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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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17. Revelações


Fic: SEPARADOS PELO DESTINO, UNIDOS PELO CORAÇÃO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry andava pela sala atordoado parecia não ver nada à sua frente, tudo estava borrado e a lembrança da ligação telefônica que havia caído minutos antes o estava deixando fora de si. Levou as mãos suadas até o cabelo e passou-as por ele com força excessiva. O pior de tudo aquilo era a sensação de impotência. Como ele não havia pegado o endereço de Gina na Austrália? Como ele havia deixado ela ir para a Austrália? Como se alguém pudesse impedi-la. O moreno riu nervoso, Gina era determinada e teimosa ao extremo, ela nunca deixaria de ir.

Hermione havia lhe entregado o número de Endria, porém ela própria havia pegado o telefone e discava rapidamente falando com a loira.

-E então?! – O moreno perguntou quase voando no pescoço da amiga.

-Sim, ela me disse que ia até lá ajudar. – Respondeu Hermione.

-Mas e o endereço? – Rony quis saber.

-Está aqui! – Hermione estendeu o pedaço de papel.

Não levou mais que um minuto para que Harry arrancasse o papel da mão de Hermione e se preparasse para aparatar. Antes disso lembrou-se da filha que no meio de toda aquela confusão havia dormido no sofá, olhou para a pequena que ressonava.

-Eu a levo para a Toca e depois me encontro com vocês na casa da Gina. – Hermione pareceu ler os pensamentos de Harry.

O moreno apenas sorriu agradecido para a amiga, fitou por mais um instante o papel e logo em seguida aparatou.


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Ouviu ao longe um barulho de vozes, sua cabeça doía e seus olhos pesavam, por alguma razão seu corpo resistia para abri-los. Com uma grande força de vontade Victória abriu lentamente os olhos, e com a vista turva conseguiu divisar o ambiente pouco iluminado e frio em que estava. Encontrava-se atordoada e sua mente demorava para recapitular os últimos instantes que vivera antes de perder a consciência.

Levantou-se com certa dificuldade do chão em que estava deitada, e andou a esmo pelo lugar. Caminhou as cegas, com os braços erguidos tentando não esbarrar em nada, pois a pouca iluminação não permitia que ela tivesse uma real visão sobre o ambiente. Algo chocou-se contra seu pé produzindo um barulho metálico e Victória olhou imediatamente para baixo. A ruiva fitou por algum tempo o objeto, até conseguir constatar que se tratava de um pequeno prato de metal que encontrava-se jogado no chão, indicando que mais alguém havia estado ali, ou então que aquele local era sempre utilizado, e ela poderia ter uma idéia para o que ele servia.

Levantou-se e continuou percorrendo o local, as lembranças do que havia acontecido voltando a sua mente rápidas e aterrorizantes. Endria, Clarck... o que ela poderia tirar de conclusão disso tudo? Nada, quer dizer, poderia chegar a conclusão que ela já havia chegado antes, e mesmo assim pareceu não aprender a lição. Não podia confiar em ninguém. Esse era o fato, claro e evidente. O que diabos estava acontecendo? A ruiva parou e fechou as mãos com força e determinação, aquele não era o momento para desespero, precisava se concentrar para tentar sair da enrascada em que se metera. Colocou a mão dentro da calça e constatou, com certa surpresa, que a varinha que Harry lhe dera permanecia ali, era certo que ela não sabia usá-la, mas por alguma razão era tranqüilizante saber que ela estava ali.

As vozes que ouvira ao acordar haviam cessado, porém agora voltavam e as pessoas falava agitadas.

-Franklin eu fiz o que esse imbecil devia ter feito há muito tempo.

Victória caminhou para mais perto, nem mesmo se importou em esbarrar em algo. Aquela com certeza era a voz de Endria.

-Não me venha com justificativas Loren, tanto você quanto Wallace erraram desde o início e você sabe.

O dono da voz parecia irritado, e Victória não reconhecia. Wallace? Quem seria?

-Você sabe que eu não erro, o erro aqui foi do seu amiguinho idiota.

-Ah claro, eu deveria saber. Pensa que eu não sei de cada passo dado por vocês?

-Sei muito bem, por isso mesmo você deve saber quem errou.

-Sim, eu sei.

Por alguns instantes Victória ouviu apenas o barulho angustiante de alguma goteira que pingava lentamente, a água vinda da chuva lá fora.

-Vocês sabem que a Weasley não deveria estar viva, muito menos aqui.

-Sim, mas vocês prometeram...

Era a voz de Clarck.

-Sei o que prometemos Wallace, mas você também prometeu que daria o jeito de tê-la sobre controle.

-Eu... eu...

-Você é um imbecil, é isso que você é, pelo menos nisso a Loren está certa. Mas para a sua sorte precisamos da Weasley agora, e não foi um erro total não ter dado fim nela há cinco anos atrás, quando ela insistiu em sobreviver depois daquela explosão.

Então tentaram realmente mata-la quando ela sumiu? Havia sido uma explosão. Victória tentava chegar a alguma conclusão.

-Então, o que vamos fazer agora?

A voz de Endria se fez presente.

-Aguardaremos Mestre Quasar esta a caminho.

-Quasar?

Victória pôde sentir a tensão instaurada no ambiente.


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A sala ampla e iluminada com o grande candelabro erguido no centro e enormes poltronas aparentemente aconchegantes estava vazia. O chão estava coberto por um tapete muito parecido com pele de animal e as janelas de vidro que cobriam quase toda a parede mostravam que estavam a muitos metros do chão.

