram de cor e de lá, saiu Hermione. Limpando rapidamente as cinzas do corpo ela percebeu que Draco a olhava com tristeza nos olhos.


 


- Eu fiquei preocupado – ele falou em voz baixa, depositando o copo sobre a mesa – Onde esteve? Você nunca passou a noite fora... Você está bem?


 


Ela mudou o peso do corpo de um pé para o outro. Foi até a mesa e deu um gole da bebida dele. Ainda calada sem saber por onde começar. Ela sabia que Draco se achava covarde, mas covarde era ela. Por aceitar isso, por não dizer que ainda estava apaixonada... Era covarde por se permitir aceitá-lo em sua vida como amigo, apenas para ter um pouco dele para si.


 


- Imaginei que tivesse ido para casa da Weasley ou do Potter... Mas você não voltou e eu... fiquei louco... não dormi... – ela viu que ele dizia a verdade.


 


- Gina e Neville viajaram esse final de semana. Fui para casa do Harry ontem, mas nós brigamos também. Foi antes de eu aparecer aqui e pegar minhas coisas.


 


Ele deu dois passos para se aproximar dela, que se afastou sentando no sofá. Draco sentou um pouco mais longe, respeitando a distancia que ela queria manter e que tanto o machucava.


 


- Foi para algum hotel? Você veio para ficar ou vai... vai... – ele não conseguia dizer em voz alta. Não conseguia pensar nela saindo de vez da sua vida.


 


- Eu dormi na casa do Sean – ela disse rapidamente. O copo voltando para mesa. Olhou para ele. Viu a raiva passar pelo belo rosto. Queria que fosse ciúme. Era uma tola.


 


- Na casa... do Sean?


 


- Isso. Dormi na casa dele. Draco... – ela falou mudando de lugar e aproximando-se dele – Eu e Sean... Sean me pediu em namoro e eu aceitei.


 


Draco levantou-se abruptamente.


 


- Você está namorando com ele, então?


- Eu não entendo por que tanta raiva... Você nem o conhece! Eu estou feliz com Sean. Há muito tempo que não tenho ninguém em minha vida. E ele se importa comigo. Gosta realmente de mim, Draco! – ela levantou-se, andando até ele – Sabe quanto tempo não tem alguém que realmente gosta de mim? Não como amiga, mas como parceira... Sabe quando tempo, Draco? – ele balançou negativamente a cabeça. – Desde Blaise... Desde Blaise que não tem alguém que goste de mim e eu preciso disso... Eu quero isso, Draco.


 


- Hermione... – ele começou. O peso em seu coração... Se apenas ela soubesse. Se apenas ele tivesse coragem para falar.


 


- Harry, Gina, Ron... Você... Têm alguém em suas vidas… E Sean,... bem,... Sean eu gosto de estar com ele.


 


Draco puxou-a para um abraço. Queria beijá-la e azarar Sean. Hermione estava quebrada por dentro e a culpa era inteiramente dele. Só que sua decisão estava tomada. Que Sean aproveitasse o tempo que teria com Hermione. Seria pouco tempo. Colocaria sua vida em ordem, antes de reconquistar Hermione.


 


- Só me promete uma coisa – ele pediu. A voz baixa e rouca. O corpo dela arrepiando-se.


 


- Claro – claro... ela era capaz de prometer tudo quando ele falava desse jeito.


 


- Não suma assim sem me avisar. Você pode não acreditar, Mimi, mas não sei viver sem você.


 


---


Local desconhecido


 


- Temos que acelerar a produção.


 


- Estou fazendo o máximo que eu posso. Precisamos de mais ajuda.


 


- Acontece que nossos aliados estão incertos em ajudar. O Ministério está em cima de todos os antigos Comensais que estão soltos.


 


- Então não encha o meu saco e me deixe trabalhar em paz!


 


- Só bruxos estão sendo infectados?


 


- Por enquanto sim, mas a próxima remessa será enviada a Londres trouxa.


 


- Ótimo... – o homem saiu do laboratório. Foi até a varanda e acendeu um cigarro. O mundo bruxo se renderia ao seu comando e os trouxas... Teriam uma boa serventia como trabalho escravo. Sorriu enquanto observava o por do sol.


 

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Comentários: 12

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Enviado por Ju Fernandes em 21/01/2012

Porra, esse Draco é mto maricas! Caralho, fala logo porra! Fica enrolando com esse papinho de amizade! Não fode!

Nota: 5

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Enviado por Elisa Carvalho em 10/09/2011

Esse capítulo ficou sensacional e estou louca pra ver como o Draco fará para reconquistá-la. 

Sua escrita está maravilhosa, como sempre, vale ressaltar.

Bjs e muita inspiração!!

Nota: 5

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Enviado por Larissa do Amaral em 03/09/2011

Adorooo essa fic! Minha melhor beta do mundo inteiro...
ATUALIZA...ATUALIZA!!!

Nota: 5

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Enviado por Mayara_15 em 29/08/2011

Valeu pelo capitulo ta muito legal. Parabéns! Ah e por favor não demora a postar

Nota: 1

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Enviado por Jheni weasley em 29/08/2011

Merlin toma conta!

Esse capitulo é muito lindo. O Draco nada ciumento. E a Mimi que fofa ela com Sean, como o Draco diz, o Sean que aproveite pois ele vai entra em ativa, claro depois que organiza sua vida (prinsipal coisa a fazer é da um pé na bunda da Astoria kkk). To ansiosa pelo próximo capitulo. Bjus!

Nota: 4

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Enviado por jessica salicio da silva em 29/08/2011

Meu deus, meu deus, meu merlim ! ksokasokaosk

Que capitulo lindo, mas é impressão minha ou a mione nunca fez NADA com o Blaise? nem com nenhum outro cara? Ai meu merlim,que Draco termine logo com a Astoria, quero ele feliz com a Mimi dele. skaosk
Parabens por mais um capitulo perfeito. 

Nota: 5

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Enviado por Larissa do Amaral em 29/08/2011

Ahhh dona Artemis...quase infarto de emoção!! To adorando quando for postar mais me avisa Ah to escrevendo o proximo cap da minha, vc leu mais alguma coisa?

beijos to adorando

Nota: 1

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Enviado por Miss Perfection em 29/08/2011

quero o proximo cap logo comofaz?????

Nota: 5

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Enviado por Miss Perfection em 29/08/2011

quero o proximo cap logo comofaz?????

Nota: 5

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Enviado por Srta Hermione Jane Granger Malfoy em 28/08/2011

Posta mais pelo amor de deus 

Nota: 1

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Enviado por gisalefay em 28/08/2011

*SIDO

Nota: 1

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Enviado por gisalefay em 28/08/2011

poxa !!fiquei toda empolgada quando vi que a finc tinha sifo atualizada ,e era só uma previa do proximo capitulo,agora estou muito mais ansiosa que antes...ISSO È UMA  MALDADE

:(

Nota: 4

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