Uma seqüência de acontecimentos se sucedeu, Harry viu Rony aparatar a poucos centímetros dele e logo em seguida várias mulheres surgiram gargalhando de algum lugar do apartamento.

Encarou Rony aturdido e ouviu uma voz espantada.

-Quem são vocês?

Uma mulher morena se destacou no meio das outras e pegou uma espada que estava pendurada como decoração na parede próxima.

-Nós... – Rony gaguejou.

-Beck deixe de ser louca, não vê que eles são os rapazes que contratamos para animar a sua despedida de solteira?

Uma mulher de cabelos castanhos lisos, usando um vestido minúsculo se aproximou de Rony e enlaçou o pescoço do ruivo.

-Não... nós... – Rony continuou gaguejando.

Se a situação não fosse urgente Harry teria rido da cara desnorteada do amigo.

-Mas que coisa linda. É um novo tipo de fantasia erótica essa capas negras? Achei sexy... – Uma loira rodava ao redor dos dois os analisando.

No instante seguinte Hermione aparatou na sala e logo contemplou a cena perplexa, não precisava dizer nada, o simples olhar de Hermione fez Rony tremer até o último fio de cabelo.

-Que foi isso? – As mulheres se alarmavam com a estranha aparição de Hermione no meio da sala.

-Eu também queria saber! – Rony falou recebendo um novo olhar cortante de Hermione.

-Obliviate! – Harry disparou contra uma das mulheres sabendo que aquela era a única opção. Logo viu os amigos o seguirem no feitiço.

Hermione ainda lançou um olhar fulminante a Rony, mas depois discutiriam sobre aquilo, havia algo muito mais importante a resolver.


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-Endereço errado! – Harrry quase gritou de frustração.

-Eu não entendo... – Hermione pensava em alguma solução.

-O tempo está passando, e sabe-se lá o que está acontecendo com a Gina. – O moreno pareceu não ouvir o comentário da amiga.

-Tenho certeza que foi esse o endereço que a Endria... – Hermione deixou sua voz morrer pouco a pouco.

-A Endria! – Rony exclamou.

-Desgraçada! – Harry socou a própria mão com fúria.

-Ela nos deu o endereço errado e deve ter ido atrás da Gina, se já não fosse ela que estava lá desde o início. – Hermione mal conseguia acreditar nas próprias palavras.

-Como podemos achar a Gina agora? - Rony perguntou mais para si mesmo, tentando arranjar alguma alternativa.

-Ainda não sei o que faremos, mas seja lá o que for tem que ser rápido! - Harry andava de um lado para o outro impaciente.

Hermione torceu as mãos levemente e prendeu os lábios um no outro. Havia uma possibilidade, não era certo, mas havia. Afinal, o que seria errado em uma situação daquelas?

Rony fitou Hermione com curiosidade e conhecia a mulher muito bem, Hermione tinha alguma idéia, precisavam apenas ficar em silêncio esperando que ela dissesse. O ruivo olhou para Harry e percebeu que o amigo parecia ter tido a mesma impressão que ele em relação à Hermione.

-Alguma idéia Mione? - Rony perguntou tentando parecer calmo.

-Hum... eu... - Hermione continuava na sua pequena dúvida interna.

-Hermione eu acho melhor você falar logo o que quer que seja! - Harry falou mais alto do que pretendia, ele realmente não podia esperar.

Por um instante Hermione lançou um olhar irritado a Harry, mas logo pareceu considerar a atual situação.

-Não tenho nenhuma idéia maravilhosa se é isso que vocês estão querendo saber. - Mione bufou.

-Qualquer idéia serve, até mesmo a mais idiota! - Harry revidou.

-Tá, então lá vai a minha brilhante idéia para vocês: Vamos revirar todas as coisas que a Gina deixou e com uma boa dose de sorte, achamos alguma coisa que possa nos dar idéia do endereço dela.

Os três amigos ficaram em silêncio durante alguns segundos.

-Com certeza é nossa única alternativa, afinal, se existisse algum feitiço capaz de nos dizer a localização de uma pessoa, a Gina não tinha sumido antes. - Rony falou.

-Vamos fazer isso rápido. - Harry aparatou no mesmo instante.


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Mestre Quasar? Victória perguntava a si mesma, completamente sem saber o que concluir daquela conversa estranha que acabara de ouvir. Sabia apenas que ela tinha alguma coisa haver com aquilo tudo, e que não deveria ser nada bom. Decidiu agir o quanto antes, teria que sair dali. Olhou ao redor e tudo o que conseguiu divisar naquele ambiente escuro e sujo foram as paredes, sem janelas nenhuma e aparentemente sem nenhuma possibilidade de fuga. Havia apenas três paredes e no lugar da quarta estava uma grade grossa de ferro. O chão era úmido e tudo parecia estar congelado, a baixa temperatura estava fazendo seus dedos enrijecerem e ela podia concluir que não estavam na Austrália, pelo menos não no norte, onde naquela época do ano fazia calor, deviam estar na parte sul... ou saído do país.

A ruiva esfregou as mãos com força, em uma inútil tentativa de fazer com que algum tipo de aquecimento as fizesse ficar mais quentes. Ela tinha que fazer alguma coisa, tinha que sair dali. Ergueu os olhos para o teto, devia ter alguma alternativa por ali, nada, não havia nada. Passou a analisar com mais cuidado e viu um pequeno buraco no canto esquerdo do forro. Aquilo poderia ser uma possibilidade. Com as mãos trêmulas tirou a varinha do bolso da calça e apontou para cima. Uma voz irritante na sua mente dizia para ela parar de bancar a ridícula, afinal, quem ela queria enganar? Ela não saberia usar aquilo. A ruiva bufou. Sabendo ou não ela teria que usar. Concentrou-se o máximo que pôde e lembrou-se das palavras de Harry: “Concentre-se, é apenas girar e falar”. Tudo bem que ele havia dito aquilo para um feitiço que servia para destrancar a porta da casa, mas tudo seguia o mesmo princípio: A concentração.

Victória girou a varinha uma vez, girou a varinha outra vez... o que ela deveria dizer para fazer um feitiço? Para explodir aquele teto, para explodir a parede e sair correndo daquele lugar?

O barulho de passos vindo do corredor despertou uma espécie de alarme nela e logo Victória guardou a varinha no bolso da calça e procurou parecer o mais tranqüila possível. Assim que os passos cessaram, ela virou-se com curiosidade para a figura em frente à grade.

-Olá Ginevra.

Victória encarou surpresa o homem de pele branca, tão branca que dava a impressão de que ele próprio havia pintado, ou que não via o sol há vários anos. Victória não podia ver muito bem, pois a pouca iluminação impedia, mas tão logo o homem desfez o feitiço que trancava o lugar onde ela estava, apareceram duas pessoas ao lado dele segurando as varinhas acesas.

A ruiva analisou melhor o homem, os olhos incrivelmente negros e os cabelos, compridos e cuidadosamente amarrados faziam um contraste macabro com a pele branca. As vestes, de um tom claro, se misturavam a palidez de sua pele. Depois de algum tempo sem que ambos falassem nada Victória encarou-o. Os olhos dele percorriam por ela, assim como ela havia feito antes com ele. A ruiva engoliu em seco e tentou controlar o sentimento de medo e insegurança que a simples presença dele estava causando nela. Ele a encarava firme e Victória poderia até jurar que a expressão dele era amigável, ele era definitivamente estranho. A ruiva pensou em dar um passo para trás ao vê-lo avançando para perto dela, porém continuou no mesmo lugar, mostrando firmeza.

-Estão lhe tratando bem? - O homem andou elegantemente pela sala úmida e fria.

Por um momento Victória pensou em mandá-lo para algum lugar nada agradável, porém não seria muito prudente na atual situação.

-Quem é você? - Ela perguntou.

Um sorriso complacente surgiu nos lábios do homem que a fitou por alguns instantes antes de responder.

-Você deve estar com frio, seus lábios estão roxos.

Victória viu ele se aproximar um pouco mais.

-Pare de enrolar e me diga de uma vez o que vocês querem comigo. - Ela falou, tentando controlar a voz, fitou as duas pessoas que estavam na sala, caladas e paradas como duas estátuas.

-Claro, afinal estou aqui para isso, mas acho que podemos conversar confortavelmente...

-Não me importa se estamos confortáveis ou não, acho que isso nem foi a preocupação inicial de vocês! - Victória fitou-o com fúria contida.

O homem sorriu e ergueu a mão.

-Norton Quasar.

Victória não o cumprimentou, apenas continuou a encará-lo enquanto ele recolhia a mão para dentro do bolso das vestes e caminhava displicentemente pela sala.

-Sabe Ginevra, não estava nos meus planos que você estivesse aqui hoje...

Victória o olhou curiosa, ainda era estranho ser chamada por aquele nome e ainda ouvi-lo se referir a ela como se ele a conhecesse a muito tempo.

-Mas você atrapalhou meus planos há cinco anos atrás...

-Eu?

-Sim, sim, você e sua teimosia, devo dizer. - Quasar puxou um charuto do bolso das vestes e o cheirou. - Você é bonita, inteligente, esperta, eu poderia dizer até mesmo poderosa, mas foi irremediavelmente burra ao se meter onde não devia.

-Do que você está falando? - Victória inquietou-se.

-Ah, que lapso o meu, havia esquecido que nosso amigo Wallace apagou sua memória. - Quasar balançou a cabeça negativamente – Outro erro. Às vezes acho que estou cercado de incompetentes, ao menos Loren a trouxe.

-Loren... Wallace... - Victória falou mais para si mesma, ela deduzia de quem ele estaria falando. - Do que você está falando afinal?

-Tudo bem Ginevra Weasley, vamos jogar as cartas na mesa. - Quasar ergueu o charuto e o acendeu com a ponta da varinha, logo em seguida deu uma tragada e continuou. - Há cinco anos atrás você ouviu o que não devia na sala do imbecil do Pretick, eu não preciso repetir o que foi, não há necessidade de você saber disso. Tudo o que você precisa saber Ginevra é que eu sou o Mestre dos Katharos, sim, você já deve ter ouvido falar...

Victória espantou-se, ele estava lendo seus pensamentos? Como ele podia confirmar uma coisa que ela havia apenas pensado?

-O fato é que gostaríamos da sua ajuda. – Quasar voltou a dar uma grande tragada no seu charuto.

-Minha ajuda? – Por um momento Victória pareceu surpresa, mas logo sorriu ironicamente. – Minha ajuda? – O tom havia mudado e ela ria.

-Sim. – Ele soltou uma baforada e a olhou com interesse.

-Ah claro, eu ajudo, assim como vocês me ajudaram! – Dessa vez era Gina que havia caminhado para mais perto dele e os olhos dela reluziam de fúria.

-Guarde suas ironias para depois. Meu tempo é precioso para ficarmos fazendo joguinhos. – Quasar jogou o charuto no chão e seu ar mudou para sério e determinado. – Tudo começou a dar errado quando você ouviu o que não devia, então decidimos acabar com você, para isso você foi mandada a uma missão, acabou não indo por ser teimosa como já falei, mas isso não impediu que nós conseguíssemos acabar com você no meio de outra missão, e é claro que nos ajudava o fato de você ser uma inominável, afinal, suas missões eram secretas. Ninguém poderia saber os detalhes de nada...

-Vocês decidiram acabar comigo?

O homem continuou como se não tivesse sido interrompido.

-...mas para nosso azar – e em parte sorte – você não morreu na missão como planejávamos...

Victória ouviu aquilo e algo surgiu em sua mente, misturando-se com as falas de Quasar, que agora soavam baixo em seu ouvido. Tudo estava ficando embaçado e ela sabia o que viria a seguir, estava se acostumando àquela sensação esquisita e as náuseas que aquilo provocava, mas também estava aprendendo a controlar o que sentia, não poderia deixar que ele a visse naquele estado. Tentou manter-se firme, mas seja lá o que for que ele falava daquela história, ela não ouvia mais, pois as imagens apareciam em sua mente como um antigo filme em preto e branco:


Gina andava pelos corredores escuros do castelo praticamente em ruínas, as nuvens que encobriam a lua não ajudava para que ela enxergasse o que quer que fosse que Pretick queria que ela fizesse naquele local. Minutos antes ela estava na sala de mistérios analisando algumas peças que haviam chegado há alguns dias, porém Milena Fox havia chegado chamando-a – a mando de Pretick - para uma missão urgente nas ruínas de Bordon, um grande castelo antigo que havia em uma região afastada de Londres. Gina pensou em não ir, estava tendo sérias discussões com seu chefe, mas resolveu não contrariá-lo, pelo menos não naquele momento.

Agora ali estava ela, no meio daqueles corredores procurando por um suposto artefato estranho que havia sido visto por trouxas naquelas redondezas, ela precisava pegar o tal objeto e levar para análise no ministério. Simples assim. Era justamente isso que estava preocupando-a, tudo estava simples demais.

-Como é o tal objeto? – Gina perguntou a Milena que encontrava-se estranhamente nervosa ao seu lado.

-Não sei... erh... Pretick disse que devíamos procurar por algo estranho... os trouxas viram por aqui. – A mulher negra e de olhos cor de âmbar evitou olhar para a ruiva.

-Espera, o Pretick nem sequer disse o que devíamos procurar? – Gina empertigou-se.

-Ele falou sim... erh...

Gina estava pronta para voltar quando ouviu um barulho estranho no castelo e parou para ouvir.

-Deixe Milena, sua parte acabou por aqui, a irmandade agradece.

A ruiva olhou para o final do corredor e viu um homem que se aproximava a passos largos.

O homem, de cabelos castanhos muito arrumados, olhos azuis e expressão neutra no rosto, caminhava olhando fixamente para a ruiva, como se a conhecesse.

-Mas Wallace... – Milena tentou falar.

-Já disse para você ir! – Ele falou mais alto, com o olhar vidrado em Gina.

Gina olhou para aquele homem, ela o conhecia, sim, o conhecia, era ele que estava na sala de Pretick falando sobre a tal seita, armando planos contra o ministério, contra... A ruiva parou de pensar e falou exasperada.

-O que tá acontecendo? - Perguntou ela em meio ao som de passos que ecoavam no local.

-Não sei.

-Como não sabe? Foi você que me trouxe aqui e...

A ruiva abaixou-se rapidamente, feixes de luzes passavam por todo o local que agora começava a desmoronar. Ouviu um barulho, parecia uma explosão. Ela não conseguia divisar nada, apenas olhou e viu uma bota velha jogada no chão. Viu quando o homem que continuava a olhando empurrar a bota para ela. Gina olhou confusa para aquilo, mas seu instinto a levou a tocar na bota e no instante seguinte ela sentiu uma fisgada no umbigo e depois não havia mais nada.



-Ginevra! – O homem a olhava interessado. – Lembrando de algo?

-Eu... não... – Victória ainda estava zonza, se deu conta que estava com o olhar vidrado em uma das paredes do local, como se o antigo filme houvesse sido rodado ali, na sua frente.

-Não precisa esconder nada de mim, eu sei de tudo, certamente você lembrou de algo. Eu estava lhe falando sobre o dia que você sumiu e o nosso querido amigo Wallace ou Clarck, como você preferir, ao invés de acabar com você, deixou que você usasse a chave de portal que ele mesmo havia feito para se transportar, ouso dizer que ele fez isso de propósito. – Quasar estava com as mãos no bolso e olhava fixamente para Victória.

-Por quê? Por que ele me salvaria? – Victória levou as mãos à cabeça, sentindo uma dor incomoda.

-Ora Gina, eu achava que você era mais esperta. – Ele fez uma pausa de puro suspense. - Ele era obcecado por você, essa foi a grande chance dele... – Quasar sorriu ao ver o olhar surpreso de Victória. - ...nunca subestime um homem apaixonado. Wallace não morava em Londres como você, ele morava na Austrália, mas estudou em Hogwarts também, um menino franzino e tímido da Lufa-Lufa. Ele sempre vinha a Londres apenas para ver você passar em qualquer lugar, seja no Beco Diagonal, Hogsmead... Resumindo ele sempre acompanhou a sua vida e você ter ouvido a conversa dele no ministério com o Pretick e tudo o mais que aconteceu, foi a grande chance para ele ter o que tanto queria. Com certeza ele possui o maior acervo sobre sua vida, mais do que você mesma.

Victória ouvia tudo aquilo aturdida... Clarck havia estudado em Hogwarts, a seguia por todos os cantos... sabia tudo sobre sua vida. Mas como ela nunca havia percebido nada?

-Se isso tudo fosse verdade eu teria notado ele me seguindo.

-Não, não teria notado, Wallace e Loren possuem uma grande vantagem a favor deles.

Victória apenas franziu a sobrancelha.

-São metamorfomagos, raro, muito raro, mas as pessoas que fazem parte de nossa irmandade são todas raras e com qualidades excepcionais, além de compartilharem dos nossos objetivos.

Victória espantou-se, ela lembrava-se muito bem da mulher de Remo Lupin que haviam lhe apresentado na reunião da Ordem, ela era metamorfomaga e lhe explicou o que significava. Clarck e Endria eram metamorfomagos, conseguiam mudar de fisionomia, isso explicava muita coisa.

-Então depois de usar a chave de portal você foi parar, é claro, na Austrália. Wallace parecia ter planejado tudo, a chave de portal levava você exatamente para um terreno baldio perto de onde ele trabalhava, como médico, a mando da irmandade que precisava de pessoas infiltradas entre os trouxas.

-Espera, espera... ninguém pode fingir que é médico. – Victória o olhava desconfiada.

Quasar sorriu e continuou.

-Acho que você está abusando do meu tempo e paciência, afinal, eu estou contando tudo para você por quê?

-Talvez porque quer minha ajuda. – Victória desafiou.

-Pode ser e pode não ser, eu tenho outros meios de conseguir sua ajuda, mas como hoje eu estou de bom humor eu continuo. – Quasar lançou um olhar que parecia algo com divertido para Victória e continuou. - O Wallace podia se passar por um renomado médico transferido de Londres para a Austrália sim, porque ele é medibruxo. - Uma pequena pausa e ele continuou - Então como você já sabe uma senhora lhe achou e levou para o hospital mais próximo, que era exatamente o mesmo em que ele trabalhava. E toda a história você sabe, ah claro, exceto pelo fato de que Wallace fez um acordo com a irmandade, ele prometeu manter você quieta para que nós não terminássemos o serviço que começamos, então ele ficou de olhos bem abertos em você, com a ajuda é claro da Loren, do Marck e da Clara, você deve conhecer trabalhavam na redação do jornal com você. – Quasar parecia se divertir ao revelar a vida de farsa da ruiva.

-Mas... como ele poderia me manter quieta? E se eu lembrasse de algo como lembrei? Ele não poderia me impedir! – Victória não podia acreditar em tudo aquilo.

-Ah sim, ele podia, uns obliviates de vez enquanto ajudavam bastante, pode acreditar que você insistia em lembrar das coisas, azar o seu. – Ele levantou os ombros em sinal de descaso.

-Obliviates? – Victória questionou.

-Um feitiço usado para apagar a memória. Agora chega, eu já falei demais...

-Mas o que é essa irmandade? O que vocês querem comigo? O que eu ouvi de tão importante?

-Você não acha realmente que eu vou te responder algum tipo de pergunta como essa não é? Só falei as coisas básicas para você entender porque está aqui e confiar um pouco mais em nós...

-Confiar em vocês? Confiar nas pessoas que tentaram me matar inúmeras vezes? – Victória gritou.

-Não faça drama, meu tempo está acabando. O fato é que tentamos lhe matar, deu errado, para o nosso bem porque agora descobrimos algo novo, e você pode ajudar...

-Posso? Que honra. – Victória ironizou.

-Pode sim, e vai ajudar. – Ele afirmou com convicção.

-Como você pode afirmar isso? – Victória teve a leve sensação de que não ia gostar da resposta, aquele homem não estava brincando, ele não fazia o tipo de fazer brincadeiras. Tudo o que ele falava, por mais que parecesse em tom de gozação, era sério. Agora ela entendia, ele havia contado parte de sua vida, parte que ela havia esquecido, para assim lhe mostrar o poder que ele tinha, a influência que exercia, tudo ali era um jogo.

-Sabe, deve ser bom ter uma família, filhos... Mas eu não invejo quem tem, e sabe por quê? – Quasar fitou Victória com um sorriso vitorioso. – Porque eles nos comprometem, nos fazem sentir dor, muitas vezes mais dor do que felicidade... – Ele parou para apreciar o peso de suas palavras. – Você já parou para pensar como se sentiria se alguma coisa acontecesse a algum deles?

Então estava ali, a velha e praticamente infalível chantagem. Ele estava claramente ameaçando sua família. Seus pensamentos passaram pelos vários membros e fixaram-se durante um tempo maior em Harry e Mel. Imagens das várias coisas que poderiam acontecer a eles vieram em sua mente e Norton Quasar parecia estar vendo todas elas, pois um sorriso triunfante surgiu em seu rosto.

-Nada... nada vai acontecer a nenhum deles. – Victória afirmou.

-Claro que não, isso depende apenas de você. – Ele revidou.

-Eu não vou aceitar nenhuma chantagem, nada do que você pretende pode ser bom, é para causa algo mal e...

-Não fazemos o mal, a irmandade dos Katharos quer apenas o bem da humanidade.

-Mas vocês não fazem parte de uma seita trouxa? O que fazem misturados aos bruxos?

Ele pareceu ofendido por um momento.

-Não fale sobre o que você não sabe. Estamos falando da sua ajuda, e você vai ajudar. Gina, você não tem noção do poder que nós temos. Eu posso te dizer exatamente onde sua filha está agora.

-Você está blefando. – Victória tentou esconder o tremor na sua voz.

-Quer testar? Quanto vale a vida da pequena Mel para você apostar?

Victória sentiu o medo apoderar-se de suas veias, seu coração começou a bater mais rápido e suas entranhas se reviravam furiosamente.

-Você... você...

-Não precisa responder agora, você pode falar algo do qual possa se arrepender depois. – Quasar tirou mais um charuto do bolso e acendeu, antes de dar a primeira tragada falou. – Amanhã lhe faço mais uma visitinha e terminaremos nossa conversa.

Norton Quasar virou-se e caminhou até a porta com as duas “estátuas humanas” atrás de si. Fechou a porta com calma - sem nem ao menos fitar a ruiva que olhava atordoada para ele – fez o feitiço para que a porta se trancasse.

Victória ficou ali, olhando até que o último feixe de luz sumisse pelo corredor. Sua mente trabalhava freneticamente pensando nas informações que havia recebido, esclarecedoras e aterrorizantes, mas acima de tudo ela pensava em Harry e Mel. Ela precisava encontrá-los, tinha medo, medo do que aquele homem havia ameaçado fazer com eles, mas ela não poderia fugir, não seria justo para nenhum deles, depois de tanto tempo separados. E ela sabia, sabia que Harry não desistiria de encontrá-la, como não desistiu mesmo pensando que ela estava morta.

Victória caminhou pela sala escura tentando se manter aquecida. Ela não desistiria, iria encontrar Harry e eles resolveriam tudo aquilo, essa tal seita poderia ter muitas pessoas envolvidas, mas eles também eram muitos e iriam lutar. Seus passos estavam mais decididos e ela sentou-se no chão da sala. Segurando as pernas com as mãos. Por mais que o medo ainda se fizesse presente ela não ia permitir que aquele homem mandasse em sua vida, a única coisa que ela precisava naquele momento era encontrar Harry e Mel, então resolveriam tudo.


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Harry já não se preocupava em revistar as coisas de Gina com cuidado, ele virava as gavetas do armário, sem a mínima cerimônia e logo o quarto, o escritório e a sala da casa estava um caos, mas isso pouco importava.

-Acharam alguma coisa? - O moreno gritou pela milésima vez para Rony e Mione que estavam em outra parte da casa.

-Ainda não, achei alguns papeis, mas nenhum deles tem o endereço. - Rony apareceu na porta do escritório.

-Droga! - Harry tirou mais uma gaveta do lugar e jogou o conteúdo em cima da mesa, revirando furiosamente.

Rony fitou o amigo penalizado, Gina nem mesmo havia guardado suas coisas no escritório para que ele tivesse revirando tudo ali com tanto afinco. Depois que tinham praticamente demolido o quarto atrás de pistas Harry havia partido para o escritório. Rony decidiu subir e ver o que Hermione procurava, precisavam achar alguma coisa.

-Achou algo? - Perguntou ele fitando Hermione.

-Ainda não... - Mione parecia triste e exausta.

-EI, DESÇAM AQUI!

Rony e Hermione se entreolharam e desceram correndo as escadas. Logo os dois viram Harry segurando um jornal velho nas mãos.

-Vejam!

-Tá, é um jornal. - Rony sacudiu os ombros.

-Sim, é um jornal, mas não é um simples jornal. - Harry respondeu olhando a nota de rodapé.

-Gina trabalhava em um jornal! - Hermione concluiu.

-Isso, esse é o jornal onde a Gina trabalhava. - Harry respondeu mais confiante e mostrando aos amigos o endereço do jornal na nota.


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Victória continuava sentada no chão frio e úmido, as mãos abraçando as pernas e a cabeça baixa. A ruiva nem sequer ouviu som de passos aproximando-se, porém um pequeno barulho na grade da cela fez com que ela levantasse a cabeça e encarasse a pessoa que estava do outro lado da grade.

Endria olhou calmamente para Victória que a analisava friamente, primeiro pôde notar um olhar de ódio, logo depois indiferença, mas em seguida havia mágoa no olhar da ruiva e aquilo sim a atingiu fortemente.

Ficaram assim por um tempo indefinido, outrora amigas inseparáveis, agora possíveis inimigas mortais.

-Veio ver o que você fez? - Victória foi a primeira a falar, levantando-se em seguida.

Endria não mexeu um só músculo.

-Aprecie! - Victória falou mais alto erguendo as mãos e dando uma volta debochadamente.

-Fale baixo. - Endria disse com urgência.

-Ah claro, agora eu devo falar baixo, você está com seus amigos Loren. - Victória falou sarcástica.

-Sim, esse é meu nome!

-Eu sei que esse é seu nome! - Victória explodiu.

-Vick...

-Como você tem coragem de me dirigir a palavra? - A ruiva havia avançado para a grade e estava bem perto da loira.

-Você não entenderia tá bom? Não sabe de nada... - Endria tentava falar baixo.

-Ah claro, eu não entenderia, agora a errada sou eu!

-Gi...

-Isso me chame pelo meu nome, eu não me chamo Victória, acho que isso virou moda, todos terem dois nomes não é? Wallace... Loren... quem mais? Quantos nomes vocês tem?

-Gina as coisas não são bem como você pensa...

-As coisas nunca foram como eu pensei Endria. - Victória lançou um olhar de nojo para a loira que apenas retirou a varinha do bolso das vestes.

-Acho que seu chefe não vai gostar muito que você faça algo comigo, ele parece estar bem interessado em algo que eu possa fazer... - Victória olhava os movimentos da Loira que abriu a porta da grade e a encarou do outro lado.

-Saia! - Foi tudo o que ela falou.

-O que você quer? - Victória continuou parada no mesmo lugar.

-Saia daqui, fuja, antes que eu me arrependa.

As duas encararam-se durante um tempo indefinido, os olhos de Victória reluziam de ódio e ela caminhou feroz até a outra.

-Basta seguir reto e você vai achar a saída e...

-Obrigada! - A ruiva falou candidamente e cedeu ao impulso incontrolável que sentia desde que vira loira na sua frente, levou a mão veloz e certeira até o rosto dela que com o choque chegou a cambalear para o lado.

Loren teria caído, porém segurou-se na grade que estava próxima e levou a mão ao lado do rosto esbofeteado, estava queimando, seu cabelo caia no local encobrindo algumas lágrimas que insistiam em cair.

Victória olhou profundamente magoada para sua antes tão querida amiga, que agora encontrava-se praticamente caída no chão, segurando-se precariamente na grade da sala. O tempo parecia ter congelado, e a cena permaneceu um longo período daquela forma, ambas na mesma posição e sem se olharem.

Victória simplesmente deu as costas e saiu correndo pelo corredor escuro, tentando fazer o mínimo de barulho possível. Ela ia voltar para casa, tudo ia se resolver, ela conseguiria achar uma solução para tudo, juntamente com Harry. Sorriu, mas assim que conseguiu chegar na parte de fora do lugar estranho em que estava, seu sorriso diminuiu de tamanho, não havia nada, apenas um branco sem fim. Era neve! Estava nevando, fazia um frio congelante, algumas árvores ao longe sacudiam-se pelas fortes rajadas de vento. Mesmo assim ela não iria desistir, encheu-se de confiança e correu até uma das árvores e embrenhou-se na floresta coberta pela neve e frio.


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N/B Pri: Ei, olha onde eu fui parar!!!!! É por isso que eu digo pra se empenharem em seus trabalhos. Eu comecei nessa empresa lá de baixo, era apenas a consultora de NC, depois evolui para Beta substituta, aí consegui ser promovida para Beta da Fic do Véu, e hoje, meus queridos leitores, cheguei à Separados, das 3 fics da Paty, sem dúvida a minha preferida... Hahuhsauhsaush. Mas vamos deixar de enrolação. O capítulo está no mínimo esclarecedor. Fiquei com peninha do Harry, mas adorei o tabefe que a Ginny deu na Endria! Paty te amo, você está de parabéns. Bjks da Pri.

N/B Pam: Bom, como eu não sou uma pessoa egoísta e nem um pouco possessiva, não fiquei brava, irritada e nem chateada de perde minha exclusividade como beta da fic. Mesmo pq, é impossível ter exclusividade entre nós, tudo que a gente faz é em conjunto! Então, na vdd vai ficar é mto melhor! Pri, seja bem vinda ao seu cargo de beta da Separados! *Abraça* Quanto ao cap...oq dizer desse cap que nos clareou as idéias e nos mostrou a vdd sobre algumas pessoas?! Perfeito! O melhor foi ver o Rony passando por um apuro danado com a mulher pendurada no pescoço dele! Hahaha Só com ele acontece essas coisas! O desespero do Harry cortou meu coração...e o tapa que a Gina deu na Endria...bom, isso foi idéia minha! Hahaha *se sentindo!* Mana, amo-te! Beijos

N/A: Ei gente, olha eu aqui!!! vamos diretamente aos agradecimentos:

Miaka-ELA – Obrigada pelo comentário e acho que se vc reparar bem nesse capítulo existe um palpite de quem seja o traidor da seita rssssssss... beijos.

Tonks Butterfly – Não se desespere hauahuahau... veremos o que acontecerá a Endria, beijos e obrigada pelo comentário mana.

Gina W.Potter – Ai obrigada pelo lindo comentário, que bom que tornei seu dia um pouco mais feliz rsssssss...que bom que vc está gostando. Beijos!

MarciaM – Esta aqui a pessoa que ficou me aperreando no msn hauahauhau... mana o capítulo está ai, espero que tenha gostado BEIJOS ENORMES!!!

Mérope Slytherin Houghton – Mana que comentário lindo rssssssss... como todos os seus comentários são... muito, muito, muito e muito obrigada!!!

Sônia Sag – MANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! (abraça) Gostou da Mel foi? Hauhauahau... amore espero que vc goste desse capítulo e das minhas loucas teorias (medo) ai Merlim, veremos no que isso vai dar hauahuah... beijos.

Bernardo Cardoso Silva – BE!!!!!!!!!!!!! Obrigada por estar sempre aqui!!!! (abraça) beijos para vc e apareça no msn.

Gabi W. - PRIMAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! Te adicionei de novo no msn!!!! TÁ ME VENDO??? (levanta as mãos) hauahuaha... beijos mana e apareça na casa nova!

Pamela Black – MANAAAAAA LINDA DO MEU CORE!!! hauhauahua... (abraça) Amore tenho que te dizer que o Clarck não era estranho para a Vick, ela o conhece a 5 anos (medo da azaração) Tudo bem, ele era mais falso do que uma nota de R$ 3,00, mais ele a ama mesmo hauahauah... beijos mana.

Sueniaaraujo – Olá miga!!!!!! (abraça) que bom que vc entrou no nosso forum... (abraça novamente)!!!! Já estamos fazendo festa lá... BEIJOS!!!

Livinha – OLÁAAAAAAAAAAAAAA!!! A menina que apronta mil coisas no forum, e eu fico só olhando hauahuahau... mana que bom que vc gostou do capítulo, só não do final né? Hauahauah... mas isso a gente resolve rssssssss... beijos.

Suzana Barrocas – Eu nem sou tão má assim (cara de santa), até esclareci algumas coisas nesse capítulo rsssssss... beijos.

Melosinha – Puxa obrigada pelo comentário, pelos elogios e por gostar da fic!!! Espero que vc participe lá da comunidade mesmo (aponta a varinha) hauahuah... obrigada novamente pelo comentário e leia mesmo as minhas outras fics hihihihihi... beijos e espero que tenha gostado desse capítulo esclarecedor.

Carolz – Menina malvada vc (aponta a varinha) Como assim acompanhava e não tinha comentado??? (olhar mal) Dessa vez eu deixo passar pq tô boazinha, mas da próxima vc leva uma crucius hauahuahau... obrigada pelo comentário mana e espero que tenha gostado de mais esse capítulo, beijos.

LiLi Negrão – Vc mereceu os parabéns, por me fazer feliz em sempre comentar por aqui rsssssss... já que vc queria dar um soco na Endria eu acho que deve ter gostado do tapa que a Gina deu né? Hauahauah... acho que muito gente vai gostar disso rssssssss... beijos.

Victor Farias – Vc nunca mais apareceu, me abandonou, esqueceu das minhas fics e ainda vem reclamar né??? Mau jeito senhor Victor, mau jeito hauagauauagu... tá bom, cliente ou leitor sempre tem razão rssssssss... eu acabei o capítulo no suspense, mas em compensação resolvi muita coisa nesse hauhauahau... beijos e obrigada.

Claudio Souza – Obrigada pelo comentário e espero ter conseguido explicar direito as coisas nesse capítulo rssss... acho que vc chegou bem perto da verdade sobre a Endria, mas ainda vamos descobrir algumas coisas mais sobre a Loira rsssss... beijos.

Maria Lucinda Carvalho de Oliveira – Bem, feitiço de localização é meio difícil rsssss... mas vc viu que eles vão dar um jeitinho em relação a isso mana, obrigada por comentar sempre, beijos.

Mayra black potter – Obrigada por comentar, beijos enormes!!!

Myrthes – Desculpe por não atualizar logo, mas a culpa é toda da floreios rssssss... eu tava como cap. Pronto e o site fora do ar aff... em relação as parte de amor H/G eu sei, sou uma romantica incorrigível o que posso fazer? Rsssssss... obrigada pelos elogios e críticas é muito legal ter uma resposta. Beijos.

Mary Silva – Poxa vc não ama meus comentários buaaaaaaaaaaaaaa... (momento de depressão) hauahauhau... tá bom eu entendi sua proposta, mas eu gosto tanto de responder a vcs, acho que fica mais próximo sei lá... mas se todos concordarem eu calo a minha boca hihihihiih... to escrevendo mais rápido agora, beijos.

Jhonatas Tiago Potter – Ai muito obrigada de novo pelo vídeo, FICOU TÃO FOFO!!! (abraça) obrigada mesmo pelos elogios, fico muito feliz EU ADOREI!!!!!!!!!

Vivinha – Eu só demorei por culpa da floreios (cara de santa) sou inocente hauahau... beijos e obrigada pelo comentário.

Mone_Potter – Obrigada pelo comentário, beijos.

Mari lPotter – Obrigada pelo comentário, fico muito feliz que vc esteja gostando, beijos!!!

Nanda Potter – (totalmente feliz, pulando feito louca) AI OBRIGADA!!! (abraça) Eu fico tão feliz quando alguém escreve algo assim rsssssss... tão lindo seu comentário, me deixa com vontade de escrever ainda mais, mais, mais e mais rssssss... claro que não me incomodo de vc ter colocado o link da minha fic no seu flog, fico muito grata, obrigada pela propaganda! Vamos as respostas das suas perguntas: Não sei se o Harry e a Gi vão ter outros filhos, veremos, veremos... Todo autor acaba na melhor parte? Não sei nada sobre isso hihihihi... acho que vc deve ter gostado do tapa que a Gina deu na Endria, não sei pq, mas eu acho rssssss... beijos e obrigada mesmo pelo comentário lindo!!!


N/A: Espero de coração que vcs tenham gostado do capítulo, um BEIJO NA BUNDA DE TODOS e saibam que vcs estão OBRIGADOS (aponta a varinha e mentaliza um Imperius) a entrarem na comunidade das minhas fics para discutirmos os assuntos e babados rsssssss... e no forum que eu criei com minhas amigas o link está aqui em baixo, beijos enormes!!!


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